sexta-feira, 16 de junho de 2017

Temer é o chefe da ditadura dos corruptos


Os historiadores do futuro vão ficar na dúvida a respeito de qual epíteto é o mais adequado para definir Michel Temer.
Mordomo de filme de terror? Vice decorativo? Traidor? Golpista? Corrupto?
Tomo a liberdade de sugerir que o chamem de "coveiro da Nova República". Traidor de Ulysses Guimarães.
Acho que é a definição mais adequada porque tudo o que ele e o bando que trouxe para o Planalto fizeram até agora, em um ano de mandato ilegítimo, foi anular o que a constituição de 1988 introduziu em matéria de direitos civis e econômicos com o objetivo de diminuir a monumental desigualdade social que vigora no Brasil.
Valendo-se de uma maioria na Câmara e no Senado que tem o mesmo perfil do governo, composto por investigados e suspeitos de corrupção, que são protegidos por Temer até mesmo com a criação de ministérios especiais, como no caso de Moreira Franco.
Eles não derrubaram a presidente eleita para colocarem o país nos trilhos e sim para enterrarem a Nova República.
Temer é o coveiro-mor.
Aqueles que achavam exagero chamar de golpe o que aconteceu no ano passado, podem constatar agora que foi golpe, sim, e a prova é que Temer e seus subalternos não fizeram outra coisa nesses quase 400 dias de governo a não ser mudar a constituição.
Que é a primeira medida de todos os golpistas quando chegam ao poder.
E mudar para pior. Para retroceder aos tempos pré-ditadura Vargas.
A constituição-cidadã está virando uma constituição-cortesã.
Ainda não está claro o que virá depois da Nova República. O que é certo é que ela está morta e o estágio atual se assemelha a uma ditadura.
Não é uma ditadura clássica, civil, como a de Vargas ou militar, como a de 64.
É uma ditadura nova, fruto dos tempos atuais: a ditadura dos corruptos.
Eles mandam no Executivo, no Legislativo e no Judiciário.
Todos chefiados por Temer.
E não precisam do aplauso das ruas. Preferem o cheiro dos cavalos.
Tanto é uma ditadura que o principal movimento de oposição a ela clama por Diretas Já.
Não estamos mais naqueles tempos românticos da caixinha do Adhemar.
Não estamos mais no tempo em que o sobrenome de outro corrupto notório deu origem a um novo verbo: malufar.
Não estamos mais no tempo de Collor.
Todos amadores perto dos que agora ocupam os postos-chave da República.
A corrupção se tornou tão corriqueira nas relações entre políticos e empresários e cresceu tanto que os corruptos, agora, são maioria.
Agem, agora, como organização criminosa tipificada na Lei 12.850 promulgada pela presidente Dilma em 2013, que regulamentou a "colaboração premiada" dos delatores e a "ação controlada" da Polícia Federal, na qual o próprio Temer está incurso:
§ 1o Considera-se organização criminosa a associação de 4 (quatro) ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que sejam de caráter transnacional.
Nessa organização temos um brilhante fabricante de medidas provisórias, chamado Eduardo Cunha, preso em Curitiba; um carregador de mala milionária, preso em Brasília, chamado Rodrigo Rocha Loures; um coronel aposentado que recebe 1 milhão por ordem de Temer e paga as reformas das suas filhas; um turista eventual chamado Henrique Eduardo Alves, também preso; uma "mula" do ministro Padilha, chamado José Yunes; um resoluto defensor dos interesses particulares em detrimento dos públicos, Geddel Vieira Lima, prestes a ser preso. Falta alguma coisa para tipificar uma organização criminosa?
Ah, e todos comandados por uma pessoa que entra num jato particular sem saber de quem é, recebe visitas clandestinas no porão do palácio, recomenda manter a compra do silêncio de um corrupto notório, pede e recebe dinheiro de Marcelo Odebrecht, concorda em subornar juízes
A noção de vergonha também se esvaziou com o passar dos anos. Quando ficou patente que Collor comandava uma organização criminosa na qual era representado por PC Farias, sua base de apoio se desmilinguiu.
Agora, não; os fatos desabonadores que saem todos os dias em desfavor de Temer não provocam a debandada que se espera de políticos que juraram cumprir a constituição e dos quais se espera serem no mínimo honestos.
Nem ratos nem tucanos abandonam o navio pirata.
Em vez de repúdio, Temer recebe apoio.
E os tucanos ainda dizem que com isso estão ajudando o país.
Resta saber qual. (247).

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PSDB ADMITE PELA 1ª VEZ QUE AÉCIO NÃO É INOCENTE



O PSDB já começou a preparar as exéquias do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), que terá seu pedido de prisão julgado no próximo dia 20. É o que fica claro na entrevista concedida pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) a Talita Fernandes e Bruno Boghossian, na Folha.
Pela primeira vez, um dirigente tucano afirmou que Aécio não é inocente no escândalo JBS, em que foi flagrado num esquema de propinas de R$ 2 milhões – dinheiro recebido por seu primo Fred Pacheco; "Uma pegadinha, com certeza. Foi montado. Agora, isso não o inocenta totalmente, porque foi montada uma armadilha e ele caiu. Tem que averiguar quais as razões que teve para ele cair", disse Tasso, ao se referir à ação controlada da Polícia Federal que gravou Aécio, sua irmã Andrea Neves e seu primo Fred.
Tasso também deixou claro que o apoio do PSDB a Michel Temer é insustentável. "Não tenho condições de dizer se ele é culpado ou não, mas tenho condições de dizer que, praticamente com todo o seu gabinete preso, processado ou pego em flagrante, e as próprias gravações com ele, ele precisa muito rapidamente comprovar sua inocência para ter autoridade suficiente para levar esse momento difícil."
Segundo o senador, o sistema político brasileiro entrou em colapso. "A crise não vai se aprofundar apenas por causa da decisão eventual da PGR. Estamos vivendo um sistema político que apodreceu e morreu. A corrupção que era de batedor de carteira virou de quadrilhas internacionais", afirma. Ele diz ainda que os deputados votarão livremente sobre a acusação contra Temer que será oferecida pela procuradoria-geral da República. "Não há decisão, mas com certeza os deputados vão agir como juízes e votar de acordo com sua consciência, não de acordo com orientação." (247).

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Motorista alcoolizado capota carro ao tentar fugir da Policia Rodoviária Federal em Cabrobó

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Homem havia sido autuado por embriaguez ao volante em outra ocasião e já foi preso  por tráfico de drogas 
Um motorista que estava sob efeito de álcool  capotou com o carro nesta quinta-feira (15), ao tentar fugir de uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 428, em Cabrobó,  no Sertão de Pernambuco.  O homem, de 36 anos, teve ferimentos leves e foi socorrido para o hospital do município.
Agentes da PRF realizavam uma fiscalização na rodovia, quando deram ordem de parada ao motorista de um carro com placas de Goiás, que não obedeceu e fugiu em alta velocidade. Durante a tentativa de fuga, o  homem jogou o carro contra a viatura por três vezes e dirigiu de forma perigosa por cerca de quatro quilômetros, até perder o controle do veículo e capotar.
Ao ser atendido no hospital, o médico constatou que o motorista havia ingerido bebida alcoólica. Após consulta, foi verificado que ele era reincidente no crime de embriaguez ao volante e já havia sido preso por tráfico de drogas. (Via: C.Geral).

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CELSO AMORIM DIZ QUE TEMER AMEAÇA SOBERANIA NACIONAL

Geraldo Magela

O ex-chanceler Celso Amorim publicou importante artigo neste fim de semana, em que retrata o governo Michel Temer como uma perigosa ameaça à soberania nacional. "A soberania é o que define uma nação como tal, do ponto de vista jurídico e político. Se abrirmos mão de parcelas importantes desse atributo essencial dos povos independentes, estaremos nos condenando a um papel de ator secundário e subordinado na cena internacional, com repercussões no bem-estar da nossa população e na segurança do Brasil como Nação".
Confira, abaixo, a íntegra:
Celso Amorim, em artigo publicado na Carta Capital
Não é só no terreno das medidas internas (como Previdência Social, relações trabalhistas e investimentos sociais) que a desmontagem do que resta de um projeto de desenvolvimento autônomo e inclusivo do Brasil está sendo levada a cabo por um governo que carece da legitimidade que só o voto do povo pode conferir.

Dois fatos recentemente noticiados, sem muita análise, têm o potencial de afetar de maneira significativa a visão que até hoje prevaleceu sobre a inserção do Brasil no contexto global e regional. Comecemos pelo mais simples. Segundo relatos, sempre esparsos e desprovidos de detalhes, estariam programados (ou já em curso) exercícios militares envolvendo alguns de nossos vizinhos, além de Panamá e Estados Unidos.

O objetivo dessas manobras estaria definido por seu caráter humanitário, mas, segundo comentários não desmentidos, elas poderiam também servir a questões ligadas à segurança, como o combate ao narcotráfico. O parceiro norte-americano do Brasil, nessas operações, seria o Comando Sul do Pentágono, uma espécie de quartel-general avançado para questões latino-americanas e caribenhas, por meio do qual Washington procura garantir sua hegemonia na região.

Cabem, a propósito, duas ou três observações, que faço com certa cautela, até porque as informações a respeito desses exercícios não são facilmente disponíveis. Um primeiro comentário refere-se justamente à relativa falta de transparência que cerca o tema, diferentemente, por exemplo, da ampla divulgação dada à chamada Operação Ágata, realizada em nossas fronteiras durante o governo Dilma Rousseff.

Na época, o esforço de transparência visava também, mas não exclusivamente, tranquilizar os países fronteiriços sobre os objetivos da operação e dar-lhes garantia de que sua soberania não seria violada. Outro ponto refere-se ao objetivo dos exercícios e o que eles implicarão na prática. A presença de forças extrarregionais, entendidas como não sul-americanas, em exercícios militares sempre foi vista com bem fundamentada cautela, se não mesmo desconfiança, por nossas Forças Armadas. A presença de observadores, mesmo em uma operação definida como humanitária, dá acesso a dados e informações fundamentais à nossa segurança (e à dos nossos vizinhos).

O Brasil, em diversos governos, sempre foi muito prudente nesse particular. Recordo-me, a propósito, de um episódio ocorrido no governo Itamar Franco, quando um cônsul dos Estados Unidos pretendeu acompanhar a vistoria do terreno em que se deu a matança de índios ianomâmis. Na ocasião, o diplomata foi retirado do helicóptero em que embarcou juntamente com autoridades brasileiras, por orientação expressa do Itamaraty.

Talvez ainda mais grave, o fato de essas manobras ocorrerem em um momento especialmente delicado que vivem vários países da América do Sul alimenta suspeitas e desconfianças que procuramos, ao longo dos anos, superar. A criação do Conselho de Defesa Sul-Americano, no âmbito da Unasul, contribuiu decisivamente para melhorar a atmosfera das relações entre países da região de diferentes matizes ideológicos, afastando a ameaça de conflitos que pareciam iminentes.

Uma fissura entre países descritos como “bolivarianos” e os que se perfilam (em tese) a um suposto padrão democrático liberal não interessa ao Brasil, que deve justamente zelar pela concórdia e a unidade na América do Sul, respeitando o princípio essencial do pluralismo. Ao que tudo indica, o esforço em acentuar essa personalidade sul-americana (consubstanciado, entre outras iniciativas, na criação da Escola Sul-americana de Defesa – Esude) está cedendo lugar a cediças concepções de “Segurança Hemisférica”, gestadas durante a Guerra Fria.

O outro tema que gera preocupação é o da apressada adesão à OCDE, o clube de países ricos. O Brasil, como outros emergentes, há anos tem acordos de parceria com aquela organização, mas sempre evitou tornar-se membro pleno. Há razões econômicas e de natureza geopolítica nessa postura. No mesmo dia em que escrevo este artigo, um jornal especializado salienta que o Brasil terá de assumir novas obrigações em matéria de liberalização econômica, mesmo antes de ser admitido como integrante pleno.

Entre os que defendem, por boa-fé ou dever de ofício, esse curso de ação, argumenta-se que o Brasil pratica muitas das normas preconizadas pela OCDE. A diferença é que, hoje, elas podem ser revistas e modificadas por um governo que venha a ser legitimamente eleito. No caso de adesão à organização, tais normas se transformam em obrigação internacional, cujo descumprimento implicaria censura ou, no limite, algum tipo de sanção.

Mas o prejuízo maior será de natureza geopolítica. Nos últimos anos, de forma explicita e, há mais tempo, de modo intuitivo, o Brasil tem se pautado pela visão de que um mundo multipolar, sem hegemonias ou consensos fabricados nas capitais dos países desenvolvidos, era o que mais nos convinha.

A tendência à multipolaridade, no campo econômico, foi consideravelmente fortalecida pelo surgimento dos BRICS. Foi a ação concertada dessas grandes economias emergentes, no fórum do G-20, na esteira da crise financeira do fim da primeira década deste século, que se possibilitou uma reforma, ainda que modesta, do sistema de cotas do FMI e do Banco Mundial, reforma que só foi implementada quando as cinco economias emergentes decidiram criar suas próprias instituições financeiras.

A soberania é o que define uma nação como tal, do ponto de vista jurídico e político. Se abrirmos mão de parcelas importantes desse atributo essencial dos povos independentes, estaremos nos condenando a um papel de ator secundário e subordinado na cena internacional, com repercussões no bem-estar da nossa população e na segurança do Brasil como Nação.

* Foi ministro das Relações Exteriores nos governos Itamar e Lula e ministro da Defesa no primeiro mandato de Dilma Rousseff (247).


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Concurso na UPE com 388 vagas e salários de até R$ 4.599,02

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A Universidade de Pernambuco (UPE) abre concurso oferecendo 388 vagas para profissionais do nível superior e técnico do Interior, da Mata Norte e Sul, além da Região Metropolitana do Recife. O edital foi publicado nesta quinta-feira (15) no Diário Oficial. Serão disponibilizadas 222 vagas para o cargo de assistente técnico de gestão universitária, 157 para analista técnico de gestão Universitária, e 9 serão para o cargo de médico.
As remunerações variam de acordo com o cargo: R$1.157,98 (assistente técnico), R$2.605,45(analista técnico) e R$ 4.599,02 (médico). As inscrições começam nesta quinta e podem ser feitas através do endereço eletrônico www.upenet.com.br através do link “Concurso UPE 2017”.
O valor é de R$70,00, para o cargo de assistente técnico, e de R$100,00 para os demais cargos. Os pagamentos poderão ser efetuados até o dia 17 de julho.
As oportunidades oferecidas pela UPE serão para vagas nas Unidades de Educação e de Saúde em Arcoverde, Caruaru, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada, Garanhuns, Mata Norte, Mata Sul, RMR e o Complexo Hospitalar da Universidade. Veja o edital completo. (Via: C.Geral).

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Abastecimento d'água é retomado em Cortês após enchentes

Reparo foi realizado pela prefeitura, com tubulações doadas pela Compesa, e beneficiou cerca de 400 famílias
Tubulação foi doada pela Compesa para Cortês
Tubulação foi doada pela Compesa para CortêsFoto: Prefeitura de Cortês / Divulgação

Interrompido por conta das fortes chuvas do início do mês, o abastecimento de água do município de Cortês, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, foi restabelecido nesse sábado (10). O reparo foi realizado pela prefeitura, com tubulações doadas pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), e beneficiou cerca de 400 famílias da Agrovila Barra de Jangada.

Segundo a Prefeitura de Cortês, as enchentes danificaram o abastecimento na cidade e na zona rural, mas apenas a Agrovila Barra de Jangada continuava sem água nas torneiras. E só agora o problema pôde ser resolvido, com a normalização do nível de água do Rio Sirinhaém. Por isso, no sábado, trabalhadores da Secretaria de Obras e do Departamento de Água da cidade recolocaram os canos que atendem à Agrovila com a ajuda de voluntários.

Apesar da normalização do abastecimento, Cortês tem grande número de desabrigados e desalojados já que 168 casas foram atingidas pelos deslizamentos de barreiras e seis foram destruídas pelos deslizamentos das encostas. Segundo a prefeitura, 38 famílias desabrigadas, totalizando 118 pessoas, estão em abrigos. Outras 1.363 pessoas desalojadas estão em casas de parentes.(Via:Folhape).


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Em Juazeiro tem concurso de quadrilhas e São João das comunidades neste final de semana

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O final de semana será agitado em Juazeiro. A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, realiza o São João nas Comunidades e o Concurso de Quadrilhas. Dias 16 e 17, às 18h, o Juá Garden Shopping recebe as quadrilhas e  de 16 a 18 será a vez das comunidades do Residencial São Francisco, Alto da Aliança, Monte Castelo e Maniçoba acontecem os festejos juninos.
“O São João das Comunidades é uma parceria da Prefeitura de Juazeiro com Associações de Moradores e grupos culturais organizados que desenvolvem festividades juninas em suas localidades. Nesse final de semana, de 16 a 18, o Residencial São Francisco terá festa com os grupos  musicais Chamego Tropical e Mega Top; dias 16 e 17 o Bairro Alto da Aliança será animado pelos grupos Mega Top e o Cantor Beto Brasileiro; dia 17 será a vez do Monte Castelo com a banda Os Joaquinos e em Maniçoba se apresenta o conjunto musical Chamego Tropical. Todos começam a partir das 19h”, explica o Superintendente de Eventos, Josinaldo Cícero.
Nos dias 16 e 17, sexta e sábado, a partir das 18h, acontece o concurso de quadrilhas no Shopping Juá Garden. Serão 13 grupos de quadrilhas. “Esse será o maior concurso de quadrilhas já realizado pela Prefeitura de Juazeiro tanto do ponto de vista da quantidade de quadrilhas participantes, quanto da representatividade. As maiores quadrilhas da região irão concorrer”, afirma o Gerente de Cultura, Ramon Raniere.
Serão premiadas a primeira e segunda melhor quadrilha junina estilizada, melhor quadrilha local, melhor rainha e melhor marcador. O recurso previsto para a realização do concurso é de R$12.500,00. (Via: C.Geral).

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Câmara aprova o fim da escala 6x1, numa das maiores vitórias do governo Lula

  Proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. No segundo turno, foram 461 votos por mudanças nas jornadas de trabalho e 19 contra...