sexta-feira, 1 de maio de 2020

EDUCAÇÃO: IFPE abre inscrições para cursos gratuitos de formação à distância

São oferecidas 960 vagas; inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 7 de maio

                  Por: Folha de Pernambuco
São mais de 900 vagas em cursos à distância oferecidas pelo IFPE
São mais de 900 vagas em cursos à distância oferecidas pelo IFPEFoto: Arquivo/Folha de Pernambuco

O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) abriu inscrições para Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), e podem ser feitas gratuitamente até a próxima terça-feira (7) neste link, que leva ao edital. O processo foi lançado pela Diretoria de Educação a Distância (DEaD).
Os cursos ofertados, escolhidos por meio de articulação com a Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (SETEQ/PE) e Secretaria de Turismo de Pernambuco (SETUR/PE), são: Agente de Informações Turísticas, Assistente Administrativo, Assistente de Recursos Humanos, Assistente Financeiro, Auxiliar de Cozinha, Balconista de farmácia, Cuidador de Idoso, Higienista de Serviços de Saúde, Operador de Caixa e Recepcionista.
As 960 vagas serão preenchidas conforme a ordem de inscrição e o resultado preliminar está previsto para ser divulgado no dia 11 de maio. Outras dúvidas podem ser esclarecidas no email: selecao.discentes.fic2020@ead.ifpe.edu.br



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LUTO - Cremepe lamenta o falecimento de médica que atuava no combate à pandemia

                   Por: Diario de Pernambuco
Rosa Maria Papaléo, anestesiologista, foi vítima da Covid-19. (Foto: Facebook/Reprodução)
Rosa Maria Papaléo, anestesiologista, foi vítima da Covid-19. 
(Foto: Facebook/Reprodução)

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) divulgou uma nota em seu site lamentando o falecimento da médica anestesiologista e acupunturista, Rosa Maria Papaléo, na quinta (30), vítima da Covid-19.

No documento, assinado pela assessoria de comunicação do órgão, o Conselho afirma que sente profundamente o óbito da médica formada pela Universidade de Pernambuco (UPE). "Ela sempre será lembrada como uma profissional estudiosa e dedicada. Rosa era anestesiologista há 32 anos e “desbravadora” como atuante em dor, sendo inclusive, ao longo de sua carreira, secretária na Sociedade de Dor de Pernambuco e especialista em termografia pela Abraterm", afirma textualmente a nota.
 
E continua:  "Ela também possuía especialização em medicina do trabalho e acupuntura com curso realizado na China. Reconhecida pelos colegas e amigos médicos como uma mulher doce, empática, amiga e muito trabalhadora, Rosa trabalhou nos hospitais São Marcos, Oswaldo Cruz (HUOC), Real Hospital Português e na rede UNIMED Recife. Atualmente, ela trabalhava na linha de frente ao combate à COVID-19 em Pernambuco".



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Lula: este modelo de capitalismo está com os dias contados

                 Via:247
(Foto: Ricardo Stuckert)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou neste Primeiro de Maio uma contundente mensagem aos trabalhadores brasileiros. "O que nós esperamos, o que eu espero, é que o mundo que virá depois do coronavírus seja uma comunidade universal em que o homem e a mulher, em harmonia com a natureza, sejam o centro de tudo, e que a economia e a tecnologia estejam a serviço deles – e não o contrário, como aconteceu até hoje", disse ele. Confira, abaixo, o vídeo e leita também a íntegra do seu pronunciamento:

"Meus amigos e minhas amigas,
Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil e do mundo,
Quero começar a minha fala prestando solidariedade aos familiares de todas as vítimas do coronavírus e a todos os trabalhadores e trabalhadoras que estão lutando para salvar vidas em todo o mundo.
Um vírus desconhecido conseguiu fechar fronteiras, trancar em casa mais de três bIlhões de seres humanos e mudar de maneira dramática a vida de cada um de nós. Há três meses estamos como num longo túnel sem fim, recebendo a cada dia notícias piores que as do dia anterior. A humanidade desperta todos os dias torcendo para que o número de mortos de hoje seja menor que o de ontem. Estamos vivendo os mais tenebrosos dias da nossa história.
O vírus, que ataca a todos, indistintamente, mostrou que a raça humana não é imortal e pode até desaparecer.
A História nos ensina, porém, que grandes tragédias costumam ser parteiras de grandes transformações.
O que nós esperamos, o que eu espero, é que o mundo que virá depois do coronavírus seja uma comunidade universal em que o homem e a mulher, em harmonia com a natureza, sejam o centro de tudo, e que a economia e a tecnologia estejam a serviço deles – e não o contrário, como aconteceu até hoje.
No mundo que eu espero depois da tragédia do coronavírus, o coletivo haverá de triunfar sobre o individual, a solidariedade e a generosidade triunfarão sobre o lucro.
Um mundo em que ninguém explore o trabalho de ninguém, um mundo em que se respeitem as diferenças entre um e outro, um mundo em que todos, absolutamente todos, disponham de ferramentas para se emancipar de qualquer tipo de dominação ou de controle.
Mas as grandes tragédias são também reveladoras do verdadeiro caráter das pessoas e das coisas. Não me refiro apenas ao deboche do presidente da República com a memória de mais de cinco mil brasileiros mortos pelo Covid.
A pandemia deixou o capitalismo nu. Foram necessários trezentos mil cadáveres para a humanidade ver uma verdade que nós, trabalhadores, conhecemos desde o dia que nascemos. A tragédia do Coronavírus expôs à luz do sol uma verdade inquestionável: o que sustenta o capitalismo não é o capital.
Somos nós, os trabalhadores. É essa verdade, nossa velha conhecida, que está levando os principais jornais econômicos do mundo, as bíblias da elite mundial, a anunciarem que o Capitalismo está com os dias contados. E está mesmo. Está moribundo. E está nas nossas mãos, nas mãos dos trabalhadores, a tarefa de construir esse novo mundo que vem aí.
O Brasil sempre foi uma terra de esperanças. Apesar das extremas dificuldades, nós que nascemos e vivemos aqui soubemos enfrentá-las e soubemos nos reinventar para crescer. O ódio e a ignorância se alimentam um do outro e são o oposto do que vai na alma brasileira. Como brasileiro, tenho a certeza que sairemos desta tragédia para um mundo melhor, para um Brasil melhor.
E é agora, em plena tempestade, que os brasileiros revelam o que são, o que somos: generosos, tolerantes, solidários. E é com esse espírito, essa alegria e essa criatividade que estamos todos lutando para sair das trevas e fazer chegar, o mais depressa possível, o amanhecer da justiça social, da igualdade e da liberdade.
Espero que a tragédia do Coronavírus seja a parteira do verdadeiro mundo novo que sonhamos.
Viva o povo trabalhador. Viva o Primeiro de Maio."
Luiz Inácio Lula da Silva

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'PSB não poderia se omitir', diz Tadeu sobre pedido de impeachment

             Carol Brito com Juliano Muta/Blog da folha
Tadeu Alencar, deputado federal
Tadeu Alencar, deputado federal

  Foto: Jose Britto/Folha de Pernambuco

O deputado federal Tadeu Alencar (PSB), vice-líder da Oposição na Câmara, considera que a situação do presidente da República tornou-se insustentável e que o processo de impeachment não pode ser descartado em nome de uma quebra de estabilidade política. Para Tadeu, Jair Bolsonaro é quem deveria ter essa percepção e tratar de governar o País, em um momento grave de crise de saúde que vivemos, em vez de ampliar a crise política, criando instabilidade o tempo inteiro, como a demissão do ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta), a participação em manifestações atentatórias à Democracia, a saída do ministro da Justiça (Sérgio Moro) e as graves denúncias de Moro que apontou tentativa de interferência política na Polícia Federal, além de afrontar o sentimento das famílias brasileiras que perderam os seus entes em razão do Coronavírus e os ataques hoje feitos ao Ministro Alexandre de Moraes.

Ao falar sobre o pedido de impeachment protocolado pelo PSB, Tadeu justificou como a única reação possível do partido diante de “um quadro irreversível de pandemônio governamental diante da pandemia”. “O Partido Socialista Brasileiro refletiu muito para decidir pelo pedido de impedimento do presidente da República. Sempre pautamos nossa postura política pela responsabilidade e pela coragem. Nessa linha, constatamos que não poderíamos ser omissos em nome de uma estabilidade que o presidente Bolsonaro é o primeiro a não respeitar”, afirmou o deputado.

“Bolsonaro foi eleito na esteira de uma grande insatisfação popular. Além dos 30% de eleitores fiéis a ele, que apoiam todas as insanidades que ele inventa, muita gente votou num candidato que vendeu uma esperança de mudança e de renovação. O problema é que ele vendeu e não entregou. O que vemos hoje é um presidente irresponsável, incapaz de conduzir o País num instante que em o mundo está mergulhado em uma crise sanitária de proporções inéditas e no Brasil já são mais de 5.000 mortes”, assinalou o parlamentar.

Tadeu Alencar declarou sua perplexidade diante da inversão de valores de Bolsonaro que ridiculariza a luta contra a crise, critica abertamente o isolamento social, agride os governadores e prefeitos que agem, corretamente, de acordo com os ditames sanitários da Organização Mundial de Saúde. “Ao invés de ser o condutor de uma luta contra o coronavírus e de articular os esforços dos três níveis federativos contra a pandemia, o que vemos é um sujeito que vê inimigos em toda a parte, divulgando fake news, ouvindo um insano gabinete do ódio que lhe direciona os passos, e abrindo frentes de conflito as mais variadas, que vão da imprensa, passando pelo congresso nacional, o supremo, os governadores, os artistas, até membros do seu próprio governo, como Mandetta, Moro e Regina Duarte está na fila. Por último, o seu sórdido ‘e daí?’, debochando das milhares de vidas ceifadas pela doença. É incrível!”, concluiu o socialista.




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Monja Coen: quem provoca ódio receberá o mesmo de volta. É como um bumerangue

Monja Coen
Monja Coen (Foto: Bella Editora/Divulgação)

Monja Coen conversou com a TV 247 e explicou a relação de causalidade no mundo, o que chamou de “trama da existência”. Ela esclareceu a importância de se fazer o bem e não pregar o ódio, já que tudo que o ser humano propaga volta para si, e disse ser importante reconhecer a necessidade do outro.
“Eu não aprovo e não concordo, mas entendo até porque pessoas querem tanto provocar esse ódio, isso de querer dominar, de querer controlar. Há pessoas que têm essa ânsia de poder, ‘eu que vou mandar, eu que vou fazer, eu vou controlar o povo, vou fazer eles ficarem com medo e com ódio’, é perigoso isso, claro que é muito perigoso, muito desagradável”, disse.
Fundadora da Comunidade Zen Budista no Brasil, ela alertou àqueles que propagam o mal que a “lei verdadeira” é inevitável, e que tudo o que o ser humano expressa volta para si. “Nós podemos mudar, mesmo aquele que é o mais malvadinho, aquele que está provocando o ódio aqui e ali. Alguma coisa vai acontecer em sua vida, em algum momento, se não for nessa, em alguma próxima. A lei verdadeira é inevitável, coisas prejudiciais vão voltar até você”.
Ela comparou a “lei verdadeira” a um bumerangue, que ao ser jogado para a frente volta-se contra o ponto de origem. “Tudo tem começo, meio e fim e está tudo interligado, é a trama da existência. A diferença é que se você entender que fez alguma coisa errada, se tiver um arrependimento, existe a possibilidade de você pegar aquilo que vai voltar para você de uma outra forma. É como um bumerangue, você joga uma palavra violenta e brava no mundo, vai vir violência e braveza para você. Se você joga uma coisa amorosa, vai vir amorosa. Mas imagine que você não prestou atenção, falou o que não devia, fez uma coisa imprópria, vai ter volta, vai ter retaliação, mas se você se arrepender, quando esse bumerangue volta ‘o boomerang vai cortar minha cabeça. Não. Eu vou segurar, posso me machucar, mas posso dizer que me arrependo’”.
Em relação à polarização na política, Monja Coen lembrou da importância de reconhecer a necessidade do outro, como um jogo de futebol, que só pode ser jogado porque existem, pelo menos, dois times. “Independentemente do partido político, do pensamento, do time de futebol que você torcer, você vai precisar das pessoas do outro time. Só existem dois times, só existem dois pólos opostos porque existem os dois. Se fosse um só não teria dicotomia”.
Na conversa, ela também conta sua história, sua trajetória como jornalista, a formação num templo zen e outros episódios de sua vida. (247)




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DETERMINAÇÃO Ministro do STF dá 5 dias para PF ouvir Moro sobre acusações contra Bolsonaro

                     Por: FolhaPress
 (Foto: José Cruz/ Agência Brasil)
Foto: José Cruz/ Agência Brasil

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou à Polícia Federal que colha depoimento de Sergio Moro no prazo de cinco dias para que ele esclareça as acusações feitas contra o presidente Jair Bolsonaro no seu pedido de demissão do Ministério da Justiça.

Depois da oitiva de Moro, o ministro estabelece que a PGR (Procuradoria-Geral da República) terá que se manifestar a respeito.

"Impõe-se, após efetivada a inquirição do senhor Sergio Fernando Moro, seja ouvido o Ministério Público, em sua condição de 'dominus litis', tendo em vista o fato, constitucionalmente relevante, de que prevalece, em nosso sistema jurídico, o modelo acusatório", afirma Celso de Mello.

Moro acusou o chefe do Executivo, na última sexta-feira (24), de querer interferir na autonomia da Polícia Federal. De acordo com ele, a intenção de Bolsonaro ao trocar o comando da PF seria aumentar a influência na corporação para ter acesso a informações sobre investigações em curso.

"O presidente queria alguém que ele pudesse ligar, colher informações, relatório de inteligência. Seja o diretor, seja o superintendente", afirmou Moro.

Ao autorizar a abertura do inquérito, a pedido da PGR, Celso de Mello disse que "ninguém, absolutamente ninguém, tem legitimidade para transgredir e vilipendiar as leis e a Constituição de nosso país". "Ninguém, absolutamente ninguém, está acima da autoridade do ordenamento jurídico do Estado", afirmou.

O ministro do Supremo ressaltou que "a sujeição do presidente da República às consequências jurídicas e políticas de seu próprio comportamento é inerente e consubstancial ao regime republicano, que constitui, no plano de nosso ordenamento positivo, uma das mais relevantes decisões políticas fundamentais adotadas pelo legislador constituinte brasileiro".

Moro relata que teria afirmado ao presidente que não seria adequada a troca de comando na polícia, mas, diante da insistência de Bolsonaro, resolveu pedir para deixar o governo.

"Falei que seria uma indicação política, ele disse que seria mesmo", revelou Moro, em referência à exoneração de Maurício Valeixo da chefia da PF para que fosse colocado alguém próximo ao chefe do Executivo.

Com o inquérito aberto, a Polícia Federal também passa a participar das investigações. Geralmente, o responsável por casos como esse é escolhido aleatoriamente entre os delegados responsáveis por atuar especificamente nas apurações determinadas pelo STF.

No pronunciamento em que se despediu do Executivo, Moro também revelou não ter assinado a demissão de Valeixo da PF, como foi publicado inicialmente no Diário Oficial e alardeado pelo chefe do Executivo e outros integrantes do governo. Uma nova versão do ato foi publicada posteriormente, sem a assinatura de Moro.




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Rio já estuda protocolo com critério de escolha para atendimento: idosos vão para o fim da fila

Os mais jovens, com até 60 anos, ganharão uma vaga antes dos que têm entre 61 e 80 anos. Os acima dos 80 ficarão por último na disputa por leito

(Foto: Fernando Frazão - ABR)

Fórum - O estado do Rio de Janeiro já estuda critérios para escolher quais doentes terão direito a uma vaga em UTI e, consequentemente, a respiradores. Um protocolo técnico está em análise, com o objetivo de tirar o peso da escolha dos ombros dos médicos.
Serão analisadas as condições de seis órgãos e atribuídas notas ao seu funcionamento, de 0 (boa) a 24 (péssima). Quanto menor a nota, mais chances o doente terá de conseguir um leito.
Leia a íntegra na Fórum

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