quinta-feira, 11 de maio de 2017

Internos fazem rebelião na Funase de Abreu e Lima, na RMR

Segundo a assessoria de imprensa do órgão, tumulto começou 
por volta das 9h30 desta quinta-feira

Funase
FunaseFoto: Arthur Mota/Arquivo Folha
Internos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, realizam uma rebelião nesta sexta-feira (11). Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a rebelião começou por volta das 9h30. 

A Policia Militar de Pernambuco foi acionada e o Batalhão de Choque chegou na unidade às 10h46. Por volta das 11h, a confusão foi controlada. Houve feridos. Um adolescente sofreu ferimento no rosto e o outro na perna. Eles receberam atendimento médico.

A assessoria disse que ainda estão fazendo levantamento de outros detalhes da rebelião, como feridos e o que foi danificado, já que é possível ver fumaça no local. Atualmente, 195 meninos estão na unidade com capacidade de 98. (Folhape).



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UM ANO DEPOIS, GOLPE AINDA AFUNDA A ECONOMIA E DERRUBA COMÉRCIO


SÃO PAULO (Reuters) - O varejo do Brasil registrou em março a maior queda em 14 anos, muito pior que o esperado e pressionado pela perda acentuada nas vendas do setor de supermercados em meio ao cenário de desemprego alto, mais um sinal de que a atividade econômica tem sofrido para mostrar recuperação mais consistente.
As vendas no varejo do país recuaram 1,9 por cento em março sobre fevereiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, pior resultado mensal desde março de 2003 (-2,5 por cento). Na comparação com mesmo período do ano passado, a queda foi de 4,0 por cento, completando dois anos de perdas contínuas nesta comparação.
Com isso, o comércio varejista acumulou queda de 3,0 por cento no primeiro trimestre de 2017, quando comparado com o mesmo período de 2016, e de 5,3 por cento nos últimos 12 meses.
As expectativas em pesquisa da Reuters eram de queda de 0,6 por cento na comparação mensal e de recuo de 1,8 por cento sobre um ano antes.
"A conjuntura ecônomica justifica esse momento do comércio", resumiu o economista e diretor do IBGE, Roberto Olinto.
O IBGE apontou que o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tem peso importante no consumo das famílias, acelerou a queda a 6,2 por cento em março, ante 1,7 por cento em fevereiro.
O varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, recuou 2 por cento, refletindo o comportamento das vendas de Veículos, motos, partes e peças, que apresentou queda de 0,1 por cento no volume de vendas ante fevereiro.
Mesmo com a inflação em trajetória de queda e a redução na taxa de juros promovida pelo Banco Central, o consumo ainda vem sofrendo muito com o desemprego alto, com mais de 14 milhões de pessoas sem trabalho no final do primeiro trimestre.[nL1N1I00K3]
No mês passado, o IBGE divulgou que atualizou as ponderações dos setores e passou a usar 2014 como base para a pesquisa, contra 2011 anteriormente.
Veja as variações mensais dos segmentos no varejo (%):
Atividade Fevereiro Março
.Comércio Varejista -1,6 -1,9
1.Combustíveis e lubrificantes +0,6 +1,1
2.Hipermercados, supermercados,
produtos alimentícios e bebidas -1,7 -6,2
3.Tecidos, vestuário e calçados +1,4 -1,0
4.Móveis e eletrodomésticos +2,0 +6,1
5.Artigos farmacêuticos e perfumaria +1,1 -0,5
6.Livros, jornais e papelaria +1,4 +5,6
7.Equipamentos, material escritório
e comunicação -2,9 -0,5
8.Outros artigos de uso doméstico -1,7 +0,9
.Comércio Varejista Ampliado +0,6 -2,0
9.Veículos, motos, peças e partes -0,7 -0,1
10.Material de construção -1,5 +2,7
(Por Thaís Freitas; Edição de Patrícia Duarte) (247).

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SEM PROVAS, MÍDIA CONSTRÓI NOVA NARRATIVA CONTRA LULA: “CULPOU MARISA”


É inegável que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu o debate de cinco horas, na tarde de ontem, com a força tarefa da Lava Jato.
Isso ficou evidente até mesmo no Jornal Nacional e nos demais noticiários da Globo e da Globonews, que, há mais de dois anos, se lançaram numa cruzada para destruir o ex-presidente Lula, que só serviu para arrasar a economia brasileira.
Como não surgiu nenhuma prova contra Lula no depoimento de ontem, a imprensa familiar brasileira, assim como páginas de extrema direita no Facebook, como a do MBL, começaram a construir uma nova narrativa.
A estratégia agora é demonizar o ex-presidente, como se ele, sem escrúpulos e sem coração, tivesse atribuído a "culpa" pelo triplex à ex-primeira-dama Marisa Letícia, falecida recentemente. Essa foi a tônica das manchetes da Folha, do Estado, do Globo e de algumas postagens do MBL.
A realidade, no entanto, é que Marisa tinha uma cota de um empreendimento, que foi devolvida à OAS, porque o casal não teve interesse em se tornar proprietário do imóvel.
Ou seja: fora do terreno das provas, a imprensa tentará demonizar Lula por supostas falhas morais. (247).

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LULA DEIXOU CURITIBA CIENTE DE QUE VENCEU O DUELO

Ricardo Stuckert

 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus advogados deixaram a capital paranaense com a certeza da vitória – se não jurídica, ao menos política.
Depois de cinco horas em que respondeu todas as questões, Lula ainda fez alegações finais que entram para a história do País (confira aqui).
Por Lisandra Paraguassu
CURITIBA (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu primeiro embate com o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, em um depoimento no qual rebateu as acusações e considerou ter feito o que pretendia fazer em Curitiba.
Foram cinco horas de audiência no processo em que Lula é acusado de ter sido favorecido por empreiteira na compra de um apartamento tríplex no Guarujá (SP) e no transporte e armazenamento de presentes recebidos durante seu governo.
De lá, animado, o ex-presidente foi ao encontro dos milhares de manifestantes que o esperavam desde o início da tarde, em uma praça no centro de Curitiba.
"Se não fossem vocês eu não suportaria o que eles estão fazendo comigo", discursou Lula, ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff e de vários petistas de alto escalão. "Minha relação com vocês é diferente das que os políticos têm com seus eleitores, minha relação com vocês é uma relação de companheiros de projeto de país."
Alternando bom humor e alguns momentos emocionado, Lula disse que a história mostrará que nunca alguém foi tão massacrado como ele e que se cometer erros quer ser julgado pelo povo, não apenas pela Justiça.
"Se um dia eu tiver que mentir pra vocês, prefiro que um ônibus me atropele em qualquer rua deste país", disse, com a voz embargada.
Fontes ligadas a Lula disseram que o ex-presidente terminou o dia satisfeito e com o sentimento de ter cumprido sua missão.
"Ele saiu com a sensação de que fez o que tinha se proposto a fazer. Pela alegria que senti, estava satisfeito com o que tinha conseguido", disse uma das fontes.
Outro petista que conversou com os advogados depois da audiência conta que o clima era de "euforia". "A avaliação deles é de que não poderia ter sido melhor", contou.
Antes mesmo de chegar ao Fórum, o ex-presidente fez questão de parar o carro e cumprimentar manifestantes que o esperavam no caminho. Desceu, caminhou por alguns metros, até sua passagem ficar impossível. Distribuiu beijos, tirou fotos e pegou uma bandeira do Brasil para acenar.
Nos prédios do entorno, houve uma tentativa de bater panelas, mas o som foi abafado pelos gritos de "Lula, guerreiro do povo brasileiro" entoado pelos manifestantes.
Os vídeos do depoimento mostram Lula respondendo as perguntas, que em alguns momentos se repetiam, de Moro e dos três procuradores que participaram da audiência. Por vezes usou sua fala para protestar contra o tratamento dado a ele no processo, pela mídia e também pelas perguntas que envolviam dona Marisa Letícia, falecida no início deste ano.
As primeiras três horas e meia do depoimento de Lula foram dedicadas a perguntas do juiz Sérgio Moro. Depois, falaram os promotores e a defesa. Por último, Lula usou os momentos finais para fazer suas considerações, em uma fala mais emocional do que havia se deixado levar até ali.
"Primeiro eu gostaria de dizer que eu estou sendo vítima da maior caçada jurídica que um presidente e um político brasileiro já teve", começou o ex-presidente.
"Eu acho que o objetivo é tentar massacrar esse cidadão, ele tem que pagar um preço por existir, esse cidadão cometeu o erro de provar que esse país deu certo. É imperdoável o processo de perseguição. Eu confesso ao senhor que esperava que houvesse mais respeito por um homem que deu a esse país a dignidade que não tinha há muito tempo", continuou.
Moro reclamou que as considerações não eram para Lula fazer uma avaliação do seu governo e nem programa político, mas o ex-presidente não deu atenção.
"Sou um cidadão, estou subordinado à Justiça, à lei e à Constituição. Virei aqui sem nenhum rancor todas as vezes que for necessário. Só espero que tenha um respeito por esse país, pelo povo brasileiro e não contem nunca uma mentira a esse respeito", disse o ex-presidente.
Ao chegar em Curitiba, Lula foi recepcionado por cerca de cinquenta parlamentares e petistas de alto escalão, entre eles Dilma Rousseff e os governadores do Piauí, Wellington Dias, e do Acre, Tião Viana. De lá, foi para o escritório de seus advogados na cidade.
A princípio incógnito, ao sair o presidente teve que enfrentar o protesto de cerca de 10 pessoas que, ao ver a movimentação da imprensa, descobriram sua presença no local.
Ao longo do dia, no entanto, a reação dos contrários a Lula na cidade foi pequena. O protesto marcado para o museu Oscar Niemeyer reuniu menos de 100 pessoas. Ao redor do Fórum, alguns apartamentos mostravam bandeiras verde amarelas nas janelas, mas mesmo entre os moradores --autorizados a circular no perímetro fechado pela polícia, poucos mostraram mais do que uma leve curiosidade com a movimentação.
Já na praça central, onde os apoiadores esperavam por Lula, o número de pessoas era maior. De acordo com a Polícia Militar, 5 mil pessoas --já os organizadores apontavam 10 vezes mais.
Lá, o ex-presidente disse mais uma vez que será candidato em 2018.
"Estou me preparando para voltar a ser candidato a presidente deste país, eu nunca tive tanta vontade como eu tenho agora, vontade de fazer mais, vontade de fazer melhor", afirmou. (247).

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Araripina sedia I Encontro de Jipeiros nos dias 19 a 21 de maio com trilha ecológica e corrida indoor

I Encontro de Jipeiros de Araripina

A cidade de Araripina será o local de adrenalina e emoção nos dias 19 a 21 de maio durante o I Encontro de Jipeiros que terá uma trilha pela zona rural da cidade – na Chapada do Araripe – e indoor no Parque 3 Vaqueiros com premiações que chegam à R$ 3 mil mais troféus.
O evento é realizado pelo Araripina Jeep Clube e tem o apoio da Prefeitura de Araripina. A trilha off road, no dia 20, sábado, vai percorrer os cenários de chapada e minas de gipsita que são típicos da região. Ao final os trilheiros serão recepcionados no Parque 3 Vaqueiros com músicas e comidas regionais.
No dia seguinte, 21, a partir das 9h começa a emoção no Parque Três Vaqueiros onde foi construído um circuito fechado para a competição de jeep cross. O indoor será dividido em cinco categorias: jeep, jeep original, jeep adaptado, força livre e diesel. As corridas serão registradas através de sistema profissional de foto sensor e cronometragem e seguirá os padrões de segurança adotados em eventos nacionais.
O I Encontro de Jipeiros de Araripina vai receber comitivas de diversas cidades de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Embora as trilhas sejam repletas de muita emoção e adrenalina, os encontros de jipeiros promovem o encontro e diversão para todas as famílias.
O Jeep Clube de Araripina existe há sete anos e é formado por um grupo de 15 jipeiros que reúnem-se para promover a diversão e o turismo ecológico desbravando áreas com grande beleza natural. Para mais informações entre em contato com Ricardo V8 (87) 9 91417411 ou Marinho (81) 9 97117947. (Via: Vinicius).

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Câmara aprova PEC que regulamenta vaquejadas

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A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (10), em 1º turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/17 que considera as vaquejadas como praticas não cruéis. A proposta altera a Constituição para estabelecer que não são consideradas cruéis as atividades desportivas que utilizem animais, desde que sejam registradas como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro e garantam o bem-estar dos bichos. O texto foi aprovado por 366 votos a favor, 50 contra e 6 abstenções.
Deputados defensores dos direitos dos animais criticaram a PEC que, no entendimento deles, permite a prática de maus tratos. Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional uma lei do estado do Ceará que regulamenta a prática das vaquejadas porque submeteria os animais à crueldade.
“O STF entendeu que deve prevalecer o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, porque se trata de um direito que cuida de algo que diz respeito ao indivíduo, à sociedade e às futuras gerações, e, por essa razão, declarou inconstitucional a vaquejada pelo sofrimento que provoca nos animais”, disse o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).
A proposta, de origem do Senado, foi defendida principalmente por deputados das regiões Nordeste e Centro-Oeste. O deputado Domingos Neto (PSD-CE) rebateu as críticas e disse que o texto da PEC vem justamente regulamentar a prática. “Uma vaquejada com rabo artificial, com proteção para o cavalo, com uma nova cama de areia, garantindo proteção ao animal”, disse.
“Essa PEC é para resguardar a história do país, a bravura do vaqueiro e do homem nordestino. E também para reavivar uma força econômica muito importante para o povo brasileiro”, acrescentou o deputado Danilo Forte (PSB-CE).
O deputado João Marcelo Souza (PMDB-MA) disse que os que se colocam contra o texto adotam uma atitude hipócrita. “São deputados do Sul, do Sudeste, que nada entendem de vaquejada. Isso se chama hipocrisia. Vocês não conhecem a cultura do Nordeste. Nunca se quis fazer mal a animal nenhum”, disse.
O deputado Ricardo Izar (PP-SP) rebateu Marcelo Souza e afirmou que uma “manifestação tão agressiva assim só poderia se esperar de alguém que defende os maus tratos contra animais”. Izar é um dos principais defensores dos direitos dos animais na Casa e chegou a presidir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar casos de maus tratos.
O texto da PEC agora terá que passar por nova votação no Plenário da Câmara, em segundo turno. O prazo regimental determina intervalo mínimo de cinco sessões entre uma e outra votação. Caso não haja alterações no texto, ele será promulgado. Do contrário, terá que retornar ao Senado para nova votação. (Via: Agência Brasil).

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Policia em ação.Em Juazeiro, perseguição cinematográfica no centro, termina em capotamento de veiculo roubado em Petrolina

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Por volta das 23h43, dessa quarta-feira(10), uma perseguição cinematográfica deu inicio no centro de Juazeiro-Ba terminando em capotamento em Petrolina.

Três elementos em um veiculo de modelo ETIOS de placa policial PJY-9401 com restrição de roubo, fugiram das viaturas da policia militar. A perseguição passou pela Adolfo Viana, Orla, bairro Santo Antonio continuado na ponte Presidente Dutra.

Enquanto a policia militar fazia o acompanhamento aos meliantes vários disparos de arma de fogo foram efetuados contra o veiculo perseguido. Após subir na ponte, chegando ao lado de Petrolina os meliantes perderam o controle e capotaram descendo a ribanceira.

Um dos elementos ficou ferido e os outros dois tiveram apenas escoriações. Aguardem novas informações. (Vale em Foco).


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...