sábado, 19 de janeiro de 2019

x-marido indenizará mulher por traição

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A 5ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo condenou um homem ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 50 mil à ex-mulher devido a uma traição, que ocorreu com uma moça que era considerada da família e que era funcionária da empresa familiar.
A autora da ação destacou seu sentimento maternal em relação à mulher, sendo, inclusive, madrinha de batismo dela. De acordo com a autora, a mulher estava sempre presente em festas, viagens e passeios, e o caso teria gerado interferências negativas na paz e na intimidade familiar, bem como na vida empresarial, já que foi exposta perante todos os empregados.
A juíza do caso ressaltou que “a prática de adultério, isoladamente, não se mostra suficiente a gerar um dano moral indenizável, sendo necessário que a postura do cônjuge infiel seja ostentada de forma pública, comprometendo a reputação, a imagem e a dignidade do companheiro, ou seja, que os atos tenham sido martirizantes, advindo profundo mal-estar e angústia à pessoa traída”.
Ela entendeu que a situação se enquadrou nos critérios que ensejam a responsabilidade civil e o dever de indenizar. “Entendo que há comprovação de grave lesão à pessoa, a sua imagem e a sua personalidade, capaz de ensejar a condenação por danos morais, isto porque não trata o presente de meros aborrecimentos do dia a dia da vida em sociedade e/ou familiar, pois as provas produzidas no curso da instrução demonstram que a infidelidade perpetrada pelo réu se deu com pessoa que era considerada da família”.
E finalizou: “Uma moça que o casal viu crescer e que partilhava da sua intimidade, além de trabalhar na empresa da autora e, neste caso, não tenho dúvida de que a ação do requerido provocou na requerida lesão a sua imagem, hábil a deixar sequelas que se refletem de forma nociva no seu cotidiano, assim como que esta lesão ultrapassou os limites da vida conjugal e familiar, ganhando corpo junto à comunidade em que vivem, pois de conhecimento de diversas pessoas”. (Com informações do Jota.Info.)


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Chapéu de Palha 2019 tem início com cadastramento em municípios do Sertão

Trabalhadores da Fruticultura Irrigada e da Pesca podem iniciar inscrições na próxima segunda-feira (21)

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O Programa Chapéu de Palha 2019 começa, nesta segunda-feira (21.01), com o cadastramento dos trabalhadores da Fruticultura Irrigada e da Pesca Artesanal de sete municípios do vale do São Francisco (Petrolina, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, Belém do São Francisco, Cabrobó, Orocó e Petrolândia). O segmento da Fruticultura Irrigada concentra a maior parte dos cadastros desta primeira etapa do Chapéu de Palha. A estimativa é de que sejam cadastradas aproximadamente 9.500 trabalhadores e trabalhadoras rurais, sendo a maioria deles em Petrolina onde se concentra o maior polo de cadastramento do Chapéu de Palha, localizado no Centro de Convenções da cidade. O cadastramento dos demais municípios da Pesca, que não estão na região do Vale do São Francisco, ocorrerá em meados de Abril juntamente com o cadastramento dos trabalhadores que atuam no corte da palha da cana-de-açúcar.
Para participar do Programa, que é coordenado pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), os trabalhadores devem cumprir os seguintes requisitos: ser trabalhador(a) rural da fruticultura irrigada, auxiliar de câmara fria e de casa de embalagem, embalador(a) ou tratorista no último contrato, com comprovação em Carteira de Trabalho e possuir o termo de rescisão contratual; ser maior de 18 anos; ter trabalhado com registro em carteira pelo período mínimo de 30 dias corridos no período correspondente à safra do ano anterior; não possuir vínculo empregatício em Carteira de Trabalho no ato do cadastramento; e Ser morador de um dos sete municípios pernambucanos contemplados – não sendo admitidos trabalhadores(as) que residam em outras cidades. No caso da Pesca, o trabalhador precisa ser pescador(a) artesanal comprovado pelo Registro Geral da Pesca (RGP) da Secretaria de Aquicultura e Pesca e ser maior de 18 anos.
Apenas um membro por família poderá ser aprovado para recebimento do benefício (núcleo familiar registrado no Cadastro Único – CadÚnico do governo federal). Ao comparecer aos locais de cadastramento, conforme calendário abaixo, os trabalhadores, tanto da pesca quanto da fruticultura, precisam estar de posse da seguinte documentação: comprovante do Número de Identificação Social – NIS (Cartão Cidadão ou Cartão Bolsa Família ou extrato de benefícios emitido pela Caixa Econômica); carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS; cadastro de Pessoa Física – CPF; Registro Geral – RG (Carteira de Identidade); termo de rescisão de contrato; comprovante de residência (dentro do período de seis meses anteriores à data do cadastramento).
Histórico do programa – O Programa Chapéu de Palha foi criado em 1988 pelo então Governador Miguel Arraes e reeditado em 2007 por Eduardo Campos, como alternativa de apoio aos trabalhadores rurais da cana-de-açúcar frente aos desafios causados pelo desemprego em massa durante o período da entressafra. O Chapéu de Palha continua sendo prioridade para o governador Paulo Câmara que realiza este ano a 13ª edição consecutiva do programa desde a sua reedição.
Em 2009, a o Programa foi ampliado e chegou até os trabalhadores rurais da fruticultura dos perímetros irrigados em sete municípios do Vale do São Francisco para atenuar a situação vivenciada pelos safristas desempregados no período da entressafra. Em 2012, foi a vez dos pescadores artesanais serem inseridos no Chapéu de Palha, em decorrência do período de Defeso (período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida) desta vez contemplando mais 57 municípios pernambucanos neste segmento do Programa.
O Programa Chapéu de Palha, realizado em 95 municípios de Pernambuco, de 2015 a 2018 beneficiou mais de 193 mil trabalhadores rurais e pescadores artesanais, com investimentos em bolsas de R$ 156,7 milhões. Em 2017, através da lei estadual nº 16.057 as bolsas tiveram um reajuste de 10%, passando para R$ 271,90 – a parcela das bolsas da Cana-de-Açúcar e Fruticultura Irrigada e R$ 280,10 a parcela da bolsa da Pesca Artesanal.
Municípios
Local de cadastramento
N° dias de cadastro
De
Até
Petrolina
Agrovila Masangano
2
21/01/2019
22/01/2019
Petrolina
Bebedouro
3
23/01/2019
25/01/2019
Petrolina
Tapera
3
23/01/2019
25/01/2019
Petrolina
Maria Tereza
3
28/01/2019
30/01/2019
Petrolina
N10
5
28/01/2018
01/02/2018
Petrolina
Centro de Convenções
5
04/02/2019
08/02/2019
Petrolina
N4
5
11/02/2018
15/02/2018
Lagoa Grande
centro
5
11/02/2019
15/02/2019
Lagoa Grande
Dom Helder – Vermelhos
5
11/02/2019
15/02/2019
Orocó
STR
2
11/02/2019
12/02/2019
Cabrobó
STR
2
11/02/2019
12/02/2019
Belém de São Francisco
STR
3
13/02/2019
15/02/2019
Petrolândia
STR
2
13/02/2019
14/02/2019
Santa Maria da Boa Vista
STR
2
18/02/2019
19/02/2019
Para mais informações: (81) 9.9721.6123. 




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Bemestar Garoto de 9 anos resiste ao câncer para ver irmã nascer e morre dias depois do parto

   Via:Vinicius de Santana

Garotinho luta para ver irmãzinha nascer – Reprodução/Lee Cooper/People
Durante um ano e três meses, o inglês Bailey Cooper lutou contra um câncer chamado Linfoma não Hodgkin. A doença surgiu em 2016 e os médicos haviam dito que o menino teria apenas algumas semanas de vida.
Quando os pais lhe deram a notícia de que ele teria uma irmãzinha, ele de pronto disse que não partiria sem conhecê-la. “Quando demos a notícia para o Bailey a primeira coisa que ele disse foi: ‘ahn não! Eu não vou conhecer minha irmã!’. Sua única preocupação era que não iria conhecer a irmãzinha”, disse Lee Cooper, pai de Bailey, à People.
A notícia da chegada da irmã o fez ficar mais determinado com o tratamento e ele fazia questão de demonstrar seu afeto pela pequena Millie. “Ele foi maravilhoso. Ele fazia questão de estar sempre por perto da mãe. Fazia carinho na barriga, tentava ouvir a bebê na barriga. Cantava para a irmã para que ela se familiarizasse com a sua voz”, completa Lee.
O menino disse aos familiares que faria de tudo para conhecer a irmã e sua palavra teve força, já que ele surpreendeu os médicos sobrevivendo mais que o esperado. Millie nasceu no dia 30 de novembro de 2017 e as fotos mostram Bailey orgulhoso segurando-a nos braços.
Garotinho luta para ver irmãzinha nascer – Reprodução/Lee Cooper/People
“Ele veio ao hospital e se sentou. Ele estava ficando bastante frágil, mas quis segurar a irmã. E quando a segurou, não a largou mais. Ele estava encantado pela irmã”.
Quase um mês depois do parto, Baylei perdeu a batalha contra a doença e faleceu no dia 24 de dezembro de 2017. Mas antes de partir, ele aproveitou ao máximo a companhia da irmãzinha. “Nos poucos dias que teve com a irmã, ele a segurou no colo todos os dias. Ficava sempre ao seu lado, lhe dava banho, trocava sua fralda, cantava para ela todos os dias até ele não conseguir mais fisicamente”.
Agora, os pais fazem questão de manter a memória do filho viva para que a pequena Millie se lembre para sempre dele. “Falamos sobre o Bailey para ela todos os dias. Ela até já reconhece o irmão nas fotos! Ela certamente vai saber sobre quem foi o irmão e o quanto ele a amava”.(Yahoo)

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LULA CRITICA LIBERAÇÃO DE AGROTÓXICOS: NÃO DEIXE SEU ÓDIO ENVENENAR SUA COMIDA


247
A equipe do ex-presidente Lula publicou na tarde deste sábado 19, em sua página no Facebook, a notícia do site Repórter Brasil de que o governo Bolsonaro liberou registros de agrotóxicos altamente tóxicos. "Mesmo que tenha votado em Bolsonaro, certamente [você] não quer mais agrotóxicos na sua comida ou no meio ambiente. Não deixe seu ódio envenenar sua comida", diz trecho da mensagem.
A reportagem informa que "quarenta novos produtos comerciais com agrotóxicos receberam permissão para chegar ao mercado nos próximos dias" e que "o Ministério da Agricultura publicou no Diário Oficial da União de 10 de janeiro o registro de 28 agrotóxicos e princípios ativos".
Confira abaixo a postagem da assessoria de Lula:
Você pode gostar ou não de Lula, ter votado ou não no PT.
Mas mesmo que tenha votado em Bolsonaro certamente não quer mais agrotóxicos na sua comida ou no meio ambiente.
Não deixe seu ódio envenenar sua comida.
...Ver mais
REPORTERBRASIL.ORG.BR
Entre eles está o Sulfoxaflor, liberado nos últimos dias do ano passado, que já foi acusado de exterminar as abelhas nos EUA





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ATÉ FELIPE NETO COBRA UMA ATITUDE DE MORO CONTRA OS BOLSONARO


247
"O silêncio do Sergio Moro está ensurdecedor", postou Felipe Neto, um dos maiores youtubers do Brasil, que tem sido um crítico contumaz da família Bolsonaro. Confira seu tweet e saiba mais sobre o caso:
(Reuters) - Novo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrou depósitos em dinheiro no valor de quase 100 mil reais na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) no período de um mês, segundo reportagem do Jornal Nacional na sexta-feira.
Segundo o JN, foram 48 depósitos, no valor de 2 mil reais cada, entre junho e julho de 2017. Vários dos depósitos foram feitos em poucos minutos, concentrados no posto de autoatendimento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
O Coaf, segundo a reportagem, apontou que não foi possível identificar quem fez os depósitos, mas que o fato de serem vários depósitos do mesmo valor sugerem tentativa de ocultar a origem do dinheiro.
O Ministério Público do Rio de Janeiro havia pedido relatórios para o Coaf de assessores parlamentares da Alerj. Um ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, é investigado pelo MPRJ por movimentações atípicas identificadas pelo Coaf no valor de 1,2 milhão de reais.
A reportagem do JN afirma que o MPRJ pediu para o Coaf ampliar o levantamento para movimentações dos deputados estaduais fluminenses porque há suspeitas de que funcionários devolvessem parte dos salários aos parlamentares.
Segundo nota do MPRJ divulgada na sexta-feira, Flávio, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, não é investigado.
Decisão do presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, suspendeu a investigação sobre Queiroz a pedido de Flávio.
 
Uma fonte do Judiciário, no entanto, disse à Reuters que Flávio é investigado na esfera cível.
Em entrevista ao Jornal da Record na noite de sexta-feira, gravada antes da veiculação da matéria do JN, Flávio afirmou que reivindicou ao STF que sejam cumpridas obrigações legais, embora seja contra o foro especial.
“Quando tive acesso aos autos, descobri que o Ministério Público estava me investigando de forma oculta desde meados do ano passado, e além disso usando vários atos ao longo desse procedimento ilegais também. E pior, descobri que o meu sigilo bancário havia sido quebrado sem a devida autorização judicial”, disse ele.
“Não quero privilégio nenhum, mas quero ser tratado dentro da lei e dentro da Constituição. Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir eu vou fazer”, completou.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a defesa de Flávio disse que os procuradores produziram provas ilegalmente e quer a anulação delas.
Queiroz foi convidado duas vezes para prestar esclarecimentos no MP do Rio de Janeiro, mas não compareceu alegando problemas de saúde. A família dele também foi chamada para esclarecer a movimentação atípica de mais de 1,2 milhão de reais entre 2017 e 2018, mas não apareceu na data marcada.
Flávio Bolsonaro também não compareceu a um depoimento, mas havia prometido marcar uma nova data. Por ter prerrogativa de foro, ele podia acertar com os promotores uma data para se apresentar e dar seus esclarecimentos. O parlamentar usou sua conta em uma rede social para justificar a ausência e argumentou que não teve acesso ao processo.
 
Em dezembro, Queiroz afirmou em entrevista ao SBT que entre suas atividades está a de revenda de carros. Ele disse que ganhava cerca de 10 mil reais por mês quando fazia assessoria a Flávio Bolsonaro e que seus rendimentos mensais eram de cerca de 24 mil reais, incluindo remuneração como policial.
De acordo com o relatório do Coaf, entre a movimentação suspeita de Queiroz de 1,2 milhão de reais estavam depósitos à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.


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Divulgadas em Juazeiro atrações do Carnaval 2019

   Via:Carlos Britto

A Prefeitura de Juazeiro (BA) divulgou as atrações do Carnaval 2019. Entre os nomes que vão animar a folia de 15 a 17 de fevereiro, estão Psirico, É o Tchan, Luiz Caldas, Leo Santana, Gabriel Diniz, Harmonia do Samba, Tayrone e Cheiro de Amor (veja a lista completa aqui).
Vale destacar que o evento vai acontecer novamente nos três polos: Ivete Sangalo (Avenida Adolfo Viana/Orla I), Luiz Galvão (Rua da 28), e João Gilberto (Orla II). Antes do carnaval, dia 14, acontecerá o evento “Tô na paz”, com Irmão Lázaro.

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‘Me arrependo de ter comprado arma’, diz pai de vítima de tiro acidental

   Via:Vinicius de Santana
Jheison Pereira, 11 anos, vítima de disparo de arma de chumbinho

© / Jheison Pereira, 11 anos, vítima de disparo de arma de chumbinho
O feriado do Dia das Crianças, comemorado todo mês de outubro, ficará marcado para sempre na vida do eletricista Dione da Silva Pereira, de 31 anos. Não por ser uma data de presentear as crianças, mas porque foi nesse feriado, no ano passado, que ele perdeu seu único filho homem, Jheison, de 11 anos, vítima de um acidente com uma espingarda de pressão. O tiro foi disparado pelo sobrinho de Dione, de 12 anos.
Os pais de Jheison são separados há cerca de sete anos e o menino passaria o feriado prolongado na companhia do pai e do primo em uma chácara na zona rural de Guarantã no Norte, em Mato Grosso. O garoto seria devolvido à mãe na segunda-feira, dia 15. Mas não deu tempo.
Dione conta que mantinha na chácara uma espingarda de pressão a gás, adquirida de “segunda mão” por 1.000 reais. Ele diz que usava a arma para matar frangos e galinhas, e para assustar animais que quisessem invadir o local. “O tiro faz bastante barulho, então era uma forma de proteger a chácara e assustar bichos, caso fosse necessário”, conta.
Segundo Dione, a espingarda e os chumbinhos ficavam guardados em um quarto dentro de uma casa não ocupada na chácara. No dia do acidente, no domingo, dia 14, Dione usou a arma para matar um frango e a colocou de volta no lugar. Foi para a casa da mãe, distante cerca de 10 metros. As crianças brincavam em jogos no celular.
A bateria de Jheison acabou e o menino foi até o banheiro da casa vazia para colocar o aparelho para carregar. Seu primo entrou atrás dele e pegou a arma com a intenção de “dar um susto”.
O menino apontou para a porta e atirou. O chumbinho ricochetou e acertou Jheison debaixo do braço. Ao ser atingido, ele ainda conseguiu correr até a área, mas não aguentou e caiu batendo com a cabeça no chão. O pai e a avó ouviram o barulho e correram ver o que tinha acontecido.
“Quando eu vi meu filho caído, peguei ele no colo, desesperado. Não vi onde foi o tiro, no local não saiu sangue. Ele sangrava pelo nariz por causa da queda, ele bateu a cabeça”, conta o pai.
Dione colocou o filho na caminhonete e o levou ao hospital, cerca de 3 km distante da chácara. Tentou manter Jheison acordado, mas não conseguiu. Ao chegar à unidade de saúde, o menino já estava sem vida. O tiro atravessou a pele e atingiu uma veia do coração e o pulmão esquerdo, causando uma forte hemorragia interna.

‘Tive vontade de morrer no lugar do meu filho’

“Quando os médicos disseram que não havia mais o que fazer, meu mundo caiu. Só quem passa por essa dor sabe o quanto ela dói. Tive vontade de morrer no lugar do meu filho. Era meu único filho homem, meu companheiro.”
A arma foi apreendida pela polícia. Diante da tragédia dentro de casa, Dione entrou em profunda depressão, perdeu o emprego e hoje vive à base de remédios psiquiátricos. Diz chorar dia e noite e lembra do filho em todo momento.
Apesar de afirmar que o caso foi uma fatalidade, ele afirma que só não tirou a própria vida pois recebeu apoio dos amigos e família. “Me arrependo profundamente de ter comprado uma arma. Se eu tivesse noção do estrago que ela faz, se soubesse como destrói vidas, eu teria quebrado ela antes”, afirma.
Antes defensor do porte para proteção individual, agora Dione tem outra opinião. “A gente acaba sendo a próxima vítima. Se eu pudesse dar um conselho, diria para as pessoas não terem armas em casas com criança. Mais cedo ou mais tarde pode acontecer uma tragédia”.


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Investigação sobre Queiroz apura lavagem de dinheiro

Investigação sobre o ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL) foi iniciada há seis meses

  Por: Agência Estado
Queiroz é ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL). Foto: Instagram/Reprodução
Queiroz é ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL). Foto: Instagram/Reprodução

A investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), foi iniciada há seis meses e tem como foco de apuração a suspeita de prática de lavagem de dinheiro ou "ocultação de bens, direitos e valores" no gabinete do deputado estadual - atualmente senador eleito - na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso aos autos do procedimento de investigação criminal, que está sob sigilo.

A base deste e de outros 21 procedimentos criminais abertos no Legislativo fluminense é um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentação atípica de funcionários e ex-funcionários da Alerj. O documento foi produzido por técnicos do Coaf há um ano, em janeiro de 2018, e anexado aos autos da Operação Furna da Onça - que em novembro do ano passado prendeu dez deputados estaduais do Rio suspeitos de receberem propina. O relatório mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo.

Ontem, o Jornal Nacional, da TV Globo, teve acesso a outro relatório do Coaf, que mostra movimentações bancárias suspeitas do próprio Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o documento, entre junho e julho de 2017, Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos em espécie em sua conta, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj, e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. No total, foram R$ 96 mil, depositados em cinco dias.

Anteontem, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido de Flávio Bolsonaro e determinou a suspensão da investigação. O relator do caso, Marco Aurélio Mello, vai analisar a reclamação de Flávio Bolsonaro. Ontem, o ministro indicou que vai negar o pedido após o fim do recesso do Judiciário.

Os autos do procedimento para investigar as movimentações suspeitas de Queiroz e outros assessores do gabinete são assinados pelo promotor que cuida do caso, Bruno Gaspar, do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça. Queiroz recebeu depósitos de outros servidores do parlamentar, sempre próximos às datas de pagamentos na Alerj. No início do documento, o MP anexou páginas com textos sobre a trajetória política.

No dia 14 de dezembro o promotor do caso pediu que fossem requisitadas informações do Coaf sobre movimentações financeiras de Flávio de 2007 até os dias atuais. O pedido abrange movimentações de Queiroz e de mais sete funcionários e ex-funcionários do gabinete no mesmo período. A iniciativa serviu para que a defesa de Flávio pedisse ao Supremo a ilegalidade do processo. O argumento foi de que Flávio tem foro privilegiado, já que ele havia sido eleito senador pelo Rio na época. 

Os arquivos do MP também comprovam que a investigação sobre o relatório do Coaf começaram antes da exoneração da filha de Queiroz, Nathalia, citada no documento, do gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, em 15 de outubro. No mesmo dia, o seu pai também foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro, na Alerj. A família de Queiroz faltou a todos depoimentos no MP para esclarecer as questões apontadas pelo Coaf. Eles alegaram que o ex-assessor passa por um tratamento contra um câncer. Os assessores de Flávio citados no relatório também foram convidados a depor no órgão. 

Investigado
Ontem, o MP afirmou que Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento de apuração criminal. No entanto, disse que isso não impede que o senador eleito ainda possa se tornar alvo da investigação. Até a segunda-feira passada, ele sustentava que não era investigado, argumento também usado por ele para faltar ao depoimento marcado no MP para o último dia 10. 

Porém, sua defesa posteriormente passou a tratá-lo como investigado, inclusive no pedido ao Supremo. Com esse argumento, a reclamação afirma que o MP fez movimentações que deveriam ter passado pela Corte, por envolver um senador eleito. "Até o dia 7 de janeiro, não sabia que estava sendo investigado. Descobri que o MP estava me investigando ocultamente desde meados do ano passado e que meu sigilo foi quebrado de forma ilegal, sem a devida autorização judicial", disse Flávio Bolsonaro em entrevista ao Jornal da Record veiculada ontem. 




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Falha em sistema da Caixa Econômica faz dinheiro de clientes ‘sumir’ da conta

Nas redes sociais, dezenas de correntistas relataram o problema

Falha em sistema da Caixa faz dinheiro de clientes 'sumir' da conta

Uma falha no sistema da Caixa Econômica Federal fez o dinheiro de clientes “desaparecer” da conta desde a manhã desta sexta-feira (18). Nas redes sociais, dezenas de correntistas relataram o problema. Por meio de nota, o banco afirmou que “alguns créditos em conta foram processados com atraso, e já estão sendo regularizados, sem prejuízos aos clientes”. As informações são do G1.
Em um dos relatos, um correntista disse que três transferências via TED da conta realizadas no dia anterior sumiram “como num passe de mágica”. Ao contatar o SAC, funcionários pediram prazo de 48 horas para que a situação fosse normalizada. Um correntista comentou no perfil da Caixa que um funcionário disse a ele que era “um problema do sistema”.



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