sábado, 11 de janeiro de 2020

A Jovem Aldenia faz aniversária e ganha ‘parabéns’ do Blog







Parabéns querida amiga Audenia, hoje é um dia muito especial para você. Além de especial, é também um dia lindo tanto quanto o seu sorriso. Que essa data seja lembrada sempre, e traga para você uma nova etapa recheada de grandes oportunidades.
Te desejo muitos anos de vida, muita saúde, muita paz, e novas conquistas para que você consiga concretizar os seus sonhos mais desejados.
Que Deus te ilumine sempre e continue guiando você sempre pelo melhor caminho.
Você é uma pessoa maravilhosa, contagiante e de muito brilho.
Continue sempre assim fazendo com que toda essa sua simpatia possa cada vez mais contagiar as pessoas que te adora, pois, as pessoas precisam e merece que seu brilho seja compartilhado.
Lembre o quanto você é especial para seus familiares e amigos.

Feliz Aniversário!

Esses são os sinceros votos do 


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Juiz diz que "bosta" pode ser elogio e absolve homem que xingou guarda municipal

Motoboy deverá usar moto branca e colete em SP
Motoboy deverá usar moto branca e colete em SP (Foto: Divulgação)

O juiz Caio Márcio de Brito, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Dourados (MS), absolveu um homem que xingou guardas municipais alegando que “ser chamado de bosta, dependendo da conotação, pode ser até um elogio”. Em sua decisão, o magistrado questionou a regularidade da autuação e ressaltou que a denúncia feita pelo Ministério Público Estadual possui “muita relevância para tão pouca coisa”.
De acordo com reportagem do blog do jornalista Fausto Macedo, denúncia foi apresentada em outubro de 2019. O denunciado teria resistido a ser autuado por irregularidades na condução de moto e ao reagir teria chamado os guardas municipais de “bosta”. O homem alegou ter ficado “nervoso” com a apreensão do veículo.
“Sob o entendimento deste magistrado, não só não existiriam provas aptas a condenar o acusado pelo delito de resistência, como ficou demonstrado, pelo depoimento dos policiais, que não houve resistência na abordagem”, ressaltou o magistrado em sua decisão.
Sobre a acusação de desacato, o juiz observou que “a conduta estaria materializada no fato de o acusado ter chamado os agentes públicos de “bosta” . “No entendimento deste magistrado, muita relevância para tão pouca coisa”, emendou.
“Aliás, ser chamado de “bosta”, dependendo da conotação, pode até ser um elogio, sim, porque “bosta” pode ser visto como fertilizante, portanto, algo positivo. Pode ser visto como um objeto ou até um avião, quando se diz: esta “bosta” voa? Ou utilizado de forma coloquial, quando se diz, a vida está uma “bosta”’, destacou.(247)


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SAÚDE - Vítimas internadas após ingestão de cerveja em MG sobe para 10

Tóxico, o dietilenoglicol costuma ser usado em sistemas de refrigeração, devido a suas propriedades anticongelantes

                  Por: Agência Brasil 
Cerveja artesanal Belorizontina, da Backer
Cerveja artesanal Belorizontina, da BackerFoto: Reprodução / Instagram

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais registrou mais dois casos da síndrome nefroneural que vem alarmando a população mineira. Em nota, a pasta informou que já chega a dez o número de casos suspeitos notificados desde 30 dezembro. Um dos pacientes internados morreu nesta terça-feira (7), em Juiz de Fora, a cerca de 260 quilômetros da capital, Belo Horizonte. Os outros nove continuam em tratamento. Até o fim da tarde de ontem (10), a pasta divulgava oito casos, incluindo uma morte.

Todos os pacientes chegaram a hospitais de Belo Horizonte, região metropolitana e de Juiz de Fora com sintomas semelhantes: insuficiência renal aguda de evolução rápida (ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas) e alterações neurológicas centrais e periféricas que podem ter provocado paralisia facial, borramento visual ou perda da visão, alteração sensório ou paralisia, entre outros sintomas. Exames acusaram a presença da substância dietilenoglicol no sangue de ao menos três pacientes internados.

Tóxico, o dietilenoglicol costuma ser usado em sistemas de refrigeração, devido a suas propriedades anticongelantes. A Polícia Civil suspeita de que lotes de cervejas produzidas pela fábrica mineira Backer podem ter sido contaminadas pela substância e intoxicado os consumidores. Exames realizados pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil mineira comprovaram a presença do dietilenoglicol em amostras da cerveja pilsen Belorizontina, da Backer. As amostras iniciais foram recolhidas nas residências de pacientes internados e pertencem a dois lotes - L1 1348 e L2 1348. Representantes da empresa já revelaram que parte dos dois lotes sob suspeita foram vendidos para estabelecimentos do Distrito Federal, de São Paulo e do Espírito Santo.
Embora o dietilenoglicol possa ser usado também no processo de refrigeração de cervejas, a Backer garante que não o utiliza em nenhuma etapa do processo de fabricação de seus produtos. Também o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, disse ontem (10) que a substância raramente é empregada na produção de cervejas. “Quase a totalidade das cervejarias artesanais utiliza álcool etílico [como anticongelante], ou seja, o álcool puro, que não oferece nenhum tipo de risco de contaminação caso entre em contato com a cerveja”, explicou Lapolli, para quem é necessário aguardar o aprofundamento das investigações a fim de saber como e em que momento as cervejas da Backer podem ter sido contaminadas.

De qualquer forma, diante da suspeita, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento decidiu interditar a cervejaria Backer e apreender, em caráter cautelar, 16 mil litros de cervejas que estavam prestes a serem distribuídos para venda, além do recolhimento das garrafas de Belorizontina disponíveis em estabelecimentos comerciais.

Além da Polícia Civil, que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da contaminação da bebida, auditores-fiscais agropecuários continuam averiguando a situação. Também foi criada uma força-tarefa composta por técnicos da secretaria estadual de Saúde, da secretaria municipal de Belo Horizonte, do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde e do Ministério da Saúde.

Em nota divulgada hoje (11), a Backer destaca que a interdição de sua fábrica, em caráter cautelar, não representa que a empresa tenha sido responsabilizada administrativa ou criminalmente pelo estado dos pacientes internados devido à síndrome nefroneural. A cervejaria informa ainda que, conforme programada e já anunciado, interrompeu suas atividades para vistoriar todos os seus processos de produção.

A Backer está recebendo de volta os vasilhames de Belorizontina, mesmo que de outros lotes além dos dois (L1-1348 e L2-1348) sob suspeita das autoridades policiais e sanitárias. Caso desejem devolver qualquer garrafa de Belorizontina que tenham guardada em casa, os consumidores devem procurar, a partir de segunda-feira (13) o estabelecimento comercial onde a compraram, levando consigo o cupom fiscal. A cervejaria promete que o cliente será ressarcido no momento da devolução.

A secretaria de Saúde de Belo Horizonte também colocou nove pontos de recolhimento do produto à disposição dos consumidores que adquiriram a cerveja para consumo próprio e que moram na capital mineira. Não serão aceitas devoluções de bares, restaurantes e supermercados. Todo o material entregue de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h ficará sob custódia da secretaria até sua destinação final ser definida.

Os pontos de entrega são os seguintes:

Barreiro: Avenida Olinto Meireles, 327 - Barreiro
Centro-Sul: Avenida Augusto de Lima, 30, 14ª andar - Centro
Leste: Rua Salinas, 1.447 - Santa Tereza
Nordeste: Rua Queluzita, 45 - Bairro São Paulo
Noroeste: Rua Peçanha, 144, 5º andar - Carlos Prates
Norte: Rua Pastor Murilo Cassete, 85 - São Bernardo
Oeste: Avenida Silva Lobo, 1.280, 5º andar - Nova Granada
Pampulha: Avenida Antônio Carlos, 7.596 - São Luiz
Venda Nova: Avenida Vilarinho, 1.300, 2º Piso - Parque São Pedro






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MUNDO - Irã reconhece que derrubou avião ucraniano e pede desculpas

O aparelho foi identificado como um 'avião hostil' e 'atingido' no momento em que a ameaça inimiga se encontrava 
'no mais alto nível'
                      Por: AFP
Destroços do avião ucraniano derrubado pelo Irã
Destroços do avião ucraniano derrubado pelo IrãFoto: Akbar Tavakoli / Irna / AFP

O Estado-Maior das Forças Armadas iranianas admitiu neste sábado que um "erro humano" foi a origem da catástrofe com o Boeing 737 da Ukrainian Airlines, e Teerã pediu desculpas pelo incidente, cuja origem foi o "aventureirismo" dos Estados Unidos.
O aparelho, no qual viajavam 176 pessoas, foi identificado como um "avião hostil" e "atingido" no momento em que a ameaça inimiga se encontrava "no mais alto nível", revelou um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias Irna.
O presidente iraniano, Hassan Rohani, declarou que seu país "lamenta profundamente" o incidente, que chamou de "grande tragédia" e "erro imperdoável". "A investigação interna das Forças Armadas concluiu que, lamentavelmente, mísseis lançados por um erro humano causaram o horrível impacto no avião e a morte de 176 inocentes".
A maioria das vítimas era iraniano-canadense, mas também havia britânicos, suecos e ucranianos a bordo.
O ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, apresentou as desculpas do Irã pela catástrofe. "É um dia triste", escreveu Zarif no Twitter, citando um "erro humano em tempos de crise causada pelo aventureirismo dos americanos. Nosso profundo arrependimento, desculpas e condolências ao nosso povo, às famílias de todas as vítimas e às outras nações afetadas".
O incidente ocorreu na madrugada de quarta-feira, logo após o Irã disparar mísseis contra bases militares utilizadas pelos militares americanos estacionados no Iraque em resposta ao assassinato pelos EUA de um general iraniano em um ataque com um drone em Bagdá.
O Estado-Maior garantiu à população que o "responsável" pela tragédia será levado "imediatamente" à Corte Marcial e que o fato não se repetirá. "Garantimos que com as reformas fundamentais nos processos operacionais das Forças Armadas tornaremos impossível a repetição de erro semelhante".
O voo PS752 da companhia Ukraine Airlines International (UAI) caiu dois minutos depois de decolar do Aeroporto de Teerã rumo a Kiev.
Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Holanda já haviam antecipado que a queda era resultado de um míssil iraniano, e vídeos neste sentido foram publicados nas redes sociais.
Tragédia anunciada
Os incidentes envolvendo mísseis e aviões comerciais sobre áreas de conflito não são exatamente raros.
Em 17 de julho de 2014, o voo MH17 da Malaysia Airlines que seguia de Amsterdã para Kuala Lumpur foi derrubado sobre o leste da Ucrânia, controlado por rebeldes, matando as 298 pessoas a bordo do Boeing 777, incluindo 193 holandeses. As autoridades de Kiev e os rebeldes separatistas pró-Rússia se acusaram mutuamente de disparar o míssil que derrubou o aparelho.
Em julho de 1988, um Airbus A-300 da Iran Air, que voava de Bandar Abbas, no Irã, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, foi derrubado nas águas territoriais do Irã no Golfo Pérsico por mísseis disparados de uma fragata americana que patrulhava o Estreito de Ormuz. As 290 pessoas a bordo morreram e os Estados Unidos pagaram ao Irã 101,8 milhões de dólares em indenização.


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GESTÃO - Kauê Diniz assume comando da redação do Diario

Kauê assume redação, com Paula na executiva e Rochelli vai para edição (Foto: Paulo Paiva/ Dp 
)
Kauê assume redação, com Paula na executiva e Rochelli vai para edição 
(Foto: Paulo Paiva/ Dp )

Assim como o mercado e as configurações do trabalho em todo o mundo, o universo da comunicação também vem apresentando, a cada dia, variáveis e dinâmicas interfaces. O Diario de Pernambuco não ficou indiferente neste desafio sistemático de manter o protagonismo. O início de 2020 chegou como o momento de o jornal mais antigo em circulação na América Latina apostar em modificações estruturais, inclusive internas, e o auxílio de uma consultoria externa para ajudar a discutir a construção dos próximos passos do veículo.
 
Nesta semana, o jornal ganhou um novo diretor de Redação: Kauê Diniz, ex-editor de Política, Economia, Brasil e Mundo. A jornalista Rochelli Dantas assume a vaga de Kauê, acumulando as funções que ele exercia. Os editores-executivos Paula Losada e Vandeck Santiago permanecem nestes mesmos cargos, que já ocupavam. A indicação do novo diretor de Redação é uma aposta da nova gestão do Diario na potencialidade de quem já está na casa há algum tempo, demonstrando comprometimento com a notícia. “Kauê foi uma escolha unânime dentre todas as pessoas que consultamos. Pela seriedade e comprometimento com que lida com sua função nestes nove anos em que se encontra no veículo”, afirmou o vice-presidente Executivo do Diario de Pernambuco, Sérgio Jardelino.

“Já estamos oferecendo um produto melhor ao mercado publicitário e leitor, e o trabalho é sempre neste sentido de aprimorarmos ainda mais o Diario de Pernambuco. Mudanças estão sendo implementadas diariamente. Estamos mexendo no jornal de cima a baixo para deixarmos ele o mais moderno possível. Esse é o caminho que escolhemos traçar”, complementou Jardelino.

Formado em 2003 pela Universidade Católica de Pernambuco, Kauê Diniz possui experiência nos quatro jornais do estado: Diario de Pernambuco, Aqui PE, Jornal do Commercio e Folha de Pernambuco. A entrada no Diario aconteceu em setembro de 2010. Antes disso, possuía experiência como repórter e editor-assistente na área de esportes. Ingressou na

editoria de Política em abril de 2012 e, dois anos depois, tornou-se editor do setor. Em fevereiro de 2017, passou a aglutinar a função de editor de Economia, juntando também às áreas de Brasil e Mundo, que já estavam sob sua gestão anteriormente. “É uma satisfação receber essa valorização e alcançar um posto tão relevante dentro do coração de um jornal. Ao mesmo tempo, redobra a

minha responsabilidade no sentido de manter o protagonismo do Diario e isso se faz conquistando o leitor à cada edição com reportagens que mostrem a relevância do jornalismo para o dia a dia do cidadão”, enfatizou Kauê.

Há 30 anos no Diario de Pernambuco e desde 2006 como editora-executiva, Paula Losada destacou que “o Diario é um patrimônio de Pernambuco. Além de ser o

jornal mais antigo em circulação na América Latina, é também a empresa privada mais antiga do Brasil. Estamos caminhando para os 200 anos trabalhando para a modernização permanente do jornal e com foco cada vez maior nas notícias relevantes sobre Pernambuco e o Nordeste”.

Rochelli Dantas, nova editora de Política/Economia, é graduada em Comunicação Social pela AESO Barros Melo. Tem passagem pela Folha de Pernambuco, onde ocupou, por três anos, o cargo de colunista de Economia e passou a integrar a equipe do Diario em 2013 no mesmo setor. Em 2018, atuou como editora-assistente do DP Empresas, participando desde a concepção do projeto juntamente com Kauê Diniz Com MBA em Marketing e Publicidade, desde julho de 2019 era responsável pelo marketing de conteúdo da empresa. “Voltar para a redação é uma honra. Sempre estive próxima dela e agora tenho o desafio de contribuir ainda mais com o Diario. Economia é a área onde comecei profissionalmente e pela qual me apaixonei. Assumir a editoria de Política, em ano de eleições municipais, é um desafio enorme ao qual já estou me dedicando”, afirma Rochelli.(DP)




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Celso Amorim sobre conflito EUA-Irã: o mínimo que o Brasil pode fazer é ficar de fora

Celso Amorim, Qassem Soleimani, Donald Trump e Jair Bolsonaro
Celso Amorim, Qassem Soleimani, Donald Trump e Jair Bolsonaro 
(Foto: Brasil247 | Reuters)

Um dos principais personagens da articulação do acordo nuclear pelo governo brasileiro com o Irã, sob a gestão do ex-presidente Lula, o então ministro das Relações Exteriores à época, Celso Amorim, deu uma aula sobre aquele período em entrevista concedida à TV 247 nesta semana. Ao analisar o atual conflito entre Estados Unidos e Irã, Celso Amorim definiu como “injustificável” o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani pelo presidente Donald Trump e avaliou que Jair Bolsonaro e sua equipe estão arrastando o Brasil para a guerra.
O ex-chanceler discordou da nota divulgada pelo Itamaraty que presta apoio aos atos norte-americanos e ressaltou a importância do multilateralismo como mediação de conflitos. “Sou totalmente contrário ao que foi a nota do Itamaraty. O ato norte-americano é injustificável, não houve nem sequer uma tentativa de levar o assunto à ONU por iniciativa norte-americana, nem antes e nem depois. Tem o lado ainda do interesse brasileiro, eu não desprezo o primeiro lado porque defender valores também é defender interesses, valores que nos protejam, é uma proteção para nós. Além disso há interesses imediatos, é muita exportação do agronegócio brasileiro, base de sustentação do Bolsonaro”.
Celso Amorim afirmou que, diante da incapacidade do atual governo, o melhor que pode ser feito no momento é deixar o Brasil de fora da tensão. Ele comparou a situação atual com a guerra entre EUA e Iraque, na qual o governo de Fernando Henrique Cardoso orientou que Celso, então embaixador do Brasil na ONU, manifestasse preocupação com o conflito. “Se fosse um outro governo e um outro momento, o governo do Lula certamente, mas talvez até o governo do Fernando Henrique no passado, a gente poderia ter condenado a ação americana ou pelo menos ter manifestado preocupação, como o Fernando Henrique fez em relação ao Iraque, ou pelo menos me autorizou a fazer quando eu era embaixador na ONU, no mínimo isso. É uma ação unilateral, o Brasil sempre defendeu o princípio do multilateralismo, isso seria o básico. Sendo realista, no mundo de hoje, com o presidente que a gente tem e o chanceler que a gente tem, isso não será feito. O mínimo que ele pode fazer é ficar de fora”.
O embaixador falou ainda do Processo Varsóvia que será realizado no Brasil no início de fevereiro, uma reunião dos principais inimigos do Irã com os Estados Unidos, o que pode aprofundar ainda mais a participação do Brasil na guerra. “Além do fato da nota, tem uma questão que o Brasil, de uma maneira totalmente absurda e gratuita, está convidando para uma reunião em fevereiro aqui o chamado Processo de Varsóvia. Em teoria é uma coisa humanitária, para cuidar dos refugiados, mas só tem os inimigos do Irã. Quer dizer, não participa o Irã, não participa sequer autoridades palestinas, não participa a Síria, nem França e europeus querem vir. Então essa reunião agora vai servir para dar legitimidade à ação norte-americana, ou seja, o Brasil entra fundo no meio”, alertou. (247)


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Patroa pede perdão a empregada com filho morto e diz: 'Sou solidária ao seu sofrimento'; leia íntegra da carta

Sarí Gaspar Corte Real, patroa de Mirtes Renata, pediu desculpas pela morte de Miguel Otávio, 5, que caiu do nono andar de seu apartamento ...