quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Mais aumentos! Petrobras eleva preço da gasolina em 3,5% e do diesel em 4,2%

  Por Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
Preços da gasolina e do diesel caem nas refinarias
Tomaz Silva/Agência Brasil


A Petrobras anunciou, na noite desta quarta-feira (18), reajuste nos preços da gasolina e do óleo diesel. Os novos valores passam a valer nesta quinta-feira (19) nas vendas de refinarias para distribuidoras.
O litro da gasolina foi reajustado em 3,5% e o do diesel, em 4,2%. Para o consumidor final, porém, sobre esses valores, serão acrescidos encargos tributários e trabalhistas e as margens de lucro dos postos de combustíveis.
Na última segunda-feira (16), a Petrobras divulgou nota sobre o bombardeio de refinarias na Arábia Saudita, responsável pela produção de 5% do petróleo mundial, o que gerou uma imediata elevação dos preços dos combustíveis no mundo. A estatal informou, na ocasião, que continuaria monitorando os preços do petróleo e não faria um ajuste de forma imediata.
O último reajuste da gasolina no Brasil havia sido em 5 de setembro e o do diesel, em 13 de setembro. Em sua página na internet, a Petrobras explica como funcionam o mecanismo e as decisões de formação de preços dos combustíveis por ela vendidos.
“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.
Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis."


Blog do BILL NOTICIAS

Projeto de Serra entrega dinheiro dos impostos a banqueiros e pode quebrar o país

(Foto: Roque de Sá/Agência Senado | Reprodução)

A coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli, entrou uma carta aos deputados alertando os riscos de uma possível aprovação do projeto de lei 459/2017, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que possibilita a criação de um sistema de venda do fluxo tributário, o que pode fazer com que o dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes acabe na mão de grandes investidores. Fattorelli alerta que o modelo, chamado de securitização da dívida, é semelhante ao que levou à quebra da economia da Grécia. Depois de entregar o pré-sal às petroleiras internacionais, Serra agora quer entrar o dinheiro dos impostos aos bancos.
“Temos alertado Vossas Excelências para o fato de que o PLP 459/2017, que se encontra na pauta de votação do Plenário da Câmara dos Deputados, representa a legalização de esquema financeiro fraudulento semelhante ao que quebrou a Grécia e mais 17 países europeus que emprestaram garantias a esse esquema”, ressalta o documento entregue por ela aos parlamentares.
Além da entrega da carta aos deputados, a Auditoria Cidadã, juntamente com outras instituições como a ANDES/SN, ANFIP, FENAFISCO, FENASTC, SINPROFAZ, também enviou uma notificação extrajudicial à Mesa Diretora da Câmara e aos líderes partidários “para que ninguém alegue depois que não sabia do alcance do projeto”.
“A pressa da banca em se apoderar dos recursos dos tributos – antes que esses cheguem ao orçamento – tem sido a única explicação para o injustificado “regime de urgência” que atropelou o necessário trâmite do PLP 459/2017 pelas diversas comissões temáticas, tanto na Câmara como no Senado, levando-o diretamente ao Plenário de forma temerária e irresponsável, sem o devido conhecimento de seus danos e implicações”, alerta o texto.
Leia a íntegra da carta entregue aos parlamentares sobre o assunto. 
Excelentíssimos(as) Deputados(as) Federais,
Temos alertado Vossas Excelências para o fato de que o PLP 459/2017, que se encontra na pauta de votação do Plenário da Câmara dos Deputados, representa a legalização de esquema financeiro fraudulento semelhante ao que quebrou a Grécia e mais 17 países europeus que emprestaram garantias a esse esquema.
O texto do PLP 459/2017 é obscuro e confuso, justamente para esconder os imensos e irreparáveis danos a todos os entes federados brasileiros e a toda a sociedade, razão pela qual foi endereçada “Interpelação Extrajudicial” para cada líder partidário, disponível em https://bit.ly/2CWLyDP , assinada por importantes entidades da sociedade civil: ACD, ANDES/SN, ANFIP, FENAFISCO, FENASTC, SINPROFAZ.
Considerando que apesar dos diversos alertas e até interpelação extrajudicial o referido projeto continua sendo pautado, protocolamos a presente DENÚNCIA para mais uma vez alertar Vossas Excelências para o fato de que o(a) Deputado(a) Federal que votar favoravelmente à aprovação do PLP 459/2017 estará autorizando a “legalização” de esquema financeiro fraudulento que representa, na prática:
1) Venda do Fluxo da Arrecadação Tributária: os tributos que pagamos serão desviados antes de alcançar o orçamento público. Tal escândalo está disfarçado no texto do PLP 459/2017 que diz “cessão de direitos originados de créditos tributários…”. Esses “direitos originados” são, na realidade, o dinheiro arrecadado dos tributos que pagamos, que sequer alcançarão os cofres públicos!
2) Pagamentos por fora dos controles orçamentários, mediante o desvio dos tributos que pagamos para investidores privilegiados. Devido à venda do fluxo da arrecadação, parte da arrecadação será destinada por fora dos controles orçamentários, durante o percurso dos recursos pela rede bancária arrecadadora!
3) Geração de dívida pública ilegal, mediante a utilização de nova empresa estatal que está sendo criada em cada ente federado para emitir debêntures, cujo produto da venda é em grande parte destinado ao ente federado, porém, a um custo exorbitante, como comprovado em CPI da PBH ATIVOS S/A em Belo Horizonte: em troca de R$ 200 milhões recebidos por ocasião da venda das debêntures, o Município cedeu fluxo de arrecadação tributária no valor de R$ 880 milhões + IPCA + 1% ao mês, entre outros custos!
4) Comprometimento das finanças públicas com vultosas garantias e indenizações em total desobediência à Lei de Responsabilidade Fiscal!
5) Danos incalculáveis ao orçamento público, tendo em vista que os recursos da arrecadação tributária passarão a ser sequestrados durante o percurso pela rede bancária e, devido ao “sigilo bancário” vigente no país, isso significa completa perda do controle da arrecadação tributária.
Tal esquema é insustentável, além de ilegal, afronta a Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal e todas as leis de finanças do país, como já se manifestou o Ministério Público de Contas e outros órgãos de controle, como mencionado no texto da “Interpelação Extrajudicial” antes mencionada https://bit.ly/2CWLyDP .
Não foi feito o necessário estudo de impacto financeiro e orçamentário exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, nem houve a imprescindível manifestação da CCJ e demais Comissões temáticas, apesar desse projeto ferir toda a legislação de finanças do país! Estamos diante de um verdadeiro escândalo!
A pressa da banca em se apoderar dos recursos dos tributos – antes que esses cheguem ao orçamento – tem sido a única explicação para o injustificado “regime de urgência” que atropelou o necessário trâmite do PLP 459/2017 pelas diversas comissões temáticas, tanto na Câmara como no Senado, levando-o diretamente ao Plenário de forma temerária e irresponsável, sem o devido conhecimento de seus danos e implicações.
No momento em que o país está privatizando praticamente todas as empresas estatais estratégicas e lucrativas, o PLP 459/2017 prevê a criação de novas empresas estatais na modalidade de sociedades de propósito específico (a exemplo da PBH Ativos S/A, CPSEC S/A, entre outras) que sequer atendem ao disposto no Art. 173 da Constituição, pois, ao contrário de atenderem a interesses nacionais, o propósito dessas novas estatais é servir de veículo para operar esse esquema financeiro fraudulento.
Diante desses graves riscos aos orçamentos públicos, apresentamos a presente DENÚNCIA, com o objetivo de mais uma vez alertar Vossas Excelências para a necessidade de REJEITAR O PLP 459/2017, ou, no mínimo, a revogar a sua urgência, para que a complexa e danosa operação de que trata da chamada “Securitização de Créditos Públicos” seja devidamente conhecida, em todos os seus efeitos, por todos os deputados e deputadas, que terão a responsabilidade de votar tal projeto.
Maria Lucia Fattorelli Coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida. (247)


Blog do BILL NOTICIAS

Ministro da Educação ofende petistas após vitória da Mega-Sena e deve responder na Justiça



O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disparou com agressividade e ofensa contra os funcionários do PT na Câmara dos Deputados que levaram R$ 120 milhões em um bolão da Mega-Sena. Em postagens no Twitter, Weintraub, em vez de cuidar dos problemas da Educação, se dedicou a fazer piadas que sugeriam que todos os petistas fossem corruptos e ladrões.
"URGENTE: grupo de petistas fica milionário e, aparentemente, não há roubo na parada", escreveu em uma mensagem. "Grupo do PT fica milionário sem roubar. Parabéns à tigrada. Agora já podem parar de defender o Lula", publicou em outra. "Os ganhadores da loteria já passaram no shopping para comprar cuecas extra grandes? (Velhos hábitos...)", publicou ainda.
"Face às suas calúnias, nos resta um único caminho: discutir na justiça e pedir a sua condenação", respondeu o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP). "Vai ter responder na justiça, canalha", reagiu o deputado Paulão (PT-AL). "Aguarde um processo!", escreveu Zeca Dirceu (PT-PR). "Desprezível e leviano, Weintraub deveria cuidar do ensino público brasileiro que está em decadência e se dar ao respeito", criticou a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR).
Os petistas que dividirão o prêmio apostavam todas as semanas e chamavam a aposta de “bolão Lula Livre”. Ao todo, 50 famílias serão beneficiadas e cada apostador gastou apenas 10 reais. Eles dividirão a bolada com as copeiras que sempre participavam da aposta, mas não jogaram desta vez.
Confira abaixo os tuítes:


Blog do BILL NOTICIAS