segunda-feira, 29 de outubro de 2018

MDB perde espaço, PSL ganha força e PT tem maioria: o mapa dos governadores

Partidos tradicionais perdem prestígio e abrem espaço para a extrema direita

Foto: Arte/Hudson Franco/EM

Foto: Arte/Hudson Franco/EM



Representantes de 13 partidos diferentes foram eleitos governadores dos 26 estados e do Distrito Federal nas eleições de 2018. Apesar da derrota em âmbito nacional de Fernando Haddad para Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial, o PT elegeu quatro candidatos nos estados, número superior a todas as outras legendas.

Em comparação com 2014, o partido que mais perdeu representantes foi o MDB, chamado anteriormente de PMDB. Há quatro anos, o partido foi maioria e elegeu sete governadores. Em 2018, foram três.

Se por um lado o PMDB perdeu força, o contrário se aplica ao PSL. Sem nenhum eleito em 2014, o partido ‘surfou’ na onda do novo presidente Jair Bolsonaro e terá três representantes nos estados. PSD e PSB também elegeram três governadores cada nestas eleições.

Foto: Arte/Hudson Franco/EM
Foto: Arte/Hudson Franco/EM


Num cenário ‘macro’, nota-se ligeira descentralização. Em 2014, nove partidos elegeram governadores. PMDB (sete), PT (cinco) e PSDB (cinco) haviam sido os principais vencedores. Em 2018, foram 13 legendas vitoriosas nos estados.

Em Minas Gerais, o Novo elegeu Romeu Zema em uma vitória expressiva, com mais de 70% dos votos válidos, sobre Antonio Anastasia (PSDB). 



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Entenda as mudanças que Bolsonaro promete fazer na legislação penal

Especialistas avaliam que as alterações devem provocar reflexos imediatos no país e apontam possíveis equívocos


A matéria proposta pelo novo presidente da República tem tudo para ser um dos temas polêmicos na Câmara a partir de fevereiro
(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)


Assuntos polêmicos na área de direito penal e que podem refletir profundamente na segurança pública devem ser pautados antes mesmo de o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tomar posse, em 1º de janeiro do próximo ano. Parlamentares da bancada da bala se articulam para votar projetos que relativizam o Estatuto do Desarmamento. A intenção é derrubar barreiras legais e permitir que a posse de armas de fogo seja autorizada para qualquer cidadão. Outra medida, anunciada por Jair Bolsonaro antes mesmo de se lançar candidato, é a chamada excludente de ilicitude de policiais em serviço. Esse tipo de “salvo conduto” está previsto no Código Penal Militar para os casos de legítima defesa.

As mudanças na legislação devem ir além. Os debates sobre a redução da maioridade penal voltam com força no Congresso Nacional, apoiadas em discursos do futuro chefe do Executivo. Essa é uma bandeira antiga do militar reformado do Exército. Em uma audiência pública sobre o assunto realizada em 2015, na Câmara, Bolsonaro defendeu que a medida reduziria os índices de violência. “Não dá para esperar acontecer com nossas famílias e depois ficar abraçando a Lagoa Rodrigo de Freitas (no Rio de Janeiro), e soltar pombas pedindo justiça. Imagine ficar sem um filho por causa de um celular?”, disse na ocasião.

A redução da maioridade penal tramita por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 171) apresentada no parlamento, em 1993, e que vem criando polêmica desde então. O texto, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, muda o artigo 128 da Constituição, que passaria a determinar que “são penalmente inimputáveis os menores de dezesseis anos”. É preciso que a maioria dos parlamentares da câmara e do senado federal aprovem a medida.

Atualmente, apenas profissionais de segurança pública e das Forças Armadas, procuradores, juízes e pessoas autorizadas pela Polícia Federal (PF) têm direito ao porte. A ideia, prevista no plano de governo apresentado por Bolsonaro, e reforçada em discursos públicos, pretende reduzir os requisitos para o acesso às armas de fogo. De acordo com a Polícia Federal, atualmente, para a aquisição, é necessário apresentar um motivo, por meio de uma “declaração escrita da efetiva necessidade, expondo fatos e circunstâncias que justifiquem o pedido”. Se a mudança no Estatuto do Desarmamento for aprovada, essas regras podem cair, assim como será extinta a atribuição da PF em fazer a triagem de quem pode ou não comprar uma arma.

Expectativa
As medidas, desde que foram anunciadas, causam temor entre os especialistas, por irem contra os estudos sobre segurança pública e medidas adotadas em outros países. O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Rafael Alcadipani, associado do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, alerta que o número de mortes pode aumentar de forma significativa. “Os estudos são uníssonos em colocar que, quanto mais armas, mais homicídios. A cada 1% da quantidade de armas, aumenta em 2% o indicador criminal. Nós teremos de fazer novas campanhas de desarmamento. Vai aumentar o índice de suicídios”, afirma.

De acordo com o especialista, caso a posse de armas seja liberada, como ocorre em países como os Estados Unidos, que tem uma estrutura de segurança pública bem melhor que a do Brasil, os impactos negativos para a sociedade, como o aumento de mortes violentas e suicídios, ocorreriam a partir do terceiro ano.

O professor da FGV destaca que medidas tomadas pelo governo atual estão indo no sentido do que se recomenda para conter a onda de violência. “O Ministério da Segurança Pública está indo nessa direção com a implantação do SUSP e a integração das polícias. Agora, é necessário aportar recursos e esforços na área de investigação”, completa.

Excludente de ilicitude
A proposta mais polêmica, o chamado excludente de ilicitude, é interpretada por especialistas como uma licença para matar. Em uma PEC enviada ao Congresso por Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, está prevista a inexistência de investigação nos casos em que terceiros forem feridos ou mortos por policiais durante operações policiais. De acordo com o texto, apenas seriam investigados os casos em que existirem indícios de que o agente da lei não agiu em legítima defesa.

O professor de direito penal do Instituto de Direito Público (IDP) de São Paulo, João Paulo Martinelli, afirma que não há motivos para alterar esse ponto da legislação, pois a ausência de penalidade está prevista na lei para os agentes públicos que agem no estrito cumprimento do dever legal. “Não vejo necessidade de fazer nenhum tipo de mudança. O Código Penal Militar prevê a excludente de ilicitude em caso de legítima defesa. O que não pode é haver excesso. Se a proposta permitir que eventuais excessos não sejam punidos, aí seria inconstitucional, pois o Estado estaria autorizando atos que não condizem com a legislação. A legítima defesa pode ocorrer mesmo diante de agressão iminente, como o perigo de levar um tiro. Não é necessário esperar o criminoso atirar primeiro.”

Para o professor Rafael Alcadipani, a medida, se adotada, vai elevar o número de casos de letalidade em ações policiais. “Vai aumentar a violência policial, e bastante. Vai gerar um banho de sangue que começaria pela periferia e seguiria depois para os bairros nobres”, destaca.

Propostas
» Redução da maioridade penal: adolescentes com 16 anos seriam presos em centros de detenção comuns, destinados para adultos.

» A redução da maioridade penal geraria impacto em outras regras, como direito a tirar habilitação para dirigir, idade para casar e ingresso em universidades.

» Entre as medidas está a liberação da posse de arma de fogo para todos os cidadãos. A PF deixaria de ser o órgão responsável por autorizar o acesso legal a uma arma de fogo.

» Castração química para estupradores: medida prevê a aplicação de medicamentos para condenados por estupro para reduzir a libido.



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TRUMP: CONVERSA 'BOA' COM BOLSONARO SOBRE COMÉRCIO E DEFESA


Reuters e 247 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira em mensagem no Twitter ter tido uma conversa "muito boa" com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, acrescentando que os dois concordaram em trabalhar juntos em áreas como comércio e defesa. O twitter é a grande ferramenta de comunicação de Trump e pode ser usado de maneira similar por Bolsonaro no Brasil em seu governo.
"Tive uma conversa muito boa com o novo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que ganhou sua eleição com uma margem significativa. Nós concordamos que o Brasil e os Estados Unidos trabalhão juntos no comércio, defesa e tudo mais. Ligação excelente, dei os parabéns".
Had a very good conversation with the newly elected President of Brazil, Jair Bolsonaro, who won his race by a substantial margin. We agreed that Brazil and the United States will work closely together on Trade, Military and everything else! Excellent call, wished him congrats!
Na noite de domingo, a Casa Branca informara que Trump havia ligado para Bolsonaro para parabenizá-lo pela vitória na eleição presidencial.
Bolsonaro, do PSL, venceu a disputa pelo Palácio do Planalto com 55,1 por cento dos votos válidos, contra 44,9 por cento de seu adversário, Fernando Haddad, do PT.

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Quatro ministros do novo governo já estão definidos; veja quem são

Paulo Guedes comandará o novo Ministério da Economia; o gaúcho Onyx Lorenzoni, a Casa Civil da Presidência; e o general Augusto Heleno, a Defesa. O astronauta Marcos Pontes foi anunciado para a Ciência e Tecnologia

Guedes será o responsável pela nova pasta a ser formada a partir da junção da Fazenda e do Planejamento, como ocorreu no governo Collor
(foto: Daniel Ramalho/AFP)
Guedes será o responsável pela nova pasta a ser formada a partir da junção da Fazenda e do Planejamento, como ocorreu no governo Collor (foto: Daniel Ramalho/AFP)


O presidente eleito Jair Bolsonaro já tem três nomes de ministros do novo governo: Paulo Guedes para o Ministério da Economia; o general da reserva Augusto Heleno para a Defesa; e o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. Está certa também para a pasta da Ciência e Tecnologia a escolha do tenente coronel da reserva da Aeronáutica Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro. O Ministério da Economia virá da junção das pastas da Fazenda e do Planejamento, uma ideia controversa.

Nos próximos dias, devem ser anunciados novos nomes. No Ministério das Relações Exteriores, uma possibilidade é que seja escolhido o deputado federal eleito Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP), integrante da família real. Mais provável, porém, é que a escolha recaia sobre um diplomata de carreira. Nesse caso, tem grandes chances o embaixador do Brasil na Coreia do Sul, Luís Henrique Sobreira Lopes.

Para a Justiça, foi cogitado o advogado Gustavo Bebiano, presidente interino do PSL e uma das pessoas mais próximas a Bolsonaro. Mas vêm crescendo as chances da escolha da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon, que gravou um vídeo de apoio ao candidato divulgado na tevê na semana passada.

Para a Educação, um nome forte é Stavros Xanthopoylos, ex-diretor da área de cursos on-line da Fundação Getulio Vargas (FGV). Para a Agricultura, tem grandes chances Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista (UDR). A ideia de unir o Ministério do Meio Ambiente a essa pasta, anunciada anteriormente, pode ser revista, disse na semana passada, ainda durante a campanha, o próprio Bolsonaro.

A bancada da bala quer que o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que perdeu a eleição para governador do Distrito Federal, tenha um cargo com status de ministro no Palácio do Planalto. Mas o martelo ainda não foi batido. Como ele foi condenado à prisão em regime semi-aberto por corrupção em primeira instância, a tendência é de que ele seja apenas um assessor. Bolsonaro é fiel aos amigos e gosta que eles estejam por perto. Ele e Fraga são companheiros de longa data na Câmara.

A ideia, no novo governo, é não usar os cargos como barganha para obter apoio político, ou para acomodar aliados de longa data. Como se vê na situação de Fraga, porém, há exceções. Se forem muitas, passa-se a ter a manutenção da velha regra.

Estatais
O novo governo também precisará decidir quem colocar nos assentos em conselhos de empresas estatais. Exitem 1.190 dessas posições, com remuneração de até R$ 20 mil por sessão na forma de jeton. Há, porém, uma questão a ser resolvida antes: quantas das 138 estatais existentes serão mantidas.

A estratégia de substituições não se limita ao Executivo. Estão no radar indicações que o Planalto poderá fazer para os tribunais superiores. Ao menos 10 estarão disponíveis nos próximos quatro anos, de acordo com o limite de idade dos ministros para aposentadoria compulsória.

Essas nomeações não são para já, mas convém ter nomes decididos. O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, é tendência forte para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Haverá uma aposentadoria na corte já no próximo ano: do decano Celso de Mello, que está lá desde o governo de José Sarney. Em 2020, quem chegará aos 75 anos, idade limite para integrar o colegiado, é Marco Aurélio de Mello.

138 - Número de estatais no Brasil atualmente
 
Nomes conhecidos 

A junção das pastas da Fazenda e do Planejamento no Ministério da Economia, algo já tentado no governo de Fernando Collor, é controversa. Para muitos, a Fazenda já é grande demais e a nova estrutura a ser criada ficará excessivamente pesada. Para outros, a vantagem estará na harmonia de decisões, evitando ruídos. Em um país que precisa fazer um rigoroso ajuste fiscal, a elaboração do Orçamento, principal atribuição do Planejamento, deve ser feita com participação detalhada do comandante da equipe econômica.

Entre as secretarias do Ministério da Fazenda, o novo governo pretende aproveitar vários dos nomes. Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional, provavelmente continuará no cargo. A ideia era manter também a secretária executiva, Ana Paula Vescovi, segunda na hierarquia da pasta. Ela tem afirmado, porém, que está cansada de viajar entre Brasília e Vitória, onde vive a família.

Bancos
Para o Banco Central (BC), poderá ser mantido o atual presidente, Ilan Goldfajn. Ele tem emitido sinais, porém, de que pretende voltar a morar em São Paulo depois de dois anos no comando da instituição. Caso não permaneça, um nome com grandes chances de emplacar no cargo é o do economista Luiz Fernando Figueiredo, que foi diretor da Autoridade Monetária no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Figueiredo poderá também ser presidente do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Na semana passada, foi anunciada a saída do BB de Paulo Rogério Caffarelli, que ocupava o cargo desde o início do governo de Michel Temer. Foi escolhido para o cargo Marcelo Labuto, funcionário de carreira da instituição financeira. Mas não lhe foi dada qualquer garantia de que permanecerá no cargo com o novo governo. No Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), um provável futuro comandante é Carlos da Costa. Ele foi diretor da casa com Paulo Rabelo de Castro, já no governo Temer.



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Temperatura segue elevada em Petrolina e apenas com previsão de pancadas de chuvas, diz meteorologia

   Via:C.Britto


Os petrolinenses terão de conviver pelos próximos dias com a temperatura elevada e o clima abafado deste mês. Por enquanto, segundo os principais institutos de meteorologia do país, há previsão apenas de pancadas de chuvas até o início de novembro.
A temperatura mínima deverá oscilar entre 23ºC e 25ºC, e a máxima entre 34ºC e 38ºC.

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Em Petrolina, leitor cola tecla de urna e mesária é presa por fotografar

Em Pernambuco, sete pessoas foram presas; vandalismo em Petrolina e boca de urna foram destaques entre as ocorrências

  Por: Renato Raposo
Mesário em seção eleitoral

"É o pleito em que o tema esteve mais presente, tanto no número de agressões quanto nos discursos", diz Renato Sérgio de Lima, 48, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Um caso de vandalismo em Petrolina, no Sertão, foi uma das ocorrências que mais chamou a atenção em Pernambuco neste domingo (28), dia de votação de segundo turno das eleições no Brasil. Um eleitor colou na urna, com supercola, o número de um dos candidatos, e a urna teve que ser trocada. 

Uma mesária de uma outra seção, identificada como Daniele Barbosa, veio fotografar a situação. Ela foi orientada a não fazer, porque estava divulgando nas redes sociais como sendo uma fraude, o que não estava ocorrendo. Por isso, foi presa e encaminhada para a delegacia, onde foi lavrado o termo de ocorrência para a juíza apreciar. 

Ocorrências
No Brasil, o segundo turno das eleições neste domingo (28) já teve 221 ocorrências, das quais 104 foram prisões. Os dados foram divulgados no balanço das 15h do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que apenas em Pernambuco já houve sete prisões até agora. 

Pela manhã, houve prisões nos municípios de Bonito Gravatá. No início da tarde, em Petrolina, Mirandiba e Ipojuca, houve cinco prisões, em seções distintas, todas elas por boca de urna

O caso de Mirandiba também foi registrada a tentativa de fotografar a urna durante a votação e o eleitor foi preso. Em Ipojuca, os cinco eleitores foram presos por boca de urna, tentando cooptar votos no dia da eleição. Em Pernambuco, até o momento foi registrado um total de sete presos, sendo uma mesária. Os casos de Gravatá e Mirandiba foram apenas detenção.


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Temer felicita Bolsonaro e diz que transição começa segunda

Atual presidente destacou declarações em que o candidato eleito disse buscar a unidade e a pacificação do país

  Por: AFP
Michel Temer
Michel TemerFoto: Evaristo Sá/AFP


O presidente Michel Temer parabenizou Jair Bolsonaro neste domingo (28) por sua vitória nas eleições presidenciais e informou que a transição entre seus governos começará nesta segunda-feira (29).

"Eu acabei de cumprimentar o presidente eleito, Jair Bolsonaro. Podemos perceber seu entusiasmo, não só quando conversou comigo, mas quando fez declarações que buscam exatamente a unidade do país, buscam a pacificação do país, a harmonia do país. A partir de amanhã nós iniciaremos a transição", declarou no Palácio da Alvorada.

"É necessário que todos trabalhemos juntos para dar continuidade ao que fizemos, à política econômica vigente no país, bem como a outras políticas ambientais, educacionais e de saúde", acrescentou.
O presidente referiu-se à reforma do sistema previdenciário, reivindicada pelos mercados, e disse que esta "só avançará se contar com o apoio do presidente eleito e de sua equipe".

"Se for modificar muito o que já está pronto, não haverá tempo. Se quisermos avançar na proposta que está pronta, temos cerca de dois meses", afirmou ainda.



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FASCISMO: DEPUTADA BOLSONARISTA INCITA ALUNOS A DELATAR PROFESSORES


Da revista Fórum – Deputada estadual eleita em Santa Catarina, Ana Carolina Campagnolo (PSL) publicou em sua página no Facebook, logo após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial neste domingo (28), uma mensagem para que estudantes catarinenses filmem e denunciem “professores doutrinadores” em sala de aula.
“Segunda-feira, 29 de outubro, é o dia em que os professores doutrinadores estarão inconformados e revoltados. Muitos deles não conterão sua ira e farão da sala de aula um auditório cativo para suas queixas político partidárias em virtude da vitória de Bolsonaro. Filme ou grave todas as manifestações político-partidárias ou ideológica (SIC)”, afirma, deixando um numero celular para o envio de vídeos e informações, garantindo o anonimato dos estudantes.
Na descrição da publicação, Ana Caroline diz que “professores éticos e competentes não precisam se preocupar”. Confrontada nos comentários por um seguidor que disse que uso de celular em sala de aula é crime, “seria ir contra as leis e os bolsominions são contra isso. Ou era apenas discurso?”, ela respondeu que não era “preciso ter medo”. “É só se comportar direitinho que não precisa ter medo, cidadão”.

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O mundo reage à eleição de Bolsonaro à Presidência da República

Líderes, que usaram Twitter, em sua maioria, para saudar o presidente eleito no Brasil

  Por: AFP
Mauricio Macri
Mauricio MacriFoto: Eitan Abramovich/AFP


A vitória contundente de Jair Bolsonaro (PSL), que neste domingo (28) foi o vencedor do segundo turno das eleições presidenciais, gerou uma onda de reações de chefes de Estadona região e outros líderes, que usaram Twitter, em sua maioria, para saudar o presidente eleito.

Confira abaixo algumas declarações:

-Estados Unidos:
"O presidente Trump ligou esta noite para o presidente eleito do Brasil, [Jair] Bolsonaro para cumprimentá-lo, assim como o povo brasileiro, pelas eleições de hoje", disse Sarah Sanders, porta-voz do Executivo americano. "Ambos expressaram seu forte compromisso em trabalhar em conjunto para melhorar a vida das pessoas nos Estados Unidos e no Brasil e, enquanto líderes regionais, das Américas", acrescentou.

-Argentina:
"Parabéns a Jair Bolsonaro pela vitória do Brasil! Desejo que trabalhamos juntos em breve pela relação entre os nossos países e o bem-estar de argentinos e brasileiros", escreveu o presidente argentino, Mauricio Macri, em sua conta no Twitter. 

-Venezuela:
"O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, em nome do Governo e do Povo Venezuelano, estende seus sinceros cumprimentos ao Povo da República Federativa do Brasil, por ocasião da celebração cívica do segundo turno eleitoral, realizado no domingo, 28 de outubro de 2018, no qual foi eleito o candidato Jair Bolsonaro como Presidente desse país sul-americano", saudou o presidente por meio de um comunicado da chancelaria.

Na declaração acrescenta-se, no entanto, que o governo chavista "aproveita a oportunidade para exortar ao novo presidente eleito do Brasil a retomar, como países vizinhos, o caminho das relações diplomáticas de respeito, harmonia, progresso e integração regional, pelo bem-estar dos nossos povos".

Leia também:
Trump liga e cumprimenta Bolsonaro por vitória na eleição


-Colômbia:
"Cumprimentamos @jairbolsonaro, novo Presidente do #Brasil, eleito democraticamente. Nosso desejo para que esta nova etapa do país vizinho seja de bem-estar e união. Esperamos continuar nossa relação de irmandade para fortalecer vínculos políticos, comerciais e culturais", escreveu pelo Twitter o presidente colombiano, Iván Duque.

-Chile:
"Cumprimento o povo brasileiro por uma eleição limpa e democrática. Cumprimento @jairbolsonaro por sua grande vitória eleitoral. Convido-o a visitar o Chile e estou certo de que trabalharemos com vontade, força e visão de futuro a favor do bem-estar dos nossos povos e da integração", disse o presidente chileno, Sebastián Piñera, pelo Twitter.

-Peru:
"Cumprimento @jairbolsonaro por sua eleição a presidente do Brasil e lhe desejo os maiores êxitos em sua gestão. Expresso minha disposição de trabalhar juntos para aprofundar nossa fraterna relação bilateral", escreveu o presidente peruano Martín Vizcarra no Twitter.

-Equador:
"Parabéns ao povo brasileiro por este novo feito democrático. Os melhores presságios para seu novo presidente, @jairbolsonaro. Esperamos fortalecer os tradicionais laços de amizade e trabalho entre as duas nações", escreveu no Twitter o presidente equatoriano, Lenín Moreno.

-México:
"Em nome do povo e do Governo do México, cumprimento @jairbolsonaro por sua eleição como Presidente da República Federativa do Brasil, em uma jornada exemplar, que reflete a fortaleza democrática desse país", cumprimentou o líder mexicano, Enrique Peña Nieto, no Twitter.

-Guatemala:
"O Governo da Guatemala, respeitoso da democracia e do Estado de Direito, saúda os partidos políticos que participaram desta contenda eleitoral e cumprimenta o senhor Jail (sic) Bolsonaro pela vitória no segundo turno das eleições para Presidente da República Federativa do Brasil", destacou o governo de Jimmy Morales através de um comunicado de sua chancelaria.

-Costa Rica: 
"Após um dia democrático, o Brasil elegeu seu novo governo. A Costa Rica ratifica sua disposição de trabalhar com o Brasil em prol da inclusão, do crescimento econômico e do respeito aos direitos de todas as pessoas, assim como para alcançar o desenvolvimento sustentável da região", disse o presidente do país, Carlos Alvarado, através do Twitter.

-Luis Almagro, secretário-geral da OEA
"Saudamos o povo brasileiro pela jornada eleitoral de hoje. Cumprimentamos o Presidente eleito Jair Bolsonaro e aplaudimos sua mensagem de verdade e paz. Conta com o compromisso da Secretaria-geral da OEA de trabalhar em forma conjunta x democracia, #DDHH, segurança e desenvolvimento da região", assegurou pelo Twitter o secretário-geral da OEA, Luis Almagro.



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