quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

TRUMP EM 2017: 'POR QUE NÃO ESTAMOS EM GUERRA COM A VENEZUELA? ELES TÊM TODO ESSE PETRÓLEO…'


247
Na última terça-feira (19), Andrew McCabe, ex-diretor-adjunto do FBI, em entrevista a Lawrence O'Donnell, na MSNBC, explicou passagem de seu livro sobre um encontro ocorrido em 2017 entre Donald Trump e funcionários de Inteligência em que o presidente teria questionado por que os EUA não estavam em guerra com a Venezuela, uma vez que "eles têm todo esse petróleo e estão na nossa porta dos fundos".
McCabe foi diretor-adjunto do FBI entre fevereiro de 2016 a janeiro de 2018, e foi informado das declarações de Donald Trump por outro agente do FBI, que estava no encontro. "Eu não entendo porque não estamos olhando para a Venezuela. Por que não estamos em guerra com a Venezuela? Eles têm todo esse petróleo e estão na nossa porta dos fundos", teria dito o presidente dos EUA, segundo McCabe.
Trump le dijo al ex director del FBI Andrew McCabe en 2017: "No entiendo, ¿por qué no estamos en guerra con Venezuela? Tienen todo el petróleo y están en nuestra puerta trasera".
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A passagem relatada na entrevista está no livro The Threat - How the FBI protects America in the Age of Terror and Trump, lançado este ano nos Estados Unidos. Segundo McCabe, as declarações de Trump sobre a Venezuela deixaram os funcionários do FBI "profundamente preocupados".
Conta O Globo que, em agosto de 2017, Donald Trump "perguntou continuamente a seus principais assessores sobre uma opção militar para derrubar Maduro e reprimir a crescente crise política e econômica no país, de acordo com vários relatórios. H. R. McMaster, então conselheiro de Segurança Nacional, foi contrário, explicando ao presidente que uma invasão provavelmente não funcionaria e colocaria aliados regionais contra os EUA". Mesmo assim, "um dia depois de ter conversado com McMaster, Trump ameaçou publicamente uma 'opção militar' para a Venezuela enquanto conversava com repórteres", contou a reportagem.


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JUSTIÇA NELE! Preso suspeito de chicotear esposa com fio elétrico


Na noite dessa quarta-feira (20), Uelinton de Oliveira, de 33 anos, suspeito de chicotear a mulher com um fio elétrico foi preso em Angra dos Reis (RJ).
Ele foi autuado por tortura, ameaça e cárcere privado. A denúncia foi feita por meio das redes sociais.
De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, ele agrediu a mulher, 28 anos, com socos e chutes quando ela estava abraçada ao filho de 8 meses em 2 de fevereiro na casa deles, no litoral carioca. Quando ela caiu no chão, Uelinton deu várias chibatadas com cabos de fio elétrico.
Para o portal UOL, a vítima, que pediu para não ter identidade revelada, contou que passava por um relacionamento abusivo há anos.
“Ele fez um chicote com um fio elétrico de iluminação e sentou em cima de mim. Estava do lado do neném, tentando me afastar da criança para protegê-la. Ele não estava nem aí, fez uma chave de pescoço, me empurrou pro chão e continuou me chicoteando enquanto me sufocava. Pensei que ia morrer, mas foi Deus quem me salvou”, desabafou.
O homem está detido na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) de Angra dos Reis onde aguarda audiência de custódia.(Radar da Bahia Noticias)


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PUTIN: ESTAMOS PRONTOS PARA CRISE COMO A DOS MÍSSEIS EM CUBA SE EUA DESEJAREM

Yuri Kadobnov/Pool via REUTERS

Reuters
O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a Rússia está militarmente pronta para uma crise como a dos mísseis em Cuba se os Estados Unidos forem tolos o bastante para desejarem uma, e que atualmente seu país tem a vantagem quando se trata de um primeiro ataque nuclear.
A Crise dos Mísseis de Cuba aconteceu em 1962, quando Moscou reagiu à instalação de mísseis dos EUA na Turquia enviando mísseis balísticos a Cuba e provocando um impasse que deixou o mundo à beira da guerra nuclear.
Mais de cinco décadas mais tarde, as tensões estão se elevando novamente devido ao temor de que os EUA posicionem mísseis nucleares de alcance intermediário na Europa agora que um tratado de controle de armas da Guerra Fria pode estar com os dias contados.
Os comentários de Putin, feitos à mídia russa na noite de quarta-feira, vêm na esteira de seu alerta de que Moscou responderá a qualquer ação dos EUA para instalar novos mísseis mais perto da Rússia posicionando seus próprios mísseis mais perto dos EUA, mobilizando mísseis mais velozes ou ambos.
Putin detalhou seu alerta pela primeira vez, dizendo que a Rússia pode enviar mísseis hipersônicos em navios e submarinos que poderiam se aproximar as águas territoriais norte-americanas se Washington decidir enviar armas nucleares de alcance intermediário à Europa.
"(Estamos falando de) veículos navais de lançamento: submarinos ou navios de superfície. E podemos colocá-los, dadas a velocidade e o alcance (de nossos mísseis)... em águas neutras. Ademais eles não são estacionários, eles se movem e eles (norte-americanos) terão que achá-los", disse Putin, segundo uma transcrição do Kremlin.
"Vocês façam as contas. Mach nove (a velocidade dos mísseis) e mais de mil quilômetros (de alcance)", acrescentou.
O Departamento de Estado dos EUA minimizou o alerta anterior de Putin, que classificou como propaganda, dizendo que foi pensado para desviar a atenção do que Washington alega serem violações russas do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).
O pacto, que proíbe os dois lados de posicionarem mísseis terrestres de alcance curto e intermediário na Europa, está agonizando, o que cria a perspectiva de uma nova corrida armamentista entre Washington e Moscou.
Putin disse que não quer uma corrida armamentista com os EUA, mas que não terá escolha senão agir se Washington instalar novos mísseis na Europa, alguns dos quais afirmou serem capazes de atingir Moscou em 10 a 12 minutos.


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RÚSSIA DIZ QUE EUA PREPARAM PROVOCAÇÕES NA FRONTEIRA DA VENEZUELA

   Via:Sputnik Brasil
Guarda Nacional da Venezuela na fronteira com a Colômbia

Os Estados Unidos estão preparando uma provocação na Venezuela sob o pretexto de entregar ajuda humanitária, que deve ocorrer em 23 de fevereiro. Quem afirma é o vice-representante russo na ONU, Dmitry Polyansky, em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira.
"Aparentemente, estando em um frenesi provocativo, nossos colegas americanos, que agora estão preparando uma provocação flagrante na fronteira colombiana-venezuelana, marcada para 23 de fevereiro, estavam entusiasmados demais e decidiram se envolver em insinuações e notícias falsas no Conselho de Segurança", disse Polyansky.
A declaração apareceu momentos depois que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou que irá fechar a fronteira com o Brasil. De acordo com o líder venezuelano, o anúncio sobre a entrega de ajuda humanitária dos EUA e do Brasil é um pretexto para interferir na política interna da Venezuela. 
A Rússia, por sua vez, realizou nesta semana um envio autorizado pelo governo venezuelano de 300 toneladas de ajuda humanitária para a Venezuela.
​A Venezuela enfrenta uma profunda crise econômica e política. Depois que o líder da oposição, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, proclamou-se um presidente interino da República, os Estados Unidos o reconheceram como chefe.


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VIOLÊNCIA Médico que agrediu grávida durante o parto é afastado do cargo

   Por: Correio Braziliense
Foto: Reprodução / Youtube

O médico flagrado agredindo uma mulher gestante durante o trabalho de parto no Amazonas foi afastado da empresa em que prestava serviços. Armando Andrade Araújo trabalhava como médico cooperado no Instituto de Ginecologia e Obstetrícia do Amazonas (Igoam), parceiro da Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam), responsável pelos atendimentos ginecológicos e de obstetrícia nas maternidades públicas do estado.

O caso ocorreu em maio de 2018 no Hospital Balbinha Mestrinho, em Manaus, mas as imagens só começaram a circular apenas nesta semana nas redes sociais. No vídeo, é possível ver quando o profissional de saúde fala para a vítima, de 16 anos, ficar mais próxima dele, ela tenta descer na maca, mas reclama de caibrã na perna direita. Uma enfermeira se aproxima para fazer uma massagem e a sogra da parturiente, que a acompanhava no momento do parto, diz que a nora não tem condições de ter um parto normal. Chorando, ela pede que seja feita uma cesariana.

Com a negativa do médico, a sogra diz que "vai chamar a imprensa". "Pode chamar. É bom que eles vão ver que ela não ajuda", responde o médico. Irritado com a situação, Araújo se exalta e bate com as duas mãos na virilha da paciente, que começa a chorar.

Caso só veio à tona após viralizar

Ao Correio, a Secretaria de Saúde do Amazonas informou que abriu sindicância para apurar a conduta do médico e que os documentos com a denúncia foram protocolados na quarta-feira (21). "Também nesta quarta-feira, o secretário estadual de Saúde, Carlos Almeida, convocou a direção do Instituto de Ginecologia e Obstetrícia do Amazonas (Igoam), empresa ao qual o profissional é cooperado, para reunião".

Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, o órgão só tomou conhecimento do caso após as imagens viralizarem nas redes sociais. "Antes disso, não houve qualquer registro na maternidade ou na Ouvidoria de denúncia feita pela paciente ou pela família", diz em nota.

Já o Igoam afirmou que a conduta do profissional flagrado no vídeo foi um "caso isolado, de caráter individual e não reflete o trabalho coletivo realizado pelos demais sócios da empresa". 

Médico sob outras suspeitas
 
Armando Araújo foi preso em 2015 durante a Operação Jaleco Branco, da Polícia Civil do Amazonas, sob suspeita de integrar uma quadrilha que extorquia mulheres para fazer partos e outros procedimentos em hospitais públicos de Manaus. Ele chegou a ser condenado a dois anos de prisão, mas teve a pena convertida em prestação de serviço à comunidade, segundo o Ministério Público do Estado do Amazonas e continuou solto.

Sobre esse episódio, o Igoam afirmou que após a prisão de Armando, em 2015, ele "foi afastado imediatamente e só foi reconduzido ao exercício dos plantões médicos em cumprimento a determinação judicial, assinada pela juíza Ida Maria Costa de Andrade, ao deferimento do pedido liminar do mesmo, mediante processo número 0619570-10.2015.8.04.0001".

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Amazonas (Creman) informou, em nota, que a denúncia contra o médico está sendo apurada. A Polícia Civil do Estado do Amazonas também investiga o caso.




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PRF apreende em Petrolina carne irregular de caprinos que seria destinada a merenda escolar da rede estadual no Sertão

  Via:Carlos Britto

Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nesta quinta-feira (21), na BR-428, em Petrolina, 930 quilos de carne de caprinos. A mercadoria era transportada em uma picape e seria entregue para as escolas estaduais das cidades de Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Cabrobó – todas no Sertão do São Francisco.
A abordagem aconteceu durante uma fiscalização no quilômetro 165 da rodovia. Ao verificar a carroceria do veículo, os policiais perceberam que a mercadoria estava em desacordo com as normas da Vigilância Sanitária.
A carne, que seria oferecida na merenda escolar dos alunos da rede estadual de ensino, estava sendo transportada em sacolas plásticas recicláveis, o que pode ocasionar a contaminação do alimento. Fiscais da Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS) foram acionados pela PRF.
O homem foi encaminhado, junto com a carga, para a Delegacia da Polícia Civil (DPC) de Petrolina e deverá responder pelo “crime de exposição a Perigo a Vida ou Saúde de Outrem” (artigo 132 do Código Penal).

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PAPA EXPULSA PADRE BRASILEIRO ACUSADO DE ABUSAR DE EX-FREIRAS


247, com Agência ANSA
O papa Francisco excomungou nesta quarta-feira (20) o padre goiano Jean Rogers Rodrigo de Sousa, conhecido como José Maria, por ser suspeito de cometer abuso sexual contra ex-freiras e ex-noviças. A informação foi revelada pelo jornal "Folha de S.Paulo" nesta quinta-feira (21). Segundo a Folha, nas redes sociais, o padre goiano já elogiou Jair Bolsonaro e chegou a pedir uma "Ave Maria para livrar o Brasil do comunismo".
Com a decisão, o religioso deixará de ser padre 19 anos depois de ter sido ordenado sacerdote. Ele é acusado de estuprar e molestar pelo menos 11 mulheres ligadas à organização que fundou, Fraternidade Arca de Maria. Atualmente ele não tem mais ligação com a instituição. A medida é a punição mais grave que a Igreja Católica pode impor a um membro do clero e encerra uma investigação canônica contra Sousa, que havia sido transferido para o Paraguai.
Em comunicado, o monsenhor Guillermo Steckling, responsável pela Diocese de Ciudad del Este, afirma que o sacerdote "foi dispensado de suas obrigações clericais" pelo Pontífice. Sousa já havia sido suspenso de cerimônias e proibido de usar seu hábito até o fim da investigação. Em setembro passado, em entrevista à "Folha de S. Paulo", ele negou as acusações e afirmou ser alvo de calúnia. A decisão foi tomada em um momento em que Jorge Bergoglio debate no Vaticano os casos de abusos sexuais cometidos por membros do clero que têm abalado a Igreja Católica nos últimos meses.


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EUA AMEAÇAM MILITARES VENEZUELANOS: FAÇAM O QUE É CERTO OU AGUENTEM AS CONSEQUÊNCIAS

Reuters

Sputnik
O chefe do Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, o almirante Craig Faller, advertiu os militares venezuelanos para que façam o que é certo ou serão responsabilizados pelo que poderá ocorrer no próximo sábado (23).
O almirante fez referência à ajuda humanitária enviada pelos EUA, que deverá chegar e tentar ingressar na Venezuela, que se recusa a receber a ajuda norte-americana.
"Esta mensagem é para os militares venezuelanos. Vocês serão definitivamente responsáveis por suas ações, façam as coisas corretamente, salvem seu povo e seu país", afirmou Faller durante uma conferência de imprensa junto ao chefe do Exército colombiano, general Luis Navarro Jiménez, na sede do Comando Sul, na Flórida.
Faller também ressaltou que os EUA trabalham de forma conjunta com o governo da Colômbia, além do governo interino da Venezuela, assegurando que a ajuda humanitária chegue aos lugares mais remotos da Venezuela.
Já o comandante colombiano, Luis Navarro Jiménez, afirma esperar "[...] que as Forças Armadas venezuelanas protejam seu povo também. Nas Forças Militares da Colômbia, em coordenação com outras entidades do governo, temos uma logística instalada para atender qualquer situação de risco com a aprovação civil".
O encontro de Faller e Navarro Jiménez ocorreu depois de Faller percorrer por Brasil e Curazao durante esta semana, já que ambos os países aceitaram estabelecer pontos de apoio para a ajuda humanitária, que a oposição venezuelana tentar levar ao país.
No último sábado (16), os EUA enviaram três aviões C-17 Globemaster para Cúcuta, cidade colombiana localizada na região fronteiriça ao noroeste da Venezuela. Na ocasião, os aviões partiram transportando produtos essenciais em uma operação conjunta dos departamentos de Estado e da Defesa, além da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
O almirante norte-americano também ressaltou a colaboração colombiana, afirmando que os colombianos fazem parte do "esforço internacional destinado a colocar um fim ao sofrimento de milhões de venezuelanos pela crise econômica e política provocada por Maduro".
Juan Guaidó, líder da oposição e autoproclamado presidente da Venezuela, anunciou que no próximo sábado (23), a ajuda humanitária dos EUA chegará a partir de Cúcuta, através do estado brasileiro de Roraima e pelo "mar" através do porto La Guaira e Puerto Cabello, os mais importantes do país.
A ação é vista pelo governo de Maduro como um grande show armado para possibilitar uma invasão militar estrangeira, ordenando, assim, que as Forças Armadas impeçam o ingresso de qualquer material ou carregamento que não seja devidamente autorizado pelas autoridades pertinentes.
Além disso, o governo Maduro considera que o país não está em crise humanitária, mas, sim, em uma crise econômica devido aos bloqueios impostos pelos EUA.
A crise política na Venezuela aumentou no final de janeiro, depois que o presidente da oposição do país, Juan Guaidó, se declarou presidente interino, negando a reeleição de Maduro no ano passado.
Guaidó foi quase imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, seguido por vários outros países, entre eles, o Brasil. Rússia, China, México, Turquia e Uruguai estão entre os que manifestaram seu apoio a Maduro como o presidente interino do país.


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Preso suspeito de transmitir HIV à esposa e impedir tratamento

Após constantes ameaças e agressões físicas, a mulher morreu sem os cuidados necessários contra a doença

  Por: Vinícius Andrade
Paulo Cesar e Karine começaram a se relacionar quando ela tinha 14 anos
Paulo Cesar e Karine começaram a se relacionar quando ela tinha 14 anosFoto: Divulgação/PCPE e Vinícius Andrade/Portal FolhaPE

Documento falso apresentado por Paulo César
Documento falso apresentado por Paulo CésarFoto: Cortesia

Foi preso na terça-feira (19) Paulo César da Silva, de 33 anos, suspeito de transmitir o vírus HIV à sua companheira, Karine Lima da Silva, de 23 anos. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, o homem impedia que a esposa buscasse tratamento e até mesmo contasse à família que havia contraído a doença. Após constantes ameaças e agressões físicas, a mulher morreu sem os cuidados necessários.  

Os dois tiveram um relacionamento de oito anos e começaram quando Karine tinha apenas 14 anos. Eles moravam no bairro de Pixete, em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Paulo, na época, era casado com outra mulher com quem tinha um filho. Esse menino é soropositivo e a outra esposa veio a falecer anos depois, também por causa do HIV. Karine e Paulo também tiveram uma filha. A criança passou por diversos exames e não foi diagnosticada como soropositiva

A mãe da vítima, Marluce Maria de Lima, e o marido Josuel da Silva, foram à delegacia para denunciar Paulo César e mostraram ao delegado documentos, que segundo eles, comprovariam que o homem mentiu e escondeu dos familiares o contágio da filha. "Eu quero justiça. Quando descobrimos que minha filha estava com HIV já era tarde demais. Se eu tivesse descoberto antes, com certeza, teria ajudado. Ele escondeu todos os documentos dela da gente", afirmou a mãe.
A primeira esposa de Paulo, segundo a mãe, veio a falecer seis meses antes da filha. "No começo do relacionamento da minha filha com Paulo, a esposa dele veio na nossa casa dizer que ela e o filho dela com Paulo também era soropositivo. Mas no dia seguinte, ela veio de novo com um documento médico dizendo que ele não tinha HIV, a gente terminou acreditando no documento", relatou Marluce.

Segundo o delegado à frente do caso, o titular da Delegacia de São Lourenço da Mata, Diogo Santiago, a declaração é falsa e a partir de outros documentos apresentados, Paulo se tratava da doença desde criança, época em que soube que era soropositivo. “O aspecto físico dele mostra que ele não é uma pessoa debilitada, um sinal que estava se tratando”, disse o delegado.

De acordo com Santiago, Paulo, em depoimento, afirmou que Karine sabia de tudo e que ela própria não queria contar aos familiares a respeito da doença. Essa versão é contestada por documentos apresentados e depoimentos dos familiares. 

“Muito provavelmente acreditamos que possa haver mais vítimas. Primeiro, pelo comportamento dele de negar para todos que ele é portador do HIV. Outro fato é de que, segundo relatos, ele teria um comportamento ‘mulherengo’. Gostava de ir para festas, shows com meninas jovens”, relatou o delegado.

Prisão
A prisão de Paulo César aconteceu no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no Curado, em Jaboatão dos Guararapes, na RMR. Desde o falecimento de Karine, segundo o delegado, Paulo estava foragido em Triunfo, no Sertão de Pernambuco, e os policiais receberam a informação de que ele se deslocaria para o Recife. 

Nesse momento, Paulo foi preso preventivamente. Ele foi denunciado pela Justiça e vai responder pelo crime de homicídio qualificado. O suspeito foi encaminhado ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, também na RMR.

"O objetivo principal da imagem de Paulo César é de que as pessoas que tenham tido um relacionamento com o preso procurem, primeiramente, atendimento médico e após, compareceram à uma delegacia da polícia para prestar depoimento", concluiu o delegado.




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Entenda a reforma: Como fica a aposentadoria dos professores?

  Via:Vinicius de Santana

A reforma da Previdência apresentada por Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (20), pretende fixar em 60 anos a idade mínima para aposentadoria de professores, tanto para homens quanto para mulheres. As regras atuais não estipulam um tempo mínimo para que a categoria tenha direito à Previdência.
O texto elaborado pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, também propõe unificar o tempo de contribuição necessário para a aposentadoria da categoria em 30 anos. Atualmente, a legislação prevê um tempo de contribuição de 25 anos para mulheres e de 30 anos para homens.
Crédito: Agência do Rádio Mais


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DONALD TRUMP SUGERIU ATACAR A VENEZUELA EM 2017


247
Na última terça-feira (19), Andrew McCabe, ex-diretor-adjunto do FBI, em entrevista a Lawrence O'Donnell, na MSNBC, explicou passagem de seu livro sobre um encontro ocorrido em 2017 entre Donald Trump e funcionários de Inteligência em que o presidente teria questionado por que os EUA não estavam em guerra com a Venezuela, uma vez que "eles têm todo esse petróleo e estão na nossa porta dos fundos".
McCabe foi diretor-adjunto do FBI entre fevereiro de 2016 a janeiro de 2018, e foi informado das declarações de Donald Trump por outro agente do FBI, que estava no encontro. "Eu não entendo porque não estamos olhando para a Venezuela. Por que não estamos em guerra com a Venezuela? Eles têm todo esse petróleo e estão na nossa porta dos fundos", teria dito o presidente dos EUA, segundo McCabe.



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MADURO REAGE À AÇÃO DE BOLSONARO E MANDA TANQUES PARA A FRONTEIRA

Reprodução

247
O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, começou a mobilizar tropas e tanques de guerra para a fronteira entre seu país e o Brasil na tarde desta quarta. É uma reação ao inesperado anúncio da participação do governo brasileira na entrega da 'ajuda internacional' urdida pelos Estados Unidos, a partir de um pedido feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino. O início das operações dos EUA, Brasil e Colômbia está previsto para o próximo sábado (23).
O envolvimento do Brasil na primeira fase da operação foi uma surpresa até mesmo para a oposição venezuelana e levou funcionários brasileiros a mergulharem num ritmo vertiginoso de trabalho em Brasília para organizar em menos de três dias o envio de medicamentos e alimentos à cidade de Boa Vista, em Roraima, doados pelos governos do Brasil e dos Estados Unidos, segundo informação de O Globo.
Apesar de Bolsonaro dizer que os militares não irão participar da ação, uma fonte declarou o contrário a O Globo: "o que os militares brasileiros estão fazendo é trabalhar na contra-inteligência".
"Esse trabalho implica estar monitorando cada passo dado pelo governo Maduro para tentar boicotar o canal humanitário, passar informações aos venezuelanos e tentar ajudar a que a iniciativa de Guaidó dê certo. Nossos militares estão participando, mas não de uma forma evidente e que possa levar a acusações de ingerência ou até invasão estrangeira", afirmou a fonte, na reportagem da jornalista Janaína Figueiredo. 
Show de pega bobos
Maduro qualificou a falsa ajuda humanitária dos EUA como um "show" e "trapaça pega-bobos" e destacou que a Venezuela já irá receber uma ajuda humanitária da Rússia, que irá entrar "legalmente" na Venezuela e "que foi paga por seu governo".
No total, serão 300 toneladas de remédios e alimentos entregues por cargueiros russos no território venezuelano. 
Governo assume que se prepara para invasão militar na Venezuela 
Em Brasília, fontes do governo Bolsonaro asseguram que todos os cenários estão sendo avaliados, inclusive os militares.
"É claro que isso não será dito publicamente, mas a verdade é que o Brasil está preparado para tudo, inclusive para uma eventual ação militar" enfatizou a fonte ao jornal. 


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Colômbia vai demolir a fortaleza de Pablo Escobar

  Por: AFP - Agence France-Presse
Foto: Reprodução / Flickr
Foto: Reprodução / Flickr

O edifício Mônaco, ex-fortaleza do falecido chefe do narcotráfico Pablo Escobar em Medellín, será demolido com explosivos nesta sexta-feira pelo prefeito da cidade colombiana para construir um parque dedicado às vítimas do tráfico de drogas.

"O edifício Mônaco será derrubado. Não se trata de apagar a história, mas sim de começar a contá-la em honra a nossos verdadeiros heróis: as vítimas", indicou a prefeitura de Medellín em sua conta de Twitter. 

Os oito andares do ostentoso bunker que certa vez protegeu o chefe do cartel de Medellín e sua família cairão às 11h00 locais (13h00 em Brasília), em um evento aberto ao público. 

No local, quase em ruínas após ter sido um monumento ao luxo e à extravagância, se construirá um espaço de 5.000 metros quadrados em homenagem aos milhares de cidadãos que perderam a vida durante a época mais crua do chamado "narcoterrorismo", como se conhece a guerra sem trégua dos cartéis contra o Estado nos anos 80 e 90.

A iniciativa é parte de uma campanha da prefeitura da cidade de Medellín, que Escobar converteu em seu teatro de operações, para contar outra parte da história nem sempre registrada pelas séries de televisão ou pelos percursos turísticos nos quais o edifício é parada obrigatória.

Todos os dias, grupos de curiosos visitam o fortim branco que o narcotraficante construiu nos anos 80 em El Poblado, um dos bairros mais exclusivos de Medellín. Embora hoje esteja desocupado, durante anos foi utilizado por diversas entidades, entre elas a polícia.

Escobar foi um dos homens mais ricos do mundo, segundo a Forbes, após fundar um império do crime e do terror. Foi morto pela polícia em 1993.
 
Memória em disputa
 
Como parte da iniciativa do governo, desde 2018 estrangeiros e locais que participam nos "narcotours" se deparam com um edifício coberto de cartazes que lembram esses outros "protagonistas" que a prefeitura se empenhou em ressaltar: policiais, jornalistas, civis ou juízes assassinados por ordem do capo.

"Respeitem nossa dor, honrem nossas vítimas (1983-1994). 46.612 vidas a menos", diz um dos cartazes que cairão junto com a estrutura 25 anos depois da morte do capo.

O Mônaco foi também alvo do primeiro carro-bomba detonado na Colômbia. Em 1988, o cartel de Cali atacou a estrutura, com Escobar e sua família dentro. A explosão afetou o ouvido da filha do barão da droga e provocou uma guerra sangrenta entre cartéis. 

O atentado também feriu o ego do narcotraficante, pois os explosivos afetaram suas valiosas coleções de carros e arte.

Embora um setor da sociedade se oponha à derrubada de uma parte da história, o prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, insiste em que o relato do ocorrido se transforme em favor das vítimas.

"A demolição é um passo, mas talvez a reivindicação e a voz das vítimas sejam o que mais pode espantar o fantasma" de Escobar, explica Alonso Salazar, autor do livro "Pablo Escobar: Ascensão e Queda do Grande Traficante de Drogas" e ex-prefeito de Medellín. 

Como parte dessa luta para apagar as marcas do capo, no fim de janeiro foi retirada da Fazenda Nápoles a réplica da avioneta na qual transportou seu primeiro carregamento de cocaína aos Estados Unidos. Situado no noroeste do país, o extenso terreno funciona hoje como um parque de diversões.

Permanecem em pé, no entanto, as 443 casas que Escobar construiu para as famílias que viviam em um lixão de Medellín. Gestos como esse lhe renderam o apelido de "Robin Hood colombiano". Na época, muitos desconheciam a origem de seus recursos.

Apesar da queda de Escobar e de outros grandes capos, a Colômbia segue sendo o principal produtor de cocaína, e os Estados Unidos o maior consumidor dessa droga.




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