quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Emoção e muita tristeza no sepultamento do motorista Petrolinense Marcelo Araujo



Foi sepultado em Petrolina, na tarde desta terça-feira(22), o corpo de Marcelo Araujo QRA Beiby, acidentado  na ultima sexta-feira(18) próximo do porto de Pacém em Fortaleza,CE, quando uma carreta que dirigia tombou na estrada e ele foi a óbito.
O corpo de Marcelo só chegou a Petrolina na madrugada. A emoção foi muito grande de toda a família do motorista, que era casado e tinha 04 filhos.
Desde de cedo que o velório de Marcelo recebeu centenas de  amigos. O local  ficou pequeno para a quantidade de pessoas que foi lhe dar o último adeus.
Além da solidariedade cristã, parceiros, companheiros e amigos de Marcelo lamentavam o seu falecimento.
As 16 horas, em grande cortejo com caminhões e carros de passeio pelas ruas do residencial Nova Vida I, o féretro saiu em direção ao Cemitério Campo da Paz, com manifestação de muitos motoristas e amigos que acompanharam o corpo até o local do sepultamento.

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PF isenta Dilma e ministros do STJ em investigação sobre obstrução de Justiça

Inquérito foi aberto no ano passado a partir de da delação premiada do ex-senador pelo PT Delcídio do Amaral (MS)
Ex-presidenta Dilma Rousseff


A Polícia Federal não encontrou indícios de que a indicação do ministro Marcelo Navarro para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) tenha sido uma maneira de atrapalhar as investigações da Lava Jato, apurou a reportagem.

Com isso a PF isenta a ex-presidente Dilma Rousseff, o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o ministro do STJ Francisco Falcão, além de Navarro, da suspeita de crime de obstrução da justiça.

O inquérito foi aberto no ano passado a partir de da delação premiada do ex-senador pelo PT Delcídio do Amaral (MS). A conclusão do relatório já era esperada por pessoas ligadas à investigação. A PF teve dificuldades em conseguir provas das declarações feitas por Delcídio.

A PF não sugere o arquivamento da investigação relativa a Navarro, mas, ao informar que não encontrou indícios de prova, o relato equivale a uma recomendação de arquivamento.

O relatório é sigiloso e foi encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Agora, a Procuradoria-Geral da República deve se manifestar sobre o caso.

A PF também recomenda o desmembramento da investigação relativa ao ex-ministro Aloizio Mercadante, para que o caso seja investigado fora do Supremo, no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal, já que não há o envolvimento de pessoas com foro privilegiado.

Suspeitas
Em sua delação, Delcídio afirmou que o governo da petista deflagrou uma ofensiva nos tribunais superiores para influenciar nos desdobramentos da Lava Jato e garantir, por exemplo, a liberdade de grandes empreiteiros.

A nomeação de Navarro para o STJ faria parte dessa trama. Cardozo e Falcão teriam auxiliado nessas ações, sob o compromisso de que o novo ministro votasse pela soltura de presos da operação.

Já Mercadante passou a ser investigado porque foi gravado em uma conversa com um assessor de Delcídio oferecendo ajuda para soltar o senador.

Segundo depoimento do ex-senador, Mercadante teria atuado a pedido de Dilma para tentar impedir que Delcídio fechasse acordo de delação premiada. Delcídio também implicou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seus relatos. Ele é suspeito de articular com senadores para atrapalhar a Lava Jato.

No entanto o Ministério Público Federal no Distrito Federal pediu à Justiça o arquivamento dessa investigação. Segundo Delcídio, Lula o convidou para uma reunião no Instituto Lula, em 2015, juntamente com os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Renan Calheiros (PMDB-AL), com o objetivo de frear a operação.(Folhape).





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Queimando a Língua!


  • Opinião do Vereador Paulo Valgueiro
Em um pronunciamento feito em junho deste ano em Petrolina, o Senador Fernando Bezerra acusou o ex-Prefeito Julio Lossio de ter vendido o patrimônio público do município.
Acabou queimando a língua!
Não demorou muito para o filho do Senador, Ministro das Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, anunciar a venda de patrimônio público da união. Nesta terça-feira, 22 de agosto, Fernando Filho afirmou que pretende vender a Eletrobras, responsável pela produção de grande parte da energia elétrica do Brasil.
Os recursos provenientes das vendas de algumas áreas do município de Petrolina na gestão de Julio Lossio foram transformados em novos ativos patrimoniais públicos para o próprio Município, a exemplo de AMES, Clubes do Bairro e pavimentações.
A contrário senso, a venda da Eletrobrás, sob o argumento de aumento da eficiência energética, pretende mesmo é angariar recursos para cobrir o rombo de cerca de mais de 150 bilhões gerados pela incompetência fiscal e pelos desvios cristalizados na Lava Jato.
Como diz o ditado, ”Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.”(C.Geral).

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Brasil entra em nova onda de privatização

A proposta de incluir a Eletrobras no Programa de Parcerias de Investimentos reforça atual plano de desestatizações
Atual processo de venda de empresas visa amenizar o rombo nas contas públicas brasileiras
Atual processo de venda de empresas visa amenizar o rombo nas contas públicas brasileirasFoto: Divulgação

A possível inclusão da Eletrobras no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) deu força ao plano de privatizações, concessões e Parcerias Público-Privadas (PPP) do Governo Federal, que já havia mirado em linhas de transmissão, aeroportos, terminais portuários, rodovias e ferrovias. Por isso, já se fala em uma terceira onda de privatizações no Brasil.

Esta onda, no entanto, se diferenciaria das que foram comandadas por Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso (FHC) pela sua motivação. É que, ao contrário dos antecessores, Michel Temer estaria se aproximando do capital privado por um único objetivo: amenizar o rombo nas contas públicas.

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“Este não é um movimento puramente ideológico, mas um movimento forçado pela necessidade do Estado de se financiar. Ele teve início porque o Governo precisa de dinheiro para fechar as contas de 2018 e está difícil aumentar impostos, está difícil cortar gastos e a Reforma da Previdência não sai. Então, o Governo está correndo atrás do que pode transformar em dinheiro, como as estatais”, explicou o professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Clemens Nunes, dizendo que, nas outras ondas de privatizações, essa busca de capital costumava ser acompanhada por outras motivações. “Ainda que se questione o modelo, havia um projeto, uma visão do papel do Estado, por trás das privatizações de Collor e FHC.

No primeiro caso, houve um desmonte do ‘Super Estado’. E, no segundo, a construção de agências reguladoras”, disse o professor de economia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Luiz Maia.

Maia explicou que, no governo Collor, havia a visão de um Estado efetivamente intervencionista, que tinha concluído o processo de industrialização nacional, estava com uma presença de mercado excessiva e, por isso, precisava se desfazer das suas ações para voltar a priorizar ações básicas como saúde e educação.

Já o governo FHC teria sido um momento de valorização das agências reguladoras. As empresas de telefonia, por exemplo, foram privatizadas naquela época, dentro de um plano de gestão que previa a criação da Anatel, para que ela fiscalizasse o mercado, evitando a formação de cartel. “O governo não tem apresentado princípios robustos. Ele só está reagindo a frustrações de receita”, avaliou. 

A opinião do economista se explica pelo fato de que as privatizações devem aumentar as receitas federais e, assim, ajudar a União a atingir a meta fiscal - o Governo reviu essa meta na semana passada, elevando a previsão de déficit para R$ 159 bilhões em 2017 e 2018.

Ao defender o PPI, o Governo costuma dizer que o principal objetivo é “gerar empregos e crescimento para o País por meio de novos investimentos em projetos de infraestrutura e de desestatização”. Por isso, 89 projetos já estão na mira do PPI. Entre eles, a concessão da Ferrovia Norte-Sul, das BRs 232 e 101 e de aeroportos como o Recife.(Folhape).



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terça-feira, 22 de agosto de 2017

PROFESSORA AGREDIDA POR ALUNO DENUNCIA MENSAGENS DE ÓDIO


Os ferimentos causados no rosto da professora Marcia Friggi, de 51 anos, professora de língua portuguesa e literatura de Indaial, em Santa Catarina, ganharam as redes sociais. Mas não foram as únicas agressões sofridas pela docente. 
Muitas pessoas escreveram a ela dizendo que ela merecia as agressões por ser feminista e esquerdista. "Já atingiram o meu olho, mas não vão me calar. Nas redes sociais tenho todo o direito de me expressar", afirmou Márcia, que tem dois empregos para sustentar a família. 
"Exerço uma das profissões mais dignas do mundo, com um salário miserável", disse a professora, com voz embargada, em entrevista à BBC Brasil. Para Márcia, os professores foram abandonados por sucessivos governos e reféns de famílias incapazes de educar seus filhos. De acordo com ela, "esta é a geração de cristal: de quem não se pode cobrar nada, que não tem noção de nada", lamenta.
Conforme relatou em uma postagem no Facebook, já compartilhada mais de 321 mil vezes, Márcia pediu que o aluno colocasse um livro que estava entre as pernas sobre a mesa. Após xingar a professora, o jovem de 15 anos jogou o livro em direção a ela. Ao encaminhar o jovem para a diretoria da escola, ela levou socos.
Pesquisa realizada em 34 países no ano de 2014 revelou que 12,5% dos educadores brasileiros sofreram agressões verbais ou intimidações de alunos ao menos uma vez por semana. A média entre todos os países foi de 3,4%. A polícia de Indaial registrou ocorrência na manhã desta segunda-feira (21). O adolescente deverá depor ainda nesta semana por lesão corporal. 
Em 2016, o mesmo jovem já havia sido denunciado por lesão corporal contra a própria mãe e, em 2017, por ameaça contra um Conselheiro Tutelar, que acompanha o desenvolvimento do rapaz. Na ocasião, o jovem havia afirmado que daria um soco no rosto do profissional, tal como acabou fazendo com Friggi.
Junto com manifestações de solidariedade, a professora foi alvo de mensagens de ódio de pessoas que a culparam pelo incidente. Os internautas acusaram-na de ter feito comentários elogiosos à uma ovada recebida peloo deputado federal Jair Bolsonaro.
Nos comentários, ela leu que "apanhou pouco" e que "se a senhora e vários outros professores se preocupassem em ensinar ao invés de imbecilizar os alunos, cenas como essa não existiriam nas escolas. Você é culpada por incentivar o desrespeito, a falta de educação, o vitimismo e o coitadismo".
Além da violência, os professores brasileiros são mal-remunerados. Levantamento da OCDE, de 2016, mostrou que os docentes dos ensinos fundamental e médio do país recebem menos da metade do que a média dos profissionais da educação dos 35 países membros da organização.(247).


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PROFESSORA É ESPANCADA POR ALUNO E DESABAFA: “ESTOU DILACERADA”


Da Revista Fórum - A violência, definitivamente, invadiu as salas de aula. No município de Indaial, em Santa Catarina, a professora Marcia Friggi foi brutalmente agredida por um de seus alunos, de apenas 15 anos, nas dependências da escola. Indignada com o fato, ela resolveu desabafar em sua página do Facebook. Marcia resumiu seu sentimento em uma palavra: "Dilacerada". O depoimento dela foi o seguinte:
"Estou dilacerada. Aconteceu assim: Ele estava com o livro sobre as pernas e eu pedi:
– Coloque seu livro sobre a mesa, por favor.
– Eu coloco o livro onde eu bem quiser.
– As coisas não são assim.
– Ahhh, vai se foder.
– Retire-se por favor.

Ele levantou para sair, mas no caminho jogou o livro na minha cabeça. Não me feriu, mas poderia. Na direção eu contei o que tinha acontecido. Ele retrucou que menti e eu tentei dizer:
– Como, menti? A sala toda viu... Não deu tempo para mais nada.

Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede. Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacera por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Estou dilacerada porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros.
Estamos, há anos, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos. A sociedade nos desamparou. A vida... Lembrei dos professores do Paraná que foram massacrados pela polícia, não teve como não lembrar. Estou dilacerada pelos meus bons alunos, que são muitos e não merecem nossa ausência. Estou dilacerada, mas eu me recupero e vou dedicar a minha vida para que nenhum professor brasileiro passe por isso nunca mais".(247).

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DEU NO NEW YORK TIMES: LULA AINDA É O POLÍTICO MAIS POPULAR DO BRASIL


O The New York Times, maior jornal do mundo, vem cobrindo a caravana do ex-presidente Lula, ignorada pelos jornais brasileiros, e publica reportagem nesta terça-feira em que destaca sua força.
"Milhões de brasileiros deixaram a linha de pobreza durante seus dois governos e ele ainda é o político mais popular do Brasil, a despeito da condenação que poderá impedi-lo de concorrer em 2018", aponta o texto do correspondente Anthony Boadle.
Lula já passou pela Bahia e por Sergipe e chega nesta terça-feira a Alagoas.
Leia, abaixo, texto de Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre a condução coercitiva de Lula pelo povo:
Por Fernando Brito, editor do Tijolaço
Não é meu, mas o lugar se chama Campo do Brito e fica entre Lagarto e Itabaiana, em Sergipe.
Lá, uma multidão fez parar o ônibus que conduzia Lula para o comício noturno na segunda cidade e o obrigou a descer, para abraçá-lo.
Uma condução coercitiva do tipo que Lula merece.
E que explica e prova o que se escreveu aqui, com palavras roubadas do professor Wanderley Guilherme dos Santos:  “a direita e a esquerda de nariz torcido evitam reconhecer que a indestrutibilidade de Lula não é propaganda partidária, mas fenômeno sociológico”.
Acompanhei cenas assim, no interior do Rio de Janeiro e no do Rio Grande do Sul, com Leonel Brizola. Seus braços ficavam roxos de tantos puxões e agarrões recebidos do povo.(247).
É o “corpo de delito” da sua significação pública. 

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...