terça-feira, 24 de setembro de 2019

REDUÇÃO - Gasto com os salários deve cair a 70% nas universidades

 Por: AE
Divulgação/Ministério
Divulgação/Ministério

O Ministério da Educação (MEC) quer reduzir para 70% o gasto das universidades federais com a folha de pagamento nos próximos dez anos. Hoje, pagar a folha corresponde a 85% do total das despesas. A meta faz parte da estratégia para diminuir despesas com pessoal por meio de mudanças no modelo de contratação de docentes e servidores para o regime CLT. O sindicato dos docentes, Andes, diz que isso vai prejudicar as pesquisas e elevar a rotatividade de profissionais. 

Quase metade da força de trabalho na administração federal está nas instituições de ensino. O orçamento para todas as 63 universidades federais em 2019 é de R$ 49,621 bilhões - são R$ 42,3 bilhões com salários. 

Ao Estadão/Broadcast, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, antecipou que as universidades que aderirem ao Future-se, ação federal para captar verba privada, "vão ter de passar a contratar via CLT, e não mais via concurso público". O texto do novo programa, que ainda será enviado ao Congresso, tem sofrido resistência de parte das universidades. 

Secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima afirmou ontem que a redução de 15 pontos porcentuais nos gastos com servidores e professores representaria a maior reforma do governo, depois da previdenciária. "A CLT é um método, mas não é o objetivo em si. O objetivo é ter uma limitação de despesas com pessoal", disse ele.

Lima disse que o Conselho Superior das universidades determinará quais serviços poderão ser prestados por funcionários contratados pela CLT. Destacou, ainda, que as contratações terão de ser feitas por meio das Organizações Sociais (OSs) e pelas fundações de apoio. 

Segundo ele, a adesão ao modelo das OSs, tipo de associação privada sem fins lucrativos, pode ser feita pelas universidades em parte ou em sua totalidade.




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Codevasf entrega as primeiras unidades parcelares empresariais do Projeto de Irrigação Pontal, em Pernambuco

   Por:Santanavinicius

A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) iniciou a entrega das primeiras unidades parcelares empresariais (lotes) da Área Sul do Projeto de Irrigação Pontal, localizado em Petrolina (PE). Das 37 unidades parcelares destinadas às empresas, 18 foram vendidas na primeira fase da licitação e mais de 90% dos proprietários já foram notificados e autorizados pela Codevasf para iniciarem as atividades no local. A previsão é que até o final de outubro todas as unidades parcelares sejam entregues. O empreendimento trará grandes benefícios nas áreas agrícola, agropecuária e agroindustrial para pequenos e grandes produtores.
De acordo com o superintendente regional da Codevasf em Petrolina, Aurivalter Cordeiro, o Projeto de Irrigação Pontal é um acréscimo não só para a área irrigada dentro do município de Petrolina, mas também para toda a área do sertão do São Francisco. “Consideramos que houve, por parte do empresariado e de todos que participaram das licitações, a confiança no trabalho da Codevasf, que visa constantemente a melhoria de vida e o desenvolvimento socioeconômico na área em que atua, por meio de ações que favoreçam o avanço da agricultura irrigada e a estruturação de atividades produtivas”, comemora Cordeiro.
Ocupando uma área total de 29 mil hectares, a área destinada à irrigação abrange cerca de 7,6 mil hectares e foi dividida em duas categorias: unidades parcelares empresariais (média de 46 ha) e familiares (média de 6 ha), sendo 3,5 mil ha no Pontal Sul e 4,1 mil no Pontal Norte.

Raimundo Marcelo Cerqueira, sócio-diretor do grupo Guruva, há 16 anos atuando na região do vale, foi um dos empresários do ramo de fruticultura que adquiriu terras no Pontal. Com uma aquisição de quase 300 hectares, correspondente a cinco unidades parcelares empresariais, o grupo pretende investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 60 milhões no plantio de uvas sem sementes e variedades novas.
“Fomos motivados pelo sucesso do nosso trabalho aqui na região do vale. Nesses últimos anos, o Guruva tem exportado 100% do que produz. Vimos no Pontal a oportunidade de ampliar os negócios, garantindo um retorno bastante rentável”, declarou Cerqueira.
Ainda neste semestre, a Codevasf irá lançar o edital para a venda de mais 19 unidades parcelares empresariais. Todas as informações serão disponibilizadas no site da Companhia: www.codevasf.gov.br.
Quanto às unidades parcelares familiares do Pontal, um total de 77 será entregue até o final deste ano. Foram licitados 299 unidades.
Infraestrutura para produção e escoamento de produtos
Situada em uma área do polo hidroagrícola Petrolina(PE)/Juazeiro(BA), um dos mais importantes centros de produção e exportação de frutas tropicais irrigadas do Brasil, a região possui uma infraestrutura logística que facilita o acesso a três portos e estradas em boas condições, além da proximidade com o aeroporto de Petrolina que fica a 40 quilômetros do projeto.
A Área Sul do Projeto de Irrigação Pontal demandou um investimento de R$ 335 milhões desde a implantação até a conclusão da obra, tendo como principais estruturas o canal de aproximação; três estações de bombeamento, sendo uma de captação e duas elevatórias; 63 quilômetros de canais de irrigação; 10 quilômetros de condutos forçados e três subestações de força; 67 quilômetros de estradas pavimentadas e 34 quilômetros de estradas vicinais.(Ascom)



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REMARCADO - Senadores adiam votação da reforma da Previdência para a próxima semana

  Por: Alessandra Azevedo - Correio Braziliense
Foto: Marcos Brandão/Senado Federal
Foto: Marcos Brandão/Senado Federal

A votação da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, marcada inicialmente para esta terça-feira (24/9), ficou para a semana que vem. Em vez de priorizar o andamento da matéria, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), preferiu ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) reclamar da operação de busca e apreensão feita na semana passada no gabinete do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo na Casa. 

A decisão desagradou a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), que se disse "contrariada" com o adiamento. Ela enfatizou que a sessão foi cancelada por determinação da Mesa Diretora, não por ideia dela ou do vice presidente do colegiado, Jorginho Mello (PL-SC). "Temos que acatar a decisão dos líderes", afirmou.

Tebet definiu a decisão dos líderes, com Alcolumbre, como um "erro de estratégia". "Acho que não é o momento de sinalizar qualquer dúvida para a sociedade em relação à reforma da Previdência. Mas, como não somos líderes e houve uma decisão dos líderes, cabe a mim apenas cumprir a determinação da Mesa Diretora", explicou a senadora.

Assim, conforme acordo entre os líderes, a votação do parecer do relator da reforma, Tasso Jereissati (PSDB-CE), foi remarcada para a próxima terça-feira (1/10). A expectativa é de que o texto possa ser votado também no plenário, no mesmo dia. A votação, entretanto, pode se estender para a quarta-feira (2/10). 

Visita ao STF 

Senadores e líderes acompanharam Alcolumbre até o STF, onde se encontrou com o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para protocolar um pedido de suspensão da liminar contra a operação de busca e apreensão feita no gabinete de Bezerra Coelho na última quinta-feira (19/9). A ação faz parte de investigação que apura uso de empresas de fachada para lavagem de dinheiro e pagamento de propinas. 
Para Alcolumbre, a visita "institucional" ao STF, feita em nome do Congresso, não poderia ser adiada. "Não haveria outro momento. Esse é o momento de reafirmação do Poder Legislativo", defendeu. No Supremo, o presidente do Senado pede suspensão da liminar "dessa decisão monocrática que adentrou o Congresso Nacional".

Calendário

O segundo turno de votação da reforma da Previdência no plenário do Senado ainda é previsto para 10 de outubro. Segundo Tebet, o calendário final foi mantido por um "amplo acordo" firmado com líderes, inclusive da oposição. Depois do primeiro turno, são necessários cinco dias úteis para que a matéria passe para o segundo. 
Se forem contadas as segundas e sextas-feiras, o prazo pode ser cumprido até 10 de outubro. Mas, mesmo que não seja possível, os senadores estariam dispostos a ignorar o prazo, o que pode ser feito caso haja consenso. "Nessa conta, é possível. E tem acordo dos líderes da oposição para que a gente quebre interstício, se for necessário", afirmou Tebet.

Líder do PSD na Casa, o senador Otto Alencar (BA) minimizou o atraso na votação pela CCJ. "A reforma é um processo para dar resultado em 10 anos. Portanto, não é para botar na sala e operar. Não está morrendo ninguém e não vai resolver amanhã, se aprovar. Em oito, 10 dias, não resolve. Não está sangrando, tem que esperar", disse.




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LULA - Lula desiste de regime semiaberto e continuará na prisão, diz advogado

O ex-presidente completou nesta segunda-feira (24) um sexto da pena, o que lhe permite solicitar a progressão para o regime semiaberto
  Por: AFP 
Lula
LulaFoto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por continuar na prisão, onde cumpre pena há mais de um ano, em vez de passar para o regime semiaberto ou domiciliar, benefícios aos quais ele teria direito a partir dessa segunda-feira, informou sua defesa. Lula, na prisão desde 7 de abril de 2018, cumpre uma sentença de oito anos e dez meses na sede da Polícia Federal de Curitiba.

O ex-presidente completou nesta segunda-feira (24) um sexto da pena, o que lhe permite solicitar a progressão para o regime semiaberto (trabalhando durante o dia e voltando à noite para a prisão) ou até mesmo o domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica.
"O ex-presidente Lula tem ciência do seu direito de pedir a progressão de regime e optou por não apresentar o pedido porque busca o restabelecimento de sua liberdade plena, com o reconhecimento de que foi vítima de processos corrompidos por nulidades, como a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro", informou sua defesa à AFP.

Lula, de 73 anos, nega todas as acusações e se diz vítima de um complô político para impedi-lo de participar das eleições presidenciais de 2018, cujas pesquisas liderava mesmo após sua detenção em abril.




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NAÇÕES UNIDAS - Bolsonaro discursa na Assembleia Geral da ONU; acompanhe ao vivo

   Por: Danielle Santana - Diario de Pernambuco
Divulgação/ONU
Divulgação/ONU


O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, será o primeiro dos chefes de Estado a discursar na 74ª Assembleia Geral da ONU, O privilégio é resultado de uma tradição, desde 1949 a abertura é realizada pelo Brasil. 


Acompanhe ao vivo

Bolsonaro não foi convidado para a cúpula do clima que ocorreu, nesta segunda-feira (23), na sede da Organização das Nações Unidas. O governador Paulo Câmara foi chamado para discursar representando a região Nordeste.

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Por conta de recomendações médicas, a agenda do presidente nos Estados Unidos ficou restrita à ONU e conversas rápidas e concentradas nesta terça-feira. O discurso de Bolsonaro deverá obedecer ao limite de 20 minutos estabelecido pela ONU. O momento é considerado o mais importante das 32 horas que o presidente passará nos Estados Unidos.

A defesa da soberania brasileira na região amazônica também deverá ser ponto marcante no discurso de Bolsonaro. O Brasil deverá apresentar as medidas tomadas para reduzir os impactos no meio ambiente. 




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PF faz operação contra desembargador que soltou Garotinho e Rosinha


Siro Darlan
Siro Darlan (Foto: Reprodução/GloboNews)


Uma operação da Polícia Federal , desencadeada na manhã desta terça-feira, mira o desembargador Siro Darlan . Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na casa dele, na Gávea, na Zona Sul do Rio, em seu gabinete, no Tribunal de Justiça, no Centro, e em um endereço ligado a ele no município de Resende, no sul Fluminense. A informação é do jornal O Globo. 
Siro Darlan é alvo de um inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que apura a venda de sentenças no Fórum da capital. O desembargador foi quem mandou soltar os ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Matheus , menos de 24 horas depois de o casal ser preso, no início deste mês.
Em dois casos investigados, detentos teriam sido beneficiados por decisões de Darlan . Num deles, foi anexada a colaboração premiada de um dos envolvidos, que afirmou ter ouvido de um dos presos sobre o pagamento a um intermediário do magistrado: R$ 50 mil para ser solto. Inicialmente, segundo o delator, o lance foi de R$ 120 mil, mas caiu para menos da metade dividido em duas parcelas.
Darlan é um magistrado controverso no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) pelas decisões recorrentes de dar liberdade a presos em plantões judiciais. Além dos inquéritos no STJ, também é alvo de uma representação na presidência do TJ-RJ, assinada pelos outros quatro desembargadores da 7º Câmara, e uma investigação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar faltas disciplinares.(247)


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Organizações protestam na ONU contra licença para matar de Bolsonaro, Moro e Witzel

Licença para matar reivindicada por Bolsonaro, Moro e Witzel será alvo de protestos na ONU
Conselho de Direitos Humanos da ONU
Conselho de Direitos Humanos da ONU (Foto: UN Photo / Jean-Marc FerrŽ )

O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), sediado em Genebra,  será palco nesta terça-feira (24) de um protesto por organizações brasileiras que farão um discurso contra a política de segurança do governador do Rio, Wilson Witzel, informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.  
Esta política é respaldada por Jair Bolsonaro e seu ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro.   
 “Os alvos são sempre os mesmos: negros jovens e pobres que vivem nas favelas da cidade”, diz o texto.   
“Pedimos à comunidade internacional que se manifeste contra esse banho de sangue racista”, prossegue o documento, assinado por Conectas, Redes da Maré e Justiça Global.   
O documento também critica o excludente de ilicitude que integra o pacote "anticrime" do ministro Sergio Moro, da Justiça.  
Apesar das consequências trágicas da licença para matar reivindicada por Bolsonaro, Moro e Witzel, o ministro diz que a proposta trata de autodefesa e não tem relação com o assassinato de Ágatha.   
Witzel não assume que a menina morreu por culpa de sua política de segurança. (247)


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Brutalidade,tristeza e feminicídio! Jovem é esfaqueada e carbonizada pelo próprio companheiro que já foi preso

Segundo a PCPE, o corpo de Samara da Costa Mendes foi encontrado carbonizado dentro da residência onde ela morava. O principal suspeito de atear fogo no local é 
o companheiro da vítima

Samara Costa, 18, foi assassinada pelo companheiro no Recife

Uma jovem de 18 anos foi vítima de feminicídio na tarde desse domingo (22) no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), o corpo de Samara da Costa Mendes foi encontrado carbonizado dentro da residência onde ela morava, na rua Três de Fevereiro, no bairro de Santo Amaro. Sérgio Ricardo, o delegado responsável pelo caso, disse que o suspeito confessou o crime.
O principal suspeito de atear fogo no local é o companheiro da vítima, Kaleu Cristian Silva Regueira Costa, de 24 anos. Segundo Sérgio, Kaleu esfaqueou Samara, jogou aerosol no corpo dela e tocou fogo na jovem.
De acordo com a PCPE, testemunhas que presenciaram a cena tentaram linchar o homem, que foi preso em flagrante pelo crime de feminicídio e conduzido por policiais militares para a sede da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), onde aguarda por audiência de custódia. A PCPE informou ainda que um inquérito policial foi instaurado para apurar o caso.

De acordo com familiares da vítima, o casal vivia junto há aproximadamente 2 anos e havia se mudado para Recife há 6 meses. A família, que vivia em Maceió, mantinha certa proximidade com a vítima e o agressor, que, segundo testemunhas, mantinham uma relação conturbada.
Uma testemunha, que preferiu não se identificar, afirmou que não existiam ameaças por parte da vítima. “Ele batia nela escondido. Samara já tinha dito que ia terminar a relação por conta dessas agressões, já que ela tinha perdido até um filho por conta dele”, afirmou. “Ele sempre proibia Samara de sair, e ela chegou a descobrir casos de traição por parte dele”, complementou.
Os vizinhos, que testemunharam os comportamentos agressivos de Kaleu e, na noite do último domingo, a tentativa de fuga do suspeito, afirmaram que ele tentou escapar pelos telhados das casas vizinhas. “No começo a gente pensou que fosse uma explosão de gás, mas depois vimos que não era; ainda tentaram salvar Samara mas não conseguiram”, disse uma moradora da comunidade.(Folha de Pernambuco)


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O lucrativo nogócio por trás da ativista Greta Thunberg: financiamento político e energético

(Foto: KIRSTY WIGGLESWORTH)

Por Cristina Gómez, em El Español - Greta Thunberg tornou-se, em menos de um ano, um ícone global contra as mudanças climáticas. Mas seu enorme sucesso foi impulsionado e promovido, de acordo com o The Sunday Times, por grandes lobbies e empresas de energia verde que usariam a jovem de 16 anos como ponta de lança para "facilitar a transição para o corporativismo verde". 
O jornal britânico ligou a adolescente e sua crescente notoriedade ao magnata Ingmar Rentzhog, presidente de um Think Tank (laboratório de idéias e pesquisas), do qual são membros dos políticos social-democratas suecos, aos executivos de grandes empresas de energia do país.  
Greta Thunberg foi anunciada com sua famosa greve escolar perante o Parlamento da Suécia em agosto do ano passado. No dia 20, especificamente, Ingmar Rentzhog enviou uma foto da jovem para sua página no Facebook e naquela mesma tarde o jornal Dagens Nyheter - o de maior circulação no país - publicou sua história. Já sabemos o resto. 
No entanto, as informações exclusivas do Times garantem que sua história começou meses antes.  
Início do ativismo  
Em maio de 2018, Thunberg ganhou o segundo prêmio em um concurso de redação ambiental organizado pelo jornal Svenska Dagbladet. 
Após o concurso, Bo Thoren, líder do grupo local Fossil Free Dalsland, contatou os vencedores e outros jovens ativistas para falar sobre como "envolver e obter ajuda de jovens para aumentar o ritmo da transição para uma sociedade sustentável, desde que eu estava procurando novos rostos" para o movimento.  
Entre as propostas de Thoren, estava uma greve escolar inspirada nas manifestações dos estudantes sobreviventes do massacre do Parkland Institute na Flórida - que ocorreu em fevereiro daquele ano. "Havia eleições agendadas para setembro, três semanas após o início do curso. Imagine o que aconteceria se as crianças chegassem no primeiro dia e dissessem 'não voltaremos até as eleições'", explicou Thoren. 
Greta estava convencida da ideia de uma greve e decidiu colocá-la em prática. Thoren sabia disso e foi a Estocolmo em 21 de agosto para se juntar a ela. Mas no dia anterior, Rentzhog encontrou a ativista "casualmente" na frente do Parlamento e as notícias começaram a se tornar virais antes da chegada de Thoren. 
Embora Rentzhog tenha dito inicialmente que viu Greta "por acaso", ele finalmente admitiu ao Times que uma semana antes havia recebido um e-mail de Thoren informando sobre o protesto.  Da mesma forma, Rentzhog conheceu a família de Greta meses antes do evento, quando ele coincidiu com Malena Ernman, a mãe da jovem, em uma conferência sobre o clima em Estocolmo. Isso foi assegurado por e-mail ao jornalista do Times, apesar do fato de ele ter alegado anteriormente que a primeira vez que soube da garota foi quando os protestos começaram.  
A tudo isso, devemos acrescentar que a greve de Greta coincidiu com o lançamento do livro de Ernman, Scenes from the Heart, que conta como "trabalhar para salvar o planeta salvou a vida de sua família". Rentzhog aproveitou a publicação, a fama de Malena Ernman - cantora de ópera prestigiosa - e o carisma de Greta para espalhar sua mensagem pelas redes sociais e, assim, pular para a mídia em todo o mundo. 
Assim começou o relacionamento entre a família de Thunberg e Rentzhog, um acordo que os pais da menina tentam esconder.  
Poderes envolvidos  
A razão pela qual seus pais sempre negaram que exista uma colaboração com Rentzhog é que o fundador da plataforma We Don't Have Time - com a qual ele pretende aproveitar o poder das redes sociais para "responsabilizar líderes e empresas da mudança climática "- é também o presidente da Global Utmaning (mais conhecida como Desafio Global), um grupo de reflexão no qual estão envolvidos líderes de lobby, executivos de empresas de energia e até políticos. 
Para a família Thunberg, é fundamental que sua imagem não seja prejudicada pelos interesses de terceiros.  A fundadora do Global Challenge é Kristina Persson, ex-membra do Partido Social Democrata e ministra do governo sueco entre 2014 e 2016. Outros membros do Think Tank são: David Olsson, membro do Svenska Bostadsfonden, um dos maiores fundos imobiliários da Suécia de cujo Conselho fazem parte Rentzhog e Gustav Stenbeck, cuja família controla a empresa de investimentos sueca Kinnevik.  
O Conselho também inclui Petter Skogar, presidente da KFO, a maior associação patronal da Suécia, e Anders Wijkman, ex-presidente do Clube de Roma e membro do Parlamento Europeu entre 1999 e 2009.  
Outro membro de destaque é Nystedt Ringborg, consultor da Agência Internacional de Energia e ex-vice-presidente da multinacional suíça-sueca ABB, que atua em áreas de robótica e energia, entre outras. 
O Times também enfatiza que Ringborg é membro da Sustainable Energy Angels, uma empresa de capital de risco de energia verde.  
Inconsistências  
Embora o Times sugira que a família de Thunberg talvez não conheça os interesses das grandes potências que Rentzhog trouxe consigo quando os contatou, também mostra inconsistências em sua conta. 
Começa com a assinatura da mãe de Greta em um artigo de opinião publicado no Dagens Nyheter - que, lembre-se, foi o primeiro a ecoar os protestos de Thunberg perante o Parlamento.  Este artigo tem outras oito empresas, entre as quais Kristina Persson e três outros membros do Global Challenge. Rentzhog, que deveria ser o autor do artigo, disse que mostrou a lista de signatários a Malena Ernman, mas sem indicar as acusações que eles detinham no Global Challenge, para que a mãe de Greta não soubesse quem eles eram, mas também assinou um artigo escrito pelo presidente deste Think Tank.  
Entre as incongruências da família da jovem ecologista, está também o pai dela, Svante Thunberg, que disse com firmeza que "nunca trabalhamos com a plataforma Rentzhog ou o Global Challenge", apesar de Greta fazer parte do conselho consultivo de sua plataforma Não temos tempo (fundada por Rentzhog).  
Embora a família de Thunberg tenha tentado romper com qualquer tipo de lobby, seu novo assessor de imprensa é Daniel Donner, que está trabalhando no lobby de Bruxelas: European Climate Foundation.  
Como ativista, é inevitável que Greta Thunberg se cercasse de lobbies e líderes que apoiam sua causa - e têm seus próprios interesses - para gerar as mudanças que ela pede aos políticos em todo o mundo, mas a tentativa de esconder essas relações para manter seus interesses e imagem pura gera desconfiança em relação a ela. 
No momento, todos os passos dados pela jovem sueca, que mobilizou milhares de jovens de todo o mundo para combater as mudanças climáticas, serão questionados e investigados com lupa.(247)


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Ameaçados por madeireiros, indígenas do Pará prometem defender floresta até a morte

(Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)


TERRA INDÍGENA ALTO RIO GUAMÁ, Pará (Reuters), Por Rcardo Moraes - Com medo de um ataque noturno, a indígena Rita de Cassia Tembé dorme com lanças pontiagudas debaixo de sua rede para se proteger de uma possível invasão na Terra Indígena Alto Rio Guamá, que tem sido visada por madeireiros que atuam de forma ilegal no nordeste do Pará.
“Os madeireiros estão dentro da nossa área, eles ficam invadindo e nós ficamos muito preocupados”, disse a indígena, de 26 anos, em entrevista à Reuters.
“De noite a gente não dorme direito, fica pensando nos madeireiros chegando aqui e matando a nossa gente dormindo. Por isso que a gente dorme com as armas debaixo da rede, não está bom para a gente não.”
A tribo Tembé, que ocupa uma das terras indígenas mais antigas do país, enfrenta constantes invasões, principalmente de quadrilhas de madeireiros ilegais, de acordo com o Ministério Público Federal no Estado do Pará, que no início do mês solicitou uma operação urgente da PF e do Exército na região.
No mês passado, quando o Pará foi um dos Estados da região amazônica a registrar alta expressiva no número de focos de incêndios florestais em relação a 2018, indígenas da tribo decidiram expulsar invasores por conta própria, o que aumentou o clima de tensão na região.
“A quentura já está ficando muito quente e nós não gostamos disso”, afirmou o líder indígena Jacinto Tembé, um dos vigilantes armados da tribo.
“Eles querem invadir a nossa aldeia... Nós não podemos dizer que estamos preparados para guerra, porque nós não temos poder de ir de encontro com o mundo. Eles têm arma pesada, eles têm arma boa, nós não temos, mas nós também não ficamos quietos. Nós pisamos em cima do sangue dos nossos avós, dos nossos pais que já passaram, e vamos lá, não tem jeito, vamos morrer, mas nós vamos matar também.”
De acordo com o pedido de operação apresentado pelo MPF no início de setembro, há necessidade de “atuação urgente” por parte dos órgãos estatais competentes na terra indígena, uma vez que, embora a situação de conflito já seja de conhecimento dos órgãos públicos, novos relatos indicam “ter havido agravamento no risco de conflitos, com resultados potencialmente graves e imprevisíveis”.
Procurada pela Reuters, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) disse que a terra indígena encontra-se em área federal, sendo, portanto, de responsabilidade da Polícia Federal.
“A Segup esclarece ainda que com a instalação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), o Exército Brasileiro é quem conduz as ações em áreas federais, e que deve, ao julgar necessário, solicitar o apoio dos órgãos de segurança pública estadual, fato este que ainda não ocorreu”, afirmou, em nota.
Também procurado, o Ministério da Defesa não respondeu a um pedido de comentário. O Ministério da Justiça e Segurança Pública encaminhou a solicitação para a Polícia Federal, que não respondeu de imediato.
O cacique Sérgio Muxi Tembé, que afirma ter sido ameaçado diretamente de morte pelos madeireiros, disse que autoridades federais e do Pará foram diversas vezes informadas sobre as ameaças, mas que nada foi feito em defesa da tribo.
Segundo o cacique, declarações do presidente Jair Bolsonaro contra as reservas indígenas e em defesa da exploração da floresta contribuem para aumentar as invasões.
“A gente sabe que o atual presidente da República, pela formação que ele está passando, é um incentivo mais ainda aos invasores para invadir, ou seja, destruir com a Amazônia, ou seja, a terra indígena”, afirmou.
O Pará é o Estado onde foi deflagrado no mês passado o chamado “dia do fogo”, que ficou internacionalmente conhecido pelos focos de incêndio na Amazônia que resultaram em cobrança internacional sobre o Brasil pela preservação da floresta.
De acordo com o MPF, as autoridades de segurança do Estado poderiam ter até mesmo evitado o incidente se tivessem garantido suporte policial para ações de fiscalização promovidas pelo Ibama e ICMBio no combate a desmatamento, queimadas e outros crimes ambientais no Estado.
“Não fosse a negativa da PM de suporte ao Ibama, o evento que ficou mundialmente conhecido como ‘dia do fogo’ poderia ter sido minorado ou até mesmo evitado, além de diversas outras situações de riscos e de afetação direta à integridade da biodiversidade do país”, disse o MPF em documento do início de setembro em que cobrou suporte da PM do Pará em ações de fiscalização ambiental.


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RECEPÇÃO - Grupo protesta na chegada de Bolsonaro a Nova York

  Por: FolhaPress - FolhaPress
Foto: Evaristo Sá/AFP (Foto: Evaristo Sá/AFP)
Foto: Evaristo Sá/AFP

Um grupo de doze pessoas protestou contra Jair Bolsonaro na chegada do presidente a Nova York no fim da tarde desta segunda-feira (23).
 
Na esquina da rua do hotel onde o brasileiro está hospedado, os manifestantes gritavam palavras de ordem que iam de "Bolsonaro não, Amazônia sim" a "Lula livre".

Eles carregavam faixas com mensagens contra o presidente brasileiro, que desembarcou nos EUA para fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, na terça-feira (24).

Em frente ao hotel na região de Midtown, três apoiadores aplaudiram a chegada do presidente e sua comitiva.

Sob desconfiança e críticas da comunidade internacional por conta da condução que tem dado à crise da Amazônia, Bolsonaro tem uma agenda curta, de cerca de 30 horas na cidade.

Segundo integrantes do governo, a limitação dos compromissos oficiais se deu porque o presidente ainda está em recuperação de uma cirurgia que corrigiu a hérnia decorrente da facada que levou no ano passado.

Nesta segunda, não há previsão de agenda pública para o presidente– ele deve ter um jantar privado.

O próprio Bolsonaro havia dito que se encontraria com o presidente Donald Trump, que nesta segunda-feira fará uma recepção aos chefes de Estado que estão em Nova York para a cúpula da ONU.

Questionado, porém, Trump não confirmou o encontro com o brasileiro e se ateve a dizer que ele é um "bom homem".

Na terça, após o discurso, Bolsonaro deve se encontrar com o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani, que também é advogado pessoal de Trump . O retorno do presidente ao Brasil está previsto para a noite da própria terça-feira.

Texto: Marina Dias e Bruno Boghossian




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Com passagens passando dos R$ 3 mil, ponte aérea Petrolina/Recife vive crise

  Via:Carlos Britto
Foto: Blog do Carlos Britto


A crise no transporte aéreo de Petrolina gerada pela saída da Avianca do mercado local se agrava e tem previsão de provocar, este ano, uma queda de 33% na movimentação de passageiros no Aeroporto Senador Nilo Coelho. O trecho mais afetado é a ponte aérea Petrolina/Recife. Esses números estão sendo mostrados através de uma reportagem especial da Rádio CBN.
Neste cenário de pouca competição, as companhias viram espaço para elevar as tarifas à estratosfera. Antes da saída da Avianca, o preço de um voo de ida e volta Petrolina/Recife variava, em média, entre R$ 400 e R$ 1.200. Atualmente, a passagem chega a custar mais que R$ 3.500,00 – a depender da companhia e dos dias de viagem.
Duas empresas aéreas fazem essa rota: Azul e Gol. O impacto nos preços das passagens, provocado pela saída da Avianca, já está mobilizando lideranças políticas da cidade. Na Assembleia Legislativa (Alepe), a deputada Dulcicleide Amorim (PT) provocou uma audiência pública sobre o assunto.
O prefeito Miguel Coelho também demonstra-se preocupado com a atual realidade. No mês passado ele se reuniu em São Paulo (SP) com o presidente da Azul, John Rodgerson, e diretores da companhia e solicitou a ampliação de rotas que servem a cidade, além do barateamento da ponte aérea Petrolina/Recife.

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Em Petrolina, Prefeito dá ordem de serviço para o centro de partos

  Via:Santanavinicius

Nesse último sábado (21), durante as comemorações de aniversário da cidade, o prefeito Miguel Coelho deu ordem de serviço para início da construção do Centro de Parto Normal. A maternidade municipal terá capacidade de realizar 150 partos por mês, desafogando o atendimento do Hospital Dom Malan.
A unidade será construída em frente ao Hospital Universitário, na área central da cidade. O Centro de Parto será adaptado no prédio onde funcionaria uma UPA. Quando estiver pronta, a sede terá capacidade para cinco leitos e funcionará todos os dias em período de 24 horas. A nova estrutura terá recepção, cinco apartamentos individuais, salas de vacina, de cuidados ao recém-nascido, área de deambulação (local de passeio das grávidas) e setor administrativo. Além disso, a maternidade contará com profissionais como médico, técnicos de enfermagem, enfermeiros obstetras, nutricionista e equipe administrativa.
O Centro de Parto Normal, segundo o prefeito Miguel Coelho, deve ser inaugurado em março de 2020, como forma de celebrar o mês da mulher.




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Lossio reunirá imprensa de Petrolina em café da manhã

                       Via:Carlos Britto Ex-prefeito de Petrolina, Julio Lossio (PSD) vai fazer sua primeira aparição política mais f...