sábado, 3 de abril de 2021

Governador do Piauí rebate Bolsonaro e cobra volta do auxílio emergencial no valor de R$ 600

 


Durante uma live, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou, nessa quinta-feira, 1º, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), de demagogo por críticas à demora na retomada do auxílio emergencial. A declaração do presidente repercutiu e o chefe de Estado, que também é presidente do Consórcio Nordeste e coordenador da temática Estratégias para vacina contra Covid-19 no Fórum Nacional dos Governadores, rebateu discordando do valor prometido pelo governo federal para a nova rodada do benefício.

Dias defendeu o valor de do benefício de R$ 600 para compensar também o período que a população ficou sem o pagamento. ”Mas as condições do meu Estado e dos demais não são comparáveis às da União. Veja o bom exemplo dos Estados Unidos da América, o presidente Joe Biden anunciou hoje um pacote com U$ 2,3 trilhões, equivalente no Brasil seria  R$ 13,1 trilhões. O que estamos pedindo para os mais pobres no Brasil seria R$ 44 bilhões e tenho certeza que mandando a proposta o Congresso Nacional como fez no ano passado, aprova na hora, com apoio da base do governo e da oposição”, declarou Dias.

O governador ainda afirmou que está trabalhando duro para oferecer crédito de apoio às atividades econômicas, com o foco para renda. "Vamos seguir buscando o diálogo, independente das disputas eleitorais e tratando o Presidente da República do meu país, como o chefe de Estado a quem devemos recorrer para socorrer, especialmente os que mais precisam, os mais pobres, os que passam fome sim, que precisam de mais vacinas e solução para filas nos hospitais...", ressaltou o Dias. “Aqui no Piauí, a exemplo de outros Estados e alguns municípios, estamos ajudando aos mais pobres como podemos", completou.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), saiu em defesa do colega Wellington Dias e enfatizou que o auxílio emergencial é tarefa do governo federal. "Agora, Bolsonaro nessas lives que ele faz disse que o Wellington estaria fazendo demagogia, que ele é responsável pela perda dos postos de trabalho do Piauí, que Wellington que tem que garantir auxílio emergencial para o povo do Piauí. Muito bem, então Bolsonaro fica com a live, com o cercadinho e as férias? E o governador tem que fazer tudo no lugar dele? Não. Auxílio emergencial é uma tarefa federal no mundo inteiro. Nos Estados Unidos, Biden acabou de lançar um pacote sócio-econômico. Então, nós temos que tratar isso a sério”, disse. (Por Blog da Folha/Carol Brito).


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Ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19 continua elevada em Petrolina; novo óbito é registrado

 

Foto: Ascom PMP/SMS divulgação

Petrolina não registrou novos casos positivos de Covid-19 no dia de ontem (2), mas a taxa de ocupação dos leitos de UTI continua elevada – está em 95,1%. Dos 82 leitos, 78 estão ocupados, sendo 60 por pacientes de Petrolina e 18 por aqueles de outras cidades da região. Os números estão no boletim da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

O número de infectados permanece em 20.325, enquanto o de curas clínicas passou para 18.256, com os 130 pacientes recuperados da doença, registrados no boletim de ontem. Isso representa 89,8% do total de casos confirmados.

O município também confirmou um novo óbito pela doença. Trata-se de uma mulher de 71 anos, com histórico de comorbidades. Ela estava internada em um hospital público e morreu na última quinta (1). Petrolina passa a ter, agora, 280 óbitos em decorrência da Covid-19.

Mais detalhes

Dos casos investigados, a SMS monitora 1.432 pessoas com possibilidade de estarem infectadas. Até o momento 82.182 casos já foram descartados porque as pessoas testadas tiveram resultados negativos. Quanto aos casos ativos, o município tem 1.789. Todas as informações sobre a pandemia na cidade também estão disponíveis no site da prefeitura.(Via Carlos Britto).


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Com 84 anos, Agnaldo Timóteo morre de covid-19 no Rio

 

Cantor estava hospitalizado desde o dia 17 de março

Todas as Bonsas/TV Brasil

Morreu neste sábado (3), o cantor Agnaldo Timóteo, vítima da covid-19, aos 84 anos. Ele estava hospitalizado desde o dia 17 de março, no Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada em nota publicada pela família do artista.

“É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da covid-19 e faleceu hoje às 10h45. Temos a convicção que Timóteo deu o seu melhor para vencer essa batalha e a venceu. Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações”, disse a família.

Mineiro de Caratinga, ele foi ainda jovem para o Rio em busca de oportunidades, onde foi ajudado pela cantora Angela Maria, tendo gravado o seu primeiro disco em 1961, aos 25 anos de idade.

Dono de uma voz potente, sua carreira foi se fortalecendo, até estourar nas paradas em 1967, com o disco Obrigado Querida, com a canção Meu Grito, de Roberto Carlos, ficando em primeiro lugar nas principais rádios do país. O disco veio ainda com dois grandes sucessos da sua carreira: Mamãe Estou Tão Feliz" (Mamma) e Os Verdes Campos da Minha Terra. Segundo o próprio Agnaldo, Meu Grito consolidou a sua carreira.

Sua popularidade era baseada em um repertório romântico e na potência vocal. Tinha público cativo em todo o país, fazendo shows que lotavam os auditórios com seus fãs.

Gravou 64 discos em sua carreira. Em janeiro deste ano, comandou uma apresentação beneficente pela internet aos pés do Cristo Redentor, uma de suas últimas aparições públicas. Era torcedor fanático do Botafogo, clube que divulgou nota lamentando sua morte.

Política

O cantor também trilhou o caminho político. Em 1982, foi eleito deputado federal pelo PDT no Rio de Janeiro, com mais de 500 mil votos. Depois, ingressou no extinto PDS, cumprindo o restante de seu mandato. Ele se candidatou ao governo do Rio, em 1990, sendo derrotado. Em 1993 transferiu-se para o extinto PPR. Voltou à Câmara Federal em 1995. Em 1997, concorreu a uma cadeira na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, pelo extinto PPB, alcançando a maior votação do partido.

Tentou a reeleição no pleito municipal de 2000, mas não obteve êxito. Transferiu-se para São Paulo e retomou a carreira política ao candidatar-se a vereador em 2004, pelo PP. Foi reeleito em 2008 para novo mandato como vereador paulistano, cargo do qual licenciou-se em 2010 para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Porém, obteve apenas uma suplência. Foi candidato à reeleição em 2012, mas não obteve votação suficiente. Deixou a atividade política para voltar a se dedicar à música. (Por Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro).

Edição: Kelly Oliveira



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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Consulta sobre auxílio emergencial pode ser feita a partir desta sexta (2)

 

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil

Trabalhadores poderão saber se foram incluídos no auxílio emergencial 2021 a partir desta sexta-feira (2). Inicialmente prometida para a quinta (1º), a consulta teve de ser adiada “em função da necessidade de alinhamento dos canais de atendimento dos três órgãos diretamente envolvidos no programa - o Ministério da Cidadania, a Dataprev e a Caixa”, explicou a Dataprev, em nota.


Consulta
A consulta poderá ser feita pelo Portal de Consultas da Dataprev. Para isso, o cidadão deverá informar CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento. Quem já recebe o Bolsa Família e inscritos no CadÚnico não estarão na lista da Dataprev já que, nesses casos, as parcelas serão depositadas automaticamente - desde que o beneficiário se encaixe nos critérios de elegibilidade do auxílio.

Depósitos
Segundo calendário divulgado pela Caixa, os pagamentos começam no dia 6 de abril para os trabalhadores que fazem parte do Cadastro Único e para os que se inscreveram por meio do site e do aplicativo Caixa Tem. Os depósitos serão feitos na conta poupança digital da Caixa, acessada pelo aplicativo Caixa Tem. O beneficiário do auxílio emergencial terá direito, primeiramente, à movimentação digital e, posteriormente, aos saques.

Para os beneficiários do Bolsa Família, os pagamentos começam em 16 de abril e seguirão o calendário de pagamento do benefício.

Números
Em 2021, serão pagos R$ 43 bilhões a 45,6 milhões de brasileiros que atendem aos requisitos exigidos. Do montante, R$ 23,4 bilhões serão destinados ao público já inscrito em plataformas digitais da Caixa (28,6 milhões de beneficiários), R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único do Governo Federal (6,3 milhões) e mais R$ 12,7 bilhões para atendidos pelo Programa Bolsa Família (10,6 milhões).

Critérios
Para conceder as quatro parcelas do auxílio emergencial este ano o governo definiu novas faixas de pagamento:

- Mulheres chefes de família: R$ 375

- Famílias com duas ou mais pessoas, exceto aquelas com mães chefes de família: R$ 250

- Auxílio para pessoas que moram sozinhas: R$ 150

Podem receber
- Famílias com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550) e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300);

- Público do Bolsa Família poderá escolher o valor mais vantajoso entre os benefícios e receber somente um deles.

- Trabalhadores informais;

- Desempregados;

- Microempreendedor Individual (MEI).

Não podem receber o auxílio
- Trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos;

- Pessoas que não movimentaram os valores do auxílio emergencial e sua extensão em 2020;

- Quem estiver com o auxílio do ano passado cancelado;

- Cidadãos que recebem benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e do PIS/Pasep;

- Médicos e multiprofissionais;

- Beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares;

- Quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019 ou tinha, em 31 de dezembro daquele ano, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

- Cidadãos com menos de 18 anos, exceto mães adolescentes.

- Quem estiver no sistema carcerário em regime fechado ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão. (

Por: Agência Brasil

 

Por: Wellton Máximo).




“Acordo China-Irã é jogada de mestre”, diz Lejeune Mirhan

 

(Foto: Reprodução | Reuters)

Para o sociólogo e professor Lejeune Mirhan, o acordo de cooperação estratégica que libera investimentos chineses de grande escala em setores-chave da economia iraniana tem um caráter profundamente anti-imperialista, que deve rebaixar o papel dos Estados Unidos no Oriente Médio.

“Este acordo é, dentro da geopolítica mundial, uma jogada de dois grandes mestres internacionais de xadrez: o Irã e a China, com seus respectivos chanceleres. Ele tem dois efeitos. Primeiro, é minimizar e quase zerar toda a eficácia das sanções que os Estados Unidos vêm impondo ao Irã há décadas. Isso por si só é uma grande vitória. Segundo, rebaixa o papel dos Estados Unidos em todo o Oriente Médio. Por esses dois aspectos, estamos vendo o caráter profundamente anti-imperialista, que é todo respaldado em transferência de tecnologia, de ciência, de acordos acadêmicos, mas também militares de desenvolvimento de novas tecnologias, de novas armas, de transferência de inteligência e até a criação de montadoras de automóveis dos dois países visando exportações de carros para todo o Oriente Médio”, explica.

Lejeune aponta que o acordo fortalece a resistência de países e grupos anti-imperialistas na região: “Ele começa a ser construído a partir de um encontro em 23 de janeiro de 2020 entre os dois presidentes. Na verdade, a primeira versão é de 2015. Em 2020 eles apertam as mãos e ontem ele foi definitivamente sacramentado. É uma grande vitória dos povos, porque fortalece o líder do chamado ‘arco da resistência’ no Oriente Médio, que é o Irã, junto com a Síria e o Líbano e, evidentemente, o Hezbollah”. (Brasil247).

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ESTUDO - Asteroide que dizimou dinossauros ajudou a florir as florestas tropicais

 

Iano Andrade/CB/D.A Press

As florestas tropicais são, hoje, os maiores focos de biodiversidade no planeta e desempenham um papel importante nos sistemas climáticos mundiais. Um novo estudo publicado na revista Science lança luz sobre as origens desses ecossistemas e pode ajudar os cientistas a entender como eles responderão às rápidas mudanças desencadeadas, principalmente, pelas emissões de gases de efeito estufa. O estudo, liderado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Tropical Smithsonian (IPTS) e com participação da Universidade Federal de Mato Grosso, também mostra que o impacto do asteroide que encerrou a era dos dinossauros há 66 milhões de anos fez com que 45% das plantas no que hoje é a Colômbia fossem extintas, e abriu caminho para o reinado de espécies com flores nas florestas tropicais modernas.

'Queríamos saber como as florestas tropicais mudaram após uma perturbação ecológica drástica, como o impacto de Chicxulub (o evento que levou à extinção dos dinossauros), então, procuramos por fósseis de plantas tropicais', conta Mónica Carvalho, primeira autora do artigo e pós-doutoranda conjunta do IPTS e da Universidade do Rosario, na Colômbia. 'Nossa equipe examinou mais de 50 mil registros fósseis de pólen e mais de 6 mil fósseis de folhas de antes e depois do impacto do asteroide.'

Na América Central e do Sul, geólogos se esforçam para encontrar fósseis expostos por abertura de estradas de terra e de minas, antes que as fortes chuvas as levem embora, e a selva os esconda novamente. Antes desse estudo, pouco se sabia sobre o efeito da extinção dos dinossauros na evolução das plantas com flores que hoje dominam os trópicos americanos. Carlos Jaramillo, paleontólogo da equipe do Smithsonian e sua equipe estudaram grãos de pólen de 39 locais que incluem afloramentos rochosos e núcleos perfurados para exploração de petróleo na Colômbia, para pintar um grande quadro regional de florestas antes e depois do impacto.

Sombra e luz
Pólen e esporos obtidos de rochas mais antigas do que o impacto mostram que as florestas tropicais eram igualmente dominadas por samambaias e plantas com flores. As coníferas, como as parentes do pinheiro Kauri e do pinheiro da Ilha Norfolk, vendidas em supermercados na época do Natal (Araucariaceae), eram comuns e projetavam suas sombras sobre as trilhas dos dinossauros. Após o impacto, as coníferas desapareceram quase completamente dos trópicos do Novo Mundo, e as plantas com flores assumiram o controle. A diversidade das espécies não se recuperou por cerca de 10 milhões de anos após o impacto do asteroide.

Fósseis de folhas contaram à equipe muito sobre o clima anterior e o meio ambiente local. Carvalho e Fabiany Herrera, pós-doutorada associada do Instituto Negaunee para Ciência e Ação da Conservação do Jardim Botânico de Chicago, lideraram o estudo de mais de 6 mil espécimes. Trabalhando com Scott Wing no Museu Nacional de História Natural do Smithsonian e outros pesquisadores, a equipe encontrou evidências de que as árvores da floresta tropical antes do impacto estavam bem espaçadas, permitindo que a luz atingisse o solo da floresta.

Dentro de 10 milhões de anos após o impacto, algumas florestas tropicais eram densas, como as de hoje, onde as folhas e vinhas lançavam sombras profundas nas árvores menores, arbustos e plantas herbáceas abaixo delas. As copas mais esparsas das florestas pré-impacto, com menos plantas com flores, teriam movido menos água do solo para a atmosfera do que aquelas que cresceram nos milhões de anos depois. 'Foi igualmente chuvoso no Cretáceo, mas as florestas funcionavam de forma diferente', diz Carvalho.

Leguminosas
A equipe não encontrou evidências de árvores leguminosas antes do evento de extinção, mas, depois, houve uma grande diversidade e abundância de folhas e vagens dessas espécies. Hoje, as leguminosas são uma família dominante nas florestas tropicais e, por meio de associações com bactérias, retiram o nitrogênio do ar e o transformam em fertilizante para o solo. O aumento dessas plantas teria afetado dramaticamente o ciclo do nitrogênio.

'Danos provocados por insetos nas plantas podem revelar, no microcosmo de uma única folha ou na extensão de uma comunidade vegetal, a base da estrutura trófica de uma floresta tropical', diz outro coautor, Conrad Labandeira, do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian. 'A energia que reside na massa de tecidos vegetais que é transmitida ao longo da cadeia alimentar %u2014 em última análise, para jiboias, águias e onças %u2014 começa com os insetos que mastigam, perfuram e sugam, minam, danificam e perfuram os tecidos vegetais. A evidência para essa cadeia alimentar de consumo começa com todas as maneiras diversas, intensivas e fascinantes com as quais os insetos consomem as plantas', diz. 'Antes do impacto, vemos que diferentes tipos de plantas sofrem diferentes danos: a alimentação era específica do hospedeiro', complementa Carvalho. 'Após o impacto do asteroide, encontramos os mesmos tipos de danos em quase todas as plantas, o que significa que a alimentação foi muito mais generalizada.'

Como os efeitos posteriores do impacto transformaram as florestas coníferas esparsas da era dos dinossauros nas tropicais de hoje, compostas por árvores altas pontilhadas por flores amarelas, roxas e rosa e orquídeas? Com base em evidências de pólen e folhas, a equipe propõe três explicações para a mudança. Uma teoria é a de que os dinossauros mantiveram as florestas pré-impacto abertas, alimentando-se e movendo-se pela paisagem. Uma segunda explicação é que as cinzas que caíram sobre os solos os enriqueceram, oferecendo uma vantagem às plantas com flores, de crescimento mais rápido. A terceira explicação é que a extinção de espécies de coníferas criou uma oportunidade para as plantas com flores assumirem os trópicos. 'Nosso estudo segue uma pergunta simples: como evoluem as florestas tropicais?', resume Carvalho. 'A lição aprendida aqui é que, sob distúrbios rápidos, geologicamente falando, os ecossistemas tropicais não apenas se recuperam; eles são substituídos, e o processo leva muito tempo.' (
Por: Correio Braziliense).


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Pernambuco e outros oito estados pedem à Anvisa autorização para importar vacina Sputnik V

Os governadores nordestinos tomaram a iniciativa de negociar por conta própria, como fez o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com a Coronavac



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu pedidos de autorização excepcional de importação e distribuição da vacina russa Sputnik V.

A agência reguladora disse que os pedidos foram feitos durante a semana separadamente por nove estados. Eles foram encaminhados pelos governadores de Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Pernambuco e Sergipe.

Para que a Anvisa possa tratar os pedidos de importação e esclarecer aspectos técnicos relevantes, foi proposta reunião de trabalho entre os cinco diretores da agência e os governadores. O encontro deve ocorrer na próxima semana.

"A Anvisa permanece comprometida com a disponibilização de vacinas à população em tempo oportuno e com a devida segurança, qualidade e eficácia. Assim, segue atuando conforme os procedimentos científicos e regulatórios necessários à autorização desses produtos.", disse em nota.

A assessoria de comunicação do governo do Piauí disse, em nota, que esses pedidos de importação são referentes ao contrato realizado pelos governadores do Nordeste com o Fundo Russo de Investimento Direto para a aquisição de 37 milhões de doses.

Os governadores nordestinos tomaram a iniciativa de negociar por conta própria, como fez o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com a Coronavac, no ano passado.

"Os estados do Acre e de Mato Grosso fizeram contrato com o consórcio do Nordeste para entender como participar da compra", disse a assessoria em nota.

O Ministério da Saúde prometeu custear o contrato fechado pelos governadores do Nordeste e que as vacinas serão incorporadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações).

A Sputnik V ainda não teve o uso emergencial e o registro definitivo aprovados pela Anvisa. A agência suspendeu o prazo de análise do pedido de uso emergencial devido à falta de parte dos dados exigidos para a avaliação.

O pedido havia sido solicitado na sexta (26) pela União Química, que tem uma parceria com o Fundo de Investimento Direto da Rússia. A empresa busca o aval para o uso de 10 milhões de doses adquiridas pelo Ministério da Saúde no início deste mês. (Por Folhapress).


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Câncer de cabeça e pescoço é o terceiro mais comum no Brasil

Especialistas alertam para sintomas como rouquidão e feridas na boca Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil SBCO/Divulgação Depois ...