sábado, 16 de fevereiro de 2019

Viaduto dos Barranqueiros em Petrolina recebe reforma e nova área verde

   Via:Carlos Britto
Foto: Ascom PMP/divulgação

Quem passa nas proximidades do Viaduto dos Barranqueiros, em Petrolina,  já notou que o cenário vem mudando nos últimos dias: a prefeitura vem requalificando os canteiros e contorno, dando um novo aspecto ao local.
O trabalho será realizado em duas etapas, sendo a primeira de substituição do solo. “Nesse primeiro momento, estamos retirando o solo. O que tinha aqui antes era um solo de aterro usado para construção de estradas e que não era apropriado para receber vegetação. Finalizamos esta etapa esta semana para iniciarmos o paisagismo e recuperação das calçadas na próxima“, explica o diretor de projetos da  Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), Victor Flores.
A requalificação dos canteiros e contorno do Viaduto Barranqueiros é uma realização da Prefeitura de Petrolina, sob a responsabilidade da AMMA e com apoio da Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Serviços Públicos (Seinfra).

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VÍDEO PROVA QUE JOVEM ASSASSINADO NO EXTRA NÃO TENTOU ROUBAR ARMA DE SEGURANÇA

Reprodução de Twitter

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Vídeo da câmera de segurança do supermercado Extra mostra que não houve tentativa do jovem Pedro Henrique Araujo, 19 anos, de tentar pegar a arma do segurança do estabelecimento, Davi Ricardo Moreira Amancio, que o matou nesta sexta-feira, no Extra da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Renê Silva, editor-chefe do Voz das Comunidades, compartilhou nas redes sociais a reportagem com o vídeo. "Imagens exclusivas do #RJTV @RedeGlobo mostram que o rapaz caiu no chão duas vezes e que não estava tentando pegar arma do segurança. E aí?", questionou o comunicador e ativista.

Imagens exclusivas do @RedeGlobo mostram que o rapaz caiu no chão duas vezes e que não estava tentando pegar arma do segurança. E aí?
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Fernando Bezerra admite que oposição saiu fragilizada de eleições e fala em estratégia para reconquistar pernambucanos

  Via:Carlos Britto
Foto: Gabriel Siqueira/Blog do Carlos Britto

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) admitiu que o bloco de oposição ao Governo de Pernambuco “saiu fragilizado” nas eleições de 2018, mas caberá agora elaborar estratégias com vistas a interromper a gestão socialista que administra o Estado há 13 anos.  A declaração foi dada pelo senador ao programa de Geraldo Freire, na Rádio Jornal, nesta sexta-feira (15).
Segundo FBC, essa análise ainda está sendo feita internamente entre as lideranças do bloco. Mas ele adiantou que após o Carnaval, a oposição deverá fazer reuniões com seguimentos da sociedade para levantar o motivo que culminou com a derrota do grupo em outubro passado.
A gente entende que havia um sentimento de mudança muito forte. Mas faltou aquele pouquinho à oposição para se dar a virada em Pernambuco. Então, a gente tem de fazer nossa autocrítica dos erros que foram cometidos. O senador Armando Monteiro (candidato derrotado a governador) tem feito reflexões em relação a isso. Mendonça Filho também, o deputado Bruno Araújo, que está se movimento muito politicamente e tem a perspectiva de assumir a presidência nacional do PSDB”, pontuou o senador.
FBC se disse convicto, porém, de que um dos erros do bloco foi não ter se definido claramente pelo apoio a uma candidatura presidencial – ao contrário dos socialistas.
Eleições 2022
Perguntado se seria o nome da vez para disputar em 2022 o governo do Estado, Fernando Bezerra assegurou que seu papel é manter o grupo ao menos do mesmo tamanho que saiu das últimas eleições. “Nós saímos fragilizados. Só temos 12 deputados numa Assembleia (Alepe) de 49. E ainda assim as ‘Juntas’ (coletivo de parlamentares) se dizem independentes. Então somos 11. Não temos mais do que 30 a 33 prefeitos, de 185. Nós mantivemos a presença na bancada federal, somos sete a oito deputados que fazem oposição ao Palácio do Campo das Princesas. Nós tínhamos dois senadores, agora só temos um senador no campo da oposição”, avaliou.
Para o senador emedebista, não resta outra coisa a fazer do que sacudir a poeira, conversar com a sociedade com o objetivo de construir uma nova proposta que possa animar os pernambucos “e interromper esse projeto que aí está”, finalizou. Fernando destacou que essa discussão, evidentemente, passa pelas eleições de 2020, mas a questão municipal só começará a ser tratada, de fato, pelos partidos a partir de setembro deste ano.

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Exoneração de Bebianno sai na segunda-feira; entenda o caso

O ato de exoneração, segundo a Folha de S. Paulo, já estaria pronto e assinado. O presidente Jair Bolsonaro esteve com Bebianno no início da noite desta sexta (15).

  Por: Portal FolhaPE com Folhapress
Gustavo Bebianno
                                                                        Gustavo Bebianno                                                                                                     Foto: EVARISTO SA / AFP


A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, cravou como certa a saída de Gustavo Bebianno do Governo Federal, na próxima segunda-feira (18). Segundo informação publicada na noite desta sexta (15), após reunião acompanhada por ministros e pelo vice-presidente Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro tomou a decisão de demitir Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência.

O ato de exoneração, segundo a Folha de S. Paulo, já estaria pronto e assinado. O presidente esteve com Bebianno no início da noite desta sexta (15). De acordo com a coluna, pessoas próximas ao ministro confirmaram que a exoneração é certa e que não  há volta nesta decisão. Os dois teriam tido uma conversa ríspida que selaria a posição do presidente de exonerar o ministro que está sendo pivô de uma profunda crise no Palácio.

A gota d’água, segundo fontes da Folha de S. Paulo, foi o vazamento de diálogos privados, exclusivos da Presidência, entre Bolsonaro e Bebianno ao site "O Antagonista" e a revista "Veja".

Entenda o caso:

Chamado publicamente de mentiroso pelo presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, não conseguiu se garantir no cargo após negociações que envolveram ministros palacianos nesta sexta-feira (15).
Após se reunir com Bebianno, Bolsonaro avisou a aliados que ele será demitido -e que a saída do ministro poderá ser formalizada na segunda-feira (18).

Bebianno tornou-se o centro de uma crise instalada no Palácio do Planalto após a Folha de S.Paulo revelar um esquema candidaturas laranjas do PSL, presidido pelo ministro entre janeiro e outubro de 2018.

Embora tentasse um encontro pessoalmente com o presidente desde quarta-feira (13), Bebianno só foi recebido no fim da tarde, após ministros e aliados entrarem no circuito.

conversa entre Bolsonaro e Bebianno teria sido ríspida, e o presidente chegou a deixar um ato de exoneração assinado. A gota d'água, segundo integrantes do Planalto, foi o vazamento de diálogos privados, exclusivos da Presidência, entre Bolsonaro e Bebianno ao site O Antagonista e à revista Veja.

Nesta semana, o presidente chegou a endossar os ataques feitos pelo seu filho, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSC), em que Bebianno foi chamado de mentiroso nas redes sociais por declarar ter conversado por três vezes com Bolsonaro em meio à crise das candidaturas laranjas.

Outra declaração que comprometeu a relação entre ambos foi a entrevista à TV Record em que Bolsonaro afirmou que, se for responsabilizado pelo caso dos laranjas do PSL, Bebianno precisará retornar às suas "origens", ou seja, deixar o governo.

As negociações para evitar uma queda de Bebianno na sexta-feira começaram logo cedo no Palácio da Alvorada, onde Bolsonaro ainda se recupera de uma cirurgia.
Às 9h, foram à residência oficial os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo), junto com a deputada federal Joice Hasselman (PSL-SP). Os três saíram dali com uma proposta em mãos: propor a Bebianno um acordo para que ele seguisse no cargo.

O grupo disse a Bolsonaro que a demissão de um de seus auxiliares dessa forma –em crise exposta nas redes sociais– fragilizaria a imagem sobre a confiabilidade do presidente e do governo perante o Congresso e a opinião pública. Foi ponderado que isso poderia colocar em risco uma das prioridades de sua gestão: a aprovação da reforma da Previdência, que será apresentada na semana que vem.

Após o aval de Bolsonaro, os três se reuniram com o chefe da Secretaria-Geral às 11h30, na Casa Civil, em encontro que não estava previsto na agenda. Onyx levou ao colega a proposta de que precisava manter discrição e silêncio para seguir como ministro.

Bebianno assentiu e depois deixou o Palácio do Planalto por uma porta lateral, usada por visitantes e raramente frequentada por autoridades. Ao ser abordado pela TV Globo, respondeu que não sabia se ficaria no cargo.

Bolsonaro foi aconselhado por auxiliares a demonstrar que estava reassumindo as rédeas do governo e, contrariando recomendações médicas, apareceu de surpresa no Planalto no início da tarde.

Ele chamou então 11 de seus 22 ministros, numa conversa em que pediu que sua equipe evitasse falar em crise e transmitisse à população e à imprensa um ar de normalidade. Bebianno ficou de fora do encontro, mas foi recebido na sequência, em uma agenda na qual estavam, além dele e de Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, Onyx e o chefe do GSI, general Augusto Heleno.

Aliados de Bolsonaro também querem que o filho Carlos reduza o tom de postagens nas redes sociais que possam comprometer o governo. Desde quarta, ele tem publicado apenas mensagens de ações governamentais e, inclusive, um elogio a Mourão, a quem já dirigiu diversas críticas recentemente.

A avaliação é de que Carlos, que tem um temperamento considerado difícil, pode até, temporariamente, reduzir o tom das críticas a integrantes do governo nas redes sociais, mas que é impossível afastá-lo definitivamente.

O presidente chegou a ser aconselhado a manter Bebianno "no banco de reserva", tornando-o um auxiliar de "segunda classe". A ideia era de que ele fosse submetido a um processo de esvaziamento, excluindo-o de reuniões, agendas, viagens e eventos para não "contaminar o governo" até que a Polícia Federal chegue a uma conclusão sobre as candidaturas laranjas.

A postura de Carlos foi considerada inadmissível pela cúpula militar do governo. O maior crítico foi o ministro do GSI, que defendeu em conversas reservadas o afastamento do filho das redes sociais do presidente.

O diagnóstico é de que o presidente se colocou em uma situação delicada diante da crise ao ter compartilhado a manifestação do filho. Segundo relatos, o presidente não esperava que Bebianno fosse insistir tanto em seguir no posto.

Se a saída do ministro for confirmada, o governo avaliava duas possibilidades: entregá-la a um parlamentar do PSL, tentando reduzir o dano com o episódio, ou extingui-la, passando as atribuições para a Casa Civil ou Secretaria de Governo.

A crise foi agudizada na quarta, quando Bolsonaro ainda estava em um quarto do hospital Albert Einstein, em São Paulo, e ficou irritado ao ler uma declaração de Bebianno de que eles haviam conversado três vezes no dia anterior, quando as reportagens da Folha de S.Paulo foram publicadas.

Ele viu na fala de seu auxiliar uma tentativa de "se pendurar" no contato com o mandatário para escapar da responsabilidade de candidaturas laranjas do PSL.
Na sala estavam apenas Bolsonaro e o filho Carlos, o mais próximo do pai e que é desafeto de Bebianno.

Responsável por criar a estratégia de comunicação por meio das redes sociais do pai, Carlos foi ao Twitter contestar a declaração do ministro dizendo ter permanecido as últimas 24 horas ao lado do presidente e que a fala era uma "mentira absoluta". Na sequência, um áudio de Bolsonaro foi publicado na conta do Twitter do filho e mais tarde replicado por seu perfil.







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