terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

PT VAI QUESTIONAR DECISÃO DESASTROSA DO TSE

ABR

O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), informou nesta terça-feira (13), em sua conta no Twitter, que o partido questionará a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o autofinanciamento eleitoral por parte dos candidatos. A possibilidade de bancar a campanha beneficia os postulantes mais ricos, lembra Pimenta.

"O Brasil é uma democracia ou uma plutocracia? Quem tem dinheiro pode tudo? Acabamos com o financiamento empresarial e agora quem for milionário poderá financiar 100% da sua campanha? O PT vai questionar isso e o @TSEjusbr tem até o dia 5 para decidir", escreveu o parlamentar.
A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), também bateu duro na resolução do TSE. "Derrubamos ano passado o veto q liberou o auto financiamento! Pq o TSE traz isso de novo?! Por mais que tentemos, as eleições ainda serão dominadas por quem tem dinheiro?! É um atentado contra a democracia popular", afirmou.
Os candidatos à presidência da República podem gastar até R$ 70 milhões de recurso próprio. Quem concorre ao governo, até R$ 21 milhões, dependendo do estado. O artigo 29 da resolução 23.553 do TSE estabelece que os candidatos a deputado federal poderão se autofinanciar até R$ 2,5 milhões. Para os estaduais, o limite é de R$ 1 milhão.
Outra legenda que vai questionar o financiamento é o PSB. Conforme relato da Coluna do Estadão, o advogado Rafael Carneiro afirmou que a decisão do TSE “coloca em risco a paridade de armas no processo eleitoral e a própria democracia”. (247).

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FRANKLIN MARTINS: SÓ O VOTO, NUMA ELEIÇÃO LIVRE, PACIFICA O BRASIL

Brasil247 | Stuckert

Um dos mais influentes jornalistas do país, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) entre 2007 e 2011, Franklin Martins define, em entrevista à TV 247, a situação do Brasil depois do golpe de Temer-Meirelles como um "mingau", afirma que os três poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário - perderam credibilidade e diz que não haverá saída para a crise sem um acordo das principais forças em torno de uma "uma repactuação democrática".

Ele esclarece: "não quero falar de conchavinho num jantar na casa de alguém, mas que o voto livre e direto volte a ser aquilo que constitui os poderes da República. Não existe democracia sem isso. O Brasil é um país grande demais para estar sem democracia. É ingovernável sem democracia. Se é difícil governar com democracia, imagine sem democracia".
Numa referência direta à articulação que patrocinou o golpe e hoje conspira à luz do dia para impedir a candidatura de Lula ("estaria eleito se a eleição fosse hoje"), Franklin afirma que a "repactuação precisa que o outro lado aceite a questão básica da democracia: o voto".
Na entrevista, o jornalista diz que a perseguição judicial à candidatura de Lula pode produzir uma reação popular semelhante à que ocorreu em agosto de 1954, quando o tiro no peito de Getúlio Vargas gerou uma gigantesca onda de protestos, de vários dias, nas grandes cidades do país. "Há um sentimento na política que é fortíssimo. Quando cresce, cresce para valer. É o sentimento de que houve uma injustiça, contra uma liderança muito forte, que foi perseguida, foi massacrada, e que eu não defendi como deveria e acreditei num monte de besteira. Fomos injustos e pequenos com alguém que foi grande com a gente".
Para Franklin, a memória de Lula pode produzir uma situação semelhante em função de "doze anos de governos democráticos-populares, inclusivos, que deixaram claro que a ideia de que não dá para governar para a maioria da população é uma grande bobagem, uma agressão aos direitos do cidadão".
Confirmando um espírito combativo que acompanha seu comportamento político desde a juventude ("a vida não é feita para receber palmas de adversários, mas para lutar pelo que se acha certo"), na entrevista Franklin Martins faz críticas diretas à atuação de Fernando Henrique Cardoso antes, durante e depois do golpe: "o que não existe ali é democracia ".
Lembrado por uma atuação, no governo Lula, marcada pelo esforço para travar uma disputa política permanente contra o oligopólio dos grandes grupos de mídia, Franklin diz que o país aprendeu uma lição a respeito. "Se há uma coisa que a gente pode dizer que foi positiva nesse golpe de Estado que estamos assistindo, neste processo terrível, é que a questão do oligopólio da imprensa, que era discutida por acadêmicos, entidades da sociedade civil, jornalistas, profissionais, tornou-se um ponto da agenda nacional. As pessoas têm claro o seguinte: o Brasil precisa ter pluralidade de pontos de vista, principalmente naquilo que é fruto de uma concessão do Estado." (247).

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Em Pernambuco, Vice Raul Henry endurece o tom contra o Senador Fernando Bezerra e diz que lutará pelo PMDB

Declarações do vice-governador foram dadas na última semana, quando ele esteve no SJCC / Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
Declarações do vice-governador foram dadas na última semana, quando ele esteve no SJCC
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem


De passagem pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) na última semana, o vice-governador de Pernambuco, Raul Henry (PMDB), afirmou que a única pessoa com quem “tem problemas” na política é o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB). O parlamentar, que era filiado ao PSB, ingressou no PMDB no final de 2017 e, logo em seguida, iniciou um movimento para conquistar a presidência da sigla no Estado, atualmente comandada por Raul. De lá para cá, ambos travam uma batalha judicial em torno do caso.
“Não tenho nenhum problema com ninguém na política de Pernambuco. Eu sempre fiz política pensando no interesse público. Surgiu esse problema recente com o senador Bezerra Coelho porque foi uma violência muito grande contra nós. Foi um gesto de absoluta deslealdade pessoal porque ele foi convidado a entrar no partido, Jarbas (Vasconcelos) deu uma entrevista aqui (na Rádio Jornal) a Geraldo Freire dizendo que o recebia de portas abertas, que ele era bem-vindo, e ele entrou no partido em uma quarta-feira e, na segunda anterior, de forma traiçoeira, ele pediu a dissolução do partido que tem mais de 50 anos de história. Uma absoluta falta de respeito político e pessoal”, disparou o peemedebista, ao ser perguntado sobre sua opinião pessoal a respeito do ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT), cotado para ser o vice na chapa de Paulo Câmara (PSB) no pleito deste ano.
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RESPOSTA

A respeito das declarações de Raul, FBC afirmou que elas não têm “respaldo na verdade dos fatos”. “Fui convidado pela direção nacional para viabilizar um projeto político que passa pela apresentação de uma candidatura ao governo de Pernambuco. A direção nacional me comunicou que foram feitas as devidas informações e eu pedi as conversas com as lideranças estaduais, que foram adiadas. Me filiei fazendo comunicação prévia ao deputado Jarbas Vasconcelos, que não apresentou nenhuma restrição. Estranho que ele desconhecesse todo processo de afastamento meu do PSB para sinalizar positivamente e depois se posicionar de forma contrária à minha filiação e apoio que tenho da direção nacional para assumir o diretório estadual”, argumentou o senador.
FBC disse ainda que não tem inimigos na política e considerou como “agressão” a fala do vice-governador. “Não tenho nenhuma restrição pessoal a quem quer que seja. Na minha trajetória política de mais de 36 anos não tenho inimigos. Enfrentei e enfrento muitos adversários, mas nunca levei minhas divergências para o campo pessoal. Agora não posso e deixar de reagir às agressões que são feitas sem nenhum respaldo na verdade dos fatos”, cravou.

CONVITES

Em meio à tensão que vivencia no seu partido, Raul diz que recebeu convites de filiação de três partidos, mas que, por ora, não pensa em deixar o PMDB. “Aconteceram três convites, do PPS, do PSB e do PSL, antes da conversa de Luciano (Bivar) com (o deputado federal Jair) Bolsonaro, no final do ano passado. Eu disse que nós tínhamos muito reconhecimento e muita gratidão às pessoas que abriram suas portas para nos receber, mas o PMDB de Pernambuco é a nossa identidade, a nossa história e nossa disposição é lutar até o fim por ela”, afirmou o vice-governador.(JC).

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Lucas Ramos defende aliança entre PSB e PT na disputa a governador em Pernambuco somente num segundo turno


Se depender do deputado estadual Lucas Ramos, seu partido – o PSB – só se uniria ao PT para as eleições em Pernambuco num provável segundo turno. Para o parlamentar socialista, as duas legendas deveriam pensar, neste momento, em fortalecer suas bancadas federais e estaduais.
Confiram:
A histórica aliança entre PSB e PT “celebrada no meio do povo”, como afirmava o governador Miguel Arraes, precisa ser melhor compreendida pelos dois partidos. Cada uma dessas legendas deve se fortalecer disputando o primeiro turno com candidaturas majoritárias e proporcionais próprias para, assim, eleger uma bancada maior de deputados federais e estaduais.
Ressalta-se a importância da instituição, na nossa democracia, dos dois turnos para as eleições majoritárias no Brasil. Erram, PSB e PT, quando queimam essa etapa com uma candidatura única entre os dois e ganham os partidos de centro-direita com esse erro tático dos de centro-esquerda. No segundo turno sim, um precisará do outro para juntos serem protagonistas de um modelo de governo que o Brasil precisa.
Como deputado no PSB vou defender, no congresso nacional do partido, a tese da candidatura à reeleição do nosso governador Paulo Câmara e aguardar o segundo turno para se for o caso, celebrar uma aliança que congregue os ideais de centro-esquerda com o Partido dos Trabalhadores. (C.Britto).
Lucas Ramos/Deputado estadual – PSB

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Revolução brasileira: por Lula, o morro vai descer


Em pleno sábado de carnaval, um cartaz na entrada da maior favela brasileira, a Rocinha, chamou a atenção no epicentro da farra momesca: "STF se prender Lula o morro vai descer". Em meio a desfiles de escolas de samba e bloquinhos de carnaval, o aviso poderia passar desapercebido, se não fosse a seriedade com que os "donos do morro" têm imposto suas regras, quase sempre pré-anunciadas em cartazes como este. Nesse caso de apatia letárgica dos movimentos sociais, sindicais e estudantis diante de cada etapa do golpe, parece justo que os próprios excluídos do sistema ocupem espaços e cobrem, à sua maneira, justiça social – e jurídica. O que não falta nos morros cariocas – e nas favelas em todo o Brasil – é injustiça social e fuzis, os principais ingredientes de uma revolução.
A ideia de uma revolução iniciada nos morros cariocas não é nova. Há mais de 20 anos, o mestre do samba, Wilson das Neves, já cantava em sua obra "O Dia Em Que o Morro Descer e Não For Carnaval" a possibilidade de haver uma ruptura social, puxada por uma minoria ignorada pelo sistema, acima dos morros e abaixo das leis. Em um trecho do samba podemos ouvir: "O dia em que o morro descer e não for carnaval / ninguém vai ficar pra assistir o desfile final / na entrada rajada de fogos pra quem nunca viu / vai ser de escopeta, metralha, granada e fuzil (é a guerra civil)". O próprio Karl Marx já anunciara, na época da edição do Manifesto Comunista, que a luta de classes é história de todas as sociedades. Particularmente, não consigo vislumbrar fotografia mais precisa para a desigualdade social e a luta de classes, que uma cidade que divide por poucos metros a soberba dos capitalistas em edificações faraônicas, e as favelas, com população muito mais que miserável à margem do Estado.
Ainda não se sabe quais serão as reações provocadas pela iminente prisão de Lula, mas já sabemos as suas consequências. O ex-Presidente é líder absoluto nas pesquisas eleitorais e a tendência, em condições de normalidade democrática – das quais não gozamos ultimamente, apontaria para uma vitória em primeiro turno. Cabo eleitoral, Lula colocaria qualquer nome no segundo turno da disputa. Mas esse julgamento, que atropelou o devido processo legal, quer prendê-lo imediatamente, para que Lula não possa sequer atuar como cabo eleitoral. O objetivo é calar Lula, que, preso, não poderia mais falar. Mas nem mesmo um mandado de prisão pode calar o povo.
O golpe em curso, em que o Brasil se encontra, já permitiu a volta do trabalho escravo, acabou com os direitos históricos dos trabalhadores, tornou os pobres mais pobres e os ricos mais ricos. Afinal o número de milionários cresceu 11 por cento em 2016 e deve crescer até 81 por cento até 2022, segundo dados do Banco Mundial. Essa é uma projeção sem esquerda, sem Lula, sem Luta. Se pálida classe média permanece em seus sofás esperando a justiça vir das instituições, juntamente com os movimentos sociais, não temos motivos para desacreditar nas palavras da Rocinha. Agora é Morro x Moro.(247).

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Rotina: Revista policial na Cadeia de Cabrobó encontra celulares e arma artesanal

(DPC). (Foto/divulgação)

Uma revista policial realizada na noite de ontem (11) na Cadeia Pública de Cabrobó (PE), Sertão do São Francisco, encontrou celulares, drogas armas artesanais. O fato tem sido corriqueiro em unidades prisionais da região.
Segundo informações da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), a ação foi realizada por homens do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati) e do efetivo da guarda da cadeia local e fez parte da Operação Carnaval, cujo objetivo é combater os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) – ou homicídios.
Durante a revista foram encontrados cinco aparelhos celulares e dois carregadores, além de dois cachimbos artesanais para maconha e um chuço (faca artesanal). Todo material foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, (C.Britto).

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TUIUTI SOLTOU GRITO PRESO NA GARGANTA DO PAÍS EM PLENA GLOBO: FORA TEMER

Thiago Botelho | Riotur

O enredo do carnavalesco Jack Vasconcelos soltou o grito que estava preso na garganta de milhares de brasileiros na madrugada desta segunda-feira 12 durante desfile da escola Paraíso do Tuiuti, na primeira noite deste Carnaval na Sapucaí.

"Fora, Temer", gritou um dos componentes pouco antes de a escola deixar a avenida, representando os críticos do golpe, do governo Temer e das reformas que retiram direitos trabalhistas dos brasileiros, tudo mostrado no desfile.
A transmissão obrigatória do protesto pela TV Globo, que participou do golpe e pode ser considerada as grandes mãos que controlaram manifantoches que desfilaram fantasiados de camisas verde e amarela, deu um gostinho a mais.
Os narradores ficaram sem saber o que dizer, e acabaram ocultando o real conteúdo do enredo, como alfinetou o jornalista e escritor Mario Magalhães. "Fizemos uma coisa que todo mundo quer", disse o professor de história Léo Morais, que se vestiu de Temer vampiro no desfile.
Na internet, os políticos que fazem oposição a Temer exaltam a coragem da escola, que já saiu campeã, mesmo que não oficialmente, mas "do povo", como comentou um dos internautas nas redes sociais, em uma das centenas de postagens sobre o desfile nesta segunda. Mensagens bem humoradas indicam esperar um novo projeto do MBL: o Carnaval Sem Partido.
A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que o desfile foi histórico: "Fantasias ironizando os desmontes causados pelo atual governo, - como a Reforma Trabalhista, já tão devastadora no dia a dia do povo após sua aprovação - e outros figurinos como fantoches pelo golpe, foram um dos assuntos mais comentados nas redes nesta madrugada. Nota 10 para a escola!!!".
A deputada Jandira Feghali, do PCdoB do Rio, criticou a reação da Globo: "E teve climão na Globo pra comentar o desfile com críticas ao golpe que a própria Globo apoiou". Em outro post, ela havia registrado: "MOMENTO INCRÍVEL NO CARNAVAL DE DOMINGO: A Paraíso do Tuiuti registrou no Sambódromo o golpe no país, a manipulação de parte da sociedade e os efeitos terríveis de um governo ilegítimo alçado ao poder dentro da ruptura democrática!!! QUE DESFILE!!!"
O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), também do Rio de Janeiro, rasgou elogios à escola: "QUE DESFILE! A Paraíso do Tuiutí levou o #ForaTemer à avenida, criticou a Reforma Trabalhista do presidente vampirão - também presente na Sapucaí - e falou sobre escravidão. Arrasaram!" (247).


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Floresta: Mulher é morta a tiros e seu marido fica gravemente ferido após festa de Carnaval


Uma mulher foi assassinada a tiros e outras duas pessoas ficaram feridas quando retornavam para casa, após uma festa de Carnaval em Floresta (PE), no Sertão de Itaparica. O crime teria ocorrido na madrugada desta terça-feira (13), por volta de 1h30, na Avenida Antônio de Souza Jota, nas proximidades do Parque das Caraibeiras.
Segundo informações não oficiais, homens armados teriam se aproximado das vítimas em uma moto, efetuado os disparos e fugido. O óbito foi o de Cilene Espedita da Silva. Ela tinha 34 anos. O esposo dela, Francisco Nicanor da Silva, também foi atingido por disparos e socorrido ao Hospital Coronel Álvaro Ferraz, mas devido à gravidade dos ferimentos foi encaminhado para o Hospital da Restauração (HR), no Recife.
A terceira vítima, Maria Jilvânia da Silva, também foi socorrida para o hospital de Floresta. Ela foi atingida por um tiro no braço, mas não corre risco de morte. As motivações do crime estão sendo investigadas pela Polícia Civil (PC). Ninguém foi preso até a publicação desta matéria. (Fonte/foto: Blog do Elvis/NE10).

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TSE define que candidatos vão poder financiar campanhas com recursos próprios

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta terça-feira (13) uma resolução que define que os candidatos poderão financiar as campanhas eleitorais deste ano com recursos próprios. A Resolução 23.553, foi publicada no último dia 2 de fevereiro no “Diário da Justiça Eletrônico” e “disciplina os procedimentos relativos à escolha e ao registro de candidatos” a presidente da República, governador, senador e deputado.
Segundo o texto, “o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorre”. Os limites para 2018 vão ser de R$ 70 milhões para presidente; R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões para governador; R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões para senador; R$ 2,5 milhões para deputado federal e R$ 1 milhão para deputado estadual e distrital.(247).

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FLORESTAN: SILÊNCIO DA GLOBO SOBRE TUIUTI REVELA JORNALISMO ESCRAVIZADO


Florestan Fernandes Júnior, em seu Facebook - Nada é mais revelador da escravidão do jornalismo brasileiro que o silêncio ensurdecedor no momento em que a última ala da Paraíso do Tuiuti entrou na Marquês de Sapucaí. Ninguém no estúdio da Globo se atreveu a narrar o que via. Uma cena patética e constrangedora. Durante longos minutos as imagens mostravam uma plateia vibrando com o carro alegórico que trazia em destaque um Temer Vampirizado.
O samba cresceu na avenida nos passos de foliões carregando patos amarelos, passistas desfilando com a camisa da seleção Brasileira sendo manipulados por enormes mãos midiáticas como se estivessem na Avenida Paulista. Atrás vinham as vítimas do golpe, trabalhadores exibindo a carteira de trabalho queimada pela reforma trabalhista.
Só faltou a Tuiuti mostrar os repórteres escravos dos senhores da comunicação que não têm liberdade sequer para dizer o que todos viram em cores e ao vivo. (247).

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Polêmica envolvendo demolição de prédio histórico ganha novo capítulo em Juazeiro

(foto/divulgação)

A polêmica envolvendo a demolição de um prédio histórico localizado na Avenida Dr. Juvêncio Alves, no Centro de Juazeiro (BA), ganhou mais um capítulo. Como este Blog mostrou ontem (12), o processo de demolição do imóvel continuou mesmo depois de o Município ter embargado a derrubada. Localizado no nº 100, o prédio foi residência de uma família tradicional de comerciantes, depois transformado num quartel da Polícia Militar, hotel e como ponto de estabelecimentos comerciais.
Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb) afirmou que a demolição do prédio estava embargada sim, “porém o proprietário desobedeceu ao embargo“. Conforme a Semaurb, ontem (12), uma equipe de fiscalização esteve no local e recolheu todo o maquinário e manteve o embargo. “O proprietário irá sofrer sanções administrativas, entre elas, multas, por ter descumprido o embargo e realizado uma demolição sem ter licenciamento para tal ato”, diz a nota. Com a palavra, o proprietário. (C.Britto).

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CARNAVAL DO FORA TEMER BOMBA NO MUNDO INTEIRO

Reprodução | RioTur | Thiago Botelho

O Carnaval do Fora Temer já ganhou destaque mundial. O desfile da Paraíso do Tuiuti, no Rio, cujo enredo protestou contra o golpe no Brasil em plena Globo, sócia do atentado à democracia, virou o segundo assunto mais comentado no mundo no Twitter.

Além disso, com 80% dos votos em uma enquete no portal UOL, a escola de samba é apontada como a melhor escola de 2018. Posts sobre o desfile dominam as redes sociais desde a madrugada desta segunda-feira 12, quando os carros e os personagens entraram na avenida da Sapucaí.
Ainda no Rio, uma multidão tomou o aeroporto Santos Dumont gritando em peso "Fora, Temer", rejeitado por mais de 90% dos brasileiros. O grupo de foliões também não perdoou o prefeito da capital, Marcelo Crivella (PRB), que viajou para a Europa no Carnaval.
No Carnaval mais politizado da história, há ainda bloquinhos pedindo a volta de Lula, bonecos homenageando o ex-presidente e faixas contrárias à prisão. Em uma ponte próxima à Rocinha, por exemplo, uma faixa enorme traz os dizeres: "STF, se prender Lula o morro vai descer". (247).

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Comitê firma acordo com Governo da Bahia em prol do Rio São Francisco

(foto/arquivo divulgação)

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio são Francisco (CBHSF) e o Governo da Bahia, por meio da Secretaria estadual de Meio Ambiente, assinaram, nesta quarta-feira (7), um termo de cooperação técnica para o desenvolvimento de projetos e atividades previstos no Plano de Recursos Hídricos do Rio São Francisco (PRH) 2016-2025.
A ideia é criar um diálogo entre o Plano do CBHSF e o planejamento do governo, com foco na interseção entre o que planejamos e o que o governo de cada estado está construindo, para que possamos partir para ações concretas.
Essa mesma iniciativa deve se repetir em outros estados que se relacionam diretamente com a Bacia do Rio São Francisco – o próximo deve ser Minas Gerais. Além disso, faz parte de uma estratégia do Comitê de viabilizar ações efetivas para o avanço de pautas relacionadas à gestão do rio, que percorre seu maior trecho na Bahia, estado que manifestou interesse em ser o primeiro a firmar essa parceria.
Plano
A versão atualizada do Plano de Recursos Hídricos foi realizada em 18 meses, envolvendo cerca de 6 mil pessoas. Ele prevê orçamento de aproximadamente 30, 8 bilhões de reais, a serem distribuídos conforme detalhamento a seguir:
Orçamento 2016 – 2025
  • Abastecimento de água (25%, 7,7 bilhões de reais)
  • Esgotamento Sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana (63%, 19,3 bilhões de reais)
  • Recuperação de áreas degradadas, matas ciliares e nascentes (8%, 2,6 bilhões de reais)
  • Outras áreas (4%, 1,2 bilhão de reais)
As metas do PRH são divididas em seis grandes eixos: Governança e mobilização social; Qualidade de água e saneamento; Quantidade de água e usos múltiplos, Sustentabilidade Hídrica no Semiárido; Biodiversidade e requalificação ambiental e, por fim, Uso da terra e segurança de barragens. (C.Britto).

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TSE LIBERA QUE MILIONÁRIOS PAGUEM 100% DE SUAS CAMPANHAS

Carlos Moura/SCO/STF

O Tribunal Superior Eleitoral, comandado agora pelo ministro Luiz Fux, decidiu permitir em até 100% o autofinanciamento eleitoral, agora que as doações de empresas estão proibidas.

Há apenas um valor limite para cada cargo, de acordo com a norma publicada no último dia 2. O Tribunal pode mudar o entendimento no máximo até o dia 5 de março, prazo limite para que publique todas as regras das eleições.
Os candidatos ao Planalto, por exemplo, podem gastar até R$ 70 milhões do próprio bolso. Quem concorre ao governo do Estado, até R$ 21 milhões, a depender do Estado. Quem disputa o cargo de deputado federal pode bancar até R$ 2,5 milhões, e a estadual, até R$ 1 milhão.
A decisão é desastrosa, uma vez que favorece candidatos milionários, algo que foi possível observar na eleição municipal de 2016, quando 23 milionários se elegeram prefeitos de grandes cidades no primeiro turno. Um em cada 5 prefeitos eleitos naquele ano é milionário.
Concorrentes que não tenham dinheiro pessoal para gastar contarão apenas com o dinheiro público para campanhas, cuja divisão será definida por cada partido. O PSB vai tentar reverter a decisão do TSE no Supremo, porque entende que, na prática, o Tribunal Eleitoral não colocou limite para o autofinanciamento.(247).

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Paulo Câmara sobre encontro com João Paulo: “No Carnaval ninguém fala de política”

(fonte: FolhaPE/foto: divulgação)


Após circular com o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT), nos Papangus do município de Bezerros (no Agreste), na manhã do último domingo (11), o governador Paulo Câmara (PSB) comentou sobre a possível reaproximação entre os dois partidos, na eleição deste ano. Para o socialista, que prestigiou o 28º Encontro de Maracatus Rurais, na Casa da Rabeca, na Cidade Tabajara, os partidos devem dialogar, depois do Carnaval, para traçar suas estratégias eleitorais.
Questionado sobre o encontro com o petista, Paulo Câmara garantiu que os dois não falaram sobre alianças políticas. “Nos encontramos no Carnaval. E no Carnaval ninguém fala de política. Depois vamos conversar com todos os setores que queiram e pensem no nosso projeto, no futuro”, disse.

Para ele, o PSB deve procurar dialogar com partidos que “sejam contrários à forma como o Brasil vem sendo administrado”. “Mas o prazo é julho e agosto para definir alianças e pensar com mais profundidade sobre as eleições. O PSB tem estratégia de se aliar com partidos de centro-esquerda e que querem um projeto diferente para o Brasil”, falou. (C.Britto).


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Protestos contra o governo marcam desfile da escola de samba Paraíso da Tuiuti

Enredo retrata história do Brasil sob o ponto de vista dos explorados e trouxe destaques simbolizando o presidente Michel Temer. 
Redes sociais repercutem o desfile

Desfile da Paraíso do Tuiuti foi marcado por forte crítica política e social
Desfile da Paraíso do Tuiuti foi marcado por forte crítica política e socialFoto: Mauro Pimentel / AFP

O desfile da escola de samba carioca Paraíso da Tuiuti, que passou pelo sambódromo do Rio de Janeiro na noite deste domingo (11), está repercutindo fortemente nas redes sociais. Em enquete do site UOL, a escola ganha o Carnaval com 78,86% dos votos. O enredo apresentado, “Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?”, trouxe forte crítica política e social, refazendo a história do Brasil à luz dos explorados e vindo até os dias atuais. Um dos destaques era um homem com faixa presidencial, aludindo ao presidente Michel Temer, intitulado “vampiro neoliberalista”. Uma ala trazia “manifestoches”, com passistas fantasiados de patos; outra, lembrava o trabalho informal, fazendo referência à reforma trabalhista.

No topo do último carro da escola, o vampiro foi representado por um professor de história, Léo Morais. “Esse protesto é uma retomada dos enredos críticos. A gente está num momento que tem que gritar mesmo”, afirmou ele após o fim do desfole. “Todo mundo quer botar pra fora, as pessoas querem gritar o 'Fora Temer'”, acrescentou. Neste ano, Temer atingiu mais de 90% de rejeição entre os brasileiros.

O clima no camarote da Rede Globo, de onde Fátima Bernardes, Alex Escobar e Milton Cunha narravam o desfile, foi de constrangimento e poucos comentários, especialmente diante da ala onde os “manifestoches”, que teriam sofrido manipulação da mídia. Após a apresentação, o camarote da emissora recebeu vários participantes da Tuiuti, mas nem o vampiro-presidente nem os patos-manifestantes foram tema das entrevistas. (247).






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LINDBERGH: GLOBO MANIPULA ATÉ COBERTURA DE CARNAVAL

Beto Barata/Agência Senado | Reprodução (@jornalnacional)/Twitter | Thiago Botelho

O senador Lindbergh Farias, líder do PT no Senado, publicou em sua página no Facebookum texto crítico à cobertura da Rede Globo sobre o desfile da Paraíso do Tuiuti, que exibiu um enredo crítico ao golpe e ao governo Temer.
No texto compartilhado de Eden Valadares, há uma conta dos tempos que o Jornal Nacional gastou nesta segunda-feira 12 para falar de cada escola. De sete escolas, a Tuiuti recebeu desproporcionalmente menos tempo que as outras.
Enquanto a Império, São Clemente, Vila Isabel, Grande Rio e Mangueira tiveram mais de um minuto de exposição aos seus desfiles no telejornal, a Tuiuti teve apenas 35 segundos. Apenas a Mocidade teve um pouco menos de um minuto (53 segundos), mas nada comparado à escola que fez uma crítica social.
"Que a Rede Globo é inimiga da democracia brasileira, todos nós sabemos. Que ela usa de todas as formas para boicotar governos (Dilma), estigmatizar partidos (PT) e perseguir um líder popular (Lula), o Brasil está careca de saber. Agora, manipular a cobertura de uma escola de samba para proteger Temer, o PSDB e as reformas que atacam o povo brasileiro, foi uma maldade nova", diz o texto. (247).

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Oito detentos fogem de hospital de custódia psiquiátrica em Itamaracá

Evasão aconteceu na madrugada desta segunda (12). Eles renderam o chaveiro e o auxiliar e escaparam por meio de um buraco no muro do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP)

Detentos escaparam por buraco no muro do HCTP
Detentos escaparam por buraco no muro do HCTPFoto: Divulgação/Sindasp

Oito detentos fugiram do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), na madrugada desta segunda-feira (12). A fuga aconteceu no pavilhão São Francisco, por volta das 3h, O chaveiro e seu auxiliar foram amarrados e os detentos saíram através de um buraco no muro do HCTP, localizado na ilha de Itamaracá, no Litoral Norte.

A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) informou por meio de nota oficial que o Centro Integrado de Operações e Defesa Social da Polícia Militar (Ciods/PM) já foi acionado, e que uma sindicância será aberta para apurar as circunstâncias em que o fato ocorreu. 

Até o momento, apenas um fugitivo foi recapturado: André Caetano da Silva. Outros sete presidiários (Adriano Lima Araújo, Vando Correia da Silva, Daniel Torres Marques, Bename Barbosa da Conceição, Dagner Max Bandeira Leite, Jefferson Arlan da Silva Souza e Djanaamey Araújo Alves de Almeida) continuam foragidos. (Folhape).




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Chuva interrompe Carnaval de Afogados da Ingazeira

Apesar de os festejos terem sido suspensos, população, que sofre com a estiagem, comemorou o momento
Chuva esvaziou polo da folia em Afogados da Ingazeira
Chuva esvaziou polo da folia em Afogados da IngazeiraFoto: André Luiz/Rádio Pajeú/Cortesia

A população de Afogados da Ingazeira, no Pajeú, teve de interromper os festejos do Carnaval por causa de uma forte chuva que invadiu o município, na noite desta segunda-feira (12). Por volta das 21h, a Praça Miguel de Campos Goés recebia a apresentação da Orquestra Show de Frevo e acabou esvaziada. Foi suspenso também o desfile dos tradicionais Tabaqueiros, os mascarados que são marcas registradas do Carnaval da região. 

Apesar de o diretor de cultura de Afogados de Ingazeira, Edgar Santos, interromper os festejos, o clima não foi de tristeza total. Isso porque o município sofre com chuvas irregulares há, pelo menos, cinco anos. Então, o povo acabou comemorando esse presente de momo. (Folhape).




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Caso Lula: Cármen tem medo do plenário do STF?

ABR

A demora da presidente Carmen Lúcia para marcar a sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal para deliberar sobre o pedido de Habeas Corpus do presidente Lula revela um comportamento preocupante para a Justiça brasileira e para o país.
Num momento em que os prognósticos apontam para um placar apertado, a postura da presidente só compromete a credibilidade do STF como guardião da Constituição brasileira, tarefa que seus integrantes têm o compromisso de desempenhar com isenção e respeito à lei.
Mais do que nunca sugere uma postura parcial, contrária aos direitos do réu, favorável a acusação, já apontada pela expressão “apequenar”, quando se referia a possibilidade do STF debater o caso de Lula.  
 Num país habituado, pelo próprio Supremo, a transformar as grandes decisões do tribunal  num programa que se acompanha ao vivo pela TV, com direito a uma seleção de melhores momentos nos telejornais, qualquer falha no quesito transparência será um absurdo difícil de aceitar. Depois de cortejar a popularidade por todos os meios desde a AP 470, o STF ficou com medo da praça pública?  
Vamos reconhecer, para começar, que não estamos diante de nenhum ato de confronto institucional, nenhuma provocação ou proposta de desobediência civil. Trata-se tão somente de encaminhar uma decisão pacífica, legal e legítima do ministro Luiz Facchin, integrante do STF, como Carmen Lúcia, que, com seu apoio ostensivo, fez dele relator da Lava Jato após a tragédia que levou a vida de Teori Zavaski.
Qualquer postura em contrário equivale a desautorizar o próprio ministro e o conjunto do STF – na esperança de que a população aceitará fazer o papel de bobo, sem perceber o que está acontecendo nos meses que antecedem a eleição vista como a melhor porta de saída de uma crise que sufoca o país desde abril de 2016.
É curioso registrar que, num país onde cresce a influência de poderes sem-voto, desta vez até os ministros do STF correm o risco de serem impedidos de votar por decisão da presidente. Pode?
A postura de “empurrar com a barriga”, irá gerar um mal-estar crescente e inevitável, que envolve a concessão de um habeas corpus coerente com o artigo 5 da Constituição. A surpresa ainda é maior  quando se recorda o percurso que levou Facchin a um lugar tão destacado no tribunal e no atual momento político.
Após a morte de Teori, o país entrou em estado de choque. Em termos jurídicos e políticos, no entanto, o mais importante, desde o primeiro dia, era o perfil do novo relator. Não há dúvida que o mais racional seria encontrar o sucessor entre os ministros da quarta turma. Mais familiarizados com o caso, não havia necessidade serem atualizados em todas as minúcias. Havia um problema de outra natureza aí.
Mesmo com ênfase diferenciada, nenhum dos quatro possíveis candidatos era visto como um magistrado de confiança absoluta nos círculos irredutíveis da Lava Jato. Mesmo de fora, exigindo um transplante interno, a candidatura Facchin, que se encontrava na Primeira Turma,  tornou-se uma opção por isso. Com um currículo alinhado com votos que priorizam a punição dos réus no lugar do respeito pelos seus direitos, quando se ofereceu para mudar de turma e ficar com a vaga, Facchin foi recebido como o homem certo no lugar certo.
Sempre em minoria na Segunda Turma, a decisão de dirigir a palavra final sobre o habeas corpus de Lula para o plenário foi uma forma de precaução política. Ali  pois ali a derrota por 3 a 2, favorável a Lula, era uma decisão probabilíssima.
A indicação de Facchin envolveu um esforço para contornar outro inconveniente: esperar pela chegada de um novo ministro ao Tribunal, que deveria ser indicado por Temer e aprovado pelo Senado. Havia uma questão preliminar  e o STF decidiu agir de outro modo. 
Como as denúncias da Lava Jato já haviam entrado no Jaburu, qualquer brecha que fosse aberta para permitir que Temer indicasse justamente o ministro encarregado da Operação, seria denunciada como uma operação para deixar a raposa tomar conta do galinheiro. Só reforçaria o ambiente de suspeita que cercou o desastre aéreo que tirou a vida de Teori.  
Havia também o fator tempo, que sempre foi levado em conta na Operação na medida em que o calendário das condenações passou a cruzar-se com o calendário eleitoral. Era óbvio que uma decisão dramática e difícil – como os direitos de Lula, por exemplo – perderia toda validade política caso não fosse resolvida na hora certa.
A partir do voto de Facchin, chamar a votação em plenário tornou-se a decisão correta e natural. Não deve ser “empurrada com a barriga”, como tantos casos que adormecem na Justiça na expectativa de serem esquecidos pelos interessados. Foi o que ocorreu com o auxílio-moradia dos magistrados, aprovado há quatro anos em liminar, que só irá a votos em março, depois que se transformou numa farra nacional e num fato óbvio de desgaste de uma instituição que faz do discurso moral a tônica de suas manifestações.    
O habeas-corpus de Lula é de outra natureza. Não envolve uma condenável mordomia acessível a uma fatia do serviço público, que deve ser revogada sem mais demora.
Diz respeito à preservação dos direitos dos brasileiros e do regime democrático. São fundamentos da República que estão em jogo.  É necessário que o plenário do STF discuta o habeas corpus para Lula com urgência, pois diz respeito a decisões que separam a democracia de uma ditadura.
Não custa lembrar que a decisão de debater o auxílio-moradia num momento em que os fanáticos da Lava Jato fazem tudo para desviar as atenções sobre o habeas-corpus já começa a ser interpretada como um lance de marketing. As questões não devem ser misturadas. Cármen Lúcia tem obrigação de marcar o debate sobre o auxílio-moradia e poderia ter feito isso há mais tempo.
Mas a decisão não passará de um exercício bisonho de demagogia judicial se servir para evitar o debate sobre o habeas corpus de Lula.(247)
Alguma dúvida?

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IF Sertão-PE abre inscrições até o dia (22/2) para seleção simplificada de profissionais técnicos especializados em Libras


O Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) está com inscrições abertas para a seleção simplificada de contratação temporária de profissionais técnicos especializados em Língua Brasileira de Sinais (Libras). São cinco vagas, destinadas aos campi Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada, Santa Maria da Boa Vista e Ouricuri. As inscrições serão realizadas exclusivamente via internet, clicando aqui, até as 23h59 do dia 22 de fevereiro (horário de Brasília). A taxa de inscrição é de R$ 20 e deverá ser paga, por intermédio de GRU (Guia de Recolhimento da União), em qualquer agência bancária, impreterivelmente até o dia 23 de fevereiro.
Quem estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e for membro de “família de baixa renda” pode solicitar isenção da taxa de pagamento mediante requerimento do candidato, através de formulário eletrônico disponível no endereço eletrônico http://concurso.ifsertao-pe.edu.br/copese, até o dia 16 de fevereiro.
Para participar da seleção, o candidato deve ter curso superior de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua; ou de Letras/Libras bacharelado ou curso superior em qualquer área com certificado de proficiência na tradução e interpretação da Libras-Língua Portuguesa e Língua Portuguesa-Libras, comprovada por certificado obtido por meio de exame promovido pelo MEC, ou proficiência expedida por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação.
Entre as atribuições profissionais, estão traduzir e interpretar LIBRAS – Língua Portuguesa e vice-versa na sala de aula ou em outras atividades escolares; pesquisar e estudar conceitos acadêmicos, em parceria com o professor da sala de aula, que favoreçam a atuação profissional; acompanhar estudantes em visitas técnicas; participar de formação ou reuniões pedagógicas quando solicitado.
O Processo Seletivo constará de duas etapas: Análise Curricular e Prova Prática. O regime de trabalho é de 40 horas semanais e o vencimento básico é R$ 4.180,66, podendo ser acrescido de auxílio-transporte, auxílio pré-escolar e auxílio-alimentação. Confira o edital  (Ascom), (C.Geral).

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