terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Paulo Câmara toma posse de segundo mandato como governador

   Via:DP
Foto: Léo Malafaia/Esp.DP
Foto: Léo Malafaia/Esp.DP


O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), tomou posse na tarde desta terça-feira, 1º, de seu segundo mandato à frente do Estado, em cerimônia que está sendo realizada na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Câmara está acompanhado de sua vice-governadora, Luciana Santos (PCdoB). O prefeito Geraldo Julio (PSB) é um dos políticos presentes na cerimônia.

"Nós temos que começar a ver a melhoria nos serviços púlicos. Seja na saúde, segurança ou educação. Buscar incansavelmente a geração de emprego. A gente sabe que o desafio de governar Pernambuco é ter ainda um país em crise. No primeiro ato, vamos dar posse aos secretários amanhã para começar a unificação das ações em todas as secretárias em favor da sociedade. Todas as secretárias vão dar sua contribuição para melhorar os serviços e gerar empregos focando em um 2019 onde as coisas possam acontecer de maneira mais rápida e a população tenha os serviços entregues e de melhor qualidade", afirmou o governador após a posse.

Os nomes dos presidentes de empresas estatais ou o chamado segundo escalão do mandato serão definidos ainda, segundo o governador. "Isso vai acontecer nos próximos dias, com muito diálogo, muita transparência e buscando chamar os melhores. A gente quer continuar fazendo equipes que possam realmente dar conta do recado e melhorar os serviços oferecidos."

Em relação ao governo federal, cuja posse do presidente eleito Jair Bolsonaro também foi na tarde desta terça-feira, Paulo Câmara afirma que respeita, mas vai cobrar projetos. "Temos capacidade de diálogo e queremos ajudar o Brasil a voltar a gerar emprego e renda como governador de Pernambuco. A gente vai estar sempre buscando o diálogo e ações para beneficiar o povo do estado."

Questionado sobre as denuncias de policiais civis sobre perseguição politica contra o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Áureo Cisneiros, o governador afirmou tratar-se de uma questão para ser resolvida pela Secretária de Defesa Social (SDS). Ao ser questionado sobre o fim da Delegacia de Polícia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), Paulo afirma que o tema está no passado. "Vocês estão voltando ao tema que não faz parte do cotidiano. Criamos um departamento para dar agilidade ao combate a corrupção e aumentar a transparência. Não cabe esse debate, isso já passou."

Para 2019, o lema será geração de empregos e melhoria das condições dos serviços públicos estaduais. "Queremos finalizar obras, buscar ver oportunidades, novas parcerias seja com o setor privado ou o público", finaliza. “É urgente desmontar os palanques, desarmar os espíritos, buscar o mínimo de convergências que nos permitam preservar as conquistas democráticas e avançar. O processo eleitoral que nos elegeu para o Poder Executivo e elegeu os parlamentares para o Poder Legislativo é o mesmo que elegeu o presidente da República”, afirmou o governador.

No discurso, Câmara lembrou a história de lutas de Pernambuco, que se contrapôs ao poder central, quando necessário, e disse que apoiará as decisões que beneficiem o estado, mas refutou a possível privatização da companhia de energia Chesf. “A submissão, em qualquer tempo, de qualquer natureza, por qualquer motivo, é incompatível com o espírito libertário dos pernambucanos. Apoiaremos decisões que beneficiem Pernambuco e o Nordeste, a exemplo das obras complementares da transposição das águas do Rio São Francisco e da conclusão da Ferrovia Transnordestina. Mas seremos contra iniciativas que comprometam o futuro do estado e da região, como a privatização da Chesf”, ressaltou.

Ao final do discurso, Câmara voltou a insistir na pacificação política do país, como forma de alcançar avanços econômicos e sociais. “Precisamos de paz, porém não a paz do silêncio imposto pela força. Queremos a paz viva, do debate, do contraditório, da liberdade de opinião. A paz da democracia. Precisamos de paz para trabalhar, vencer a miséria, a violência e o desemprego, para ajudar milhões de jovens a encontrar um futuro melhor e mais proveitoso”, concluiu.

Com informações da repórter Cláudia Eloi e da Agênca Brasil 




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MIRIAM LEITÃO: NEM NA DITADURA HOUVE ALGO ASSIM

Meio (Marcello Casal Jr. - ABR) / Dir.: José Cruz - ABR

247 - Em sua coluna no jornal O Globo, Miriam Leitão afirma que "a necessidade real de segurança do presidente eleito está sendo usada como pretexto para restringir o trabalho da imprensa".
"É claro que a segurança do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e dos chefes de Estado que estão entre nós exige a imposição de regras, mas o que está acontecendo com os jornalistas é impensável e inaceitável", diz.
"Cubro posse desde o general João Figueiredo. Nunca houve nada tão restritivo. Naquela época, eu era uma jovem jornalista e tive acesso a vários pontos da cerimônia, circulei, fui convidada para o jantar de gala porque era responsável pela cobertura do Itamaraty. Lá pude falar com os novos ministros", acrescenta.
Segundo a jornalista, "durante a campanha e a transição os sinais de hostilidade à imprensa, ou pelo menos à parte da imprensa que não está disposta a simplesmente fazer a louvação dos novos poderosos, foram muitos".
"Este sinal de usar as regras de segurança para impor restrição física aos jornalistas e de exigir um desgaste fisico, de horas de espera além do razoável, é um perigoso precedente", continua.


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Prêmio de R$ 302,5 milhões da Mega da Virada saiu para 52 apostas

Cada ganhador receberá R$ 5.818.007,36. Um dos ganhadores, fez o jogo em uma lotérica na cidade de Lagoa de Itaenga, na zona da mata norte pernambucana

Mega da Virada pagará a cada ganhador o prêmio de R$ 5.818.007,36  - Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Mega da Virada pagará a cada ganhador o prêmio de R$ 5.818.007,36 - Marcello Casal Jr./Agência Brasil


A Mega da Virada, concurso especial 2.110 da Mega-Sena, sorteou R$ 302,5 milhões na noite dessa segunda-feira (31). Os números sorteados foram: 05- 10 – 12 – 18 – 25 - 33. O prêmio saiu para 52 apostas. Cada ganhador vai receber R$ 5.818.007,36. Um dos ganhadores fez o jogo na cidade de Lagoa de Itaenga, na zona da mata norte pernambucana, município que possui cerca de 21 mil habitantes.

Segundo a Caixa, o valor do prêmio superou todas as estimativas. Desde o dia 5 de novembro, quando as apostas começaram a ser feitas, a Mega da Virada vendeu 70,5 milhões de bilhetes em todo o país, num total de 253 milhões de apostas. A arrecadação total registrou R$ 886,04 milhões.

A quina saiu para 7.688 ganhadores. Cada um vai receber R$ 6.644,73. A quadra vai pagar R$ 240,17 a cada uma das 303.857 apostas vencedoras.

Prêmios com valor superior a R$ 1.903,98 são pagos exclusivamente nas agências da Caixa. A instituição orienta que, sendo o bilhete ao portador, é importante que o ganhador, antes mesmo de sair de casa, se identifique no verso da aposta.

De acordo com a Caixa, as informações necessárias são nome completo, o CPF, assinatura e endereço. “Dessa forma, o apostador garante que ninguém, além dele mesmo, retire o prêmio. Em caso de bolão, cada participante pode fazer o mesmo no verso de seu recibo individual de cota”.

Um total de 52 pessoas acertaram a Mega-Sena e irão dividir os R$ 302,5 milhões. Dez ganhadores são o Nordeste – cinco da Bahia, um do Ceará, dois do Maranhão, um da Paraíba e um de Pernambuco. São Paulo ficou entre os estados com maior número de novos milionários. Foram dez vencedores. Entre os sorteados em geral, três pessoas efetuaram suas apostas por meio de sistema eletrônico.
 
(Com agência Brasil) 




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Jornalistas protestam contra 'cárcere privado' e deixam cobertura da posse

  Por: Rodolfo Costa - Correio Braziliense
Sala onde jornalistas devem aguardar para cobrir cerimônia no Itamaraty, que só ocorrerá à noite: sem janelas (Foto: Rodolfo Costa/CB/D.A Press)
   Sala onde jornalistas devem aguardar para cobrir cerimônia no Itamaraty, 
que só ocorrerá à noite: sem janelas
As limitações impostas pela equipe responsável pela segurança da posse presidencial, que ocorre nesta terça-feira (1º/1), têm gerado uma série de dificuldades ao trabalho da imprensa. Jornalistas estão impedidos de transitar entre os prédios da Esplanada e da Praça dos Três Poderes e foram obrigados a chegar horas antes aos locais onde ocorrerão os eventos. Em certos pontos, como no Congresso, os repórteres não têm acesso a água nem autorização para ir ao banheiro em determinados momentos. 

Para cobrir a transição da faixa presidencial, os jornalistas de veículos nacionais e internacionais tiveram de comparecer ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) a partir das 7h para pegarem ônibus que os levaram ao Planalto, Itamaraty e Congresso Nacional. Depois do transporte, são obrigados a permanecer nos locais até a hora do evento, sendo que alguns deles, como a recepção no Itamaraty, só ocorrerão à noite. 

A cobertura jornalística no Ministério das Relações Exteriores também começou tumultuada. Na chegada ao Palácio do Itamaraty, os jornalistas credenciados foram conduzidos ao piso inferior e colocados na sala San Tiago Dantas, onde deverão permanecer até as 17h, quando serão, então, guiados ao térreo para acompanhar a chegada de autoridades. 

O espaço, no entanto, não dispõe de janelas para que os profissionais possam ver o que acontece do lado de fora do palácio. A limitação pegou de surpresa alguns jornalistas estrangeiros. "No mapa, quando você vê o Palácio, acha que poderá filmar as coisas acontecendo na Esplanada. No fim, nos demos conta de que ficamos presos em uma sala de imprensa sem vidro, onde não podemos fazer nada para registrar a chegada de convidados", lamentou Fanny Marie Lotaire, da rede de tevê France 24.

Após muitas reclamações, três jornalistas da emissora e um jornalista da agência oficial de notícias da China deixaram o Palácio do Itamaraty. Sair, porém, não foi fácil. Inicialmente, a assessoria do Itamaraty explicou que eles não poderiam ir embora antes das 20h, quando saem os primeiros ônibus que levarão os jornalistas de volta ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Após críticas de que a reclusão imposta coloca a imprensa em uma situação de "cárcere privado", a comunicação do ministério conseguiu um ônibus para levar quem desejasse sair. "Prefiro ter minha liberdade de entrevistar qualquer pessoa passando na rua, mesmo que esteja vazia, do que ficar aqui", disse Fanny.
 
Falta de água 
Há informações, porém, de que as restrições não são para todos. Um grupo específico recebeu credenciais especiais de imprensa para circular pelo Palácio do Planalto. No Planalto, até mesmo o lanche, como frutas e sucos, levados por alguns repórteres, foram recolhidos e jogados no lixo. Mais tarde, no entanto, a segurança do palácio liberou os alimentos. No Congresso, a jornalista do Correio Simone Kafruni, gravou um vídeo em que mostra as condições precárias a que estão submetidos os profissionais, que não tinham acesso a água nem podiam ir ao banheiro em determinados momentos.




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Datafolha: 61% dos brasileiros defendem que posse de armas seja proibida

  Via:Vinicius de Santana
Armas: liberação de armas foi uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro

São Paulo — Os brasileiros que se declaram contrários à liberação da posse de armas de fogo atingiu 61% em dezembro, segundo pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (31). De acordo com os entrevistados, a posse deve ser proibida “pois representa ameaça à vida de outras pessoas”.
No levantamento anterior, divulgado em outubro, o percentual de pessoas contrárias ao porte estava em 55%.
No mesmo período, a parcela de pessoas que considera a posse de armas “um direito do cidadão para se defender” oscilou negativamente, passou de 41% para 37%, ou seja, no limite da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Outros 2% não souberam responder.
Foram entrevistadas 2.077 pessoas em 130 municípios em todas as regiões do país, nos dias 18 e 19 de dezembro.

Liberação de armas

Uma das principais bandeiras de campanha do agora presidente eleito, Jair Bolsonaro, era a da revogação do Estatuto do Desarmamento.
Neste sábado (29), ele afirmou que pretende assinar um decreto para permitir a posse de arma a todas as pessoas sem ficha criminal, além de tornar o registro definitivo, sem a necessidade de renovações, como hoje.
Especialistas questionam a mudança por decreto sem aval do Congresso, uma vez que afetaria o Estatuto do Desarmamento, lei de 2003.
Na prática, todo cidadão pode pedir a posse à Polícia Federal, se cumpridos alguns requisitos, como ficha criminal limpa e exames de aptidão. O total de registros tem crescido: o salto foi de 280% de 2009 a 2017, chegando a 33 mil licenças no país.
Ao anunciar a medida no Twitter, Bolsonaro não detalhou o decreto que está em planejamento. Duas horas após a publicação, ele voltou à rede social para dizer que “a expansão temporal será de intermediação do Executivo, entretanto outras formas de aperfeiçoamento dependem também do Congresso Nacional, cabendo o envolvimento de todos os interessados”. Já tramitam no Congresso projetos que tentam revogar o estatuto.
A lei prevê regras para a concessão da posse, caracterizada pela possibilidade de permanência da arma na casa do proprietário ou no estabelecimento comercial. O candidato deve se submeter a exames de aptidão psicológica e capacidade técnica, além de apresentar a razão da efetiva necessidade, “expondo fatos e circunstâncias que justifiquem”, explica a PF. Defensores da liberação de armas reclamam da subjetividade desses critérios.
A decisão de Bolsonaro de manter a facilitação para posse de arma foi tomada após conversa com o futuro ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro. O argumento do futuro governo é garantir a legítima defesa aos cidadãos. Segundo dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação, em 2009 a quantidade de registros era de 8.679.
Até o ano anterior, ainda vigorava o prazo, previsto pelo Estatuto, de registro de quem já tinha armas irregularmente. O número subiu ano a ano, até atingir pico de 36,8 mil licenças em 2015.
Também preocupa especialistas o número crescente de registros concedidos pelo Exército a atiradores esportivos. Mudanças nas normas de obtenção e transporte dos equipamentos atraíram milhares de interessados em obter arma e que encontravam dificuldade de obter a liberação via PF.
Para o diretor executivo do Instituto Sou da Paz, Ivan Marques, esse fenômeno está ligado à onda de descrença da população, com a escalada da violência urbana. “Em situações estáveis, onde o Estado funciona, as pessoas não veem necessidade de ter arma, até porque ela contribui para que a violência aumente”, diz. “É um mito que a arma de fogo é um bom instrumento de defesa.” O risco, para especialistas, é que a facilitação da posse eleve ainda a circulação de armas ilegais.
(Com Estadão Conteúdo)


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[Fotos] Jair Bolsonaro toma posse como presidente do Brasil

Bolsonaro, 63 anos, e seu vice-presidente, o general da reserva Antonio Hamilton Mourão, pronunciaram seu "compromisso constitucional" no Congresso

  Por: Da FolhaPE, com agências
Jair Bolsonaro é empossado presidente da República
Jair Bolsonaro é empossado presidente da RepúblicaFoto: Nelson Almeida/AFP


Eleito em outubro, Jair Bolsonaro (PSL), tomou posse nesta terça-feira (1º) como presidente do Brasil. Ele e seu vice-presidente, o general da reserva Antonio Hamilton Mourão, pronunciaram seu "compromisso constitucional" no Congresso para um mandato de quatro anos (2019-22). Dez chefes de Estado e de governo participam da cerimônia de posse de Bolsonaro.

Presidente e vice-presidente eleitos desceram do carro e foram recebidos pelo presidente do Senado Eunício Oliveira. O presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, juntou-se à comitiva na subida da rampa do Planalto. Presidente eleito Jair Bolsonaro seguiu para o plenário da Câmara Federal onde o chefe do executivo nacional fez o juramento constitucional. No Plenário da Câmara dos Deputados, a Banda dos Fusileiros Navais executou o Hino Nacional, abrindo a cerimônia.
No Plenário, Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão fizeram o juramento constitucional neste momento no plenário da Câmara. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, declara empossados como presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e seu vice-presidente, Hamilton Mourão. O Bolsonaro fez o seu primeiro discurso no cargo, na Câmara Federal (Leia aqui a íntegra do discurso).
comitiva do presidente saiu da Granja do Torto por volta das 13h30, para o início do desfile oficial, na Catedral de Brasília. Jair Bolsonaro e primeira-dama Michelle Bolsonaro desfilaram em carro aberto, em um modelo Rolls-Royce. Filho do presidente eleito, Carlos Bolsonaro foi sentado na parte traseira do carro. O vice-presidente eleito Hamilton Mourão e Paula Mourão, sua esposa, seguiram no segundo carro. Batedores abriam caminho para a comitiva presidencial.
Presidente e vice-presidente eleitos desceram do carro e foram recebidos pelo presidente do Senado Eunício Oliveira. O presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, juntou-se à comitiva na subida da rampa do Planalto. Presidente eleito Jair Bolsonaro seguiu para o plenário da Câmara Federal onde o chefe do executivo nacional fez o juramento constitucional. No Plenário da Câmara dos Deputados, a Banda dos Fusileiros Navais executou o Hino Nacional, abrindo a cerimônia.
No Plenário, Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão fizeram o juramento constitucional neste momento no plenário da Câmara. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, declara empossados como presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e seu vice-presidente, Hamilton Mourão. O Bolsonaro fez o seu primeiro discurso no cargo, na Câmara Federal.
Em dez minutos de discurso no Congresso Nacional, Jair Bolsonaro pediu um pacto nacional com a sociedade e prometeu revigorar a democracia. Foi sua primeira fala como presidente empossado. Ele começou agradecendo por estar vivo, após ter sofrido um ataque a faca durante a campanha. Para ele, os médicos da Santa Casa de Juiz de Fora operaram um milagre ao salvá-lo.
Bolsonaro pediu ajuda ao parlamentares para "restaurar e reerguer a pátria" contra "corrupção, criminalidade, irresponsabilidade econômica e submissão ideológica".
O presidente falou em "pacto nacional entre a sociedade os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na busca de novos caminho para o novo Brasil".
Bolsonaro também afirmou ter compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão. O protocolo da cerimônia de posse ainda incluirá a assinatura do livro de posse pelos 22 ministros escolhidos para compor o governo e a subida da rampa do planalto para a passagem da faixa.

Posse de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil
Posse de Jair Bolsonaro como presidente do BrasilFoto: AFP

Posse de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil
Posse de Jair Bolsonaro como presidente do BrasilFoto: AFP

Posse de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil
Posse de Jair Bolsonaro como presidente do BrasilFoto: AFP

Posse de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil
Posse de Jair Bolsonaro como presidente do BrasilFoto: AFP

Presidente da Bolívia, Evo Morales (à esquerda) cumprimenta o presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, durante a posse de Bolsonaro
Presidente da Bolívia, Evo Morales (à esquerda) cumprimenta o presidente do Uruguai, Tabaré Vazquez, durante a posse de BolsonaroFoto: Nelson Almeida/AFP

Vice-presidente Hamilton Mourão presta juramento ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira
Vice-presidente Hamilton Mourão presta juramento ao lado do presidente do Senado, Eunício OliveiraFoto: Nelson Almeida/AFP

Presidente do Chile, Sebastian Pinera (à direita) cumprimenta o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
Presidente do Chile, Sebastian Pinera (à direita) cumprimenta o primeiro ministro de Israel, Benjamin NetanyahuFoto: Nelson Almeida/AFP

Benjamin Netanyahu (à esquerda), presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa próximo do presidente do Chile, Sebastian Pinera, e do ministro das relações internacionais do Chile, Roberto Ampuero
Benjamin Netanyahu (à esquerda), presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa próximo do presidente do Chile, Sebastian Pinera, e do ministro das relações internacionais do Chile, Roberto AmpueroFoto: Nelson Almeida/AFP

Presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa (Esq.) cumprimenta o presidente do Paraguai Mario Abdo Benitez
Presidente de Portugal Marcelo Rebelo de Sousa (Esq.) cumprimenta o presidente do Paraguai Mario Abdo BenitezFoto: Nelson Almeida/AFP






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