segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

GOVERNO JÁ FALA EM INTERVENÇÃO EM OUTROS ESTADOS


O governo de Michel Temer dá sinais de que quer fazer novas intervenções. 
Ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou na noite deste domingo, 18, que o governo federal vai analisar eventuais demandas de outros Estados em relação à Segurança Pública.
"O que vier, o governo assistirá e responderá na extensão da sua capacidade operacional e no limite de Orçamento. Esse é o compromisso do governo de Michel Temer", disse, na base aérea de Brasília, onde embarcou nesta noite uma força-tarefa policial ao Ceará para "dar apoio técnico às forças de segurança estaduais nas ações de combate ao crime organizado".
Torquato disse que hoje o País vive uma "guerra de segurança pública" e que o governo tem que trabalhar junto com os Estados e responderá às demandas dentro de sua capacidade. "Vamos estar onde necessário, com a força possível", afirmou. "O crime é nacional e nenhum Estado pode combatê-lo sozinho".(247).

Blog do BILL NOTICIAS

Um comentário:

  1. Fuzis nas ruas do Rio de Janeiro ou seja lá onde for não vão resolver o problema, mas agravá-lo. As FFAA já participaram de operações no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, e de nada adiantou, foi inútil.

    A solução para os problemas de violência no país passa pela implementação de políticas sociais mais arrojadas que atendam ao menos às necessidades básicas das populações em situação de pobreza extrema, amenizando-lhes, de forma efetiva e duradoura, a dor da fome, da miséria e da exclusão social.

    Conforme se pode inferir da matéria jornalística em tela, esta não é meramente uma intervenção federal decretada para combater o crime no RJ, mas um primeiro passo para uma intervenção federal em todo o país, o que suprimiria as eleições presidenciais deste ano e manteria no Poder os usurpadores - Temer e seu bando !!

    Parece ser este o plano do grupo político que assaltou o Poder: criar um clima de pânico e instabilidade crítica a fim de legitimar uma intervenção militar mais abrangente, que inclua todas as capitais, para assim permanecer no Poder sem o voto popular, suspendendo-se as eleições populares.

    É como se estivessem voltando a nós os fantasmas de um passado recente, protagonistas de um regime totalitário e sanguinário por 21 anos, o qual resultou na morte, tortura e desaparecimento de milhares de brasileiros que bravamente lutaram contra a tirania nefasta dos generais nos “anos de chumbo”. Um período de trevas e dor para o país, que começa a se desenhar outra vez no Brasil.

    "A história se repete como farsa", e cá estamos nós mais uma vez prestes a ingressar em um novo período de trevas e incertezas, marcado que poderá ser por dias ainda mais difíceis e sombrios para o povo brasileiro.

    A democracia só se realiza de forma plena quando o povo está no comando. Mas pelo visto – Temer e seu bando – pretendem suspender as eleições presidenciais que se avizinham para se perpetuarem no poder sem o voto do povo nas urnas, o que seria, como de fato está sendo, um verdadeiro desastre para o país.

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