quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Mais um ex-presidiário é assassinado em Petrolina, no Sertão de PE


Um ex-presidiário de 36 anos foi morto a tiros na noite terça-feira (30), na Rua da Redenção, no bairro Dom Avelar, no Sertão de Pernambuco. De acordo com o 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM), Leonardo Alves da Silva, estava acompanhado do irmão, quando um veículo ocupado por quatro pessoas se aproximou, um deles desceu e efetuou vários disparos contra a vítima, que morreu no local.
O corpo foi removido e levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina para serem realizadas as medidas necessárias.
Leonardo Alves já havia cumprido pena por prática de homicídio e porte ilegal de arma de fogo. Ele e o irmão eram recém chegados e moravam no município de Bodocó, também no Sertão.
Os autores do crime fugiram. Ninguém foi preso. O crime foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil para serem adotadas as devidas providências. (Via: G1 Petrolina).

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Governador em exercício, Raul Henry estará nesta quarta no Araripe anunciado novidades para polo gesseiro


A extração e processamento da gipsita, atividades econômicas mais relevantes do Polo Gesseiro do Araripe – movimentando mais de R$ 70 milhões por ano -, receberão um incentivo do Governo de Pernambuco para continuarem colaborando com o desenvolvimento do Estado. Nesta quarta-feira (31), o governador em exercício, Raul Henry, irá até Araripina, principal município do polo, para instituir a Sistemática Especial de Tributação para Gipsita, Gesso e seus derivados.
Entre os benefícios da nova sistemática, o prazo de recolhimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do Polo Gesseiro passará a ser recolhido pelas mineradoras no segundo mês subsequente. Além disso, haverá postergação da primeira parcela do recolhimento do ICMS incidente sobre os estoques para 28/02, e a possibilidade de parcelamento do tributo sobre os estoques em até 12 parcelas.
Fazem parte do polo gesseiro, além de Araripina, os municípios de Bodocó, Ipubi, Ouricuri e Trindade. (Foto/arquivo reprodução),(C.Britto).

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

NO TRF-4, UNANIMIDADE É SÓ PARA CONDENAR LULA


Criticada pela defesa e por aliados do ex-presidente Lula, a elevação da pena de forma idêntica e unânime vem sendo pouco frequente nos julgamentos da Operação Lava Jato pela oitava turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).
Na última quarta-feira (24), os três juízes da corte responsáveis pelo caso do tríplex decidiram em comum acordo confirmar a condenação de primeira instância do ex-presidente e votaram por pena igual: 12 anos e um mês de prisão.
Em 104 casos da operação julgados pelo trio de juízes levantados pela Folha, essa situação ocorreu com 9 réus (8,7%). Foram ao todo 38 ocasiões em que eles decidiram aumentar as penas estabelecidas ou condenar alguém que não tinha sido considerado culpado na primeira instância –mas nem sempre de forma unânime no tamanho da punição.. 
Do total de casos analisados, em 42 os juízes decidiram manter decisões da Justiça Federal do Paraná, expedidas pelo juiz Sergio Moro. Em 6 casos, réus foram absolvidos após terem sido condenados no primeiro grau.
Ainda que o grupo tenha se tornado conhecido pelo rigor das sanções impostas, divergências entre eles são muito comuns. Laus tende a discordar mais dos colegas, enquanto Gebran costuma votar por penas mais duras. Quando isso ocorre, prevalecem os votos da maioria.
O placar formado contra Lula tem grande importância no caso do ex-presidente porque barrou a possibilidade de um tipo de recurso chamado de embargos infringentes, em que outros juízes da corte seriam chamados para analisar o processo antes de sua conclusão no próprio TRF.(247).

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Justiça condena dois advogados envolvidos em estelionato e falsificação

Profissionais, com a ajuda de um prestador de serviço do Judiciário, teriam se apropriado indevidamente de uma indenização
A OAB-PE informou que, desde 2016, a entidade puniu 135 advogados com penas de censura à exclusão
A OAB-PE informou que, desde 2016, a entidade puniu 135 advogados com penas de censura à exclusãoFoto: Brenda Alcântara
Dois advogados e um prestador de serviço do Judiciário foram condenados por envolvimento em um esquema de falsificação de documentos públicos, estelionato e corrupção. Foi identificado que o trio conseguiu se apropriar indevidamente de uma indenização de R$ 5,8 mil. O valor deveria ter sido retirado por Ana Maria da Silva Barbosa, que obteve no 1º Juizado Especial das Relações de Consumo da Capital uma sentença favorável por dano morais. Contudo, ao tentar resgatar o dinheiro, a mulher ficou sabendo que o montante havia sido sacado pelos advogados Carlos Eduardo Pessoa de Miranda e José Jorge Barbosa de Albuquerque. O servidor temporário Fernando Antônio Schuller Filho, que trabalhava na Central de Execuções do Tribunal de Justiça do Estado (TJPE), foi identificado logo depois e acusado de ter facilitado o acesso de dados pessoais da vítima e por apagar informações no sistema.
 Segundo a denúncia do Ministério Público, Ana Maria da Silva Barbosa impetrou no 1º Juizado Especial das Relações de Consumo da Capital uma ação pleiteando indenização por danos morais, sob a alegação de que o seu nome havia sido indevidamente negativado na Serasa pela Compesa. Ao obter sentença favorável, a parte autora compareceu à sede do Juizado e requereu o alvará de liberação do dinheiro, mas, durante o acompanhamento digital da liberação da verba, percebeu que as informações do alvará haviam sido apagadas.
Imagens de câmeras de segurança flagraram Fernando Antônio fora do horário de expediente, sozinho, operando o computador no exato momento em que foram excluídas as movimentações do processo. Foi constatado ainda que o alvará foi recebido pelos advogados mediante uma procuração falsa que dava a eles poderes de representar Ana Maria. Para isso, segundo o processo, falsificaram um cartão autográfico dela, abriram uma firma no nome da vítima em Vitória de Santo Antão e reconheceram a firma da procuração fria.
“Veja que ousadia. Com base nos documentos dela fizeram um cartão no cartório, reconheceram falsamente a firma. E, com base numa procuração falsa, receberam dinheiro no lugar dessa mulher. São dois operadores do direito que juraram cumprir a lei”, lamentou o magistrado da Vara de Crimes contra a Administração Pública, Honório Gomes do Rego Filho, responsável pela apreciação do caso. Na sentença, proferida no último dia 10, os advogados foram condenados a 11 anos de reclusão e mais 300 dias-multa e à suspensão dos direitos políticos enquanto perdurarem os efeitos da condenação penal.
As penas privativas de liberdade impostas aos advogados deverão ser cumpridas, inicialmente, em regime fechado. Já Fernando Antônio Shuller Filho foi condenado a seis anos, dois meses e 20 dias de reclusão e mais 150 dias-multa. A pena privativa de liberdade do prestador de serviços deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. Segundo o magistrado, os advogados já recorreram da sentença e o antigo servidor ainda será intimado.
O juiz informou que oficiou a Ordem dos Advogados do Brasil seccional Pernambuco (OAB-PE) para que medidas administrativas sejam tomadas. “Encaminhamos uma cópia da sentença para a OAB para providências disciplinares. Vamos ver o que a instituição vai fazer na defesa da ética na profissão”, disse. Honório Filho afirmou que não foi apurado nesse processo se o trio teve atuação em outros crimes do mesmo tipo. A assessoria do TJPE afirmou que não foi localizado no sistema nenhuma outra ação referente à atuação dos condenados. Com relação a Fernando Antônio Shuller Filho, ele não mais presta serviços ao Tribunal de Justiça.
A OAB, por nota, informou que não havia registro de ofício por parte do TJPE assinado pelo magistrado Honório Gomes do Rego Filho solicitando a tomada de decisões quanto a membros do quadro da entidade. Destacou ainda que sempre que recebe denúncias fundadas de condutas violadoras do Código de Ética e Disciplina que rege a advocacia, determina a instauração de processo ético-disciplinar. “Desde o início da gestão, no início de 2016, cerca de 135 profissionais foram condenados a penas que variam da censura à exclusão. Contudo, por força de expressa disposição legal, os processos correm sob sigilo e somos impedidos de anunciar a respectiva existência ou os seus andamentos antes que cheguem ao fim”, informa o comunicado.
A reportagem tentou contato com os advogados condenados, mas não obteve retorno. No cadastro nacional de advogados, o telefone atribuído a Carlos Eduardo Pessoa foi atendido por um homem que negou ser ele. José Jorge preferiu não falar sobre o assunto e repassou o contato do seu defensor, que não atendeu as ligações. A reportagem não conseguiu contato com Fernando Antônio Schuller Filho.(Folhape).

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PM é morto com tiro na cabeça durante ocorrência em Itapissuma

Cabo Valmir Valdeci dos Santos, de 41 anos, era soldado do 17º Batalhão, do Grupo de Apoio Tático Itinerante

Cabo Valmir Valdeci dos Santos
Cabo Valmir Valdeci dos SantosFoto: Divulgação
Um policial militar do 17º Batalhão foi morto com um tiro na cabeça, na noite do último domingo (28), por volta das 21h, na rua Carla Antônia, em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife. O cabo Valmir Valdeci dos Santos, de 41 anos, era soldado do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati) e foi assassinado no momento que estava em uma ocorrência policial.

Segundo a polícia, Valdeci, como era conhecido, foi acionado para uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Comunidade Cidade Criança. O disparo, inclusive, teria atingido um morador da localidade. Ao chegar na comunidade, ele foi surpreendido pelo criminoso, que efetuou um disparo de revólver calibre 38. O autor, Klebson Ferreira Lemos, conhecido como Kiko, de 32 anos, ainda tentou fugir, mas foi detido. 

Valdeci foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Igarassu, também na RMR, onde recebeu os primeiros socorros. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Miguel Arraes, em Paulista, também na RMR. Ele foi novamente transferido e encaminhado ao Hospital da Restauração, na área Central do Recife, onde não resistiu e morreu após sofrer duas paradas cardíacas. 

O criminoso foi levado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. A arma utilizada no crime também foi levada ao DHPP. Kiko foi autuado em flagrante por homicídio qualificado (contra agente de segurança). O caso foi registrado pelo delegado Adyr Almeida.

Por meio de nota, a Polícia Militar de Pernambuco lamentou o ocorrido e informou que o cabo trabalhava há 12 anos na corporação. O comandante geral da PMPE, coronel Vanildo Maranhão, externou as condolências a todos os amigos e familiares do cabo.
O policial deixou esposa e dois filhos.(Folhape).



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IF Sertão-PE lançará seleção para preenchimento de vagas por transferência, professor da rede pública e portador de diploma


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão de Pernambuco (IF Sertão-PE) publicou o edital nº 05/2018, referente ao processo seletivo para preenchimento de vagas através dos critérios de transferência, reingresso de outras instituições de ensino superior, professor da rede pública de ensino e portador de diploma. Neste edital, as vagas são destinadas aos campi Petrolina (foto), Petrolina Zona Rural e Salgueiro.
As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 19/02 e 02/03, na Secretaria de Controle Acadêmico do respectivo campus. Em Salgueiro (Sertão Central) são destinadas 24 vagas para os cursos Licenciatura em Física, Sistemas para Internet e Tecnologia em Alimentos. Os requisitos de cada modalidade e documentação necessária para efetuar a inscrição estão disponíveis no edital, que pode ser acessado aqui. (Foto/Google Maps), (C.Britto).

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CÁRMEN NÃO QUER REVER PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA


A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, declarou que o tribunal vai se "apequenar" se aproveitar a condenação do ex-presidente Lula para rediscutir a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância.
"Não creio que um caso específico geraria uma pauta diferente. Isso seria realmente apequenar o Supremo", disse na noite desta segunda-feira (29), ao ser questionada sobre o caso do petista.
A ministra indicou que ela não tomará a iniciativa de pautar ações que tratam do tema, mesmo que não tenham relação direta com o caso de Lula. "Não tem previsão de pauta para isso. Não há pauta definida para um caso específico que geraria uma situação", afirmou.
Cármen negou que tenha discutido o assunto com colegas do STF nos últimos dias. "Não conversei sobre esse assunto com ninguém. Os ministros estão em recesso", afirmou.
A presidente do STF disse, no entanto, que um ministro pode provocar a discussão sobre o tema ao levá-lo à Presidência. "Se acontecer de alguém levar em mesa, é outra coisa, não é pauta do presidente", afirmou.(247).

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...