domingo, 10 de maio de 2020

MENSAGEM ESPECIAL PARA TODAS AS MÃES DO NOSSO PAÍS

Uma homenagem especial do 

Blog do BILL NOTICIAS










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Mais de 500 artistas e intelectuais assinam manifesto em repúdio a falas de Regina Duarte

Rita Lee, Fábio Porchat, Antonio Prata, Patrícia Pillar, Emicida, Cao Hamburger, Ana Muylaert, Andreia Horta, Caetano Veloso e Zezé Motta estão entre os artistas que assinaram o manifesto.

                  Por: Folhapress
Rita Lee
Rita LeeFoto: Raquel Cunha/Folhapress

Mais de 500 artistas e intelectuais assinaram uma manifestação em repúdio às declarações da Secretária especial da Cultura, Regina Duarte, em entrevista na última quinta-feira (7) ao canal CNN Brasil.

Na ocasião, Duarte deu chilique em frente aos repórteres, minimizou torturas durante a ditadura militar e menosprezou as mortes causadas pelo novo coronavírus no país.
Rita Lee, Fábio Porchat, Antonio Prata, Patrícia Pillar, Emicida, Cao Hamburger, Ana Muylaert, Andreia Horta, Caetano Veloso e Zezé Motta estão entre os artistas que assinaram o manifesto.

"Somos artistas brasileiros e fazemos parte da maioria que entende a gravidade do momento que estamos vivendo e pedimos respeito aos mortos e àqueles que lutam pela própria sobrevivência no país devastado pela pandemia e pela nefasta ineficiência do poder público", diz o texto.

"Fazemos parte da maioria de brasileiros que não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar. Fazemos parte da maioria que não aceita os ataques reiterados à arte, à ciência e à imprensa, e que não admite a destruição do setor cultural ou qualquer ameaça à liberdade de expressão", complementam os artistas.

O abaixo-assinado veio a público um dia após Xuxa Meneghel, 57, pedir a Ivete Sangalo, 47, que falasse sobre a entrevista da secretária em uma live que a cantora fazia. Ivete ignorou o pedido, e o nome de Xuxa chegou a ficar entre os dez mais citados no Twitter. Nenhuma das duas assinou o manifesto.





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DECISÃO STF autoriza Moro e PGR a verem vídeo de reunião ministerial

                   Por: Agência Brasil
 (Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou ao ex-ministro Sergio Moro e ao procurador-geral da República, Augusto Aras, o acesso à cópia da gravação em vídeo de uma reunião, realizada no dia 22 de abril, entre o presidente Jair Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão, ministros e presidentes de bancos públicos.

A reunião foi citada por Moro em depoimento realizado no dia 2 de maio, no âmbito do inquérito que apura as declarações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública sobre suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal (PF). Segundo a versão de Moro, em seu depoimento, o presidente Jair Bolsonaro teria pressionado, durante a reunião ministerial, pela demissão do então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. A demissão do delegado, formalizada dia 24 de abril, acabou levando o ex-ministro a também sair do governo. 

No despacho de Celso de Mello, que é o relator do inquérito no STF, o acesso ao vídeo também foi autorizado à delegada Christiane Corrêa Machado, responsável pelo inquérito na PF, e ao advogado-geral União, José Levi, ou seu representante. O acesso ao vídeo foi concedido ainda a advogados do ex-ministro Sergio Moro e a representantes que podem ser indicados pelo procurador-geral da República. Pela decisão, o acesso à gravação se dará apenas na sede da Polícia Federal, em Brasília. Caberá à delegada Christiane Corrêa Machado agendar para que as partes possam ir até a PF assistir ao vídeo, que será exibido apenas uma vez, na data marcada. O HD contendo o arquivo de vídeo será entregue à delegada, em envelope lacrado, pelo chefe de gabinete de Celso de Mello, Miguel Piazzi.  

Justificativa
O ministro do STF justificou o acesso aos registros audiovisuais pelas partes indicadas "para que, tendo conhecimento pleno do que se passou na reunião ministerial de 22/04/2020, no Palácio do Planalto, possam orientar a formulação de perguntas (ou reperguntas) quando da realização dos depoimentos testemunhais já agendados a partir da próxima segunda-feira [11]".

Estão previstos os depoimentos dos ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Walter Braga Netto, (Casa Civil) e Augusto Heleno (Gabinete da Segurança Institucional). Celso de Mello também destacou, na decisão, que, caso se faça necessário reinquirir as testemunhas já ouvidas no inquérito, a Polícia Federal poderá designar nova audiência. 

O ministro do STF ainda informou, no despacho, que vai decidir, em breve, sobre a divulgação pública, "total ou parcial", do vídeo da reunião ministerial.

Desde a exoneração de Sergio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o presidente Jair Bolsonaro nega que tenha pedido para o então ministro interferir em investigações da PF.




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Número de mortes por coronavírus sobe mais no Brasil que na Europa

No Brasil, número de mortos cresce 6,5% ao dia. Na Itália, que já foi o epicentro da pandemia, a taxa é de 3,1%

               Por: Folhapress
Mortes por Coronavírus em Manaus, AM
Mortes por Coronavírus em Manaus, AMFoto: Michael DANTAS / AFP

O crescimento do número de mortes por Covid-19 no Brasil desacelerava em um padrão parecido ao de grandes países europeus até cerca de 15 dias. Desde então, o ritmo de aumento do morticínio passou a diminuir bem menos do que na Europa.

O número oficial de mortes crescia a 6,5% ao dia na sexta-feira (8), no Brasil. Em dia equivalente da epidemia na Itália, crescia a 3,1%. Faz duas semanas, os ritmos dos dois países eram similares. O ritmo está em 2,5% na França. No Reino Unido, 3%. Nos EUA, 8,2%. No estado de São Paulo, 4,6%.

Não se trata da variação do número absoluto de mortes por dia, que foi de 751 na sexta-feira, por exemplo. Trata-se do aumento porcentual do número de óbitos de certo dia em relação às mortes acumuladas até a véspera.

Caso o ritmo brasileiro tivesse acompanhado o da Itália, como parecia acontecer faz 15 dias, o número total de mortes teria sido aqui cerca de 2.500 inferior ao de fato registrado até sexta-feira, de 9.897 ""­é apenas um exercício aritmético.

"O resultado do Brasil é bastante preocupante, mais do que aquele observado em São Paulo. Todo o avanço obtido com a rápida adoção das políticas de distanciamento pode ser perdido caso o relaxamento das medidas se dê de forma descontrolada. Se isso acontecer, a esperada redução no número de óbitos, observada em muitos países até agora, pode acontecer mais tardiamente ou com menor intensidade no Brasil", diz Pedro Hallal, epidemiologista e reitor da Universidade Federal de Pelotas.

Para o epidemiologista Paulo Lotufo, não há sinal de inflexão para baixo na curva de mortes do Brasil, ao contrário (descontados os casos paulistas), mas em São Paulo parece ter ocorrido essa virada, faz nove dias. Nesta conta, considerou a variação do número de casos por dia.

No entanto, a precariedade e a variância dos dados recomendem cautela, diz Lotufo, cético em relação às estatísticas da doença. Por ora, dados confiáveis seriam apenas o de total de mortes (por qualquer causa). A falta de exame detalhado dos casos fatais e o fato de o coronavírus provocar mortes de modo surpreendentemente variado dificulta a classificação das causas de óbito, diz.

Lotufo dirige o Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP e é professor de medicina na mesma universidade. Comentou os dados preparados pela reportagem da Folha também com base em informações de um software que analisa curvas e suas tendências.

O ritmo do aumento do número de mortes pode ter deixado de cair mais rápido no Brasil porque passou a haver mais testes dos que morreram pela doença, porque houve descontrole da epidemia ou uma combinação dos dois fatores. Não é possível saber, por ora. Um modo de especular sobre o motivo seria verificar o aumento geral do número de óbitos e aqueles por SRAG, por exemplo. Mas o registro de um óbito qualquer pode levar até duas semanas para chegar às tabulações de cartórios e governos.

Embora acreditem que o número de mortes seja a medida por ora menos imprecisa, outros epidemiologistas consultados preferem esperar os dados das pesquisas amostrais de infecção antes de avançar análises em público. Três deles acreditam que, pelos dados dos últimos 15 dias, parece ter havido descontrole da doença, embora não em São Paulo, no Sul e no Centro-Oeste, e o efeito de um início mais explosivo da epidemia em estados de Norte e Nordeste. Faz um mês, 55% das mortes de Covid-19 ocorriam em território paulista. Agora, são 35%.

O ritmo do aumento do número de mortes por milhão de habitantes também passou a cair menos no Brasil do que em grandes países europeus, no Canadá, no Irã ou na China, o que nem sempre foi o caso do 30º até o 40º dia equivalente da epidemia (vide tabela ao lado). Depois do 40º dia, na comparação de 12 países de tamanho relevante e duração equivalente da epidemia, o Brasil ficou em situação pior, afora o caso dos EUA.

Quanto ao número de mortes por milhão de habitantes em si, o Brasil, com 36, ainda tem taxa inferior à de França (309), Itália (312), Espanha (480), Canadá (99) e EUA (108), embora Lotufo, da USP, afirme que tais comparações são muito problemáticas em caso de países continentais (como Brasil, China, EUA e Rússia) ""seria adequando fazer comparações de regiões desses países. Em São Paulo, o número de mortes por milhão está em 66, ainda inferior ao de países europeus de tamanho comparável (mas superior ao da Argentina).

Segundo Hallal, esse resultado brasileiro se deve ao fato de o país ter adotado de modo precoce o distanciamento social. Para o pesquisador, a situação agora se tornou mais preocupante porque "a maioria dos países começou a adotar o relaxamento das medidas quando a curva epidêmica já estava em estágio descendente, enquanto o Brasil o faz antes mesmo de os números começarem a cair".

O número de mortes por Covid-19 é um indicador menos incerto do avanço da epidemia do que o de casos. Mas é defasado: as mortes de hoje indicam o andamento da epidemia faz pelo menos 15 dias, quando as pessoas que morreram devem ter sido contaminadas. A contagem de mortes é ainda controversa. Alguns países contam óbitos por causa de Covid-19 mesmo sem testes, por exemplo.

Há ainda subnotificação, embora se desconheça sua dimensão, no Brasil e em cada país comparado. Também não se sabe se o ritmo de subnotificações é variável (se for mais ou menos constante, não altera a medida do ritmo de crescimento).

Enfim, mesmo que o ritmo de aumento do número de mortes volte a cair mais (em porcentagem), essa queda mais tardia vai fazer com que o número absoluto de mortes seja muito mais alto. Paralelamente, o número de casos graves deve ser também mais alto, superando a capacidade de atendimento nas UTIs, o que já acontece em certas capitais. O Brasil pode ter falhado no achatamento da curva.

O número de mortes por dia foi aqui calculado como uma média de sete dias (os óbitos do dia mais aqueles dos seis dias anteriores: uma média móvel), de modo a atenuar variações causadas pela grande queda da notificação em finais de semana, por exemplo. Este tratamento dos dados, assim como o uso do número de mortes por milhão de habitantes, é também sugerido pelo "Our World in Data", ligado à Universidade de Oxford. A contagem de dias de epidemia foi feita a partir da quinta morte em cada país, que assim podem ser comparados em estágios (dias) equivalentes.




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Após Felipe Neto, Youtuber de 9 milhões de seguidores critica Bolsonaro

O Youtuber Lucas Rangel disparou: 'Bolsonaro não me representa. Não é meu presidente e nunca será'
Lucas Rangel
Lucas Rangel (Foto: Reprodução)


247 O Youtuber Lucas Rangel foi ao Twitter manifestar sua indignação em relação a Jair Bolsonaro. Rangel diz ter sido incentivado pelo vídeo-carta aberta de Felipe Neto divulgado neste sábado no qual cobra um posicionamento político de influenciadores e artistas: "quem se cala perante o fascismo é fascista".
Lucas Rangel cravou que Bolsonaro não o representa: "eu não falo sobre política por não saber muito, porém isso não me impede de mostrar meu lado nessa história: ele não me representa. Não é meu presidente e nunca será".
"Não dá mais pra ficar calado perante toda essa negligência com a nação", complementou o Youtuber.
Ele ainda recomendou que seus seguidores estudem e se informem. "É assim que um governo sem noção foi instaurado: quando as pessoas não tinham nem ideia do que estava sendo feito e deixaram apenas acontecer".

não poderia deixar de me posicionar diante de tudo. Ontem o vídeo do @felipeneto foi um tapa de realidade. Eu não falo sobre política por não saber muito, porém isso não me impede de mostrar meu lado nessa história: ele não me representa. Não é meu presidente e nunca será.

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não estou falando isso pq pediram ou me obrigaram. Mas sim pq sou cidadão, tenho influência e tenho voz. Não dá mais pra ficar calado perante toda essa negligência com a nação.
Ontem me inteirei sobre diversas coisas, dei uma estuda sobre a nossa política e vou continuar me informando sobre. Façam o mesmo! Pq é assim que um governo sem noção foi instaurado: quando as pessoas não tinham nem ideia do que estava sendo feito e deixaram apenas acontecer.

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Vigilância Sanitária de Juazeiro apreende cerca de 100 kg de carne clandestina

                     Via:Carlos Britto
Foto: Ascom

Na sexta feira (8), durante fiscalização de rotina realizada pela Vigilância Sanitária de Juazeiro,  um estabelecimento da área frigorífica teve apreendido cerca de 100 kg de carne de bode e carneiro. O local não contava com condições de refrigeração e armazenamento adequados para os produtos e algumas carnes foram encontradas em estado de decomposição. 
De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta, alimentos perecíveis precisam estar acondicionados em temperatura adequada. “A vigilância Sanitária está diariamente fiscalizando os estabelecimentos e neste momento de pandemia, as fiscalizações estão intensificadas nos pontos de comercialização de produtos essenciais. O consumo humano dos produtos como foram encontrados poderia levar a sérios problemas de saúde, como uma infecção grave. A carne foi apreendida e direcionada para o aterro sanitário do município”, explicou.
As carnes foram encontradas em temperatura de 21º e segundo a Vigilância Sanitária, o adequado é o acondicionamento em local refrigerado em  temperaturas de até 7º. Para uma comprovação da procedência dos alimentos é necessário que toda a documentação da compra esteja registrada e com selo de certificação. O ambiente que será utilizado para comercialização  precisa ser mantido higienizado, material  esterilizável e sem presença de insetos ou roedores. Durante a inspeção são verificados ainda a licença sanitária e data da última dedetização no estabelecimento.
As denúncias e reclamações podem ser realizadas pelo telefone (74) 3612-3780 e também através do e-mail: vigilancia.sanitaria@juazeiro.ba.gov.br 

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SOLIDARIEDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA

Erivaldo Oliveira Campanha em prol do nosso amigo Erivaldo Oliveira. Um jovem de apenas 27 anos, e que após dois dias do nascimen...