terça-feira, 28 de agosto de 2018

LULAÇOS VIRAM FEBRE EM TODO O BRASIL


Dezenas de Lulaços espalharam-se pelo Brasil neste fim de semana mobilizando milhares; continua a censura da mídia conservadora, mas você pode assistir aqui a 11 deles, veiculados pela TV 247; o apoio a Lula Livre e à sua candidatura à Presidência extravasa a manifestação nas pesquisas e ganha as ruas em manifestações espontâneas ou "flash mobs", eventos organizados descentralizadamente nas redes sociais; nos vídeos da TV 247, alguns dos Lulaços ocorridos nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste

Ao longo do mês de agosto, foram centenas de Lulaços, em dezenas de cidades de todo o país. Neste final de semana, até a banda Nação Zumbi se juntou ao coro e fez um Lulaço durante um show em São Paulo.

Assista: 




















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CÂMARA DIZ QUE PERNAMBUCO TERÁ OPORTUNIDADE DE TER LULA GOVERNANDO O BRASIL

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O governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), afirmou, durante um debate com os candidatos ao Palácio do Campo das Princesas que, em 2019, Pernambuco terá "o privilégio de ter o presidente Lula (ex-presidente e candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT)) governando o Brasil".
Câmara, que defendeu o impeachment da presidente deposta Dilma Rousseff e agora está aliado ao PT em nível nacional, também prestou contas de seu mandato à população.
"A gente teve a capacidade e determinação de governar esse Estado. Governamos em crise e com a maior seca da história. Transformamos Pernambuco num estado com serviços públicos e educação de qualidade. Serão anos desafiadores, mas vamos fazer. Temos um governo que percorre todas as regiões do estado ouvindo e fazendo pelas pessoas. Teremos em 2019 a oportunidade de ter Lula governando o Brasil, fazendo Pernambuco crescer", afirmou.(247)


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CIRO ELOGIA LULA NA GLOBO

   Por: Alex Solnik

Não é comum ouvir elogios a Lula no horário nobre da Globo. Ainda mais da boca de alguém que compete com ele pelo mesmo eleitorado. Ciro Gomes poderia ter aproveitado os 25 minutos a que teve direito ontem no Jornal Nacional, principal audiência da casa, para tirar voto de Lula, mas não o fez. "Lula não é satanás como certos setores da imprensa e da opinião brasileira pensam, nem Deus, nem anjo como certos setores religiosos do PT pensam", disse ele.
"Conheço Lula há 30 anos", continuou. "Lula fez muita coisa boa. Foi um bom presidente para o Brasil e o povo sabe disso. Há sete anos, o povo tinha mais poder de compra, mais crédito, mais emprego. A população mais pobre sentiu na pele".
O candidato do PDT também estabeleceu a diferença com que são tratados pela Lava Jato políticos do PT e do PSDB: "Ninguém do PSDB está preso".
Bonner disse que ele seria o nome para "unir as esquerdas". Ciro contestou: "Centro-esquerda, por favor". "Com Kátia fica difícil unir as esquerdas" alfinetou Bonner. "A Kátia veio porque é diferente. Não parece Lula com José Alencar"? rebateu Ciro. "Essa é a realidade brasileira", explicou. "Não podemos continuar com esse confronto eterno entre coxinhas e mortadelas".
No que diz respeito a propostas – que não foi, definitivamente o foco da entrevista - ele só foi perguntado acerca do plano de tirar os brasileiros do SPC, criticado incisivamente por Bonner: "Não seria uma troca de favores"?
Ciro mostrou que o plano é sério, calculado, tem até um manual. Bonner e Renata reagiram da mesma forma, com ironia: "Se precisa de manual é uma coisa complexa".
Os apresentadores apontaram canhões contra seu "grupo político". Bonner questionou se não preocupava Ciro o fato de o presidente do seu partido ser réu, acusado de receber R$100 mil de propina; Renata foi mais longe ainda: responsabilizou seu "grupo político" pelo aumento da violência no Ceará durante o governo "do seu irmão" e emendou: "Que erros cometidos pelo seu grupo político o senhor vai evitar"?
Os apresentadores do Jornal Nacional deram claros sinais de que as entrevistas serão pauleira. Pelo menos a de Ciro foi. E Ciro deu um claro sinal de que não pretende atacar seu principal concorrente durante a campanha.(247)


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Uma vitória dedicada ao ‘Trator do Sertão’

Por: Carlos Britto
Foto: Agência CH/reprodução


O ex-deputado Geraldo Coelho, falecido em Petrolina no último sábado (25), aos 92 anos, ganhou uma homenagem póstuma dos jogadores da Fera Sertaneja.
Após a vitória suada no clássico local contra o 1º de Maio, na estreia da Série A2 do Campeonato Pernambucano, o clube postou nas redes sociais uma bela mensagem de agradecimento por tudo o que o ‘Trator do Sertão’ fez pelo povo do semiárido. E também pelo futebol local, já que ajudou a fundar o Petrolina.

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Supremo deve decidir se Bolsonaro vira réu mais uma vez

Bolsonaro foi alvo da denúncia de racismo em abril. Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ele "usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais"

    Por: FolhaPress 
Jair Bolsonaro (PSL)
Jair Bolsonaro (PSL)Foto: Divulgação

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) prevê julgarnesta terça-feira (28) o recebimento de uma denúncia contra o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), acusado do crimede racismo em relação a quilombolasindígenasrefugiadosmulheres LGBTs.

A turma, considerada linha-dura é formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio, relator do processo.
Se o colegiado entender que há elementos que justifiquem a abertura de uma ação penalBolsonaro vai se tornar réu sob acusação de racismo. O candidato já é réu em outras duas ações penais no STF acusado de incitar estupro, em um caso envolvendo a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Naquele caso, Bolsonaro foi denunciado após ter dito que não estupraria a colega porque ela "não merecia". A denúncia foi recebida por 4 votos a 1. Somente Marco Aurélio votou contra a abertura de ação penal. Inicialmente, o julgamento do recebimento da denúncia de racismo estava previsto para 4 de setembro, quando a campanha eleitoral já estará a pleno vapor na TV. A defesa de Bolsonaro pediu a Marco Aurélio para adiantar a análise para esta terça e o relator atendeu.

O advogado do candidato afirmou ao STF que não estará disponível para participar da sessão no dia 4, o que embasou o pedido de antecipação. Há um temor do impacto do julgamento sobre a campanha. Na semana passada, ao falar com jornalistas, Marco Aurélio disse que é possível que o Supremo tenha de decidir se réus em ações penais podem se candidatar à Presidência da República e assumir o cargo.

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Isso porque, em 2016, o plenário da corte deliberou, ao interpretar a Constituição, que réus que estejam na linha sucessória da Presidência não podem assumir o Planalto. Na ocasião, discutiu-se o caso de Renan Calheiros (MDB-AL), que era presidente do Senado.

Em resposta a perguntas dos jornalistas, Marco Aurélio disse que essa discussão causa insegurança jurídica para Bolsonaro. O ministro observou que o candidato já é réu (no caso do estupro), independentemente do resultado do julgamento sobre a denúnciade racismo. A discussão poderá ser levantada na sessão da Primeira Turma pela defesa ou por algum ministro.

Bolsonaro foi alvo da denúncia de racismo em abril. Segundo a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ele "usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais", durante uma palestra no Clube Hebraica do Rio, em 2017.

Dodge classificou a conduta de "ilícita, inaceitável e severamente reprovável". Primeiro, de acordo com a denúncia, Bolsonarodestilou preconceito contra as mulheres, ao dizer: "Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher".

"Em seguida, Bolsonaro apontou seu discurso de ódio para os índios, impondo-lhes a culpa pela não construção de três hidrelétricas em Roraima e criticando as demarcações de terras indígenas", ainda segundo a Procuradoria-Geral da República. Em seguida, o órgão afirmou que o ataque continuou mirando os quilombolas, quando Bolsonaro disse: 

"Eu fui em um quilombola em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas". O deputado também declarou que tais comunidades "não fazem nada", "nem para procriador eles servem mais".

Para Dodge, Bolsonaro tratou "com total menoscabo os integrantes de comunidades quilombolas. Referiu-se a eles como se fossem animais, ao utilizar a palavra arroba".
A pena para o crime atribuído ao candidato vai de 1 a 3 anos de reclusão. A PGR também pediu a condenação a um pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos.

Em junho, o advogado de Bolsonaro, Antônio Sérgio Moraes Pitombo, afirmou ao Supremo que a denúncia de Dodge não é clara sobre quais condutas configurariam os supostos crimes, o que dificulta a ampla defesa.

Pitombo pediu para o STF rejeitar a denúncia, em razão das acusações genéricas, ou, caso não acolha esse pleito, que reconheça que os atos de Bolsonaro estavam protegidos pela imunidade parlamentar, pois ele participou do evento no Clube Hebraica na condição de deputado.

Ainda de acordo com a defesa, a PGR tirou as frases de contexto. "O uso da unidade de medida 'arroba' para se referir ao peso dos quilombolas, cumpre esclarecer, não se deu para desumanizá-los ou equipará-los a animais [...]. Trata-se, tão somente, de uma hipérbole, voltada a enfatizar o discurso, e não a menosprezar ou discriminar", disse a defesa.

"Da análise contextualizada das falas, se percebe que as afirmações destacadas pelo órgão acusador não constituíram discurso discriminatório ou preconceituoso. Em sentido contrário, as exposições [de Bolsonaro] são verdadeiras críticas às políticas públicas brasileiras, expostas na denúncia totalmente fora de contexto", afirmou.



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Entenda a crise migratória na fronteira entre Brasil e Venezuela

De acordo com a Polícia Federal, de 2015 a junho de 2018, um total de 56.740 venezuelanos solicitaram refúgio ou residência no Brasil

  Por: AFP - Agence France-Presse
 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

No Brasil, o estado de Roraima, fronteiriço com a Venezuela, é o que mais tem sentido nos últimos dois anos os impactos da crise no país vizinho, onde faltam medicamentos, atenção sanitária e alimentos. 

De acordo com a Polícia Federal (PF), de 2015 a junho de 2018, um total de 56.740 venezuelanos solicitaram refúgio ou residência no Brasil, embora seja difícil precisar quantos permanecem no país. 

Segundo a última estimativa da prefeitura de Boa Vista, capital de Roraima, a 200 km da fronteira, aproximadamente 25.000 venezuelanos estão instalados atualmente na cidade, o que equivale a 7,5% de sua população total, de cerca de 332.000 habitantes.

Muitos foram alojados em uma dezena de refúgios administrados pelo Exército, pela agência da ONU para os Refugiados (Acnur) e ONGs, mas cerca de 10% (2.500) ainda dorme na rua. 

Muitos acampam durante meses nas esquinas e nos terrenos baldios, vivendo de doações de comida e roupas. Também é comum ver nos semáforos grupos de homens e mulheres lavando os vidros dos automóveis e oferecendo outros serviços por moedas. 

A onda de imigrantes buscando atenção médica e serviços básicos colocou sob pressão os hospitais e escolas da cidade, assim como o saturado mercado de trabalho. 

Os hospitais de Roraima registraram mais de 50.000 consultas e atendimentos médicas a venezuelanos em 2017, um número que chegou a 45.000 apenas nos primeiros três meses deste ano, segundo números oficiais. 

A disputa por camas de hospital e postos de trabalho, assim como o aumento da delinquência em determinadas regiões de Boa Vista e na fronteiriça Pacaraima geraram tensões com a população local.

Há uma semana, um grupo de moradores de Pacaraima incendiou acampamentos de imigrantes e os expulsaram ao outro lado da fronteira.

"Estamos muito perto do limite. Ninguém vai conseguir suportar se o fluxo continuar, e o governo federal faz de conta que não está acontecendo nada em Roraima", disse à AFP Marcelo Lopes, secretário do Gabinete Institucional do Governo de Roraima.

A solicitação mais urgente das autoridades locais é a realocação dos imigrantes em outros estados brasileiros.

Até agora, apenas 820 venezuelanos foram transferidos e 270 serão trasladados nesta semana. 

O ministro de Segurança Pública, Raúl Jungmann, admitiu que o processo de transferências não está funcionando com a rapidez necessária, mas assegurou que o governo federal está empenhado a prestar assistência necessária para continuar acolhendo os imigrantes. E reiterou que não fechará a fronteira.



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ELEIÇÃO PARA O SENADO CAMINHA PARA SER CONSAGRAÇÃO HISTÓRICA DA ESQUERDA


O cenário eleitoral vai se acelerando diante da dianteira inédita de Lula - que ainda apresenta viés de alta - alguns desenhos começam a ser elaborados por especialistas e analistas. No Senado, por exemplo, está posto uma avalanche de candidatos progressistas, conforme apontam as pesquisas eleitorais até aqui.  Eles lideram as intenções de voto, estão em segundo ou são competitivos em boa parte dos estados. Em São Paulo e Minas Gerais, os mais citados nas pesquisas são dois petistas: Eduardo Suplicy (32%, segundo o Ibope), que tenta voltar à Casa depois de quatro anos, e Dilma Rousseff (25%). 
A reportagem da Carta Capital destaca ainda que "na região Sul, Roberto Requião, a 'mais esquerdista' liderança do MDB, crítico do governo Michel Temer e que votou contra o impeachment de Dilma Rousseff, mantém uma larga dianteira na preferência do eleitorado paranaense. Tem 40%, contra 30% do ex-governador tucano Beto Richa. O petista Paulo Paim também não tende a enfrentar problemas para se reeleger pelo Rio Grande do Sul: está tecnicamente empatado em primeiro com José Fogaça, do MDB. Ambos tem 27%."
A cena favorável, no entanto, não é apenas em regiões específicas: é no Brasil inteiro. A matéria sublinha: "no Nordeste, os ex-governadores Cid Gomes, do PDT, e Jaques Wagner, do PT, aparecem bem à frente dos concorrentes. Cid é citado por 55% dos eleitores cearenses, enquanto 34% dos baianos afirmam pretender votar em Wagner."
Há, também, novidades em em meio a figuras largamente já conhecidas: "Leila do Vôlei, do PSB, aposta do governador  Rodrigo Rollemberg, desponta em empate técnico na disputa pelo segundo lugar no Distrito Federal. Tem 15%, mesmo percentual de Chico Leite, da Rede, e dois pontos abaixo do tucano Izalci. Cristovam Buarque, do PPS, lidera com 22%."
Confira a posição dos candidatos dos partidos progressistas na corrida ao Senado, de acordo com as mais recentes pesquisas:(247)
Acre
Jorge Vianna (PT) – 1º colocado – 43% 
Amapá
Randolfe (Rede) – 1º colocado – 46%
Janete Capiberibe (PSB) – 2ª colocada – 30%
Amazonas
Wanessa Grazziotin (PCdoB) – 2ª colocada – 24%
Bahia
Jaques Wagner (PT) – 1º colocado – 34%
Ceará
Cid Gomes (PDT) – 1º colocado – 55%
Distrito Federal
Leila do Vôlei (PSB) – 2ª colocada (empate técnico) – 15%
Mato Grosso
Procurador Mauro (PSOL) – 2º colocado – 21%
Mato Grosso do Sul
Zeca do PT – 2º colocado – 29%
Minas Gerais
Dilma Rousseff (PT) – 1ª colocada – 29%
Paraíba
Vital do Rêgo (PSB) – 2º colocado – 33%
Paraná
Roberto Requião (MDB) – 1º colocado – 40%
Pernambuco
Humberto Costa (PT) – 2º colocado – 25%
Piauí
Wilson Martins (PSB) – 1º colocado – 31%
Rio de Janeiro
Lindbergh Farias (PT) – 1º colocado (empate técnico) – 18%
Rio Grande do Sul
Paulo Paim (PT) – 1º colocado (empate técnico) – 27%
Rondônia
Fátima Cleide (PT) – 2ª colocada – 25%
Roraima
Ângela Portela (PDT) – 1ª colocada - 30%
São Paulo
Eduardo Suplicy (PT) – 1º colocado – 28%
 Sergipe
Valadares (PSB) – 1º colocado – 28%


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Ciro Gomes diz que 'colocará o MP e a justiça de volta na caixinha'

Candidato Ciro Gomes já fez críticas, referindo-se à Operação Lava Jato como "desequilibrada e que cometeu abusos", mas apoia

   Por: Folhapress 
Ciro Gomes em entrevista ao Jornal Nacional
Ciro Gomes em entrevista ao Jornal NacionalFoto: Reprodução/TV Globo


Durante entrevista ao Jornal Nacional (TV Globo) na noite desta segunda-feira (27), o presidenciável Ciro Gomes explicou suas declarações sobre a Operação Lava Jato.
O candidato já fez críticas, referindo-se à operação como "desequilibrada e que cometeu abusos", mas apoia.

"A Lava Jato é uma virada de página na crônica da impunidade. Só prestará bom serviço ao Brasil se for vista pela maioria como uma coisa equilibrada", afirma. Ciro Gomes disse, também, que, se eleito, "colocará o Ministério Público e a justiça de volta na caixinha". Questionado pelos apresentadores sobre o significado da frase, o candidato explicou: "cada um com a sua tarefa".

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candidato falou novamente sobre sua proposta para ajudar os cidadãos a limparem seus nomes. Ele disse que vai ajudar a tirar o nome do brasileiro do SPC.

Com a sabatina de Ciro, o Jornal Nacional (TV Globo) iniciou uma série de entrevistas com os presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas eleitorais. Nesta terça (28), será a vez de Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin falará na quarta-feira (29) e Marina Silva (Rede) encerrará a sabatina, na quinta-feira (30).

Entre os dias 17 a 21 setembro, os candidatos mais bem colocados pelas pesquisas Datafolha e Ibope serão entrevistados no Jornal da Globo.

Lupi
Confrontado com as acusações contra Carlos Lupi, presidente do seu partido, o PDT, Ciro Gomes disse ter total confiança de que o aliado "é um homem de bem". "Lupi tem a minha confiança cega, absolutamente cega", disse Ciro, após divergir do âncora e editor do Jornal Nacional, William Bonner, insistindo que o presidente do PDT não é réu. "Réu com certeza ele não é (...) e eu me comprometo a adicionar qualquer esclarecimento [sobre isso] no meu site." 

Lupi, contudo, é réu numa ação sobre improbidade administrativa no Tribunal Regional Federal da Primeira Região, no Distrito Federal.

Ciro reafirmou ainda que, se for eleito, Lupi terá em seu governo "a posição que quiser". "Eu tenho convicção de que ele é um homem de bem", afirmou.

O candidato do PDT também foi confrontado com declarações que deu anteriormente sobre a Operação Lava Jato. Em uma delas, ele havia dito que, se eleito, "colocará o Ministério Público e a justiça de volta na caixinha".

"Na medida em que o Ministério Público extrapola as suas atribuições, ele perde a grande nobreza da sua tarefa que é vigiar o interesse público", disse, afirmando que "neste momento há muitos abusos" e que juízes e membros do Ministério Público "estão exercendo a política" na medida em que os dois poderes políticos estão desmoralizados. 

"Você não tem ideia do que têm sofrido os prefeitos municipais, não tem ideia da destruição de reputações que se faz", declarou.

Ciro disse apoiar a Lava Jato porque ela "é uma virada de página na crônica de impunidade que sempre foi um prêmio para a corrupção dos grandões no Brasil".
No entanto, ele fez ressalvas à operação: "A Lava Jato só prestará bom serviço ao Brasil se ela for vista pela maioria ou pelo conjunto da sociedade como uma coisa equilibrada. E o lado do PSDB não tem nenhuma cadeia."



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