quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

General encara Bolsonaro e diz que não tem cabimento colocar militares no INSS

General Carlos Alberto dos Santos Cruz e Jair Bolsonaro
General Carlos Alberto dos Santos Cruz e Jair Bolsonaro (Foto: ABr | Senado)

O ex-ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, um dos nomes mais respeitados do Exército, criticou a decisão do governo de recrutar militares da reserva para repor mão de obra no INSS. "Militares no INSS? Não tem cabimento.  Os funcionários do INSS sabem dar as ideias para a solução. Tem que valorizar a instituição e as soluções irão aparecer. Colocar militares para qualquer  coisa é simplismo, falta de capacidade administrativa. É obrigação valorizar as instituições", disse.
Recentemente, ele também declarou que  o "governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção". 
Veja: 
A ação deflagrou uma onda de críticas entre servidores dentro e fora do órgão. Categorias cogitam ir à Justiça contra a medida e defendem que o Executivo contrate de forma temporária servidores do INSS já aposentados, além de fazer novos concursos para reforçar o corpo técnico de forma permanente, como reproduziu o Portal UOL.(247) 

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SAÚDE - Pernambuco pode ter surto de dengue a partir de março, alerta Ministério da Saúde

Segundo a pasta, outros 10 estados também precisam ter atenção à arbovirose
                  Por: Portal FolhaPE
Mosquito Aedes aegypti
Mosquito Aedes aegyptiFoto: Divulgação
Pernambuco, os outros oito estados do Nordeste, o Espírito Santo e o Rio de Janeiro poderão vivenciar um surto de dengue a partir de março de 2020. O alerta foi feito pelo Ministério da Saúde, que divulgou dados sobre a arbovirose no País no ano passado. Segundo a pasta, o Brasil registrou 1.544.987 casos de dengue em 2019, 488,3% de aumento em relação a 2018. O número de mortes confirmadas também subiu: de 201 para 782 - salto de 289%.

De acordo com os últimos dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), 34 municípios estão em situação de risco de surto, 91 em situação de alerta e 54 em situação satisfatória. O Estado registrou 61.451 casos suspeitos de dengue em 2019, dos quais 20.448 já foram confirmados, assim como 12 mortes. Em relação a 2018, os dados representam um aumento de 170%.
Em nota, o Ministério da Saúde alertou que, como a dengue é uma doença sazonal, os estados precisam ficar atentos para a proliferação do mosquito Aedes aegypti durante o verão, período quente e chuvoso. “Embora a circulação da doença seja dinâmica, podendo mudar em pouco tempo, o Ministério da Saúde alerta, neste momento, todos os estados da região Nordeste e os estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, no Sudeste, sobre o possível aumento de casos da doença em 2020", diz trecho da nota divulgada pela pasta.

O alerta é necessário, ainda segundo o Ministério da Saúde, porque, no fim de 2018, o tipo 2 do vírus da dengue voltou a circular no País depois de dez anos. Desde então, a população está suscetível à doença. "Cada pessoa pode ter os 4 sorotipos da doença, mas a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele. O sorotipo 2 que está circulando em algumas regiões do Brasil, tem um potencial de vírus maior de manifestação grave", esclarece outro trecho do comunicado.

Chikungunya
Em 2019, o Brasil registrou 132.205 casos de chikungunya, outra arbovirose transmitida pelo Aedes aegypti. O número representa um aumento de 52,3% em comparação com os dados de 2018, quando o ministério contabilizou 86.770 ocorrências. Em relação às mortes, houve aumento de 104,4%: de 45 em 2018 para 92 em 2019.

Em Pernambuco, foram 8.467 casos de chikungunya notificados em 2019, um aumento de 145,4% em relação a 2018. Uma pessoa morreu acometida da doença.

Zika
A zika, mais uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, registrou 10.708 casos no País ano passado. O total é 30% maior que o contabilizado em 2018, quando foram notificadas 8.219 ocorrências. As mortes apresentam queda de 50%: de 6 em 2018 para 3 em 2019. Já em Pernambuco, foram notificados 3.827 casos, aumento de 153,6% em relação a 2018. Nenhuma morte causada pela doença foi registrada.



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Marília Arraes comenta resolução do PT do Recife por aliança com o PSB: '2018 passou'

          Por: Juliano Muta/BLOG DA FOLHA
Deputada federal Marília Arraes (PT) defende sua candidatura do PT no Recife
Deputada federal Marília Arraes (PT) defende sua candidatura do PT no RecifeFoto: Arthur de Souza


Após a executiva do PT do Recife apresentar uma resolução com direcionamento pela manutenção da aliança com o PSB e a Frente Popular no próximo pleito na capital pernambucana, a deputada federal Marília Arraes (PT) comentou sobre o assunto, em entrevista à Ràdio Folha (96,7), nesta quinta-feira (16).




Marília Arraes, que teve sua candidatura ao Governo do Estado descartada pelo partido em 2018, por conta de uma aliança nacional com o PSB, volta a pleitear candidatura majoritária, desta vez no Recife. Ela criticou a "celeuma" em torno da sua postulação que mais uma vez divide as tendências do partido, mas acredita que o conjuntura política agora é diferente."2018 passou. O que aconteceu ficou em 2018, agora a gente está vendo em 2020. O que houve foi a divulgação da posição do presidente municipal do partido, que a gente respeita. Ele tem o direito de expressar o posicionamento que ele acredita", disse. A parlamentar, no entanto, afirma que ficou sabendo que o teor da resolução "não era exatamente esse".

"Eu não sabia exatamente da resolução, soube no curso do processo de decisão de emití-la. Mas não me surpreendo, porque a maioria do diretório do Recife é ligada a grupos favoráveis à aliança", comentou Marília. "Eu estou com muita tranquilidade em relação a esse assunto. Porque nós temos poucas capitas em que o PT figura no segundo turno, aliás a capital que o PT está mais bem colocado nas pesquisas é no Recife", destacou. Segundo Marília, a exemplo da eleição ao Governo do Estado, quem vai dar a palavra final sobre sua candidatura é a direção nacional da legenda. "Em 2018 nós também fizemos essa discussão aqui (no Recife). 93% dos delegados votaram pela candidatura própria e nem por isso o PT teve candidato a governador. Isso depende de uma tática nacional", lembrou.

A deputada apontou para uma mudança de cenário que desta vez está mais favorável para a sua candidatura, em comparação com 2018. "Não é que a posição do PT tenha mudado. O contexto polítco mudou. Em 2018, o PT precisava garantir sua eleição nacional para retomar o Brasil aos brasileiros e retomar o projeto que a gente acreditava que era melhor par o o Brasil. Foi um contextro bastante diferente de 2020. 2020 não tem eleição casada com presidente. Imagine se o PT, com esse processo de perseguição que vem sofrendo nos últimos anos, iria deixar de disputar nas grandes cidades? Time que não disputa não ganha", avaliou.

Marília afirma que mantém diálogo com a executiva nacional, o que foi facilitado pelo seu mandato parlamentar e posição na bancada. "Tenho conversado quase que diariamente com integrantes da executiva nacional, até porque hoje faço parte da bancada do PT. Fui a segunda deputada do PT mais votada no país, sou vice-líder do partido. O que a gente tem escutado é que essa situação está tranquila e é praticamente certo que a gente tenha essa candidatura", cravou. A parlamentar cumprirá agenda de reunião com a direção nacional do PT em São Paulo, ao longo da semana, o que pode definir sua candidatura.

"Há um consenso de que não dá pra esticar como foi em 2018. A gente precisa tomar essa decisão de forma a coesionar o partido da melhor foma possível. Eu acredito que vai ser tomada o mais rápido possível", disse Marília. Para ela, a decisão final evitaria desgaste. "O povo não gosta de picuinha nem de confusão, não", brincou.

Lula

Marília reforçou que o ex-presidente Lula, principal liderança do PT, defende sua candidatura. "Ele foi bem claro que a estratégia dele é sim ter candidato nas principais cidades e aqui no Recife também", disse. E a possibilidade de Lula estar em dois palanques - o do PT e o do PSB no Recife - não incomoda a parlamentar. "Se Lula vai subir em um ou dois palanques é uma decisão eleitoral", afirmou.

Humberto

Em relação às divergências com o senador Humberto Costa, Marília disse que nunca passaram do campo político. "Divergência a gente resolve com diálogo, respeitando as diferenças mas tentando causar o mínimo de fragmentação possível, para evitar toda a ruptura que houve em 2018. Nós divergimos de opinião e de tática. Ele acreditava que o melhor para o PT era se aliar ao PSB aqui em Pernambuco e eu não. Incluisve me mantive na oposição durante a campanha. Não vi mudança de atitude no PSB na forma de gestão por isso me mantive nessa linha. Sempre respeitei o posicionamento de Humberto Costa, tentaram criar intriga, mas sempre procurei manter diálogo com ele e com todos que divergem", lembrou.



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Julgamento do impeachment de Trump começa dia 21 no Senado dos EUA

(Foto: Reuters)
João Ozorio de Melo, Conjur - Nesta quinta-feira (16/1), às 12h, um grupo de sete deputados federais, nomeados promotores do processo de impeachment do presidente Donald Trump, vai entregar oficialmente ao Senado, para julgamento, os artigos de impeachment (ou denúncias formais) contra Trump, que foram aprovados pela Câmara do Deputados em 18 de dezembro.
Isso vai dar partida, formalmente, ao processo de julgamento do impeachment de Trump. O grupo de deputados-promotores, chamados nos EUA de “administradores do impeachment”, vão ler as denúncias formais contra Trump no plenário do Senado. Dos sete deputados, seis são advogados e promotores. Uma deputada foi chefe de polícia em Orlando, Flórida, e, portanto, teve contato com a lei.
O governo Trump e os senadores republicanos ainda vão nomear seu grupo de defensores.
Mais tarde, o presidente da Suprema Corte dos EUA, ministro John Roberts, vai prestar juramento, para assumir oficialmente a função de presidir o julgamento do impeachment. Em seguida, todos os 100 senadores também vão prestar juramento, para cumprir suas múltiplas funções no julgamento – as de jurados e julgadores – e, possivelmente, de interrogadores, se houver testemunhas.
Na terça-feira (21/1), começa o julgamento do impeachment de Trump, com opções de absolver o presidente (o previsto), de condená-lo e removê-lo do cargo; e, se esse for o caso, os senadores também devem decidir se Trump ficará ou não inelegível para cargo público.
Nos primeiros momentos do julgamento, os senadores irão discutir e votar algumas moções. A primeira delas, um tanto desacreditada, prevê um pedido de trancamento do processo pelos senadores republicanos. Essa proposta pode ser abandonada se os republicanos acreditarem que não terão votos suficientes para aprová-la – o que é mais provável.
A moção seguinte é altamente controversa – e é a razão por que os deputados aprovaram os artigos de impeachment em 18 de dezembro, mas só os encaminham agora ao Senado. Os republicanos querem um julgamento acelerado, sem testemunhas. Os democratas querem um julgamento normal, com testemunhas. Sustentam que julgamento sem testemunha é enganação.
Essa disputa irá provavelmente à votação no Senado, para ser decidida por maioria simples (51 votos). E não se sabe bem o que esperar. O Senado tem 53 senadores republicanos contra 45 democratas e dois independentes (que votam com os democratas). Porém, três senadores republicanos – talvez quatro – podem votar com os democratas – isto é, a favor de ter testemunhas no julgamento.
Se forem quatro senadores, a questão será resolvida a favor dos democratas e o julgamento terá testemunhas. Mas, o mais provável é que apenas três senadores republicanos votem com os democratas (embora isso não seja 100% certo). Se isso acontecer, a votação vai terminar empatada (50 a 50).
Nesse caso, caberá ao ministro John Roberts, que preside o julgamento, decidir. E, não importa o que ele decida, será crucificado. Se decidir a favor dos republicanos (contra testemunhas), irá ouvir que isso era esperado, porque a Suprema Corte é uma instituição político-partidária e ele é um ministro republicano – uma acusação que ele vem tentando refutar há tempos. Se votar a favor dos democratas (a favor de ter testemunhas no julgamento), será acusado de traidor pelos republicanos – afinal, ele foi nomeado por um presidente republicano.
Depois disso, a acusação e a defesa irão apresentar seus casos a favor e contra a condenação e remoção do presidente Trump do cargo. Se houver testemunhas, elas serão ouvidas em audiências fechadas e públicas, o que poderá estender o julgamento por muitas semanas. Se não houver testemunhas, depois que cada lado apresentar seu caso, os senadores vão votar contra ou a favor do impeachment.
Com testemunhas ou não, o Senado deverá absolver o presidente Trump, porque seriam necessários dois terços dos votos (ou 67 votos) para condená-lo. Com 47 votos, os democratas precisariam que 20 senadores republicanos votassem com eles – e isso não vai acontecer.
Então, por que os democratas fazem questão de ouvir testemunhas? Porque este é um ano eleitoral e o depoimento das testemunhas pode causar um grande dano às campanhas de Trump e dos próprios senadores republicanos. Ficará mais evidente para os eleitores (principalmente para os independentes que, no final das contas, decidem as eleições), que o julgamento no Senado foi uma enganação.
Aconteça o que acontecer, esse será um julgamento puramente político-partidário, de cartas marcadas – a não ser pelo fato de que é um procedimento previsto na Constituição do país. Mas sequer existem normas legislativas para a condução do julgamento no Senado. Tudo vai ser resolvido na batalha entre republicanos (com possíveis defecções) e democratas. (Via:247)

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Prefeito Miguel anuncia reajuste para servidores e aumento de 12,8% no piso dos professores

                 Via:Santanavinicius
Prefeito Miguel Coelho reunido com o sindicato


Em reunião, nesta quarta (15), no Sindicatos dos Servidores Municipais de Petrolina, o prefeito Miguel Coelho informou aos dirigentes da categoria reajustes salariais. Cerca de 7 mil profissionais que compõem o quadro da prefeitura terão uma reposição de 4,3% nos vencimentos. Miguel ainda adiantou que os cerca de 2 mil professores da rede pública terão um aumento de 12,8% no piso salarial.
A medida começa a vigorar após aprovação na Câmara de Vereadores com efeito retroativo a janeiro. O percentual para os servidores é o limite máximo de reajuste permitido devido à legislação eleitoral, que estabelece um teto de acordo com a inflação do ano anterior. Já o aumento do piso salarial, segundo o prefeito, representa um avanço significativo na política de valorização do magistério.
“Enquanto em muitas cidades os servidores estão lutando para receber o salário em dia, professores negociam a possibilidade do aumento do piso, aqui em Petrolina garantimos tudo de forma antecipada. Esse é um reconhecimento à importância de quem cuida de nossa população, dos serviços, da saúde, educação e tantas outras atividades. Investir no servidor é garantir um serviço público de qualidade e aqui em Petrolina estamos honrando esse compromisso todos os anos”, destacou o prefeito durante o anúncio.(Ascom)

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Atenção. Pais de estudantes das escolas estaduais precisam confirmar matricula dos filhos urgentemente


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A Gerência Regional de Educação do Sertão do Médio São Francisco,  está solicitando urgência dos pais dos alunos da rede, que confirmem as matriculas de seus filhos, porque o prazo está acabando. Veja o comunicado da GRE.
COMUNICADO URGENTE:
A Gerência Regional de Educação do Sertão do Médio São Francisco, informa que os Pais e/ou Responsáveis NÃO ESTÃO indo à Escola CONFIRMAR sua matrícula.
Comunica aos Pais e/ou Responsáveis dos Estudantes que já são da Rede Estadual, os que vêm da Rede Municipal e os alunos novatos cadastrados no período de 20 a 27.12.2019, deverão comparecer a Escola para CONFIRMAREM SUA MATRÍCULA na Escola onde foram alocados e cadastrados até amanhã (16.01.2020) no turno diurno.
Diante disso, o não comparecimento para efetivarem a matrícula até a data acima, as vagas serão disponibilizadas no site (www.matricularapida.pe.gov.br (Via:Santanavinicius)

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INSPEÇÕES Trabalhadores em situação análoga à escravidão foram resgatados em obras da Prefeitura de Olinda

                          Por:   Diario de Pernambuco Foto: Reprodução / Fotos Públicas Dez trabalhadores terceirizados que presta...