quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Colômbia e Peru convocam países da Amazônia e propõem pacto pela preservação



Os pesidentes do Peru, Martin Vizcarra, e da Colômbia, Ivan Duque, se reuniram nesta quarta-feira 28 e convocaram os demais países da região da Amazônia para um encontro em setembro a fim de tratar dos recentes incêndios na floresta.
O encontro ocorreu após o estopim da crise provocada no governo de Jair Bolsonaro, suspeito de ter incentivado ações coordenadas de incêndios por parte de ruralistas.
Os dois líderes comunicaram que a reunião com os demais países está programada para acontecer em Letícia, na Colômbia, dia 6 de setembro.
A ideia é compartilhar um plano comum de preservação ambiental da Floresta Amazônica entre todos os países da região: Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana e Suriname.
Duque classificou os incêndios no Brasil como preocupantes, e disse que as pessoas em todo o mundo precisam se conscientizar de como contribuem para as mudanças climáticas.(247)


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RICARDO SALLES - Ministro do Meio Ambiente deixa o hospital

  Por: Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, recebeu alta médica e deixou o Hospital das Forças Armadas, em Brasília, no meio da tarde. De acordo com o mais recente boletim médico divulgado à imprensa, os exames aos quais o ministro foi submetido não acusaram nada grave e os médicos lhe recomendaram repouso de cinco dias.

Em um vídeo gravado com Salles ainda deitado na cama do hospital e divulgado pelas redes sociais, o ministro agradece as mensagens de carinho e apoio e o atendimento dos profissionais de saúde. ''Graças a Deus, tenho certeza de que vai ficar tudo bem'', diz o ministro, visivelmente abatido.

Segundo o primeiro boletim médico, divulgado nesta manhã, Salles deu entrada no setor de emergência do Hospital das Forças Armadas na noite desta terça-feira (27), após sentir um ''mal-estar''. Embora ao chegar à unidade de saúde o ministro já não apresentasse nenhum indício de algo grave, os médicos optaram por submetê-lo a exames de rotina. Ao longo da noite, o quadro clínico do paciente foi melhorando e, pela manhã, seu quadro clínico já era considerado estável.

O boletim divulgado há pouco volta a mencionar ''um mal-estar'' como causa da breve internação no setor de emergência. ''Os resultados dos exames foram normais e o ministro recebeu alta hospitalar na tarde desta quarta-feira, com recomendação de repouso pelo prazo de cinco dias''.

Ricardo Salles tem 44 anos e está à frente das pasta desde o início de janeiro. Nas últimas semanas, ele vinha cumprindo uma agenda intensa, em virtude das queimadas que atingem a Amazônia Legal e das polêmicas suscitadas. Durante o dia, ele recebeu a visita do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que deixou o hospital declarando a jornalistas que Salles sofreu um ''estresse''.




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CHUVAS - Alerta máximo e evacuações por inundações no Japão

  Por: AFP - Agence France-Presse
Foto: Reprodução/Twitter
Foto: Reprodução/Twitter

As autoridades japonesas lançaram nesta quarta-feira um alerta e ordenaram a evacuação de 240 mil pessoas diante de chuvas torrenciais e inundações no sudoeste do arquipélago, onde uma pessoa morreu.

"O risco de desastre é extremamente elevado", declarou em entrevista coletiva um funcionário da agência nacional de meteorologia.

"Observamos níveis inéditos de chuva nas cidades para as quais emitimos alertas especiais. É preciso adotar o máximo de precaução", declarou o especialista Yasushi Kajiwara.

A região mais afetada é Kyushu (ilha do sudoeste), em particular os departamentos de Saga, Nagasaki e Fukuoka.

A partir dos dados disponíveis, as autoridades locais determinaram a evacuação (voluntária) de cerca de 240 mil pessoas, e recomendaram o deslocamento de até um milhão de pessoas.

Os canais de TV exibiram imagens de bairros inteiros inundados por água e lama, com veículos quase  totalmente submersos.

Em Shiga, um homem morreu quando seu carro foi arrastado pela água, informou à AFP um funcionário local.




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Alemanha oferece assistência ao Brasil no combate a incêndios na Amazônia

(Foto: CM-MS)

Sputnik - O chanceler alemão Heiko Maas ofereceu apoio financeiro e técnico ao Brasil no combate a incêndios florestais na Amazônia, reportou mídia.
Durante uma conferência nesta terça-feira (27) de embaixadores no Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, o ministro alemão disse que teve uma conversa telefônica com seu homólogo brasileiro e ofereceu ajuda da Alemanha.
"Os incêndios realçam a necessidade urgente disto [do combate ao incêndio]. Não devemos ficar parados e assistir a incêndios devastadores que destroem os pulmões verdes do mundo", citou o ministro, complementado que a proteção da Floresta Amazônica é uma tarefa para todo o mundo.
De acordo com Maas, a política climática e ambiental é fundamental para a avaliação do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, informa DPA.

Recusa da ajuda do G7

Previamente, o presidente francês Emmanuel Macron disse que o G7 enviará ajuda urgente no valor de cerca de 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões) para extinguir os incêndios florestais na Amazônia. O Canadá também prometeu alocar 15 milhões de dólares canadenses (R$ 47,2 milhões).
Na segunda-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro se recusou a receber ajuda do G7 aos combates a incêndios que alastram na Floresta Amazônica.
De acordo com o presidente do Brasil, o dinheiro poderá vir a ser aceito somente após pedido de desculpas de Macron que, nas palavras expressas por Bolsonaro nesta terça-feira (27), o chamou de "mentiroso" e ameaçou a soberania da Amazônia.
Há duas semanas que incêndios intensos vêm destruindo a Floresta Amazônica – 82% a mais do que a área total coberta pelo incêndio em 2018. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), somente nos dias 22 e 23 deste mês, 1.663 novos focos de incêndios foram registrados no país, metade deles na Amazônia.


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Agência espacial mostra que incêndios se multiplicaram por 4 entre 2018 e 2019

Amazônia, incêndios
Amazônia, incêndios (Foto: AVN)

A Agência Espacial Europeia alerta que os incêndios na região da Amazônia foram quase quatro vezes superiores aos incidentes registrados no mesmo período de 2018, informa o jornalista Jamil Chade, que atua em Genebra, onde acompanha a atividade das Nações Unidas e temas como meio ambiente e direitos humanos. 
"Dados de satélite mostram que há quase quatro vezes mais incêndios este ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Além do Brasil, partes do Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina também foram afetadas", informa o jornalista em seu blog, baseado em relatórios da agência espacial. 
Segundo a agência, não se pode explicar a crise apenas por conta de fenômenos naturais. "Enquanto os incêndios florestais normalmente ocorrem na estação seca do Brasil, que vai de julho a outubro, o aumento sem precedentes é relatado como proveniente de desmatamento legal e ilegal, que permite que a terra seja usada para fins agrícolas, o aumento da temperatura global também é pensado para tornar a região mais suscetível ao fogo".
"Utilizando os dados do Copernicus Sentinel-3, como parte do Atlas Mundial de Incêndios Sentinel-3, a agência europeia indica que foram detectados quase 4 mil incêndios entre 1 de agosto e 24 de agosto de 2019. No mesmo período de 2018, esse número foi de apenas 1110 incêndios", aponta Jamil Chade. (247)


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REVISÃO - Entidade volta atrás e nega suspensão de compra de couro brasileiro

  Por: Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

José Fernando Bello, presidente-executivo do Centro de Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), negou que importadores de couro irão suspender a compra do produto de origem brasileira. A declaração contraria uma carta assinada pelo próprio dirigente que foi divulgada na manhã desta quarta-feira (28). 

Em entrevista ao Broadcast Agro, do jornal O Estado de São Paulo, o presidente afirmou ter ocorrido um "erro de pré-avaliação" por parte da entidade. 

"A carta foi divulgada (pelo próprio CICB) antes da checagem com a empresa importadora", disse Bello. "Esse importador estaria supostamente suspendendo as compras. Foi um equívoco nosso. Vamos corrigir a informação junto ao governo federal", completou. 

Segundo ele, não há intenção de dos importadores boicotarem a compra do couro produzido pelo Brasil. 




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BOLSA DE VALORES - Insegurança com Bolsonaro e Maia faz Bolsa cair e dólar subir

O dólar acompanhou a aversão a risco e subiu 0,36%, a R$ 4,1390, maior valor desde 18 de setembro de 2018

  Por: Folhapress
Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia
Jair Bolsonaro e Rodrigo MaiaFoto: Carolina Antunes/PR

A Bolsa brasileira teve um dos piores desempenhos dentre os principais mercados globais nesta segunda-feira (26). O Ibovespa recuou 1,27%, a 96.429 pontos, menor patamar desde 5 de junho, antes da aprovação da reforma da Previdência na Câmara.

O índice operou destoado do mercado americano e europeu -que iniciaram uma recuperação após o tombo de sexta (23)- com o aumento da reprovação do governo de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e a fala do presidente sobre uma suposta acusação a alguém importante a seu lado.

O dólar acompanhou a aversão a risco e subiu 0,36%, a R$ 4,1390, maior valor desde 18 de setembro de 2018, antes das eleições presidenciais que levaram Bolsonaro ao poder. Na máxima do dia, a moeda chegou a R$ 4,1640.
O dia também foi de forte oscilação no mercado futuro. O contrato futuro de dólar subiu 0,8% e foi para R$ 4,15, enquanto o índice futuro da Bolsa teve queda de 2,5%

O índice fecha à 18h, cerca de uma hora após o pregão de negociação das ações, e serve como indicação do comportamento dos investidores nos pregões seguintes.

A avaliação dos analistas é que a piora no índice futuro refletiu a informação de que um inquérito da PF (Polícia Federal) atribui ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral (caixa dois) e lavagem de dinheiro em esquemas da Odebrecht.

Maia hoje é considerado o principal fiador das reformas no Congresso.

O mercado brasileiro chegou a abrir com o viés positivo, com queda do dólar e alta da Bolsa, acompanhando o exterior.

Nesta segunda, antes da abertura do mercado europeu, o presidente americano Donald Trump sinalizou que novas reuniões com a China para um acordo comercial devem começar em breve.

Nos bastidores do encontro da cúpula do G7 em Biarritz, na França, Trump elogiou o presidente chinês Xi Jinping como um grande líder e disse que a perspectiva de conversas é algo muito positivo para o mundo.

"A China ligou ontem à noite para o nosso principal representante e disse: 'voltemos à mesa', então voltaremos à mesa. Acho que eles querem fazer alguma coisa. Acho que vamos ter um acordo", disse o presidente.

O vice-premiê chinês, Liu He, que tem liderado as negociações com Washington, também afirmou que a China está disposta a resolver a disputa comercial através de negociações calmas e se opõe à intensificação do conflito.

A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo cresceu na sexta, quando Trump anunciou imposto adicional sobre cerca de US$ 550 bilhões (R$ 2,24 trilhões) em produtos da China, horas depois que Pequim divulgou tarifas retaliatórias sobre US$ 75 bilhões (R$ 306 bilhões) em produtos americanos.

As novas taxas derrubaram os mercados acionários. O índice americano S&P 500 chegou a cair 3% e o Ibovespa, 2,3% na sexta.

O tom ameno e conciliatório desta segunda levou as Bolsas europeias e americanas a se recuperarem e fecharem em alta. Em Nova York, Dow Jones e S&P 500 subiram 1,05% e 1,10%, respectivamente. Nasdaq teve alta de 1,32%. Paris e Frankfurt subiram 0,45% e 0,40%, respectivamente. O mercado de Londres permaneceu fechado, devido a feriado.

No Brasil, por volta das 11h, o viés mudou com a divulgação da pesquisa do instituto MDA para a CNT (Confederação Nacional do Transporte). Segundo ela, a desaprovação do desempenho pessoal do presidente Bolsonaro saltou para 53,7% em agosto, ante 28,2% em fevereiro.

O governo Bolsonaro é avaliado como ruim ou péssimo por 39,5% dos brasileiros. Em fevereiro, esse índice era de 19% -ou seja, houve uma elevação de pouco mais de 20 pontos percentuais em seis meses.

O levantamento indica ainda que 29,4% consideram o governo ótimo ou bom e 29,1%, regular. Não souberam ou não responderam 2% dos entrevistados. Em fevereiro, esses índices eram de 39%, 29% e 13%, respectivamente.

Os dados do CNT/MDA também apontam que a aprovação pessoal do desempenho do presidente caiu para 41%, ante 57,5% em fevereiro.

"Era de se imaginar que aqui teríamos um dia mais calmo, mas tivemos uma grave perda de aprovação do presidente, que antes tinha apoio popular", afirma Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos.

Além da queda de popularidade, o presidente afirmou a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada que uma acusação contra alguém que está ao seu lado estaria para estourar, sem dar maiores esclarecimentos. Segundo analistas, a fala contribuiu para a apreensão de investidores.

Os dois acontecimentos se juntaram à crise diplomática que o país vive com países europeus, especialmente com a França, em torno dos incêndios da Amazônia e fizeram o real ter o pior desempenho entre os emergentes nesta segunda.

Também contribuiu para a desvalorização da moeda brasileira a força internacional do dólar. A valorização da moeda americana frente aos pares globais, medida pelo índice DXY, teve alta de 0,42%.

O Ibovespa teve o segundo pior desempenho dentre as principais globais, atrás apenas da Bolsa argentina, que recuou 2,6%.

O giro financeiro da B3 foi de R$ 14,576 bilhões, abaixo da média diária para o ano.

"Hoje foi um dia bem ruim para a Bolsa brasileira. Até semana passada estávamos acompanhando bem à risca o exterior e, hoje, descolamos. Isso mostra que o investidor já olha o Brasil com uma cautela a mais", afirma Thiago Salomão, da Rico Investimentos.

Para Marcos Assumpção, estrategista e chefe do research Brasil do Itaú BBA, a queda de popularidade do presidente indicada pela pesquisa CNT/MDA não causa receio.

"A popularidade do Bolsonaro está em um patamar que está longe de ser preocupante. É pouco provável que este número vá cair de forma abrupta mais para frente. O presidente continua muito forte dentro da base bolsonarista", diz.

Para Assumpção, a piora do mercado brasileiro é um acumulo de notícias negativas. Além das notícias do dia envolvendo o presidente, Assumpção cita a combinação de guerra comercial, desaceleração da economia e ameaça ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

"As manchetes quanto ao Brasil no final de semana não foram muito boas. Com isso, estrangeiros continuam vendendo as posições em Brasil", afirma o economista.

Segundo dados do Banco Central divulgados nesta segunda, o Brasil teve déficit de US$ 9 bilhões em transações correntes em julho, pior dado para o mês em cinco anos. Segundo o banco, o fluxo foi afetado pela balança comercial mais fraca e pelo aumento das remessas líquidas de lucros e dividendos para fora.

O dado frustrou expectativa de déficit de US$ 5,9 bilhões do mercado, conforme pesquisa Reuters com analistas. Este foi o maior rombo para julho desde 2014, quando chegou a US$ 10,317 bilhões.

Na Bolsa, o saldo de estrangeiros no ano é negativo em US$ 21,4 bilhões segundo dados até 22 de agosto, antes da escalada da guerra comercial.

Com a piora da guerra comercial e desaceleração da economia global, estrangeiros retiram investimentos de países emergentes, como forma de proteção a risco.

Em relatório enviado a investidores neste domingo, o banco suíço UBS destaca a diminuição de investimentos em países emergentes.

"Empresas de mercados emergentes são mais expostas a alta volatilidade do mercado, à desaceleração da economia global e a maiores tensões comerciais", afirma o documento.

Para Pasianotto, da Reag, a crise diplomática do governo aumenta a saída de estrangeiros do país.

"Parecia que as coisas estavam andando depois da Reforma da Previdência, mas tudo mudou com o confronto de Bolsonaro com a mídia, com o congresso, com partidos políticos, com o meio ambiente e, agora, com Macron".​




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Chomsky: com Lula, Brasil era respeitado e agora é motivo de chacota

(Foto: Ricardo Stuckert)

O filósofo e linguista Noam Chomsky, professor emérito do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e professor da Universidade do Arizona, diz em entrevista à Folha de S.Paulo que nos tempos em que o Brasil foi governado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva era um país respeitado no mundo. 
"Dez anos atrás, o Brasil era um dos países mais respeitados do mundo, e Lula era um dos principais estadistas no palco global. Agora, o Brasil virou motivo de chacota. Está se transformando em pária internacional e pode até sofrer boicotes por causa da Amazônia" - disse o filósofo americano.   
Chomsky critica a retórica de Bolsonaro, comparando-a com a de Donald Trump: "Sua retórica é muito atraente para parte da população. Isso está ocorrendo no mundo todo. Nos EUA, [Donald] Trump é muito eficiente, sabe como deixar as multidões inflamadas e direcionar o ódio e o ressentimento das pessoas para bodes expiatórios".  "Bolsonaro faz o mesmo", afirma o filósofo.   
Chomsky viaja frequentemente ao Brasil. No ano passado, visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão, em Curitiba, reuniu-se com os então candidatos Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) e se encontrou com o amigo Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores.(247)


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Procuradora citada em vazamento pede desculpas por ironizar a morte de Marisa

Foto: Reprodução/Twitter (Foto: Reprodução/Twitter)


Na noite dessa terça-feira (27), a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili utilizou sua conta no Twitter para pedir desculpas ao ex-presidente Lula por ironizar morte da sua esposa, Marisa Letícia. Jerusa e outros procuradores estariam envolvidos em mensagens trocadas em chats do aplicativo Telegram e analisadas pelo UOL em parceria com o site The Intercept Brasil.
“Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula” escreveu a procuradora.
Jerusa disse ainda que “uma mensagem não autentica todo o conjunto”, indicando que a veracidade das mensagens vazadas é restrita. “A existência de mensagens verdadeiras não afasta o fato de que as mensagens são fruto de crime e têm sido descontextualizadas ou deturpadas para fazer falsas acusações”, completou.
“Os procuradores da Lava Jato nunca negaram que há mensagens verdadeiras, exatamente porque foram efetivamente hackeados. Contudo, não é possível saber exatamente o quanto está correto, porque é impossível recordar de detalhes de 1 milhão de mensagens em 5 anos intensos”, explicou a procuradora.
Quando a morte de Marisa foi confirmada oficialmente, a notícia foi divulgada por Julio Noronha no grupo Filhos de Januário 1, e Jerusa Viecili respondeu: “Querem que eu fique pro enterro?”.
Marisa Letícia sofreu um AVC hemorrágico no dia 24 de janeiro de 2017 e foi internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte encefálica da ex-primeira-dama foi confirmada em 3 de fevereiro de 2017.(Diário de Pernambuco)

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Cúpula da PF ameaça se demitir se Bolsonaro afastar diretor-geral

Sergio Moro e Maurício Valeixo 
Sergio Moro e Maurício Valeixo 

A cúpula da Polícia Federal reagiu com insatisfação à interferência de Bolsonaro na Superintendência do Rio, e com as afirmações do ocupante do Palácio do Planalto de que poderia afastar o diretor-geral Maurício Valeixo do cargo.
Reportagem do jornalista Jailton de Carvalho de O Globo informa que nos últimos dias delegados começaram a fazer críticas à atuação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro em relação à tentativa de Bolsonaro de nomear o futuro superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro e as ameaças de demitir o diretor-geral da instituição, Maurício Valeixo .   
Uma saída de Valeixo com um contexto político e sem justificativa razoável poderia gerar uma debandada em cargos-chaves da PF em solidariedade, informa a reportagem.  
Alguns delegados, até mesmo do alto escalão, se queixam do silêncio do ministro diante das declarações de Bolsonaro. Estes policiais esperavam que Moro fizesse uma defesa “enérgica” da PF ainda na semana passada, o que não aconteceu.(247)


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MERCADO - Marcas como Vans, Timberland e Kipling suspendem compra de couro brasileiro

  Por: Diario de Pernambuco
Divulgação/Internet
Divulgação/Internet

De acordo com informações do CICB (Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil) enviadas ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na terça-feira (27), as notícias das queimadas na região amazônica levou marcas internacionais como Timberland, Vans e Kipling a suspenderem a compra de couro brasileiro. 

Além do foco nos incêndios, há a relação com o agronegócio no país, contexto que influencia diretamente no posicionamento adotado pelas marcas. 

Segundo o presidente da CICB, José Fernando Bello, o comunicado preocupa. 

"São alguns dos principais importadores mundiais. Este cancelamento foi justificado em função de notícias relacionando queimadas na região amazônica ao agronegócio do país", disse Bello, no documento.

Além das empresas citadas, outras marcas como Dickies, Kodiak, Terra, Walls, Workrite, Eagle Creek, Eastpack, JanSport, The North Face, Napapijri, Bulwark, Horace Small, Icebreaker, Smartwoll e Altra já solicitaram a suspensão de compra de couro.





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Cantora Gretchen pede desculpas ao presidente da França por comentário de Bolsonaro

Foto: Reprodução / Instagram

A cantora Gretchen usou seu Twitter para sair em defesa da primeira-dama francesa, Brigitte Macron, que foi alvo de uma farpa do presidente Jair Bolsonaro neste sábado. Na postagem, a artista pede perdão e diz admirar Brigitte.
Em clima de tensão – ocasionada pelos incêndios na Amazônia – entre o presidente do Brasil e o líder francês, Emmanuel Macron, Bolsonaro respondeu a montagem de um internauta, que mostrava os casais Macron e Brigitte e Bolsonaro e Michelle, com a legenda: ‘Agora entende por que Macron persegue Bolsonaro?’. Bolsonaro escreveu: ‘Não humilha cara. Kkkkkkk’..
Em francês, Gretchen respondeu ao comentário, visto como infeliz e sexista por muitos usuários das redes sociais:”@EmmanuelMacron, perdão. A primeira-dama @Brigitte1eDame é uma mulher maravilhosa e brilhante como você. Eu a admiro e gosto muito da sua história”, escreveu a brasileira, marcando as contas do presidente francês e de sua mulher no Twitter.(Dário de Pernambuco)


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Dimenstein pede desculpas e diz: procuradores da Lavo Jato são canalhas morais

Eduardo Bolsonaro é o que a humanidade produz de pior, diz Dimenstein
Eduardo Bolsonaro é o que a humanidade produz de pior, diz Dimenstein (Foto: Reprodução)


Diante da série de reportagens do The Intercept, que revelaram a troca de mensagens de procuradores da Lava Jato e do juiz Sergio Moro, desmontou a áurea sagrada que a operação construiu ao longo dos últimos anos. O jornalista Gilberto Dimenstein usou a sua página nas redes sociais para fazer um pedido de desculpas aos seus leitores pela defesa que fez dos procuradores.
"Peço desculpas - mil desculpas - aos meus leitores por ter falado tão bem e defendido tanto os procuradores da Lavo Jato. Considero que o resultado tem amplos pontos positivos. Mas depois dos comentários que li sobre parentes mortos de Lula, vi que eles são canalhas morais", escreveu o jornalista.
Ele se refere aos novos trechos revelados pelo Intercept em parceria com o site Uol, que mostraram o deboche de membros do Ministério Público Federal (MPF-PR) sobre a morte de Dona Maria Letícia, de Vavá e Arthur, irmão e neto do ex-presidente, respectivamente. (247) 




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