sábado, 12 de maio de 2018

'LULA ESTÁ COM DIREITOS POLÍTICOS INTACTOS', DIZ GLEISI EM CURITIBA


Da RBA - A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse no início da tarde de hoje (11), na vigília Lula Livre, em Curitiba, que a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está sofrendo "um ataque especulativo". Segundo ela, a informação de que ele não pode ser candidato porque está preso e não teria direitos políticos é falsa e precisa ser combatida.
"O Lula está com seus direitos políticos intactos. Ele pode ser inscrito como candidato em agosto, porque a Constituição Federal só suspende o direito político de uma pessoa se o julgamento que a condenou for reafirmado na última instância, que é o Supremo Tribunal Federal. Isso não aconteceu com o Lula", afirmou.
A dirigente explicou que mesmo a Lei da Ficha Limpa, no artigo 26-C, determina que a inelegibilidade pode ser suspensa até a diplomação. Se o candidato tiver recurso na instância superior e esse recurso for juridicamente plausível, mesmo que o registro não seja deferido, ele pode continuar candidato, inclusive com sua foto na urna eletrônica. "E antes da diplomação, temos que levantar a inelegibilidade dele. Mas se nada der certo, Lula vai saber o que fazer e vai dar a resposta ao povo brasileiro", disse.
Para Gleisi, tanto na questão da candidatura como em relação ao significado e propósitos da vigília Lula Livre, "é muito importante a disputa da narrativa, levando outra versão às pessoas". "Quando você repete a versão de uma mentira por muito tempo, essa versão acaba se tornando a verdade", disse, lembrando a estratégia de marketing de Joseph Goebbels, propagandista de Hitler.
A senadora destacou ainda que, embora haja uma campanha para viabilizar jurídica e politicamente a candidatura de Lula, respeita outros postulantes do campo progressista à presidência da República.
"Sei que outros partidos aqui têm opções de candidato a presidente, mas estão conosco na campanha Lula Livre." Gleisi citou "companheiros do PCdoB que têm sido incansáveis, do Psol, do MDB, do PDT, do PSB, que entendem que a prisão de Lula é uma afronta à democracia. Precisamos ampliar esse movimento. E esclarecer ao povo o que acontece no Brasil, por que prenderam, por que tiraram a Dilma."
Ela lembrou o aumento do desemprego a partir do governo de Michel Temer, hoje em 13,7 milhões de trabalhadores, e a queda do poder de compra do salário mínimo. "Essas pessoas estão destruindo o Brasil. Por isso Lula se pergunta: 'foi pra isso que tiraram a Dilma e me prenderam?' O povo está sem esperança e perspectiva."
Nesta quinta-feira (10), o ex-prefeito de Osasco Emidio de Souza visitou o ex-presidente por uma hora na e, segundo ele, Lula afirmou que "não se conforma de o Brasil ter um governo medíocre, que está entregando o patrimônio nacional e colocando todas as nossas conquistas abaixo".
"Nossa luta é de resistência, política, pra tirar o Lula (da prisão), pra ele ser candidato e voltar a ser presidente do Brasil. É uma luta de enfrentamento. Uma luta de que vamos travar ao lado do povo, na conscientização desses direitos e da necessidade de derrotar o golpe."(247).


Blog do BILL NOTICIAS

Homem é assassinado a tiros na calçada de bar no C-3

  (C.Britto)
(Foto: Ilustração)

   

Um homem foi assassinado na calçada de um bar no C-3 do Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, zona rural de Petrolina, no final da noite de ontem (11). De acordo com o Instituto de Medicina Legal (IML), a vítima é Ronaldo José da Silva, de 29 anos.
O corpo da vítima foi removido por peritos do Instituto de Criminalística (IC) para o Instituto de Medicina Legal (IML) da cidade. A Polícia Civil trabalha na investigação do caso.

Blog do BILL NOTICIAS

Campo de futebol do N-7 do Perímetro Senador Nilo Coelho passa a contar com iluminação

Foto: Alexandre Justina/PMP divulgação

Principal espaço esportivo da comunidade, o campo de futebol do N-7 do Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho, na zona rural de Petrolina, passou a contar com iluminação especial que permitirá a disputa de jogos no período noturno. Os novos projetores da área esportiva foram inaugurados pelo prefeito Miguel Coelho nesta sexta (12). A solenidade teve a presença do senador Fernando Bezerra, do deputado Fernando Filho, além de vereadores e moradores da área.
O campo do N-7 ganhou 18 projetores de luz, seis postes e 700 metros de iluminação para permitir condições adequadas para partidas noturnas. Além disso, foi inaugurada a rede de iluminação de algumas ruas da comunidade, que estavam às escuras e agora contam com 40 luminárias de 70 watts.
Para implantar a rede no campo e nas ruas do N-7, a Prefeitura de Petrolina investiu R$ 56 mil. “Já investimos mais de R$ 1 milhão em expansão da rede de iluminação de Petrolina. É um esforço grande da Prefeitura para trazer mais conforto e segurança aos moradores da cidade e da zona rural”, resumiu o prefeito na inauguração.
A nova iluminação do N-7 faz parte das ações do programa Mais Luz. Desde o ano passado, mais de 20 comunidades tiverem a implantação de luminárias e expansão da rede. Além disso, a iniciativa permitiu o atendimento de 13 mil solicitações da população para revisão e conserto. Com informações da assessoria da PMP.

Blog do BILL NOTICIAS

Fraudes põem em risco aposentadoria de servidores de 200 municípios do País

Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios

 Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. Foto: Marcello Casal Jr/ABr
Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. Foto: Marcello Casal Jr/ABr

Por: AE


A aposentadoria de servidores de até 200 municípios brasileiros pode estar em risco. A estimativa é do próprio Ministério da Previdência, a partir de investigações que vêm sendo realizadas pela Polícia Federal desde 2013. Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema - a Encilhamento, deflagrada no último mês de abril - identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios. Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. 

As investigações se referem aos regimes próprios de Previdência municipais, que são chamados de RPPS. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.089 mantêm esses programas de aposentadoria. Cada cidade nomeia um administrador para buscar a melhor forma de investir o dinheiro do servidor. Nas prefeituras envolvidas em fraudes, os valores são repassados a empresas de fachada, que investem em títulos podres. O administrador, em troca de comissão, esconde a real situação do investimento (leia quadro acima).

O município mineiro de Uberlândia é o caso mais emblemático entre os apurados pela PF. Dos cerca de R$ 760 milhões do fundo da cidade, R$ 360 milhões estariam em risco, segundo o vereador Juliano Modesto, relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar o caso. "O servidor, infelizmente, vai ter de aumentar a contribuição." Mas a cidade não está sozinha: Paulínia (SP) pode ter perdido R$ 192,3 milhões e Campos de Goytacazes (RJ), R$ 118 milhões, segundo dados da PF.

O subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência Social do Ministério da Previdência, Narlon Gutierre, disse que os RPPS concentram hoje um total R$ 254 bilhões. Deste valor, cerca de R$ 140 bilhões estão investidos em aplicações de renda fixa - o alvo das fraudes.

Fontes próximas às investigações dizem que cerca de R$ 15 bilhões das aplicações em renda fixa podem estar hoje em títulos podres. O ministério não confirma o dado, mas Gutierre estima que entre 100 e 200 municípios estão envolvidos em fraudes. A estimativa é baseada nas apurações da PF e em auditorias do próprio governo. 

Além da Encilhamento, as operações Fundo Perdido, Miqueias, Imprevidência e Naum também detectaram fraudes na Previdência de Estados e municípios. A PF não comenta.

Alerta

Alvo de investigação da Polícia Federal, as fraudes afetam municípios como Uberlândia (MG), Paulínia (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ). Gilmar Machado, ex-prefeito da cidade mineira, chegou a ser preso na esteira da operação Encilhamento, deflagrada pela PF em abril.

Pegos de surpresa, servidores afetados temem ser obrigados a ampliar contribuições para ter o acesso ao benefício que consideravam garantido. Nessa situação está José Santos, 46 anos que trabalha há 23 anos na prefeitura de Uberlândia. Ele soube pelos jornais que o fundo de pensão que contribui está envolvido em fraude. "Essa história de investimento podre me preocupou. Foi um choque", disse. Com renda mensal de R$ 8 mil, Santos espera que a situação se reverta e não tenha que aumentar a contribuição, de 11% do seu salário.

Também de Uberlândia, a educadora Cláudia Nunes, 36 anos, trabalha para evitar perdas. "Mobilizei um grupo e cobramos dos vereadores uma solução. A CPI (aberta na Câmara de Vereadores de Uberlândia) comprovou que havia irregularidades. Quero ver o que vai dar."

Esquema

Na Operação Encilhamento, a Polícia Federal identificou que fundos de investimento foram criados para desviar recursos de previdências de municípios e Estados. Foram identificados administradores, gestores e intermediadores que convenciam os institutos de Previdência a investir em empresas de fachada ou à beira da recuperação judicial - apostas com grande chance de calote.

A PF identificou oito fundos com essas características, além de listar 13 instituições que faziam a gestão e a administração das carteiras - como Gradual, Bridge e FMD. Essas empresas se revezavam nos papéis de gestor e fiscalizador do dinheiro - dessa forma, as práticas fraudulentas eram facilitadas.

Em alguns casos, os gestores dos fundos de Previdência nos municípios são suspeitos de participar do esquema. Em outros, de ter entregado os recursos por incapacidade de avaliar a qualidade das aplicações.

A Encilhamento aponta movimentação de, no mínimo, R$ 1,3 bilhão em títulos podres. Mas perdas das instituições de Previdência podem ultrapassar R$ 15 bilhões, conforme dados de outras operações realizadas desde 2013 pela PF, apurou a reportagem.

Casos

Um dos casos investigados é o da relação entre as gestoras Incentivo e Gradual. Fontes próximas às investigações disseram que a Incentivo teria denunciado à PF que, sem seu conhecimento, a Gradual teria investido R$ 10 milhões de um de seus fundos com recursos previdenciários municipais na ITS@, empresa do marido da dona da Gradual, Fernanda de Lima. 

A Incentivo teria dito que, além do conflito de interesses, a ITS@ era inativa e tinha o mesmo endereço da Gradual. A suspeita da PF é que a Gradual tenha usado o dinheiro para maquiar prejuízos de sua atividade de corretagem.

Operação semelhante envolveu a capitalização da ATG, empresa que pretendia lançar uma nova bolsa no Brasil, rival da B3, que nunca saiu do papel. A ATG foi criada por Arthur Machado, sócio da Bridge Investimentos, também apontada pela PF como parte no esquema para lesar previdências municipais.

O outro sócio da Bridge é José Carlos Oliveira, que comandou o BNY Mellon no Brasil por 15 anos, até 2013, quando foi desligado pelo banco. Machado e Oliveira já foram detidos em outras operações da PF relacionadas a fundos de pensão. 

A Gradual, segundo as investigações, também teria usado dinheiro de aposentadorias para pagar uma dívida com a Bridge. Em 2015, a Bridge anunciou a compra da Gradual, mas desistiu do negócio. A Encilhamento aponta ainda que outra empresa possivelmente ligada à Gradual, a OAK, seria o novo nome da Solo, que cuidava do FIP Viaja Brasil, do doleiro Alberto Youssef, pivô da Lava Jato.

Ao identificar uma repetição dos atores envolvidos, a PF passou a apurar uma rede de desvio de recursos. E concluiu que a figura central, que faz a ponte entre os municípios e os gestores, seria Renato DeMatteo, hoje foragido. Ele é dono da gestora FMD, que chegou a gerir R$ 590 milhões em recursos dos RPPS. As investigações apontam que ele tinha contatos para acessar os responsáveis pelas aposentadorias de municípios e convencê-los a fazer investimentos arriscados. 

Defesas

A Gradual não quis dar entrevista. Fontes próximas à empresa, porém, dizem que a Incentivo concordou com a compra das debêntures da ITS@, mas teria pedido comissão em troca, que ela teria se recusado a pagar.

Procurada, a Incentivo não quis comentar, pois as investigações sobre o pedido de inquérito feito por ela em 2016 estão em curso. A PF deve investigar todas as acusações, apurou a reportagem, embora a Encilhamento não tenha apontado irregularidades da Incentivo. A Bridge não quis se manifestar. A defesa de Machado nega as acusações. Renato de Matteo não foi encontrado. A PF não deu entrevista. 

Em nota, Gilmar Machado, ex-prefeito de Uberlândia, disse que todas as aplicações foram feitas pelo gestor da época e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).



Blog do BILL NOTICIAS

Atropelamento na Rodovia Nilo Coelho. Corpo de jovem fica mutilado no asfalto



Um jovem morreu em acidente de trânsito na BR-428, na manhã deste sábado(26),  em frente ao Assentamento Mansueto de Lavor, próximo de Izacolandia, zona rural de Petrolina.
Ele estava conduzindo uma moto com mais dois passageiros e perdeu o controle do veiculo sendo atropelado de frente por um caminhão. O corpo do rapaz ficou destroçado no asfalto.
A Policia Rodoviária foi chamada e coordenou o trânsito da rodovia Nilo Coelho,  enquanto o IML chegou para recolher o corpo. Aguardem novas informações,(C.Geral).

Blog do BILL NOTICIAS

Pedreiro de Juazeiro forçado a assinar rescisão com valor maior que o pago será indenizado em R$ 5 mil, diz TRT-BA

(Foto: Reprodução)

Um pedreiro de Juazeiro (BA) que foi obrigado a assinar a rescisão do Contrato de Trabalho com valor maior do que foi efetivamente pago na presença de seguranças armados da empresa será indenizado em R$ 5 mil por danos morais. Em ação movida na Justiça do Trabalho contra a Construtora Marins Ltda. – ME, ele contou que se sentiu forçado a aceitar as condições do empregador. Tanto a 2ª Vara do Trabalho de Juazeiro quanto a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT5-BA) concederam a reparação, mas com valores diferentes. Da decisão ainda cabe recurso.
De acordo com o autor, os empregados deveriam comparecer sozinhos à assinatura do Termo de Rescisão, em uma sala onde estavam os seguranças. Ao assinarem, recebiam apenas uma parte do valor registrado na documentação. “Após questionarem, eram ameaçados e orientados a procurarem a Justiça”, disse o operário no processo. A versão foi confirmada por testemunha.
Para o relator do recurso na 2ª Instância, desembargador Luiz Roberto Mattos, o entendimento do juiz da Vara foi correto, pois é evidente que o autor foi vítima de dano moral. O relator considerou a conduta do empregador como “abusiva e atentatória à dignidade do trabalhador”.
Indenização
Ele explica que a indenização deve ser estipulada pelo juiz de acordo com as circunstâncias do caso. Na sua visão, o valor de R$ 10 mil arbitrado na Vara de Juazeiro se mostrou excessivo, e por isso a Construtora Marins e outras reclamadas subsidiárias deverão pagar a indenização de R$ 5 mil.
O acórdão foi votado com a presença, além do relator, das desembargadoras Ivana Magaldi e Suzana Inácio. O Blog não conseguiu contato com a empresa, mas deixa o espaço reservado para algum esclarecimento, caso queira se pronunciar.(C.Britto).

Blog do BILL NOTICIAS

MORO DETERMINA ABERTURA DE INQUÉRITO CONTRA RICHA

Esq.: Pedro de Oliveira - Alep / Dir.: Marcelo Camargo - ABR

Sérgio Moro assumiu as investigações a partir da Operação Lava Jato sobre o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB-PR) e determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito contra o tucano para apurar o suposto favorecimento à Odebrecht na licitação da PR-323, no noroeste do Paraná. Foi concedido um prazo de 30 dias para que a PF e o Ministério Público Federal (MPF) continuem as apurações.
Richa foi citado nas delações premiadas do ex-presidente do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht Benedicto Júnior e do ex-executivo da Odebrecht na região Sul, Valter Lana. Os depoimentos foram divulgados no ano passado. 
Segundo os delatores, o ex-governador, que deixou o cargo para disputar o Senado este ano, recebeu pelo menos R$ 2,5 milhões como caixa dois para a campanha eleitoral de 2014 - ano em que foi reeleito - porque consideravam que se tratava de um político promissor. Ambos também informaram que não houve uma contrapartida específica.
Benedito Júnior esclareceu que os valores foram lançados internamente como gastos no projeto de duplicação da PR-323, na qual a Odebrecht atuou.
No despacho, Moro disse que "ainda no desdobramento das investigações, foi descoberta a existência, no Grupo Odebrecht, do asssim denominado Setor de Operações Estruturadas, consistente em um departamento específico encarregado, na empresa, de realizar pagamentos não-contabilizados, entre eles de vantagem indevida a agentes públicos".
Em nota, a defesa de Richa afirmou que aguarda a decisão de um recurso contra a decisão que determinou a remessa da investigação para a Justiça Federal, conforme relato do G1. "A defesa entende que, com o julgamento deste recurso, deverá ser reformada a decisão proferida, determinando a remessa para a Justiça Eleitoral, nos mesmos moldes de decisões de casos similares".
O Diretório Estadual do PSDB voltou a afirmar que todas as doações eleitorais nas campanhas do ex-governador Beto Richa ocorreram em conformidade com a legislação vigente e estão amparadas pela aprovação da Justiça Eleitoral.
Tucano pode se complicar mais
O que também pode complicar ainda mais a vida do ex-governador são osáudios do MPF obtidos pela IstoÉ apontando que o então chefe de gabinete do seu governo, Deonilson Roldo, tentou convencer Pedro Rache, diretor-executivo da Contern, uma construtora do grupo Bertin, a desistir da licitação para duplicação da PR-323 (negócio de R$ 7 bilhões), porque, de acordo com o chefe de gabinete, a obra estaria prometida para a Odebrecht. 
Segundo o aúdio, Deonilson Roldo afirmou a Rachae: "A gente tem um compromisso nessa obra aí. Queria ver até onde a gente pode entrar para que esse compromisso não seja desrespeitado". 
De acordo com a reportagem da revista, em contrapartida pela desistência da Contern no processo licitatório da PR-323, Roldo ofereceu ajuda do governo em outro negócio de interesse do Grupo Bertin no Complexo de Aratu, no litoral da Bahia, onde o grupo possuía seis usinas térmicas, porém buscava um parceiro.(247).


Blog do BILL NOTICIAS

Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...