quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Polícia Rodoviária Federal abre concurso com 500 vagas em 17 Estados e salário de R$ 9.473,57; Bahia na lista

(Foto: Divulgação)


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou edital de concurso público para 500 vagas. O salário é de R$ 9.473,57. O edital pode ser conferido acessando aqui.
Do total de vagas, 100 são reservadas para candidatos negros e 33 para pessoas com deficiência. Os candidatos devem ter graduação de nível superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no mínimo de categoria “B”, e que não possua observação de adaptação veicular ou restrição de locais e horário para dirigir.
O policial rodoviário tem jornada de 40 horas semanais e realiza atividades envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional da PRF.
As inscrições devem ser feitas de 3 a 18 de dezembro pelo site http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18. A taxa é de R$ 150,00.
Podem pedir isenção da taxa candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), membros de família de baixa renda ou doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
Locais das vagas
A distribuição das vagas por Estados é a seguinte:
Acre (17 vagas)
Amapá (28 vagas)
Amazonas (23 vagas)
Bahia (17 vagas)
Goiás (27 vagas)
Maranhão (18 vagas)
Mato Grosso (9 vagas)
Mato Grosso do Sul (35 vagas)
Minas Gerais (57 vagas)
Pará (81 vagas)
Piauí (22 vagas)
Rio de Janeiro (10 vagas)
Rio Grande do Sul (74 vagas)
Rondônia (15 vagas)
Roraima (23 vagas)
São Paulo (19 vagas)
Tocantins (25 vagas)
A unidade de lotação do candidato estará vinculada à UF de vaga escolhida no momento da inscrição. O ocupante do cargo permanecerá preferencialmente no local de sua primeira lotação por um período mínimo de três anos, exercendo atividades de natureza operacional voltadas ao patrulhamento ostensivo e à fiscalização de trânsito, sendo sua remoção condicionada a concurso de remoção, permuta ou ao interesse da administração
Etapas do concurso
O concurso terá duas etapas. A primeira compreenderá as seguintes fases: prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; exame de capacidade física, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação de saúde, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação psicológica, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; avaliação de títulos, de caráter classificatório, de responsabilidade do Cebraspe; e investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade da PRF.
A segunda etapa será o curso de formação profissional, a ser realizado em locais previamente indicados no edital de convocação.
A prova objetiva e a prova discursiva terão a duração de 4 horas e 30 minutos e serão aplicadas na data provável de 3 de fevereiro de 2019, no turno da tarde. Possivelmente no dia 30 de janeiro será publicado no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18. O edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas.
A prova objetiva terá questões de língua portuguesa, raciocínio lógico-matemático, informática, noções de física, ética no serviço público, geopolítica brasileira, história da PRF, legislação de trânsito, noções de direito administrativo, noções de direito constitucional, noções de direito penal e de direito processual penal, legislação especial e direitos humanos e cidadania.
Todas as fases da primeira etapa, avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros serão realizadas na capital da UF escolhida para lotação. (Fonte: G1)

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Baiano de 118 anos pode entrar para o Livro dos Recordes



Um morador de Itajuípe, no sul da Bahia, completou 118 anos de vida no começo deste mês. Nascido em 1900, José Ferreira dos Santos não é hipertenso e tem o colesterol e a glicemia controlados, segundo familiares.
Como conta o ‘G1’, ao saber da história, um blogueiro da cidade decidiu comprovar a data de nascimento do idoso, para que ele entre para o Guinness Book. Na última edição da publicação, o título de pessoa mais velha do mundo pertencia a uma japonesa de 117 anos.
Há 78 anos, José é casado com Lindaura Rocha de Jesus, que tem 98 anos. Segundo a mulher, eles precisaram fugir para casar e construir uma família. “Minha mãe tinha raiva dele. Não queria não”, contou ao site.
O idoso se aposentou depois de trabalhar em fazendas de cacau do sul da Bahia durante 58 anos. Por conta da idade, hoje José tem dificuldades de locomoção e passa a maior parte do dia sentado ou deitado.
A certidão de nascimento afirma que José Ferreira nasceu no distrito de Barracão, que hoje é a cidade de Rio Real, no nordeste da Bahia. (Notícias ao Minuto)

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Promessa de pagar 13º Bolsa Família será cumprida, diz novo ministro da Cidadania

Osmar Terra, deputado pelo MDB, falou hoje em primeira entrevista após ser anunciado ministro
    Por: AE
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Na primeira entrevista após ser anunciado futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) disse nesta quarta-feira (28), que o novo governo vai cumprir a promessa de campanha de Jair Bolsonaro e o 13º para o Bolsa Família será pago. O Ministério vai reunir as pastas do Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura, além de parte do acolhimento a dependentes da Secretaria de Drogas. 

Ele avisou que serão feitos novos pentes-finos nos programas sociais, de forma a reduzir ainda mais irregularidades que ainda possam existir e liberar recursos para o pagamento de mais benefícios a quem realmente precisa.

O novo ministro, que é deputado pelo MDB, informou que seu nome foi escolhido a partir de "um movimento das frentes parlamentares da assistência social, das pessoas com doenças raras, da primeira infância, dos deficientes, dos idosos". E emendou: "juntaram todas as frentes que têm a ver com essa área e deram respaldo ao meu nome". 

O ministério estava sendo reivindicado pela bancada evangélica e ainda, o senador derrotado à reeleição Magno Malta (PR-ES). Este último está, até agora, sem lugar no governo Bolsonaro. Com a escolha de Terra para a Cidadania, Bolsonaro reforça o discurso de compor os ministérios com indicação de bancadas e não de partidos.

Terra assegurou que "todos os programas (sociais) vão continuar, agora com a possibilidade de ampliar e avançar em algumas áreas". Disse ainda que o programa Criança Feliz, que tem como patrona a atual primeira-dama, Marcela Temer, também será mantido e ampliado. "O bolsa família vai ser um programa que vai estimular muito a questão de geração de emprego e renda, por orientação do presidente, principalmente para os jovens", comentou ele, acrescentando que a ideia é integrar o bolsa família com outros programas da área de esportes, que foi absorvida pela nova pasta.

"Vamos trabalhar bastante mas focado sempre na população mais vulnerável, mais pobre, que são os usuários do bolsa família e toda população que está no cadastro único, que é metade da população brasileira", declarou. Osmar Terra ressaltou, no entanto, que "o maior programa de combate à pobreza é a geração de emprego e renda". "A maior vitória de um programa é a diminuição das pessoas que precisam daquele programa, que é no que vamos procurar trabalhar", completou.

O novo ministro da Cidadania lembrou que, no período em que esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Social do governo Temer, iniciou um pente-fino no cadastro dos programas sociais do governo e garantiu que isso vai continuar. "Já fizemos isso nos últimos anos. Vamos agora desenvolver com mais força. Tiramos os que não precisavam: foram cinco milhões de famílias que saíram do programa em dois anos e entraram aqueles que precisavam. Então, pela primeira vez na história do bolsa família desde 2003, se terminou com a fila. Faz um ano que não tem mais fila", afirmou.

Sobre a participação da futura primeira-dama Michele Bolsonaro, o futuro ministro disse que "ela é envolvida com área social e já tem trabalho importante na área de crianças com deficiência auditiva". E emendou: "ela com certeza vai ajudar".

O ministro disse ainda que os titulares das futuras secretarias dos Esportes e da Cultura ainda não foram escolhidos. Evitou ainda comentar sobre a lei Rouanet, justificando que ainda vai estudar esta questão. Em relação às atuais pastas das Mulheres e dos Direitos Humanos, Osmar Terra informou que elas serão abrigadas em outros ministérios.



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Três bandidos mortos, 100 milhões roubados e o cerco da Polícia aos larápios em cidades vizinhas a Bacabal-MA onde agência bancária foi assaltada


(G1 MA)
Bacabal e cidades próximas estão sendo monitoradas com forte esquema de segurança montado pela polícia do Maranhão para tentar localizar o bando que assaltou agência bancária do Bando do Brasil na noite desse domingo(25). A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) acredita que o grupo criminoso que invadiu a cidade era composto por, pelo menos, 30 integrantes, e que alguns assaltantes ainda estão escondidos na região.
Na ação criminosa, um morador e três bandidos morreram. Outro morador foi atingido por disparo de arma de fogo, mas se recupera. A estimativa da polícia é que os bandidos tenham levado R$ 100 milhões e este dinheiro ainda não foi recuperado. Contudo, os policiais apreenderam cerca de R$ 3,7 milhões com moradores da cidade. Entre os oito presos por furto por terem recolhido dinheiro após a explosão da agência estão o policial militar do Piauí, André dos Anjos de Sousa, e um bombeiro militar da própria cidade de Bacabal, Luís Gustavo Lima Mendes. Na tarde dessa terça-feira (27), após prestar esclarecimentos o policial militar foi liberado e vai responder em liberdade.
“Vamos tipificar a conduta deles nesse momento como furto. O do Piauí foi autuado, o bombeiro do Maranhão está sendo autuado e isso é o primeiro momento de atuação por um fato. Mas nós vamos colocá-los no raio apuratório para saber o que eles, enquanto militares, faziam no perímetro de prática de roubo a banco”, declarou Jefferson Portela, secretário de Segurança Pública.
A cidade, nesta quarta-feira(28), já retomou a sua rotina com o comércio e escolas funcionando normalmente, o que não aconteceu nos dois dias seguintes ao assalto.
Os bandidos mortos foram identificados como Edielson Francisco Lumes (da Bahia), Warley dos Reis Souza (do Pará) e Gean Martins Rocha (de Tocantins). As investigações levaram a polícia a fazer a ligação entre os assaltantes em Bacabal com um grupo bem maior com ramificações no Norte e Nordeste do país, e até em outros países da América do Sul, como o Uruguai. Segundo a SSP, o baiano José Francisco Lumes, conhecido como Zé de Lessa, está no Uruguai e deu a ordem para o assalto. Ele é procurado pela Interpol.

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PF deflagra operação para combater desvios de recursos públicos em Salgueiro

As investigações começaram há cinco meses e também apontaram um esquema de corrupção envolvendo ex-servidores e uma determinada empresa contratada para fornecer hospedagem e alimentação para pacientes dentro do Programa de Tratamento Fora do Domicílio

Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação

A sede da Prefeitura de Salgueiro, no Sertão do Estado, é alvo nesta manhã de quarta-feira (28) de uma operação pela Polícia Federal. Logo cedo, policiais federais e representantes do Ministério Público Federal determinaram a abertura do prédio principal para cumprimento de mandado de busca e apreensão. Carros das duas instituições foram vistos na porta da sede do governo do município, distante a 513 quilômetros do Recife. 

Batizada de Solaris, a operação investiga visa combater suposto desvios de recursos públicos identificados na Secretaria de Saúde do município. As investigações começaram há cinco meses e também apontaram um esquema de corrupção envolvendo ex-servidores e uma determinada empresa contratada para fornecer hospedagem e alimentação para pacientes enviados pela Prefeitura de Salgueiro dentro do Programa de Tratamento Fora do Domicílio, os quais estavam sendo desviados do fundo municipal de saúde para fins ilícitos. 

Um total de 36b policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, sendo quatro na cidade de Salgueiro, no Sertão, (dois endereços da Prefeitura Municipal de Salgueiro e mais dois nos bairros de Nossa Senhora das Graças e Divino Espírito Santo)  e ainda três mandados no Recife (um no bairro de Santo Amaro e dois na Boa vista) e um em Olinda, no bairro de Casa Caiada. A intenção é a arrecadar documentos relativos a contratação e pagamentos prestados ao Programa de Tratamento Fora do Domicílio, além de planilhas de controles de hospedagem e transporte.

Os crimes que estão sendo investigados são os contidos nos artigos 288 (associação criminosa), 299 (falsidade ideológica), 312 (peculato), 317 (corrupção passiva) e 333 (corrupção ativa) todos do Código Penal, cujas penas somadas ultrapassam os 30 anos de reclusão. O valor dos prejuízos aos cofres públicos bem como os recursos desviados ainda estão sendo levantados. *Os desvios dos recursos dizem respeito à gestão municipal passada e não da atual!*

A operação foi intitulada Solaris em virtude de ser o nome em latim que faz referência à empresa contratada para fornecer hospedagem e alimentação dos pacientes enviados pela Prefeitura de Salgueiro através do Programa Tratamento Fora do Domicílio.



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SUBMISSÃO DO BRASIL A TRUMP ABRE CRISE COM MOURÃO E COM AGRONEGÓCIO

ABr | CMS

247 – O primeiro choque anunciado do governo Bolsonaro está desenhado. Ele ocorrerá entre o chanceler informal do Brasil, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e duas forças poderosas que apoiam o bolsonarismo: o agronegócio e os militares nacionalistas. A crise inevitável veio à tona no dia de ontem quando, com um boné de Donald Trump na cabeça, Bolsonaro filho anunciou a mudança da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém, decisão que contraria os interesses econômicos nacionais e apenas evidencia a submissão da família Bolsonaro a Trump e ao líder israelense Benjamin Netanyahu.
"A questão não é perguntar se vai, a questão é perguntar quando será", afirmou Eduardo (saiba mais aqui). O problema é que, com isso, o Brasil poderá perder bilhões em exportações, concentradas justamente no agronegócio. Juntas, as nações árabes são o segundo maior comprador de proteína animal brasileira. As exportações somaram US$ 13,5 bilhões em 2017 e o superávit para o Brasil foi de US$ 7,17 bilhões, enquanto o comércio com Israel é praticamente inexistente.
Por isso mesmo, de forma nacionalista e pragmática, o general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, concedeu entrevista na semana passada, em que deixou claro que o Brasil não poderia colocar os interesses nacionais em risco.  "É óbvio que a questão terá que ser bem pensada. É uma decisão que não pode ser tomada de afogadilho, de orelhada. Nós temos um relacionamento comercial importante com o mundo árabe. E competidores que estão de olho se perdermos essa via de comércio. Há também uma população de origem árabe muito grande em nosso país, concentrada nas nossas fronteiras. Temos sempre que olhar a questão do terrorismo internacional oriundo da questão religiosa, que poderá ser transferida para o Brasil se houver um posicionamento mais forte em relação ao conflito do Oriente Médio", afirmou Mourão, em entrevista à Folha de S. Paulo, há uma semana.
Ou seja: Mourão deixou claro que não apenas os interesses econômicos do Brasil estão ameaçados com a postura de Eduardo Bolsonaro, como também a própria segurança nacional – uma vez que o país poderá vir a se tornar alvo de ações terroristas caso confirme sua submissão total aos Estados Unidos e a Israel.
Em entrevista recente à TV 247, o sociólogo Marcelo Zero explicou que a postura da família Bolsonaro prejudica até as relações de longo prazo com os Estados Unidos, uma vez que Trump enfrenta forte oposição interna e pode vir a ser um fenômeno passageiro. Confira:


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Boné de Trump é um insulto aos brasileiros

Paola de Orte/Agência Brasil

Ao vestir um boné Trump-2020, o deputado Eduardo Bolsonaro colocou-se abaixo da linha de dignidade devida por um representante eleito do povo brasileiro, frequentemente apontado como porta-voz do próprio governo a ser empossado em 1 de janeiro de 2019.   
Por maior que seja sua identificação com o atual presidente norte-americano, não cabe a um deputado e personagem influente do novo governo o menor gesto público de engajamento, mesmo simbólico, por uma eventual reeleição de Donald Trump.
O motivo é elementar. Brasileiros e norte-americanos são cidadãos de países distintos, com história diversa, outras raízes culturais e, acima de tudo, interesses diferentes -- ora próximos, ora distantes, ora divergentes, ora antagônicos.
Essa é uma realidade geopolítica desde o nascimento dos Estados Nacionais, no século XVIII.
Nem o mais fanático dos "globalistas" --personagens  que o futuro chanceler Ernesto Araújo se diz empenhado em combater cotidianamente -- irá negar as diferenças entre um país e outro, um povo e outro. Sabe que a situação impõe comedimento e pudor, recusa gestos de deslumbramento.  
Sabemos que Eduardo Bolsonaro vestiu o boné de Trump-2020 ao final de um encontro com um genro do presidente norte-americano, considerado personagem influente nos bastidores da Casa Branca.
Na mesma ocasião, o deputado anunciou apoio a uma medida condenável -- a mudança da embaixada brasileira para Jerusalém.
A  decisão não só implica no envolvimento do Brasil numa questão interna do conflito entre israelenses e palestinos, rompendo com a respeitada tradição brasileira de respeito a autonomia dos povos, marcada tanto pelo apoio a criação do Estado de Israel como pela defesa dos direitos da população árabe.
Também terá previsíveis prejuízos do ponto de vista econômico. Isso porque expõe preciosas fatias das exportações brasileiras a retaliação de países árabes. Como se fosse pouco, um gesto desse natureza pode ter implicações óbvias para a segurança de todos os brasileiros. Abre as portas do país para a violência e o terror que marcam o conflito do Oriente Médio em tempos recentes.
O único beneficiário real do boné eleitoral é o próprio governo Trump, que costuma crescer quando se mostra capaz de subordinar autoridades de outros países. Eduardo Bolsonaro pode não lhe dar um único voto. Mas sua imagem compromete um país inteiro, de 210 milhões de habitantes, que tem orgulho da própria independência e jamais abrirá mão de conduzir o próprio destino. 
Jamais irá autorizar um representante eleito a atuar como cabo eleitoral do governo de outro país.  
Alguma dúvida?  

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Chile promulga lei que permite mudança de sexo em documentos a partir de 14 anos

No caso dos jovens entre 14 e 18 anos, eles devem ter a permissão de seus pais ou responsáveis e ir a um juiz de família, que definirá se a petição prossegue ou não.

  Por: AFP - Agence France-Presse
Foto: Reprodução/ Pixabay
Foto: Reprodução/ Pixabay

O presidente chileno, Sebastián Piñera, promulgou nesta quarta-feira (28) a Lei de Identidade de Gênero, que permite que as pessoas mudem de sexo em sua documentação a partir dos 14 anos, medida há muito esperada pelos movimentos LGBTI.

Após cinco anos de debate no Congresso, o governo pôs em vigor a lei que permitirá que a população transgênero do Chile mude seu nome e gênero nos documentos de identidade, pondo fim a uma injusta "discriminação" em "uma sociedade com muitos preconceitos", afirmou Piñera durante a promulgação da lei no Palácio do Governo. 

A lei permite que uma pessoa trans maior de 18 anos mude seu nome e sexo em um cartório de registro civil.

No caso dos jovens entre 14 e 18 anos, eles devem ter a permissão de seus pais ou responsáveis e ir a um juiz de família, que definirá se a petição prossegue ou não.

Os menores de 14 anos não poderão passar pela mudança de sexo, mas o presidente Piñera afirmou que "elas serão reconhecidas" como tal.

A lei foi proposta durante o primeiro governo de Sebastián Piñera (2010-2014) como uma forma liquidar uma dívida com as comunidades trans.

A Lei de Identidade de Gênero ganhou visibilidade após a repercussão mundial do filme chileno "Uma mulher fantástica", interpretada pela atriz transgênero Daniela Vega.



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