segunda-feira, 20 de maio de 2019

BRESSER REVELA QUE LULA ESTÁ APAIXONADO E VAI CASAR


Amiga há décadas, socióloga Rosângela da Silva é a namorada de Lula Foto: Reprodução


O economista e ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira revelou neste sábado (19), em seu perfil no Facebook, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está apaixonado, namorando e que pretende casar-se quando deixar a prisão. "Ele está em ótima forma física e psíquica", escreveu Bresser. 
Lula contou isso a Bresser e ao também ex-ministro Celso Amorim na visita que ambos lhe fizeram na cela em Curitiba na última quinta-feira (16). Segundo o jornalista Guilherme Amado, colunista da revista Época, a namorada visita Lula com frequência na cela da Polícia Federal e tem por volta de 40 anos. 
Segundo o ex-ministro, a prioridade do ex-presidente a no momento é "com a defesa da soberania - com a união dos brasileiros para defender o Brasil e seu povo contra isso que está aí". Segundo o ex-ministro, o "grande projeto" de Lula é "negociar um grande acordo nacional em defesa dos trabalhadores e das empresas - em defesa da soberania necessária para a retomada do desenvolvimento". 
Logo após escrever sobre as apreensões do ex-presidente, Bresser falou sobre o novo amor.
"Está apaixonado e seu primeiro projeto ao sair da prisão é se casar", disse.
Segundo o jornalista Guilherme Amado, colunista da revista Época, a namorada visita Lula com frequência na cela da Polícia Federal e tem por volta de 40 anos. O ex-presidente tem 73.
Lula é viúvo há pouco mais de dois anos. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva morreu em fevereiro de 2017, aos 66 anos, após um Acidente Vascular Cerebral.
A íntegra do post de Bresser-Pereira:
"Na última quinta-feira eu visitei Lula. Ele está em ótima forma física e psíquica. Sua grande preocupação agora é com a defesa da soberania - com a união dos brasileiros para defender o Brasil e seu povo contra isso que está aí. Sua maior demanda é a de ter reconhecida sua inocência. Está apaixonado e seu primeiro projeto ao sair da prisão é se casar.
Seu grande projeto é o de negociar um grande acordo nacional em defesa dos trabalhadores e das empresas - em defesa da soberania necessária para a retomada do desenvolvimento. No plano internacional diz que é contra qualquer intervenção na Venezuela, mas que é preciso reconhecer os erros de Maduro e do próprio Chávez. Conta que muitas vezes aconselhou o Chávez, que era uma pessoa ótima, mas cabeça-dura. Ouvia os conselhos com atenção, mas não os seguia.
Foi uma honra ter sido convidado por Lula para visitá-lo. Ele estava mais interessado em discutir a crise atual do que ideias. Disse-me que quando sair da prisão, vai me convidar para um almoço só para me ouvir falar sobre câmbio. Eu lhe dei uma cópia do meu livro A Construção Política do Brasil, onde afirmo que fez um belo governo, mas errou em deixar o juro alto e o câmbio apreciado. 
Está mais do que na hora de os brasileiros verem Lula livre. Já é tempo de o STF reconhecer tacitamente que ele foi vítima de uma estratégia política através da qual a Força Tarefa da Lava Jato buscou apoio das elites liberal-conservadoras para sua carreira política.

A política brasileira precisa de um líder sem ressentimentos como é Lula. Livre, ele lutará pelo grande acordo nacional que é tão necessário para o Brasil sair da crise em que está mergulhado desde 2014".(247)



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TRUMP AMEAÇA DESTRUIR O IRÃ

REUTERS/Kevin Lamarque


Da Agência Russa Sputnik News -Em meio a novas tensões com Teerã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou o seu Twitter neste domingo para fazer novas ameaças ao Irã, prometendo acabar com a República Islâmica.
"Se o Irã quer lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca ameacem os Estados Unidos outra vez", escreveu o chefe de Estado norte-americano.
​Recentemente, Trump endureceu as sanções impostas ao país persa, ao mesmo tempo em que sua administração fortaleceu a presença militar dos EUA no Golfo Pérsico, acusando Teerã de ameaçar tropas e interesses americanos na região.
O Irã, por sua vez, acusa Washington de tentar promover uma guerra psicológica e um jogo político contra o país, afirmando que aliados do presidente dos EUA procuram pretextos para iniciar uma guerra real no Golfo.




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PAPA LEMBRA JORNALISTAS MORTOS E DIZ QUE LIBERDADE DE IMPRENSA É VITAL

Remo Casili - Reuters

CIDADE DO VATICANO O papa Francisco fez homenagens, neste sábado, a jornalistas assassinados durante seus trabalhos, dizendo que liberdade de imprensa é um indicador chave da saúde de um país.
Em um discurso à Associação de Imprensa Estrangeira na Itália, ele pediu que jornalistas evitassem notícias falsas e continuassem a relatar a situação difícil de pessoas que não estavam mais aparecendo nas manchetes, mas continuavam sofrendo, especificamente mencionando etnias Rohingya e Yazidi.
“Ouvi sofrendo as estatísticas sobre seus colegas mortos enquanto faziam seus trabalhos com coragem e dedicação em tantos países, relatando o que estava acontecendo em guerras e outras situações dramáticas nas quais tantos irmãos e irmãs do mundo vivem”, disse. 
Francisco havia acabado de ouvir a presidente da associação, Patricia Thomas, da televisão da Associated Press, falar sobre jornalistas assassinados, presos, feridos ou ameaçados pelo trabalho que fazem.
Ela mencionou Lyra McKee, morta a tiros cobrindo uma manifestação na Irlanda do Norte, a jornalista maltesa Daphne Caruana Galizia, morta em um carro-bomba em 2017, e o colunista do Washington Post, Jamal Khashoggi, assassinado no consulado saudita de Istambul ano passado. (Reuters)



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FIASCO NAS RUAS DOMINGO PODE SER DERROCADA DO BOLSONARISMO



Líderes partidários da oposição e até aliados de Jair Bolsonaro consideram que as manifestações que estão sendo convocadas por sua claque para o próximo domingo (26) colocam o bolsonarismo quase num beco sem saída: se fracassarem, a sociedade irá entender que o governo se inviabilizou, sem apoio das elites, das mídias conservadoras, dos políticos e, finalmente, sem base social, enquanto a oposição assume a ofensiva no cenário e nas ruas; se forem amplas e virulentas, no tom emanado nas convocações, as mobilizações irão acender um sinal de alerta na sociedade quanto ao risco de conflagração institucional.
A avaliação do mundo político foi captada pela jornalista Daniela Lima, do Painel, para quem, com as manifestações, cresce a percepção de que Bolsonaro "pretende emparedar os Poderes na base do grito".
A convocação para os atos acontece num momento de verdadeira guerra interna na da extrema-direita, onde todos parecem brigar com todos. O MBL está abandonando o barco do bolsonarismo e, com isso, passou a ser alvo da fúria da militância digital fiel ao clã: perdeu 40 mil inscritos do YouTube em menos de uma semana e a hasthag #MBLtraidoresdaPatria é trending top no twitter. O tom da militância bolsonarista contra os ex-aliados é similar ao que dedicam à esquerda: "A força do MBL deriva da quantidade de seguidores nas redes. Devemos lançar uma campanha incessante de esclarecimento até que não restem seguidores. Muitas pessoas estão desinformadas sobre sua real natureza do MBL, são massa de manobra dos oportunistas" (aqui).
Há conflagração para todos os lados. As deputadas Joice Hasselmann e Carla Zambelli, ambas do PSL-SP estão numa briga pública pelas redes sociais; Zambelli acusa Hasselmann, líder do governo na Câmara, de ser responsável pela desarticulação da base parlamentar governista; como resposta, Hasselmann disse que a colega é burra e acusou-a de nepotismo. O mesmo acontece com o deputado federal Alexandre Frota e seu colega de bancada e agora presidente do PSL em São Paulo, Eduardo Bolsonaro, o "01" do presidente. O conflito em torno de Olavo de Carvalho também aumenta a cada dia; parlamentares insurgem-se contra o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzotti; bolsonaristas investem contra os militares...
Em meio a esse cipoal de acusações e intrigas a extrema direita, agora sem a sustentação da Rede Globo e demais veículos de mídia conservadores, tentará mobilizar multidões no domingo. Pode ser o canto de cisne do bolsonarismo.(247)



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BOLSONARO VOLTA A XINGAR ESTUDANTES: 'IDIOTAS'

TV Globo

247 - Jair Bolsonaro voltou a chamar os estudantes brasileiros de "idiotas úteis" e atacou mais uma vez a imprensa. Foi na noite deste sábado (18), na portaria do Palácio do Alvorada, onde foi receber alunos de uma das escolas particulares mais caras do país, o Colégio Bandeirantes. Um dos jovens, apoiador de Bolsonaro, tentou ajudá-lo a consertar o estrago que fez em Dallas, ao xingar os estudantes brasileiros. Mas o presidente reagiu e reafirmou: "Em Dallas, eu falei sim, que eram, faziam lá, uma parte, são idiotas úteis. É verdade, ué. Tô mentindo? O Cara, eu vi aí, um pessoal que teve na rua, ouvindo a molecada. 'O que você tá fazendo aqui?' Não sabe de nada". No próximo dia 30, nas ruas, os estudantes brasileiros, com professores, funcionários e pessoas que se preocupam com a educação  no país irão responder ao xingamento.
Bolsonaro chegou à portaria com ânimo belicoso e renovou seus ataques à educação. Antes que os alunos falassem qualquer coisa, saudou-os dizendo: “E este movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba, o que vocês acharam?”, indagou Bolsonaro, em tom pejorativo. “Um lixo. A gente é estudante de verdade. A gente estuda”, respondeu um dos alunos da escola particular, tem mensalidade ao redor de R$ 4 mil.
A imprensa esteve também na alça de mira presidencial. Bolsonaro afirmou que boa parte dela vive de desinformar e deturpar, "mostrando o contrario do que acontece".
O presidente ainda lançou críticas à autonomia das universidades, dizendo que os reitores têm que prestar contas “do que está acontecendo”. Disse: "A Universidade, por exemplo, os reitores têm autonomia. Mas, hoje em dia, parece que eles têm, na verdade, autonomia total, soberania. Têm que prestar as contas do que está acontecendo.”
Bolsonaro também criticou a qualidade do ensino público no país: “O currículo escolar não é bom. No meu tempo, na idade de vocês, colégio público era bom. Colégio particular não era bom. Hoje, inverteu o negócio. O colégio particular pago, como regra, é bom. O público, como regra —como regra, antes que a imprensa fale que estou atingindo todo mundo— não é bom”, disse Bolsonaro.
"Para alguns grupos está difícil a vida. Acabou a teta, né?", afirmou ainda Bolsonaro. Nenhum dos alunos do Colégio Bandeirantes perguntou a ele sobre Fabrício Queiroz.


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MORRO PROMETE DESCER NO DIA DA MICARETA FASCISTA


247 - Movimentos sociais, associações e coletivos do Rio de Janeiro se organizam para o ato #ParemDeNosMatar, agendado para o dia 26 de maio, das 10 às 13 horas na orla de Ipanema. Os organizadores afirmam que a manifestação tem como pauta única o FIM DO GENOCÍDIO DO POVO DAS FAVELAS, substanciado na ação das polícias em territórios de favelas e periféricos, em horários indiscriminados, "ordem de abate", ações policiais de helicópteros e ações congêneres. Mais de 40 associações já confirmaram protestos neste dia e o comentário de bastidor é de que "o morro vai descer".
Coincidentemente, o protesto acontecerá no mesmo dia em que aliados do governo Jair Bolsonaro pretendem sair às ruas para defender o presidente. O ato contra o assassinato do povo das favelas já vinha sendo organizado desde abril. O dia 26 de maio é o primeiro domingo após completar um mês do assassinato do Gari comunitário William dos Santos Mendonça no Vidigal. E por isso a data foi escolhida logo após o seu assassinato.
Em nota após a publicação desta matéria no 247, os movimentos que participam da organização da manifestação pacífica ressaltam que, "ao contrário do que tenha sido sugerido este não será um ato contra ou a favor do governo federal, mas sim contra uma política de segurança do governo estadual e sobretudo A FAVOR DA VIDA".
"Uma vida não vale mais que a outra, uma vida deve ser valorizada, a Constituição da República Federativa do Brasil nos concede o direito à vida então esta não pode nos ser furtada em nome de uma fictícia guerra às drogas. Além disso também nos é dado o direito a uma segunda chance, merecendo aqueles que tenham delinquido pagarem suas penas e serem ressocializados. Culpados ou inocentes não seremos julgados no meio da rua. #PAREMDENOSMATAR!", esclarece o texto.
O banner de mobilização que circula nos grupos de WhatsApp menciona favela e asfalto, articulando também a chamada "esquerda classe média" do Rio de Janeiro:
A lista de movimentos e coletivos só na cidade do Rio de Janeiro é grande: 
Organização do dia 26/05
Associação de moradores do Vidigal
Politilaje
Favela no Feminino
Coletivo Jararaca RJ
Instituto Todos na Luta
Movimento popular de favelas
Movimento Moleque
B’nai B’rith
Redes da Maré
Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro
Coletivo Juntos pela Paz
Nós do Morro
Bando Cultural Favelados da Rocinha
Associação de Moradores da Rocinha
Mães e Familiares Vítimas de Violência do Estado
Rede de Comunidades
Movimentos Contra a Violência
Rede de Mães e Familiares da Baixada
Levante Popular da Juventude
Favelação
Funperj
MTST
Fórum de Educação de Jovens e Adultos
Comissão Popular da Verdade
Movimento Negro Unificado
Favela não se cala
Frente Brasil Popular
Radio Estilo Livre Vidigal
Frente de Juristas Negras e Negros do Estado do Rio de Janeiro
Frente Democrática da Advocacia
UNEGRO - União de negras e negros por igualdade
Movimento Nosso Jardim
Coletivo União Comunitária
Ser Consciente
Frente Favela Brasil
Militantes em Cena
Frente Povo Sem Medo 
Quilombo Raça e Classe
Torcedores pela Democracia
Comitê Volta Dilma
FAFERJ
FAM-RIO




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BANCO - Caixa anuncia Programa de Demissão Voluntária para cortar 3,5 mil vagas

  Por: AE
A Caixa tem hoje 96.361 mil funcionários. Foto: José Cruz/Agência Brasil (A Caixa tem hoje 96.361 mil funcionários. Foto: José Cruz/Agência Brasil)
A Caixa tem hoje 96.361 mil funcionários. Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou ontem um programa de demissão voluntária estimulada (PDVE) para desligar até 3.500 empregados. De acordo com a instituição financeira, 28 mil funcionários são elegíveis e podem aderir ao plano. A Caixa tem hoje 96.361 mil funcionários, dos quais 84.952 são empregados e 11.409 são estagiários ou aprendizes. 

A iniciativa do banco público mira colaboradores que estão na matriz, em Brasília, e em escritórios regionais em todo o País. Empregados que atuam na rede de agências do campo não estão contemplados. O banco tem 4.170 agências e postos de atendimento em todo o País. 

O prazo de adesão será entre segunda-feira e o início de junho. Para atrair empregados, a Caixa vai oferecer 9,7 salários, limitados a R$ 480 mil. Esse pagamento será realizado em uma parcela única, sem incidência de imposto de renda e de encargos sociais, junto com as verbas rescisórias.

Os empregados que se aposentarem até o fim deste ano e que aderirem ao programa terão direito a permanecer no plano de saúde do banco. Já os funcionários que saírem poderão ter cobertura por 24 meses, sem possibilidade de prorrogação.

É o primeiro programa de demissão lançado na gestão de Pedro Guimarães, que assumiu o comando do banco no início do ano com foco em "governança e redução de custos".

Cortes

Nos últimos dois anos e meio, a Caixa realizou três programas de demissão voluntária. Mais de mais de 10 mil funcionários aderiram, gerando uma economia anual de R$ 2 bilhões. Como reflexo dos programas anteriores, a Caixa gastou 3,6% menos com pessoal no ano passado, ou R$ 21,635 bilhões. Somente em 2018, 2.228 empregados deixaram a empresa.

Guimarães pretende cortar R$ 3,5 bilhões em compras no banco. Nos primeiros 20 dias no cargo, ele trocou todos os vice-presidentes, 38 dos 40 diretores e 74% dos 84 superintendentes regionais.

Outra ação na linha de redução de custos anunciada na última quinta-feira, durante transmissão com o presidente Jair Bolsonaro na internet, foi a devolução de parte dos edifícios públicos que a Caixa ocupa. Em Brasília, serão devolvidos dez prédios, de um total de 15, até o fim deste ano. 

Em contrapartida, a Caixa pretende chamar parte das 6 mil pessoas aprovadas em concurso público de 2014. Os funcionários serão contratados pelo regime CLT, sem regime de estabilidade.




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PREVIDÊNCIA - Previdência: comissão especial deve mudar PEC, mas manter idade mínima

 Por: Correio Braziliense
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


A reforma da Previdência terá o DNA do Congresso,  sem a condução de um texto alternativo ao encaminhado pelo governo. A ideia é de que a Proposta de Emenda à Constituição nº 6/2019, que atualiza as regras de aposentadoria, sofra muitas modificações, a ponto de ficar irreconhecível como a “reforma do governo”. Mas dois temas, considerados a base da PEC, não devem mudar: idade de mínima de 65 anos para homens e 62 para as mulheres; e a regra de transição de 10 anos,

No entanto, a tramitação de um projeto em separado ao substitutivo do relator, Samuel Moreira (PSDB-SP), não deve vingar. É o que acertou o deputado ontem em reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com a presença do secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, em reunião de cerca de duas horas.
Na prática, não dá para dizer que o governo sairá da “guerra da Previdência” como o dono do texto. A pressão do Centrão de desfigurar a reforma continua existindo. A apresentação de um novo projeto em separado não deve vingar, mas a inclusão dos pontos que seriam utilizados para construir essa matéria alternativa estarão incorporados no substitutivo de Moreira, que deve ser apresentado em 15 dias, após o encerramento das audiências públicas. Dessa maneira, o protagonismo deverá migrar para o Congresso.

Tempo não faltará para que a reforma do governo seja descaracterizada. O prazo para a apresentação de emendas venceu na quarta-feira, mas os líderes partidários fizeram um acordo com Maia para ampliá-lo até 30 de maio. Para lideranças, vai dar as condições necessárias para que o Parlamento possa apresentar o que achar mais necessário para fazer os devidos ajustes.

Estratégia
No entanto, o governo vai batalhar para manter a reforma do jeito enviado. O Palácio do Planalto avisou a líderes que aceita perder as mudanças propostas para o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também aceitará rever as regras de aposentadoria propostas para trabalhadores rurais. O acordo é de que as bancadas preservem a espinha dorsal da reforma: idade mínima e transição.

A essência da reforma do governo garante o cálculo estimado pela equipe econômica, de R$ 1,1 trilhão em 10 anos de transição. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), conversou ontem com Samuel Moreira e ouviu do tucano que não haverá uma nova proposta de reforma. “Vamos dialogar para que se mantenha o texto encaminhado pelo governo, a sua essência”, destacou. O parlamentar minimizou a tese da apresentação de um texto alternativo ou mudanças à matéria. “Um texto como este é complexo e é natural que se apresente um substitutivo, já que qualquer pequena modificação pode obrigar a adaptação de toda proposta”, ponderou.

Sem mudanças na articulação política, no entanto, a luta do governo pela manutenção da proposta original do governo será em vão. A própria economia de R$ 1,1 trilhão está ameaçada. A principal derrota que o Centrão prepara para o governo na tramitação da Comissão Especial é a retirada dos estados e municípios da PEC. Cálculos preliminares do governo estimam que essa exclusão limitaria a economia em R$ 330 bilhões em 10 anos. Outra emenda deve retirar os professores da proposta, gerando uma perda de R$ 12 bilhões em uma década.

A retirada dos estados e municípios é a maior derrota que o Parlamento prepara para o governo. Embora não seja uma novidade para o governo, a ideia passou da fase de maturação. Inicialmente, os partidos ventilaram a ideia como um balão de ensaio para dar recados à articulação política governista. Sem sinais de mudança na relação com o Parlamento, é uma ideia que irá para frente na Comissão Especial e será encampada até pelo chamado Centrinho, bloco partidário composto por Podemos, Cidadania, PSC, Pros, PV e Patriota.

Nordeste
Somados os partidos do Centrão, composto por PP, PR, MDB, PSD, PRB, Solidariedade e PTB, por legendas que orbitam em torno deles, DEM e PSDB, e pelo Centrinho, oito dos 15 líderes dessas siglas são do Nordeste. Dentro dessas bancadas há, também, parlamentares influentes da região, comandada majoritariamente por governadores da oposição. Ao governo e aos presidentes da Câmara e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), eles dizem ser a favor da reforma. No entanto, em suas bases eleitorais, são acusados de atacar conterrâneos propensos a votar pela reforma.
Por conta do Nordeste, basicamente, os parlamentares estão decididos a tirar os estados da reforma. “Os governadores precisam se comprometer com a reforma e não ficar jogando contra. Eles chegam nos bastidores e são contra a proposta, e criticam os deputados de seus respectivos estados que querem votar pela matéria”, criticou o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO), favorável à exclusão dos estados e municípios no substitutivo de Moreira. “O relator pode colocar que as unidades da Federação terão que referendar a reforma. Mas o clima, atualmente, é pela retirada”, afirmou.

Eventuais mudanças no tratamento do presidente Jair Bolsonaro com os políticos poderiam acalmar os ânimos e manter as unidades federativas no substitutivo de Moreira. Para isso, basicamente, o governo precisaria começar a negociar cargos de terceiro e segundo escalões nos estados, sobretudo no Nordeste, onde líderes afirmam que ainda há assessores ligados a petistas. A tese defendida por lideranças é de que, se o governo quer que os parlamentares enfrentem os ônus de votar a reforma e serem tachados de “golpistas” pela esquerda, terão que receber afagos.

Enquanto o governo não muda a articulação, Maia continuará dando as cartas. A reunião de ontem não tratou apenas diálogos em torno dos ajustes no texto. Também serviu para ele sinalizar ao governo que o responsável para encampar a proposta final do relator será ele. Hoje, ele se reúne novamente com Moreira e com a equipe econômica. Desta vez, estarão presentes o ministro da Economia, Paulo Guedes, e os secretários da pasta.

O que está em jogo
São muitas negociações em andamento, mas confira sete pontos da reforma em debate:

O que o governo não abre mão de manter
» Idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens
» Transição de 10 anos

O que o Planalto aceita ceder
» Mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC)
» Alterações nas regras de aposentadoria rural

O que o Congresso quer alterar
» Regras de aposentadoria para professores
» Retirada dos estados e municípios da reforma
» Atualizações continuarão sendo feitas por emendas à Constituição




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Bolsonaro visita Petrolina na sexta (24)



O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), deve cumprir agenda em Petrolina nesta sexta-feira (24). Ele deve assinar a ordem de serviços de construção de dois viadutos e duplicação da BR-428.
Bolsonaro deve assinar ainda autorização para construção de novas casas do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ na principal cidade do Sertão.
O presidente deve chegar a Petrolina depois de participar de uma reunião na Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no Recife, onde deve discutir o futuro e ações do órgão.
Bolsonaro vem a Petrolina através de uma articulação do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que é hoje líder do governo no senado e um dos principais nomes do presidente em sua coordenação política.
Pontos discordantes
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) poderá fechar as portas ainda este ano devido ao contingenciamento de 30% de seu orçamento pelo Ministério da Educação (MEC). O corte é de quase R$ 12 milhões, segundo disse à nossa reportagem o reitor Julianeli Tolentino. Os comentaristas do Blog discordam e afirmam que não é verdade e se fechar não será pelo contingenciamento de 3,5% da verba discricionária e sim pela sua má gestão.
Caos na saúde
O caos na saúde pública de Juazeiro (BA) ganhou mais um capítulo neste final de semana. Surgiram boatos nas redes sociais de que a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) iria fechar, mas a secretária de Saúde, Fabíola Ribeiro já rebateu a informação. Este Blog solicitou um posicionamento oficial da Prefeitura sobre o assunto e aguarda resposta.
Briga sem fim
Em Jaguarari, no norte da Bahia, a briga entre o prefeito Everton Rocha e um blogueiro da cidade não tem fim. Não tem cessar-fogo entre os dois e quem sai perdendo – como sempre – é a população. (Por Carlos Brito)


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PRESIDENTE DO PDT VISITA LULA E DESMORALIZA CIRO, QUE O CHAMOU DE ‘CADÁVER’


Por Carlos Fernandes, no DCMSe existe uma coisa que Jair Bolsonaro está nos ensinando na prática é que sobretudo na política a prepotência não rende bons dividendos.
Carlos Lupi, que não costuma rasgar dinheiro, percebe o mesmo talento para a desagregação por descompostura do atual presidente naquele que seu próprio partido lançou para o cargo.
A incontinência verbal que acomete Ciro Gomes desde sempre parece já não causar danos somente a si.
A forma ofensiva, covarde e mal-educada com que tem tratado figuras importantes do espectro político, desde Leonardo Boff ao ex-presidente Lula, tem arranhado de forma vergonhosa a imagem do partido.
Seu maior expoente, Leonel Brizola, certamente se envergonharia.
Atento aos sinais, não é por acaso que está marcada para o próximo dia 23 uma visita de Carlos Lupi a Lula em Curitiba.
Não é preciso ser um especialista na política brasileira para enxergar nesse movimento uma tentativa de reconstrução das pontes dinamitadas pelo menino prodígio.
O presidente do PDT sabe que ter Lula como adversário nunca foi uma boa aposta, principalmente agora que a extrema-direita se esfacela e surgem cada vez mais chances para que o campo democrático e progressista volte ao poder.
É, em última análise, um ato político que envolve coragem, humildade e sabedoria política.
O problema, porém, é que ao fazê-lo desmoraliza completamente Ciro Gomes.
Senão, vejamos.
Se é como Ciro preceitua, por que haveria do presidente do seu próprio partido visitar o homem a quem recentemente insultou como um “enganador profissional” e “defunto eleitoral”?
Se assim fosse, seria um despropósito além de uma completa perda de tempo. Mas, sabemos todos, incluso Carlos Lupi, que assim não é. Só Ciro, com a sua infinita obtusidade, para acreditar numa sandice como essa.
E é por isso mesmo que o gesto desautoriza do ponto de vista partidário absolutamente tudo que Ciro vem metralhando aos quatro ventos.
A depender da conversa e das declarações que Carlos Lupi der às portas da Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense, será a ridicularização última de Ciro no PDT.
Assim procedendo, caberá ao eterno terceiro colocado recolher suas ofensas ao seu foro íntimo ou continuar proferindo-as em outra freguesia. Afinal, convenhamos, não seria a primeira vez que o rapaz mudaria de partido.
De uma forma ou de outra, ficando ou partindo, está claro que cada vez mais Ciro Gomes se credencia a fazer parte de uma espécie de panteão às avessas, onde jazem melancólicos “defuntos eleitorais” como Marina Silva, Marta Suplicy e Cristovam Buarque.



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AGRESTE - Agência bancária é alvo de explosão no Interior de Pernambuco

Ninguém ficou ferido e nenhum dos 
envolvidos no crime foi preso
  Por: Portal FolhaPE
Caixas eletrônicos da agência foi explodida durante a madrugada
Caixas eletrônicos da agência foi explodida durante a madrugadaFoto: Cortesia


Um bando fortemente armado explodiu caixas eletrônicos de uma agência do Banco do Brasil na madrugada desta segunda-feira (20), em Venturosa, a 248 km do Recife, no Agreste pernambucano. Segundo a delegacia da cidade, a ação criminosa teve início por volta das 2h20 quando os criminosos chegaram ao banco, localizado na rua Antonio Beliu, em três caminhonetes e com várias armas e explosivos.

O grupo chegou a fazer um vigilante refém, mas o liberaram pouco tempo depois. Ninguém ficou ferido e nenhum dos envolvidos no crime foi preso. Ainda segundo informações preliminares da Polícia Civil, os criminosos seguiram duas rotas de fuga, sendo uma por Garanhuns e outra por Alagoinha. Não há registro de quantia levada pelo grupo.
Uma perícia será realizada no local na manhã desta segunda e a polícia segue em diligências para tentar localizar os suspeitos. O Sindicato dos Bancários de Pernambuco informou ao Portal FolhaPE que apura o caso.




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