quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Seculte divulga prazo final de inscrições para Festival Edésio Santos da Canção 2018

  Via: Carlos Britto
Foto: Ascom PMJ/arquivo divulgação



A equipe da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte) de Juazeiro (BA) divulgou nesta quarta-feira (31) à imprensa local o prazo final para inscrições do Festival Edésio Santos da Canção (FESC) 2018, que prossegue até dia 5 de novembro. O evento é uma realização da prefeitura municipal e acontecerá de 29 de novembro a 1º de dezembro, no Centro de Cultura João Gilberto.
As inscrições para o FESC devem ser encaminhadas à Seculte, situada à Praça da Bandeira, nº 20, Centro de Juazeiro, das 8h às 12h e das 14h às 17h, de segunda a sexta-feira, em envelope lacrado, contendo dez cópias impressas da letra da música (com título) e o CD com as músicas gravadas na íntegra. Na inscrição pelos Correios, os interessados deve adquirir regulamento e ficha de inscrição através do site da prefeitura.

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CHINA FAZ DURA ADVERTÊNCIA A BOLSONARO, QUE SEGUE TRUMP E PODE ISOLAR BRASIL


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Com informações de Jamil Chade - A China fez uma dura advertência ao presidente eleito Jair Bolsonaro e apontou que, se a opção do Brasil em 2019 for por seguir a linha de Donald Trump e romper acordos com Pequim, quem sofrerá será a economia brasileira.
A forma encontrada pela China para mandar o recado foi a publicação de um editorial em seu principal jornal estatal, com versão em língua inglesa. No China Daily, o texto não deixa dúvidas das reações negativas que Bolsonaro já provocou em Pequim. O jornal é uma espécie de porta-voz ao mundo do governo chinês e usado para mandar mensagens a parceiros.
Segundo o editorial, as exportações brasileiras "não apenas ajudaram a alimentar o rápido crescimento da China. Mas também apoiaram o forte crescimento do Brasil". Para os chineses, portanto, criticar Pequim "pode servir para algum objetivo político específico". "Mas o custo econômico pode ser duro para a economia brasileira, que acaba de sair de sua pior recessão da história."
"Ainda que Bolsonaro tenha imitado o presidente dos EUA ao ser vocal e ultrajante para captar a imaginação dos eleitores, não existe razão para que ele copie as políticas de Trump", alertaram os chineses. O jornal admite que existem especulações sobre o futuro das relações entre os dois países.
Bolsonaro, ao longo da campanha presidencial, criticou a China. Em fevereiro, ele ainda visitou Taiwan, o que deixou Pequim irritada. Sabendo que Bolsonaro poderia ser um forte concorrente para a Presidência, a embaixada chinesa enviou uma carta de protesto. Nela, Pequim expressava sua "profunda preocupação e indignação" e alertava que a visita era uma "afronta a soberania e integridade territorial da China" e "causa eventuais turbulências na Parceria Estratégica Global China-Brasil".
Agora, segundo o editorial, empresários chineses operando no Brasil e autoridades em Pequim vão se colocar a pergunta: "até que ponto o próximo líder da maior economia da América Latina vai afetar a relação Brasil-China?"
"Essa é uma pergunta pertinente. Afinal, Bolsonaro é apresentado por alguns como um "Trump tropical", uma pessoa de direita que não apenas endossa a agenda de Trump, mas pode copiar uma página de seu guia", diz o texto. "Ele (Bolsonaro) prometeu dar preferências a acordos bilaterais e mudar a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém", indicou o texto do editorial.
"Além disso, ele se mostrou menos que amistoso em relação à China durante a campanha. Ele apresentou a China como um predador buscando dominar setores-chave da economia brasileira", destacou.
"Não é uma surpresa, portanto, que as pessoas estejam se questionando se Bolsonaro irá, como o presidente americano fez, dar um golpe substancial à relação mutuamente benéfica Brasil-China", insistiu.
Os chineses deixaram ainda claro que não acreditam que promessas feitas em campanhas eleitorais fiquem apenas pelo caminho antes do voto. "Ou que o Bolsonaro presidente coma naturalmente as palavras extremas do Bolsonaro candidato", alertam.
"Ainda assim, esperamos que quando ele assumir a liderança da oitava maior economia do mundo, Bolsonaro olhe de forma racional e objetiva para o estado das relações Brasil-China", disse. "Ele se daria conta que a China é seu maior mercado exportador e primeira fonte de superávit comercial", escreveu o jornal. "Mais importante: as duas economias são complementares e dificilmente competidores."
Para José Reinaldo Carvalho, editor internacional de Mundo do Brasil247, jornalista e especialista em Política e Relações Internacionais, Bolsonaro está "brincando com fogo". Afinal - ressalta - "a China é o maior parceiro comercial do Brasil; nosso país tem com a China quase a metade - 32 bilhões de dólares em 2017 - do seu superávit comercial global", 


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Só faltava essa! Larápios roubam pneus de veiculos do estacionamento do Aeroporto de Petrolina. Quem foi?

   Via:Vinicius de Santana


Parece mentira, mas não é! Larápios passaram a mão em pneus de dois veiculo que estavam no estacionamento improvisado do aeroporto de Petrolina na madrugada desta quarta-feira(31)
Os gatunos,  aproveitaram a falta de fiscalização, por conta da obra do estacionamento privado que está sendo concluído e levaram as rodas com os pneus, deixando os veículos depenados.
Um dos proprietários, disse ao blog, que vai prestar queixa e conversar com o pessoal da Infraero, sobre o fato.
Agora, mais cuidado é com os pneus das aeronaves que dormem no pátio do aeroporto em Petrolina para não serem roubados, porque sem pneu, o avião não tem como decolar.


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Operação ‘Finados’: PRF intensificará fiscalização nas rodovias de Pernambuco

   Via:Carlos Britto
(Foto: PRF/Divulgação)


Começa a zero hora desta quinta-feira (1º/11) e segue até a meia-noite de domingo (4), a Operação ‘Finados’ da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Pernambuco. Melhorar a fluidez no trânsito e reduzir acidentes graves são os principais objetivos da ação, que será desenvolvida nas rodovias que cortam o estado.
O Dia de Finados é tradicionalmente marcado pelo encontro de famílias que prestam homenagens aos entes falecidos, ou se reúnem para aproveitar o feriado prolongado. Dessa forma, o deslocamento nas rodovias tende a aumentar em direção ao Interior e no sentido das praias.
A PRF verificou que mais de 90% dos acidentes nas rodovias federais tem ocorrido em virtude da imprudência no trânsito. Entre os fatores que contribuem para as colisões graves estão as condutas de risco, como a pressa, as ultrapassagens arriscadas e o consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas. Além desse foco, a fiscalização será direcionada para verificar procedimentos simples, mas que podem preservar vidas, como o uso do cinto de segurança e do dispositivo de retenção para crianças, a utilização do capacete e a conservação adequada do veículo.
Motocicletas 
O uso de motocicletas deve obedecer a uma série de requisitos para garantir mais segurança a condutores e passageiros. Durante as abordagens, os itens obrigatórios dos veículos serão verificados, como retrovisores, farol, lanterna, buzina, velocímetro, pneus em bom estado, setas de direção e dispositivo de controle de ruído. O ideal é que o condutor utilize roupas resistentes e na cor clara, para se tornar mais visível, além de calçados fechados e luvas de proteção. Além disso, o capacete deve possuir um tamanho adequado a cada pessoa e estar bem afixado à cabeça.
A educação tem assumido um papel de destaque na redução dos acidentes. Essa ferramenta será adotada pela PRF, por meio de palestras realizadas às margens das rodovias e dentro de ônibus de turismo, onde os policiais falam sobre os riscos no trânsito e os cuidados que as pessoas devem adotar.

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[Vídeo] No Cafezinho: João Campos sai em defesa da criação do Draco e cogita problema de comunicação

Em entrevista a coluna digital do portal FolhaPE, o deputado eleito acredita que projeto é avanço no combate à corrupção e criminalidade

  Blog do folha/folhape
João Campos (PSB), deputado federal mais votado em Pernambuco
João Campos (PSB), deputado federal mais votado em PernambucoFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco



Nesta quarta (31), o No Cafezinho conversa com o deputado federal mais votado em Pernambuco nas Eleições deste ano, com 460 mil votos, João Campos (PSB). O parlamentar sai em defesa do polêmico projeto de Lei Estadual nº 2.066/2018, aprovado na Assembleia Legislativa, que cria o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco). 

O herdeiro do ex-governador Eduardo Campos destacou que a matéria já era uma das promessas de campanha do governador reeleito Paulo Câmara (PSB) e fortalece o combate à corrupção no Estado, ampliando o número de delegacias. Segundo ele, o que pode ter havido é um problema de comunicação relativo à proposta.

João Campos também destaca a expressiva votação obtida, a despeito das críticas da classe política. O parlamentar ressalta que sua votação foi espontânea, com votos em todos os 184 municípios, mas apoio declarado de apenas 14 prefeitos. Embora aliado do PTJoão Campos ainda pondera que faltou um mea culpa do partido durante a campanha. O socialista ainda não se nega a falar sobre 2020. Confira! 





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POR UNANIMIDADE, STF CONFIRMA: UNIVERSIDADE NÃO É LUGAR DE POLÍCIA



Agência Brasil
Por unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram hoje (31) manter a decisão individual da ministra Cármen Lúcia de suspender decisões da Justiça Eleitoral que determinaram ações policiais e de fiscalização eleitoral nas universidades públicas durante as eleições. No entendimento da Corte, a liberdade de expressão no ambiente acadêmico é garantida pela Constituição e não pode ser restringida.
A Corte julgou o referendo à liminar da ministra, que foi proferida na semana passada. As decisões da Justiça Eleitoral em diversos estados foram questionadas no STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a procuradora-geral, Raquel Dodge, as decisões ofenderam os princípios constitucionais da liberdade de expressão e de reunião.
Além disso, estudantes e a comunidade acadêmica classificaram as decisões como censura prévia à liberdade de expressão. Em sua maioria, os protestos foram organizados contra o presidente eleito Jair Bolsonaro, então candidato.
Por outro lado, os tribunais regionais eleitorais (TREs) informaram que decisões foram proferidas para coibir a propaganda eleitoral irregular a partir de denúncias feitas por eleitores e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).
Votos
O primeiro voto na sessão foi proferido pela relatora, Cármen Lúcia. Ao reafirmar seu entendimento, a ministra disse que as decisões determinaram ordens de busca e apreensão e a interrupção de manifestações sem comprovar o suposto descumprimento da norma eleitoral, que impede propaganda em órgãos públicos.
Em seu voto, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que as medidas atentaram contra a liberdade de reunião, prevista na Constituição. Para o ministro, as decisões da Justiça Eleitoralpretenderam limitar ou interromper a discussão nas universidades.
"Há um ranço paternalista de que o eleitor não pode ter o amplo conhecimento de tudo, de que o eleitor não pode exercer o exercício crítico", disse Moraes.
Gilmar Mendes disse que o episódio envolvendo a presença de policiais nas universidades lembra "momentos tristes na história mundial". Ele citou casos de queima de livros durante o período do nazismo na Alemanha, na década de 1930, e a invasão de militares na Universidade de Brasília (UnB), durante o regime militar.
"É inadmissível que, justamente no ambiente em que deveria imperar o livre debate de ideias, se proponha o policiamento político-ideológico da rotina acadêmica", afirmou.
O voto de Gilmar foi além do caso concreto e propôs que a medida fosse estendida a todos os casos de impedimento à liberdade de cátedra, ou seja, que atentem contra a liberdade dos professores para ensinar.
O ministro citou o caso da deputada estadual eleita Ana Campagnolo (PSL-SC), que divulgou um número de telefone para receber denúncias contra professores que praticarem doutrinação política dentro de sala de aula. Apesar do voto de Gilmar contra a futura parlamentar, a sugestão não foi aceita pelos demais ministros porque não foi analisado o caso concreto da deputada.
O ministro Luís Roberto Barroso afirmou que as decisões confundiram propaganda eleitoral com liberdade de expressão. "A liberdade de expressão é uma liberdade preferencial dentro de um Estado de Direito. O passado condena. Nós temos uma tradição de cerceamento da liberdade de expressão."
O ministro Edson Fachin afirmou que o Estado não pode determinar o que vai ser discutido dentro das universidades. "O que debater, como debater são decisões que não estão sujeitas ao controle estatal prévio".
Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello também votaram no mesmo sentido.
Manifestações
Em defesa dos juízes eleitorais, o advogado Alberto Pavie Ribeiro, representante da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), disse que os juízes cumpriram a lei eleitoral e que houve denúncias de propaganda eleitoral negativa contra o então candidato a presidente Jair Bolsonaro durante a campanha. Ele citou um caso no Riode Janeiro, onde uma ordem de busca e apreensão foi determinada contra uma faixa que associava Bolsonaro ao fascismo.
"Fora do período eleitoral não havia problema algum com a realização da aula pública, mais se assemelharia a uma assembleia, a um comício que tratasse não apenas do fascismo", argumentou.
A advogada Mônica Ribeiro Tavares, do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), manifestou-se contra as decisões judiciais, dizendo que universidade é um espaço democrático e que, no ambiente escolar, a livre manifestação do pensamento tem de ser respeitada.
"A única restrição que esses direitos podem sofrer é a que advém da própria Constituição Federal para resguardar outros direitos fundamentais por ela previstos", disse.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, confirmou seu entendimento sobre a questão e disse que a Constituição garante a liberdade de apreender, ensinar e divulgar o pensamento do pluralismo de ideias.
"As decisões proferidas contrariam a jurisprudência do STF, que tem refirmado a liberdade do pensamento e de comunicação", concluiu.


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Juazeiro-BA recebe o V Festival internacional da Sanfona em Novembro

   Por:Vinicius de Santana

Quinta edição do evento terá nomes nacionais e internacional nas margens do Rio São Francisco
O amor pela sanfona levará baianos e turista para a quinta edição do Festival Internacional da Sanfona, que acontecerá em Juazeiro, de 14 a 17 de novembro.Sob a curadoria do cantor,sanfoneiroe compositor Targino Gondim e direção geralde Celso de Carvalho, o eventocontará com oficinas, workshops, exposição, encontros e concertos musicais com shows abertos na Orla Nova de Juazeiro.
Grandes instrumentistas oriundos de diferentes regiões do país e também do exterior já estão confirmados na programação. Entre atrações internacionais desta edição estão nomes comoJason O’Rourke (Irlanda) e Simone Zanchini (Itália).Do Brasil, aprogramação incluiEdglei Miguel (PB), Chico Chagas (AC), Mestrinho (SE), Mahatma Costa (PE), Daniel Itabaiana (BA),Silas França (BA) e Quinteto Sanfônico do Brasil, além do curador Targino Gondim (BA).
A abertura do evento acontece às 19 horas do dia 14, no foyer do Centro de Cultura João Gilberto. Entre as atividades paralelas estão exposição de sanfonas de quarta a sábado.O público também poderá se aprofundar no universo sonoro do instrumento através da oficinasanfona 120 baixos, com Edglei Miguel,professor de A SANFONADA de Campina Grande-PB.
O evento terátrês workshops. Na quinta-feira, dia 15,Master Classe com Simone Zanchini da Itália, na sexta-feira, dia 16, com Jason O’Rourke sobre a concertina tradicional irlandesa e no sábado com A história do acordeom e seus sotaques com Chico Chagas. Todos os encontros acontecem às 15 horas, na sala Multiuso do Centro de Cultura João Gilberto.
A cada dia, após as oficinas/workshops, o festival apresentará as “Jam Sanfona’s Sessions” com as participações dos sanfoneiros presentes na programação e também dos músicos visitantes do evento, promovendo assim um intercambio de experiências, com destaque para a sexta-feira, a partir das 17 horas com o show”Casa de Ferreira”, de Junior Ferreira (DF).
Todos os dias do evento, a partir das 20 horas uma programação foi montada na Arena do Centro de Cultura João Gilberto. Na quinta-feira se apresentam nomes como Daniel Itabaiana (BA), Mahatma Costa (PE), Simone Zanchini (Itália) e Edglei Miguel (PB). Já na sexta-feira estarão Silas França (BA), Jason O’Rourke (Irlanda), Chico Chagas (AC) com participação especial de Junior Ferreira (DF). No sábado será a vez de Targino Gondim (BA), Quinteto Sanfônico do Brasil, Chico Chagas (AC) e Mestrinho (SE).
Além de beneficiar as comunidades locais e os artistas, o evento fortalece a singularidade da música brasileira no mercado musical, lançando luz sobre as formas de tocar sanfona em todo país e no mundo, além de potencializar a cadeia produtiva da sanfona e instrumentos assemelhados. O FESTIVAL também conta com as presenças de vários músicos que vão espontaneamente de todo o Brasil e de outros países, além de pesquisadores, produtores culturais e estudantes.
Realizado pela Toca Pra Nós Dois, em parceria com a Conspiradoria Projetos e Produções, o Festival Internacional da Sanfona  está calendarizado pelo Governo do Estado da Bahia. Em toda programação estima-se a circulação de mais de 50.000 pessoas nas atividades do Festival.
O instrumento
Citado na carta de Pero Vaz de Caminha e atendendo por vários nomes como gaita ou acordeom, foi como sanfona que ficou conhecido o instrumento utilizado na típica musica nordestina. Há indícios de um instrumento primitivo, que utilizava o mesmo princípio sonoro das palhetas do acordeom, chamado Cheng, na China do século 12 A.C.
A história oficial, porém, conta que a sanfona chegou à Rússia no século XVIII e foi patenteada em Viena no ano de 1827. O instrumento teria chegado ao Brasil entre 1836 e 1851, através dos imigrantes alemães do Rio Grande do Sul, onde é mais conhecido como ‘gaita’. Há informações dessa época de que já havia tocadores de foles de oito baixos na região Nordeste, provavelmente obtidas por nordestinos que foram ao Sul para lutar na Guerra do Paraguai.
De lá para cá, a sanfona se transformou em um dos principais instrumentos das festas tradicionais brasileiras, presente em todas as regiões. O instrumento é ideal para acompanhar bailes pela amplitude sonora e por permitir ao executor cantar com facilidade. Por vezes, substitui o violão e a rabeca, de pouco volume sonoro, em muitas manifestações da cultura popular. Luiz Gonzaga levou a sanfona ao estrelato, lançando o baião com sua sanfona branca em 1946. Fã confesso de Gonzagão, a sanfona foi, por exemplo, o primeiro instrumento de Gilberto Gil quando ainda era criança.
Influente em uma enorme variedade de vertentes musicais, o instrumento mantém-se sempre atual, acompanhando a evolução da linguagem musical, interpretada por novas gerações, ricas em grandes instrumentistas. Há um grande circuito internacional do acordeom, com dezenas de eventos em todos os continentes e um festival como esse no Brasil é fundamental para discutir e valorizar este instrumento.
Programação, informações e inscrições para as oficinas e pro concurso: www.festivaldasanfona.com.br

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