quarta-feira, 13 de maio de 2020

EUA e Brasil, que minimizaram pandemia, têm 85% dos casos de coronavírus na América

Donald Trump e Jair Bolsonaro
Donald Trump e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

Brasil e EUA, cujos presidentes, Donald Trump e Jair Bolsonaro, minimizaram os efeitos da pandemia, tomaram a dianteira na contaminação por coronarívus. 
Com 749 mortos em 24 horas, o Brasil registra 180 mil infectados e 13,1 mil óbitos. Já os Estados Unidos tem 1,4 milhão de casos e 83,6 mil mortos. Somados, os dois países respondem por cerca de 85% das contaminações na América.
O cenário de tragédia pode agravar-se mais. A Universidade de Washington prevê que os país pode ter mais de 147 mil americanos mortos até o inicio de agosto, quase 10 mil a mais do que a última projeção, segundo o jornal britânico The Guardian.
Segundo reportagem do El País, o Brasil tornou-se epicentro da pandemia e ameaça países vizinhos que tiveram maior controle sobre a propagação do vírus, como a Argentina, o Uruguai e o Paraguai. “O Brasil é, talvez, o lugar onde o coronavírus tenha maior expansão no mundo, e isso é uma grande ameaça ao nosso país”, afirmou o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez. 
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, também foi taxativo. “É um risco muito grande. Há uma grande quantidade de caminhões de carga que saem de São Paulo, que é um dos lugares mais infectados do Brasil. Por isso eu digo que não entendo quando se fala com tanta irresponsabilidade, não entendo”, criticou Fernández. A Argentina soma 6,5 mil casos e 321 mortos. Já São Paulo tem 46.131 infectados e 3.743 óbitos em decorrência do coronavírus. (*Com informações da Agência PT)

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ENTREVISTA 'A história vai contar quem está do lado certo', diz Mandetta à CNN Internacional

                    Por: Diario de Pernambuco
Mandetta foi exonerado do governo em abril, após uma série de divergências com o presidente da República (Foto: Reprodução )
Mandetta foi exonerado do governo em abril, após uma série de divergências com o presidente da República (Foto: Reprodução )


Em entrevista à CNN Internacional nesta quarta-feira (13), o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro na condução da crise provocada pelo novo coronavírus no Brasil.

"Não consegui obviamente lidar com ele falando para as pessoas irem trabalhar, andarem nas ruas, não manter a distância e falar que era apenas uma simples gripe. E nós éramos o Ministério da Saúde, conversamos com outros governos, pesquisadores de universidades por todo planeta e todos afirmavam que as pessoas precisavam ficar dentro de casa e continuar seguras", disse Mandetta à jornalista Christiane Amanpour.

Mandetta foi exonerado do governo em abril, após uma série de divergências com o presidente da República. Bolsonaro, ao contrário das orientações de autoridades sanitárias, defende o isolamento vertical e a reabertura do comércio, preservando apenas idosos e demais pessoas que integram o grupo de risco da Covid-19. Ele foi substituído pelo médico Nelson Teich. 

Questionado sobre a sua demissão, Mandetta afirmou que a saída do governo foi "amigável".  "Estávamos em diferentes lados, claramente", destacou. "A história vai contar quem está do lado certo e quem está no lado errado".

O ex-ministro lamentou que Bolsonaro permaneça com tal postura e disse que a influência do presidente americano, Donald Trump, sobre o brasileiro só funciona parcialmente. 

"Infelizmente, ele é um dos poucos líderes mundiais que continua com esse posicionamento que a economia deve voltar a qualquer custo e que a perda de empregos será pior e que as pessoas deveriam se preocupar em como manter a economia ativa", disse Mandetta. "Então é bem difícil dizer às pessoas que devemos que deixar a doença seguir seu curso natural e não nos expormos. O Trump ao menos voltou atrás", acrescentou. 

O programa foi ao ar pouco antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) divulgar que os testes do presidente deram negativo para a Covid-19. Questionado pela apresentadora sobre os exames, Mandetta afirmou que não sabia os resultados, mas que Bolsonaro estva presente no que classificou como "viagem do coronavírus".

"O que eu sei é logo depois que ele fez uma viagem aos EUA, na qual todos eles (a comitiva presidencial) jantaram com o presidente Trump e o cara da comunicação (o chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social, Fábio Wajngarten) voltou no avião com a doença. Das pessoas que viajaram com ele, 17 testaram positivo até 15 dias depois que ele chegou. Essa viagem foi uma viagem do coronavírus", respondeu o ex-ministro.

Confira um trecho da entrevista: 
https://publish.twitter.com/?query=https://twitter.com/camanpour/status/1260634807110963202&widget;=Tweet



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Ex-superintendente da PF do Rio contradiz Bolsonaro e confirma que Flávio era investigado

Carlos Henrique Oliveira e Flávio Bolsonaro
Carlos Henrique Oliveira e Flávio Bolsonaro 
(Foto: Reprodução | Pedro França/Agência Senado)

O ex-superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro Carlos Henrique Oliveira confirmou em depoimento nesta quarta-feira (13) que o senador Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, era investigado em um inquérito em curso na Superintendência do Estado, informa reportagem do Globo.
A declaração contradiz o que havia dito Jair Bolsonaro sobre seu filho e foi dada em depoimento prestado aos investigadores no âmbito da denúncia feita pelo ex-ministro Sergio Moro de que o presidente interferiu no comando da instituição.
A existência do inquérito pode ser o fato concreto de interesse de Bolsonaro na interferência da PF. Em reunião ministerial realizada no dia 22 de abril, Bolsonaro teria dito, segundo pessoas que assistiram ao vídeo do encontro, que trocaria os cargos de chefia da PF para proteger sua família.

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Dólar sobe e fecha acima de R$ 5,90 pela 1ª vez

A moeda está a uma alta de 1,62% de atingir R$ 6

                   Por: Folhapress
Dólar
DólarFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O dólar renovou o recorde nominal (sem contar a inflação) pelo segundo pregão seguido, com alta de 0,56%, a R$ 5,9040 nesta quarta-feira (13). A valorização da moeda reflete o momento de tensão política no Brasil, com os ecos da saída do ex-ministro da Justiça Sergio Moro do governo de Jair Bolsonaro, e um cenário negativo no exterior.

A moeda está a uma alta de 1,62% de atingir R$ 6.

Na máxima do pregão, o dólar foi a R$ 5,9430, mas perdeu força com dois leilões de swap cambial do Banco Central. No ano, a moeda acumula alta de 47%.

Em termos reais (corrigidos pela inflação), porém, a moeda não supera a sua máxima de 2002. Naquele ano, entre o primeiro e o segundo turno das eleições que levaram Lula à Presidência, a moeda dos EUA foi ao recorde de R$ 4,00 durante o pregão -fechou a R$ 3,99. Hoje, corrigido pela inflação brasileira e americana, esse valor equivale a cerca de R$ 7,86.

Nesta quarta, o presidente do Fed, Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, esboçou um panorama mais pessimista para a maior economia do mundo, trazendo aversão a risco no mercado global, o que levou as principais moedas globais a perder valor ante o dólar, como o euro e a libra.

Ao comentar a manutenção da taxa de juros do país próximo de zero, ele disse que o Fed não considera o panorama de juros negativos no país.

"Havia muita expectativa quanto a juros negativos nos EUA e a negativa diminuiu o apetite de risco no mercado", diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.
Powell também alertou para a possibilidade de um "período prolongado" de crescimento fraco e renda estagnada, prometendo usar mais o poder do Fed conforme necessário e fazendo um pedido para mais gastos fiscais.

"Vai levar algum tempo para voltar para onde estávamos. Há um senso, um senso crescente, acho, de que a recuperação pode ocorrer mais lentamente do que gostaríamos, mas ela acontecerá, e isso pode significar que é necessário que façamos mais", disse Powell.

Quanto mais os riscos à saúde persistirem, acrescentou Powell, maior a probabilidade de as empresas falirem e as famílias terem uma diminuição na renda, em meio a uma crise que, segundo ele, afetou mais profundamente os menos capazes de enfrentá-la.

No pior cenário, a economia ficaria atolada em "um período prolongado de baixa produtividade e renda estagnada. Suporte fiscal adicional pode ser caro, mas vale a pena se ajudar a evitar danos econômicos a longo prazo e nos deixar com uma recuperação mais forte", disse Powell.

A Câmara dos Deputados e o Senado dos EUA estão deliberando novas respostas à crise. Na terça (12), os democratas apresentaram um pacote de US$ 3 trilhões com financiamento a estados, empresas, apoio alimentar e famílias.

O projeto, porém, deve ser rejeitado pelos republicanos que querem postergar novas legislações de alívio dos impactos do coronavírus para avaliar a efetividade dos quase US$ 3 trilhões em assistência que o Congresso alocou desde o início de março.

O discurso de Powell se somou a um cenário de tensão de investidores com eventuais novas sanções comerciais dos americanos à China e derrubou as Bolsas em Nova York. Dow Jones caiu quase 2%, S&P 500, 1,75% e Nasdaq, 1,5%.

No Brasil, a alta do dólar favoreceu empresas exportadoras, que tiveram forte alta na Bolsa, reduzindo a queda do Ibovespa para 0,13%, a 77.772 pontos.

A Vale também foi beneficiada pela alta do minério de ferro na China, que foi ao maior nível em mais de nove meses e meio. Os papéis da mineradora subiram 2,4%, a R$ 48,60.



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Moro pede divulgação da reunião que pode derrubar Bolsonaro

Na reunião, Jair Bolsonaro falou em "proteger famílias e amigos", Abraham Weintraub defendeu a prisão dos ministros do STF e Damares Alves sugeriu prender governadores e prefeitos

(Foto: Agência Brasil)


A defesa do ex-ministro Sergio Moro pediu nesta quarta-feira (13) ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que dê publicidade à íntegra da gravação da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril, em que Jair Bolsonaro ameaça demiti-lo se não puder interferir na Polícia Federal. 
“A reivindicação pela publicidade total da gravação trará à luz inquietantes declarações de tom autoritário inviáveis de permanecerem nas sombras”, destacou a defesa do ex-ministro na petição.
“De todo modo, esta circunstância não é suficiente para salvaguardar o sigilo de declarações que se constituem em ato próprio da Administração Pública, inclusive por não ter sido levado a efeito em ambiente privado”, prosseguiu.
Na reunião, Bolsonaro falou em "proteger famílias e amigos", Abraham Weintraub defendeu a prisão dos ministros do STF e Damares Alves sugeriu prender governadores e prefeitos. (247)
Leia à manifestação na íntegra:

Lula: com Bolsonaro, Brasil é um grande navio sem rumo

Ex-presidente Lula concedeu entrevista à emissora de TV argentina C5N e falou do desgoverno Jair Bolsonaro: "o Brasil está completamente desgovernado. Não há política de saúde, não há política econômica"

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)


 Em entrevista à emissora de TV argentina C5N na última terça-feira (12), o ex-presidente Lula afirmou que, com Jair Bolsonaro, o Brasil é um grande navio sem rumo. “O Brasil está completamente desgovernado. Não há política de saúde, não há política econômica. O Brasil é uma nau sem rumo”, falou.
O ex-presidente defendeu o isolamento social contra a Covid-19 e criticou a insistência de Bolsonaro pela retomada das atividades econômicas. “É simples: se você salvar o povo, você pode, com a ajuda dessas pessoas, reconstruir a economia. Hoje estamos assistindo passivamente às pessoas morrerem. Não é possível que a gente ainda siga vendo, dia a dia, as pessoas morrerem pela pandemia. O único que ressuscitou foi Jesus Cristo! As pessoas não ressuscitam, mas a economia, sim”.
Ele também criticou a irresponsabilidade de Bolsonaro ao governar o País. “Nunca vi alguém tão incompetente na liderança de um país, alguém tão rude. Bolsonaro insulta mulheres, insulta negros, crianças, a ONU, insulta a Argentina, insulta a Venezuela, a mídia, insulta os trabalhadores. Ele não fala com ninguém, apenas com as milícias que cercam seus filhos e seus fãs. O Brasil não pode resistir a isso”. (247)

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Brasil caminha para pior recessão de sua história e dólar pode ir a R$ 6,50, diz Deutsche Bank

Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e dólar
Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e dólar (Foto: Agência Brasil)

Do Infomoney - Em nota a clientes, o Deutsche Bank apontou que o Brasil pode enfrentar a pior recessão da sua história uma vez que a pandemia do coronavírus expõe as reformas ainda não finalizadas no Brasil, além do cenário político.
Os economistas do banco apontam que, embora a prioridade de curto prazo seja conter a pandemia e as medidas relacionadas, o foco mudará à medida que a curva se achatar e o Brasil for gradualmente reaberto. O número de vítimas provavelmente ficará entre os mais altos, a dívida interna agora está claramente em um caminho insustentável e a probabilidade de impeachment presidencial está em alta.
O Deutsche Bank espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caia 6,2% neste ano e cresça 2,0% em 2021, prevendo uma queda de magnitude semelhante no consumo privado neste ano e mais do que o dobro em investimentos com o governo e com as exportações líquidas registrando um aumento moderado. Já a produção agrícola aumentará quase 3% – sendo este o ponto positivo.
As piores recessões da história do Brasil ocorreram em 1981 (crise da dívida externa, -4,3%), 1991 (hiperinflação e congelamento de ativos, -4,3%) e 2015 (instabilidade política e desalavancagem, -3,6%). Já para o dólar, a previsão é de que ele possa chegar a R$ 6,50.
Com sinais da pandemia sendo registrados somente a partir da segunda quinzena de março, o Deutsche Bank prevê um PIB no primeiro trimestre quase estável na base anual e uma queda de 11% no segundo trimestre.
O banco manteve a opinião de que uma recuperação em forma de “V” é improvável. Para a Selic, a expectativa é de queda da taxa básica de juros a 2,5% até o fim do ano, avaliando que a inflação deve fechar entre 1,5% e 2% em 2020. A expectativa é de revisão do déficit primário para 8,8% do PIB e avalia que a dívida pública deve exceder 90% do PIB até o final do ano.
Continue lendo no Infomoney.

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Uso de máscaras é obrigatório em transporte público de Petrolina, alerta prefeitura

                     Via:Santanavinicius


O isolamento social é apontado como a mais eficiente arma no combate ao novo coronavírus. No entanto, outra medida fundamental para evitar o contágio quando for necessário sair de casa é o uso de máscaras, que inclusive, passou a ser obrigatório no transporte coletivo de Petrolina.
A medida foi estabelecida em decreto publicado pela prefeitura na segunda-feira (11) como forma de conter a propagação da Covid-19 em petrolinenses, que por algum motivo, não podem ficar em casa. A orientação é que o uso seja feito ao ingressar também em ambientes fechados coletivos, com proximidade de pessoas, incluindo estabelecimentos, portarias de edifícios, transporte coletivo e lojas.
Em Petrolina, a baixa taxa de isolamento social tem preocupado as autoridades que adotaram fiscalizações mais rigorosas. Os comerciantes devem estar atentos, visto que, de acordo com o Código de Posturas do município, os estabelecimentos comerciais que descumprirem a lei podem ser interditados, multados e ter a licença de funcionamento cassada.
Entre as novas medidas para reduzir o fluxo de pessoas nas ruas é a proibição do estacionamento nas ruas da região central de Petrolina, sujeito à multa e guincho.Em casos de desobediência ou desacato, a pessoa pode ser conduzida para delegacia para adoção de medidas legais cabíveis.
Confira instruções sobre o uso de máscaras:
·         A máscara é de uso individual e poderá ser descartável, tecido, TNT, ou de algodão e não pode ser dividida com ninguém, nem mesmo familiares.
·         A máscara pode ser usada até ficar úmida, por, no máximo, três horas. Depois desse tempo, é necessário trocá-la. Então, o ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano.
·         Para que seja eficaz, a máscara deve ter pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face, para que possa barrar o vírus.
·         Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um higienizador à base de álcool 70% ou água e sabão.
·         Pegue a máscara e verifique se está rasgada ou com buracos. Caso esteja, deverá ser substituída.




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Família abre caixão em velório e cinco são contaminados por Covid-19 na Bahia

                   Por: FolhaPress
 (Foto: Carl Souza/AFP)
Foto: Carl Souza/AFP


A família de uma vítima de Covid-19 abriu o caixão durante o velório na cidade de Cairu, baixo-sul da Bahia, contaminando outras cinco pessoas. A morte foi registrada na última quinta-feira (7) por síndrome respiratória aguda grave na Santa Casa de Valença, hospital do município vizinho. Como havia suspeita de Covid-19, o caixão saiu lacrado da unidade hospitalar.

A família, contudo, resolveu abrir o caixão durante o velório, mesmo com recomendações contrárias da secretaria municipal de Saúde de Cairu. Na segunda-feira (12), saiu o resultado do exame feito pelo Laboratório Central da Bahia que confirmou que a vítima tinha sido contaminada pela Covid-19.

Diante da confirmação, a prefeitura decidiu realizar testes rápidos em todas 12 pessoas que participaram do velório. Mas encontrou resistência em parte da família, que não aceitava o diagnóstico de Covid-19 da vítima. Até então, a cidade não havia registrado casos de infectados com pelo novo coronavírus.

Após convencer os familiares, a prefeitura realizou os testes em 12 pessoas e identificou que cinco delas estavam com Covid-19.

Em nota, a Prefeitura de Cairu informou que a família da vítima recebeu "todas as informações para realização do sepultamento seguro, bem como das normas sanitárias indicadas pelos órgãos responsáveis". Também informou que está monitorando as pessoas próximas à vítima
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"Enfermeiros, técnicos de saúde, psicólogos e assistente social da rede municipal de saúde estão oferecendo todo apoio à família e amigos da vítima. A Secretaria de Saúde lamenta pelo falecimento e deseja conforto aos familiares neste momento difícil", disse.





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Desaprovação a Trump sobe sem parar e Biden abre vantagem de 8 pontos na corrida à Casa Branca

O democrata Joe Biden tem 46% das preferências dos eleitores dos EUA para as eleições de 3 de novembro e abriu vantagem de 8 pontos contra Trump em uma semana, que tem 38%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta terça

Joe Biden e Donald Trump
Joe Biden e Donald Trump (Foto: Reuters)


Pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na noite desta terça-feira (12) nos EUA indicou uma aceleração rápida da desaprovação a Trump devido à sua conduta na epidemia do coronavírus. A reeleição do republicano, que parecia certa até semanas atrás parece ter tornado um sonho distante: em uma semana, o democrata Joe Biden saltou de uma vantagem de 2 pontos percentuais para 8 na pesquisa e agora tem 46% das preferências contra 38% de Trump para o pleito de 3 de novembro.
A pesquisa conduzida entre segunda e terça-feira mostrou que 41% dos eleitores dos EUA aprovam o desempenho de Trump no cargo, queda de 4 pontos em relação a um levantamento semelhante conduzido em meados de abril. A reprovação ao presidente cresceu 5 pontos para 56% no mesmo período.
A visão sobre a maneira pela qual Trump conduz a crise da Covid-19 é cada vez mais crítica na opinião pública estadunidense, informa a CNN: “De acordo com a pesquisa, aqueles que desaprovam o desempenho de Trump no comando da resposta à pandemia superam os que aprovam por 13 pontos percentuais -o maior saldo de desaprovação desde que a pesquisa passou a incluir essa questão no início de março”. (247)

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Bolsonaro nega, mas ministros afirmam que vídeo da reunião é grave

Apesar de Bolsonaro sustentar a tese de que apenas tratou de sua segurança e a de sua família em reunião ministerial do dia 22 de abril, ministros do governo afirmam que ficou clara a intenção de Bolsonaro de proteger o clã da PF
Brazil's President Jair Bolsonaro wearing a protective mask speaks with journalists, amid the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil May 12, 2020.
Brazil's President Jair Bolsonaro wearing a protective mask speaks with journalists, amid the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, at the Planalto Palace, in Brasilia, Brazil May 12, 2020. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Ministros que participaram da reunião ministerial do dia 22 de abril disseram ao blog de Gerson Camarotti, no G1, que reconhecem a gravidade das declarações de Bolsonaro.
Segundo relatos, Bolsonaro teria dito, se referindo ao ex-ministro Sergio Moro: "já tentei trocar o chefe da segurança do Rio de Janeiro. Se não posso trocar, troco o chefe dele, troco o ministro”.
“Não vou esperar foder alguém da minha família. Troco todo mundo da segurança. Troco o chefe, troco o ministro”, teria dito também Bolsonaro, de acordo com relato obtido pela TV Globo.
Segundo as fontes ouvidas por Camarotti, fica evidente a intenção de Bolsonaro em proteger sua família da Polícia Federal. (247)

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Com 31 casos do novo coronavírus, Serra Talhada vai fechar ruas e prefeito admite: “Perdemos o controle”

Foto: FN/reprodução

Com 31 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o município de Serra Talhada viverá dias ainda mais duros. Segundo informações do Farol de Notícias, a prefeitura deve anunciar ainda nesta quarta-feira (13) um plano estratégico de fechamento das principais ruas e avenidas de Serra Talhada, inclusive a Enock Ignácio de Oliveira.
“Em parceria com a STtrans estamos fazendo um estudo sobre as ruas que serão fechadas a partir da próxima sexta-feira (15). Gente, isso não é brincadeira. As pessoas precisam mais do que nunca ficar dentro das suas casas”, disse a secretária de Saúde, Márcia Conrado, em tom de apelo.
Ontem (12) o prefeito Luciano Duque usou suas redes socais, no final da tarde, para fazer um apelo em tom de desespero no sentido de a população não sair mais de casa, a não ser em casos extremos. Ao lado da secretária Márcia Conrado e do vice-prefeito Márcio Oliveira, Duque comentou sobre os oito casos positivados para Covid-19, na mesma comunidade (Barra do Exu), possivelmente transmitidos por uma única pessoa.
Nós perdemos o controle. Tudo aquilo que vínhamos falando sobre o isolamento social não foi obedecido. Vamos começar a entrar numa espiral de crescimento. Somente hoje (ontem), tivemos oito casos, numa área rural, pela contaminação de apenas uma pessoa. Podem ter muito mais(…)Pelo amor de Deus, fiquem em casa. Não podemos correr mais riscos. Todos devem cumprir com o isolamento”, desabafou.


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Governador de Pernambuco reúne 150 prefeitos e apresenta dados

                   Via:Santanavinicius
Paulo Câmara se reúne com prefeitos de todo o Estado para avaliar ...
O Governador Paulo Câmara conversa virtualmente com vários prefeitos de Pernambuco para debater a Covid-19 no estado

Prefeitos da Regional Metropolitana do Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão, participaram ontem de mais uma rodada de conversa, por videoconferência, com o governador Paulo Câmara (PSB). A reunião remota contou com a participação de 150 gestores, que foram mobilizados pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Além de detalhar as ações realizadas para combater o novo coronavírus, o governador apresentou uma planilha demonstrando o déficit do governo e quanto à gestão estadual já gastou no combate ao novo coronavírus, valor estimado em R$ 500 milhões.
Segundo o presidente da Amupe, José Patriota, na reunião, o Governo de Pernambuco argumentou que os recursos do governo federal destinados ao estado não cobririam os custos do combate à pandemia. “É uma situação difícil que precisamos enfrentar”, constatou Patriota. Também participaram da videoconferência representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O governador Paulo Câmara aproveitou o encontro para destacar os números de leitos abertos para atender pacientes da Covid-19 e dos profissionais de saúde contratados nos últimos meses pelo estado.
De acordo com Paulo Câmara, que na reunião recebeu o suporte dos secretários da Saúde, André Longo, da Casa Civil, José Neto, e da Fazenda, Décio Padilha, em dois meses, foram abertos 532 novos leitos de UTIs e 616 novos leitos de enfermaria. Além disso, o estado contratou cinco mil profissionais da área de saúde e aumentou a capacidade de testagem para o coronavírus, passando de 200 para sete mil exames semanais. Foram comprados também mais de 15 milhões de EPIs. Na avaliação do gestor, o investimento na aquisição de EPIs mostra a preocupação com a população e com os profissionais de saúde “Estamos passando pelos momentos mais difíceis de nossas vidas. O isolamento social é responsabilidade de todos. Precisamos nos unir nesse esforço, estados e prefeituras, com o objetivo de avançar para reduzir a capacidade de disseminação do vírus”, ressaltou Paulo Câmara.
Durante a reunião, os prefeitos apontaram suas demandas, a exemplo de Raquel Lyra, de Caruaru, que cobrou do governo a interiorização de leitos de UTI e a distribuição de EPIs. Representando os municípios do Agreste, a prefeita de Capoeiras, Neide Reino, pediu o apoio para engajar as polícias.
Segundo dados do governo do estado, em dois meses foram abertos 532 novos leitos de UTI e 616 de enfermaria militar e civil na conscientização da população que descumpre o isolamento social. Já o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, pediu insumos à secretaria de Saúde para ampliar a capacidade de testagem do município por meio do Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
Sobre o trabalho voltado para interior, Paulo Câmara destacou a instalação dos hospitais de campanha, que estão sendo instalado pela Secretaria Estadual de Saúde. Em Caruaru, por exemplo, segundo informou, no terreno localizado ao lado do Hospital Mestre Vitalino, serão instalados 104 leitos, sendo 76 de enfermaria, 26 semi-intensivos e dois de estabilização.
Ao falar da reunião, que durou mais três horas, o presidente da Amupe, José Patriota, disse que o tempo foi ideal para nivelamento de conhecimento. “Muita coisa foi debatida. Com o decreto de quarentena para os cinco municípios com maior número de casos de coronavírus, as prefeituras estão preocupadas em como tomar as medidas caso elas se estendam para outras cidades. Vamos observar e avaliar”, relatou Patriota, referindo-se à quarentena decretada pelo governo para Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, São Lourenço da Mata e Camaragibe.(Ascom)

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Bolsonaro: militares que receberam auxílio de R$ 600 indevidamente serão punidos

"Quando acontece coisa errada no nosso meio militar, o bicho pega", afirmou Jair Bolsonaro após o Ministério da Defesa informar que 73.242 militares das Forças Armadas receberam indevidamente o auxílio emergencial de R$ 600

(Foto: Marcos Correa - PR)

Após o Ministério da Defesa informar que 73.242 militares das Forças Armadas receberam indevidamente o auxílio emergencial de R$ 600, o Jair Bolsonaro afirmou que eles devolverão o dinheiro e sofrerão uma punição disciplinar. Capitão reformado do Exército, Bolsonaro disse que, no meio militar, quando acontece algo errado, "o bicho pega".
De acordo com ele, o pagamento indevido ocorreu para "o praça prestador do serviço militar inicial", que vem de famílias pobres.
"Mais ou menos 3% da garotada presta o serviço militar obrigatório, e são pessoas oriundas das classes mais humildes da população, são os mais pobres. Estão servindo o Exército no corrente ano, Marinha e Aeronáutica, e alguns se inscreveram. Como ano passado, filho de pobre, sem renda, não tinha renda nenhuma, acabaram recebendo", afirmou na saída Palácio do Planalto.
"Agora, nosso meio, quando acontece coisa errada no nosso meio militar, o bicho pega. Estão sendo identificados, vão pagar, vão devolver o dinheiro e vão pegar uma punição disciplinar. Coisa que não acontece com frequência em outras áreas. No nosso meio, fez besteira, paga. Agora repito: são militares, mas são jovens que prestam serviço militar obrigatório", acrescentou. (247)

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Com 592 novos casos, Pernambuco beira as 15 mil infecções pelo novo coronavírus

                     Por: Diario de Pernambuco
Agora, são 14.091 casos da Covid-19 em Pernambuco. (Foto: Juni Kriswanto/AFP.)
Agora, são 14.091 casos da Covid-19 em Pernambuco. (Foto: Juni Kriswanto/AFP.)


Em boletim preliminar, divulgado ao meio-dia desta quarta-feira (13), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou 592 novos casos do novo coronavírus em Pernambuco. Agora, são 14.901 infecções confirmadas, desde que a pandemia começou no estado, em 12 de março. Desses novos casos, 232 são considerados graves/Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e outros 360 são leves.

Quanto às mortes, Pernambuco recebeu a confirmação laboratorial de 67 óbitos decorrentes da Covid-19, a doença que a pessoa desenvolve ao ser infectado pelo novo coronavírus. Agora, são 1.224 mortes causadas pelo patógeno. Mais detalhes sobre casos e óbitos serão divulgados até o início da noite, no boletim consolidado da SES.

Morte de bebê
Nessa terça (12), o governo de Pernambuco confirmou a morte de uma bebê de quatro meses, em Floresta, no Sertão de Pernambuco. A menina morreu no dia 5 de maio, mas somente ontem que foi atestado que foi caso de Covid-19. A criança é indígena, da etnia pipipã, e é a mais jovem paciente a morrer pelo novo coronavírus no estado.

Videoconferência
Em um encontro por videoconferência, o governador Paulo Câmara participou, também nessa terça, de reunião com quase 150 prefeitos de municípios da Região Metropolitana do Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado. Acompanhado pelos secretários da Casa Civil, José Neto; Fazenda, Décio Padilha; e da Saúde, André Longo, o governador fez um detalhamento dos protocolos e ações, aquisições de equipamento e pessoal, bem como da estrutura articulada nos últimos meses pelo governo do estado para o combate à pandemia do novo coronavírus.

Câmara destacou a importância da infraestrutura montada para atender aos pacientes da Covid-19. Em dois meses, o estado abriu 532 novos leitos de UTIs e 616 novos leitos de enfermaria, contratou cinco mil profissionais da área de saúde e aumentou a capacidade de testagem para o coronavírus, passando de 200 para sete mil exames semanais. Foram comprados mais de 15 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), destinados a abastecer o sistema público de saúde.



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Congresso quer prorrogar socorro a trabalhadores e empresas para aliviar crise do coronavírus

Na Câmara, a sugestão de estender a concessão dos R$ 600 une partidos de direita e esquerda

                   Por: Folhapress
Congresso Nacional
Congresso NacionalFoto: Arquivo/Agência Brasil
A deterioração da perspectiva para a economia por causa da pandemia do novo coronavírus levou congressistas a defenderem a prorrogação do auxílio emergencial a trabalhadores e a ampliação da vigência do corte de jornada e salário para socorrer as empresas.

Na Câmara, a sugestão de estender a concessão dos R$ 600 une partidos de direita e esquerda. Já a ajuda a companhias estipulada pela Medida Provisória 936 esbarra na resistência da oposição -embora tenha o apoio do relator, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Deputados que protocolaram projetos pedindo a prorrogação do auxílio emergencial citam a piora na perspectiva para a atividade econômica do país neste ano.

Quando o Congresso aprovou a decretação do estado de calamidade, em 20 de março, a projeção de crescimento para o PIB (Produto Interno Bruto) estava em 1,48%. Menos de dois meses depois, o mais recente relatório Focus, do último dia 8, prevê queda de 4,11% da atividade econômica -ainda tímida, se considerada a retração de 9% vista por algumas instituições financeiras.
Líder do Cidadania na Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (SP) afirma que a economia já dá todos os sinais de que haverá um forte aumento do desemprego.
Para manter medidas de isolamento e conter a disseminação da doença, seria necessário prorrogar a concessão do auxílio até setembro, defende. "Temos de ter uma política para enfrentar essa situação. Não sabemos a que velocidade virá a reativação da economia", diz. Segundo ele, há estudos que mostram que os R$ 600 se converteram em consumo, com impacto na economia. "É uma injeção na veia. Ninguém que receba os R$ 600 vai poupar. Estamos convencidos de que são gastos humanitariamente necessários."

O líder do PDT na Câmara, deputado Wolney Queiroz (PE), também propõe prorrogar a concessão do benefício até setembro. Na avaliação dele, a necessidade de recompor a renda dos trabalhadores informais e demais categorias que podem receber o auxílio não acaba em três meses. "Imagina que as coisas não melhorem. O comércio não abre, o emprego não aparece e o socorro acaba. Você já recebeu o primeiro auxílio, faltam duas parcelas, vai batendo o desespero", diz. "Mais três meses dão tranquilidade ao contingente de pessoas que dependem desses recursos."

Já a líder do PSOL na Casa, deputada Fernanda Melchionna (RS), apresentou projeto que dá prazo ainda maior, até dezembro. Dessa forma, diz, seria possível adotar medidas de isolamento por mais tempo e garantir a renda dos afetados pela crise econômica. "Tem de ter medidas sociais para o povo e também para permitir o estímulo ao consumo. Esses recursos retornam para a economia", afirma. "Acho impossível que o governo acabe com a renda básica daqui a dois meses." Em meio às propostas de prorrogação, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, afirmou na segunda-feira (11) que algumas medidas temporárias tinham "vindo para ficar", em referência ao auxílio de R$ 600.

Nesta terça-feira (12), no entanto, ele foi desautorizado pelo Ministério da Economia, que afirmou que as despesas criadas agora "não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 nem a trajetória sustentável da dívida pública".

Além das medidas para recompor a renda, o socorro a empresas previsto na MP 936 também pode ser prorrogado, segundo o relator do texto. Silva defende a aprovação do prazo original proposto pelo governo, de três meses, mas que o Executivo seja autorizado a prorrogar o programa, total ou parcialmente. "Pode ser necessário prorrogar por um prazo que eu não sei exatamente qual para todos os setores, ou ele pode eleger setores que tenham mais dificuldade na retomada da atividade, que continuarão sendo beneficiários desse programa", afirma.

A intenção do relator é manter a arquitetura básica da MP, permitindo a redução de jornada e salário dos trabalhadores e também a suspensão do contrato de trabalho.
Entretanto, o deputado quer fazer algumas mudanças, com tratamento diferenciado entre empresas que faturam até R$ 4,8 milhões e as que faturam mais, distinguindo pequenas das médias e grandes. Também pretende mudar a faixa de trabalhadores atendidos por acordos coletivos. A MP prevê a possibilidade de acordo individual para quem tem salário igual ou menor a R$ 3.135 ou acima de R$ 12,2 mil.

Silva quer reduzir a primeira faixa, limitando acordos individuais a quem receber R$ 1.567,5 ou menos ou tiver salário superior a R$ 12,2 mil. A prorrogação das medidas é elogiada por congressistas de centro e direita, mas esbarra na oposição. "Queremos a proteção dos empregos com proteção de direitos, que o negociado seja coletivamente, e não individualmente, com parâmetros que não sejam tão baixos", afirma Melchionna, do PSOL. "Tem uma perda salarial alta, tem impacto na economia. Aí vai gerando um efeito cascata. Estamos lutando para que as negociações sejam coletivas, que não haja redução nominal de salário."

Por outro lado, a ampliação do papel dos sindicatos e a adoção de medidas compensatórias em momentos de crise, como o atual, são vistas como mecanismos de proteção do emprego pelas próprias centrais sindicais. "Os nossos sindicalistas defendem a garantia de ter medidas compensatórias, de seguro-desemprego, de abono emergencial, e, mais do que isso, manter a negociação com os sindicatos, coisa que não está prevista na 936 para todo mundo", afirma João Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical.

"Que as medidas compensatórias possam ser na garantia do emprego. Pode ter a redução do salário, mas vai ter a medida compensatória de seguro-desemprego, a antecipação do 13º salário, a estabilidade no emprego pelo mesmo tempo que haja a redução do salário", afirma. A expectativa é que a MP 936 seja votada na próxima terça (19).



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