terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

SENADOR TELMÁRIO MOTA PEDE DESCULPAS A DILMA POR TER APOIADO GOLPE

Geraldo Magela/Agência Senado

Único senador a mudar de posição no processo de impeachment que tirou Dilma Rousseff, o senador Telmário Mota (PTB-RR) discursou em plenário nesta terça-feira e se disse arrependido em ter apoiado o golpe.
"Eu, infelizmente, cometi o maior equívoco da minha vida. O maior equívoco político da minha vida foi ter votado a favor desse impeachment, porque agora percebo que botei uma quadrilha ali", discursou.
"Quero até aqui, de público, pedir desculpas, Dilma, porque você foi a melhor Presidenta para o meu Estado. Lamentavelmente, essa quadrilha hoje está sacrificando o meu Estado", acrescentou o parlamentar.
Em sua fala, ele fez duras críticas ao governo Michel Temer pela crise que vive seu Estado com a chegada dos venezuelanos, entre outros problemas locais.
Dois dias antes da votação do impeachment no Senado, em 31 de agosto de 2016, que afastou definitivamente Dilma do poder, Telmário Mota havia dito que a então presidente não havia cometido "nenhum crime" e anunciou seu voto contra o impeachment. Ele mudou de posição no dia 31, no entanto, e votou pelo afastamento.(247).


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Grávida e trigêmeos morrem após chá de bebê no interior de São Paulo

Ela estava no sétimo mês de gestação e médicos tentaram salvar os três filhos, mas nenhum sobreviveu
A morte de uma mulher de 39 anos, grávida de trigêmeos, causou comoção em Jales. Foto: Facebook/Reprodução
A morte de uma mulher de 39 anos, grávida de trigêmeos, causou comoção em Jales. Foto: Facebook/Reprodução

A morte de uma mulher de 39 anos, grávida de trigêmeos, causou comoção em Jales (SP), na região de São José do Rio Preto (SP). O corpo de Gisele Cristina Sanches foi enterrado na manhã desta terça-feira (20) após ela ter passado mal e morrido na noite do último domingo (18), horas após participar de seu chá de bebê.

Familiares contam que por volta das 22h a pressão arterial de Gisele começou a subir e o SAMU foi acionado. Enquanto era socorrida até a Santa Casa de Jales, ela teve uma parada cardíaca e não resistiu.

Grávida de 7 meses, Gisele foi submetida a uma cirurgia de emergência, realizada para a retirada dos bebês. Depois da morte dela, um dos bebês morreu durante o parto de emergência e os outros dois morreram nesta terça-feira. 

Filha do "Soneca", dono da tornearia mecânica, Gisele era muito conhecida na cidade e, apesar de se tratar de uma gravidez de risco por conta de sua idade, parentes dizem que a gestação foi tranquila. Mas em razão de alguns inchaços, no corpo ela passou por consulta na semana passada no Hospital de Base, em São José do Rio Preto, e foi liberada pelo médico. 

A família reclama do fato de ela não ter permanecido internada. O hospital, por sua vez, alega não divulgar informações sobre o atendimento aos pacientes devido a questões como "sigilo médico" e direito à "privacidade". (DP).




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Mistério. Polícia encontra dois corpos carbonizados em Petrolina


(G1 Petrolina)
Duas pessoas foram encontradas totalmente carbonizadas, na manhã desta terça-feira(20), dentro de um carro em uma estrada de terra próxima ao Loteamento Topazzio, na saída de Petrolina, sertão de pernambuco. Moradores do local acionaram a polícia.
A suspeita é que as duas pessoas carbonizadas não foram mortas no local onde os corpos foram encontrados. Segundo a polícia, os autores do crime atearam fogo no veículo usando uma substância inflamável, que pode ter sido gasolina. O carro tinha placa de Juazeiro, Bahia.
Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal de Petrolina. Por enquanto, não há identificação das vítimas e nem dos autores.

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Mesmo com zona azul, estacionamento no Centro de Petrolina virou ‘agulha em palheiro’


Há mais de dez anos o sistema rotativo de estacionamento conhecido por Zona Azul foi implantado no Centro de Petrolina. A ideia da prefeitura, à época, era desafogar as vagas para veículos.
No início, até houve um reflexo positivo da medida. Mas depois de todo esse tempo, achar uma vaga para estacionar o carro no Centro virou um suplício. É quase que tentar achar uma agulha num palheiro – mesmo com a Zona Azul.(C.Britto).
Quem consegue, dificilmente gasta menos de meia hora procurando. Haja paciência.

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

FELIZ ANIVERSÁRIO PROFESSORA TATHYANE SANTOS

Tathyane Santos

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Homenagem do seu amigo de hoje amanha e sempre!!
Ass. Bianellys (Bill).


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NÃO SE FAÇA DE VÍTIMA. JOGUE A AUTOPIEDADE NO LIXO


“Sou o patinho feio, ninguém cuida de mim.” Esse patinho, porém, quase nunca é feio nem se encontra em estado de total abandono. Ele é só mais um doente de vitimismo – patologia psicológica caracterizada pela presença de um sentimento, ele sim, muito feio: a autopiedade.

 (photo: )

Por Luis Pellegrini
O complexo de vítima – a mania de assumir, na vida, a postura de mártir sofredor – é uma insidiosa patologia psicológica. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários – mas não por isso menos reais – e provocando nos outros enfado e repulsa. Isso é muito triste, quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.
O vitimismo faz da pessoa um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino, a inveja, o mau olhado, o horóscopo desfavorável, os feitiços ) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. O vitimismo é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações.

“Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários – mas não por isso menos reais”

A autopiedade surge cedo
Demônio de muitas faces, o vitimismo é mestre em matéria de distorção da realidade. Parente próximo da tristeza, quando ele possui e vampiriza uma pessoa coloca diante de seus olhos um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar – e se deleitar – com as cores do mundo.
O vitimismo é doença precoce. A análise transacional – uma técnica de psicoterapia – ensina que uma criança, já nos primeiros anos de vida, e a partir do seu contato cotidiano com os adultos, decide qual das seguintes posições existenciais ela assumirá na vida:
Eu não estou ok, os outros estão.
Eu estou ok, os outros não estão.
Não estou ok, os outros também não.
Estou ok, os outros também estão.

Uma vez escolhida a posição, quando a criança cresce, ela será dominante no seu caráter, enquanto as outras, embora podendo coexistir, terão menor peso. Destaca-se que a atitude universal na primeira infância é a da “eu não estou ok, os outros estão”. Assim sendo, a pessoa poderá permanecer fixada nessa posição ou, segundo a educação recebida, passar a uma das outras três. Explicando melhor:
– “Eu não estou ok, os outros estão.” Essa pessoa se sente inferior aos outros e tenderá à depressão. Ela ainda permanece na mesma posição da sua primeira infância.
– “Eu estou ok, os outros não.” É a pessoa que culpa os outros pelas suas misérias. Essa posição costuma ser assumida pelas crianças maltratadas com brutalidade, que concluem: “Quando estou sozinho, estou muito bem. Não preciso de ninguém, deixem-me só.” Esta posição é, em geral, baseada no ódio, mesmo quando ele está bem camuflado. Desse grupo fazem parte, com freqüência, os delinqüentes, os fanáticos e os criminosos.
– “Eu não estou ok, os outros também não.” Essa pessoa não sente nenhum interesse pela vida. É abúlica e depressiva. É uma posição assumida por aqueles que não receberam suficiente calor e atenção nos primeiros anos e escolhe os amigos, o cônjuge, esperando que ele seja propenso a desempenhar o papel complementar.
“Parente próximo da tristeza, o vitimismo coloca diante dos olhos da pessoa um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar – e se deleitar – com as cores do mundo”

Os condicionamentos aprisionam
Não somos livres como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos dentro condicionamentos mais ou menos ocultos que, com frequência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura.
Posição existencial é, portanto, um papel que o indivíduo tenderá a representar ao longo da sua vida. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas, cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e este último uma vítima para salvar.
O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível. Esta é uma das causas principais da falência de algumas amizades ou casamentos, quando as pessoas interessadas não se ligaram a partir de uma simpatia genuína, mas sim com o objetivo de encontrar na outra pessoa um sujeito adequado para desempenhar algum papel complementar.

“O vitimismo é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações”

Se pararmos alguns instantes para considerar os casais que conhecemos, não será difícil encontrar entre eles a “menina” que casou com o “pai” (relação vítima-salvador) ou a mulher que se queixa continuamente do marido, mas nem sequer admite a idéia do divórcio (relação vítima- algoz).
Observemos, então, como vivemos e como a nossa presença influencia a vida daqueles que nos cercam. Somos sadios? Serenos? As pessoas ao nosso redor apreciam a nossa presença? Nosso cônjuge nos admira? Ele fala bem de nós? Nossos filhos nos consideram como amigos? Quantos amigos temos? Em quantas portas podemos bater no caso de uma situação grave?
Se não formos serenos e não tivermos amigos, tentemos considerar que, provavelmente, a nossa posição existencial e o papel que desempenhamos não são os melhores possíveis. Com efeito, se o fossem, teríamos serenidade e melhor saúde. (Saúde247).


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O AÇÚCAR É UMA DROGA. O PODER VICIANTE DA SACAROSE

A adição ao açúcar tem origem nas profundezas do cérebro: na zona do “circuito de recompensa”, aquela mesma área cerebral onde atuam todas as outras drogas. Como nos tornamos viciados em açúcar? 
  Lé Figaro
 (photo: )

Por: Laurent Giordano – Le Figaro Santé

O açúcar é um pó branco, como a cocaína… Em 2007, o cientista Serge Ahmed e sua equipe da Universidade de Bordeaux relançaram com virulência um debate que desde então permanece em pauta: o poder viciante do açúcar. Na época, os pesquisadores mostraram que a sacarose possui um potencial de adição mais elevado do que a cocaína! Em suas experiências, ratos podiam escolher entre uma bebida açucarada e doses crescentes de cocaína. Pois bem: de 100 ratos testados, 94 preferiam o açúcar. Rapidamente, por causa do seu poder viciante, o açúcar foi assimilado a uma droga dura. A indústria açucareira se manifestou indignada, argumentando que aquelas experiências tinham sido feitas com animais, e não podiam ser aplicadas aos seres humanos.


Mas, logo em seguida, as investigações clínicas se intensificaram e, como afirma Serge Ahmed, “elas fazem crer que, também para as pessoas, exista realmente uma síndrome de adição ligada aos alimentos ricos em açúcar. Um paciente é considerado como dependente de produtos açucarados, ou de outra substância viciante, quando ele apresenta no mínimo dois dos onze critérios básicos de dependência química definidos pelo DSM (Manual de diagnóstico de distúrbios mentais) durante pelo menos um ano. Ora, numerosas pessoas afirmam não conseguir reduzir seu consumo diário de açúcar, embora tenham consciência dos seus efeitos deletérios  para a saúde. Este é o critério mais frequente de todos”.
O vício do açúcar aumenta à medida que a pessoa engorda
É bem verdade que, hoje, pesquisas mais recentes indicam que o poder de adição do açúcar é menos importante do que os índices avaliados em 2007 na pesquisa com ratos. Segundo as avaliações mais atuais pesquisas, 5% dos consumidores regulares podem desenvolver uma dependência das delícias açucaradas (o que já é muito importante, em se tratando de um simples alimento), enquanto 20% dos que usam cocaína tornam-se viciados dependentes desta droga e 30% no caso dos cigarros. Apesar disso, salienta Serge Ahmed, “o poder de adição do açúcar aumenta à medida que a pessoa ganha peso. Estudo recente com mulheres obesas provou que cerca de 25% delas tinham desenvolvido uma relação de dependência ao açúcar! Conseguem imaginar a dimensão do problema? Só na França, existem entre 7 a 8 milhões de adultos sofrendo de obesidade, e um quarto deles pode estar potencialmente dependente do açúcar, quando na verdade deveriam emagrecer e portanto reduzir o consumo da substância!”


Mas qual é a origem desse apetite pelos alimentos doces? Como enfrentá-lo?  “O gosto pelo açúcar é inato”, explica o médico Pierre Nys, endócrino-nutricionista. Com raras exceções, desde muito cedo todos nós gostamos do sabor das coisas doces. Por outro lado, o açúcar tem um comprovado efeito apaziguador e anti-estressante. Assim sendo, num mundo angustiante como o nosso, e oferecido em qualquer balcão, em qualquer mesa, ele nos convida facilmente ao consumo. Por fim, em certas pessoas, a ingestão de açúcares (glicídios, também chamados de carboidratos) leva a um efeito paradoxal: as quedas da glicemia (a taxa de açúcar no sangue) ditas reativas. Quando o organismo recebe o açúcar, ele produz uma quantidade importante de insulina  – um hormônio hipoglicêmico – cujo efeito persiste mesmo depois que a glicemia voltou ao normal. O cérebro não tolera essa hipoglicemia e pede ainda mais açúcar”.
O açúcar ativa o circuito da recompensa
Quanto à adição ao açúcar, sua origem se localiza na parte mais profundo do cérebro, naquele lugar onde atuam todas as outras drogas. O açúcar estimula os neurônios que projetam suas ramificações em direção a uma região particular do cérebro: o   à l’addiction au sucre, elle trouve son origine au plus profond du cerveau, là où agissent toutes les autres drogues. Le sucre stimule des neurones qui projettent leurs ramifications vers une région particulière du cerveau: le noyau accumbens. Esta é a peça-chave daquilo que chamamos de circuito da recompensa. O açúcar é ativado através de duas maneiras: seja excitando os captadores sensoriais da língua, seja penetrando diretamente no cérebro. Estimulados, os neurôn ios secretam a dopamina, uma molécula que assegura a comunicação entre certas células nervosas, e influencia por esse meio as funções comportamentais, tais como o desejo de renovar a experiência de saborear coisas açucaradas.


Quando, ativado por certos estímulos provenientes do meio circundante, o núcleo accumbens fica “dopado” pela dopamina, tais estímulos assumem um valor motivacional. Assim, quando um homem pré-histórico comia frutas ricas em açúcares descobertas por acaso, ele extraía da experiência um grande prazer. Essa satisfação, uma vez gravada no seu cérebro, o incitava a reproduzir a experiência para reencontrar essa preciosa fonte de energia. Este é, em síntese, o circuito da recompensa, um dispositivo de adaptação leva à repetição das experiências que nos são favoráveis. Problema: esse dispositivo é, hoje, continuamente estimulado por nosso hiper consumo de açúcar, num nível que vai muito além de qualquer necessidade biológica. Em algumas pessoas, a busca de satisfação se torna mais forte que a razão – que deveria incitar essas pessoas a parar de consumir açúcar em excesso.
O problema é ainda mais agudo em crianças e adolescentes. É no nível deles que é preciso agir com prioridade. Para os jovens é difícil compreender que o açúcar – um alimento tão saboroso – possa ser uma droga e ter, a longo prazo, efeitos realmente negativos para a sua saúde. É preciso, portanto, lhes explicar mais e mais – e também aos seus pais, recomenda o doutor Nys, “porque, com demasiada frequência, eles abusam da administração de alimentos açucarados para acalmar seus filhos”. Trata-se de um desafio muito importante, porque sabemos, agora, que quanto mais o sistema de recompensa é solicitado precocemente, mais o limite de satisfação será difícil de se respeitar e a necessidade de consumir açúcar se torna cada vez mais intensa.(Saúde247).


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...