sexta-feira, 7 de junho de 2013

Hospitais terão dinheiro para implantar centros de parto normal


imagemOs hospitais que integram a Rede Cegonha vão receber recursos para ampliar e qualificar a estrutura de atendimento às gestantes e recém-nascidos com a implantação de centros de parto normal. A expectativa do Ministério da Saúde é ter 280 centros implantados em todo o país até 2014 e a previsão é liberar R$ 165,5 milhões para investimento e custeio das unidades.
Os centros funcionarão de maneira complementar às unidades existentes com o objetivo de ampliar o atendimento humanizado ao parto normal e possibilitar maior conforto e atenção às mães e aos bebês no período pós-parto. A equipe do centro deve ser composta por enfermeiros obstétricos, técnicos em enfermagem e auxiliares de serviços gerais.
Dados do Ministério da Saúde mostram que os partos normais corresponderam a 63,2% dos partos no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2012, foram 1.123.739 partos normais e 753.766 cesarianas.
Os hospitais receberão R$ 540 mil para ampliação da área física e R$ 270 mil ou 189 mil para reforma do centro, de acordo com a capacidade de atendimento. Os recursos serão distribuídos também para aquisição de equipamentos, mobiliários e para despesas do dia a dia. (Agência Brasil)
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Critérios do Minha Casa Minha Vida, em Petrolina são definidos para a próxima etapa do Programa


imagemDefinidos nesta quinta (06) e já apresentados ao Conselho Municipal de Assistência Social, os critérios locais para inclusão no Programa Minha Casa Minha Vida, em Petrolina. As normas são resultadas a partir de um perfil traçado das famílias petrolinenses por técnicos da secretaria de Habitação, juntamente com as secretarias de Acessibilidade e Mulher, Ouvidoria, Procuradoria Municipal, seguindo também as exigências do regimento oficial do Programa.
As exigências são que famílias que residem nas proximidades do empreendimento, famílias de solteiros com filho( Guarda comprovada) e, por fim, famílias em situação de rua que sejam acompanhadas pela rede sócio assistencial do DF, estados e municípios e instituições privadas sem fins lucrativos, que trabalham em parceria com o poder público.
O município de Petrolina, através dos investimentos em política habitacional, tornou-se uma das maiores referências do Brasil na conquista de moradias, principalmente para as famílias mais carentes.
Nove mil casas já foram contratadas por meio do Programa Minha Casa Minha Vida desenvolvido pelo governo Federal em conjunto com a Caixa Econômica, sendo que meio bilhão de reais estão sendo investidos para a implantação desses empreendimentos. No momento, seis mil casas estão em fase de construção.
Para o prefeito Julio Lossio, os programas habitacionais, além de oferecerem uma moradia digna para as famílias, ofertam mais qualidade na infraestrutura da cidade. “Esse desenvolvimento me deixa muito feliz, porque é mais qualidade de vida e cidadania para as pessoas. Os empreendimentos que são construídos próximos às casas deixam a cidade mais estruturada e também geram emprego e renda. Nós continuaremos trabalhando para quem mais precisa e esperamos ampliar as parcerias para a viabilização de novas residências para nossa cidade”, frisa.
Ascom PMP
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Izacolândia e Rajada tem sinal verde para se tornarem novos municípios de Pernambuco

imagemUm dia depois da aprovação, na Câmara dos Deputados, do projeto que devolve aos estados o poder de criar novos municípios, os deputados pernambucanos começaram a fazer as contas do que terão que fazer para tirar do papel os seus projetos. Ao todo, tramitam na Assembleia Legislativa 26 propostas de criação de cidades. Dez delas, no entanto, foram inviabilizadas pelas novas exigências contidas no texto aprovado na última terça-feira, em Brasília. Pelos cálculos instituídos na legislação, a população mínima dos distritos teria que ser de oito mil habitantes para a emancipação ser possível.
Apesar de a criação de novos municípios ficar a cargo dos estados, as novas exigências vão dificultar bastante a efetivação dos projetos de emancipação. Além do mínimo do número de habitantes, o texto ainda prevê a execução de um estudo para comprovar que o município tem como ser mantido, com parâmetros de arrecadação própria e estrutura.
Dentro do estudo, ainda está prevista uma análise socioambiental para diagnosticar a situação do abastecimento de água, saneamento básico, entre outros aspectos. Outra novidade prevista na lei é a participação, através de plebiscito, de toda a população do município original e não apenas dos moradores do distrito a ser emancipado.
O projeto aprovado na Câmara ainda precisa ser referendado pelo Senado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT) para entrar em vigor. A proposta mereceu críticas, ontem, do governador Eduardo Campos (PSB), que achou o debate inoportuno e eleitoreiro. “Tem muitos municípios que existem hoje e estão com grandes dificuldades de cumprir uma regra elementar, o papel de botar as crianças nas creches”, disse, lembrando outras despesas como limpeza urbana e manutenção de Postos de Saúde da Família.
O governador, no entanto, disse temer a sangria de recursos públicos com a criação de municípios menores. E acha ainda mais grave o debate próximo do período eleitoral. “Senão vai valer o olhar eleitoral e não como futuro das populações que estão nestes lugares. Eu vejo com muita preocupação. Tem lugar que, dizem, vai virar município e eu fico completamente apavorado. Porque eu sei de perto que eles não têm condições de ser município. Não tem como”, disse.
Alheios às dificuldades, esta quarta-feira (5) foi dia de comemoração na Assembleia Legislativa. O deputado Odacy Amorim (PSB), autor de projetos de lei que emancipam distritos das cidades de Jaboatão dos Guararapes, Ouricuri e Petrolina (onde Izacolândia e Rajada podem ser desmembradas), utilizou o plenário para elogiar o texto aprovado na Câmara dos Deputados.
“Muitos distritos estão prontos para serem emancipados. A lei nasce em uma linha que não vai nos prejudicar, pois não será uma farra de emancipações”, argumentou. Ao dele se seguiram discursos de Raimundo Pimentel (PSB), Rodrigo Novaes (PSD) e do Pastor Cleiton Collins (PSC). Já o deputado Silvio Costa Filho (PTB) demonstrou preocupação. “Acho que temos que ter muita cautela e responsabilidade. Devemos esquecer das questões eleitorais. Não podemos entrar em um processo emocional, pois tenho certeza que muitos na Câmara dos Deputados votaram com a emoção e alguns estavam nas galerias para tentar aprovar”, disse Odacy. As informações são do Diario de Pernambuco.
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Sinal verde para criar 16 novos municípios


imagemUm dia depois da aprovação, na Câmara dos Deputados, do projeto que devolve aos estados o poder de criar novos municípios, os deputados pernambucanos começaram a fazer as contas do que terão que fazer para tirar do papel os seus projetos. Ao todo, tramitam na Assembleia Legislativa 26 propostas de criação de cidades. Dez delas, no entanto, foram inviabilizadas pelas novas exigências contidas no texto aprovado na última terça-feira, em Brasília. Pelos cálculos instituídos na legislação, a população mínima dos distritos teria que ser de 8 mil habitantes para a emancipação ser possível.
Uma exigência, que se já existisse anteriormente, inviabilizaria a existência de onze cidades existentes hoje no estado (Tuparetama, Vertente do Lério, Ibirajuba, Brejinho, Granito, Terezinha, Quixaba, Solidão, Calumbi, Ingazeira e Itacuruba).
Apesar de a criação de novos municípios ficar a cargo dos estados, as novas exigências vão dificultar bastante a efetivação dos projetos de emancipação. Além do mínimo de 8 mil habitantes, o texto ainda prevê a execução de um estudo para comprovar que o município tem como ser mantido, com parâmetros de arrecadação própria e estrutura.
Dentro do estudo, ainda está prevista uma análise socioambiental para diagnosticar a situação do abastecimento de água, saneamento básico, entre outros aspectos. Outra novidade prevista na lei é a participação, através de plebiscito, de toda a população do município original e não apenas dos moradores do distrito a ser emancipado.
O projeto aprovado na Câmara ainda precisa ser referendado pelo Senado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT) para entrar em vigor. A proposta mereceu críticas, ontem, do governador Eduardo Campos (PSB), que achou o debate inoportuno e eleitoreiro. “Tem muitos municípios que existem hoje e estão com grandes dificuldades de cumprir uma regra elementar, o papel de botar as crianças na creches”, disse, lembrando outras despesas como limpeza urbana e manutenção de Postos de Saúde da Família. Ele, no entanto, admitiu que há cidades que merecem ser criadas. É o exemplo de São Domingos, que fica próximo de Santa Cruz do Capibaribe e é distrito de Brejo da Madre de Deus. Ele ressaltou que o distrito tem 18 mil habitantes e recebe pouco investimento público.
O governador, no entanto, disse temer a sangria de recursos públicos com a criação de municípios menores. E acha ainda mais grave o debate próximo do período eleitoral. “Senão vai valer o olhar eleitoral e não como futuro das populações que estão nestes lugares. Eu vejo com muita preocupação. Tem lugar que, dizem, vai virar município e eu fico completamente apavorado. Porque eu sei de perto que eles não têm condições de ser município. Não tem como”, disse.
Alheios às dificuldades, ontem foi dia de comemoração na Assembleia Legislativa. O deputado Odacy Amorim (PSB), autor de projetos de lei que emancipam distritos das cidades de Ouricuri, Petrolina e Jaboatão dos Guararapes, utilizou o plenário para elogiar o texto aprovado na Câmara dos Deputados. “Muitos distritos estão prontos para serem emancipados. A lei nasce em uma linha que não vai nos prejudicar, pois não será uma farra de emancipações”, argumentou. Ao dele se seguiram discursos de Raimundo Pimentel (PSB), Rodrigo Novaes (PSD) e do Pastor Cleiton Collins (PSC). Já o deputado Silvio Costa Filho (PTB) demonstrou preocupação. “Acho que temos que ter muita cautela e responsabilidade. Devemos esquecer das questões eleitorais. Não podemos entrar em um processo emocional, pois tenho certeza que muitos na Câmara dos Deputados votaram com a emoção e alguns estavam nas galerias para tentar aprovar”, disse.
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Fonte: Diario de Pernambuco
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Biblioteca Municipal de Curaçá é contemplada no Programa Mais Cultura

Sem títuloA Biblioteca Padre José Torres Costa, do município de Curaçá, foi contemplada no Programa de Modernização de Bibliotecas Públicas, do Programa Mais Cultura, e por isso recebeu cerca de mil e setecentos novos livros.
A modernização da Biblioteca está sendo facilitada por bibliotecários e auxiliares da área, enviados pelo Programa Mais Cultura. A Bibliotecária, Aline Pinheiro, explicou como funciona o processo de modernização. “Nós trabalhamos em conjunto com o Ministério da Cultura, Secretaria e Prefeitura Municipal. Reorganizamos a Biblioteca local e treinamos os funcionários, com noções de biblioteconomia, histórico de bibliotecas e tratamento de livro”, enfatizou. Em Curaçá, a capacitação aconteceu ontem (5), no Centro de Educação Superior, reunindo também funcionários das bibliotecas de Juazeiro, Macururé e Rodelas. Além disso, houve um treinamento complementar na própria Biblioteca José Torres, a qual passa por uma reforma completa.
Ainda de acordo com Aline, o programa Mais Cultura oferece às bibliotecas o sistema operacional Biblivre, que tem a função de catalogar todo o acervo. “O Sistema é de fácil manuseio e ajuda os usuários da biblioteca a encontrar com maior facilidade os livros. O nosso maior objetivo é trazer a comunidade para dentro da biblioteca”, concluiu. Os curaçaenses terão acesso a essas novidades tão logo termine a reforma.
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Vereador Alex e secretário Mazola chegam de Brasília confiante na emancipação de Santana do Sobrado


imagemO vereador Alex de Santana (PDT) e o secretário de Esportes de Casa Nova, Mazola, foram à Brasília acompanhar a votação do PLP 416 que devolve aos estado o direito de discutir as emancipações, desmembramentos e incorporação de municpipios no País. O projeto foi aprovado na ultima terca-feira, 4, na Câmara dos Deputado após 17 anos tramitando no Congresso Nacional.
Alex e Mazola integram a Comissão de Emancipação do distrito de Santana do Sobrado. O grupo luta há pelo menos dez anos pela emancipação da localidade e ganhou um importante aliado, o prefeito Wilson Cota (PMDB) que já declarou total apoio à Santana se tornar cidade.
“Houve a provação do PLP 416 no Congresso, agora o texto irá para o Senado e a presidenta Dilma sanciona a nova lei. No entanto estamos otimistas porque Santana do Sobrado está dentro de vários critérios do projeto aprovado essa semana em Brasília”, destacou Alex.
O vereador frisa que população apóia a emancipação de Santana e a cidade-mãe, Caa Nova, esta unida. “A gente sabe que o prefeito Wilson Cota irá nos ajudar para que Santana possa se desmembrar, se tornar independente e ser amiga de Casa Nova”, ressaltou o pedetista que integra a base de apoio de Cota na Câmara de Vereadores de Casa Nova.
Para Mazola, o santanense sempre sonhou com a emancipação e agora o caminho parece estar mais curto. Riacho do Sobrado, Papagaio, Poço de Pedra e Salgadinha, são comunidades que poderão integrar a futura Santana cidade.
“Eu juntamente com o secretário de esportes, Mazola, e outros integrantes da comissão de emancipação, voltamos com o pensamento positivo, assim como companheiros de vários distritos. São mais de 400 distritos em todo o Brasil, no entanto estamos dentro dos critérios, e por isso estamos confiantes. Vamos nos unir e concretizar o que o povo santanense tanto sonha que é a sua emancipação”, concluiu o vereador Alex.
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Comissão aprova regulamentação de emenda das domésticas


imagemA regulamentação dos direitos das domésticas foi aprovada nesta quinta-feira (6) pela comissão do Congresso que discute o assunto. O texto define as regras para os sete direitos que ainda estavam “em suspenso” após a promulgação da lei, em abril. Para virar lei, o texto aprovado nesta quinta ainda precisa passar pelos plenários do Senado e da Câmara, antes da sanção da presidente Dilma Rousseff.
A regulamentação trata do seguro-desemprego, indenização em demissões sem justa causa, conta no FGTS, salário-família, adicional noturno, auxílio-creche e seguro contra acidente de trabalho.
A aprovação ocorreu mais de dois meses após a promulgação pelo Congresso da emenda que ficou conhecida como PEC das Domésticas. Depois de mais de uma hora do início da sessão, a votação foi anunciada e realizada de forma simbólica (sem contagem dos votos) em menos de um minuto, depois de deputados e senadores apresentarem críticas ao texto do relator da proposta, senador Romero Jucá (PMDB-RR).
FGTS, INSS, seguro
O relatório estabelece que empregadores deverão pagar mensalmente contribuição com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 11,2% do total do salário do empregado. Desse valor, 3,2% deverão ser depositados numa conta separada, de modo a garantir que, em caso de demissão sem justa causa, o trabalhador possa ser indenizado com o recebimento de 40% de seu saldo do FGTS.
Os outros 8% do FGTS equivalem ao mesmo percentual pago sobre o salário bruto dos demais trabalhadores. Também ficou definido 0,8% de contribuição para o seguro por acidente de trabalho e outros 8% para INSS.
O valor do INSS ficou 4 pontos percentuais abaixo do valor pago às demais categorias para evitar o aumento dos encargos aos patrões com o crescimento da cobrança do FGTS.
Com as três contribuições, o total a ser pago pelo empregador mensalmente ficará em 20% do salário do trabalhador. Se o doméstico recebe o salário-mínimo, atualmente em R$ 678, outros R$ 135 serão pagos com impostos pelos empregadores.
A regulamentação também inclui uma proposta anunciada por Jucá desde que assumiu a relatoria do projeto. Ele decidiu criar um mecanismo que permite que as três contribuições pagas pelos empregadores sejam pagas por meio de uma única via, pela internet. O relatório também estabelece que o doméstico deve receber uma cópia da cobrança das contribuições.
Os 8% restantes equivalem ao mesmo que é pago pelos empregadores das demais categorias . Também ficou definido 0,8% de contribuição para o seguro por acidente de trabalho e outros 8% para INSS.
A regulamentação define como empregado doméstico aquele que presta serviços de forma contínua, por mais de dois dias na semana, no âmbito residencial e com finalidade não lucrativa. O trabalho fica restrito a maiores de 18 anos, e a carga horário fixada em no máximo 8 horas por dia ou 44 horas semanais.
Também fica estabelecida a possibilidade de regime de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, desde que expressa em contrato. Os horários de entrada e saída devem ser, obrigatoriamente, registrados por meio manual ou eletrônico.
Hora-extra
Pelo texto apresentado, fica definido que a hora-extra deverá ser paga com valor no mínimo 50% maior que a hora normal. As horas-extras poderão ser compensadas com folgas ou descontos na jornada diária, mas, caso ao final do mês a empregada acumule mais de 40 horas sem compensação, elas obrigatoriamente deverão ser pagas.
O restante será somado num banco de horas válido por um ano. No projeto, o banco é chamado de “sistema de compensação de horas”.
Férias
A regulamentação também cria a possibilidade de divisão das férias de trabalhadores da categoria em apenas dois períodos. Inicialmente, o texto de Jucá previa que as férias dos domésticos fossem divididas em até três períodos.
A mudança foi solicitada pelos sindicatos e equipara as férias de domésticos ao das demais categorias de trabalhadores urbanos e rurais. Um dos períodos de férias deve ter no mínimo 14 dias. Atualmente, não há regra específica para a divisão das férias que, segundo o Ministério do Trabalho, é fixada a critério do empregador.
Tramitação
Para o relator, Romero Jucá, é preciso que, a partir de agora, a proposta tenha tramitação rápida em plenário. “Construímos uma proposta que é a síntese do que esperam as domésticas e as famílias [...]. É preciso que essa lei seja votada rapidamente para que se possa garantir a tranqüilidade dos empregos”, disse Jucá. “Dependerá dos presidentes da Câmara e do Senado colocar o texto em votação”, completou.
Segundo Cândido Vacarezza (PT-SP), presidente da comissão que analisou o texto, a regulamentação será analisada, primeiro, pelo Senado e só depois segue para a Câmara. Se os deputados fizerem alterações no texto, os senadores poderão fazer uma segunda análise da proposta e darão a voz final. “Ainda cabem emendas de plenário ao texto. Deputados e senadores poderão fazer mudanças”, disse Vacarezza.
Divergências
Um dos pontos questionados antes da votação do relatório de Jucá foram os 3,2% de contribuição para garantir a indenização nas demissões sem justa causa. Para o deputado Carlos Sampaio (PSDB/SP ), o pagamento deveria ser opcional.
“Eu percebi o esforço de vossa excelência [senador Romero Jucá] em suprimir a contribuição social [diminuição do INSS] e utilizar esse valor compensatório. Apesar de ser pagamento de indenização compensatório, é impositivo, é mensal, é obrigatório. E as vezes a pessoa pode ter dificuldade pessoal de recolher esses 3,2%”, argumentou Sampaio.
Apesar de, antes de apresentar o relatório final, Jucá ter sugerido que a indenização fosse paga aos domésticos mesmo em casos de demissão por justa causa ou com pedido de demissão, o relator acrescentou a possibilidade de o empregador receber de volta a contribuição extra quando houver motivo para o trabalhador ser demitido.
Críticas
Após o texto ser aprovado, a presidente da Federação Nacional e Empregadas Domésticas, Creuza Maria Oliveira, elogiou a proposta. No entanto, ela afirmou ser contrária que se mantenha o mínimo de três dias de trabalho para que o trabalhador seja beneficiado pelos direitos.
“É ruim que aqueles que trabalham só uma ou duas vezes na semana não tenham vínculo empregatício. Isso precariza a categoria, e muitos patrões podem querer contratar mais de uma pessoa para dias diferentes”, disse Creuza. Ela também criticou o fato de a proposta determinar que não haja pagamento de imposto sindical. Para ela, isso dificulta a organização dos sindicatos.
O presidente da organização não-governamental Instituto Doméstica Legal, Mario Avelino, também afirmou ser necessário que ainda sejam alteradas pontos da regulamentação em favor tanto de domésticos quanto de empregados. Para ele, os 8% de contribuição de INSS deveriam ser reduzidos para 4%, de modo a facilitar o pagamento de encargos pelos patrões.
Fiscalização
Avelino também também defende mais rigor na fiscalização das normas. “É preciso que a regulamentação estabeleça pagamento de multa para quem não cumpre a lei, como ocorre em outras categorias. Fica parecendo que o projeto é em defesa dos empregadores e não de empregados”, declarou.
O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) criticou o fato de a proposta garantir que seja feita fiscalização compulsória nas casas das famílias. A proposta prevê que fiscais estabeleçam contato com as famílias antes de fazer vistoria, mas também garante visita sem aviso prévio quando houver denúncia de trabalho escravo. “Eu não quero esse poder de um fiscal combinar comigo e entrar na minha casa. E se eu disser que não quero, ele pode entrar lá”, afirmou no plenário. (G1)
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Presidente do Sinpaf conquista apoio de Julio Lóssio em beneficio dos servidores filiados à entidade


imagemO presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf), Vicente Almeida,, conquistou o apoio do prefeito de Petrolina, Julio Lóssio na campanha em beneficio dos servidores filiados à entidade que reúne funcionários públicos de empresas como Embrapa, Codevasf e os Distrito de Irrigação do Vale do São Francisco.
Segundo Vicente, que esteve acompanhado no encontro com o prefeito do presidente do Sinpaf regional e vice-presidente da nacional, Jeremias Cabral, Julio foi bastante simpático em apoiar as demandas que a entidade pleiteia na campanha salarial 2013 e de melhoria das condições de trabalho para os servidores filiados ao Sinpaf.
O prefeito disse a Vicente Almeida que irá intermediar uma audiência com o presidente nacional do PMDB, Senador Valdir Raupp e a viabilização de uma audiência com o vice-presidente da República, Michel Temer.
“Foi uma conversa bastante proveitosa e que conquistamos esse importante apoio do prefeito a nossa luta. O prefeito Julio Lóssio prometeu também participar desse movimento em que os servidores da Embrapa Semiárido negociam a vinda da sede da instituição para a zona urbana. Um abaixo assinado está sendo colocado à disposição dos trabalhadores e o prefeito disse que no que depender dele, estará junto com a instituição para ajudar nessa questão”, destacou o presidente nacional do Sinpaf, Vicente Almeida.
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Campanha contra a poliomielite começa neste sábado


imagemEste sábado é dia de vacinar contra paralisia infantil e, pela primeira vez em três décadas e meia de campanha, está havendo mudança na faixa etária convocada para receber as gotinhas que previnem a doença. A idade mínima a partir de agora é de seis meses. A máxima não muda. Poderão receber a dose crianças com até menos de 5 anos. Bebês menores precisam tomar antes a vacina injetável contra poliomielite.
“O esquema vacinal no Brasil prevê no momento o uso de duas vacinas. A injetável, com vírus morto, deve ser aplicada inicialmente no segundo mês de vida, com uma nova dose no quarto mês”, explica a médica Elizabeth Azoubel, coordenadora do Programa de Imunização do Recife. O reforço da vacina oral, com vírus vivo, atenuado, é feito a partir do sexto mês. Por isso, segundo ela, bebês que já chegaram a essa idade e ainda não tomaram a dose injetável devem ser levados a postos de saúde fixos para receber a injeção e agendar o reforço oral.
No Recife, a meta é vacinar 88 mil crianças do Dia D, deste sábado, até 21 de junho, quando termina a campanha. Neste sábado vão funcionar 600 postos. Além dos serviços de saúde do município, equipes estarão em shoppings, mercados e outros locais de grande circulação para facilitar o acesso à vacina. Para saber o ponto mais perto de casa, os pais devem ligar para 0800 281 1520. “É importante não esquecer o cartão de vacinação, para que seja avaliada a situação da criança e registrada a nova dose”, lembra Elizabeth.
Crianças com infecções agudas ou febre acima de 38ºC devem adiar a vacinação. A dose não é indicada às que possuem hipersensibilidade conhecida. Também não devem ser vacinadas com as gotinhas aquelas com deficiência imunológica.
Embora o Brasil não registre casos de paralisia desde 1990, a entrada de estrangeiros, em razão de negócios ou eventos, como a Copa das Confederações, podem favorecer a reintrodução do vírus. Em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde pretende vacinar 630.992 crianças. (JC Online)
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