sexta-feira, 19 de maio de 2017

98,5% DOS BRASILEIROS QUEREM ELEIÇÕES DIRETAS


Pesquisa feita pelo 247 com 5.757 internautas revela: nada menos que 98,5% dos brasileiros defendem a realização de eleições diretas para presidente, depois que se se confirmar a queda, já líquida e certa de Michel Temer.
Nesta sexta-feira, o jornal O Globo defendeu a renúncia de Temer e colocou que explicitamente que ele será expelido da presidência da República querendo ou não (leia aqui).
Isso significa que, nos próximos dias, o Brasil viverá a grande batalha de sua história: de um lado, praticamente todos os brasileiros, que exigem a democracia de volta e o direito de votar para presidente.
De outro, a Globo e as forças golpistas, que tentarão controlar a sucessão de Temer.
Neste domingo 21, haverá atos em todo o Brasil pelas diretas-já.
Participe!
Abaixo, reportagem da Rede Brasil Atual sobre os protestos de domingo:
Movimentos avisam: 'Não vamos sair das ruas'
São Paulo – As frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, que reúnem quase uma centena de movimentos sociais, não admitirão uma saída para a crise política que não contemple convocação imediata de eleições gerais. "Não vamos aceitar golpe dentro do golpe. Vamos continuar fazendo campanha pelas diretas já. (A solução) Não pode ficar na mão de um Congresso que é absolutamente questionável", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, após reunião na sede da entidade, na região central de São Paulo. Ao comentar o pronunciamento de Michel Temer negando a renúncia, ele afirmou que a postura demonstra "a falta de irresponsabilidade que esse senhor tem com o Brasil".
Para o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, integrante da Povo sem Medo, o governo – que já não tinha legitimidade – perdeu a condição política de continuar. "Os mesmos que entraram pelas portas dos fundos do Palácio do Planalto vão sair de lá direto para a lata de lixo da história", afirmou, apontando uma "operação em curso" que inclui eleição indireta. "É golpe. Nenhuma dessas alternativas (Rodrigo Maia, Cármen Lúcia) tem legitimidade. Não vamos sair das ruas."
Boulos prevê que no próximo domingo (21) 1 milhão de pessoas estarão se manifestando pelo país por eleições. "Se o Temer cair, a mobilização prossegue. O Fora Temer não basta mais", disse o líder do MTST, para quem a única saída "oxigenada" da crise passa pela participação popular, "qualquer que seja a alternativa jurídica para isso", citando a proposta de emenda à Constituição que estabelece eleições e o próprio julgamento da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, marcado para 6 de junho.
Os movimentos também pedem a retirada das propostas de reformas trabalhista e previdenciária, em tramitação no Senado e na Câmara, respectivamente. "Não há condição política para essa turma propor que você fique sem aposentadoria ou que faça bico porque não tem emprego", disse Vagner. Ele lembrou que as centrais farão uma "ocupação" em Brasília na próxima quarta-feira (24). E considera a crise um "momento de oportunidade para retomar a democracia".
"Há um consenso (entre as entidades que integram as frentes) de que a questão fundamental é diretas já", disse Gilmar Mauro, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). "Esse Congresso não pode eleger indiretamente, porque não tem moral." Na avaliação do dirigente, o processo que pode culminar com a queda de Temer é resultado da pressão popular. "Queremos retomar o processo democrático no nosso país", afirmou.
"As eleições diretas são a única alternativa para devolver ao povo a solução para este país", reforçou a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, destacando a extensão da greve geral realizada em 28 de abril. "Agora se revelam os motivos desse golpe, de tamanha ruptura institucional, aplicar um programa que não foi escolhido em 2014."
Coordenador da Central de Movimentos Populares e da Brasil Popular, Raimundo Bonfim disse que há setores "flertando com eleições indiretas" e que não há fator de aproximação com grupos de direita, a não ser a saída de Temer. "Isso não significa que a gente não queira conversar com a base que eles dizem representar", emendou. Para ele, as chamadas "pedaladas", pretexto usado para a destituição de Dilma, assumem "insignificância" diante das denúncias divulgadas desde ontem.
"Não vamos aceitar nenhuma saída por cima", disse o secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, chamando Temer e o PSDB de "farsantes" e afirmando que, agora, não se trata de discutir quem apoiou ou não o impeachment de Dilma, mas dos mais de 90% que, segundo as pesquisas, rejeitam o atual presidente. "Das ruas nós não sairemos até a derrubada desse governo. Queremos também a revogação da lei da terceirização. Se for necessário, faremos uma nova greve geral, com mais força (247).

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DILMA SE POSICIONA PARA O PÓS-TEMER: DIRETAS-JÁ!


Em nota divulgada nesta sexta-feira, a presidente deposta Dilma Rousseff já se posicionou em relação ao pós-Temer.
"Na democracia, a regra é clara: o poder emana do povo e em seu nome é exercido. Nenhuma eleição indireta terá a legitimidade para tirar o país do abismo em que foi mergulhado. A única saída para a crise é eleições diretas, já!", diz ela.
Pego em flagrante participando de diversos crimes, Michel Temer vive seus últimos dias e até a Globo publicou editorial defendendo sua renúncia.
O responsável pela tragédia brasileira, Aécio Neves, foi desmoralizado e classificado como "risco à ordem pública" pelo ministro Edson Fachin.
A grande questão, agora, é evitar "o golpe dentro do golpe", que seria a eleição indireta, sob controle das mesmas forças, que lançaram o Brasil ao abismo.
Leia a íntegra da nota de Dilma:
“A crise política, iniciada em novembro de 2014 com a recusa dos golpistas em aceitar o resultado das urnas, foi agravada pelo  impeachment fraudulento.
O Brasil continua sangrando com os retrocessos impostos pelo governo golpista. Agora está sem rumo, diante das graves acusações lançadas nos últimos dias.
Na democracia, a regra é clara: o poder emana do povo e em seu nome é exercido. Nenhuma eleição indireta terá a legitimidade para tirar o país do abismo em que foi mergulhado.
A única saída para a crise é eleições diretas, já!” (247).

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Caprishow 2017.Começa a grande festa de Dormentes-PE

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Começou nessa quinta-feira(18) mais uma festa da Caprishow de Dormentes-PE. Este ano o evento tem outra administração municipal na cidade. O Prefeito Geomarco Coelho com toda a sua equipe, estar mantendo o ritmo do evento com grandes novidades para a festa criada por ele próprio quando foi prefeito pela segunda vez do município.

Gustavo Lima foi a grande atração da noite dessa quinta-feira e levou o público ao delírio
Gustavo Lima foi a grande atração da noite dessa quinta-feira e levou o público ao delírio


A Caprishow é realizada anualmente  para valorizar a criação de caprinos e ovinos na região e já  ganhou o interesse do brasil e do mundo que hoje chama atenção na só pela qualidade dos animais expostos, mas também pelo desenvolvimento da uma nova raça, Berganês.

A multidão lotou o p´tio de eventos na abertura da Caprishow 2017

A multidão lotou o pátio de eventos na abertura da Caprishow 2017

A grade artística, cultural e gastronômica estar muita variada e deve agradar a todos os gostos. Vai ter puxada do bode, gastronomia eminentemente nordestina, cavalgada, missa do vaqueiro, torneios leiteiros  e 40 mil reais em prêmios.
A expectativa é a melhor possível e espera-se as rodadas de negócios para uma boa  comercialização de animais e de outros produtos que vão estar na feira. Bancos oficiais estão presentes na feira oferecendo empréstimos para a comercialização de animais.
A Programação musical começou nessa quinta-feira(18) e o pátio esteve lotado para acompanhar a grande atração da noite que foi Gustavo Lima que arrancou aplausos e delírios da multidão presente. Antes se  apresentaram no palco, Almir dos Teclado e Xodó Estilizado, Adãozinho de Rajada, Zeca Bota Bom e Elson Vaqueiro.Hoje tem Aviões do Forró e outras atrações.
Veja a programação no banner publicitário da Prefeitura aqui em nosso blog. (Convocação Geral).

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Frente Brasil Popular realiza Assembleia Extraordinária na sede do SINDSEMP e define pautas de mobilização para os próximos dias

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Sindicatos, partidos políticos de esquerda e representante de movimentos sociais se reuniram nesta quinta-feira (18), na sede do Sindicato dos Servidores Municiais de Petrolina – SINDSEMP, em Assembleia Extraordinária da Frente Brasil Popular para articulação das mobilizações contra as reformas trabalhistas e da reforma da previdência, Lei da terceirização e a favor das Diretas Já.
As centrais sindicais do Brasil estão organizando um ato de ocupação em Brasília, para a próxima quarta-feira (24).  De acordo com o coordenador regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco – SINTEPE, Robson José Nascimento, que também compõe a Frente Brasil Popular em Petrolina, as mobilizações locais acontecem voltadas para o cenário político de inserção nacional que a cidade apresenta. “Petrolina é um polo político muito importante no Estado de Pernambuco. Temos representações políticos como deputados, senador e ministro na base do governo, e nós não podíamos deixar de fazer a nossa mobilização trazendo os trabalhadores para as ruas para protestar contra tudo o que está acontecendo, contra essa pauta de reformas, contra o golpe que foi instalado no Brasil para tirar os direitos dos trabalhadores”, esclarece afirmando ainda que, com o escândalo envolvendo o presidente ilegítimo Michel Temer, é necessário chamar a sociedade para defender o processo de eleições diretas.
O médico Aristóteles Cardona Junior, que faz parte da direção estadual da Consulta Popular e é também militante da Frente Brasil Popular de Petrolina, considerou a Assembleia muito importante, com a participação de mais de vinte entidades, organizações, sindicatos e movimentos, onde foram traçadas ações de mobilização. “A nossa agenda começa neste domingo (21), na feira da areia branca, onde vamos fazer uma panfletagem e dialogar com a população. Essa é uma experiência que a gente já tem vista como muito positiva, porque a população tá compreendendo muito bem o que está acontecendo”, conclui reforçando o convite para que a população compareça na feira da areia branca a partir das 07 h, para fortalecer a luta pelo direito de escolhermos o(a) nosso(a) presidente, com as Diretas Já.
O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina, Walber Lins, afirma que a participação do SINDSEMP nas mobilizações é indispensável, uma vez que o cenário político do Brasil apresenta pautas inaceitáveis. “Desde o ano passado o SINDSEMP vem construindo a participação conta o PL 257, a situação da PEC 244, e este ano nós tivemos a Lei da terceirização, a reforma trabalhista e a reforma previdenciária”, assegura, ressaltando que o momento é crucial, diante das consequências das delações que envolvem o presidente Temer, principal comandante de todos esses processos que destroem os direitos dos trabalhadores.
O SINDSEMP está à frente das mobilizações, junto com os demais movimentos sociais, sindicatos e a Frente Brasil Popular. (Convocação Geral).


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VEJA SEGUE GLOBO E TAMBÉM PEDE RENÚNCIA DE TEMER

Michel Temer, rejeitado por 92% dos brasileiros, perdeu mais um de seus pilares de sustentação nesta sexta-feira.
Depois da Globo, que pediu, em editorial, a sua renúncia (leia aqui), a revista Veja, da Editora Abril, também exigiu um basta.
Ainda que não tenha publicado a foto de Temer, nem a de Aécio Neves, outro aliado que caiu em desgraça, a capa de Veja significa também um pedido de renúncia. Na mensagem de capa, a revista pede "grandeza" dos homens públicos para que coloquem os interesses nacionais acima de seus interesses nacionais.
Temer só não renunciou até agora porque precisa do foro privilegiado para se proteger das acusações de corrupção e obstrução judicial. Segundo os delatores da JBS, Temer roubou, para uso pessoal, doações de campanha que recebeu (leia aqui).
Golpismo desmorona em praça pública. (247).

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TEMER EMBOLSOU R$ 1 MILHÃO DA DOAÇÃO QUE RECEBEU

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Em delação premiada, o diretor da JBS Ricardo Saud afirmou que Michel Temer, durante a campanha à reeleição em 2014, embolsou R$ 1 milhão de R$ 15 milhões em propina que o PT havia mandado a empresa dar para o então vice-presidente.
"Michel Temer fez uma coisa até muito deselegante. Nessa eleição, eu só vi dois caras roubar deles mesmos. Um foi o (Gilberto) Kassab, outro o Temer", disse Saud, em referência também ao ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações de Temer, segundo o BuzzFeed Brasil.
Temer pediu a Saud que entregasse R$ 1 milhão em dinheiro em um endereço anotado por ele num pedaço de papel, segundo o delator. A conversa aconteceu na calçada do escritório do peemedebista em São Paulo.
O endereço é na Vila Madalena, onde funciona a empresa Argeplan, do coronel João Batista Lima e Filho, um amigo próximo de Temer. As imagens do local foram mostradas por Saud aos procuradores da Lava Jato no último dia 5. (247).

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AÉCIO LIGOU PARA O CHEFE DA PF E SUGERIU AJUDA NA PREVIDÊNCIA


O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), líder do golpe que destroçou o Brasil, foi flagrado em mais um movimento de extrema audácia.
Ele telefonou para o próprio diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, e sugeriu ajuda na reforma da Previdência – um tema sensível para a corporação.
Abaixo, um trecho da reportagem de Rubens Valente:
A investigação também interceptou duas ligações telefônicas entre Aécio e o próprio diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. Na primeira conversa, Aécio fala sobre o depoimento dele que estava marcado na Operação Lava Jato, e que depois seria adiado por decisão do ministro do STF Gilmar Mendes.
Numa segunda ligação, Aécio pede um espaço na agenda de Daiello para "falar sobre a previdência", assunto em discussão no Congresso.
Os documentos revelam que os aparelhos telefônicos de Aécio e de Loures estavam sob interceptação judicial -ou seja, os grampos não ocorreram nos telefones de Gilmar Mendes e de Michel Temer. No juridiquês, são provas coletadas de "forma fortuita".
O mesmo ocorreu no caso da ligação para Daiello. (247).

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Programação São João de Caruaru 2017 – Atrações e Horários

São João Caruaru 2015/ Imagem: Divulgação Prefeitura de Caruaru

São João de Caruaru 2017 já tem novidades. A festa junina, que acontece no agreste, durante todo o mês de junho, é um dos melhores e mais procurados destinos do São João em Pernambuco.
A tradição é forte e todos os anos a cidade fica cheia e recebe um grande fluxo de turistas de cidades vizinhas e outras partes do país, que procuram muita diversão, música e forró com grandes atrações nacionais e regionais.
A prefeitura de Caruaru confirmou que a festa será comemorada de 03 a 29 de junho. A programação do São João Caruaru está dividida normalmente em oito polos. Os principais são o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga e o Alto do Moura.
Outra atração muito aguardada no São João de Caruaru é o festival de comidas gigantes. O evento é tradicional na cidade e traz para o público diversas comidas típicas, como cuscuz e mungunzá em grandes versões.

Atrações do São João de Caruaru 2017

A programação completa do São João de Caruaru em 2017 já foi divulgada. O evento começa no dia de 03 de junho.
Confira a programação completa do São joão de Caruaru 2017 (Polo Principal):
03 de junho
Orquestra de Pífanos de Caruaru Maestro
Mozart Vieira
Fulô de Mandacaru
Alcymar Monteiro
Elba Ramalho

04 de junho
Joana Angelica
Saia Rodada
Jorge de Altinho
Xand Avião

09 de junho
Didi Caruaru
Trio Nordestino
Cavaleiros do Forró
Dorgival Dantas

10 de junho
Israel Filho
Elifas Júnior
Gabriel Diniz
Bell Marques

11 de junho
Batista Lima
Flávio Leandro
Luan Estilizado
Magníficos

12 de junho
Totonho
Wallas Arraes
Sirano e Sirino
Flávio José

16 de junho
Assisão
Adelmário Coelho
Geraldinho Lins
Pedrinho Pegação

17 de junho
Caru Forró
Benil
Israel Novaes

18 de junho
Novinho da Paraíba
Silvério Pessoa
Nando Cordel
Gatinha Manhosa

22 de junho
Mestrinho
John Geração
Azulão
Márcia Fellipe

23 de junho
Gusttavo Lima
Fim de Feira
Maciel Melo
Brasas do Forró

24 de junho
Walmir Silva
DJ Alok
Petrúcio Amorim
Lucy Alves

25 de junho
Josildo Sá
Lucas Costa
Forró das Antigas
Bruno e Marrone

28 de junho
Lia de Carvalho
Arreio de Ouro
Matheus e Kauan
Vumbora

29 de junho
Amigos Sertanejos
Simone e Simaria
Mano Walter
Alceu Valença

Festas Particulares com Atrações Nacionais

Confira as festas juninas particulares que acontecerão durante o São João de Caruaru.
Arraiá Caruaru 2017
 Atrações Arraiá Caruaru. Imagem Divulgação.
Atrações Arraiá Caruaru. Imagem Divulgação.


Durante o São João, Caruaru também irá receber um grande evento chamado Arraiá Caruaru que contará com grandes atrações nacioanis, entre elas: Marília Mendonça, Aviões do Forró e Maiara & Maraisa.
O evento será nos dias 24 e 25 de junho. Saiba mais sobre o Arraiá Caruaru.

Programação dos outros Polos da Festa Junina

E mais: confira aqui os melhores restaurantes e bares para aproveitar no São João de Caruaru.  (confiramais.com).


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GLOBO DESCOBRE SÓ AGORA QUE TEMER É CORRUPTO E PEDE SUA RENÚNCIA


 Depois de um editorial em sua edição impressa desta sexta-feira 19, em que afirma haver "incontáveis motivos" para a saída de Michel Temer, o jornal O Globo publica outro texto nesta tarde, sob o título: "A renúncia do presidente".
O texto diz que "a simples decisão" de Temer de receber o empresário Joesley Batista no Palácio do Jaburu "de forma clandestina" "já guardaria boa dose de escândalo. Mas houve mais, muito mais". Leia a íntegra:
Editorial: A renúncia do presidente
Um presidente da República aceita receber a visita de um megaempresário alvo de cinco operações da Policia Federal que apuram o pagamento de milhões em propinas entregues a autoridades públicas, inclusive a aliados do próprio presidente. O encontro não é às claras, no Palácio do Planalto, com agenda pública. Ele se dá quase às onze horas da noite na residência do presidente, de forma clandestina. Ao sair, o empresário combina novos encontros do tipo, e se vangloria do esquema que deu certo: "Fui chegando, eles abriram. Nem perguntaram o meu nome". A simples decisão de recebê-lo já guardaria boa dose de escândalo. Mas houve mais, muito mais.
Em diálogo que revela intimidade entre os dois, o empresário quer saber como anda a relação do presidente com um ex-deputado, ex-aliado do presidente, preso há meses, acusado de se deixar corromper por milhões. Este ex-deputado, em outro inquérito, é acusado inclusive de receber propina do empresário para facilitar a vida de suas empresas no FI-FGTS da Caixa Econômica Federal. O presidente se mostra amuado, e lembra que o ex-deputado tentou fustigá-lo, ao torná-lo testemunha de defesa com perguntas que o próprio juiz vetou por acreditar que elas tinham por objetivo intimidá-lo.
Ao ouvir esse relato do presidente, o empresário procura tranquilizá-lo mostrando os préstimos que fez. Diz, abertamente, que "zerou" as "pendências" com o ex-deputado, que tinha ido "firme" contra ele na cobrança. E que ao zerar as pendências, tirou-o "da frente". Mais tarde um pouco, em outro trecho, diz que conseguiu "ficar de bem" com ele. Como o presidente reage? Com um incentivo: "Tem que manter isso, viu?"
Não é preciso grande esforço para entender o significado dessa sequência de diálogos. Afinal, que pendências, senão o pagamento de propinas ainda não pagas, pode ter o empresário com um ex-deputado preso por corrupção? Que objetivo terá tido o empresário quando afirmou que, zerando as pendências, conseguiu ficar de bem com ele, senão tranquilizar o presidente quanto ao fato de que, com aquelas providências, conseguiu mantê-lo quieto? E, por fim, que significado pode ter o incentivo do presidente ("tem que manter isso, viu"), senão uma advertência para que o empresário continue com as pendências zeradas, tirando o ex-deputado da frente e se mantendo bem com ele?
Esses diálogos falam por si e bastariam para fazer ruir a imagem de integridade moral que o presidente tem orgulho de cultivar. Mas houve mais. O empresário relata as suas agruras com a Justiça, e, abertamente, narra ao presidente alguns êxitos que suas práticas de corrupção lhe permitiram ter. Conta que tem em mãos dois juízes, que lhe facilitam a vida, e um procurador, que lhe repassa informações. Um escândalo. O que faz o presidente? Expulsa o empresário de sua casa e o denuncia as autoridades? Não. Exclama, satisfeito: "Ótimo, ótimo".
Não é tudo, porém. Em menos de 40 minutos de conversa, o empresário ainda encontra tempo para se queixar de um ex-funcionário seu, atual ministro da Fazenda. Diz, com desfaçatez, que tem enfrentado resistência no ministro da Fazenda para conseguir a troca dos mais altos funcionários do governo na área econômica: o secretário da Receita Federal, a presidente do BNDES, o presidente do Cade e o presidente da CVM. Pede, então, que seja autorizado a usar o nome do presidente quando for novamente ao ministro da Fazenda com tais pleitos. O que faz o presidente? Manda-o embora, indignado? Não, de forma alguma. O presidente autoriza: "Pode fazer".
Este jornal apoiou desde o primeiro instante o projeto reformista do presidente Michel Temer. Acreditou e acredita que, mais do que dele, o projeto é dos brasileiros, porque somente ele fará o Brasil encontrar o caminho do crescimento, fundamental para o bem estar de todos os brasileiros. As reformas são essenciais para conduzir o país para a estabilidade política, para a paz social e para o normal funcionamento de nossas instituições. Tal projeto fará o país chegar a 2018 maduro para fazer a escolha do futuro presidente do país num ambiente de normalidade política e econômica.
Mas a crença nesse projeto não pode levar ao autoengano, à cegueira, a virar as costas para a verdade. Não pode levar ao desrespeito a princípios morais e éticos. Esses diálogos expõem, com clareza cristalina, o significado do encontro clandestino do presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista. Ao abrir as portas de sua casa ao empresário, o presidente abriu também as portas para a sua derrocada. E tornou verossímeis as delações da Odebrecht, divulgadas recentemente, e as de Joesley, que vieram agora a público.
Nenhum cidadão, cônscio das obrigações da cidadania, pode deixar de reconhecer que o presidente perdeu as condições morais, éticas, políticas e administrativas para continuar governando o Brasil. Há os que pensam que o fim desse governo provocará, mais uma vez, o atraso da tão esperada estabilidade, do tão almejado crescimento econômico, da tão sonhada paz social. Mas é justamente o contrário. A realidade não é aquilo que sonhamos, mas aquilo que vivemos. Fingir que o escândalo não passa de uma inocente conversa entre amigos, iludir-se achando que é melhor tapar o nariz e ver as reformas logo aprovadas, tomar o caminho hipócrita de que nada tão fora da rotina aconteceu não é uma opção. Fazer isso, além de contribuir para a perpetuação de práticas que têm sido a desgraça do nosso país, não apressará o projeto de reformas de que o Brasil necessita desesperadamente. Será, isso sim, a razão para que ele seja mais uma vez postergado. Só um governo com condições morais e éticas pode levá-lo adiante. Quanto mais rapidamente esse novo governo estiver instalado, de acordo com o que determina a Constituição, tanto melhor.
A renúncia é uma decisão unilateral do presidente. Se desejar, não o que é melhor para si, mas para o país, esta acabará sendo a decisão que Michel Temer tomará. É o que os cidadãos de bem esperam dele. Se não o fizer, arrastará o Brasil a uma crise política ainda mais profunda que, ninguém se engane, chegará, contudo, ao mesmo resultado, seja pelo impeachment, seja por denúncia acolhida pelo Supremo Tribunal Federal. O caminho pela frente não será fácil. Mas, se há um consolo, é que a Constituição cidadã de 1988 tem o roteiro para percorrê-lo. O Brasil deve se manter integralmente fiel a ela, sem inovações ou atalhos, e enfrentar a realidade sem ilusões vãs. E, passo a passo, chegar ao futuro de bem estar que toda a nação deseja. (247).

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BOMBA: VOTOS DO GOLPE FORAM PAGOS COM PROPINA


O empresário Joesley Batista revelou, em delação premiada à Procuradoria Geral da República, ter pago R$ 5 milhões a três deputados federais que votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff em abril de 2016.
A revelação comprova desvio de finalidade no impeachment, como tem sido apontado desde o início pelo ex-ministro José Eduardo Cardozo, que defendeu Dilma no processo.
A delação da JBS aponta ainda o repasse de propina no valor de R$ 15 milhões a Michel Temer e a compra do votos de deputados também na eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, em 2015, com R$ 30 milhões.
Em declaração ao 247 nesta quinta-feira 18, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) declarou que o áudio de Joesley com Temer revelando a compra do silêncio de Eduardo Cunha comprovava que o impeachment de Dilma também havia sido comprado.
Para o deputado, o impeachment foi comprado em três fases: no período eleitoral, quando Cunha, com Temer, comprou uma bancada com dinheiro da Odebrecht; no momento da eleição de Cunha à presidência da Câmara e no momento da votação do impeachment efetivamente.
Nesta sexta, após a denúncia efetiva sobre a compra de votos, o parlamentar cobrou um posicionamento do STF. "O Supremo tem que se posicionar sobre a anulação do impeachment", declarou.(247).

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JBS PAGOU PROPINAS DE R$ 15 MI A TEMER, DIZ DELATOR


Um dos delatores da JBS, Ricardo Saud, afirmou em seu depoimento que o grupo J&F, controlador da JBS, pagou cerca de R$ 15 milhões a Michel Temer. O dinheiro seria a contrapartida da companhia em troca da defesa de projetos de interesses do grupo empresarial. Temer também teve uma conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, onde avaliza o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato.
Para a procuradoria Geral da República, os depoimentos indicam "solicitação de vantagem indevida por parte do atual presidente da República, bem como do deputado federal Rodrigo da Rocha Loures (PMDB-PR), no montante de 5% do lucro obtido com o afastamento do monopólio da Petrobras no fornecimento de gás a uma das empresas do grupo".(247).

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JANOT CONFIRMA: TEMER E AÉCIO DERAM O GOLPE PARA ESTANCAR A LAVA JATO

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) agiram "em articulação" para impedir o avanço da Lava Jato.
"Verifica-se que Aécio Neves, em articulação, dentre outros, com o presidente Michel Temer, tem buscado impedir que as investigações da Lava Jato avancem, seja por meio de medidas legislativas, seja por meio de controle de indicação de delegados de polícia que conduzirão os inquéritos", afirma Janot.
Declaração bombástica consta na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin que determinou a abertura de inquérito para investigar Temer, Aécio e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que está relacionado ao acordo de delação de executivos da JBS.
Janot diz que a atitude dos dois configura "possível prática do crime de obstrução à Justiça". No pedido para investigar Temer e Aécio, a procuradoria afirma que o senador teria "organizado uma forma de impedir que as investigações [da Lava Jato] avançassem por meio da indicação de delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições."(247).

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TEMER E GILMAR FORAM GRAMPEADOS PELA PF


A Polícia Federal interceptou conversas de Michel Temer e do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, segundo relatório da Operação Patmos, deflagrada nesta quinta-feira 18 e que teve como um dos alvos o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
Numa conversa ocorrida entre Aécio e Gilmar Mendes em abril, o senador tucano "pediu ao ministro [Mendes] para que telefonasse para o senador Flexa Ribeiro. Neste diálogo, o senador investigado [Aécio] pede que o magistrado converse com Flexa Ribeiro para que este siga a orientação de voto proposta por Aécio", aponta reportagem da Folha.
Segundo o relatório da PF, os dois se referiam ao projeto sobre abuso de autoridade, em tramitação no Congresso Nacional e relatoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR).
Há também uma conversa entre Temer e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), flagrado recebendo R$ 500 mil da JBS, em uma mala, para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso. No diálogo, Temer fala sobre uma expectativa que o deputado tinha a respeito de novas regras para o setor de portos.
Aécio e Loures eram quem tinham seus telefones interceptados pela PF. (247).

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MOLON: LEI ELEITORAL JÁ PERMITE ELEIÇÕES DIRETAS


Rede Brasil Atual - Segundo o deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ), após a saída do presidente Michel Temer (PMDB), seja por impeachment ou por cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o caminho tem que ser a realização de eleições diretas para que o povo decida o sucessor. Para isso, nem mesmo é preciso a aprovação de proposta de emenda à Constituição (PEC), visão defendida por políticos e até juristas.
"No meu entendimento, não há necessidade nem de PEC (para convocar eleições diretas). A lei eleitoral prevê e deveria ser aplicada", declara o deputado. (Confira a partir dos 5 minutos e 57 segundos da entrevista abaixo)
Alterada em 2015, a legislação eleitoral prevê a realização de eleição indireta apenas no caso de vacância nos últimos seis meses de mandato. Ainda que a Constituição admita a realização de eleições diretas apenas com a vacância da presidência ocorrendo nos dois primeiros anos do mandato, o deputado acredita que a legislação eleitoral pode e deve ser aplicada neste caso.
Fim da linha
Em entrevista à Rádio Brasil Atual na manhã desta sexta-feira (19), Molon afirmou que Temer não tem "nenhuma condição política de conduzir o país", após a divulgação do conteúdo da conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista, dono da JBS, em que relata ajuda financeira ao deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e, ainda, que teria conseguido conter a ação de procuradores que o investigavam, em ambas as situações contando com a concordância do presidente.
"Do ponto de vista jurídico e político, as gravações são gravíssimas. Não há nenhuma razão para imaginar que são leves. Ele (Temer) é um profissional do crime. Correndo o risco de ser gravado, não vai falar de um jeito em que ele diga com todas as palavras. Mas o diálogo é claríssimo, em que ele estimula que o empresário continue pagando propina para um criminoso preso", detalha Molon.
Para o deputado, as denúncias contra Temer podem acelerar o processo de cassação no TSE, que pode ser concluído em três dias, segundo Molon, a partir do início do julgamento, marcado para 6 de junho. Já a tramitação de um processo de impeachment seria mais lenta, segundo o deputado, que prevê resistência da base de Temer. "Seja qual for o caminho, a linha de chegada tem que ser a eleição direta." (247).


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DELAÇÃO PROVA QUE CUNHA COMPROU ELEIÇÃO NA CÂMARA

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As revelações do empresário Joesley Batista, dono da JBS, comprovam que Eduardo Cunha (PMDB), que recebia dinheiro para ficar calado na prisão, utilizou dinheiro de propina para comprar deputados na sua eleição para presidente da Câmara em 2015. 
Segundo Joesley, Cunha "saiu comprando um monte de deputados Brasil a fora".  O novo delator da Lava Jato afirmou ao Ministério Público que os R$ 30 milhões foram repassados ao ex-presidente da Câmara da seguinte forma: R$ 5,6 milhões em doação oficial, R$ 12 milhões em dinheiro vivo e R$ 10,9 milhões por meio de pagamentos com notas frias. 
"R$ 30 milhões. Foi trinta. Nós demos trinta. Pago R$ 10 milhões com nota fria de fornecedores diversos que ele [Cunha] apresentava", explicou o delator. "Pelo que eu entendi, ele [Cunha] saiu comprando deputado, saiu comprando um monte de deputados Brasil a fora. Para isso que servia os R$ 30 milhões", complementou.
Graças ao dinheiro de propina, Eduardo Cunha venceu a eleição interna da Câmara no primeiro turno, derrotando o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que tinha o apoio dos articuladores políticos do governo Dilma Rousseff. Na ocasião, Cunha obteve 267 dos 513 votos da Casa, e Chinaglia, 136. (247).

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