segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Inscrições para o Encceja 2017 abrem nesta segunda-feira

Arquivo/Agência Brasil

Os interessados em obter certificação dos estudos por meio do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017 podem fazer a inscrição para a prova nesta  segunda-feira (7), a partir das 10h, por meio do portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As inscrições são gratuitas e vão até o dia 18 de agosto.
O Encceja é destinado a jovens e adultos residentes no Brasil ou no exterior que não tiveram oportunidade de se formar na idade ideal. Os candidatos podem obter os diplomas do ensino fundamental ou médio por meio da prova, basta fazer a opção pelo nível de ensino que deseja obter no momento da inscrição. Para pleitear a certificação do ensino fundamental o candidato precisa ter, no mínimo, 15 anos completos na data de aplicação do exame. No caso da certificação do ensino médio é preciso ter, no mínimo, 18 anos completos.
A prova será realizada no dia 22 de outubro, e não mais em 8 de outubro, como anunciado anteriormente.
No portal do Encceja é possível se informar sobre as competências que serão cobradas na prova e baixar materiais para estudo.(EBC).


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Professora do Recife está entre finalistas de prêmio nacional

“Você é índio? Sim, não ou em partes?” Com questionamentos assim, a Flávia Costa fez crescer o interesse dos alunos sobre suas origens

Flávia Costa ensina artes em escolas públicas desde 2011


“Você é índio? Sim, não ou em partes?” Com questionamentos assim, a professora de artes Flávia Costa fez crescer o engajamento e o interesse dos alunos da Escola Municipal Divino Espírito Santo, na Várzea, Zona Oeste, sobre suas origens. A pesquisa levou as crianças a estudarem as produções artísticas dos índios pernambucanos e o projeto levou a professora à disputa do prêmio nacional Educador Nota 10 de 2017, promovido pela Fundação Victor Civita. É uma das duas pernambucanas que estão na final do concurso. A única da rede pública.

A pesquisa etnográfica foi o primeiro passo do trabalho de Flávia com as crianças. O resultado desse primeiro trabalho foi analisado por um grupo de estudantes e transformado em gráficos, com ajuda dos professores de matemática. “Nas perguntas, queríamos levantar porque muita gente não sabe dessa descendência. 

Assim coloquei várias regiões que têm comunidade indígena para eles marcarem têm antepassados que vêm de lá”, relatou a professora. O objetivo era mostrar para os estudantes que eles também poderiam ter descendência indígena, e que os estereótipos eram ultrapassados. O “ser indígena” pôde ser visto como elemento integrante e participante da mesma sociedade. “Porque eles pensavam que ser índio era somente estar na floresta caçando e pescando”, explicou.

No levantamento, constatou-se que 12% dos alunos se consideram índios, 6% declararam ter parentes indígenas, 22% têm parentes que se concentram em regiões que têm comunidades indígenas, 9% afirmaram conhecer alguma comunidade indígena e 56% se consideram em parte indígena.

“Para mim é muito bom aprender sobre como eles viveram, o que eles comem, e o significado das pinturas deles. Entendi realmente o que é a arte. É um estudo muito sério, porque fazer arte também é aprender, é pintar e saber um pouco mais sobre o que cada pintura representa. Quando a professora falou que a gente ia fazer esse trabalho sobre os índios e aprender um pouco mais foi muito bom. Porque quando a gente começou a estudar os índios daqui e eu não fazia ideia de como eles viviam, depois eu vi como realmente era”, explicou Evellyn Ashley, de 12 anos.

Maria Luiza, 11, pesquisou de maneira independente sobre o assunto quando soube que a professora iria ensiná-lo em sala de aula. “É muito bonito o trabalho dos índios. Eu senti vontade de procurar um pouco mais. Vi a arte e depois pude fazer como tinha visto.”

Quando Flávia entrou para o ensino municipal em 2011, o choque de realidade entre as condições de trabalho das redes pública e privada quase a fizeram abandonar a carreira. 

“No início, chorava diariamente. Tinha dificuldade em manter os meninos na sala. Eu fazia uma barricada de cadeiras na porta para ninguém sair. Eu ia desistir”, confessou. Flávia persistiu e, apesar das dificuldades encontradas no trabalho, já tem reconhecimento nacional com a indicação.(Folhape).



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Apoia ladrão, 100 anos sem reeleição, diz ato em SP

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Amon Borges
“Deputado que apoia ladrão, 100 anos sem reeleição”. Este era o lema do protesto que reuniu um pequeno público entre 14h e 15h30 neste domingo (6) na esquina da avenida Paulista com a alameda Ministro Rocha Azevedo, em São Paulo. De acordo com a organização, 500 pessoas passaram pelo ato.
O Movimento #QueroUmBrasilÉtico, criado pelo jurista Luiz Flávio Gomes, convocou a manifestação contra os votos dos deputados que, na quarta-feira (2), rejeitaram a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva com base na delação de executivos da JBS.
A denúncia foi barrada por 263 a 227 votos dos deputados, que foram contrários à autorização para o Supremo Tribunal Federal analisar o caso. Estiveram ausentes 19 deputados (na prática, votando com o presidente) e houve duas abstenções.
Para o ato, foram impressos cartazes com a foto dos 263 deputados que votaram a favor do presidente para serem distribuídos para quem passasse por ali.
‘VOTO FAXINA’
“Queremos que a população tenha em mente quais os políticos corruptos e façam o ‘voto faxina’ para que eles não se reelejam”, explica Luiz Flávio Gomes.
O jurista acredita que a internet tem um papel fundamental na disseminação do nome e dos rostos desses deputados. “Nosso grande objetivo é faxinar corrupto e renovar o Congresso.”
Gritos de “Fora, Temer”, “Fora, Lula” e “Fora, Aécio” foram entoados pelo público.
Para ele, o ideal é que Temer seja afastado, e seu sucessor, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assuma. “E se descobrirmos que ele é corrupto deve sair também”, diz.
A assistente jurídica Damaris Sousa, 31, defende esse tipo de ato. “É melhor do que ficar reclamando em casa. Temos de lutar. Precisamos nos unir para atingir o objetivo. Diminuir a corrupção.”
Temer nega todas as acusações e afirma que a peça assinada pelo procurador Rodrigo Janot é uma “ficção” baseada em um ato criminoso patrocinado por um “cafajeste” e “bandido” –em referência à gravação feita por Joesley Batista, da JBS, de uma conversa que o empresário teve com o presidente no porão do Palácio do Jaburu.
Com a decisão da Câmara, a denúncia fica congelada até o fim do mandato de Temer, em dezembro do ano que vem.(C.Geral).

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Hiroshima lembra 72 anos da bomba, com apelo ao desarmamento nuclear

Wikimedia Commons

Os habitantes de Hiroshima, no Japão, lembraram hoje (6), em uma cerimônia no Parque da Paz, os 72 anos da ativação da bomba sobre a cidade. Os presentes na solenidade iniciaram a solenidade com um minuto de silêncio, às 8h15 do fuso local, horário em que a aeronave norte-americana B-29 Enola Gay arremessou, em 1945, a bomba Little Boy. As informações são da Agência EFE.
Diante de representantes de cerca de 80 países e da União Europeia, o prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, pediu a todos os governantes mundiais que apoiem o tratado adotado por 122 membros das Nações Unidas para proibir as armas nucleares. Inédito por sua abrangência global, o acordo foi oficializado no começo deste mês.
"É o momento em que todos os governos devem lutar para avançar rumo a um mundo livre de armas nucleares", disse o prefeito.
A cerimônia contou com a participação de representantes de cerca de 80 países e da União Europeia, entre eles potências nucleares como Reino Unido, França, Estados Unidos e Rússia.
A subsecretária geral das Nações Unidas e alta representante para o desarmamento, a japonesa Izumi Nakamitsu, afirmou que os sobreviventes do bombardeio atômico de Hiroshima "enviam uma mensagem heroica ao mundo e uma lembrança dos devastadores efeitos destas armas", em uma mensagem lida em nome do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres.
Lançado pelos Estados Unidos, o artefato tinha 16 quilotons de força. Cada quiloton equivale à energia liberada por 1 mil toneladas de TNT, um explosivo capaz de atravessar o ar em velocidades supersônicas. Dos seus 4 mil quilos, apenas dez eram de Urânio-235.
A bomba matou cerca de 140 mil pessoas. Oitenta mil foram mortas imediatamente.
Três dias após o ataque sobre Hiroshima, em 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma segunda bomba nuclear sobre a cidade de Nagasaki, o que levou à capitulação do Japão seis dias mais tarde e pôs fim à Segunda Guerra Mundial.
Os ataques atômicos sobre ambas as cidades japonesas foram os únicos deste tipo executados até hoje.
Em março passado o número total de "hibakusha" ou sobreviventes dos bombardeios nucleares em Hiroshima e Nagasaki era de 164.621, comparado com os 372.264 que havia em 1980, e a sua idade média era de 81,4 anos.(EBC).


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R$ 22 milhões para limpar a Mata Sul

Vinte e duas cidades assoladas por intensas e recentes chuvas serão contempladas com os recursos do Governo Federal
Desobstrução de bueiros e galerias são alguns dos trabalhos permitidos com o dinheiro
Desobstrução de bueiros e galerias são alguns dos trabalhos permitidos com o dinheiroFoto: Alfeu Tavares

Nesta semana a Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe) deve receber verba federal para desobstrução de bueiros e galerias, a limpeza de entulhos em vias públicas e a construção de passagens molhadas (hoje substituídas por tábuas precárias sobre córregos ou canais) na Zona da Mata pernambucana, assolada por intensas chuvas em junho e julho. O Ministério da Integração Nacional autorizou o repasse de R$ 2,4 milhões aos cofres estaduais. O valor corresponde à última parcela do montante de cerca de R$ 5,5 milhões. 

“Esse dinheiro, sem dúvidas, já estará disponível para a Codecipe nesta semana. Com o dinheiro em mãos, poderemos dar continuidade aos serviços que já estamos fazendo, nesse sentido, em outras cidade atingidas pelas últimas enchentes”, afirma o coordenador da Defesa Civil de Pernambuco, tenente-coronel Luiz Augusto Oliveira. 

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Água Preta, Amaraji, Barra de Guariraba, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Ipojuca, Jaqueira, Gameleira, Joaquim Nabuco, Lagoa dos Gatos, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, Sirinhaém, Tamandaré e Xexéu serão as cidades contempladas

Entretanto, os recursos financeiros para obras de contenção em áreas de risco em nove cidades da Mata Sul - o plano de geomanta -, explica Augusto Oliveira, estão sob aguardo da gestão estadual. “O Ministério fez algumas exigências, as quais já foram respondidas. Agora, resta-nos esperar a resposta”, diz. O montante solicitado em maio passado à pasta federal, está avaliado em R$ 25 milhões. A situação de alerta na qual se encontram as cidades contempladas no plano e a possibilidade de novos deslizamentos de terra nas encostas motivaram o Governo de Pernambuco a cobrar do ministério os recursos. A reunião ocorreu em Brasília em julho passado e contou com a presença dos chefes da Defesa Civil, tenente-coronel Fábio Rosendo, e da Casa Militar, coronel Eduardo Pereira.

Apoio federal
Para ter acesso ao benefício, de acordo com o Ministério da Integração Nacional, as cidades afetadas por desastres naturais precisam obter o reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública. Além disso, deve apresentar um Plano de Trabalho com o diagnóstico dos danos. As solicitações são feitas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) e as medidas de apoio federal são definidas com base na análise da equipe técnica da Secretaria-Executiva de Defesa Civil (Sedec). Além de Pernambuco, o apoio federal também contempla os estados de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Juntos, representam um repasse de R$ 11,6 milhões.(Folhape).


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domingo, 6 de agosto de 2017

Dois mortos e oito detidos em ataque a base militar na Venezuela

Presidente diz que dos 10 atacantes que ficaram nas instalações de Paramacay, nove são civis e um é um tenente desertor há meses
Ativista contra o governo mostra cápsulas de bala após protesto em Valencia


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o ataque lançado por cerca de vinte homens contra a base militar de Valencia (norte) deixou, neste domingo (6), dois mortos e oito detidos, um dos quais está ferido.

"Dois foram abatidos pelo fogo leal à pátria, um está ferido. Destes 10 atacantes que ficaram nas instalações de Paramacay, nove são civis e um é um tenente desertor há meses, que tinha dado baixa (foi reformado)", assegurou o presidente em seu programa dominical de TV.

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Sobrevoo de helicópteros, barricadas, blindados, detonações. A tensão tomou conta da cidade venezuelana de Valencia (norte). Em meio a boatos de um motim, o governo de Nicolás Maduro assegurou ter frustrado na madrugada uma incursão "terrorista" de um grupo de civis e um oficial desertor, vestindo trajes camuflados, no forte Paramacay.

"Há uma semana os vencemos com votos e hoje tivemos que vencer o terrorismo com balas", disse Maduro, em alusão às eleições de sua toda-poderosa Assembleia Constituinte.

"Dois [invasores] foram abatidos pelo fogo leal à pátria, um está ferido. Destes 10 atacantes que ficaram nas instalações de Paramacay, nove são civis e um é um tenente desertor há meses, que tinha dado baixa (foi reformado)", assegurou o presidente em seu programa dominical de TV.

A cifra revisou para cima um balanço divulgado anteriormente pelo comandante do Exército Jesus Suárez Chourio, que havia reportado um morto e um ferido grave no ataque à base, que os militares afirmam ter sido rapidamente contido.

Outros oficiais haviam mencionado a detenção de "vários" atacantes. No destacamento atacado, o general Suárez assegurou que os atacantes "foram derrotados". 

"Estamos aqui festejando o triunfo da pátria em paz", afirmou, diante de um pelotão. No entanto, em Valencia (180 km a oeste de Caracas), a situação era tensa. Helicópteros sobrevoavam os arredores da base, sede da 41ª brigada do Exército, e militares em blindados e com armas longas patrulhavam o local, comprovou uma equipe da AFP.

Após o incidente, dezenas de pessoas ergueram barricadas nas proximidades de Valencia, onde puseram troncos de árvores e queimaram lixo, desatando confrontos com militares da Guarda Nacional que os dispersaram com bombas de gás lacrimogêneo e projéteis de chumbo. 

Pequenos distúrbios também foram registrados em um setor do leste de Caracas, onde manifestantes tentaram bloquear uma rodovia e foram reprimidos pela Guarda Nacional.

Oposição exige "verdade"
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, assegurou que a incursão à base se tratou de "um ataque terrorista do tipo paramilitar", segundo um comunicado que assinou diante de uma câmera, junto com outros comandantes militares, finalizando com seu lema habitual: "Chávez vive, a luta continua!"

Para ele, o ataque foi executado por "um grupo de delinquentes civis vestindo uniformes militares e por um primeiro-tenente em situação de deserção".

Padrino não deu grande importância ao acontecimento e afirmou que "não é mais que um show de propaganda, uma quimera, um passo desesperado da extrema direita", como Maduro chama a oposição. 

"Faz parte dos planos de desestabilização e conspiração contínua" para "evitar que se consolide o renascimento da nossa república", completou Padrino, em referência à Assembleia Constituinte, alvo de um forte repúdio internacional e de denúncias de fraude.

O ministro reiterou o "apoio incondicional" da Força Armada a Maduro, confrontado há quatro meses a protestos que já deixaram 125 mortos.

Os atacantes "foram repelidos imediatamente", destacou o ministro e general Remigio Ceballos, comandante Estratégico Operacional, que ainda informou que sete invasores foram capturados e "estão fornecendo dados".

Padrino apontou que essas pessoas confessaram ter sido contratadas por "ativistas da extrema-direita venezuelana em conexão com governos estrangeiros" e que "parte do grupo conseguiu furtar algumas armas".

O presidente do Parlamento venezuelano, Julio Borges, exigiu do governo a verdade sobre este fato e que se abstenha de uma "caça às bruxas" contra a oposição.

Maduro denuncia frequentemente planos de golpe de Estado de seus adversários políticos, os quais teriam o apoio dos Estados Unidos. 

Suposto motim
O incidente foi revelado após a divulgação nas redes sociais e em vários meios de comunicação de um vídeo supostamente gravado na 41ª Brigada Blindada de Valencia, no qual um homem se apresenta como capitão e declara "rebelião" contra Maduro e exige um "governo de transição".

"Nós nos declaramos em rebelião legítima (...) para desconhecer a tirania assassina de Nicolás Maduro. Esclarecemos que isto não é um golpe, esta é uma ação cívica e militar para restaurar a ordem constitucional", afirma o homem que se identificou como o capitão Juan Caguaripano.

O homem aparecia com outros 15 vestidos com roupas camufladas, alguns armados.

"Exigimos a formação imediata de um governo de transição e eleições gerais livres", declarou. 

Sem fazer referência a Caguaripano, Padrino garantiu que o suposto desertor é um "oficial subalterno que há três anos foi retirado da instituição por traição à pátria e rebelião", e que fugiu para os Estados Unidos.

Caguaripano seria ligado a uma brigada anti-sequestro e extorsão. Ele é fugitivo desde 2014, segundo o jornal El Nacional.

A Força Armada é o principal apoio de Maduro, que lhe confere grande poder político e militar. 

O incidente ocorreu horas depois de Leopoldo López, o mais emblemático entre os cerca de 500 opositores presos, retornar à prisão domiciliar após passar quatro dias em uma cadeia militar por suspeita de fuga.

López foi condenado a quase 14 anos de prisão por "incitar a violência" nos protestos de 2014 que deixaram 43 mortos. (247).



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Justiça Federal derruba liminar que suspendia aumento de tributos dos combustíveis


O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) derrubou, nesta sexta-feira (4), a decisão da Justiça Federal em Macaé, no norte do Estado do Rio, que havia suspendido o aumento das alíquotas do PIS e Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol em todo o país. Com a nova decisão, o aumento nos impostos volta a valer imediatamente.
A alta foi anunciada pelo governo como medida para reforçar a arrecadação, diante do quadro de aperto nas contas públicas.
O reajuste nas alíquotas do PIS/Cofins sobre a gasolina, o diesel e o etanol foi determinado por meio de decreto presidencial no dia 20 de julho. A alíquota subiu de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passou de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, antes zerada, aumentou para R$ 0,1109. (Fonte: O Globo)

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...