sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Saiba se você é um dos mais de 9 milhões que não sacaram cotas do PIS

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Cerca de 9,6 milhões de trabalhadores brasileiros com direito às cotas do Programa de Integração Social (PIS) ainda podem sacar os valores. Um montante de R$ 17,4 bilhões. O pagamento está disponível para os cotistas de todas as idades e não tem data limite para ser retirado. Os herdeiros também poderão sacar o benefício, em qualquer data.
A falta de informação fez com que muitos brasileiros ainda não tenham procurado os bancos para fazer o saque da cota do PIS e passar fim de ano com um dinheiro extra, de acordo com a vice-presidente de governo da Caixa, Tatiana Thomé de Oliveira. O recurso começou ser pago em agosto. A Caixa Econômica Federal operacionaliza o PIS que é voltado para trabalhadores da iniciativa privada.
Como buscar o recurso
O cidadão que quiser saber se tem algum recurso da cota do PIS para sacar pode consultar o site da Caixa ou usar o aplicativo de celular do banco. “Lá ele consegue ver ele se tem esse direito, qual o valor, ai ele procura um dos nossos canais que são as lotéricas, correspondentes bancários Caixa Aqui e também as agências e terminais eletrônicos”, explicou a vice-presidente de governo da Caixa
Os saques de até R$ 3 mil podem ser feitos com o cartão do cidadão e a senha cidadão nos terminais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui com documento de identificação oficial com foto. Os valores acima de R$ 3 mil e de cotistas que não tem o cartão do cidadão e senha devem ser sacados nas agências.
O auxiliar de serviços gerais Josimar Pereira da Silva disse que vai se informar se tem direito ao saque do fundo do PIS porque um dinheiro extra é sempre bem-vindo. “Vou procurar a Caixa porque é uma ajuda, ainda mais no fim do ano”, disse ele.
Saque de herdeiros
A vice-presidente de governo da Caixa, Tatiana Thomé de Oliveira, destacou que a Medida Provisória 889 facilitou o saque para herdeiros. “A grande novidade é que o herdeiro pode buscar de uma forma mais desburocratizada”, disse.
A medida traz como facilidade o saque com declaração, na hipótese de morte do titular da conta individual do PIS ou Pasep. Neste caso, o saldo poderá ser disponibilizado aos seus herdeiros ou sucessores, mediante apresentação de documentação. 
Pasep
No caso do Pasep, administrado pelo Banco do Brasil, a partir de agosto ficaram disponíveis para saque R$ 4,5 bilhões pertencentes a 1,522 milhão de cotistas. O Pasep atende a servidores públicos, militares e trabalhadores de empresas estatais. As consultas de saldo do Pasep podem ser acessadas no site do Banco do Brasil.(Portal Brasil)


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ACIDENTE Queda de avião no Cazaquistão deixa 12 mortos

    Por: AFP
Aeronave caiu 17 minutos após a decolagem  (Foto: Kazakhstan's emergencies committee/AFP)
Aeronave caiu 17 minutos após a decolagem (Foto: Kazakhstan's emergencies committee/AFP)


Um avião comercial com quase 100 pessoas a bordo caiu nesta sexta-feira pouco depois de decolar na cidade de Almaty, no Cazaquistão, uma tragédia que deixou pelo menos 12 mortos.

A aeronave, um Fokker-100 da companhia local de baixo custo Bek Air, caiu às 7H22 (22H22 de Brasília, quinta-feira), 17 minutos após a decolagem no aeroporto de Almaty.

O voo seguia de Almaty para a capital Nursultan (antiga Astana), mais ao norte, com 98 a 100 pessoas a bordo, incluindo cinco membros da tripulação.

As autoridades chegaram a anunciar 15 mortes no acidente, mas o Comitê de Situações de Emergências revisou o balanço para 12 vítimas fatais.

De acordo com a lista divulgada pelo comitê, oito pessoas, incluindo o piloto do avião, Marat Muratbaiev, morreram no momento do desastre, duas enquanto recebiam atendimento médico no aeroporto e duas no hospital.

As vítimas fatais nasceram entre 1940 e 1986. Entre os mortos está um general do ministério do Interior, Rustem Kaidarov, de 79 anos. A agência de notícias Informburo.kz anunciou que uma de suas jornalistas, Dana Kruglova, morreu no acidente.

O governo da cidade de Almaty também confirmou o balanço revisado de 12 mortes.

De acordo com o ministério da Saúde, 53 pessoas estão hospitalizadas, incluindo nove crianças. Dez adultos estão em condição de "extrema gravidade".

Segundo o aeroporto de Almaty, a aeronave "bateu na pista duas vezes antes de decolar e se inclinou para a direita no momento em que o trem de pouso era retirado".

"Começamos a perder altura e depois começamos a cambalear: a asa esquerda, depois a asa direita. O avião começou a tremer e balançar enquanto ganhava altura. Depois atingiu o chão ou um prédio", declarou à agência Ria Novosti o passageiro Aslan Nazaraliev.

A maioria das pessoas mortas estava na frente da aeronave. 

O vice-primeiro-ministro cazaque confirmou que o avião bateu na pista na decolagem "por causa de um erro do piloto ou por um problema técnico". As caixas pretas foram encontradas.

O ministério do Interior abriu uma investigação por "infração das regras de segurança e de exploração de um meio de transporte aéreo".

Imagens publicadas pelas autoridades mostram o avião dividido em dois pedaços, com a parte da frente em uma casa de dois andares parcialmente destruída. As autoridades não registraram vítimas em terra.

Centenas de socorristas, apoiados por caminhões de bombeiros e ambulâncias, além da polícia, chegaram em pouco tempo ao local, onde havia muita neve.

Em uma mensagem de condolências publicada no Twitter, o presidente Kassym-Jomart Tokayev declarou que "os responsáveis serão castigados severamente, de acordo com a lei".

De acordo com o canal estatal Khabar 24, a casa atingida pelo avião estava vazia.

A Bek Air se descreve em seu site como a primeira companhia aérea de baixo custo do Cazaquistão. O ministério da Indústria indica que a empresa tem uma frota de sete Fokker-10, um avião de médio alcance de fabricação holandesa.

O governo cazaque determinou que as aeronaves da companhia permaneçam em terra durante a investigação do acidente.

Em março de 2016, um Fokker-100 da Bek Air com 116 pessoas a bordo fez um pouso de emergência no aeroporto de Nursultan por um problema técnico. Nenhuma pessoa ficou ferida.




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Toffoli manda governo repassar recursos do Fundo Nacional de Segurança a estados

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


Agência Brasil - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, determinou hoje (27), que o governo federal faça a transferência de 50% dos recursos bloqueados do Fundo Nacional de Segurança Pública. O valor estimado é R$ 1,1 bilhão.
Na liminar, o ministro atendeu pedido de vários estados, que alegam ter direito ao repasse em função da Lei 13.756/2018, que alterou as regras para gestão do fundo.
"Entendo que o modelo constitucional de federalismo cooperativo exige da União a observância das regras de repartição de recursos com as demais entidades políticas nacionais, sob pena de incorrer em infidelidade federativa", argumentou o ministro.
A decisão foi tomada de forma liminar devido ao período de recesso na Corte, que termina em fevereiro. Após o retorno ao trabalho, o caso será encaminhado para relatora do processo, ministra Rosa Weber.
Ao se manifestar na ação, a Advocacia-Geral da União (AGU) disse que o bloqueio dos recursos foi aprovado pelo Congresso e consta no Orçamento da União.
"A própria Lei Orçamentária Anual de 2019 alocou parcela das receitas do fundo em uma reserva de contingência específica, vinculada ao próprio Ministério da Justiça e Segurança Pública", argumentou a AGU.


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Ministério da Saúde cria linha de cuidados para tratar AVC

Documento é inédito e orienta todo o cuidado ofertado no SUS para AVC, além de reunir protocolos de atendimento para profissionais de saúde e nortear a organização da rede em todo o país. Até o dia 10 de janeiro receberá contribuições
       Via:Santanavinicius
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O Ministério da Saúde quer saber a sua opinião sobre a recém-criada Linha de Cuidado do Adulto com Acidente Vascular Cerebral (AVC). A publicação é voltada para pacientes, profissionais de saúde e gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) e reúne todas as informações relacionadas à doença, popularmente conhecida como derrame. Por exemplo, apresenta quais são os sinais e sintomas, quais serviços de saúde o cidadão deve procurar, o protocolo médico que deve ser seguido, incluindo quais medicamentos devem ser administrados e como a rede em saúde deve estar organizada. Até o próximo dia 10 de janeiro este documento estará em consulta pública para receber sugestões, contribuições ou críticas que o tornem ainda melhor.
As contribuições podem ser enviadas por meio deste formulário eletrônico.
Esta é a primeira linha de cuidado elaborada pelo Ministério da Saúde de um total de 22 previstos para serem criados nos próximos dois anos sobre as doenças mais prevalentes na população e que mais fazem vítimas fatais.
Por meio das linhas de cuidado, a ideia é orientar os cidadãos sobre os principais sintomas, quando procurar um serviço de saúde e hábitos que podem ser adotados como prevenção. Em relação aos profissionais de saúde, o documento apresenta orientações conforme a área de atuação, desde a Atenção Primária (que é o cuidado inicial), passando pelas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), Serviço de Atendimento Móvel 192 (SAMU) e a rede hospitalar. Ou seja, aponta o que deve ser feito pelos profissionais de saúde em cada serviço da rede público. E, assim, orienta os gestores também na melhor organização da rede de saúde, com a integração do SUS.
Os temas das próximas Linhas de Cuidado são: hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, obesidade, doença renal crônica, tabagismo, álcool, depressão (risco de suicídio no adulto), ansiedade, insuficiência cardíaca, dor torácica (diagnóstico diferencial da cardiopatia isquêmica), pré-natal, puericultura, asma (no adulto e na criança), doença pulmonar obstrutiva crônica, tuberculose, hepatites virais, HIV/Aids, demência, lombalgia, câncer de colo de útero e câncer de mama.
LINHA DE CUIDADO AVC
A Linha de Cuidado do Adulto com Acidente Vascular Cerebral vai levar informação aos usuários do SUS e apoiar o trabalho dos profissionais de saúde da Atenção Primária e da Rede de Atenção à Saúde. O conteúdo tem informações relativas às ações e atividades de prevenção, tratamento e reabilitação que são desenvolvidas por equipe multidisciplinar em cada serviço de saúde.
Para a construção da Linha de Cuidado do AVC, realizou-se levantamento de protocolos, diretrizes e normas técnicas previamente estabelecidos pelo Ministério da Saúde e pelas Secretarias de Saúde estaduais e municipais. Há uma página específica para o paciente e outra para os gestores em saúde.
É desenvolvida em formato digital, de acesso fácil e disponível no site do Ministério da Saúde, em formato PDF, para consulta, download e impressão. Assim, o conteúdo pode ser acessado pelo profissional de saúde, no momento do atendimento ao paciente, ou pela população, a qualquer momento.
AVC: SEGUNDA CAUSA DE MORTE
O Acidente Vascular Cerebral está em segundo lugar entre as principais causas de morte no Brasil, atrás apenas dos óbitos por doenças cardíacas isquêmicas. A maioria dos casos pode ser prevenido. Em 2017, foram registrados 101,1 mil óbitos por AVC. E, no anterior, em 2016 haviam sido registrados 102,9 mil óbitos. No ano passado, foram registrados 197 mil atendimentos no SUS em decorrência da doença.
O SUS disponibiliza assistência integral e oferta 41 medicamentos gratuitos para tratamento de problemas cardiovasculares, que incluem o AVC.
O Acidente Vascular Cerebral ocorre quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, interrompendo a circulação sanguínea. Quanto mais rápido o diagnóstico e tratamento, maiores serão as chances de recuperação. Os principais sintomas são fraqueza ou formigamento no rosto, braço ou perna, confusão mental, alterações na fala, visão e equilíbrio e dor de cabeça súbita e intensa.(Ministério da Saúde)

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DECISÃO Aneel mantém bandeira tarifária amarela para janeiro de 2020

   Por: Agência Estado
 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na tarde desta sexta-feira (27) que as contas de luz seguirão com a cobrança de um custo adicional de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh), estabelecidos quando a bandeira tarifária amarela está acionada.

A bandeira amarela já estava acionada em dezembro. Mas a sua manutenção em janeiro foge do padrão histórico, já que usualmente durante o chamado período chuvoso o preço da energia costuma cair e permitir o acionamento da bandeira verde, quando não há cobrança adicional.

A Aneel explicou que a bandeira permanece amarela por causa do baixo nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) e pelo regime de chuvas significativamente abaixo do padrão histórico nessas regiões.

"A previsão hidrológica para janeiro aponta para a elevação gradativa dos principais reservatórios, mas em patamares abaixo da média histórica. Essa condição intermediária repercute na capacidade de produção das hidrelétricas, ainda demandando acionamento de parte do parque termelétrico, com impactos diretos na formação do preço da energia (PLD) e nos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", informou a Aneel, em nota. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

O sistema de bandeiras tarifárias está em vigor desde 2015 e tem como objetivo sinalizar ao consumidor o custo real da energia gerada. As cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. Na cor verde, não há cobrança de taxa extra, indicando condições favoráveis de geração de energia no País. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,343 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha pode ser acionada em um dos dois níveis cobrados: no primeiro nível, o adicional passa é de R$ 4,169 a cada 100 kWh, enquanto no segundo nível, a cobrança extra é de R$ 6,243 a cada 100 kWh.



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SAÚDE Morte de empresário no Recife alerta para cuidados com o consumo de ostras

Homem de 60 anos consumiu o crustáceo na praia de Boa Viagem em 13 de dezembro e morreu na quinta-feira (26). Secretaria de Saúde do Recife investiga a morte.

    Por: Fabio Nóbrega/folhape
Consumo de ostras
Consumo de ostrasFoto: Pixabay

Iguaria comum nas praias do litoral pernambucano, a ostra precisa de atenção redobrada quando consumida, principalmente nesta época de verão. O alerta para o consumo do molusco foi novamente acionado em Pernambuco após a morte de um empresário de 60 anos, nessa quinta-feira (26), em um hospital privado do Recife. Ele teria consumido uma porção de pelo menos 14 ostras na praia de Boa Viagem, na Zona Sul da Capital, no último dia 13. O nome da vítima não será divulgado a pedido da família.

Geralmente servida cru e adicionada de temperos como limão, azeite e sal, a ostra pode causar uma infecção provocada por várias bactérias, dentre as quais a Vibrio vulnificius - que, após se instalar em uma ferida no corpo, começa a consumir a carne ao seu redor e se espalha rapidamente.

Em contato por telefone com o Portal FolhaPE, um amigo do empresário, o advogado Silvio Amorim, detalhou como tudo aconteceu. “No dia seguinte [após comer as ostras], tinha uma confraternização do nosso grupo e ele disse que não ia comer nada pois havia ingerido umas ostras que ‘não tinham entrado bem’”, detalhou. “Dois dias depois, ele foi para um hospital, os médicos atenderam e o dispensaram após dar um remédio”, acrescentou Sílvio.

O empresário foi para um outro hospital no domingo (22), onde morreu após passar quatro dias internado. Outro amigo da família, o médico Genildo Lira informou que uma infecção generalizada causou a morte do empresário. “Ele teve falência múltipla de intestino, pulmão e fígado. Um laudo deve confirmar o motivo da morte”, acrescentou. O enterro ocorreu nessa quinta em um cemitério na Zona Oeste do Recife.

Cuidados com as ostras
O clínico Auremar Ferreira chama atenção sobre os riscos causados pelo consumo de ostras mal preparadas. “Precisamos ter cuidado com o preparo do que consumimos na praia. O que torna a ostra mais melindrosa é porque se trata de um animal filtrador, que se alimenta filtrando a água que passa por ela e pega todo o resíduo e sujeira que está no ambiente”, detalhou.

“Se é ingerido por crianças ou idosos, que têm organismos mais frágeis, acabam tendo um envenenamento maior”, acrescentou Auremar. A depender do grau de contaminação, os sintomas podem ser diarreia aguda e com sangramento, náusea, vômito, febre, cólicas e dores abdominais. “Se formos falar da questão alimentar, essas ostras estavam muito podres. Não se sabe como foram coletadas, nem tratadas”, alerta.

Ainda de acordo com Auremar, a principal medida que a população deve tomar para evitar infecções é se prevenir na hora do consumo. “É preciso saber qual é a procedência da ostra, como ela é preparada e como é refrigerada. Se a pessoa que ingerir o molusco observar algo estranho, acrescenta o clínico, o ideal é procurar imediatamente um médico. “A questão não é a quantidade do que é consumido, mas a qualidade. É necessário ainda evitar a automedicação”, afirma.

De acordo com a nutricionista Tainan Castro, a ingestão de ostras exige um cuidado maior, já que é um alimento geralmente servido cru. “O problema não é tanto o aspecto pois, mesmo saudável, a ostra faz mal por causa de uma toxina que é prejudicial”, explicou. Entre o que deve ser analisado pelo consumidor na hora de comprar a ostra, aponta a especialista, estão itens como aparência (deve ter aspecto brilhoso como indicação de que está saudável) e/ou cheiro ruins e o tempo fora do armazenamento. “A ostra já fica na praia, naquele calor, sem um cozimento, sem congelamento. A atenção precisa ser redobrada porque a bactéria é resistente ao calor”, afirmou.

A nutricionista Joyce Moraes reforça o que deve ser priorizado pelo consumidor na hora do consumo. “As condições de higiene do ostreiro [pessoa que vende as ostras] também deve ser levada em conta. Muitos vendem a ostra em um balde que fica no sol quente o dia inteiro e limpam facas e pratos em um pano sujo. É uma prática incorreta”, alerta. Alguns restaurantes da região inclusive cultivam o fruto do mar em aquários. “A ostra é um mega alimento, rica em proteínas e minerais e são ótimas para a humanidade”, acrescenta. Ela ainda elenca algumas dicas para o consumo.

Confira:

- Dar preferência ao consumo em bares e restaurantes. A maioria dos localizados na região compra ostras criadas em cativeiros no Rio Grande do Norte.
- Se consumir na praia, deve ser logo cedo, pois o risco é maior no final do dia.
- Verificar as condições de higiene do ostreiro.
- Nem sempre a ostra vai apresentar alterações de cheiro e sabor, mas é preciso atenção, uma vez que os micro-organismos patogênicos não são deteriorantes, ou seja, não estragam o alimento.
- Procurar saber a procedência do molusco e ter uma pessoa de confiança para comprar.
- Buscar indicações e o histórico da procedência do estabelecimento.
- Conferir se os baldes usados nas praias estão com gelo. Na maioria das vezes, não, o que aumenta o risco.

Prefeitura investiga a morte
De acordo com a Secretaria de Saúde do Recife (Sesau), uma notificação de intoxicação após o consumo de ostras foi feita na quarta-feira (25), por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs Recife). No dia seguinte, a pasta recebeu a notificação do óbito do paciente, com suspeita de infecção exógena (aquela causada por fatores internos do organismo do paciente). A secretaria irá investigar a morte. A apuração ainda não tem um prazo para a conclusão.

A Sesau ressaltou ainda que não há uma campanha específica da Vigilância Sanitária do Recife para alertar a população sobre o consumo de ostras na orla do Recife, mas uma geral que aborda a ingestão de alimentos na praia, com ações educativas e de fiscalização. “O trabalho dos inspetores tem o objetivo de evitar/diminuir a ocorrência de doenças em consequência da ingestão de alimentos contaminados”, diz nota da secretaria.

A pasta reforça que ostras, lagostas, camarões, lulas e polvos devem ser expostos, preferencialmente, em caixas térmicas com gelo e refrigerados em temperaturas de 2º C a 3º C ou bandejas plásticas cobertas com bastante gelo.





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Gás de cozinha fica 5% mais caro a partir de hoje

Botijão de gás

A partir de hoje (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. O preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras.
Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás.
Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.(Agência Brasil)

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SOLIDARIEDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA

Erivaldo Oliveira Campanha em prol do nosso amigo Erivaldo Oliveira. Um jovem de apenas 27 anos, e que após dois dias do nascimen...