sábado, 6 de julho de 2019

Papa Francisco diz que mentalidade “cega e destruidora” está destruindo Amazônia

Em carta, papa diz que vai acabar com acobertamento de abusos sexuais
Em carta, papa diz que vai acabar com acobertamento de abusos sexuais (Foto: REUTERS/Max Rossi)


(ANSA) -  O papa Francisco advertiu neste sábado (6) sobre as consequências da degradação ambiental e, em particular, ressaltou que a floresta Amazônia, no Brasil, está sofrendo com uma “mentalidade cega e destruidora” que tem como objetivo favorecer o lucro.
Jorge Bergoglio fez as declarações em uma mensagem dirigida aos participantes do 2º Fórum Comunitário Laudato si, que acontece em Amatrice, cidade italiana do Lazio, que foi devastada por uma série de terremotos em 2016.
O objetivo do encontro, segundo o líder da Igreja Católica, é “refletir sobre a situação séria e insustentável da Amazônia e dos povos que lá habitam”.
“A situação da Amazônia é um triste paradigma do que está acontecendo em muitas partes do planeta: uma mentalidade cega e destruidora que favorece o lucro à justiça”, afirmou.
Segundo o Pontífice, essa atitude coloca em evidência a conduta predatória com a qual o homem se relaciona com a natureza. “Por favor, não esqueçam que justiça social e ecologia estão profundamente interligadas! ”
"O que está acontecendo na Amazônia terá repercussões em nível planetário, mas já prostrou milhares de homens e mulheres roubados de seu território, que se tornaram estrangeiros na própria terra, esgotados de sua própria cultura e tradições, quebrando o equilíbrio milenar que uniu esses povos à sua terra”, acrescentou.
O alerta do Papa foi dado diante de representantes do grupo que reúne pessoas e associações na Itália empenhadas na difusão do pensamento da Encíclica através de encontros ou iniciativas práticas. Entre elas está a contribuição ao movimento ambientalista pelo ponto de vista da “ecologia integral”.
Durante a mensagem, Francisco ressaltou a disposição dos participantes do Fórum "para deixar claro que são os pobres que pagam o preço mais alto pela devastação ambiental".
"Os ferimentos causados ao meio ambiente são feridos inexoravelmente causados à humanidade mais indefesa", lembrou.
Por fim, Francisco ressaltou que “o homem não pode permanecer um espectador indiferente diante dessa destruição, nem a Igreja deve ficar em silêncio”.
Nesta semana, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais detectou aumento de 88% no desmatamento da Amazônia comparando junho de 2019 com junho de 2018, atingindo 920 quilômetros quadrados de floresta.
De acordo com o Inpe, este foi o pior resultado para junho desde 2016 e pode estar ligado ao crescimento das atividades na região.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tem defendido que a preservação precisa encontrar um caminho que não sacrifique o desenvolvimento econômico.
Além disso, desde sua campanha eleitoral, em 2018, o presidente Jair Bolsonaro tem criticado as demarcações de terras realizadas por governos anteriores e afirmado que não pretende demarcar novas áreas. Ele ainda gerou polêmica ao repassar ao Ministério da Agricultura a demarcação de terras indígenas, medida contestada na Justiça. A demarcação antes ficava a cargo da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Na última quinta-feira(4), inclusive, o mandatário brasileiro atacou a postura do presidente da França, Emmanuel Macron, e da chanceler alemã, Angela Merkel, pelo posicionamento ambiental de ambos.
Para Bolsonaro, em governos anteriores, líderes estrangeiros influenciavam os brasileiros a demarcar terras indígenas e quilombolas, e a ampliar áreas de proteção ambiental, o que, segundo ele, dificultava o progresso do país.
Neste ano, o Sínodo dos Bispos no Vaticano acontecerá sob o tema “Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma economia integral”, entre os dias 6 e 27 de outubro. Na ocasião, os religiosos irão debater os principais problemas da região e a presença da Igreja junto aos povos amazônicos.
O Sínodo também discutirá novos caminhos para a evangelização, a tutela de povos indígenas e formas de proteção do meio ambiente. A sustentabilidade ambiental é uma das bandeiras do pontificado de Francisco e tema de sua primeira encíclica, a “Louvado seja”, que prega a criação de um novo modelo de desenvolvimento. (ANSA)


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Lucélia Santos relata perseguição no Brasil e sugere boicote ao País



A atriz brasileira Lucélia Santos concedeu uma entrevista ao programa "Você na TV", da portuguesa TVI, e admitiu que saiu do Brasil revoltada com a atual situação política e econômica do país.
"Sou perseguida por isso há muitos anos. Eu sempre tive uma posição de esquerda, assumidamente. Sempre tive do lado dos trabalhadores e das populações mais afetadas...", revelou a atriz, que está morando há 15 dias em Portugal, onde vai passar uma temporada por lá fazendo novela.
Lucélia fez duras críticas ao País sob o governo deJair Bolsonaro e se referiu ao atual cenário político e econômico nacional como o "pior momento do Brasil desde a ditadura militar".
"É um retrocesso civilizatório, uma coisa inexplicável. Todo o dia no Brasil você acorda e acha que está vivendo um pesadelo. Só que você acorda e está dentro do pesadelo, porque ele não passa. E a cada dia as notícias vão piorando. É um desrespeito total às instituições, à constituição, inclusive. A grande meta no Brasil hoje é defender a democracia, que está frágil. A gente está debaixo das botas dos militares, inclusive com relação ao Supremo Tribunal Federal. Isso é uma crise institucional e quase constitucional. O país está completamente dividido desde 2013, desde que o Aécio Neves perdeu a eleição pra Dilma. Naquele momento, o país ficou dividido a metade", afirmou. (247)


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Ministério diz agora que não comprometeu sigilo ao passar dados a Bolsonaro

Em seu comunicado, o ministério afirmou, ainda, que "as informações repassadas não interferem no trâmite das investigações"
  Por: FolhaPress
Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair BolsonaroFoto: Flickr/ Palácio do Planalto

Após confirmar o envio a Jair Bolsonaro de informações sobre a investigação de candidaturas de laranjas do PSL, o Ministério da Justiça divulgou nota na noite desta sexta-feira (5) dizendo que repassou ao presidente apenas dados que não pudessem comprometer o sigilo das apurações. 

Na terça (2), a pasta comandada pelo ex-juiz Sergio Moro afirmou, em nota enviada à Folha de S.Paulo, que Bolsonaro "foi informado sobre o andamento das investigações em curso", o inquérito, porém, tramita em segredo na Justiça Eleitoral de Minas Gerais.
O texto confirmava a declaração do presidente, feita durante uma entrevista coletiva no dia 28 no Japão, de que tinha obtido do ministro da Justiça uma "cópia do que foi investigado pela Polícia Federal". Em seu comunicado, o ministério afirmou, ainda, que "as informações repassadas não interferem no trâmite das investigações".

Em nova nota divulgada na sexta (5), após a publicação de reportagem pela Folha de S.Paulo, a pasta mudou a versão e disse que encaminhou ao presidente informações "divulgadas amplamente na imprensa" sobre a efetivação de prisões de auxiliares do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, um dos investigados no caso. 

"O Ministério da Justiça e Segurança Pública esclarece que foi o próprio presidente da República quem solicitou a apuração rápida da suposta utilização de pessoas interpostas na eleição do PSL em Minas Gerais. Na quarta-feira, após a efetivação das prisões do assessor especial do Ministério do Turismo pela Polícia Federal, o fato foi informado ao ministro da Justiça e da Segurança Publica e ao Presidente", afirma o comunicado mais recente.

"Nenhuma peça ou informação processual que pudesse comprometer o sigilo das investigações ou que já não estivesse amplamente disponível à imprensa foi repassada", acrescentou a pasta. 

Revelado pela Folha de S.Paulo no início de fevereiro, o caso das laranjas do PSL é alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público em Minas e levou à queda do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que comandou o partido nacionalmente em 2018.

A Polícia Federal vê elementos de participação do ministro do Turismo no esquema em Minas e apreendeu documentos em endereços ligados ao PSL-MG. 

REPERCUSSÃO
A hipótese de acesso do presidente a informações sigilosas provocou reações de políticos da oposição.

Segundo a Folha de S.Paulo, parlamentares do PT requisitaram à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal que investiguem a conduta de Moro e Bolsonaro.

Na peça enviada à procuradora-geral Raquel Dodge e ao ministro Dias Toffoli, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e o senador Humberto Costa (PT-PE) argumentam que houve crimes contra a administração pública e de violação de sigilo. 

Já o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), protocolou na comissão diretora da Casa um requerimento para que Moro "esclareça, por escrito" se repassou as informações sigilosas ao presidente. Segundo Randolfe, a notícia "é extremamente grave" pois "coloca em dúvida a lisura e a imparcialidade das investigações por parte da Polícia Federal".

PLANALTO
Procurado na segunda-feira (1º) com uma série de perguntas sobre o assunto, o Palácio do Planalto não havia se manifestado até a publicação deste texto.

A Folha de S.Paulo quis saber, entre outros pontos, por que o ministro Moro encaminhou uma cópia da investigação ao presidente e qual o amparo legal para o repasse de informações cobertas por segredo de Justiça. O Planalto não respondeu.

A Folha de S.Paulo também fez uma série de indagações ao ministério e ao ministro Moro, por meio de sua assessoria, mas não houve respostas exatas sobre os pontos questionados. A reportagem quis saber, por exemplo, como Moro teve acesso ao inquérito protegido por sigilo e por que decidiu repassar cópia para Jair Bolsonaro.

O ministério encaminhou apenas uma curta nota na terça-feira (2), que afirma: "O presidente da República foi informado sobre o andamento das investigações em curso [laranjas do PSL]. Também foi informado que existem outras investigações em andamento que tratam de possíveis irregularidades envolvendo questões relativas a agremiações partidárias. Todas as informações repassadas não interferem no trâmite das investigações, que correm com total independência na Polícia Federal".

A Polícia Federal, também procurada na segunda-feira, confirmou na terça que as investigações correm sob segredo de Justiça, mas não abordou a questão do repasse dos dados para Bolsonaro.

"Esclarecemos que existem diversos inquéritos em andamento que investigam candidatos de diferentes partidos políticos, em várias unidades da federação. Importante salientar, entretanto, que as investigações que versam sobre possíveis crimes eleitorais (que apuram supostas candidaturas de laranjas) só podem ser instauradas mediante requisição expressa da Justiça Eleitoral e que tais procedimentos correm sob segredo de justiça", afirmou a PF, em nota.

Indagada sobre por qual motivo Moro teria repassado dados da investigação para Bolsonaro, a PF acrescentou: "As manifestações do ministro devem ser esclarecidas pela assessoria do próprio MJ [Ministério da Justiça]".

Sobre as investigações em Minas Gerais, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Minas confirmou à reportagem que as investigações sobre as candidaturas laranjas do PSL tramitam sob segredo de Justiça. "Tramita [com segredo] desde sua instauração na Polícia Federal e foi decretada pela autoridade policial, conforme artigo 20 do Código de Processo Penal", disse o TRE-MG.




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Terremoto de 7,1 graus abala sul da California

O tremor da última sexta (5) é o mais forte a atingir o estado nos últimos 20 anos
  Por: AFP 
O terremoto da última sexta (5) foi sentido com força na região de Los Angeles
O terremoto da última sexta (5) foi sentido com força na região de Los AngelesFoto: Frederic J Brown / AFP

Um terremoto de 7,1 graus de magnitude sacudiu na noite da última sexta-feira (5) o sul da Califórnia, menos de 48 horas após um outro tremor ter abalado a mesma zona, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Segundo o USGS, o terremoto ocorreu às 20H19 local (00H19 Brasília de sábado) com epicentro situado a 17 km da pequena cidade de Ridgecrest.
O tremor da sexta (5) é o mais forte a atingir o estado nos últimos 20 anos, e supera o abalo de 6,4 graus que sacudiu a mesma zona na quinta-feira. O último terremoto foi sentido com força na região de Los Angeles, constataram jornalista da AFP na cidade.

Em Ridgecrest, cidade de 30 mil habitantes há 182 km de Los Angeles, existe uma base militar da Marinha americana, a Naval Air Weapons Station China Lake, onde em um amplo espaço deserto são testados bombas e mísseis. 

O abalo de quinta-feira (4) provocou "danos consideráveis" na base, com "incêndios e vazamento de água e de produtos perigosos", segundo uma oficial. 

O terremoto de 6,4 graus também deixou um número indeterminado de pessoas com ferimentos leves na zona, provocados sobretudo por vidros quebrados ou pela queda de objetos ou prateleiras em lojas, segundo o corpo de bombeiros do condado de Kern, onde Ridgecrest está localizada.

Os dois tremores fazem ressurgir o fantasma do "O Grande" (The Big One), um mega-terremoto potencialmente devastador que teme-se que golpeie em algum momento o oeste americano.




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Bodocó: Governo de PE dá início a contrato para construção de nova ponte sobre Rio Pequi

  Via:Carlos Britto
Foto: Ascom Seinfra-PE/divulgação

A Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco iniciou na última sexta-feira (5) as intervenções para a construção da ponte sobre o Rio Pequi, em Bodocó, Sertão do Araripe, com a montagem do canteiro de obras no local. O trabalho, que é executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), tem expectativa de ser concluído em outubro deste ano. O investimento na ação é de aproximadamente R$ 2,5 milhões.
A nova estrutura terá 60 metros de comprimento por 10,80 metros de largura e será construída em concreto armado. O equipamento contará com duas faixas para veículos, passeio para os pedestres, além de guarda-corpo para garantir a segurança dos transeuntes.
A ordem de serviço para a empresa vencedora do certame foi dada no último dia 1º de julho. Durante esta semana foram realizadas as tratativas administrativas e legais que antecedem o início da realização dos serviços, a exemplo da emissão do alvará e do registro da obra no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE).


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Globo desmente “conversa pra boi dormir” do hacker que invadiu celular do Moro, aponta Correia

(Foto: Jailson Sam - Agência Câmara)

Do PT na Câmara - A denúncia apresentada pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, de que seu telefone celular teria sido grampeado por um “hacker” no dia 4 de junho – e este “criminoso” teria repassado o conteúdo ao site The Intercept Brasil – é desmentida por uma nota do diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel.
O executivo da emissora, em comunicado emitido no dia 12 de junho, 3 dias após o início da série de reportagens do escândalo da “Vaza Jato”, disse que “Glenn Greenwald procurou a Globo por e-mail no último dia 29 de maio para propor uma nova parceria de trabalho” que envolvia o material jornalístico que passou a ser divulgado a partir de 9 de junho.
A “denúncia” de Moro foi divulgada de forma estranha, sem muitos detalhes, no dia 5 de junho, exatamente uma semana após Greenwald ter procurado a Rede Globo e no mesmo dia em que o jornalista norte-americano participou de reunião na redação do programa Fantástico para tratar do tema com os colegas da emissora carioca. A parceria com a Globo acabou não vingando. Em compensação, veículos como Folha de SP, Veja, Band e o jornalista Reinaldo Azevedo, insuspeitos de serem militantes da esquerda, têm trabalhado junto com o site dirigido por Greenwald.
Tese fantasiosa  
Para o deputado Rogério Correia (PT-MG), essa cronologia dos fatos mostra que a tese defendida por Moro é fantasiosa. “Essa história é conversa pra boi dormir”, disse Correia.
“Foi o próprio diretor de jornalismo da Rede Globo que mostrou que Glenn Greenwald já estava de posse das mensagens pelo menos uma semana antes do alarde feito pelo Ministério da Justiça, de que o celular do ministro Moro teria sido hackeado em 4 de junho”, argumenta o parlamentar.
Para Correia, “cai por terra” a tese de Moro e de seus defensores que tentam atacar Greenwald a partir do suposto hackeamento do celular do ex-juiz.
Segundo o deputado mineiro, Moro deve explicações à sociedade brasileira sobre sua atuação à frente da Lava Jato, onde atuou à margem da lei como chefe e acusador, em vez de ser juiz imparcial, bem como sobre sua atuação no comando do Ministério da Justiça.
Correia avalia que Moro, nas duas vezes que foi ao Congresso Nacional para falar sobre o caso, “só respondeu às perguntas que quis, assim mesmo com evasivas, e o escândalo só poderá ser efetivamente investigado por intermédio de uma Comissão Parlamentar de Inquérito”.
O afastamento de Moro do cargo de ministro da Justiça é imperativo, na visão do parlamentar, “sobretudo porque a Polícia Federal, sob seu comando, foi instrumentalizada por ele, para perseguir Glenn Greenwald, com ações intimidatórias que ameaçam a liberdade de imprensa no País”.
De acordo com o site G1, a Polícia Federal trocou o comando da investigação que sobre a suposta invasão no celular do ministro da Justiça. O site informa ainda que a PF já instaurou quatro inquéritos para investigar o vazamento de mensagens do celular do ministro Moro e também de procuradores da força-tarefa da Lava Jato.
A investigação da Polícia Federal vai na contramão do que Ali Kamel mostrou na nota oficial da Rede Globo.(247)


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LUTO - Morre João Gilberto, lenda da bossa nova, aos 88 anos

A informação foi anunciada pelo filho do músico, João Marcelo Gilberto, nas redes sociais

   Por: Folhapress 
João Gilberto
João GilbertoFoto: Wikipédia

Ícone da bossa nova, o cantor e compositor João Gilberto morreu neste sábado (6), aos 88 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi anunciada pelo filho do músico, João Marcelo Gilberto, nas redes sociais. A causa da morte ainda não foi divulgada. Além de Marcelo, ele deixa outros dois filhos, Bebel e Luísa.

O cantor estava envolvido em um complicado imbróglio familiar desde 2017. Naquele ano, sua filha, a também cantora Bebel Gilberto, começou a mover um processo de interdição do pai. O motivo era sua idade avançada e sua situação financeira, precária -ele tinha chegado a ser despejado do apartamento em que vivia no Leblon, zona sul do Rio.

Nos últimos tempos, Bebel também havia entrado com um processo contra o meio-irmão.João Gilberto havia completado 88 anos no início do mês de junho, quando apareceu em uma rara fotografia nas redes sociais publicada por sua cunhada, mulher de João Marcelo, nas redes sociais. Ele não dava entrevistas e não recebia ninguém em casa, a não ser familiares.




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