sábado, 11 de março de 2017

Doença emergente que afeta gatos pode atingir humanos

CIÊNCIA

Doença se chama esporotricose e é causada 

por um fungo que vive naturalmente no solo

Esporotricose, doença que atinge sobretudo gatos
Esporotricose: doença se concentra em animais da periferia e de comunidades carentes 
(Isabella Dib Gremião/Agência Fapesp)

A doença se chama esporotricose e é causada por um fungo que vive naturalmente no solo, o Sporothrix sp..
No Brasil, Sporothrix brasiliensis é o agente etiológico mais prevalente, embora S. schenckii também seja encontrado em menor proporção.
Por meio de unhadas (o termo técnico é “arranhadura”), os gatos infectados transmitem o fungo a outros felinos, a cães e também a seus donos.
As lesões em humanos e cães geralmente não são tão severas como nos felinos e raramente impõem risco à vida.
Mesmo em gatos, que são mais afetados, a doença tem cura, mas o tratamento é caro e demorado.
E a doença se concentra em animais da periferia e de comunidades carentes, o que dificulta o tratamento devido principalmente ao custo.
“No Brasil, a esporotricose humana não é uma doença de notificação compulsória e, por isso, a sua exata prevalência é desconhecida”, disse a veterinária Isabella Dib Gremião, do Laboratório de Pesquisa Clínica em Dermatozoonoses em Animais Domésticos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz).
“Desde julho de 2013, devido ao status hiperendêmico da esporotricose no Rio de Janeiro, a doença se tornou de notificação obrigatória no estado. Apenas no INI/Fiocruz, unidade de referência no Rio de Janeiro, mais de 5 mil casos humanos e 4.703 casos felinos foram diagnosticados até 2015”, disse a pesquisadora.
Apenas naquele ano, segundo dados da Vigilância Sanitária do município do Rio de Janeiro, foram 3.253 casos felinos. Já em 2016, verificou-se um aumento de 400% no número de animais diagnosticados. Ao todo, o órgão fez 13.536 atendimentos no ano passado – seja nos institutos públicos veterinários, em assistência domiciliar ou comunitária. Em pessoas, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro registrou no ano passado 580 casos.
Essas estatísticas se referem apenas aos casos notificados. Os pesquisadores apontam que o nível de subnotificação deve ser grande. Gremião é a primeira autora de um trabalho que acaba de ser publicado na revista PLOS Pathogens sobre a transmissão da esporotricose entre gatos e humanos.
O biólogo Anderson Rodrigues, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), outro dos autores do artigo, estuda a genômica das muitas espécies do gênero Sporothrix (são 51, sendo cinco de relevância médica) para comparar seus DNAs com o do S. brasiliensis, o agente causador da doença emergente no Brasil e de longe a espécie mais virulenta.
Em pesquisa em seu pós-doutorado com Bolsa da FAPESP, Rodrigues descreveu em 2016 uma nova espécie, Sporothrix chilensis, isolada a partir do diagnóstico de um caso humano em Viña del Mar, no Chile.
“A análise comparativa dos genomas de Sporothrix permitirá identificar grupos de genes especificamente ligados aos fatores de virulência e mecanismos de sobrevivência durante a infecção”, disse Rodrigues.
“Nossa expectativa é ampliar significativamente a compreensão da diversidade genética e resposta fisiológica em Sporothrix, um passo inicial para o desenvolvimento de métodos melhores para controle desses patógenos”, disse.

Transmissão e tratamento

Não se sabe como o Sporothrix brasiliensis começou a infectar os gatos. Até o aumento no número de casos no Rio de Janeiro, a esporotricose era considerada uma doença muito esporádica e ocupacional, lembra Rodrigues.
Ela é conhecida como a “doença dos jardineiros”, pelo fato de os primeiros casos diagnosticados nos Estados Unidos no fim do século 19 terem sido entre plantadores de rosas.
O fungo ocorre naturalmente no solo e sobre a superfície de plantas como a roseira. No caso norte-americano, os pacientes se infectaram ao se arranhar em seus espinhos.
O primeiro diagnóstico de esporotricose animal no Brasil é de 1907, entre ratos naturalmente infectados nos esgotos da cidade de São Paulo – os primeiros casos felinos ocorreram nos anos 1950.
“A doença tradicionalmente acometia uma a duas pessoas ao ano. Mas em 1998 o total de casos no Rio de Janeiro começou a crescer”, disse o professor Zoilo Pires de Camargo, chefe do Laboratório de Micologia Médica e Molecular da Unifesp e coordenador do Projeto Temático “Biologia Molecular e Proteômica de fungos de interesse médico: Paracoccidioides brasiliensis e Sporothrix schenckii”, conduzido de 2010 a 2016 com apoio da FAPESP, orientador de Rodrigues no seu pós-doutorado.
Do Rio de Janeiro, a doença se espalhou para outras cidades fluminenses, e de lá para outros estados. A recente emergência da esporotricose felina na região metropolitana de São Paulo chama a atenção dos pesquisadores da Unifesp e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), onde 1.093 casos foram confirmados nos últimos anos.
Já há casos de esporotricose em todo o Sudeste e o Sul do Brasil. Começam também a se manifestar na região Nordeste e no exterior. Em Buenos Aires, em 2015, foram relatados cinco casos humanos positivos.
Apesar de existir outras espécies de fungos do gênero Sporothrix espalhadas pelo mundo e que também provocam a doença, segundo os pesquisadores a epidemia brasileira é única, pelo agente etiológico a atacar felinos, por ter se tornado uma zoonose a partir do momento que os gatos passaram a transmitir o fungo aos humanos e pelo expressivo número de casos.
“Nos anais da medicina, o maior surto de esporotricose teria ocorrido nos anos 1940 entre mineiros na África do Sul.
A origem da infecção nos 3 mil casos relatados estava no madeiramento de sustentação das galerias das minas, onde havia colônias de Sporothrix. Uma vez identificados os focos, a madeira foi tratada e a epidemia acabou”, disse Camargo.
No Brasil, além da falta de capacidade de fazer diagnósticos em larga escala nas esferas municipal, estadual e nacional, falta acesso a remédios para tratar a doença.
O medicamento de referência é o antifúngico itraconazol, de preço elevado. A cada mês e ao longo de seis meses são necessárias no mínimo quatro caixas: duas para tratar o animal e outras duas para o tutor, caso este esteja doente.
Como todo proprietário de gatos sabe, por mais queridos que sejam seus bichanos eles arranham, principalmente em situação de estresse como na hora de dar remédio.
Enquanto não estiver livre do fungo, o gato pode continuar transmitindo o fungo. Após o primeiro ou o segundo mês de tratamento, geralmente as lesões desaparecem, mas o fungo, não. “A interrupção do tratamento antes de seis meses pode levar ao ressurgimento das lesões”, disse Camargo.
Não se conhece a razão pela qual os gatos são tão suscetíveis ao Sporothrix brasiliensis nem porque neles a doença é tão grave. Um gato com lesões pode ter o fungo em suas garras. Ao brigar com outro gato, um cão ou perseguir um rato, ele passa o fungo por meio de arranhaduras.
As arranhaduras nos gatos ocorrem geralmente na cabeça, local mais comum do aparecimento de lesões, mas não o único. O fungo presente nas lesões destrói progressivamente a epiderme, a derme, o colágeno, os músculos e até ossos. Além disso, o fungo pode acometer os órgãos internos, agravando o quadro clínico.
“Quando o animal chega a essas condições, é comum ele ser abandonado pelos donos. Vai para a rua e alimenta a cadeia de transmissão. Se o gato morre, ele é enterrado no quintal ou num lixão, que serão contaminados pelo fungo presente no cadáver”, disse Gremião.
Segundo a pesquisadora, além da capacidade de diagnosticar todos os casos e do acesso ao medicamento, o combate ao surto de esporotricose exige que os governos realizem campanhas educativas sobre a guarda responsável do animal.
Este conteúdo foi originalmente publicado no site da (Agência Fapesp).

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Consumidor pagou R$ 1,8 bi a mais de energia em 2016, diz Aneel

SEU DINHEIRO

Segundo a agência, "os consumidores não sofrerão prejuízo", 
já que valor será ressarcido por meio de descontos 
nos reajustes tarifários deste ano

Energia elétrica: conta de luz
Conta de luz: a previsão original era que Angra 3 iniciasse as operações no final de 2015, 
mas já há tempos havia sinais de que o cronograma não seria cumprido (./Divulgação)

São Paulo – Os brasileiros pagaram em 2016 por uma energia não entregue pela usina nuclear de Angra 3, cujas obras estão paralisadas e sem data para serem concluídas, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira.
A agência argumentou, no entanto, que “os consumidores não sofrerão nenhum prejuízo”, uma vez que o valor pago será ressarcido por meio de descontos nos reajustes tarifários deste ano, reajustados pela taxa de juros básica do país, a Selic.
As afirmações da Aneel vieram após reportagem da TV Globo nesta sexta-feira afirmar que cobranças referentes à energia de Angra 3 somaram 1,8 bilhão de reais nas contas de luz em 2016.
A Aneel disse que havia autorizado em 2015 que os encargos referentes a Angra 3 não fossem recolhidos, mas admitiu que ainda assim houve cobrança em 2016, sem dar detalhes das razões para a cobrança ter acontecido indevidamente.
“O valor estimado foi repassado aos processos tarifários das distribuidoras em 2016… Para 2017, a previsão do ERR (encargo) referente a Angra 3 foi retirada dos processos tarifários”, apontou a agência, que não comentou os valores citados pela TV Globo.
A Aneel não informou imediatamente para quem foram direcionados os recursos arrecadados para custear a energia de Angra 3 em 2016.
Contratada para aumentar a segurança do sistema elétrico, a usina nuclear de Angra 3 será remunerada por um encargo cobrado nas tarifas para custear a “energia de reserva”.
A previsão original era que Angra 3 iniciasse as operações no final de 2015, mas já há tempos havia sinais de que o cronograma não seria cumprido, em meio a problemas financeiros da Eletrobras, responsável pela usina, e investigações de corrupção no empreendimento.

Eletronuclear não recebeu

Apesar do reconhecimento da Aneel de que valor referente a Angra 3 foi considerado nas tarifas no ano passado, a estatal Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, responsável pela usina nuclear, disse que não recebeu receitas em 2016.
“Segundo o contrato… o montante só poderia ser repassado à Eletronuclear quando Angra 3 entrasse em operação comercial. A previsão é 2022”, disse a Eletronuclear em nota, após questionamento da Reuters.
(Com informações do Portal Exame).
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Petrolina é primeira do Nordeste e está entre as 100 melhores cidades do País, aponta ranking



Em dez anos, entre 2005 e 2010, Petrolina subiu 46 posições no ranking nacional das 100 melhores cidades do país e se tornou a primeira do Nordeste. Para se ter uma ideia da importância do levantamento, Feira de Santana, uma das maiores e principais cidades da Bahia, com características semelhantes à Petrolina, fez o processo inverso: caiu 50 posições.
O ranking foi  desenvolvido pela empresa Macroplan. Para chegar a esta conclusão, a consultoria analisou os municípios com mais de 266 mil habitantes em 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade.No ranking nacional, Petrolina está na posição 45 das 100 selecionadas para o levantamento.
Os principais desafios das gestões municipais se resumem em três esferas centrais: aumento da produtividade dos gastos públicos (produzir mais com os mesmos recursos), priorizar os projetos no setor de educação e ter uma governança compartilhada com a sociedade.
Juntas, de acordo com o levantamento da Macroplan, as cem cidades mais populosas do Brasil representam 39% da população brasileira, produzem 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e respondem por 54% dos empregos formais do país. A região Sudeste é a que concentra a maior parte delas: 49 municípios, sendo 8 deles entre os dez melhores ranqueados. Confira o ranking neste link http://exame.abril.com.br/brasil/o-ranking-do-servico-publico-nas-100-maiores-cidades-do-brasil/ (Com informações do Portal Exame/carlosbrito).

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As melhores e piores 100 grandes cidades do Brasil

Das 10 grandes cidades com melhor desempenho no ranking, oito são da região Sudeste. Maringá, no Paraná, lidera

Maringá, a melhor grande cidade do Brasil
Maringá, a melhor grande cidade do Brasil (Gustavo Henrique/Reprodução Facebook
 Prefeitura de Maringá/Reprodução)

São Paulo – Desde março de 1999, a enfermeira Ana Eloiza Rodrigues, de 31 anos, percorre mais de 200 km quando precisa ir ao médico. Depois de receber um diagnóstico equivocado em um posto de saúde em Querência do Norte, no Paraná, ela criou o hábito de se consultar nos hospitais de Maringá, na região Norte do estado.
Segundo Ana Eloiza, que tem três filhos com menos de 12 anos, as mães que habitam Querência do Norte costumam repetir o mesmo trajeto quando precisam de um atendimento médico de qualidade. “Maringá é a nossa referência de bom tratamento”, diz a enfermeira. “Tanto no SUS, como no particular, lá é onde nós procuramos ajuda”.
Com pouco mais de 400 mil habitantes, a cidade de Maringá foi eleita a primeira na lista das melhores grandes cidades do Brasil, segundo estudo da consultoria Macroplan.
Para chegar a esta conclusão, a consultoria analisou os municípios com mais de 266 mil habitantes em 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade. Os pesos dos indicadores e das áreas que compõem o índice foram divididos da seguinte forma: 35,3% para educação e cultura; 35,3% para saúde; 20,6% para infraestrutura e sustentabilidade e 8,8% para segurança.
O ranking foi formado por um índice que vai de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, melhor é a condição de vida no local. 
Na área de saúde, por exemplo, Maringá ficou na 5ª posição entre as 100, com um índice de 0,686. O que, segundo a análise da Macroplan, significa que a cidade tem elevada cobertura de atendimento básico, baixa taxa de mortalidade infantil e elevada proporção de bebês nascidos vivos.
De acordo com Gláucio Neves, diretor da consultoria, Maringá sempre se destacou em gestão pública. “A primeira posição no ranking não foi uma surpresa. Afinal, a cidade tem indicadores muito equilibrados em quase todos os setores”, diz.
Quando o assunto é segurança, no entanto, a cidade deixa a desejar: nessa área, Maringá aparece em 39º lugar entre os 100 maiores municípios do país.
Por lá, segundo o levantamento da Macroplan, a proporção de assassinatos a cada grupo de 100 mil pessoas, por exemplo, é maior do que na cidade de São Paulo, que concentra mais de 12 milhões de habitantes.
Em 2015 – dados mais recentes disponíveis -, a prefeitura de Maringá desembolsou cerca de R$ 37 com segurança pública por pessoa. Para ser te ideia da disparidade, a cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, e que também abriga 400 mil moradores, teve investimento per capita de R$ 96.
Para Neves, diretor da Macroplan, os principais desafios das gestões municipais se resumem em três esferas centrais: aumento da produtividade dos gastos públicos (produzir mais com os mesmos recursos), priorizar os projetos no setor de educação e ter uma governança compartilhada com a sociedade.
“Em períodos de crise é preciso forçar uma reflexão”, afirma. “Essa combinação de fatores torna uma cidade mais eficiente e com serviços melhores para a população. Os prefeitos precisam inovar e buscar formas alternativas de gestão”.
As 100 MAIORES CIDADES
Juntas, de acordo com o levantamento da Macroplan, as cem cidades mais populosas do Brasil representam 39% da população brasileira, produzem 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e respondem por 54% dos empregos formais do país.
A região Sudeste é a que concentra a maior parte delas: 49 municípios, sendo 8 deles entre os dez melhores ranqueados. Veja o mapa no fim da reportagem.
Ananindeua (PA), Belford Roxo (RJ) e Macapá (AP), por outro lado, estampam os piores resultados entre as 100 maiores.
Ananindeua, que aparece na 100ª posição no ranking da consultoria, ficou nas últimas posições em todas as quatro áreas analisadas: 96ª em educação, 64ª em saúde, 99ª em infraestrutura e sustentabilidade e 100ª em segurança.
A reportagem de EXAME.com não conseguiu contato com a Prefeitura Municipal de Ananindeua.  Para Gláucio Neves, diretor do estudo, o resultado negativo pode ser explicado pelo baixo capital da cidade, que reduz o poder de gestão.
SOBE E DESCE
Nos últimos dez anos (2005-2010), três cidades sofreram queda abrupta no ranking desenvolvido pela Macroplan. Feira de Santana, na Bahia, por exemplo, caiu 50 posições ao longo da década. Gravataí, no Rio Grande do Sul, perdeu 32, e São Luís, no Maranhão, 27.
Em contrapartida, no mesmo período, Petrolina, em Pernambuco, ganhou 46 posições. Hoje aparece no 45º lugar, com índice de 0,615. Já Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, cresceu 30 posições, e Campina Grande, na Paraíba, 24.

Veja quais são as melhores (e piores) grandes cidades do Brasil.
MunicípioUFÍndice
MaringáPR0,731
PiracicabaSP0,721
São José do Rio PretoSP0,719
São José dos CamposSP0,715
FrancaSP0,707
CampinasSP0,706
JundiaíSP0,703
LimeiraSP0,699
CuritibaPR0,696
SorocabaSP0,691
Ribeirão PretoSP0,691
TaubatéSP0,690
SantosSP0,689
São Bernardo do CampoSP0,688
LondrinaPR0,688
UberlândiaMG0,688
FlorianópolisSC0,686
CascavelPR0,682
VitóriaES0,681
Belo HorizonteMG0,677
São PauloSP0,673
Santo AndréSP0,668
Montes ClarosMG0,667
UberabaMG0,666
NiteróiRJ0,661
MauáSP0,661
BlumenauSC0,658
PalmasTO0,657
SuzanoSP0,655
Taboão da SerraSP0,651
Caxias do SulRS0,647
DiademaSP0,646
JoinvilleSC0,646
Campo GrandeMS0,645
Mogi das CruzesSP0,640
BetimMG0,640
Ponta GrossaPR0,637
BauruSP0,634
ContagemMG0,633
Praia GrandeSP0,627
Rio de JaneiroRJ0,627
Santa MariaRS0,625
GoiâniaGO0,622
Porto AlegreRS0,622
PetrolinaPE0,615
GuarulhosSP0,614
OsascoSP0,613
Juiz de ForaMG0,609
Campina GrandePB0,600
São José dos PinhaisPR0,599
PetrópolisRJ0,595
Boa VistaRR0,593
CarapicuíbaSP0,589
São VicenteSP0,589
Governador ValadaresMG0,589
Vila VelhaES0,585
SerraES0,580
João PessoaPB0,574
CuiabáMT0,569
GuarujáSP0,566
Campos dos GoytacazesRJ0,566
FortalezaCE0,566
Vitória da ConquistaBA0,565
AnápolisGO0,562
MossoróRN0,562
Ribeirão das NevesMG0,558
SalvadorBA0,555
CaruaruPE0,553
Juazeiro do NorteCE0,552
ItaquaquecetubaSP0,543
RecifePE0,543
NatalRN0,542
PelotasRS0,541
TeresinaPI0,536
CaucaiaCE0,535
CariacicaES0,532
Rio BrancoAC0,529
ManausAM0,528
GravataíRS0,523
CanoasRS0,514
OlindaPE0,514
AracajuSE0,512
CamaçariBA0,512
Feira de SantanaBA0,511
São LuísMA0,508
PaulistaPE0,499
Aparecida de GoiâniaGO0,496
SantarémPA0,491
BelémPA0,486
São GonçaloRJ0,486
Jaboatão dos GuararapesPE0,486
Várzea GrandeMT0,479
MaceióAL0,473
Porto VelhoRO0,470
São João de MeritiRJ0,465
Duque de CaxiasRJ0,461
Nova IguaçuRJ0,457
MacapáAP0,434
Belford RoxoRJ0,434
AnanindeuaPA0,413


AS 100  GRANDES CIDADES DO BRASIL

(Com informações do Portal Exame)



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