segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Em evento do grupo empresarial do G20, Alckmin ressalta papel do Brasil na segurança alimentar

O B20 Brasil reúne cerca de 900 representantes do setor industrial e quer propor ao fórum políticas em diversas áreas

Vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (Foto: Cadu Gomes/VPR)


Durante o lançamento do Business 20 (B20 Brasil), grupo empresarial ligado ao G20, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), ressaltou o papel do Brasil em garantir a segurança alimentar do planeta.

Por sediar o principal fórum de cooperação econômica internacional em novembro deste ano, que será no Rio de Janeiro, o Brasil vai realizar ao longo do ano diversos eventos ligados ao G20, quando também preside a entidade.

Durante discurso na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o vice-presidente ressaltou que o mundo atravessa várias dificuldades pós-pandemia, com retração das atividades econômicas, inflação e conflitos. Só na Faixa de Gaza, o número de palestinos mortos até o momento é de quase 27 mil.

"O Brasil pode fazer toda a diferença neste momento nos três temas de hoje: preocupação planetária, segurança alimentar e clima. Nós somos o campeão da produção de proteína animal e vegetal, temos a energia mais limpa do planeta e uma enorme contribuição a dar na descarbonização", acrescentou.

O B20 Brasil reúne cerca de 900 representantes do setor industrial e quer propor ao fórum políticas em áreas como comércio, investimento, emprego, educação, transformação digital, transição energética, clima, finanças, infraestrutura, integridade, compliance, sistemas alimentares sustentáveis, agricultura, mulheres, diversidade e inclusão nos negócios. A presidência do grupo está a cargo desde dezembro da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Além de Alckmin, o evento também contou com a presença do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), do presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, e do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante.

AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO - Já o presidente do BNDES ressaltou que o Brasil é protagonista mundial na produção de açúcar, café, suco de laranja, carne bovina, carne de frango, milho, soja e algodão. "Em um momento histórico de grandes desafios, nós precisamos ter uma agricultura cada vez mais com baixo carbono, porque 74% das emissões do Brasil vêm da terra, 24% da produção da agropecuária e metade do desmatamento", defendeu Mercadante.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, lembrou da importância do investimento do governo para o crescimento da indústria. "Não existe economia forte sem indústria forte, e todos os países, como Estados Unidos, Coreia do Sul, Alemanha e China estão revisitando suas cadeias de valor", completou. - (Sputnik Brasil).


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Bolsonaro tentou se impor como o único neoliberal viável na sua "superlive", mas a PF pode ter estragado o plano

Ação policial nos endereços de Carlos Bolsonaro vai testar a resiliência do bolsonarismo

Flávio, Jair, Eduardo e Carlos Bolsonaro (Foto: Reprodução)

A "superlive" realizada por Jair Bolsonaro e seus filhos neste domingo foi notável como produto de comunicação.  Além do alcance em si, com milhões de visualizações, ela teve um roteiro claro e bem definido. Na entrada, o ex-presidente apresentou seus "valores": um político contra o aborto, a favor do armamento e contra as drogas. Em seguida, disse como iniciou sua carreira política numa live que também tinha como objetivo central atrair corações e mentes para a direita radical. Na terceira parte, mandou recados para a classe dominante, ao se colocar como defensor intransigente do agronegócio, do estado mínimo e dos interesses da Avenida Faria Lima, citando, por exemplo, o caso da Vale, que hoje coloca em campos opostos o governo Lula e o capital financeiro. Por último, abriu espaço para que seus filhos vendessem treinamentos para aqueles que pretendem se tornar multiplicadores da ideologia de direita ou se candidatar nas próximas eleições. E – last, but not least – Bolsonaro transmitiu todas essas mensagens usando como escudo a camisa da seleção de futebol de Israel, reforçando sua identidade com o sionismo no exato momento em que se discute o genocídio em Gaza. Na prática, Bolsonaro se colocou novamente como representante dos opressores.

Todas as falas têm coerência e fazem parte de uma tentativa clara da família Bolsonaro de se impor à direita tradicional. Com a guerra cultural no campo dos "valores" e a adesão ao sionismo, o bolsonarismo pesca votos entre os mais pobres, suscetíveis a temas como drogas, violência e aborto, e o público evangélico, que vê nos judeus o "povo escolhido". Com a defesa do agro, da Faria Lima e do estado mínimo, ele tenta manter o apoio das regiões Sul e Centro-Oeste e também dos setores rentistas da classe dominante que o apoiaram nas eleições presidenciais de 2018 e 2022. Finalmente, com a abertura para que qualquer pessoa possa se candidar e se tornar um multiplicador da ideologia de direita, ele pesca votos entre os individualistas que, dominados pela lógica neoliberal, não enxergam perspectivas de progresso numa sociedade mais justa e igualitária. O curso oferecido pelos filhos de Jair é uma oportunidade de "se dar bem" na política, assim como ocorreu com toda a família Bolsonaro, usando como biombo a defesa da família e dos valores cristãos.

Outro aspecto importante da superlive foi a ideia de união familiar. Pela primeira vez, Jair apareceu numa transmissão junto com seus filhos Flávio, que é senador, Eduardo, deputado federal, e Carlos, vereador no Rio de Janeiro. Portanto, mesmo estando inelegível, o patrimônio eleitoral tem dono e pertence à família. Pode ser transferido a um dos filhos, ou mesmo à ex-primeira-dama Michelle. Neste contexto, o recado transmitido à classe dominante seria o de que o bolsonarismo ainda seria a única alternativa política viável para levar adiante o projeto neoliberal no Brasil. Não há mais PSDB, nenhuma alternativa de direita civilizada despontou no horizonte e as candidaturas que estão sendo ensaiadas, como a do governador Ronaldo Caiado, do União Brasil, imploram pelo apoio de Jair Bolsonaro. Ocorre que a cada dia que passa fica mais claro que o ex-presidente não pretende passar o bastão a ninguém que não seja de seu círculo mais íntimo, ou seja, da própria família.

A estratégia bolsonarista foi explicitada na superlive de domingo, mas um fato novo, de grande repercussão surgiu na manhã de segunda, quando a Polícia Federal bateu na porta do vereador Carlos Bolsonaro e em outros endereços ligados ao provável chefe do chamado "gabinete do ódio" e da "Abin paralela". A tendência é que a partir de agora, como uma procuradoria-geral da República atuante e comandada por Paulo Gonet, as vísceras do bolsonarismo sejam expostas em praça pública. O discurso da direita radical será claramente o da perseguição política, mas o fato é que a batida policial irá testar a resiliência do bolsonarismo entre seus eleitores. Nem todos estão completamente gadificados. Ao governo Lula, cabe seguir em frente no projeto de reconstrução nacional e retomada do desenvolvimento, deixando que as instituições façam livremente o seu trabalho. - (Leonardo Attuch). 



Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.


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Carlos usava assessores para obter informações da Abin, diz PF

 

Vereador queria informações de inquéritos contra a família

Renan Olaz/CMRJ

A Polícia Federal (PF) investiga se o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) usava assessores para solicitar informações de forma ilegal por meio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A suspeita está no relatório de investigação que baseou a operação desta segunda-feira (29) contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em uma das mensagens obtidas pelos investigadores, Luciana Almeida, apontada como assessora de Carlos Bolsonaro, entra em contato com Priscila Pereira e Silva, identificada como assessora do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, para solicitar "ajuda " da "Abin paralela".

De acordo com a mensagem de WhatsApp, que faz parte do inquérito, a solicitação envolvia dados sobre as investigações contra Jair Bolsonaro e seus filhos.

“Bom diaaaa. Tudo bem? Estou precisando muito de uma ajuda. Delegada PF. Dra. Isabela Muniz Ferreira – Delegacia da PF Inquéritos Especiais Inquéritos: 73.630 / 73.637 (Envolvendo PR e 3 filhos).  Escrivão: Henry Basílio Moura", diz a mensagem. 

Após avaliar o material apreendido, a PF passou a suspeitar que os contatos entre Carlos Bolsonaro e Ramagem eram feitos por meio de seus assessores.

"Destaca-se que conforme se depreende da IPJ 183071/2024 que a comunicação entre os investigados del. Alexandre Ramagem e Carlos Bolsonaro se dá precipuamente por meio de seus respectivos assessores”, diz a PF no relatório.

Na decisão na qual autorizou as buscas e apreensões contra Carlos Bolsonaro e os demais envolvidos na investigação, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), argumenta que as provas obtidas até o momento demonstram a existência de uma "organização criminosa" para realizar ações clandestinas na Abin.

"Os elementos de prova colhidos até o momento indicam, de maneira significativa, que a organização criminosa infiltrada na Abin também se valeu de métodos ilegais para a realização de ações clandestinas direcionadas contra pessoas ideologicamente qualificadas como opositoras, bem como para fiscalizar indevidamente o andamento de investigações em face de aliados políticos", escreveu Moraes.

Na quinta-feira (21), o ministro também autorizou buscas contra o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor-geral da Abin durante o governo de Jair Bolsonaro.

De acordo com o processo, Ramagem, policiais e delegados da PF que estavam cedidos para a Abin, além de servidores do órgão, teriam participado de uma organização criminosa para monitorar ilegalmente autoridades públicas. O caso é conhecido como "Abin paralela".

Defesa

Agência Brasil busca contato com a defesa de Carlos Bolsonaro. 

Pelas redes sociais, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, irmão do vereador, classificou a operação como "ato ilegal, além de "imoral".

"Esse estado de coisas não pode permanecer, não pode uma ordem judicial ter uma ampliação dessa forma. Isso é ato ilegal, além de imoral", declarou. - (Por André Richter - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Fernando Fraga



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sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

PF investiga monitoramento indevido de autoridades pela Abin

 

Operação Vigilância Aproximada cumpre 21 mandados de busca e apreensão

Policia Federal/Divulgação


A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) a Operação Vigilância Aproximada para investigar organização criminosa que se instalou na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Os investigados, segundo a corporação, monitoravam ilegalmente autoridades públicas e outras pessoas, utilizando-se de ferramentas de geolocalização de dispositivos móveis sem autorização judicial. 

Em nota, a PF informou que cumpre 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares que incluem a suspensão imediata do exercício das funções públicas de sete policiais federais. Ao todo, 18 diligências de busca e apreensão estão sendo cumpridas em Brasília, uma em Juiz de Fora (MG), uma em São João Del Rei (MG) e uma no Rio de Janeiro. 

A operação é uma continuação das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro do ano passado. As provas obtidas pela corporação à época indicam que o grupo criou uma estrutura paralela na Abin e utilizou ferramentas do Estado para produzir informações para uso político e midiático, “para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações da Polícia Federal”. 

Ainda de acordo com a PF, os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. - (Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Graça Adjuto



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Abin foi usada para monitorar promotora do caso Marielle, diz PF

 

Presidente da Câmara e governador do Ceará também teriam sido alvos

Antônio Cruz/Agência Brasil

As investigações da Polícia Federal (PF) envolvendo o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) revelam que a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi usada para monitorar a promotora responsável pela investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, além de outras autoridades. Os crimes teriam ocorrido no durante o governo de Jair Bolsonaro, quando Ramagem foi diretor da Abin. Marielle foi morta em março de 2018.

Mais cedo, a PF realizou buscas e apreensões contra Ramagem e outros investigados. Agentes estiveram no gabinete do parlamentar na Câmara dos Deputados e nas residências dele em Brasília e no Rio de Janeiro. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações na Corte. 

De acordo com a decisão de Moraes que embasou as buscas, Ramagem, policiais e delegados da PF que estavam cedidos para a Abin, além de servidores do órgão, teriam participado de uma organização criminosa para monitorar ilegalmente autoridades públicas. O caso é conhecido como "Abin paralela".

O monitoramento ilegal ocorria, segundo as investigações, por meio do uso do programa espião First Mile. Produzido por uma empresa israelense de defesa cibernética, o equipamento permite monitorar os passos dos alvos escolhidos por meio da localização do celular. O software foi comprado no governo Michel Temer. 

Segundo os investigadores,  foram monitorados a promotora do Ministério Público do Rio de Janeiro Simone Sibilio, que atuou na investigação inicial do caso Marielle, o então presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e Camilo Santana, que era governador do Ceará e é o atual ministro da Educação.

"Em outra oportunidade, novamente, ficou patente a instrumentalização da Abin, para monitoramento da promotora de Justiça do Rio de Janeiro e coordenadora da força-tarefa sobre os homicídios qualificados perpetrados em desfavor da vereadora Marielle Franco e do motorista que a acompanhava, Anderson Gomes", diz o relatório de investigação.

Ministros do STF

O grupo também teria atuado para difundir informações falsas e vincular os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes a uma facção criminosa. As suspeitas estão em um arquivo eletrônico apreendido na primeira fase da operação, realizada no ano passado.

"O arquivo 'prévia Nmni.docx’ mostra a distorção, para fins políticos, da providência, indicando a pretensão última de relacionar a advogada Nicole Fabre e os ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes com a organização criminosa Primeiro Comando da Capital – PCC, alimentando a difusão de fake news contra os magistrados da Suprema Corte”, complementa o relatório.

Interferência

As investigações também indicam que a Abin teria sido usada para interferir em investigações envolvendo os filhos de Bolsonaro, Jair Renan e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).  Ramagem e os outros acusados também teriam atuado para abafar as investigações internas sobre o uso ilegal do órgão.

"A alta gestão interferiu nas apurações disciplinares para que não fosse divulgada a instrumentalização da Abin", completou o relatório.

Defesa

Pelas redes sociais, Bolsonaro não fez comentários relacionados à operação, mas publicou um vídeo antigo no qual Ramagem informa que o programa espião foi comprado na gestão do presidente Michel Temer.

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, classificou a operação de "perseguição" a Bolsonaro.

Em nota, o senador Flávio Bolsonaro negou ter sido favorecido de alguma forma pela Abin.  "Isso é um completo absurdo e mais uma tentativa de criar falsas narrativas para atacar o sobrenome Bolsonaro", afirmou.

Alexandre Ramagem ainda não se manifestou sobre a operação. - (Por André Richter - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Nádia Franco



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Alexandre Ramagem é alvo da Operação Vigilância Aproximada

 

Presidente do PL diz que ex-diretor da Abin sofre perseguição



Tomaz Silva/Agência Brasil


O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) é um dos alvos da Operação Vigilância Aproximada, deflagrada nesta quinta-feira (25) pela Polícia Federal, para investigar organização criminosa que teria se instalado na Abin para monitorar ilegalmente autoridades, jornalistas e políticos.

Esse monitoramento teria sido feito sem autorização judicial, por meio da ferramenta First Mile, utilizada para geolocalização de dispositivos móveis.

Delegado da Polícia Federal, Ramagem foi nomeado diretor-geral da Abin em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele deixou o cargo em março de 2022. As suspeitas levantadas contra Ramagem foram comentadas pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto via redes sociais.

“Está claro que mais essa operação da PF de hoje contra o deputado Alexandre Ramagem é uma perseguição por causa do Bolsonaro. Esse negócio de ficar entrando nos gabinetes é uma falta de autoridade do Congresso Nacional. Rodrigo Pacheco deveria reagir e tomar providências”, declarou Costa Neto. “Isso é pura perseguição e pode acabar elegendo o Ramagem com mais facilidade no Rio de Janeiro”, acrescentou.

Anatel

A utilização irregular do sistema de geolocalização já havia sido denunciada à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) por operadoras de telefonia. A Anatel confirmou à Agência Brasil que “há três processos a respeito do assunto em andamento”, mas que “os documentos estão com restrições de acesso de acordo com hipóteses previstas na legislação”.

Segundo a Anatel, os processos em questão são os de número 53500.020929/2023-85; 53500 020935/2023-32; e 53500020452/2023-38.

Operação

De acordo com a PF, a Operação Vigilância Aproximada cumpre nesta quinta-feira 21 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares que incluem a suspensão imediata do exercício das funções públicas de sete policiais federais.

Ao todo, 18 diligências de busca e apreensão estão sendo cumpridas em Brasília, uma em Juiz de Fora (MG), uma em São João Del Rei (MG) e uma no Rio de Janeiro.

A operação é uma continuação das investigações da Operação Última Milha, deflagrada em outubro do ano passado.

As provas obtidas pela corporação à época indicam que o grupo criou uma estrutura paralela na Abin e utilizou ferramentas do Estado para produzir informações para uso político e midiático, “para a obtenção de proveitos pessoais e até mesmo para interferir em investigações da Polícia Federal”.

Abin e MPF

Em outubro de 2023, a Abin informou que sua Corregedoria-Geral havia concluído, em fevereiro, o processo de correição extraordinária sobre o sistema de geolocalização usado por servidores do órgão; e que, em março, instaurou uma sindicância investigativa interna para apurar se o sistema, adquirido em 2018, foi utilizado de forma irregular.

De acordo com a Abin, as informações apuradas durante a sindicância interna estavam sendo repassadas aos órgãos competentes, e os servidores investigados já haviam sido afastados.

Na época, o Ministério Público Federal também abriu um procedimento para apurar a denúncia sobre o uso irregular do sistema pela Abin. Na sequência, a PF instaurou um inquérito para averiguar o caso.

Agência Brasil tentou contatar a defesa de Alexandre Ramagem, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria. - (Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil - Brasília).

Edição: Fernando Fraga



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Governo de Pernambuco anuncia novas mudanças em diretorias das Polícias Militar e Civil

 

Tanto os nomes dos dispensados, quanto os dos novos admitidos, foram anunciados no DO desta quinta (25)


                                      Por Blog da Folha

A governadora Raquel Lyra (PSDB) realizou novas trocas nas diretorias da Polícia Militar e Civil de Pernambuco, ambas subordinadas a Secretaria de Defesa Social (SDS). As mudanças foram publicadas no Diário Oficial desta quinta-feira (25).

A lista de exonerações — com mais de 30 nomes — contudo, já era esperada.

A maioria das dispensas estão com efeito retroativo para 23 de janeiro de 2024, um dia após o anúncio da troca dos comandantes da Polícia Civil, Simone Aguiar, e da PM, o coronel Tibério César dos Santos.

Segundo a governadora, as mudanças de segunda-feira (22) foram feitas para "fortalecer as ações das operativas da Secretaria de Defesa Social e fazer de Pernambuco um estado mais seguro”.

25 novos nomes foram designados para assumir as funções. 

Confira abaixo a lista de mudanças

Dispensas
Coronel QOPM WOLNEY ALEXANDRE PEREIRA DA SILVA, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Administrativo de Tecnologia, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM WERNER WALTER HEUER GUIMARAES, matrícula nº 9401920, da Função Gratifi cada de Gestor de Administração, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM JOSÉ MARIO CANEL FIGUEREDO, matrícula nº 9402799, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Administrativo de Apoio ao Sistema de Saúde, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM FRED JORGE PARENTE SARAIVA, matrícula nº 9300333, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional de Planejamento, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM GEOVANI AUGUSTO GOMES NASCIMENTO, matrícula nº 9300694, da Função Gratifi cada de Chefe da 2ª Seção do Estado Maior Geral, símbolo FDA-2, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM REGINALDO PEREIRA DE OLIVEIRA FILHO, matrícula nº 9300287, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Administrativo de Ensino, Instrução e Pesquisa, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM EMILIO JORGE VIEIRA DE FREITAS, matrícula nº 9205080, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional Metropolitano, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM PAULO CESAR GONCALVES CAVALCANTE, matrícula nº 9300309, da Função Gratifi cada de Diretor Integrado do Interior 1, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM ADRIEL HENRIQUE DE LIMA SERAFIM, matrícula nº 9402314, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional do Interior 1, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM ROMILDO RODRIGUES DE LIMA, matrícula nº 9402616, da Função Gratifi cada de Coordenador da Ajudancia Geral, símbolo FDA-4, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM IVSON AMILCAR BOTELHO DA SILVA, matrícula nº 9300562, da Função Gratifi cada de Diretor Integrado Especializado, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM ALEXANDRE TAVARES DE OLIVEIRA SILVA, matrícula nº 920506-3, da Função Gratifi cada de Diretor de Planejamento Operacional, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 02 de janeiro de 2024.

Coronel QOPM WOLNEY ALEXANDRE PEREIRA DA SILVA, matrícula nº 9300589, para exercer a Função Gratifi cada de Gestor de Administração, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM CLETO ANTÔNIO MORAES RIBEIRO, matrícula nº 920486-5, da Função Gratifi cada de Diretor Integrado Metropolitano, símbolo FDA1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 02 de janeiro de 2024.

Delegado Especial de Polícia Civil MAURO CABRAL DA CUNHA CAVALCANTI FILHO, matrícula nº 2991640,da Função Gratifi cada de Subchefe de Polícia Civil, da Polícia Civil de Pernambuco, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024

Dispensar a Delegada Especial de Polícia Civil BEATRIZ CRISTINA FAKIH LEITE MARQUES, matrícula nº 2725568, da Função Gratifi cada de Diretora Integrada Metropolitana da Polícia Civil, símbolo FDA-1, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024

Coronel PM IVANILDO CESAR TORRES DE MEDEIROS, matrícula nº 9507124, da Função Gratifi cada de Gerente Geral de Articulação, Integração Institucional e Comunitária, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Tenente Coronel PM BENONI CAVALCANTI PEREIRA, matrícula nº 9506578, da Função Gratifi cada de Gerente de Integração e Capacitação, símbolo FDA-2, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Tenente Coronel PM JONAS SOBRAL MORENO, matrícula nº 9600337, da Função Gratifi cada de Gerente Geral de Análise Criminal e Estatística, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, a contar de 23 de janeiro de 2024.

Tenente Coronel BM THYNDALLE BRAINER DE ANDRADE, matrícula n° 950670-5, da Função Gratifi cada de Gestor de Convênios Federais, símbolo FDA-3, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Delegado Especial de Polícia Civil RENATO MARCIO ROCHA LEITE, matrícula nº 2082608, da Função Gratifi cada de Gerente Geral do Centro Integrado de Inteligência de Defesa Social, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Segundo Sargento PM GUSTAVO HENRIQUE SILVA SALES, matrícula nº 9309160, da Função Gratifi cada de Assessor de Análise Criminal e Estatística, símbolo FDA-4, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

JOSE ADELINO DOS SANTOS NETO, matrícula nº 4557140, da Função Gratifi cada de Gerente Geral de Planejamento e Gestão, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social

Tenente Coronel BM SIDNEI JOSE FERNANDES CAVALCANTI, matrícula nº 9507590, da Função Gratifi cada de Gerente Geral de Programas e Projetos Especiais, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social.

ANA CAROLINA DIAS MELO, matrícula nº 3642003, da Função Gratifi cada de Superintendente Administrativa Financeira, símbolo FDA-1, da Secretaria de Defesa Social.

FRANCISCO DE ASSIS VIDAL FILHO do cargo em comissão de Superintendente de Gestão Administrativa, símbolo DAS-3, da Secretaria de Defesa Social, a partir de 25 de janeiro de 2024.

REBECA HASHIMOTO DE ATHAYDE do cargo em comissão de Gestora de Apoio Administrativo, símbolo DAS-5, da Secretaria de Defesa Social.

Major BM JOSE CARLOS TIBURCIO DE LIMA, matrícula nº 9301933, da Função Gratifi cada de Gerente de Controle Orçamentário, símbolo FDA-2, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel PM JAIME BARBOSA DE LIMA do cargo em comissão de Gerente Geral do Centro Integrado de Operações de Defesa Social, símbolo DAS-2, da Secretaria de Defesa Social.

HALYSSON MOJI GOMES FERREIRA PONTES, matrícula nº 2960540, da Função Gratifi cada de Gerente de Administração Geral, símbolo FDA-2, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

FRANCISCA ERICA DA SILVA BEZERRA, matrícula nº 2724782, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional Especializado, símbolo FDA-3, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

PAULO GUSTAVO COELHO DIAS, matrícula 2725371, da Função Gratifi cada de Gestor do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa, símbolo FDA-3, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM FÁBIO JOSÉ BAGETTI DE LIMA, matrícula nº 920463-6, da Função Gratifi cada de Gestor de Controle Administrativo de Assistência Social, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 02 de janeiro de 2024.

Designações
Coronel QOPM JOÃO BARROS CORREIA JUNIOR, matrícula nº 9402284, para exercer a Função Gratifi cada de Diretor de Planejamento Operacional, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, a contar de 25 de janeiro de 2024.

Coronel QOPM JOSÉ MARIO CANEL FIGUEREDO, matrícula nº 9402799, para exercer a Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional de Planejamento, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social

Tenente Coronel QOPM WASHINGTON MANOEL DE SOUZA, matrícula nº 9506934, para exercer a Função Gratifi cada de Chefe da 2ª Seção do Estado Maior Geral, símbolo FDA-2, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, a contar de 25 de janeiro de 2024.

Coronel QOPM REGINALDO PEREIRA DE OLIVEIRA FILHO, matrícula nº 9300287, para exercer a Função Gratifi cada de Diretor Integrado Metropolitano, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Tenente Coronel ARMSTRONG FRANCISCO DA SILVA, matrícula nº 9402659, para exercer a Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional Metropolitano, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM ADRIEL HENRIQUE DE LIMA SERAFIM, matrícula nº 9402314, para exercer a Função Gratifi cada de Diretor Integrado do Interior 1, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel QOPM ROMILDO RODRIGUES DE LIMA, matrícula nº 9402616, para exercer a Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional do Interior 1, símbolo FDA-3, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social

Coronel QOPM JAIME BARBOSA DE LIMA, matrícula nº 9600205, para exercer a Função Gratifi cada de Diretor Integrado Especializado, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel PM MARCOS AURÉLIO RAMALHO DE SOUZA, matrícula nº 9300384, da Função Gratifi cada de Subcomandante Geral da Polícia Militar, símbolo FDA, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024

Coronel PM CLAUDIO RICARDO GONÇALVES LOPES, matrícula nº 9402624, da Função Gratifi cada de Chefe do Estado Maior Geral, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Coronel QOPM JAMERSON PEREIRA DE LIRA, matrícula nº 9401989, da Função Gratifi cada de Coordenador de Planejamento do Estado Maior Geral 4, símbolo FDA-4, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Coronel PM CLAUDIO RICARDO GONÇALVES LOPES, matrícula nº 9402624, para exercer a Função Gratifi cada de Subcomandante Geral da Polícia Militar, símbolo FDA, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Coronel QOPM JAMERSON PEREIRA DE LIRA, matrícula nº 9401989, para exercer a Função Gratifi cada de Chefe do Estado Maior Geral, símbolo FDA-1, da Polícia Militar de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Delegada Especial de Polícia Civil BEATRIZ CRISTINA FAKIH LEITE MARQUES, matrícula nº 2725568, para exercer a Função Gratifi cada de Subchefe de Polícia Civil, da Polícia Civil de Pernambuco, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024

Coronel PM BENONI CAVALCANTI PEREIRA, matrícula nº 9506578, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente Geral de Articulação, Integração Institucional e Comunitária, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Coronel BM JOSE JAILTON SIQUEIRA DE MELO, matrícula nº 7980060, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente de Integração e Capacitação, símbolo FDA-2, da Secretaria de Defesa Social, a contar de 23 de janeiro de 2024.

Coronel BM THYNDALLE BRAINER DE ANDRADE, matrícula n° 950670-5, para exercera Função Gratifi cada de Gerente Geral de Análise Criminal e Estatística, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Delegado Especial de Polícia Civil FELIPE MONTEIRO COSTA, matrícula nº 2724723, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente Geral do Centro Integrado de Inteligência de Defesa Social, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

Delegado Especial de Polícia Civil RAMON CEZAR DA CUNHA TEIXEIRA, matrícula nº 2960648, para exercer a Função Gratifi cada de Assessor de Análise Criminal e Estatística, símbolo FDA-4, da Secretaria de Defesa Social, com efeito retroativo a 23 de janeiro de 2024.

JOSE ADELINO DOS SANTOS NETO, matrícula nº 4557140, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente Geral de Programas e Projetos Especiais, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social.

ANA CAROLINA DIAS MELO, matrícula nº 3642003, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente Geral de Planejamento e Gestão, símbolo FDA, da Secretaria de Defesa Social.

REBECA HASHIMOTO DE ATHAYDE para exercer o cargo em comissão de Superintendente de Gestão Administrativa, símbolo DAS-3, da Secretaria de Defesa Social.

Major BM JOSE CARLOS TIBURCIO DE LIMA, matrícula nº9301933, para exercer a Função Gratifi cada de Superintendente Administrativo Financeiro, símbolo FDA-1, da Secretaria de Defesa Social.

FRANCISCO DE ASSIS VIDAL FILHO para exercer o cargo em comissão de Gestor de Apoio Administrativo, símbolo DAS-5, da Secretaria de Defesa Social.Nº248 - Designar o Comissário Especial de Polícia JOSE BARBOSA CORDEIRO JUNIOR, matrícula nº 2728907, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente de Controle Orçamentário, símbolo FDA-2, da Secretaria de Defesa Social.

Coronel PM ALEXANDRE TAVARES DE OLIVEIRA SILVA, matrícula nº 920506-3, para exercer o cargo em comissão de Gerente Geral do Centro Integrado de Operações de Defesa Social, símbolo DAS-2, da Secretaria de Defesa Social.

MAURO CABRAL DA CUNHA CAVALCANTI FILHO, matrícula nº 2991640, para exercer a Função Gratifi cada de Gerente de Administração Geral, símbolo FDA-2, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

PAULO GUSTAVO COELHO DIAS, matrícula 2725371, para exercer a Função Gratifi cada de Gestor de Controle Operacional Especializado, símbolo FDA-3, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

PAULO GUSTAVO GONDIM BORBA CORREIA DE SOUZA, matrícula 2725223, para exercer a Função Gratifi cada de Diretor Integrado Metropolitano, símbolo FDA-1, da Polícia Civil de Pernambuco, da Secretaria de Defesa Social.

IVALDO PEREIRA SANTIAGO JÚNIOR, matrícula nº 2960559, da Secretaria de Defesa Social, para responder pelo expediente da Diretoria Integrada Especializada, da referida Secretaria, no período de 24 de janeiro a 08 de julho de 2024, durante a ausência de sua titular, em gozo de licença prêmio e férias regulamentares.


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