terça-feira, 27 de março de 2018

Em Afrânio, Prefeito Rafael recebe do Governador Paulo Câmara Caminhão baú refrigerado

O Prefeito Rafael de Peron recebe das mães do Governador Paulo Câmara, as chaves do Caminhão Baú  Refrigerado, que vai beneficiar os que produzem na agricultura familiar do município. O Deputado Fernando Monteiro também acompanhou o ato solene



(C.Geral)
O Prefeito de Afrânio-PE, Rafael de Peron,  foi convocado pelo Governador Paulo Câmara e nesta segunda-feira(26) esteve logo cedo no Palácio do Campo das Princesas recebendo um caminhão Baú Refrigerado, para fortalecimento da agricultura familiar.
Ao lado do Governador e do Deputado Federal Fernando Monteiro, Rafael recebeu as chaves do veiculo das mãos de  Paulo Câmara e agradeceu ao Governador e ao Deputado pela ação que muito  beneficiará aos que produzem na terra,  os alimentos que tão bem chegam na mesa dos afranienses e nas escolas publicas do município, via merenda escola.
“Agradeço ao Governador Paulo Câmara e ao amigo Deputado Fernando Monteiro, pelo apoio de sempre ao nosso Município.Essa conquista possibilitará um transporte mais adequado de alimentos que necessitem de refrigeração, como as carnes dos animais abatidos no Matadouro Municipal. Tem muito mais notícias boas chegando para transformar a nossa cidade, a cada dia, em um lugar melhor para se viver”. Comentou o Prefeito.

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Colombiano sofre tentativa de homicídio em bairro de Juazeiro




   (C.Britto)

Um colombiano sofreu uma tentativa de homicídio no Bairro Alto do Alencar, em Juazeiro (BA), na segunda-feira (26). De acordo com informações, Giovanne Grisales, de 42 anos, foi alvejado a tiros, na Rua Dias D’Ávila.
A vítima foi socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas seu estado de saúde é desconhecido. Também não há informações sobre a autoria e motivação do crime. A Polícia Civil (PC) investiga o caso.

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MORO PRESSIONA ROSA WEBER A VOTAR CONTRA LULA


O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, mandou um recado, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, à ministra do STF Rosa Weber, cujo voto é considerado crucial na decisão sobre conceder ou não habeas corpus ao ex-presidente Lula, em sessão marcada para 4 de abril.

Ao citar a qualidade dos ministros do Supremo, ele mencionou apenas dois: o decano, Celso de Mello, e Weber, a quem fez fartos elogios.
“Tenho apreço especial pela ministra Rosa Weber, com quem trabalhei. Pude observar a seriedade da ministra, a qualidade técnica da ministra”, disse Moro, que foi auxiliar dela no caso do mensalão.
“Tenho expectativa de que esse precedente não vai ser alterado”, declarou, em referência à decisão de 2016 da corte, que autorizou a prisão após condenação em segunda instância, caso de Lula.
O Supremo está dividido, com cinco ministros defendendo a prisão e cinco a revisão desse procedimento. Weber deve decidir a questão.
Confrontado com o fato de receber auxílio-moradia, mesmo tendo imóvel próprio em Curitiba, como revelado pela Folha, Moro disse não falar pelos juízes, mas defendeu que o benefício seja usado para compensar a falta de reajuste salarial. “Não vejo a imprensa abordar que existe esse problema da falta de reajuste de vencimentos há uma longa data”, disse.
As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo


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‘A PRINCIPAL VÍTIMA QUANDO O JUDICIÁRIO VIRA ATIVISTA É O POVO’

Esq.: Reprodução / Dir.: Divulgação

Por Eduardo Maretti, da RBA - "Muito juízes estão equivocados e atuam como se fossem a salvaguarda do país. Cometem excessos. Quando um juiz determina condução coercitiva sem estar de acordo com as regras ou permite vazamentos de dados, é gravíssimo. O próprio Estado está violando direitos que deve proteger.”
A análise é de Kenarik Boujikian, desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo e integrante da Associação Juízes para a Democracia, no debate “O Judiciário, entre os perigos da impunidade e os riscos do punitivismo”, promovido pela Fundação Fernando Henrique Cardoso na manhã desta segunda-feira (26). “Não é papel do Judiciário combater a corrupção", acrescentou a magistrada.
Participaram do encontro, também, Nino Toldo, desembargador no Tribunal Regional Federal da 3ª Região e ex-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe); Oscar Vilhena Vieira, professor de Direito Constitucional e Direitos Humanos e diretor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, e Marivaldo de Castro Pereira, auditor federal de finanças e controle e ex-secretário executivo do Ministério da Justiça.
A prisão após condenação em segunda instância e o papel do Supremo Tribunal Federal no atual quadro de crise brasileira foi um dos temas em destaque no encontro. Kenarik defendeu a regra que vigorava desde 2009, a partir de julgamento do Supremo Tribunal Federal, jurisprudência que a própria Corte mudou em 2016, quando tornou válida a chamada execução provisória de pena.
Hoje (26), a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitou por unanimidade o recurso em embargos de declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em tese o último recurso na segunda instância. Na quinta-feira (22), o STF concedeu liminar para impedir a prisão do ex-presidente enquanto a corte não concluir, na sessão do dia 4, o julgamento suspenso.
Para a desembargadora, de um ponto de vista estritamente constitucional, não há o que discutir. “Na Constituição Federal, esse caso é claro. Difícil explicar para alguém que vem de fora do país o que está acontecendo aqui”, disse.
Segundo os incisos LVII e LXI do artigo 5º da Constituição, respectivamente, ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença e ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de um juiz.
Para Oscar Vilhena e Nino Toldo, a Constituição não dá margem a dúvida quanto à matéria, mas eles consideram que o erro é do próprio texto constitucional. “Na minha opinião, quem está errado no caso é a Constituição, é um erro de formulação constitucional”, disse Vilhena.  Para Toldo, não há sentido em uma pessoa ser condenada em primeira e segunda instâncias e a pena não ser cumprida. “A Constituição é clara, mas está errada”, afirmou. Ele defende a regra válida até 2009, que permitia a prisão a partir do segundo grau de jurisdição.
Kenarik destacou as consequências do sistema punitivista em vigor no país “É exacerbado. Hoje temos 750 mil pessoas presas, e isso não é pouca coisa. A decisão de 2009 está de acordo com a Constituição de 1988”, defendeu. Ela lembrou que cerca de metade dos encarcerados no são presos provisórios.
Também para Marivaldo de Castro Pereira, a prisão após condenação em segundo instância “não está na Constituição e isso acabou se tornando ativismo” (por parte de membros do Judiciário). Segundo ele, existe de fato considerável interferência do Judiciário na política, “desde a primeira instância até o STF”. “A principal vítima quando o Judiciário vira ativista é o povo”, afirmou.
Embora reconheça que o contexto que envolve o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua condenação seja polêmico, o desembargador Toldo não acredita que as decisões tenham sido políticas, da primeira instância (Sérgio Moro) ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. “Um ex-presidente ter sido condenado não é algo comum, mas conheço todos os magistrados e são juízes técnicos e corretos.”
Para Marivaldo de Castro Pereira, no decorrer dos acontecimentos políticos envolvendo o Judiciário e,  particularmente, o Supremo Tribunal Federal, há clara mudança de postura dos ministros, entre o garantismo e o punitivismo. “Quando há politização você não sabe onde está a razão. A politização no Supremo traz consequências para a população.” 

Ele critica os critérios pouco transparentes que permitem a uma ministra do STF decidir que processo deve ser analisado ou não, como no caso do tema prisão após segunda instância. “Na medida em que se decide qual processo vai ser julgado ou não, se decide o que vai prescrever.”

Soluções?
Para Vilhena, um dos grandes problemas do STF hoje é o acúmulo de atribuições. “Não existe corte que acumule as funções de tribunal constitucional, de rever decisões de tribunais inferiores e ainda a função de ser um tribunal de primeira instância e administrativa, que é o que acontece como o STF”, disse. Ele propõe que o Supremo exerça a função de tribunal constitucional e seja desincumbido de seu caráter recursal.
Kenarik defendeu  o controle do Judiciário, mas não da forma atual, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Do jeito que é hoje não é adequado, porque o controle é feito pelos próprios membros do Judiciário.” Para ela, uma nova constituinte talvez seja a única forma de o Brasil sair da crise.
A antiga tese da reforma do Judiciário como solução dos problemas pode voltar a ser um debate produtivo, na opinião de Marialdo Pereira. “Talvez esse momento de crise seja adequado para repensar uma reforma do Judiciário.”


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Vigilantes realizam nova paralisação e bancos de Petrolina ficarão fechados nesta terça


  (C.Britto)

Vigilantes voltaram a paralisar as atividades nos bancos de Petrolina, nesta terça-feira (27). Novamente, a mobilização é para reivindicar algumas melhorias para a categoria. A paralisação também atinge outras cidades do Sertão, como Salgueiro e Serra Talhada.
Na pauta, o sindicato dos vigilantes cobra – entre outros itens – um reajuste salarial de 7%. Uma reunião no Recife, nesta manhã, deverá dar rumo ao movimento.
A última paralisação dos vigilantes foi realizada no mês de fevereiro, quando agências bancárias da cidade também ficaram sem expediente. Após promessa do patronato, os vigilantes voltaram ao trabalho.

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Denuncia Grave. Em Petrolina mãe perde filha no parto e Hospital entrega uma criança do sexo masculino para ser sepultado

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(C.Geral)

Uma falta de atenção ou um desleixo muito  grande foi registrada no dia de hoje, segunda-feira(26) no Hospital IMIP Dom Malan de Petrolina
Denuncias  chegadas ao blog na tarde desta segunda(26) via telefone, registra que uma mãe  de Riacho Seco – Curaçá-BA de nome  Edinaiane da Silva, chegou para fazer seu parto na unidade em Petrolina por volta da meia noite desse domingo(25).
Depois dos procedimentos a criança de sexo feminino teria falecido logo após o parto, segundo a equipe do hospital.  O pai, Adauto,  providenciou então o sepultamento do anjo, só que quando chegou ao local, ele foi avisado pela avó que a criança que foi repassada pelo Hospital era de sexo masculino e não uma menina. Isso deixou o pai e a família bastante revoltada.
O pai retornou a Petrolina e  procurou imediatamente a Delegacia para registrar o fato e pedir providencias. No final da tarde já tinham localizado o corpo da menina. Mas a delegacia ficou de apurar o caso.
Vamos aguardar mais esclarecimentos sobre a noticia  e saber como será o desfecho desse fato. O Hospital já encaminhou a sua versão a imprensa. A nota é pequena e não esclarece ainda o episodio. Acompanhe:
“O Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina informa que o caso está sob investigação. Maiores informações serão repassadas à família e às autoridades.”
Aguardem novas informações.

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DILMA DIZ TEMER 'BANHO DE VIOLÊNCIA' DURANTE ELEIÇÕES

REUTERS/Pilar Olivares

(247)

A ex-presidente Dilma Rousseff condenou os atos hostis de manifestantes durante a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Sul do país e afirmou que teme um "banho de violência" na campanha presidencial deste ano.

Durante a passagem por cidades da Região Sul do Brasil, Lula e aliados foram alvos de manifestantes que lançaram paus, pedras e ainda bloquearam vias para dificultar o deslocamento do ex-presidente e correligionários.
Para Dilma, os atos são cometidos por grupos milicianos com viés fascista, cujo objetivo é romper com os ideias democráticos e alimentar o ódio e a violência no Brasil.
"Vim denunciar o que pode acontecer na campanha, que é um banho de violência sobre nós que sempre fomos defensores da democracia e sempre que ela se restringiu o povo perdeu. Há no Brasil processos muito violentos que vão chegar à campanha eleitoral", alertou ela ao citar casos de violência registrados em Porto Alegre, Santa Maria, Chapecó, São Borja e outras cidades.
Dilma também condenou as declarações da senadora Ana Amélia (PP-RS) que elogiou os que atiraram ovos e levantaram o relho contra Lula e seus aliados.
O PT está ingressando na Procuradoria-Geral da República com uma queixa-crime contra a parlamentar e com uma representação no Conselho de Ética do Senado.
"Em todos os locais são milícias armadas, tem gente com revolver e bomba. Tem foto disso", afirmou a ex-presidente
Em Brasília, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, comentou os episódios ocorridos na caravana de Lula e disse que o PT deveria rever a estratégia de percorrer o país em campanha com o ex-presidente.
"Nós entendemos que o presidente Lula não pode mais ser candidato. E essa decisão de hoje somente corrobora esse entendimento", disse, referindo-se à rejeição pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) dos embargos de declaração impetradas pela defesa do ex-presidente no processo do tríplex no Guarujá (SP).
"Talvez a forma como o PT está atuando, como se nada tivesse acontecido, percorrendo o Brasil em campanha, deva ser repensada pelas lideranças", argumentou o ministro. "A insistência hoje não contribui para a necessária tranquilidade que nós entendemos que seja positiva nos momentos que antecedem o pleito."
"Mesmo que alguns tenham tentado transformar o Brasil em uma Venezuela, nós não temos essa tradição de conflito nas eleições... o ideal seria que entendessem isso, porque na verdade nos preocupa a elevação da temperatura e até essa radicalização de posições que está se estabelecendo em torno dessa impossível candidatura do ex-presidente Lula", concluiu Marun.
Lula lidera as pesquisas de intenção de voto para a Presidência em outubro, mas com a confirmação da condenação a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex, deve ficar impedido de disputar a eleição de acordo com a Lei da Ficha Limpa.
"SEGUNDO GOLPE"
Na coletiva para a imprensa internacional, a qual Dilma afirmou ter muita gratidão por se levantar contra o "golpe" que a tirou do governo em 2016, a ex-presidente reiterou que o PT não tem um plano B para a vaga de Lula na corrida presidencial e afirmou que não há motivos para o ex-presidente ser preso ou proibido de se candidatar nas eleições desse ano.
"Impedir o Lula ser candidato é um segundo golpe", disse ela "Não achamos que vai ser preso ou candidato na prisão. Vamos lutar contra isso... até agosto termos todas condições de fazer campanha e depende do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Não temos por que ter decisão preliminar e para que um plano B? Para facilitar o quê?", argumentou.
"Eles querem que aceitemos a culpa de um inocente. Vivemos perseguição política a um inocente."
PETROBRAS
Dilma afirmou que ainda não definiu se vai se candidatar a algum cargo em 2018, mas salientou que quanto o maior desafio mais se sente estimulada. Embora tenha perdido seu mandado como presidente com o impeachment de 2016, Dilma manteve seus direitos políticos e pode disputar as eleições este ano se desejar.
A ex-presidente acrescentou que se o PT voltar ao comando do país vai trazer de volta a obrigatoriedade de que a Petrobras tenha no mínimo 30 por cento de todos os campos de petróleo na camada pré-sal.
A obrigatoriedade foi derrubada no governo do presidente Michel Temer sob argumento de que a estatal não teria fôlego financeiro para tamanho investimento. Dilma frisou que o pré-sal é uma riqueza gigante e estratégica para o país.
"Assim como eles alteraram, por que não podemos? Nada impede a gente de alterar... não vejo por que não alterar", finalizou.
Reportagem de Rodrigo Viga Gaier

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...