sexta-feira, 27 de julho de 2018

GLEISI: RESULTADOS DA PESQUISA VOX POPULI EMPOLGARAM LULA

Ricardo Stuckert

A pesquisa eleitoral Vox Populi/CUT, divulgada nesta quinta (26), empolgou Lula e deu mais energia para o enfrentamento das adversidades do cárcere, relata a senadora Gleisi Hoffmann, que esteve na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. "Vim fazer uma reunião com ele e tratar de questões políticas, da nossa convenção, mas sobretudo mostrar os índices de aprovação que ele tem, as intenções de voto que o povo está lhe dando, o posicionamento do PT na sociedade. Ele me disse que o faz manter a resistência é essa esperança do povo brasileiro de tê-lo de novo presidente da República”, disse Gleisi. 
"Mesmo depois de mais de três meses de prisão injusta e ilegal, Lula continua crescendo na preferência do eleitorado, ressaltou Gleisi. “De novo as pesquisas mostram isso: a resiliência do voto popular no presidente Lula. Ele é a pessoa capaz de tirar o País da crise, de pacificar o Brasil e nos devolver o desenvolvimento inclusivo que tínhamos começado a construir”, disse.
O apoio do povo – que deu 41% das intenções de voto ao ex-presidente na pesquisa – é a força moral que sustenta Lula nesse momento, reforçou Gleisi. “Ele acha que se não fosse isso, pela responsabilidade que ele tem com o povo brasileiro, ele talvez não aguentaria esta situação, que é muito difícil”, afirmou. “Nós vamos já para 112 dias de prisão, 111 hoje, o que é muito doloroso para ele e para a família”, completou.
Ela reafirmou o projeto de registrar a candidatura de Lula no dia 15 de agosto, com uma grande mobilização popular em Brasília. “Nossa prioridade é disputar a eleição presidencial com Lula, ganhar e retomar o desenvolvimento do País. Esse é o nosso projeto”, afirmou.
A força política e eleitoral de Lula é tamanha que não há como tirá-lo das eleições presidenciais, afirmou Gleisi. “Lula já está na disputa eleitoral. Lula está sendo o centro das discussões políticas no País. Não dá para discutir eleições sem o Lula. É ele que tem a preferência popular”, constatou."(247)

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Inscrições para o Encceja Nacional terminam nesta sexta-feira(27)


Termina nesta sexta-feira (27) o período de inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL) 2018. A prova pode garantir a regularização da situação educacional.
Neste caso, o Encceja se destina às pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada e atualmente estão detidas em unidades prisionais ou socioeducativas.
Desde o último dia 16, as inscrições – gratuitas e pela internet – vêm sendo feitas pelos responsáveis pedagógicos das unidades prisionais e socioeducativas que aderiram ao exame, entre 9 e 20 de julho. Os candidatos precisam ter, no mínimo, 15 anos para tentar a certificação do Ensino Fundamental e, pelo menos 18, no caso do Ensino Médio.
Os inscritos farão as provas nos dias 18 e 19 de setembro. Os exames estarão divididos em 30 questões objetivas e uma redação. Para conseguir o certificado escolar, o candidato deve obter, no mínimo, 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento, o que corresponde a 50% do total distribuído.
Como é
O exame para o ensino fundamental inclui questões de Ciências Naturais, História e Geografia, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física, Redação e Matemática.
Para o ensino médio, o exame exigirá conhecimento nas áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens e Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias.
Na edição do ano passado, 74,1 mil pessoas privadas de liberdade se inscreveram no Encceja Nacional PPL. Do total, 44,1 mil buscavam a certificação do ensino fundamental e quase 30 mil a certificação do ensino médio. As provas foram aplicadas em 1.329 unidades prisionais. (Via: Agência Brasil) 

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Sem condições sanitárias, restaurante japonês é interditado na Cohab Massangano

  (Por:C.Britto)
Restaurante japonês interditado na Cohab Massangano. (Foto: Divulgação)


Um restaurante de comida japonesa foi interditado pela Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS) na Rua 32 do bairro Cohab Massangano, zona oeste de Petrolina, na noite de ontem (26). De acordo com o diretor da AMVS, Marcelo Gama, o estabelecimento já tinha sido notificado pelo órgão, inclusive, com um prazo para adequação às normas sanitárias. No entanto, o estabelecimento não apresentou condições mínimas de funcionamento, colocando em risco a segurança alimentar da população.
Nossa equipe voltou ao local e constatou que a situação continuava a mesma, desta vez, precisou ser interditado. Nós realizamos essas fiscalizações diariamente, inclusive à noite, porém, é importantíssima a participação da população nesse processo de identificação e de denúncia de estabelecimentos que funcionam sem qualquer condição de higiene. Toda reclamação recebida é amplamente verificada“, reforçou.
O estabelecimento foi autuado e só será reaberto após a regularização de todos os itens apontados pela AMVS. Para a realização de denúncias a população pode entrar em contato com a Ouvidoria do Município, através do número 156, pelo whatsapp (87) 9985-0081 ou pelo site da Prefeitura (http://www.petrolina.pe.gov.br). A agência fica localizada na Rua São José, Nº 440, no Centro.
Restaurante japonês interditado na Cohab Massangano. (Foto: Divulgação)

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Fatalidade. No povoado de Simpatia-Petrolina, pneu da Patrol estoura e mata operador

   (Por: C.Geral)

Zé de Cicero

O operador de uma máquina Patrol pertencente a Prefeitura Municipal de Petrolina, sofreu um acidente na manhã desta sexta-feira(27), quando ao encher de ar o pneu do veiculo, o mesmo estourou,  arremessando o motorista há vários metros de distância.
A vitima ainda foi socorrida com vida, porém ao dar entrada no Hospital de Lagoa Grande veio a óbito. O motorista, de 39 anos, era conhecido por “Zé de Cicero”. Aguardem novas informações.
O sepultamento será  na comunidade de Caroá, zona rural de Petrolina-PE, onde o mesmo morava com sua família.

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Aos 72, Lula prepara a luta mais heróica de sua vida

   (Por: Paulo Moreira Leite/247)
Ricardo Stuckert

É bom levar a sério a afirmação que Lula já fez chegar aos jornais, segundo a qual pretende exercer seus direitos de candidato a presidente até o fim -- e participar da eleição, caso seja possível vencer obstáculos jurídicos que previsivelmente surgirão pelo caminho.
Para quem imaginava que ele estaria prestes a conformar-se com a ideia de que tem zero chances de colocar seu retrato na urna de 7 de outubro, e no momento apenas faria cenas de teatro na cela de Curitiba antes de providenciar a indicação de um substituto, ele tem enviado sinais de uma orientação mais clara, que pode produzir uma campanha eleitoral muito mais animada e combativa do que se costumava prever até aqui.
A decisão de não baixar a guarda se alimenta de dois fatores. Um é político e reside na constatação, óbvia, de que o nome Lula desfruta de indiscutível apoio popular, confirmado a cada rodada nas pesquisas eleitoral. Num país com uma maioria de presidenciáveis cujo nome o eleitorado ignora ou quase nunca respeita, Lula ocupa um lugar único como memória e como esperança de uma parcela cada vez maior de cidadãos. Quando falam do risco de uma eleição esvaziada como nunca, os pesquisadores só se esquecem que estão falando da ausência de Lula como elemento principal de desânimo e desmobilização. Em vez de perder votos depois da prisão, como se imaginava, ele não para de receber apoio de novas parcelas do eleitorado.
Outro aspecto é jurídico. Com auxilio do advogado Luiz Fernando Pereira, especialista em direito eleitoral, cresce em torno de Lula a visão de que não lhe cabe facilitar o trabalho dos adversários políticos que, depois de uma condenação sem provas, agora querem retirá-lo da campanha de qualquer maneira -- e ainda esperam que contribua para isso. 
"Se a legislação eleitoral for respeitada, Lula irá disputar o primeiro turno e terá direito até a aparecer no horário eleitoral," disse o advogado ao longo de um encontro com jornalistas e blogueiros, hoje. O argumento de Luiz Fernando Pereira apoia-se no retrospecto de 146 candidatos a prefeito que, em 2016, enfrentaram uma situação análoga a de Lula em 2018. Condenados em processo criminal, disputaram a eleição protegidos por uma liminar, na esperança de que poderia ser confirmada que poderia ser rejeitada por tribunais superiores após a apuração. No fim das contas, "sete em cada 10 conseguiram confirmar suas candidaturas e hoje permanecem em seus cargos", afirma Pereira.

 
Não há dúvida de que, diante da parcialidade exibida contra Lula em todas as fases da Lava Jato, a natureza particularmente política de um julgamento envolvendo uma sucessão presidencial estratégica para os destinos da 8a economia do mundo permite encarar a possibilidade de um final feliz para Lula -- e para a maioria dos eleitores brasileiros, como informam as pesquisas -- como o ceticismo devido aos contos de fada. Basta recordar a quantidade de recursos e liminares rejeitadas nas fases intermediárias do processo para calcular o que aguarda Lula nos momentos finais e decisivos. "Para tirar o Lula da campanha, será preciso sujar as mãos", diz o advogado. 

Nenhuma destas dificuldades, contudo, permite ignorar o ponto principal.
A decisão de seguir em frente representa não só a reafirmação de sua inocência, a denuncia de uma injustiça histórica. Também equivale a uma demonstração de respeito absoluto pela soberania de um povo que não para de gritar por sua liberdade e sua volta ao governo. Quarenta anos depois de paralisar o ABC -- e depois o país inteiro -- nas greves de trabalhadores, e deixar o Planalto coberto de glórias como ninguém antes de dele, Lula caminha para travar, decide aos 72 anos, aquela que pode ser a luta mais heroica  de sua vida.

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Pilar: comunidade ainda está à espera do progresso

Desde 2009 há um Plano de Requalificação Urbana e Inclusão Social. Das 588 unidades habitacionais previstas, foram entregues 192
Foto: Thalyta Tavares / Esp. DP
Foto: Thalyta Tavares / Esp. DP

A comerciante Sandra Souza, 51 anos, aproveitou a oportunidade, abriu a janela e apontou com o dedo. “Para o senhor que perguntou onde fica, é ali.” Ela respondia, na época, ao então prefeito da cidade a localização exata da Comunidade do Pilar. Setecentos metros do prédio sede da prefeitura. Oitocentos e cinquenta metros do Marco Zero. Quinhentos metros do Tribunal Regional Federal. O Pilar é a resistência da moradia na zona mais conhecida do Recife, mas permanece escondido entre a pujança dos edifícios ícones do bairro e passa despercebido ao olhos do burburinho turístico.

Pode parecer contraditório, mas o acesso à comunidade ocorre da extensão de um cartão-postal do Recife. É saindo da Rua do Bom Jesus em direção ao Moinho que se chega lá. A paisagem vai mudando no caminho. A via se torna São Jorge. Os sobrados dão lugar a casas simples de alvenaria e barracos de papelão. O chão de pedra entrecortado pelos trilhos é substituído pelo piso de terra batido, desenhado pelos buracos abertos da passagem do esgoto a céu aberto. Lá, numa contagem informal, vivem 700 famílias. Pessoas que carregam as marcas de uma área do centro histórico recifense que sempre esteve à margem.

Até 1630, o Recife terminava no início da Rua do Bom Jesus. “Tudo o que tinha no entorno era chamado de fora de portas. Existia um caminho que ia até o antigo Forte de São Jorge. Quando o forte foi demolido e a Igreja do Pilar construída, ali passou a ser um bairro. Era a habitação de gente que vivia do porto”, conta o arquiteto e urbanista José Luiz da Mota Menezes. Segundo ele, durante o período militar, as construções existentes na área foram demolidas para a elevação de armazéns, fazendo com que muitas pessoas passassem a se abrigar em moradias precárias.

Sandra mora no Pilar há 32 anos. “Cheguei com um caldeirão de sopa e dois reais de pão e criei meus dois filhos. Aqui é bom para trabalhar, tem muita oportunidade, porque está no centro, perto de tudo”, conta ela, que é dona de um restaurante na Rua São Jorge. A maioria dos moradores tem a mesma relação de apego com a comunidade. Em comum, também, as queixas de esquecimento. “Na época que cheguei, aqui era conhecido como Favela do Rato porque quando as embarcações chegavam no porto com milho, a rataria ia para lá. Depois, voltava com tudo”, conta o zelador Aluízio Alves, 38. 

Durante a epidemia de arboviroses, em 2015 e 2016, o Pilar foi um dos bairros mais atingidos. “O impacto estatístico não era proporcional à quantidade de habitantes. Isso reflete a falta de serviços básicos e infraestrutura”, explica o pesquisador do Grupo de Pesquisa e Inovação para as Cidades (Inciti) Caio Scheidegger.

No Pilar, além da visível falta de saneamento, os moradores reclamam a ausência de água, de iluminação pública de qualidade, de equipamentos públicos de lazer para as crianças e, sobretudo, de moradia. A questão de habitação é, inclusive, um ponto latente. Existe, desde 2009, um Plano de Requalificação Urbana e Inclusão Social para o Pilar, com a previsão inicial de construção de 588 unidades habitacionais e equipamentos como escola, creche, mercado público e praça. 

Das habitações, 192 foram entregues. As outras tiveram a obra interrompida em função de achados arqueológicos, entre 2013 e o fim do ano passado. Até hoje, há pessoas sobrevivendo do auxílio-moradia de R$ 200 há quase 10 anos. No fim de 2017, houve uma readequação do projeto, que foi licitado por meio do financiamento do Minha Casa Minha Vida. Os moradores passaram então a questionar o porquê de alguns pagarem o imóvel enquanto outros não. Os comerciantes vivem a incerteza de ter o ganha-pão garantido, já que essa modalidade de financiamento não contempla comércios.

A diretora de Habitação e Urbanização do Recife, Norah Neves, afirmou que existem 416 unidades ainda a serem entregues. Dessas, 256 com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – Orçamento Geral da União (OGU), cuja licitação foi concluída. As outras 160 unidades serão pelo Minha Casa Minha Vida. “Hoje, não existe outra fonte de financiamento de moradia de interesse social que não seja essa. Estamos buscando alternativa para sanar um déficit. Fizemos um ofício para a Caixa, solicitando a possibilidade de considerar esse ‘minha casa’ vinculado ao PAC, para que essas 160 famílias não paguem”, disse.

As obras da quadra 45, segundo ela, já começaram. A data de conclusão é 18 meses.


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Candidatura de filho de Eduardo Campos gera atrito

No ninho do PSB pernambucano, o lema é que não basta apenas eleger João Campos. É preciso, pela carga simbólica que carrega, torná-lo o mais votado

  Por: Folhapress
João Campos, candidato a deputado federal pelo PSB  
João Campos, candidato a deputado federal pelo PSBFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

A candidatura a deputado federal de João Campos (PSB), de 24 anos, filho de Eduardo Campos e bisneto de Miguel Arraes, tem provocado desconfortos e insatisfações veladasentre políticos do PSB e de outros partidos aliados que tentam a reeleição para a Câmara.

De acordo com os descontentes, o apoio efetivo e o esforço do governador Paulo Câmara e do prefeito do Recife, Geraldo Julio, para que João tenha uma votação expressiva em sua estreia na política desorganizam as bases eleitorais no estado. Em reserva, os insatisfeitos classificam a estratégica de campanha como um "rolo compressor". No ninho do PSB pernambucano, o lema é que não basta apenas eleger João Campos. É preciso, pela carga simbólica que carrega, torná-lo o mais votado.
No bastidores, o assunto é tratado com bastante reserva justamente por envolver o escolhido para herdar, nestas eleições, o espólio eleitoral da família Arraes. O deputado Felipe Carreras (PSB), ex-secretário de Turismo, Esportes e Lazer do governo de Pernambuco, deputado federal mais votado no Recife em 2014, começou a dividir obrigatoriamente algumas áreas da cidade com Campos.

O movimento tem gerado atritos internos. O presidente do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes, tem dado o suporte necessário para turbinar a campanha. Renata Campos, viúva de Eduardo, também auxilia naturalmente os movimentos do filho. A disputa que acirra a guerra surda entre integrantes do mesmo partido é pelo chamado "voto de estrutura", uma espécie de eufemismo para denominar o velho voto de curral, fruto de antigas relações assistencialistas estabelecidas entre governo, deputados, vereadores e prefeitos.

Carreras tem visto vereadores da base do prefeito Geraldo Julio migrarem para a candidatura do filho de Eduardo. Um dos exemplos é a vereadora Aline Mariano (PP), que o apoiou na eleição de 2014 e hoje dividiu "suas áreas" para a entrada de Campos. Outro nome importante é o do presidente da Câmara, Eduardo Marques, que articula nos bastidores apoio para a campanha.

Carreras era casado com a sobrinha de Renata Campos. O deputado federal tem pretensões de ser o candidato do PSB a prefeito do Recife em 2020. Recentemente, o ex-secretário aproveitou o encontro entre a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e Paulo Câmara para demonstrar seu descontentamento. Um dia após a reunião em Pernambuco, o deputado postou em rede social que não votaria no ex-presidente Lula ou em qualquer candidato petista.

mal-estar no núcleo duro do governo Paulo Câmara e no PSB foi geral e interpretado por alguns como a parte mais visível da insatisfação. O tio de João Campos, Antonio Campos, rompido com o PSB desde a morte do seu irmão, em agosto de 2014, criticou a forma de condução do processo. Ele vai disputar uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Podemos. "O excesso de estrutura de João e a máquina de votos bancada pelo palácio poderá expô-lo. Ele não precisa disso para se eleger", criticou. Paulo Câmara, por meio da assessoria de imprensa, preferiu não responder. João Campos também não quis falar.

"Acho que a votação de João deve observar o comportamento que se verificou em eleições de Miguel Arraes, Eduardo Campos, Ana Arraes. Votações expressivas que correspondem ao tamanho do legado político construído a partir de doutor Arraes", diz o líder do PSB na Câmara Federal, Tadeu Alencar.


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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...