segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ENXAQUECA. ELA NÃO MATA, MAS PODE ARRASAR A SUA VIDA

  Saúde247 Em parceria com Lé Figaro 
 (photo: )

Todos nós já tivemos pelo menos uma dor de cabeça na vida, certo? A maioria toma um comprimido e segue em frente. Mas então o que faz com que algumas pessoas fiquem sem capacidade para estudar ou trabalhar?


Por: Equipe Saúde 247

Dor de cabeça e enxaqueca são a mesma coisa? Se respondeu não, acertou, talvez porque já sofreu das duas e percebeu as diferenças. Para simplificar, podemos dizer que pertencem à mesma família, mas não são exatamente a mesma coisa. Isto é, uma enxaqueca é uma dor de cabeça, mas uma dor de cabeça nem sempre é uma enxaqueca, porque esta tem outros sintomas associados.
Uma dor de cabeça dita normal é, geralmente, sentida na cabeça toda, ou então só na zona frontal, sobre os olhos, ou na nuca, podendo haver, por vezes, alguma intolerância ao ruído. “Já na enxaqueca, a dor, muito intensa e incomodativa, é sentida só em metade da cabeça, só do lado esquerdo ou só do direito. As pessoas ficam nauseadas e podem mesmo chegar a vomitar. Ficam também intolerantes aos estímulos sensoriais: à luz, aos cheiros, aos barulhos e até mesmo aos movimentos da própria cabeça. É uma dor que se agrava quando se faz qualquer esforço, desde subir uma escada a atravessar uma rua a passos largos. Sente-se uma dor como um pulsar, um latejar. A este conjunto de sintomas é que se dá o nome de crise de enxaqueca. Outro fator importante é que a dor, apesar de poder durar de 4 a 72 horas, é autolimitada, o que quer dizer que mesmo que não haja tratamento ela desaparece ao fim desse tempo. No entanto, até ao fim desses 3 dias há um grande sofrimento, que pode levar as pessoas a não conseguirem fazer a sua vida normal, seja trabalhar ou estudar”, esclarece a neurologista portuguesa Isabel Pavão Martins.

As variantes da enxaqueca
Nem todas as enxaquecas são iguais. As mais comuns são as enxaquecas sem aura, que se caracterizam por dores de cabeça acompanhadas por náuseas, sensibilidade à luz, aos cheiros e ruídos. “Já 20% das pessoas com enxaqueca tem aquilo que se designa por enxaqueca com aura, que é uma crise mais complexa, em que a pessoa tem sintomas neurológicos visuais – vê brilhos e lampejos luminosos, tem uma sensação de aprisionamento, dificuldade em focar – e sente uma dormência na mão ou em volta da boca. Esses sintomas desaparecem ao fim de meia hora e dão lugar a uma dor de cabeça fortíssima. Por fim, há ainda quem tenha a chamada enxaqueca crônica, em que há dor mais de 15 dias por mês e por vezes com o quadro completo da enxaqueca (náuseas, sensibilidade ao som e luz), outras vezes não, mas que são sempre muito incômodas e incapacitantes”, explica a neurologista.
Primárias e secundárias
Assim se podem dividir as dores de cabeça, sendo que as primeiras são uma doença em si mesma e não um sintoma de outra doença. As enxaquecas, na sua maioria, pertencem geralmente a esta categoria, assim como as cefaleias de tensão, as dores de cabeça mais comuns.
Quanto às dores de cabeça ou enxaquecas secundárias, estas são uma manifestação, um sintoma, de outro problema de saúde. Pode ter como origem patologias mais comuns – como gripe, hipoglicemia, hipertensão, abstinência alcoólica, traumatismo craniano – ou mais graves, do sistema nervoso central, como tumores, trombose venosa e ruptura de aneurismas.



Uma questão familiar
Por que tenho enxaquecas e a minha vizinha não? Por que comigo surgiram aos 15 e a outra pessoa aos 30? São questões pertinentes para as quais a ciência ainda não tem uma resposta com 100% de certeza. Sabe-se que está relacionada com vários processos cerebrais, e que é multifatorial, sendo que uma componente muito importante é o fator genético”, afirma Isabel Pavão Martins. Que o diga Maria Célia, uma paciente típica e que há anos sofre de enxaqueca: “Tanto do lado do meu pai como da minha mãe há familiares que têm crises de enxaqueca”, conta-nos Ana. “Lá em casa éramos 6, só dois dos meus irmãos é que não tinham. Tenho ideia de que a primeira vez que tive uma enxaqueca foi na altura em que me apareceu o período menstrual. Cheguei a fazer uma ‘cura’ de 3 meses à base de comprimidos quando tinha 20 anos, mas não resultou, as crises só melhoraram quando tive os meus filhos. Com o tempo fui percebendo como é que elas surgem: começo a sentir problemas nos olhos e alterações na visão, a ver estrelas e sei que uma hora depois a dor se tornará insuportável. Fechar-me no quarto às escuras e tomar um comprimido forte para as dores costuma ajudar, e se isso não acontecer já sei que só vomitando é que atenua. Geralmente acontecem por volta do meu período menstrual e abstenho-me de comer chocolate, nem sequer cheirá-lo, eu que adoro chocolate.”
Apesar da irmã mais velha ter um histórico de fortes crises de enxaqueca desde pequena, com Célia elas só surgiram aos 30 anos, depois de ter o primeiro filho. Antes disso lembra-se de ter muitas dores de cabeça – como a mãe – mas não com a intensidade de agora. “As minhas crises costumam surgir ao domingo. Acordo com dores horríveis e por vezes só passam três dias depois. Na quarta, acordo e já não tenho nada, é uma leveza! Comecei por tomar os analgésicos e anti-inflamatórios mais comuns mas deixaram de fazer efeito há anos, e há meses tomo uns comprimidos mais fortes receitados pela médica do trabalho. Sei que devia ir a um especialista, mas como vejo que a minha irmã já consultou tantos e não tem a situação controlada, eu prefiro não gastar dinheiro inutilmente. Antes desses comprimidos milagrosos arrastava-me até ao trabalho, porque a segunda-feira é o dia mais importante da semana, e muitas vezes trabalhava quase com um olho aberto e outro fechado, sim, porque ainda por cima trabalho com computadores e é penoso estar 10 horas a olhar para uma tela. Mas há um mês que não tenho nada... vou bater na madeira três vezes”.

Outras casas das enxaquecas
As flutuações hormonais – sobretudo de estrogênio – também estão na origem de muitas crises e talvez isso explique o fato de haver mais tendência das mulheres sofrerem de enxaquecas que os homens e de estas serem mais habituais durante o ciclo menstrual, quando baixam os níveis daquele hormônio. “O estresse, o fato de ter filhos pequenos, o estilo de vida, dormir poucas horas, compensar e dormir mais ao fim de semana também podem desencadear uma crise. O fato de passar muitas horas sem comer, não beber água suficiente, fumar ou até mesmo o fumo passivo, são outros fatores que podem causar enxaquecas”, clarifica a neurologista.


A importância do que se come
Além do jejum prolongado e da falta de hidratação poderem estar na origem de uma crise, há muitas pessoas que relacionam alimentos e bebidas com o desencadear de uma crise de enxaqueca. O inimigo número um é o álcool; o café também é apontado por algumas pessoas, mas a neurologista argumenta que “este, pelo contrário, ajuda a tratar uma crise, até porque há fármacos que misturam um pouco de cafeína com analgésico. Mas o caso muda de figura se as pessoas bebem café em excesso, mais de 5 por dia”, aí os sintomas de abstinência podem conduzir a uma enxaqueca. Quanto aos alimentos, apesar de não haver estudos abrangentes que comprovem que sejam desencadeantes de uma crise, há pessoas que mencionam o chocolate, os queijos, os demais derivados do leite, citrinos, marisco, mas “isso já depende de pessoa para pessoa”, afirma a neurologista.
Como se diagnostica
A consulta com um neurologista é fundamental porque conhecer o histórico do doente é meio caminho andado para perceber o que se tem. A outra metade do caminho até o diagnóstico são os exames neurológicos, que consistem num conjunto de testes feitos no consultório (oftalmológicos, martelo de reflexos, diapasão, fontes de frio e calor) e só em casos suspeitos é que se parte para exames com recurso a tecnologias como a tomografia ou a ressonância magnética, para excluir a hipótese da enxaqueca ser um sintoma de outra doença. Por exemplo, quando surge uma primeira crise aos 45 anos, ou aos 5 anos, sem haver um histórico de fatores genéticos.
Criança também sobre
“Nos dois extremos da vida, na infância e a partir dos 60 anos, a incidência é muito mais baixa”, confirma Isabel Pavão Martins. A faixa etária mais afetada é dos 15 aos 40 anos (o pico é aos 30), e mais mulheres que homens. Mas há crianças com 4-5 anos que sofrem do problema. “Cerca de 8-9% da população infantil até a adolescência tem enxaquecas e costumam ser bastante fortes. As crianças geralmente põem as mãos na própria cabeça, ficam muito brancas, vomitam, choram, ficam muito assustadas, não conseguem abrir bem os olhos, nem ouvir barulho. Muitas vezes dormem um bocadinho e quando acordam já estão boas”, revela a neurologista.
Quando sua sua filha, com 12 anos, começou a se queixar de dores de cabeça, de barriga, a ter vômitos e a desmaiar, Catarina ficou muito apreensiva. “Fomos a um neurologista pediátrico que lhe fez uma série de exames e mil e uma perguntas sobre os sintomas, hábitos de sono e o histórico familiar, e parece que o fato do pai e da avó terem tido enxaquecas o deixou mais tranquilo. O médico aconselhou o xarope ben-u-ron e com o passar do tempo Catarina já conseguia identificar os sinais de alerta e há 4 meses não tem nada. Eu é que fiquei um pouco ansiosa com as viagens de estudo e asseguro-me sempre que ela leve os comprimidos. Os telefonemas da escola são sempre um sobressalto porque já sei que a partir do momento em que começa a dor de cabeça, vão aparecer os vômitos e a prostração total e ela até pode desmaiar, o que é chato nesta fase da adolescência em que a pessoa começa a sair mais sozinha.”
No caso das crianças pequenas, pode ser um sinal de doença mais grave, e é sempre mais preocupante que num adulto, por isso é recomendável uma investigação mais aprofundada, mas  no geral essas crises infantis costumam ser tão benignas como num adulto. Aliás, muitos adultos começaram por ter enxaquecas na infância ou adolescência, explicam os neurologistas, “e os tratamentos são os mesmos que para os adultos”.

Como tratar uma enxaqueca
Infelizmente as enxaquecas não têm cura mas têm tratamento, e há vários: “Os farmacológicos, em que a pessoa toma só quando está com dor. Podem ser anti-inflamatórios ou analgésicos mais comuns ou mais específicos, como os triptanos, que são muito eficazes no tratamento da crise. Depois há os tratamentos preventivos diários e servem para evitar que as pessoas tenham tantas crises. Existem muitos fármacos de diferentes categorias. Hoje em dia também se faz toxina botulínica, o chamado botox, substância que se injeta para paralisar os músculos e tirar rugas, que injetada em diversos pontos no couro cabeludo, na cabeça e no pescoço, evita crises em pessoas que têm enxaquecas crônicas. No final deste ano vão aparecer uns fármacos novos, muito específicos, que são uns anticorpos contra uma substância que as células do sistema nervoso libertam na circulação durante uma crise e que se pensa estar relacionada com a dor. Agora conseguiu-se sintetizar um anticorpo dirigido contra os receptores dessa substância. É injetada uma vez por mês e o anticorpo fica em circulação. Entra em ação quando a tal substância que provoca a crise é libertada. Foi testado na enxaqueca crônica e na episódica e agora vai ser testada nos outros tipos de dor de cabeça.(Via:Saude247)


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Polícia encontra corpos de dois pescadores desaparecidos no Rio São Francisco, em Xique-Xique

   Via: Carlos Britto
(Foto: SSP-BA/Divulgação)



Os corpos de dois pescadores que estavam desparecidos desde a tarde de ontem (2) foram resgatados na manhã desta segunda-feira (3), no Rio São Francisco, na cidade de Xique-Xique, no norte da Bahia. O resgate foi realizado por unidades da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe-Semiárido). Os homens pescavam com amigos, quando o barco virou.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os policiais continuam realizando as buscas de outras duas pessoas. Outros dois homens, que também estavam na canoa e conseguiram nadar até a margem do rio, contaram à polícia que havia quatro pessoas no barco.
De acordo com o comandante da Cipe-Semiárido, Major Carlos Maltez, as buscas foram retomadas nas primeiras horas da manhã de hoje e a Marinha já foi acionada. Os corpos encontrados são de Jebson Luiz dos Santos, de 29 anos, e Washington Bispo dos Santos, de 39.
Além da unidade especializada, equipes do 7° Batalhão da Polícia Militar (BPM), do Destacamento de Xique-Xique e pescadores ajudam nas buscas. Chovia na cidade no momento em que o barco virou, mas as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

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Fortes chuvas chegam a nossa região

 Foto: whatsapp/Bairro Cohab-VI 
(Céu totalmente nublado)

Ontem (02/12) no período da tarde, a cidade de Petrolina-PE, Juazeiro-BA, receberam fortes chuvas que alivia a temperatura local.
Ultimamente vinha fazendo muito calor em toda região, mas com a chegada das chuvas, além da mudança no clima, trouxe alegria aos petrolinenses, juazeirenses.
A chuva chegou com ventos fortes, muitos trovões e relâmpagos, mas tudo ocorreu com muita tranquilidade sem acidentes com vitimas.
Tivemos conhecimento de algumas arvores derrubada, alagamentos em alguns pontos da cidade e barracos localizados em áreas de risco, infelizmente fatos como estes já se repete a muitos anos sempre que chove na cidade.

Foto: whatsapp Viaduto Barranqueiro
(Iniciu da chuva)




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Quadrilha internacional usa frutas do Sertão para exportar cocaína

Esquema criminoso que camuflava droga em cargas de frutas do Vale do São Francisco foi descoberto pela Polícia Federal após apreensão de 5,5 toneladas de cocaína

  Por: 



Após realizar a segunda maior apreensão de cocaína da história do Brasil, tirando de circulação 5,5 toneladas da droga em três estados nordestinos, a Polícia Federal (PF) descobriu que o tráfico internacional de entorpecentes vem sendo novamente irrigado através do polo de fruticultura do Vale do São Francisco. Ao localizar a droga nos estados de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte, entre a sexta-feira (23) e o sábado (24), os agentes federais suspeitam que o próspero perímetro do agronegócio, concentrado entre as cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), abriga uma das mais lucrativas rotas do pó no país.
A PF acredita que as centenas de tabletes que estavam sendo transportados em dois caminhões e escondidos em fundos falsos em dois depósitos seriam despachadas ilegalmente para a Europa dentro de bombonas de 200 litros contendo concentrado de frutas. Os recipientes de plástico (com frutas e droga dentro deles) seriam colocados em contêineres refrigerados e exportados em navios como se fossem cargas legais.
Dessa forma, a atividade agrícola seria apenas um investimento de fachada para a organização conseguir levar cocaína até os portos europeus, especialmente na Bélgica, Alemanha e Holanda. “Isso dificulta a fiscalização. Sem contar que as cargas são fiscalizadas na saída dos portos brasileiros por amostragem, o que torna muito difícil achar alguma coisa, já que o fluxo de cargas da fruticultura é muito grande”, explica, por telefone, o delegado federal Fernando Berbert.
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No início da apreensão recorde, cerca de 14 bombonas foram achadas dentro de caminhões flagrados com droga pela polícia em uma blitz na BR-407, em Juazeiro. Já em Petrolina, a cocaína foi achada em um fundo falso, assim como em um galpão em Natal (RN). Três homens foram presos em flagrante, todos caminhoneiros.
Delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF da Bahia, Berbert lembra que a cocaína percorre uma longa viagem antes de chegar em solo europeu. O mapa do tráfico começa nas fronteiras do Brasil com o Paraguai ou Bolívia. Escondida em caminhões, a droga geralmente segue até alguma cidade portuária brasileira.
Algo novo
Mas a rota nordestina do pó vem registrado desvios até as cidades do Sertão do São Francisco. “A novidade foi a estrutura que essa organização tinha e o lucro que eles teriam com essa operação”, aponta o delegado, que, por razões estratégicas, evita estipular valor de revenda dos mais de 5 mil quilos de cocaína no inflacionado mercado ilegal gringo.
Não é a primeira vez que a PF comprovou a utilização da fruticultura irrigada para exportação de produtos que iam além de mangas e uvas frondosas. Em agosto de 2007, os agentes federais deram uma batida nas instalações da Fazenda Mariad, em Juazeiro, como parte da Operação São Francisco. A investigação federal descobriu que a fazenda era usada como fachada para o tráfico internacional e tinha como chefe o colombiano Gustavo Duran Bautista, apontado como um forte articulador do Cartel do Norte, de Juan Carlos Ramírez Abadía, também preso.

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Projeto Osvaldo Coelho. Ministro entrega nesta segunda-feira(03) em Petrolina mais de 300 títulos de posse do Pontal



O ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua Andrade, estará nesta  segunda-feira, dia 03/12, em Petrolina, onde participará da entrega de títulos de posse a 299 colonos e 33 empresas agroindustriais que iniciarão as atividades no Perímetro de Irrigação do Pontal, onde, por iniciativa do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o nome do Projeto de Irrigação do Pontal, em Petrolina (PE), será alterado para Projeto de Irrigação Deputado Osvaldo Coelho.
“Justa homenagem”, disse o ministro sobre a aletração na nomenclatura e adiantou que “os investimentos que serão celebrados vão ultrapassar a marca dos 80 milhões de reais”, completpu Pádua.
O Projeto de Irrigação do Pontal é de responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e irá irrigar, quando totalmente implantado, uma área estimada em 7,7 mil hectares no município de Petrolina.
Na justificação do projeto, o autor, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), sobrinho do homenageado, descreve a trajetória do deputado, eleito por três vezes para a Assembleia Legislativa de Pernambuco e oito vezes para a Câmara dos Deputados, sendo conhecido no sertão pernambucano como o “deputado da irrigação”.
O relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), é favorável ao projeto e apresentou apenas uma emenda de redação. De acordo com Pedro Chaves, “nada mais justo do que homenagear o incansável lutador pelo desenvolvimento do sertão de Pernambuco”. Cristovam Buarque (PPS-DF) também mencionou a persistência, calma e determinação com que o ex-deputado conquistava seus objetivos, como a própria implantação do Projeto Pontal.
A proposta, aprovada por unanimidade com 13 votos, é terminativa na comissão e segue para análise na Câmara dos Deputados, se não houver recurso para avaliação em Plenário. Caso sancionada, a lei passa a valer na data de publicação no Diário Oficial da União.(Grande Rio FM)
Projeto Pontal,agora Projeto Osvaldo Coelho que deve entrar em operação brevemente


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O livro impresso será substituído pelo e-book?

  Via: Vinicius de Santana

* Artigo de Eduardo Villela
A realidade atual é que o leitor consome conteúdo nas mídias impressa, áudio e digital por meio dos dispositivos livro, revista, notebook, tablet, smartphone e e-reader. A tendência é que haja uma complementaridade entre as mídias e não uma substituição de uma por outra.
Por exemplo, há ótimas editoras no país que oferecem ao leitor o livro impresso integrado a um site com uma variedade de conteúdos extras, como vídeos, planilhas, simuladores, jogos, textos complementares, cases etc, ou seja, trazem ao leitor um projeto de conhecimento/entretenimento no qual duas mídias estão integradas em plena harmonia.
Além disso, é crescente o número de editoras que oferecem a versão digital do próprio livro. O e-book é um novo mercado para as editoras. O número de editoras que disponibilizam a versão digital de seu catálogo é crescente.
O livro digital e o livro impresso conviverão por muito tempo e a tendência é que o consumo de um impulsione a venda do outro. Aliás, não acredito que o livro impresso desapareça.
O que poderá acontecer, após vários anos ou mesmo décadas, é a venda do livro digital superar a do impresso em receita. Levará um bom tempo para isso acontecer por algumas razões:
  • O livro impresso apresenta um formato universal cuja experiência de leitura é agradável e funcional – em qualquer lugar do mundo, o livro impresso é igual, você pode dobrar as páginas, fazer anotações, guardá-lo em sua mochila/bolsa e carregá-lo com facilidade e segurança;
  • Não temos ainda um formato universal e uma experiência de consumo agradável para o livro digital. O conteúdo digital em texto ainda é estático e pouco interativo com outros formatos em áudio e vídeo;
  • Com o crescimento da expectativa de vida, temos várias gerações vivas que interagem com o conteúdo de diferentes formas. Há gerações que preferem o livro impresso pelo seu aspecto tangível;
  • O preço dos e-readers, tablets e smartphones é ainda pouco acessível aos brasileiros, a tecnologia de luminosidade para leitura nesses dispositivos precisa melhorar e a infraestrutura de banda larga no país é deficiente, com um acesso à web lento e caro.
Acredito que em alguns anos o livro digital será completamente diferente do de hoje. Ele proporcionará ao leitor uma experiência muito interessante de interação com o conteúdo em vários formatos (texto, áudio, vídeo, animações) e em tempo real.
Além disso, o leitor assumirá o papel de “prosumer”, sendo ao mesmo tempo um coprodutor e consumidor do conteúdo. Portanto, para as editoras, o livro digital é um novo mercado que ajudará a fortalecer o hábito de leitura no país.
* Eduardo Villela é book advisor e, por meio de assessoria personalizada, ajuda pessoas a escreverem e publicar suas obras. Mais informações em www.eduvillela.com

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SONDAGEM 247: PARA 90%, BOLSONARO ESTÁ ERRADO SOBRE RESERVAS INDÍGENAS

Reuters | Ricardo Stuckert | Rodolfo Oliveira | Aldarey Tamandaré

247 – "Na verdade, todo o território brasileiro pertence aos índios. Mas como nunca foram respeitados e sobraram só as reservas é lá que eles ainda vão poder dar continuidade às suas tradições. Já que não terão mas nem 1 milímetro de aumento de reservas, correm ainda o risco de perder para os latifundiários gananciosos", escreveu Deusa Bartachi. "O índios são os legítimos brasileiros. Esta questão não era nem para estar sendo discutida por ser tão óbvia. Mas o preconceito, o ódio pelo diferente e a ganância sempre. foram os causadores da disseminação dos índios em qq parte do mundo e isso é insano. Nada justifica abarbarie. Não há humanidade em Bolsonazi", afirmou Marcos Almeida. "Esse psicopata se supera a cada dia. Suas declarações continuam inócuas, preconceituosas e agressivas. Lá fora zombam do povo brasileiro por culpa dos bolsotários", escreveu Ricardo Ruschitto.
Estes foram alguns dos comentários da mais recente Sondagem 247, sobre a declaração feita por Jair Bolsonaro sobre os índios brasileiros, comparados por ele a animais em zoológico. A fala foi repudiada por nada menos que 90% das pessoas. De acordo com a pesquisa, que contou com 5 mil participantes, 90% dizem que os povos originários do Brasil têm direito a reservas para preservar suas tradições, cultura e civilização e apenas 10% concordam com a tese de que não deve haver demarcação de terras indígenas.
Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre o tema:
(Reuters) - O presidente eleito, Jair Bolsonaro, comparou nesta sexta-feira reservas indígenas a jaulas de zoológico ao voltar afirmar que não vai apoiar a demarcação de terras indígenas no país em seu governo.
Bolsonaro argumentou que na vizinha Bolívia, país com numerosa população indígena, um presidente dessa origem foi eleito porque não ficou confinado em uma reserva.
“Ninguém quer maltratar índio, e você pode ver na Bolívia tem um índio que é presidente”, disse Bolsonaro. “E por que no Brasil temos que mantê-los reclusos em reservas como se fossem animais em zoológico?”
“O índio é um ser humano igualzinho a nós e quer o que nós queremos e não pode se usar a situação do índio para demarcar essas enormidades de terras que, no meu entender, poderão ser sim, de acordo com a própria ONU, novos países no futuro”, acrescentou.
Bolsonaro destacou a extensão de reserva ianomâmi que, segundo ele, tem o dobro da área do Estado do Rio de Janeiro. “Justifica isso para talvez 9 mil índios?”
Sobre o Acordo de Paris e outros pactos internacionais nos últimos 20 anos, ele disse que o Brasil aceitou pressão externa para ampliar a demarcação de terras para índios e reservas ambientais. “Esses acordos foram nocivos ao país.”


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Tragédia familiar: morre no HR filho de PM balado pelo pai

Sargento atirou contra filhos em briga com a eposa

  Por: Portal FolhaPE
Hospital da Restauração
Hospital da RestauraçãoFoto: Arquivo Folha

Tragédia em família. Morreu um dos filhos feridos à bala pelopai, um sargento da Polícia Militar, na manhã deste domingo, na residência da família, no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife.
 
Diego Lima Carvalho, de 25 anos, havia sido baleado na barriga, passou por cirurgia no Hospital da Restauração (HR), no Derby, teve complicações e morreu por volta das 17h.

crime aconteceu no início da manhã deste domingo (2). Numa briga com a esposa, o sargento da PM Moisés de Lima Carvalho, que era lotado no 13º BPM, atirou contra os dois filhos que tentavam parar a luta. 
Os dois jovens foram inicialmente encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, no Cordeiro, mas Diego, que estava em situação grave, foi levado para o HR. O irmão, atingido no braço, ficou internado no HGV. 

PM foi preso em flagrante e encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), para prestar depoimento. O policial seria autuado por tentativa de homicídio e, após prestar depoimento no DHPP, seguiria para audiência de custódia. 



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Mercado aposta no potencial da Bike elétrica

   Via: Vinicius de Santana
Resultado de imagem para Bike elétrica

Veterano no segmento de bicicletas no Brasil – seu pai construiu a primeira fábrica da Caloi em 1945 -, o empresário Bruno Antonio Caloi Júnior, mais conhecido por Tito, vai inaugurar em maio uma fábrica na Zona Franca de Manaus para produção de modelos elétricos. Orçada em R$ 10 milhões, terá capacidade inicial para 3 mil unidades ao ano.
O segmento de e-bikes no Brasil hoje é apenas um nicho, com participação de 0,35% das vendas totais. Investidores brasileiros, contudo, apostam em comportamento similar ao que ocorre na Europa, que vem crescendo nos últimos dez anos e hoje responde por 30% a 40% das vendas totais. “Achamos que essa tendência vai chegar aqui e quem estiver pronto para atender a essa demanda sairá na frente”, afirma Tito, presidente da Tito Bikes.
Ele produz bicicletas tradicionais em Mococa (SP) com as marcas Tito – criada depois da venda da Caloi, em 1999 -, e Groove, que serão mantidas nos modelos elétricos. Antes de iniciar a produção em série, 120 unidades foram montadas para teste e 90% delas foram vendidas a preços a partir de R$ 6,5 mil.
A expectativa de crescimento do mercado brasileiro é compartilhada por outros empresários que estão iniciando ou ampliando produção. A Empresa Brasileira de Mobilidade Sustentável (EBMS), criada por uma holding de investimentos, iniciou em março a montagem de bicicletas elétricas da marca Pedalla em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Foram investidos R$ 15 milhões no projeto, diz José Wilson de Oliveira diretor executivo da empresa.
A capacidade produtiva começa em cerca de 7 mil unidades ao ano, mas o objetivo futuro é passar de 20 mil. A maioria dos componentes será inicialmente importada, estratégia também usada pelos demais produtores que se queixam do preço e da falta de oferta local. Não há, por exemplo, fabricante de motores e baterias de lítio no País.
“Acreditamos muito nesse mercado e entendemos que, para grandes centros urbanos, não há outra solução a não ser a de mobilidade compactada, de baixo custo (em relação ao automóvel), mais adequada para o trânsito congestionado, que exige menos espaço para estacionamento e ainda gera mais qualidade de vida”, afirma Oliveira.
Os modelos disponíveis da Pedalla custam de R$ 4 mil a R$ 9 mil (versões urbanas) e R$ 6,5 mil (fat bike para uso misto). A EBMS espera vender 500 a 600 unidades e dobrar o volume no próximo ano. Para Oliveira, o ritmo de crescimento do mercado depende de mudanças tributárias. A bicicleta elétrica paga IPI de 35% e a convencional, 10%. Igualar a tarifa reduziria o preço em 18%, diz a Aliança Brasil (associação do setor de bicicletas).
Projeção
Estudo divulgado na semana passada pela associação Aliança prevê para este ano vendas de 31 mil bicicletas elétricas, número pequeno em relação às vendas de modelos tradicionais, mas 70% superior ao de 2017. A entidade projeta crescimento consecutivo até 2022, quando deve atingir vendas de 280 mil unidades, ou 6 6% do mercado total de duas rodas.
A Caloi, agora pertencente ao grupo canadense Dorel, desenvolve em parceria com a japonesa Shimano – maior fornecedora global de peças -, uma versão elétrica com preço mais acessível, na faixa de R$ 4 mil, para ser vendida a partir de 2019.
A empresa detém mais de 50% do mercado e deve produzir este ano cerca de 600 mil bicicletas na Zona Franca. A participação das elétricas ainda é pequena, diz o gerente de produto Marcos Ribeiro. O grupo dispõe de dois modelos que começaram a ser produzidos em 2017 e custam R$ 8 mil (urbana) e R$ 13 mil (mountain bike).
Bicicletas compartilhadas
Não é só a produção local que tem atraído investidores para o segmento de bicicletas elétricas. Empresas de locação e de compartilhamento de automóveis também estão apostando nessa modalidade de transporte. Recentemente o Uber anunciou que vai oferecer bikes com essa tecnologia no País, de sua coligada Jump embora não tenha informado datas.
A ALD Automotive, terceira maior administradora de frotas corporativas no Brasil, terá, a partir deste mês, bicicletas elétricas disponíveis para compartilhamento entre seus clientes. Até o fim de 2019 serão 100 unidades, informa Pedro Reis, presidente da empresa.
Segundo ele, as bikes serão usadas por funcionários e executivos das empresas que já utilizam veículos da ALD – que administra frota de 29 mil automóveis, dos quais 23 mil são próprios. Também há grandes empresas que vão usá-las para locomoção interna de funcionários.
As bicicletas serão fornecidas pela startup de locação E-moving e a ALD instalará pequenos totens para carregamento de bateria, além de fornecer capacetes. Todo o processo para locação e liberação é pelo celular. “Percebemos que os clientes estão interessados em soluções alternativas de mobilidade e queremos ter produtos para atender todos os perfis”, diz Reis.
Fila
Há dois meses, Victor Hugo Cruz, engenheiro de 29 anos e fundador da Vela Bikes, mudou sua fábrica do bairro de Pirituba, em São Paulo, onde produzia 60 bicicletas por mês, para um imóvel maior em Diadema, no ABC paulista. Hoje produz 200 unidades mensais, mas tem estrutura para chegar a mil.
“Nosso primeiro objetivo é eliminar a fila de espera por nossos produtos, que hoje é de dois a três meses”, informa Cruz. Além de vender pela internet, a Vela tem quatro lojas em São Paulo, Rio, Brasília e Curitiba.
A Vale Bike recebeu capital de R$ 2,3 milhões de investidores-anjo e R$ 330 mil por meio de financiamento coletivo e busca novos investidores.
A bicicleta Vale tem quadro desenvolvido pelo próprio Cruz e é produzido com exclusividade por uma empresa de Taiwan, mas a intenção é nacionalizar o produto. Vários componentes são importados. A empresa já faz localmente a pintura, o canote e a carcaça da bateria, entre outros itens.
“Fazemos bicicletas personalizadas”, diz Cruz. A marca tem cinco opções de tamanho para se adaptar melhor à altura do usuário, que também tem opção de escolher a cor entre 13 tonalidades diferentes. Os preços variam de R$ 4,8 mil a R$ 5,9 mil.
O mercado de e-bikes no Brasil é bastante pulverizado e calcula-se que há entre 40 a 50 empresas com linhas de montagem, a maioria de pequeno porte. Mundialmente, várias montadoras estão anunciando projetos para atuar nesse segmento, entre as quais Audi, Ford, General Motors e Volkswagen.

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Acordo comercial entre EUA e China pode ser um dos maiores da História

Na noite de sábado, Trump se reuniu com o presidente da China, Xi Jinping, e fechou uma trégua na disputa comercial bilateral

  Por: AE
AFP / SAUL LOEB
AFP / SAUL LOEB

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mostrou otimismo sobre um eventual acordo com a China, qualificando a possibilidade como "incrível". "Se ele acontecer, será um dos maiores acordos já realizados", comentou, falando a bordo do avião Air Force One, quando voltava a seu país depois de participar da cúpula do G20 em Buenos Aires. Na noite de sábado, Trump se reuniu com o presidente da China, Xi Jinping, e fechou uma trégua na disputa comercial bilateral.

Segundo Trump, um acordo entre os dois países teria um "impacto incrivelmente positivo" nos setores de agricultura, produtos industriais e computadores, "todo tipo de produto". "E o que eu estaria fazendo é segurar as tarifas. A China estará se abrindo" explicou sobre sua estratégia. Nas declarações a jornalistas, o presidente americano voltou a reclamar do comportamento da China que tem "grandes tarifas comerciais" e também não tarifárias. "A China se livrará de muitas delas. E a China estará comprando grandes quantidades de nossos produtos, incluindo agrícolas de nossos fazendeiros - uma quantidade tremenda de produtos agrícolas e outros."

Trump também comentou que deseja que a China aprove o acordo da americana Qualcomm com a holandesa NXP Semiconductors. Para o presidente americano, o aval de Pequim para esse negócio seria um passo importante.




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LULA É PRESSIONADO PARA CONCORDAR COM PRISÃO DOMICILIAR

REUTERS/Ueslei Marcelino

247 - O ex-presidente Lula está recebendo pressão de amigos, correligionários e familiares para concordar com o pedido de prisão domiciliar, informa a colunista Mônica Bergamo. Segundo a jornalista, Lula sempre rejeitou a ideia, uma vez que o ex-presidente quer ter a inocência reconhecida. De acordo com pessoas próximas, ele segue resistindo à possibilidade. Mas, em função do prolongamento da situação de cárcere, pessoas que o visitam estão dispostas a insistir nela.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a chance de Lula obter o benefício de cumprir o restante de sua pena em casa surgiu em junho, quando o advogado Sepúlveda Pertence entregou um memorial aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) fazendo o pedido. Lula, no entanto, repeliu a ideia."
E acrescenta que "mesmo que o ex-presidente agora concorde e que o pleito seja novamente apresentado, não é seguro que será atendido pelo tribunal."


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A primeira grande chuva do ano em Petrolina-PE. Veja as fotos da chuva e os alagamentos pela cidade

   Via:Vinicius de Santana
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Chove forte em Petrolina nesta tarde de domingo(02).  Como os serviços de meteorologia já tinham informados, a chuva é intensa, com ventos fortes, trovoadas  e volume de água muito grande. Uma verdadeira tempestade.
A chuva atinge todo a cidade e redondeza.Chove desde das 15.40 com um volume de água  extensa. Caso haja necessidade a defesa civil está de plantão.  A população pode acionar o órgão pelos telefones: (87) 3983-1773 ou 3983-1044., ou ainda caso seja necessário o corpo de bombeiros,pelo fone (87) 3866-6315.
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Viaduto Barranqueiro alagado durante a chuva deste domingo(02)
Bairro não identificado
Casa inundada no Jardim Amazonas
Viaduto Barranqueiro alagado durante a chuva deste domingo em Petrolina-PE


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CNJ deve julgar no dia 11 de dezembro situação de procedimentos contra Moro

Durante a sessão, os conselheiros devem decidir se os procedimentos serão arquivados diante do pedido de exoneração feito por Moro 
para assumir o ministério da Justiça.

  Por: Agência Brasil
Juiz federal Sérgio Moro pediu exoneração do cargo nesta sexta-feira
Juiz federal Sérgio Moro pediu exoneração do cargo nesta sexta-feiraFoto: Arquivo/Agência Brasil

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve julgar, no próximo dia 11 de dezembro, situação dos procedimentos disciplinaresque foram abertos contra ex-juiz Sergio Moro, futuro ministro da Justiça no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. São alvo de questionamentos no conselho atos do juiz como decisões envolvendo o habeas corpus concedido pelo desembargador Rogerio Favreto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho.

Durante a sessão, os conselheiros devem decidir se os procedimentos serão arquivados diante do pedido de exoneração feito por Moro para assumir o ministério da Justiça. 

Antigo responsável pelos processos da Operação Lava Jato na 13ª Vara Criminal de Curitiba, Moro nega qualquer irregularidade em sua conduta e diz que a decisão de ingressar no governo eleito ocorreu depois de decisões tomadas por ele na Lava Jato.



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