quarta-feira, 27 de maio de 2020

Cantor Targino Gondim sofre acidente de carro: “Graças a Deus e a Irmã Dulce estou bem. Um grande susto”, diz o sanfoneiro

                        Via:Santanavinicius

O cantor e compositor Targino Gondim, sofreu um acidente de carro nesta terça-feira (26). Em contato com a reportagem da RedeGN, o sanfoneiro disse que “graças a Deus está bem e se recuperando do grande susto”.
O carro em que ele estava capotou. O acidente aconteceu no Km 169 da BA-099,  próximo a cidade do Conde (BA). “O carro capotou duas vezes. O carro atolado de água ficou sem estabilidade e não consegui controlar. Estou bem agora. Só tenho gratidão neste momento graças a Deus”.
Targino Gondim realizou no último sábado (23), sua live musical ‘Show Sem Limites’ no YouTube e atingiu a marca que superou 110 mil visualizações.
“Graças a Deus foi um susto. Hoje dia de Santa Dulce e data nascimento do mestre Sivuca, eu aproveito para agradecer a preocupação dos amigos, fãs. Estou bem”, declarou Targino.
Com a suspensão do São João devido a pandemia do novo coronavírus, o artista irá transformar a apresentação em um verdadeiro São João virtual, com um repertório recheado de sucessos da carreira.
No Projeto Targino sem Limites, Targino Gondim apresenta uma parceira com um grande nome da música do Brasil. Desta vez, a baiana Ivete Sangalo divide com o sanfoneiro a canção Culpa do meu Coração. Nesta temporada já foram gravadas musicas com Zeca Baleiro, Mariene de Castro, Bel Marques e Carlinhos Brown, e também com Fagner, Gilberto Gil, Xandy Aviões e Baiana System.
Targino tem a chancela de grandes nomes do ritmo, a exemplo de Gilberto Gil, Fagner, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Alceu Valença e Dominguinhos, o artista não se limitou apenas a fazer show.
Empreendedor tem tocado eventos como Festival Internacional da Sanfona (Juazeiro-BA), que já é o maior evento de acordeon da América Latina, Festival de Forró da Chapada (Mucugê-BA), Conecta Chapada (Andaraí-BA), e Festival de Forró de Itacaré (Itacaré-BA).
Nas canções que o público confere em suas apresentações estão, ‘Esperando na Janela’ que lhe rendeu um Grammy Latino e tem uma versão na voz de Gilberto Gil, ‘Pra Se Aninhar’, ‘Dance Forró Mais Eu’, e ‘Na Sombra Do Juazeiro’.
Redação redeGN

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terça-feira, 26 de maio de 2020

Guedes terá que se explicar por chamar servidores públicos de "parasitas"

Ação movida pela Fenajud aponta que Guedes "vem fazendo comentários desagradáveis referente aos servidores públicos do Estado brasileiro" e passou dos limites ao chamá-los de "parasitas"

Paulo Guedes
Paulo Guedes (Foto: Marcos Correa/Divulgação)


Revista Fórum - O juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível de Brasília, atendeu a um pedido da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) e determinou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve prestar explicações à justiça em razão da frase em que chama servidores públicos de parasitas.
“Defiro a interpelação, como requerido. Expeça-se mandado de citação para que a parte requerida tenha ciência do presente procedimento e preste as informações que julgar pertinentes. Cumprido o mandado, aguarde-se o prazo de 15 dias. Vindo aos autos declarações ou documentos juntados pela parte requerida, dê-se vista ao autor por 15 dias”, diz o magistrado em decisão proferida em 22 de maio.
A ação, apresentada em 22 de fevereiro, questiona o ministro pela fala de que o servidor “virou um parasita”. “Funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo. O cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático”, disse Guedes em 07 de fevereiro.
Leia mais na Fórum.

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Depósitos na conta de primeira-dama embasaram operação da PF contra Witzel

Pela decisão do ministro do STJ, Witzel e a primeira-dama, bem como os demais investigados, deverão ser ouvidos pela Polícia Federal

                   Por: Folhapress
PF realiza apreensão no Palácio do Governo do Rio de Janeiro
PF realiza apreensão no Palácio do Governo do Rio de JaneiroFoto: Fabio Motta / AFP
Comprovantes de pagamento para o escritório da primeira-dama do Rio, Helena Witzel, estão entre os elementos de prova que embasaram o pedido de busca e apreensão na residência oficial do governador do Rio, Wilson Witzel, na manhã desta terça-feira (26). No pedido para realização da operação na casa do governador e no escritório de sua esposa, o Ministério Público Federal afirma que provas provenientes da Justiça Federal demonstram vínculo bastante estreito e suspeito entre a primeira-dama e as empresas de Mário Peixoto, fornecedoras do estado.

A operação, autorizada pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mira um suposto esquema de desvios de recursos públicos destinados ao combate ao coronavírus no estado. O inquérito no STJ foi aberto no último dia 13, com base em informações de autoridades de investigação do estado do Rio. Os mandados em cumprimento nesta quarta-feira foram solicitados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) na semana passada. Pela decisão do ministro do STJ, Witzel e a primeira-dama, bem como os demais investigados, deverão ser ouvidos pela Polícia Federal.
Entre os elementos que serviram de suporte ao mandado de busca e apreensão estão o contrato de prestação de serviços e honorários advocatícios do escritório da primeira-dama com a empresa DPAD Serviços Diagnósticos, de Mário Peixoto, e comprovantes de transferência bancária entre as duas empresas. Entre as provas apresentadas, há um email de 14 de abril de 2020, em que o braço direito de Mário Peixoto recebe do contador das empresas documentos relacionados a pagamentos para a esposa do governador.

Segundo o mandado de busca e apreensão, o MPF imputa indícios de participação ativa do governador quanto ao conhecimento e ao comando de contratações realizadas com as empresas investigadas. Interceptações telefônicas e um ofício assinada pelo governador são apontados, no mandado de busca e apreensão, como indicativos de sua possível participação em irregularidades.

Em outubro de 2019, a UNIR Saúde -responsável pela administração em UPAs (Unidades de Pronto Atendimento)- foi proibida de fazer contratos com o poder público após constatação de irregularidades na prestação de serviços. Em março, um oficio assinado pelo governador revogou essa portaria, comprovando, segundo o Ministério Público, provável envolvimento da cúpula do Poder Executivo Fluminense. As investigações apontam transferência no valor de R$ 225 mil feita por empresas de Mário Peixoto para o escritório do secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio, Lucas Tristão.

O Ministério Público afirma que as provas coletadas em operações anteriores indicam que, no núcleo do Poder Executivo do Rio, foi criada uma estrutura hierárquica devidamente escalonada a partir do governador que propiciou contratações sobre as quais pesam forte indícios de fraude. Os investigadores dizem que Witzel teria o comando das ações.

Witzel é desafeto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recentemente mudou a cúpula da Polícia Federal, gesto que motivou a saída do governo do então ministro da Justiça, Sergio Moro. A ação desta terça-feira foi deflagrada um dia após ser nomeado o novo superintendente da corporação no Rio, Tácio Muzzi.

A representação da PF no estado está no centro de uma investigação autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que apura se o presidente buscava interferir politicamente em investigações da corporação. A operação se baseia em apurações iniciadas no Rio de Janeiro pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual e pelo Ministério Público Federal. Os dados obtidos foram compartilhados com a Procuradoria Geral da República, que conduz a investigação perante o Superior Tribunal de Justiça.

Nesta terça, em meio à operação, Witzel afirmou em nota que não cometeu irregularidades e apontou interferência de Bolsonaro na investigação. Ele apontou como evidência da interferência o fato de a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) ter mencionado nesta segunda (25) ações iminentes da PF contra governadores.
Um dia antes, em entrevista à Rádio Gaúcha, Zambelli, aliada de Bolsonaro, falou de um suposto represamento de operações contra governadores, que passariam a ser deflagradas a partir de agora. "A gente já teve algumas operações da PF que estavam na agulha para sair, mas nao saíam. A gente deve ter nos próximos meses o que a gente vai chamar de 'covidão' ou não sei qual vai ser o nome que eles vão dar. Mas já tem alguns governadores sendo investigados pela PF", comentou.

Também na manhã desta terça, em meio às buscas da PF no Palácio das Laranjeiras, Bolsonaro parabenizou a corporação. Witzel é adversário político de Bolsonaro. A declaração foi transmitida na internet por apoiadores do presidente.
"Parabéns à Polícia Federal, fiquei sabendo agora. Parabéns à Polícia Federal", disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre a operação que mira um suposto esquema de desvios de recursos públicos no estado destinados ao combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, os advogados de Witzel tentaram mapear no STJ as investigações autorizadas contra ele pela corte. De acordo com fontes ligadas ao governador ouvidas pela coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, os defensores chegaram a ir três vezes ao tribunal para tentar peticionar em eventuais processos. Em vão: receberam a resposta de que nada havia que pudesse ser acessado. A ideia era registrar que o próprio governo do Rio já tinha determinado investigações sobre esquemas de corrupção envolvendo os hospitais de campanha do Rio de Janeiro.



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Além de Witzel, outros dois governadores estão na mira do MPF

(Foto: ABr | Secom)

247 com Reuters - A Polícia Federal cumpriu nesta terça-feira, 26, mandados de busca e apreensão nas residências oficial e pessoal do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, como parte de uma investigação que apura supostas irregularidades na área de saúde e na instalação de hospitais de campanha para combater a pandemia de Covid-19.
A operação se dá no âmbito de um inquérito pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). 
Além de Witzel, também são investigados os governadores do Amazonas, Wilson Lima, e do Pará, Helder Barbalho, por suspeitas de irregularidades em compras emergenciais realizadas no enfrentamento da pandemia ao novo coronavírus. No caso de Lima, o inquérito já foi aberto por decisão do ministro Francisco Falcão. Os casos tramitam sob sigilo.
Após a divulgação de denúncias de irregularidades na compra de equipamentos, o governador do Rio exonerou o então secretário de saúde do estado, Edmar Santos. A decisão do afastamento de Santos agora foi motivada por denúncias de fraudes na licitação para a compra de respiradores no valor de R$ 3,9 milhões.
Segundo a revista Crusoé, a apuração sobre os contratos emergenciais do Iabas, o instituto que está no centro da Operação Placebo que atingiu Wilson Witzel, pode abrir uma nova frente em São Paulo. 
"Isso porque a prefeitura da capital, administrada pelo tucano Bruno Covas, também contratou o instituto para gerir um hospital de campanha durante a pandemia. O contrato, de 75,2 milhões de reais, envolve 566 leitos provisórios instalados no Anhembi, ao lado do Sambódromo. Parte dos recursos para os contratos emergenciais foi repassada pelo governador João Doria, do PSDB”, diz a revista.

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PF apreende computador e celular do governador Wilson Witzel em operação contra desvios na saúde

A operação, autorizada pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mira um suposto esquema de desvios de recursos públicos destinados ao combate ao coronavírus no estado

                   Por: Folhapress
Wilson Witzel (PSC)
Wilson Witzel (PSC)Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Polícia Federal fez nesta terça-feira (26) buscas no Palácio das Laranjeiras, residência oficial em que mora o governador Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro. A Polícia Federal apreendeu o aparelho de celular e o computador do governador.

A operação, autorizada pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), mira um suposto esquema de desvios de recursos públicos destinados ao combate ao coronavírus no estado.

O inquérito no STJ foi aberto no último dia 13, com base em informações de autoridades de investigação do estado do Rio. Os mandados em cumprimento nesta quarta-feira foram solicitados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) na semana passada.
Segundo investigadores, a PF também buscou provas no Palácio da Guanabara, onde o chefe do Executivo fluminense despacha, em sua antiga casa, usada antes de se eleger, e em um escritório da mulher dele.

Ao todo, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 11 endereços. O governador seria ouvido nesta terça-feira, mas pediu para que o depoimento fosse adiado para que possa falar depois de ter acesso aos autos.

Witzel é desafeto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recentemente mudou a cúpula da Polícia Federal, gesto que motivou a saída do governo do então ministro da Justiça, Sergio Moro.

A ação desta terça-feira foi deflagrada um dia após ser nomeado o novo superintendente da corporação no Rio, Tácio Muzzi. A representação da PF no estado está no centro de uma investigação autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que apura se o presidente buscava interferir politicamente em investigações da corporação.

A operação se baseia em apurações iniciadas no Rio de Janeiro pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual e pelo Ministério Público Federal. Os dados obtidos foram compartilhados com a Procuradoria Geral da República, que conduz a investigação perante o Superior Tribunal de Justiça.

Nesta terça, em meio à operação, Witzel afirmou em nota que não cometeu irregularidades e apontou interferência de Bolsonaro na investigação. Ele apontou como evidência da interferência o fato de a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) ter mencionado nesta segunda (25) ações iminentes da PF contra governadores.

Um dia antes, em entrevista à Rádio Gaúcha, Zambelli, aliada de Bolsonaro, falou de um suposto represamento de operações contra governadores, que passariam a ser deflagradas a partir de agora.

"A gente já teve algumas operações da PF que estavam na agulha para sair, mas nao saíam. A gente deve ter nos próximos meses o que a gente vai chamar de 'covidão' ou não sei qual vai ser o nome que eles vão dar. Mas já tem alguns governadores sendo investigados pela PF", comentou.

Também na manhã desta terça, em meio às buscas da PF no Palácio das Laranjeiras, Bolsonaro parabenizou a corporação. Witzel é adversário político de Bolsonaro. A declaração foi transmitida na internet por apoiadores do presidente.

"Parabéns à Polícia Federal, fiquei sabendo agora. Parabéns à Polícia Federal", disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre a operação que mira um suposto esquema de desvios de recursos públicos no estado destinados ao combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, os advogados de Witzel tentaram mapear no STJ as investigações autorizadas contra ele pela corte.

De acordo com fontes ligadas ao governador ouvidas pela coluna Mônica Bergamo, da Folha, os defensores chegaram a ir três vezes ao tribunal para tentar peticionar em eventuais processos. Em vão: receberam a resposta de que nada havia que pudesse ser acessado.

A ideia era registrar que o próprio governo do Rio já tinha determinado investigações sobre esquemas de corrupção envolvendo os hospitais de campanha do Rio de Janeiro.
A operação, batizada de Placebo, busca provas de um possível esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e "servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro", diz a Polícia Federal.

Um dos indícios contra o governador é o depoimento do ex-subsecretário da Secretaria de Saúde do Rio, Gabriell Neves, preso no início do mês pela Polícia Civil do Rio. Ele indicou que autoridades acima dele tinham ciência dos atos que assinou na secretaria, relativos ao combate à Covid-19. Ele é suspeito de fraudar a compra de respiradores.
Segundo a PGR, os envolvidos são investigados por peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

"A previsão orçamentária do estado era gastar R$ 835 milhões com os hospitais de campanha em um período de até seis meses. A suspeita é que parte desse valor teria como destino os próprios envolvidos", informou a procuradoria-geral.
O desvio de verbas seria feito por superfaturamento e subcontratação de empresas de fachada. O governador terá de prestar depoimento no inquérito.

Eleito com discurso duro de combate à corrupção num estado que teve cinco ex-governadores presos, Witzel se vê agora sob o foco de investigações criminais sobre sua gestão durante a pandemia do novo coronavírus.

O governador viu o número dois da Secretaria de Saúde e um ex-cliente de seu antigo escritório de advocacia presos sob suspeita de fraudes nas compras emergenciais para enfrentamento da crise de saúde.

Witzel tem também contra ele um inquérito sobre funcionários fantasmas empregados sob indicação de um ex-assessor pessoal. Viu ainda o próprio nome citado em escutas e depoimento na Operação Favorito, desdobramento da Lava Jato no estado deflagrado na quinta-feira (14). Os dois casos estão sob análise da Procuradoria-Geral da República.

A sequência de suspeitas ocorre no momento em que Witzel se coloca como um contraponto ao presidente Bolsonaro no enfrentamento ao novo coronavírus. O Rio de Janeiro foi um dos primeiros a determinar o isolamento social, enquanto Bolsonaro quer a retomada das atividades econômicas.

Deputados bolsonaristas afirmam que Witzel e seus aliados usam a pandemia como desculpa para desviar recursos públicos. Embora as medidas sanitárias aplicadas pelo governador tenham respaldo da maior parte das instituições médicas, as compras emergenciais levantaram suspeitas.

Gabriell Neves, ex-subsecretário-executivo de Saúde, foi preso sob suspeita de fraudar o processo de aquisições emergenciais de respiradores. Também foi detido um superintendente da pasta.

Ele coordenou compras que somam cerca de R$ 1,8 bilhão sem licitação.Investigações da Lava Jata fluminense, iniciadas para apurar a gestão Cabral, detectaram que empresários que pagavam propina no passado continuaram a atuar na gestão do ex-juiz.
O alvo principal da Operação Favorito, Mario Peixoto, foi cliente do escritório de Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, de quem Witzel diz ter sido sócio.

A relação comercial se iniciou durante e terminou logo após a campanha eleitoral de 2018.Gravações feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal mostram como Peixoto tem influência até sobre nomeações em órgãos como a Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica) e o Detran.

Elas confirmam relatos que estendem a área de influência do empresário a outros órgãos do estado.O ex-presidente da Faetec, Carlos Marinho, afirmou à PF que Peixoto tem "forte influência" sobre o próprio governador.

"Mário Peixoto também não tem qualquer relação com organizações que tenham contratado com o Governo RJ, na área de saúde, durante a epidemia de Covid19", afirma em nota Alexandre Lopes, advogado de Mario Peixoto.




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Boletim atualizado. PERNAMBUCO registra mais 80 mortes e 488 novos casos de Covid-19


Pernambuco registrou 488 novas infecções pelo novo coronavírus nesta terça-feira (26). Dentre os novos casos, 228 são considerados graves, de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), e 260 são leves. As informações são do boletim preliminar da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado no fim desta manhã. De 12 de março até esta terça, o estado acumula 28.854 casos confirmados, sendo 55,5% (16.015) deles leves e 44,5% (12.839) de Srag.
Também nesta terça foram confirmadas 80 mortes pela Covid-19, a doença que a pessoa desenvolve ao contrair o novo coronavírus. Com isso, Pernambuco contabiliza 2.328 mortes em decorrência da infecção.
Maiores detalhes serão repassados até a noite desta terça, em boletim consolidado da SES.(DP)



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Pernambuco confirma 488 novos casos da Covid-19 e 80 mortes nas últimas 24h

Entre os novos casos confirmados nesta terça, 228 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 260 como leves

                      Por: Portal FolhaPE
Pacientes internados para tratamento da Covid-19 no Brasil
Pacientes internados para tratamento da Covid-19 no BrasilFoto: Michael Dantas/AFP
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou, nesta terça-feira (26), que Pernambuco tem 488 novos casos da Covid-19. Além disso, foram confirmados laboratorialmente 80 óbitos. Agora, o Estado totaliza 28.854 novos infectados e 2.328 mortes pelo coronavírus. 
Entre os novos casos confirmados nesta terça, 228 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 260 como leves. No geral, são 12.839 graves e 16.015 leves. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...