sábado, 20 de outubro de 2018

Movimentos populares se reúnem em Petrolina e Juazeiro em defesa da democracia e apoio a Fernando Haddad

                       Por:Vinicius de Santana

Multidão sai de Petrolina-PE, atravessa a Ponte Presidente Dura e chega a Juazeiro-BA, onde mais manifestações ocorreram. Foto Chico Egidio
Movimentos Populares de todo o Semiárido realizaram um grande ato político e cultural em defesa da democracia e dos direitos do povo brasileiro. O evento começou em Petrolina-PE, com concentração na Praça da Catedral, onde milhares de pessoas estiveram participando ativamente do encontro. Um palanque foi armado na Praça  da Concha Acústica e vários oradores usaram da palavra. O tom dos discursos foram todos voltados para a eleição presidencial que acontecerá dia 28 de outubro no país inteiro. Vários artistas regionais cantaram no evento.
Vereadores, presidentes de associações, partidos políticos, comunitários e outras representações de classe, compareceram ao evento.
Musico João Sereno e a Vereadora Cristina Costa participando da manifestação 
na Praça da Catedral em Petrolina
Depois dos discursos, a multidão marchou em direção a Juazeiro, onde outro encontro estava programado. As pessoas saíram a pé de Petrolina em direção a cidade baiana , atravessando a ponte Presidente Dutra.
Órgãos de segurança,  como Policia Rodoviária Federal e unidades da Policia Militar, acompanharam o movimento de perto.  Em Juazeiro, mais outro grande encontro foi registrado, com novas manifestações de apoio a candidatura de Fernando Haddad. Aguardem novas informações.


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OS CAMINHOS DO VIRA VIRA

    Por: 247

Fácil, não é, mas é possível virar. O que foi construído pode ser desconstruído. O que foi posto, pode ser virado.
Hoje, em grande medida, a virada depende do nordeste. É a grande região de votos do Haddad, onde é mais possível virar o voto a favor do Haddad, porque é a região que mais conhece as transformações fundamentais que mudaram sua vida para melhor. Haddad lidera bem, mas é possível e indispensável elevar essa liderança ao patamar dos 70% que a Dilma teve la. E’ a região em que basta associação do Haddad com o Lula, para se reverter o voto.
É a região em que a menção dos programas dos governos do PT, para os nordestinos representa a melhoria das suas condições de vida, do Bolsa família à transposição do São Francisco, do Luz para todos ao Minha casa minha vida, da geração de empregos à abertura de escolas publicas. É onde a evidencia de que a vida de todos tinha melhorado e pode voltar a melhorar, se impõe. E pode ser usada como argumento claro para reverter votos de todas as camadas da população.
Se faltasse argumentos, a menção do Lula, do seu governo, do seu candidato, é argumento irresistível para reverter votos. O Haddad precisa aumentar seu caudal de votos e não é possível que o Bolsonazi tenha ainda tantos votos na região, depois das menções ofensivas dele aos nordestinos.
Esse é o primeiro grande objetivo, para que o vira vira seja uma realidade. Haddad volta ainda uma outra vez ao nordeste, a Pernambuco, para fechar a campanha em Recife. Tem que ser uma viagem mais apoteótica ainda e marcar a virada democrática.
Objeto prioritário da virada são os votos dos mais pobres, a grande maioria da população. Mesmo que tenha argumentos, religiosos ou de outra ordem, eles tem que ser confrontados com a sua realidade concreta, que piorou muito com o governo Temer. Deixar claro que o Bolsonazi vai manter a politica econômica do governo Temer, que seu guru econômico não se cansa de dizer isso. O que significaria manter, a partir de janeiro, o desemprego, os salários precários, ao que se soma a ameaça de tirar o decimo terceiro salário, as ferias remuneradas, de aumentar os impostos para os pobres. Recordar como a vida de todos tinha melhorado muito, como havia emprego para todos, como os salários sempre aumentavam acima da inflação no governo Lula.
Que isso pode voltar a ocorrer a partir de janeiro. A economia vai voltar a crescer com o Haddad, haverá muito mais empregos, enquanto com o Bolsonazi o povo vai continuar vivendo na miséria, no abandono. A forma como ele se refere ao povo, aos trabalhadores, mostrar como eles seriam tratados num governo dele. Outro setor prioritário são as mulheres, em que ainda ha empate entre os dois candidatos. É fundamental fazer todas as mulheres ouvirem como ele as trata, como seres inferiores, que as mulheres devem ganhar menos que os homens, que ele fala da violação das mulheres, que ele é contra a Lei Maria da Penha, que protege as mulheres das violências.
Que as mulheres tem que votar porque as defende nos seus interesses, na defesa da sua integridade física.
Bolsonazi votou a favor do congelamento dos recursos para as politicas sociais, portanto pelo fim do Bolsa família, do Minha casa minha casa, pelo fechamento de escolas publicas, por menos recursos para o Sus, por menos politicas sociais para todos e a favor que os banqueiros continuem mandando no pais, que é o que ocorre no governo Temer e que o Bolsonazi quer manter. Os pobres votam em grande medida pelo Haddad, mas é preciso tirar mais votos do Bolsonazi, mostrando como ele é contra os programas para os pobres, para os mais necessitados.
Os negros já votam majoritariamente pelo Haddad, mas se deveria fazer a todos eles ouvir o que o Bolsonazi diz deles, diz dos homossexuais, dos LGBT, dos quilombolas, como ele é inimigo deles. Como ele prega trata-los com violência, pela policia, com discriminação e exclusão dos seus direitos.
É preciso esclarecer os que acham que o armamento generalizado da população via significar mais segurança. Haverá mais armas, mais violência, mais mortes. Qualquer desavença num bar da esquina pode terminar em mortes. Qualquer briga na saída de um jogo de futebol pode terminar em massacre. Qualquer briga no trânsito pode terminar em mortes. Os jovens, os filhos das famílias não poderão circular com tranquilidade, sabendo que as pessoas andam armadas. As mães de família vão ficar ainda mais agoniadas esperando seus filhos voltaram do trabalho, da escola, do passeio com os amigos. O que é preciso, ao contrario, é controlar o trafico de armas, daquelas armas que alimentam os traficantes e as milícias, que junto com a policia, são os grandes responsáveis pelas mortes da população.
Cada um saberá como traduzir os argumentos contra o Bolsonazi, pelo retorno a politicas de paz, de justiça social, de reconhecimento do direito ao emprego e ao salario, do direito ao acesso a escolas, a universidades.
Dessa nossa capacidade de convencer as pessoas de que seus interesses estão do lado do Haddad e contra os do Bolzonazi, de todas as formas que sejamos capazes, com convencimento, com persuasão, com argumentos, depende o vira vira que no levará à vitoria no dia 28.



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MILHARES DE MULHERES FAZEM ATO PELO PAÍS CONTRA BOLSONARO E PELA DEMOCRACIA


por Daniel Mello, Nielmar de Oliveira, Luciano Nascimento (Agência Brasil) - Em várias cidades do país, manifestantes se reúnem neste sábado (20) contra o fascismo e a favor da democracia, pelos direitos humanos e em defesa da liberdade de expressão. O ato é organizado por movimentos de mulheres de distintos segmentos, entre eles Mulheres Unidas contra Bolsonaro. Já para o domingo (21) estão programadas manifestações em todo país contra o comunismo e o retorno do PT à presidência.
São Paulo
Em São Paulo, a manifestação lotou o vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). A multidão chegou a extrapolar a área da praça e ocupou totalmente os dois sentidos da Avenida Paulista, na região central da capital. Ao som de tambores, centenas de pessoas gritavam “Ele não!”, “Ele Nunca!” e “Ele Jamais”, em referência ao candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro.
A articulação do ato na capital paulista é dos mesmos coletivos de mulheres que organizaram o protesto do último dia 29 no Largo da Batata, zona oeste paulistana, contra o candidato.
Faixas de diversas cores e tamanhos se posicionavam contra as declarações do presidenciável consideradas ofensivas às mulheres, aos homossexuais e negros. Também podiam ser vistas bandeiras de centrais sindicais e partidos políticos em meio à multidão.
O protesto, que seguiu em direção à Praça da Sé, contou com público diverso: pais com filhos no colo, adolescentes, casais de idosos e artistas.
Para Fábia Carmen, uma das participantes da organização, que reúne cerca de 30 coletivos de mulheres, a mobilização foi fundamental para evitar que Bolsonaro obtivesse uma vitória já no primeiro turno da eleição: “Se a gente não tivesse lutado como a gente lutou, talvez não tivesse nem segundo turno”, enfatizou.
Rio de Janeiro
No Rio, os manifestantes se reuniram na Cinelândia. Com bandeiras de vários partidos de esquerda, jovens, idosos e crianças gritavam "Ele não!".
Durante toda a manifestação os participantes entoavam cantos como "A nossa luta, é todo dia, somos mulheres na democracia", ou ainda "Pisa ligeiro, quem não pode com as mulheres não atiça o formigueiro".
Na Candelária, os manifestantes homenagearam com uma dança o mestre Moa do Katendê, assassinado a facadas na noite do primeiro turno da eleição após declarar voto ao PT, em Salvador (BA).
Ana Carlina Costa, uma das organizadoras do movimento Mulheres Unidas contra Bolsonara, disse que a manifestação de hoje é a continuação da do último dia 29 de setembro, que levou, segundo os organizadores, mais de um milhão de pessoas às ruas de todo o país.
“Foram mais de um milhão de pessoas, pra dizer porque a gente não aceita um governo do Bolsonaro, com um programa fascista e de ataque à classe trabalhadora do país”.
Da Candelária, os manifestantes seguiram em passeata até a Lapa.
Brasília
Na capital federal, os manifestantes começaram a se agrupar na Rodoviária e às 16h ocupavam três faixas do eixo monumental. Eles seguiram em direção à Funarte, na região central da cidade. De acordo com a organização, 10 mil pessoas participaram do protesto. A Polícia Militar não estimou o número de participantes. Como nas outras capitais, o ato contou com mulheres, adolescentes, jovens, casais de idosos e muitas famílias acompanhadas dos filhos. Com cartazes e ao som de tambores, as pessoas subiram a avenida gritando “Ele não!”, “Ele Nunca!” e “Ele Jamais”.
Críticas às declarações do presidenciável consideradas ofensivas às mulheres, aos homossexuais e negros estavam presentes em faixas de diversas cores e tamanhos: “A gente quer um país para todas e todos”, “Mais amor e menos ódio”, “Mulheres contra o machismo, o racismo e a homnofobia” e “Marielle, presente”, uma referência à vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco assassinada em 14 de março, podiam ser vistas na manifestação.
Motoristas que passavam pelo local buzinaram, saudando os manifestantes. Um espaço para acolher as crianças e para a confecção de cartazes foi montado na Funarte por um grupo de mães presente no ato. Entre os manifestantes, um clima de tranquilidade e solidariedade.
“Hoje voltamos às ruas de Brasília para dizer que a gente quer barrar o atraso, quer barrar o candidato que representa as posições fascistas em curso no nosso país. Tem mulheres, trans, homens, gente nova, idosos, pessoas de todas as cidades satélites”, disse a jornalista Leonor Costa, uma das organizadoras.
Uma forte chuva, dispersou a manifestação por volta das 17h40.


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TRT-MG PUNE MINERADORA QUE TENTOU OBRIGAR FUNCIONÁRIOS A VOTAR EM BOLSONARO

: <p>Flapa Mineração é punida pelo TRT-MG por pedir voto de funcionários para Bolsonaro</p>

247 - A empresa mineira Flapa Minerações e Incorporações foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho Minas Gerais (TRT-MG) por tentar direcionar o voto de seus funcionários. A mineradora, por meio de um comunicado afixado no mural da empresa, cobrou que os trabalhadores votassem no candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL). A empresa foi condenada a se retratar e terá que pagar multa diária de R$ 500 mil caso descumpra a decisão.
Para a juíza da 30ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, Clarice dos Santos Castro, a atitude da empresa consiste em "abuso do poder diretivo e da posição hierárquica" e leva os funcionários a "temerem por seus empregos, fazendo com que sejam potenciais alvos de pressões psicológicas das mais variadas espécies".
Para a magistrada, a punição tem o objetivo de demonstrar a "impossibilidade e ilegalidade de se realizar campanha pró ou contra determinado candidato, coagindo, intimidando, admoestando ou influenciando o voto de seus empregados, com abuso de poder diretivo".


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TSE ADIA ANÚNCIO DE MEDIDAS CONTRA NOTÍCIAS FALSAS

Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF (01/03/2016)

Por André Richter, em Agência Brasil - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para domingo (21), às 14h, a entrevista coletiva marcada para esta tarde para anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais. A entrevista foi adiada por causa de  incompatibilidades nas agendas dos participantes.  
A coletiva foi anunciada ontem (18) após o TSE receber cobranças sobre as medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdo falso durante a campanha eleitoral.
Nesta quinta-feira (18), a coligação que sustenta a candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República e o PSOL entraram com pedidos no TSE para que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.
Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.
Deverão participar da coletiva prevista no próximo domingo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.


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RUAS DO PAÍS SÃO TOMADAS CONTRA O RISCO BOLSONARO


Redação RBA – A uma semana do segundo turno da eleição que vai escolher o futuro presidente da República, milhares de pessoas que integram as forças democráticas estão hoje (20) nas ruas para mostrar unidade contra a escalada do fascismo, protofascismo ou neofascismo.
A ideia é mostrar que o campo democrático está mobilizado em apoio ao candidato Fernando Haddad (PT) contra o projeto de raiz neoliberal, em defesa da soberania nacional e, especialmente, em forte oposição ao modelo de campanha de Bolsonaro, sustentado por discursos de ódio e mentiras.
Nos últimos dias, a estratégia suja da campanha bolsonarista começou a ser desmascarada a partir de conexões que revelaram aliados como Steve Bannon, norte-americano ligado a ideias de supremacia branca, que comandou a campanha de Donald Trump em 2016. As ferramentas utilizadas nos Estados Unidos se repetem aqui: a intensa disseminação de fake news por redes sociais, especialmente o WhattsApp, patrocinadas por empresários – daí a hashtag #Caixa2doBolsonaro ter dominado as redes sociais em todo o mundo.
Atos
As manifestações começaram neste sábado logo pela manhã em algumas cidades. Quem checou as redes sociais antes de sair de casa, viu também que algumas cidades no exterior também tiveram manifestações contra o fascismo, como Genebra, na Suíça, e em Oslo, na Noruega, onde capoeiristas fizeram uma homenagem ao mestre Moa do Katende, assassinado em Salvador por um bolsonarista após declarar voto em Haddad.

Uma das primeiras cidades brasileiras a ver as ruas tomadas foi Goiânia. Margarida, professora de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG) declarou seu voto em Haddad porque "o país precisa retomar a democracia. Porque somos pela paz e não pela guerra".
Também pela manhã, Haddad participou de um ato de campanha em Fortaleza, com a presença do governador eleito Camilo Santana (PT), da presidenta da legenda, senadora Gleisi Hoffmann, sua mulher, Ana Estella Haddad, e do líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto Guilherme Boulos, que disputou o primeiro turno pelo Psol.
Em São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte os atos começaram por volta das 15h e já reúnem grande quantidade de democratas.
Na capital dos mineiros, um grupo de evangélicos chegou cedo. "Sou professora, sou mulher evangélica. #EleNão porque ele vai contra tudo que defendo, vai contra o que disse Jesus. Jesus andava com prostitutas, perdoou um ladrão enquanto era crucificado e Bolsonaro vai contra tudo isso", disse a professora Ane. Também evangélica July, mulher negra, disse que ele não, porque "minha própria pele já expressa e diz não. Se ofende minha existência, serei resistência. Ele jamais. Enquanto professora, minha profissão também diz ele não. Acredito no poder dos livros. Minha religião também. Jesus foi torturado, então ele jamais".


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MOVIMENTOS SOCIAIS VOLTAM ÀS RUAS POR HADDAD E CONTRA BOLSONARO

Ricardo Stuckert | Reuters

Da Rede Brasil Atual – Em defesa da democracia e dos direitos da população, manifestações populares estão agendadas para este sábado (20) em todos os estados. A mobilização intitulada "Todos pelo Brasil" é organizada por movimentos sociais. "Vamos vencer a violência e o ódio e construir, com (Fernando) Haddad, um Brasil unido", diz a convocação da Frente Brasil Popular.
De acordo com a organização, as manifestações devem contar com a presença de algumas das principais lideranças políticas brasileiras. O objetivo é expor os retrocessos representados pela candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).
A convocação também enaltece o movimento #EleNão, no último dia 29. "As mulheres foram para as ruas no primeiro turno e com uma imensa manifestação do ajudaram a garantir o segundo turno. Agora é preciso que toda a sociedade civil, mais uma vez, se organize para mostrar a nossa indignação e amor pelo Brasil, resistir e virar o jogo nas urnas no dia 28 de outubro", diz o texto.
Em São Paulo, o ato será às 15h, no vão livre do Museu de Arte (Masp), na Avenida Paulista, região central da capital. Já no Rio de Janeiro, a manifestação começa às 13h, na Cinelândia.
Belo Horizonte terá seu ato às 12h, na Praça Sete de Setembro, no centro. A programação em Salvador começará às 14h, com concentração no Largo do Campo Grande.
Segundo o site da campanha O Brasil Feliz De Novo, cerca de 30 cidades já possuem atos programados em prol do candidato petista, e mais de 1 milhão de pessoas já confirmaram presença. Confira a agenda completa aqui.


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DOCUMENTO CONFIRMA FRAUDE ELEITORAL NO ZAP

Fotos: ABr

247 – Uma nova reportagem da jornalista Patrícia Campos Meloconfirma a fraude eleitoral pelo whatsapp, cometida por apoiadores de Jair Bolsonaro, como o empresário Luciano Hang, dono da Havan, que disseminaram mentiras contra Fernando Haddad. Uma das empresas contratadas pelos apoiadores de Bolsonaro, a Croc Services, formalizou proposta de R$ 8,7 milhões à campanha de Geraldo Alckmin, do PSDB, usando nomes e números de celulares obtidos pela própria agência, e não pelo candidato – o que é ilegal.
"Trocas de emails e a proposta de um contrato obtidas pela Folha confirmam a oferta de disparos em massa por WhatsApp a campanhas políticas, utilizando base de usuários de terceiros, em desacordo com a lei eleitoral. A Croc Services formalizou proposta de R$ 8,7 milhões à campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, usando nomes e números de celulares obtidos pela própria agência, e não pelo candidato. A oferta de contrato da empresa, com data de 30 de julho e obtida pela Folha, cita opções diversas de disparos de mensagens por WhatsApp, com pagamento a ser feito até três dias antes da ação", informa Patrícia Campos Mello.
"Pedro Freitas, sócio-diretor da Croc, afirmou não saber que a prática era ilegal. Ele disse que só prestou serviços para a campanha de Romeu Zema (Novo) ao governo de Minas, que gastou R$ 365 mil, e de Alckmin, com a base fornecida pelos partidos — Zema também diz que só comprou serviços com dados próprios", diz ainda a reportagem.
"A compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada, além de vir de pessoa jurídica, o que é vedado. Com isso, pode-se também incorrer no crime de abuso de poder econômico e, caso se considere que teve influência determinante, pode levar à cassação da chapa, caso o candidato esteja ciente", esclarece ainda a jornalista.
Bolsonaro afirmou na quinta não ter "controle se tem gente fazendo isso". Neste sábado, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar o Bolsolão – escândalo de caixa dois de Bolsonaro (saiba mais aqui).


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PF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR BOLSOLÃO


Da Agência Brasil – A Polícia Federal (PF) instaurou hoje (20) inquérito para investigar a disseminação de mensagens pelo WhatsApp referentes aos candidatos à Presidência da República.
O pedido de abertura de investigação foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela quer que a PF apure o possível uso de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar notícias falsas, as chamadas fake news.
Esta semana, jornais publicaram matérias segundo as quais empresas de marketing digital, custeadas por empresários que apoiam o candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também abriu processo, depois de ação ajuizada pela candidatura de Fernando Haddad (PT) na quinta-feira (18).
Ao rebater as acusações, pelo Twitter, Jair Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e afirmou que o PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela “verdade”.
As matérias dos jornais apontaram uma rede de empresas contratadas para efetuar os disparos em massa.
Os contratos, que chegariam a R$ 12 milhões, seriam bancados por empresários próximos ao candidato.
Para a procuradora Raquel Dodge, o quadro de possível interferência na formação de opinião dos eleitores com atuação dessas empresas com mensagens que podem caracterizar ofensas aos dois candidatos “afronta a integridade do processo eleitoral”.


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COM MEDO DA PF, EMPRESAS AGORA ESCONDEM APOIO A BOLSONARO

Reuters

247 - O empresariado que vinha declarando abertamente seu apoio à candidatura de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) mudou de atitude em razão da repercussão da denúncia de que empresas de vários setores estariam bancado uma campanha milionária para atacar o adversário do campo democrático, Fernnod Haddad, e o PT. A ordem agora é de cautela, evitando exposição, para tentar não ser alvo de um inquérito da Polícia Federal, como solicitado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Dentre os empresários que passaram a adotar um tom mais moderado no apoio a Bolsonaro estão nomes como o acionista da construtora Tecnisa Meyer Nigri, Flávio Rocha, da rede varejista Riachuelo, o dono da rede Centauro, Sebastião Bomfim, e o da locadora Localiza, Salim Mattar. Para estes, segundo a Folha de S. Paulo, continua prevalecendo o temor de que a reforma trabalhista, feita por Michel Temer e que suprimiu direitos dos trabalhadores, seja derrubada caso o candidato do campo democrático, Fernando Haddad (PT), vença o segundo turno da eleição presidencial.
Além disso, os empresários que deram apoio declarado a Bolsonaro também temem que, diante da falta de propostas do candidato do PSL, venham a ser associados como corresponsáveis por uma crise ainda maior que atual, em um eventual governo. Nesta linha, a exceção continua sendo o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas de departamento Havan. Ele, que já foi multado em R$ 10 mil pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), diz ser um dos poucos que "não têm medo de dizer o que pensa".
A Havan foi citada na reportagem que apontou que empresas estão comprando pacotes milionários de disparos pelo aplicativo Whatsapp contra Haddad, o que é vedado pela Justiça Eleitoral, além de configurar crime de caixa 2.


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Prevenção ao Aedes aegypti ganha força-tarefa na zona rural de Petrolina

   Por: Carlos Britto

O distrito de Rajada recebeu nesta sexta-feira (19), uma grande força- tarefa da Prefeitura de Petrolina para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e Zika.
Com a participação de cerca de 20 agentes de endemias, a população da localidade recebeu orientações educativas na unidade de saúde e também abriu as portas para os agentes, que fizeram tratamento focal nos criadouros de larvas encontrados, e, nas áreas com presença do mosquito, realizaram o bloqueio de transmissão.
De acordo com a gerente de Endemias, Rânmilla Castro, a atividade foi pensada após a confirmação de um surto de dengue em algumas cidades da Bahia, que fazem divisa com Petrolina. “Depois da confirmação, inclusive, de um óbito em Casa Nova, decidimos realizar essa força tarefa na localidade. Escolhemos Rajada também por apresentar a maior incidência do vetor no último Levantamento Rápido de Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa)”, informa.
Rânmilla explicou ainda que o trabalho de combate à dengue é uma prioridade do município, que conseguiu reduzir os casos em 1000% no ano passado. “Estamos com os agentes todos os dias nas ruas, dando orientações, procurando focos de larvas e possíveis criadouros, fazendo remoção de recipientes que possam acumular água, tudo para manter os índices baixos de infestação. Contamos sempre com o apoio da população para juntos combatermos o Aedes ageypti”, finaliza.
Com informações da Ascom e foto de Alexandre Justino

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Governador Paulo Câmara: Não vamos desistir do Brasil e mostraremos essa resistência em PE

            Por: Vinicius de Santana

Reeleito no primeiro turno em Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB) reuniu, na tarde desta sexta-feira (19), um grande conjunto de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, deputados e lideranças políticas pernambucanas para reafirmar o apoio ao presidenciável Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições 2018. Cerca de mil líderes de todas as regiões do Estado lotaram o Centro de Convenções do Hotel Canariu’s, em Gravatá, no Agreste, para confirmar que estão ao lado de Paulo e Haddad para garantir dias melhores no Brasil.
Durante o encontro, Paulo fez um agradecimento às lideranças pelo apoio dado no primeiro turno em Pernambuco e pediu que a mobilização se repita na campanha de Haddad, sobretudo nesta reta final que antecede o pleito. “O desafio que nós temos até dia 27 é importante e necessário. O Brasil já está dando passos para trás e a gente não pode deixar dar passos mais largos ainda. Vamos em frente nesta última semana. Vocês viram no primeiro turno que na última semana aconteceu muita coisa. Não vamos desistir do Brasil e vamos mostrar essa resistência em Pernambuco”, afirmou.
O socialista destacou que a força do Nordeste será primordial para garantir resultados expressivos em favor de Haddad e lembrou os avanços promovidos na gestão do ex-presidente Lula, sobretudo na região. “O caminho de Lula de diminuir desigualdade sociais e regionais, de gerar emprego e renda são valores que não podemos deixar escapar de maneira nenhuma. Falar nisso é falar de futuro. O que a gente já conhece e sabe que dá certo. Haddad representa isso. Ele teve pouco tempo de mostrar na campanha e está se esforçando no segundo turno. As fake news estão espalhadas e com grupos poderosos por trás disso, como foi noticiado. Mas a verdade sempre estará na frente”, defendeu o governador.
Eleita vice-governadora, a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, destacou que a eleição de Bolsonaro representa uma ameaça ao Brasil e que é preciso dialogar com a população e mostrar o melhor projeto presidencial. “Ele representa o que há de pior na política. Precisamos, portanto, fazer o debate de ideias. A primeira semana após o primeiro turno foi de violência política. Esta candidatura (de Bolsonaro) está fazendo caixa dois e financiamento eleitoral. É a junção de crimes cometidos com as fake news. Pernambuco vai demonstrar que tem altivez. Vamos garantir a vitória do que representa o legado do melhor presidente que já tivemos, que foi Lula”, declarou.
O senador reeleito Humberto Costa (PT) destacou a disparidade entre os projetos representados por Fernando Haddad e Jair Bolsonaro e o risco que o o candidato oposto apresenta para o Brasil. “De um lado a gente tem alguém que a gente conhece. Um candidato preparado, que foi ministro, que criou o Prouni, Pronatec, e em todo município existe uma ação de Fernando Haddad, que é representante de um projeto que nós conhecemos. O candidato da democracia, da defesa da Constituição. Do outro lado, temos um homem que ninguém sabe o que ele é. Ou melhor. A gente sabe que ele é uma pessoa despreparada, alguém folclórico”, avaliou.
Representando mais de 100 prefeitos pernambucanos que participaram do encontro, o chefe do Executivo em Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), reforçou a necessidade de cada liderança municipal no pleito que se aproxima. Ele também falou da importância da vitória de Haddad para garantir as parcerias entre Pernambuco e o Governo Federal. “Não podemos baixar a cabeça e nos omitir. Esta é a hora de demonstrarmos força, coragem e autonomia. Eleição se ganha no dia com o voto. Vamos trabalhar e mostrar a liderança de Paulo Câmara garantindo uma vitória expressiva de Haddad”, pontuou.
Candidata no primeiro turno das eleições, Dani Portela (PSol) também participou da atividade e destacou a união realizada na segunda etapa do pleito em favor da Haddad. “Há poucos dias estávamos em palanques opostos. Hoje a nossa união se da para defender democracia no Brasil”, pontuou.

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ESCRITORES, EDITORES E TRABALHADORES DA INDÚSTRIA EDITORIAL DECLARAM APOIO A HADDAD


247 - Um manifesto de escritores, editores, ilustradores e demais trabalhadores da indústria editorial declara apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) a presidente. 
Dentre as primeiras 200 assinaturas estão Angela Davis, Arnaldo Antunes Augusto de Campos, Chico Buarque, Conceição Evaristo, David Harvey, Fernando Morais, Lilia Schwarcz, Leonardo Padura, Lira Neto, Luiz Schwarcz, Luís Fernando Verissimo, Marilena Chauí, Milton Hatoum, Noam Chomsky Brasil, Renato Janine Ribeiro e Roger Chartier.
"Não podemos deixar de registrar o risco de retrocessos que a candidatura opositora representa, ao apoiar projetos como o Escola sem Partido, que, a pretexto de instituir uma educação 'neutra' - ficção em qualquer país do mundo -, visa a doutrinar os alunos com o que há de mais retrógrado e a introduzir a delação na atividade docente", diz trecho do manifesto. 
Para assinar, acesse aqui.
Leia, abaixo, o manifesto:
Nós, escritores, editores, livreiros e trabalhadores da indústria editorial, declaramos nosso apoio à candidatura de Fernando Haddad para a Presidência da República.
Professor, pesquisador, ministro da Educação e prefeito de São Paulo, Haddad demonstrou compromisso claro com valores que são essenciais para a vida intelectual e literária de um país democrático: a promoção do letramento e da democratização da vida escolar, a defesa intransigente da liberdade de opinião e a busca pela igualdade de vozes no debate político, cultural e pedagógico. Essa postura se traduziu em avanço na escolarização, na diversidade nas escolas – como a inclusão de pessoas com deficiência – e na ampliação do acesso à universidade. Seu programa de governo promete aprofundar essas mudanças essenciais para a democracia e a bibliodiversidade.
Não podemos deixar de registrar, também, o risco de retrocessos que a candidatura opositora representa, ao apoiar projetos como o Escola sem Partido, que, a pretexto de instituir uma educação "neutra" - ficção em qualquer país do mundo -, visa a doutrinar os alunos com o que há de mais retrógrado e a introduzir a delação na atividade docente. Repelimos, ainda, a difusão incessante pelos meios digitais, especialmente o WhatsApp, de mentiras sobre Fernando Haddad e Manuela D'Ávila e a defesa da censura de livros e das restrições à liberdade de pensamento. Sendo assim, em favor da democracia duramente conquistada e de um país melhor e menos desigual, nosso voto não poderia ser outro.
#LivrosContraEle #Haddad13 #FrenteDemocraticaJa #DitaduraNuncaMais #FascismoNao #EleNunca
Ademir Assunção, poeta e jornalista
Alberto Schprejer, editor
Alex Niche Teixeira, editor
Alice Ruiz, poeta
Aluízio Leite, editor
Alysson Leandro Mascaro, filósofo do direito e escritor
Ana Cecilia Impellizieri Martins, editora
Ana de Leon, psicóloga e escritora
Ana Lasevicius, escritora e ilustradora
Ana Luísa Escorel, editora e escritora
Ana Paula Megiani, historiadora
André Albert, editor
André Conti, editor
André Sant'Anna, escritor
Andrea Werkema, crítica literária
Angel Bodjasen, editor
Angela Davis, filósofa e escritora estadunidense
Angela Meirelles, historiadora
Anibal Bragança, editor e escritor
Anita Leocadia Prestes, historiadora e escritora
Antonio do Amaral Rocha, editor
Arnaldo Antunes, poeta e músico
Arnaldo Branco, roteirista e cartunista
Augusto de Campos, poeta e tradutor
Bél Santos Mayer, escritora
Benita Prieto, escritora
Boaventura de Souza Santos, sociólogo e escritor português
Bruno Zeni, editor
Chico Bicudo, escritor
Chico Buarque, compositor e escritor
Cidinha da Silva, escritora
Cláudio Willer, escritor
Conceição Evaristo, escritora
Cristina Fernandes Warth, editora
Cynthia Sarti, editora
Dainis Karepovs, escritor
Daniel Chomski, livreiro
Daniel Louzada, livreiro
Daniela Gutfreund, editora e tradutora
David Harvey, geógrafo e escritor britânico
Daysi Bregantini, editora
Débora Thomé, escritora
Diléa Frate, escritora
Dirce Waltrik do Amarante, escritora
Dolores Prades, editora
Durval Noronha Goyos, escritor
Eda Nagaiama, escritora
Edelcio Mostaço, teatrólogo
Eder Cardoso, artista gráfico
Edith Derdik, escritora e artista plástica
Eliana Sá de Araújo, editora
Eliana Yunes, escritora
Eliane Robert de Moraes, escritora e professora
Elisa Ventura, livreira
Eric Nepomuceno, escritor e tradutor
Eunice Ostrensky, filósofa
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Fabíola Faria, escritora
Felipe Lindoso, escritor e pesquisador
Fernando Carvall, ilustrador
Fernando Morais, jornalista e escritor
Flávia Garcia Rosa, editora
Flávio Carneiro, escritor
Flávio Gomes, historiador
Florencia Ferrari, editora
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Gabriel Perissé, professor e escritor
Galeno Amorim, escritor e jornalista
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Gustavo Faraon, editor
Haroldo Ceravolo Sereza, jornalista e editor
Hebe Mattos, historiadora
Heitor Ferraz, escritor e professor
Henrique Rodrigues, escritor
Irineu Pérpetuo Franco, crítico musical
Isabella Marcatti, editora
Ivana Jinkings, editora
Jacqueline Sinhoretto, socióloga
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Janaína Teles, historiadora
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Joana Monteleone, historiadora e editora
João C. Mendes, editor
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José Carlos Monteiro da Silva (Zeca), editor
José Castilho Marques Neto, professor e editor
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Joselia Aguiar, jornalista e escritora
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Brutal. Professor é assassinado no interior da Bahia

  Por: Vinicius de Santana
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Por volta das 13h00 desta quinta-feira, 18 de outubro, a Polícia Militar de Jucuruçu foi acionada para atender a uma ocorrência de homicídio, cujo corpo foi encontrado na Fazenda Boa sorte, Distrito de Monte Azul. Chegando ao local, o caso foi confirmado, e a vítima identificada como sendo, Romilson Oliveira Pereira, 56 anos de idade. A Polícia Civil foi acionada para realizar o levantamento cadavérico.
Chegando ao local, a Polícia Civil encontrou a vítima despida, caída em uma área de pastagem da Fazenda Boa Sorte, já entrando em estado de decomposição, apresentando várias perfurações pelo corpo, na região do abdômen, pescoço, além de um corte no testículo e na perna do lado direita, possivelmente provocados por arma branca (faca).
Segundo moradores daquela região, a vítima era homossexual e foi visto nesta quarta-feira (17), por volta das 19h30, a bordo de sua motocicleta, com uma mochila nas costas. Ainda segundo testemunhas, era de costume a vítima ir na fazenda, onde marcava os encontros amorosos. No local, foi encontrado a faca, provavelmente utilizada no crime. Segundo a delegada Rosângela Santos, a vítima era professor, já havia trabalhado em Monte Azul, mas, atualmente trabalhava em Guaratinga. Um inquérito policial foi instaurado para investigar autoria e motivação do crime.


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Polícia do Paraná apura denúncia de estupro e suposta motivação política

A vítima se declara mulher transexual, de 22 anos, e disse que o crime foi cometido por um grupo de garotos por causa de um adesivo #EleNão

   Por: Agência Brasil 
Universidade Federal do Paraná



A Policia Civil paranaense investiga se há motivação política em uma denúncia de estupro no Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A vítima, que se declara mulher transexual, de 22 anos, disse que o crime foi cometido por um grupo de garotos e que a motivação seria o fato de ela estar usar um adesivo da campanha #EleNão – contrária à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

O relato foi postado no site do Mapa da Violência. A denúncia anônima é investigada pela Delegacia da Mulher de Curitiba. Nas redes sociais, o centro acadêmico informou quer tomou conhecimento do caso por meio da internet, mas que, até o início da semana, não havia sido contactado pessoalmente pela vítima.


“Não vamos colocar em descrédito o relato da vítima pois, o tempo todo, vítimas de estupro são culpabilizadas. Nos colocamos a serviço do acolhimento da vítima, mesmo que essa mulher não se sinta à vontade para a exposição do ocorrido. O corpo docente, juntamente com os estudantes, está articulando formas de lidar com o acontecido de forma a verificar os fatos.”

Repúdio

O Centro Acadêmico de Ciências Sociais publicou, também em sua página no Facebook, uma nota de repúdio, por meio da qual se coloca à disposição da vítima para auxiliá-la no que for necessário – inclusive para tomar medidas legais e na busca por apoio psicológico. “Não podemos banalizar esse como mais um caso estatístico”. O centro apela para o fim da “crescente onda de violência”.

Na nota, a entidade diz que também identificou pichações com os dizeres “B17” e com suásticas nas paredes do centro acadêmicoe informa que vai repensar a abertura do local em todos os turnos do dia – incluindo à noite – para estudantes de ciências sociais, de outros cursos e para a comunidade externa. 

Em momentos anteriores, nas redes sociais, quando questionado sobre a violência atribuída aos seus simpatizantes, Bolsonaro afirmou que rechaça qualquer tipo de agressão e que não tem como controlar as pessoas.


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