terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Homem é preso após jogar óleo quente na própria mãe em Suzano

Mulher havia acabado de receber alta após ter sido agredida por ele.
Desempregado de 26 anos foi preso por lesão corporal e ameaça.
Mulher foi queimada com óleo quente pelo próprio filho, de acordo com a polícia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Mulher foi queimada com óleo quente pelo próprio filho, de acordo com a polícia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Um homem de 26 anos foi preso nesta segunda-feia (9) após ter sido denunciado pela própria mãe, em Suzano (SP). A mulher, de 49 anos, contou para a polícia que ele pediu que ela fritasse um ovo na noite de domingo (8) e, quando ela foi entregar o alimento já pronto, o desempregado jogou o óleo fervente nela. 
A dona de casa havia acabado de receber alta depois de ter ficado ferida em outra agressão do filho. Segundo a polícia, ela ficou internada entre os dias 4 e 8 de janeiro porque foi ferida por ele com socos, chutes e o rapaz ainda apertou o pescoço dela.

“Ela tinha acabado de sair do hospital. Os dois moram no mesmo terreno, mas em casas diferentes. Ele pediu comida e ela ficou com dó. A mãe fritou um ovo e passou a frigideira pela janela da casa dele. Foi então que o filho jogou o óleo fervente”, contou a delegada Silmara Marcelino.
Os dois moram no Jardim Fernandes. Segundo a delegada, a mulher não procurou a polícia depois desta última agressão. “Ela passou a noite com a queimadura, sem atendimento. Foi um cunhado que viu  o ferimento no dia seguinte e chamou a PM, que a levou até o hospital”, diz a delegada.
Desta vez, a mulher teve alta no mesmo dia. A dona de casa contou para a polícia que o filho usa drogas e que há um ano começou a ficar agressivo. A mãe, porém, registrou boletim de ocorrência apenas em uma agressão no ano passado. Segundo Silmara, este homem já responde a outro inquérito por ter jogado óleo quente em uma tia.
O suspeito foi encaminhado para a Cadeia Pública de Mogi das Cruzes e vai responder por lesão corporal e ameaça pela Lei Maria da Penha. Ele deve ser encaminhado para audiência de custódia nesta terça-feira (10) e o juiz vai decidir se ele vai continuar preso. (G1).

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Aposentado é morto pelo primo após discussão na Zona Rural de Bodocó


Aposentado foi morto com pancadas e chutes no rosto, cabeça e pescoço.
Primo foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Ouricuri.

Um aposentado de 46 anos foi morto pelo primo após uma discussão nesta segunda-feira (9) em um sítio na Zona Rural de Bodocó, no Sertão de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil de Bodocó, a vítima bebia com o primo até que houve um desentendimento e eles entraram em luta corporal.
Segundo a PC, o aposentado foi morto com pancadas e chutes no rosto, cabeça e pescoço. Ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local.
O primo foi preso em flagrante e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Ouricuri. (Do G1 Petrolina)
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Em Sergipe, enquanto unidades têm superlotação, presídio novo está vazio



Cadeia de Areia Branca não tem mobília nem equipamentos de segurança.
Mais de cinco mil pessoas estão presas onde caberia menos da metade.
Em Sergipe, mais de cinco mil pessoas estão presas onde caberiam menos da metade. E um presídio novinho, pronto há quase um ano, continua vazio.
São 5.500 metros quadrados de área construída com capacidade para 600 presos. O presídio de Areia Branca, no agreste de Sergipe, ficou pronto em março de 2015 e até agora está vazio.
É que lá dentro falta tudo - mobília, equipamentos de segurança como extintores de incêndio, bloqueadores de celular, sistema de comunicação. O governo do estado disse que acabou o dinheiro.
Já foram gastos R$ 11,2 milhões com a obra. Quase todo o dinheiro veio do governo federal - apenas R$ 150 mil são verba estadual.
Quando estiver funcionando, o presídio vai receber presos à espera de julgamento. Enquanto isso, eles abarrotam os demais presídios do estado.
Mais de 50% da população carcerária de Sergipe estão nesse presídio. São 2.800 presos, só que a capacidade é para 800.
Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários, os oito presídios do estado têm 2.391 vagas, mas abrigam 5.012, quase o dobro.
“Isso, infelizmente, superlota as unidades públicas e fragiliza bastante a segurança. Quase um ano a obra está conclusa e sem ser inaugurada, veja que absurdo”, disse Luciano Nery, presidente do sindicato.
A Secretaria de Justiça de Sergipe declarou que espera receber dinheiro federal do fundo penitenciário até março para contratar pessoal e comprar mobiliário.(G1).
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