quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

NOTÍCIAS - Polícia Civil indicia homem que usou braçadeira nazista em Minas Gerais

Ele foi indiciado por discriminação racial, crime com pena prevista de dois a cinco anos de prisão e multa

    Por: Folhapress
Homem com braçadeira em referência ao nazismo
Homem com braçadeira em referência ao nazismoFoto: Reprodução

A Policia Civil de Minas Gerais indiciou nesta quarta-feira (18) o homem que usou uma braçadeira vermelha com uma suástica, similar ao modelo usado por oficiais nazistas, em Unaí, a 600 km de Belo Horizonte.

Ele foi indiciado por discriminação racial, crime com pena prevista de dois a cinco anos de prisão e multa.

O indiciamento veio com a conclusão do inquérito aberto nesta segunda-feira, depois que imagens do homem em um bar da cidade começaram a circular nas redes sociais.

O caso ocorreu no último sábado. A Polícia Civil ouviu como testemunhas pessoas que estavam no local. A Polícia Militar chegou a ser acionada e esteve no bar na noite do fato, mas registrou apenas boletim de ocorrência interno, que é encaminhado ao comando da unidade. Um procedimento administrativo apura a conduta dos PMs.

O homem, que tem 59 anos segundo a polícia, prestou depoimento na terça-feira e alegou sofrer de depressão e ansiedade. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na casa e na fazenda dele, mas nenhum material de ideologia nazista foi encontrado.

Ele alegou em depoimento que em pesquisas feitas na internet descobriu que a suástica era um amuleto de sorte antes de ser usada pelo Partido Nazista da Alemanha.

Uma perícia realizada pela polícia no telefone celular dele mostrou que o homem visitou 35 sites diferentes.

Segundo o delegado Leandro Coccetrone, isso levou à conclusão de que ele teria consciência da ligação do símbolo com a ideologia que assassinou milhões de judeus, além de ciganos, eslavos, socialistas e LGBTs, entre outros, na primeira metade do século 20.

A reportagem não conseguiu contato com o homem ou com a defesa dele até a publicação desta reportagem.



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PROCESSO - Câmara dos EUA aprova impeachment de Trump e caso vai para o Senado

    Por: FolhaPress
O processo do presidente norte-americano ainda vai para o Senado. (Foto: Brendan Smialowski/AFP
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O processo do presidente norte-americano ainda vai para o Senado. (Foto: Brendan Smialowski/AFP )

Em um dia histórico para a política americana, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (18) o impeachment do presidente Donald Trump.

Eram necessários 216 votos para aprovar o impeachment - maioria simples dos 431 deputados em plenário- mas o resultado ainda não é suficiente para tirar Trump da Casa Branca.

Ao menos dois democratas votaram a favor de Trump.

John Shimkus, deputado republicano de Illinois, não foi votar porque está visitando o filho na Tanzânia. Ele disse que avisou Trump que a viagem estava marcada desde antes da votação ser agendada na Câmara e que não apoiaria o impeachment caso estivesse na Casa.

Ao contrário do Brasil, onde o afastamento do chefe de governo acontece imediatamente após a chancela da Câmara, o presidente dos EUA só deixa o cargo depois do aval do Senado, hoje comandado por maioria republicana.

A partir de janeiro os 100 senadores, 53 deles republicanos, serão os jurados das acusações chanceladas pelos deputados, em sessões comandadas pelo presidente da Suprema Corte, John Roberts.

O avanço do impeachment, porém, vai além dos trâmites legais. O processo é pano de fundo da eleição do próximo ano e tem servido de estratégia aos dois lados de um polarizado tabuleiro político.

O desfecho na Câmara, de maioria oposicionista, já era esperado em Washington, mas servirá de reforço à narrativa dos democratas de que Trump não tem mais condições de liderar o país.

A expectativa da oposição é de que o passo concreto dado nesta quarta-feira estimule o apoio popular em torno do tema e pressione os senadores a também votar pelo impeachment.

Mas o roteiro tem dois problemas fundamentais: o interesse dos eleitores americanos sobre o processo diminui a cada semana e o assunto parece ter se tornado apenas mais um elemento de disputa partidária.

Além disso, os democratas sabem, o cenário é favorável a Trump no Senado. Os republicanos têm maioria na Casa e apostam nisso para enterrar de vez o processo contra o presidente.

Ali são necessários mais de dois terços dos votos. Ou seja, no mínimo 67 dos 100 senadores precisam votar contra Trump, possibilidade remota visto que o presidente goza de expressivo apoio dentro do seu partido e poucas defecções são esperadas.

Analistas e políticos americanos avaliam ainda que o impeachment se tornou mais um elemento da polarização em que já estão mergulhados os EUA, sem grande potencial de reflexo no voto do eleitorado em 2020.

Quem não gosta de Trump, dizem, usará a aprovação na Câmara como argumento de que ele abusou do cargo e deve sair, enquanto quem o defende tentará capitalizar a provável decisão dos senadores de rejeitar o processo.

Trump tem força em sua base eleitoral, energizada com a repetida retórica de que o presidente é vítima de uma caça às bruxas inventada pelos democratas e alimentada, na sua avaliação, pela imprensa americana.

Os bons índices da economia - com taxas de desemprego baixíssimas e crescimento do PIB (Produto Interno Bruno) em 2% mesmo com a crise global- também têm ajudado o discurso do republicano.

As pesquisas mais recentes mostram a população divida quanto ao impeachment: cerca de 47% querem que Trump seja removido do cargo, enquanto 46% são contra o afastamento do presidente.

As eleições nos EUA, no entanto, não se baseiam no voto popular, mas sim no sistema indireto de Colégio Eleitoral.
Justamente com o temor de ver o impeachment parar no Senado e ter que lidar com o fracasso político às vésperas de 2020, a cúpula democrata resistiu por muito tempo em avançar com o processo no Congresso.

No entanto, diante das informações de que Trump havia pressionado a Ucrânia a investigar Biden e o filho dele, Hunter, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, precisou mudar de postura.

Em 24 de setembro, ela anunciou a abertura do processo de impeachment e deu início ao inquérito contra Trump.

A partir daí o Comitê de Inteligência da Câmara conduziu interrogatórios sobre as acusações com diplomatas, funcionários de alto escalão do governo e especialistas.

No fim de novembro, as audiências se tornaram públicas, em uma estratégia da oposição para angariar apoio popular à tese de que Trump atuou de forma irregular quando pressionou a Ucrânia.

E as testemunhas não decepcionaram. Em depoimentos transmitidos ao vivo pela TV, confirmaram que o presidente havia condicionado ajuda militar de US$ 391 milhões ao país do leste europeu a apurações contra os Bidens.

A contrapartida é um dos pilares cruciais da oposição para mostrar o desvio de conduta e abuso de poder de Trump em suas relações com a Ucrânia.

Em 3 de dezembro, o Comitê de Inteligência da Câmara divulgou seu relatório sobre o processo de impeachment.

Em seguida, foi a vez do Comitê Judiciário começar os trabalhos para deliberar se os atos do republicano se enquadravam nas definições do Artigo 2º, Seção 4 da Constituição dos EUA, que traça as regras para o impeachment.

A Carta estabelece que o presidente "deve ser removido do cargo através do impeachment se condenado por traição, suborno e outros altos crimes."

O deputado democrata Jerry Nadler, presidente do Comitê Judiciário e responsável por redigir as acusações contra Trump, chegou a convidar o republicano a depor, mas ele se negou a ir ao Congresso.

Após a elaboração dos dois artigos - ou acusações - de impeachment, o processo seguiu para o plenário da Câmara, etapa concluída com a votação desta quarta-feira.

Trump nega qualquer irregularidade em sua relação com a Ucrânia e diz que o telefone com Zelenski foi um evento corriqueiro, sem pedidos com contrapartidas.

Na terça-feira (17), o presidente enviou uma carta de seis páginas a Pelosi dizendo que protestava de maneira "forte e poderosa contra o impeachment", o qual ele descrevia como uma "cruzada" liderada pelos democratas.

Nos bastidores, porém, o presidente diz querer esticar ainda mais o processo - enquanto os democratas trabalharam para acelerá-lo nas últimas semanas - já que o tempo corre contra a oposição.

Dois dos principais pré-candidatos, Bernie Sanders e Elizabeth Warren, são senadores e estarão comprometidos no julgamento do Senado ao invés de se dedicarem à campanha nos estados, por exemplo.

Essa é a terceira vez na história americana que a Câmara aprova o impeachment de um presidente. Andrew Johnson, em 1868, e Bill Clinton, em 1998, sofreram impeachment na Câmara, mas foram absolvidos pelo Senado.

Richard Nixon renunciou antes da votação da Câmara em 1974, ao perceber que perdia apoio entre seus próprios aliados e seria removido do comando da maior potência mundial.




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Boulos: se Queiroz falar o que sabe, derruba o governo

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) entrevista o candidato à Presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos. Ele é o quarto a participar da série de entrevistas da EBC com presidenciáveis.
A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) entrevista o candidato à Presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos. Ele é o quarto a participar da série de entrevistas da EBC com presidenciáveis. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil | Reprodução)



Se a Fabrício Queiroz for oferecido o benefício da delação premiada, o governo Bolsonaro desmorona. Quem aposta nisso é Guilherme Boulos, do Psol:
RIO DE JANEIRO (Reuters) - Uma loja franquia de uma rede de chocolates que tem como sócio o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi alvo de busca e apreensão nesta quarta-feira em uma operação comandada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro na investigação que investiga um suposto esquema de “rachadinha”, quando se há apropriação de salários de servidores da época em que ele era deputado estadual fluminense.
O advogado de Flávio Bolsonaro, Frederick Wassef, confirmou em nota a batida em um dos endereços do seu cliente.
“Recebemos a informação sobre as novas diligências com surpresa, mas com total tranquilidade. Até o momento, a defesa não teve acesso a medida cautelar que autorizou as investigações e, apenas após ter acesso a esses documentos, será possível se manifestar”, disse.
“Confirmo que a empresa do meu cliente foi invadida, mas garanto que não irão encontrar nada que o comprometa. O que sabemos até o momento, pela imprensa, é que a operação pode ter extrapolado os limites da cautelar, alcançando pessoas e objetos que não estão ligados ao caso”, completou.
Em meio às investigações, o senador foi ao Palácio da Alvorada no início da noite desta quarta, onde foi recebido pelo pai, o presidente Jair Bolsonaro, que, diante da presença do filho, não parou para falar com apoiadores e jornalistas que o aguardavam em frente à residência oficial, como costuma fazer, limitando-se a tirar algumas fotos brevemente com alguns simpatizantes.
As investigações envolvendo Queiroz chegaram a ser paralisadas este ano depois de uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que proibiu investigações que usassem como base informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) —como ocorre na investigação do Ministério Público do RJ. A medida foi derrubada posteriormente pelo plenário do Supremo.
Uma fonte ligada ao senador disse, reservadamente, que ele esperava alguma ação do MP fluminense, mas não estava claro se isso realmente ocorreria por agora. O senador avaliava que algo poderia ocorrer após a decisão do Supremo sobre Coaf. Ele, que está em Brasília, ficou surpreso com a operação, segundo essa fonte.
A operação desta quarta é um desdobramento das investigações que descobriram movimentações financeiras atípicas de então assessores de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual, em especial de Fabrício Queiroz e de familiares da ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro. Queiroz era um dos principais assessores de Flávio na Alerj.
Em nota, o Ministério Público do Rio informou que 24 endereços foram alvos de busca e apreensão numa apuração que visa investigar movimentações suspeitas envolvendo Queiroz. Em razão do sigilo da operação, segundo a nota, mais informações não poderiam ser divulgadas.
“A operação é uma continuidade do fluxo da investigação”, disse uma fonte com envolvimento direto na ação, sob sigilo. “A operação está em curso e as diligências estão sendo cumpridas”, acrescentou uma segunda fonte.
A defesa de Queiroz afirmou em nota que recebeu com tranquilidade e surpresa a medida de busca e apreensão deflagrada nesta quarta-feira, “uma vez que ele sempre colaborou com as investigações, já tendo, inclusive, apresentado todos os esclarecimentos à respeito dos fatos”.
Segundo fontes com conhecimento da ação deflagrada nesta quarta-feira, Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, e pessoas próximas a ela que teriam trabalhado como assessores de Flávio Bolsonaro na Alerj estão entre os alvos. Não foi possível localizar de imediato representantes de Valle.
Flávio Bolsonaro é investigado pelo MP do Rio de Janeiro por suspeita de irregularidades financeiras em seu gabinete na Alerj. Queiroz, que seria o coordenador do esquema, movimentou mais de 1 milhão de reais em suas contas bancárias no intervalo de um ano, de acordo com as investigações. (247)


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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Prefeito de Salgueiro é preso por desvio de água de projeto de transposição do Rio São Francisco

De acordo com a Polícia Federal, Clebel Cordeiro desviava água para o próprio sítio.

De acordo com a Polícia Federal, Clebel Cordeiro desviava água para o próprio sítio.  — Foto: Reprodução/ TV Grande Rio
De acordo com a Polícia Federal, Clebel Cordeiro desviava água para o próprio sítio. 
Foto: Reprodução/ TV Grande Rio

O prefeito de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, Clebel Cordeiro (MDB) foi preso nesta terça-feira (17) suspeito de desviar água da Transposição do Rio São Francisco para o sítio dele.
De acordo com a Polícia Federal, maiores informações sobre o caso só podem ser repassadas posteriormente, uma vez que o procedimento ainda está em andamento.
Através de nota, o prefeito informou que as águas da transposição passam dentro das terras dele, que ficam em uma localidade denominada Mulungu. De acordo com a nota, a área pertence a ele e, portanto, “não houve invasão da parte dele”. Clebel também disse que foi à delegacia prestar estas informações à PF e acredita que tudo será resolvido com os dados fornecidos.(https://interior.ne10.uol.com.br/noticias)


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Juiz proíbe Bolsonaro de extinguir cargos e funções de universidades federais do Tocantins

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A Justiça Federal do Tocantins proibiu o governo Jair Bolsonaro de extinguir 90 funções graticadas na Universidade Federal do Tocantins (UFT) e no Instituto Federal do Estado (IFTO). A informação é do AF Notícias.
A decisão é do juiz federal Eduardo de Melo Gama, da 1ª Vara de Palmas, e atende a um pedido formulado pelo Ministério Público Federal (MPF).
Para o juiz, as extinções afetariam diretamente a gestão de instituições, que são dotadas de autonomia administrativa, financeira e patrimonial. Só na UFT seriam extintas 35 funções graticadas atualmente ocupadas e outras 55 funções no IFTO, das quais apenas 5 encontram-se desocupadas.
Em todo o Brasil, o decreto prevê a extinção de mais de 17 mil cargos. (247)


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EMPREGO - Celpe lança turma exclusiva para formação de eletricistas mulheres


No total, 100 mulheres serão capacitadas. As inscrições gratuitas começam nesta quarta (18). (Foto: Rodrigo Cardoso/Celpe)
No total, 100 mulheres serão capacitadas. As inscrições gratuitas começam nesta quarta (18). (Foto: Rodrigo Cardoso/Celpe)


Em uma iniciativa inédita, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) – em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Mulher - lançou, nesta terça (17), a primeira Escola de Eletricistas exclusivamente direcionada para mulheres. Um total de 100 novas profissionais serão capacitadas a exercer atividades em instalações elétricas prediais e nas redes de distribuição de energia. Após a conclusão do curso, elas poderão participar do processo seletivo para integrar os quadros da Celpe.

A Escola de Eletricistas para Mulheres tem a finalidade de incentivar a inserção feminina para atuar em uma profissão predominantemente ocupada por homens. “Estimular a presença de mulheres em uma atividade ainda vista como masculina não só amplia a oportunidade no mercado de trabalho, como também apoia a constante busca pela equidade entre gêneros”, comentou o presidente da Celpe, Saulo Cabral. “Ao expandir a participação feminina, rompemos com padrões sociais. A experiência prática nos revela que para incentivar o interesse na função de eletricistas, primeiro as mulheres precisam se sentir representadas”, concluiu.

A secretária da Mulher de Pernambuco, Silvia Cordeiro, explicou que a formação de mulheres em profissões, historicamente ocupadas por homens, é fundamental para que elas atuem em todas as áreas que queiram trabalhar, bem como para a eliminação das diferenças salariais que ainda existem entre a renda de homens e mulheres. “Que essa ação da Celpe abra as portas para que mais empresas, com o mesmo perfil, incentivem a contratação de mulheres”, completa. A formação também abre portas para as alunas com perfil empreendedor, criando oportunidades no mercado de trabalho.

O processo seletivo conta com prova escrita (português, matemática e redação), avaliação psicológica, teste prático, além de entrevista para avaliação de perfil. As alunas serão divididas em quatro turmas, com 25 participantes cada uma. O curso possui disciplinas teóricas e práticas, com duração de até sete meses e carga horária de 596 horas. As aulas serão realizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-PE) nas unidades Areias – Recife, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru e Garanhuns.  O curso tem início no primeiro semestre de 2020. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, e podem ser efetuadas entre os dias 18 e 22 de dezembro, exclusivamente pelo site www.celpe.com.br.   
Turmas mistas

A Escola de Eletricistas da Celpe já funciona para um público misto em sete municípios pernambucanos (Recife, Jaboatão, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Serra Talhada e Petrolina). Iniciada em 2018, a Escola formou mais de 300 eletricistas e, desse total, 215 foram contratados pela Celpe. Um aproveitamento de aproximadamente 70%. Para 2020, estão previstas mais de 20 novas turmas de formação. O objetivo é trazer esses novos profissionais para as mais de 600 vagas que devem ser abertas para contratação. (DP)




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"TRAIÇÃO" - Ex-presidente do Paquistão é condenado à morte

    Por: Agência Brasil
 (Foto: Aamir QURESHI / AFP)
Foto: Aamir QURESHI / AFP



Um tribunal paquistanês condenou à pena capital, à revelia, o antigo presidente do país, Pervez Musharraf. O general, aliado do presidente norte-americano George W. Bush na “guerra contra o terrorismo”, foi dado como culpado de alta traição e subversão da Constituição.

“Musharraf foi considerado culpado ao abrigo do artigo 6 por violação da Constituição do Paquistão”, explicou o funcionário judicial Salman Nadeem.

As acusações contra o réu tinham respaldo na imposição do estado de emergência no país, em 2007, ano em que a oposição interna ao seu governo começava a ganhar força. Sob esta decisão, entre novembro daquele ano e fevereiro de 2008, foram suspensas as liberdades civis e os processos democráticos, verificando-se sucessivas violações dos direitos humanos.

Musharraf ascendeu ao poder em 1999 na esteira de um golpe de estado. A sentença ficou selada com os votos de dois dos três juízes do tribunal de contraterrorismo.

Musharraf encontra-se fora do Paquistão. Em novembro, o general divulgara uma mensagem em vídeo, a partir de um hospital em Dubai, quando disse que não estava tendo um julgamento justo. O governo de Pervez Musharraf terminou em 2008.



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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...