sábado, 29 de dezembro de 2018

IF Sertão-PE divulga processo seletivo simplificado para contratação de professores substitutos


O Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) lançou, nessa segunda-feira(26), o edital nº 26/2018, referente à contratação de Professores Substitutos por meio de seleção simplificada. As inscrições serão realizadas entre os dias 2 e 13 de janeiro de 2019. São 13 vagas disponíveis, distribuídas entre os campi Petrolina Zona Rural, Floresta, Salgueiro, Ouricuri e Serra Talhada. A remuneração varia de acordo com a titulação do candidato, podendo chegar a R$ R$ 3.552,08.
O tempo de duração do contrato é específico para cada vaga, e pode ser consultado no edital. Há oportunidades disponíveis para as áreas de Administração, Engenharia Civil, Aquicultura, Filosofia, Física, Língua Portuguesa, Tecnologia em Alimentos, Arquitetura, Biologia, Química e História. Para se inscrever, o candidato deve preencher a ficha de inscrição disponível no endereço eletrônico concurso.ifsertao-pe.edu.br/copese, pagar a taxa, no valor de R$ 60, e entregar presencialmente a documentação necessária (constante no edital) no setor de Gestão de Pessoas do campus escolhido.
O Processo Seletivo constará das modalidades de Provas de Desempenho Didático, que serão realizadas nos dias 5 e 6 de fevereiro, no campus da vaga desejada, e avaliação dos Títulos, o dia 7 de fevereiro. O resultado parcial está previsto para o dia 8 de fevereiro. Informações mais detalhadas, como requisitos para inscrição, isenção de taxa de inscrição, quadro de vagas, cronograma e endereço dos campi deverão ser consultadas no edital que rege a seleção. (Ascom)


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Cálculo da aposentadoria muda a partir de segunda-feira

Cálculo da aposentadoria muda a partir de segunda-feira

cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição vai mudar a partir de segunda-feira (31), quando será acionada uma regra implementada por lei em 2015. A regra exige um ano a mais para homens e mulheres se aposentarem. A atual fórmula, conhecida como 85/95, vai aumentar um ponto e se tornar 86/96.
Quem quiser se aposentar pela regra atual – e já cumpre os requisitos – têm até domingo (30) para fazer a solicitação.
Pela fórmula 85/95, a soma da idade e do tempo de contribuição deve ser de 85 anos para mulheres e 95 para homens. O tempo de trabalho das mulheres deve ser de 30 anos e o dos homens, de 35 anos. Isso significa, por exemplo, que uma mulher que tenha trabalhado por 30 anos, precisa ter pelo menos 55 anos para se aposentar.
A partir do dia 31, para se aposentar com o tempo mínimo de contribuição, ela deverá ter 56 anos. A mesma soma precisará alcançar 86 e 96. A fórmula será aumentada gradualmente até 2026.
Aqueles que já cumprem as regras podem solicitar a aposentadoria pelo telefone 135, que funciona das 7h às 22h, no horário de Brasília. Pelo telefone, o pedido pode ser feito somente até sábado. Pelo site do INSS.o pedido pode ser feito até domingo (30).
A atual regra é fixada pela Lei 13.183/2015. Nos próximos anos, a soma voltará a aumentar, sempre em um ano. A partir de 31 de dezembro de 2020, passará a ser 87/97; de 31 de dezembro de 2022, 88/98; de 31 de dezembro de 2024, 89/99; e, em 31 de dezembro de 2026 chegará à soma final de 90/100.
Defensor da fórmula, o professor da Universidade de Brasília e assessor do Conselho Federal de Economia, Roberto Piscitelli, diz que o cálculo ajuda a reduzir desigualdades. “Ele combina dois indicadores [tempo de contribuição e idade mínima] que, às vezes, quando considerados isoladamente dificultam a vida do trabalhador. A fórmula ajuda a compensar a situação daqueles que começaram a trabalhar muito cedo, o que sempre foi fator de injustiça do ponto de vista do tempo para aposentadoria”, explicou.
Além de se aposentar pela regra 85/95, os trabalhadores podem atualmente se aposentar apenas por tempo mínimo de contribuição: 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, independente da idade. Nesses casos, no entanto, poderá ser aplicado o chamado fator previdenciário que, na prática, reduz o valor da aposentadoria de quem se aposenta cedo. Com informações da Agência Brasil.

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Governo de Pernambuco nomea mil novos professores na região do Sertão do Médio São Francisco


Mil novos professores foram nomeados para  rede estadual de ensino nessa quinta-feira (27). Classificados no último concurso público para professor, realizado e homologado em 2016, os novos docentes atuarão nas áreas de Educação Básica, Especial e Profissional em escolas de todas as regiões do Estado.
O governador Paulo Câmara assinou o ato de nomeação no Palácio do Campo das Princesas, área central do Recife. Com este ato, o Estado passa a somar mais de 4.600 nomeações de professores para a rede estadual nos últimos quatro anos.
De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (SEE), com essas nomeações a Educação Básica ganhará o reforço de 897 docentes; outros 75 vão compor o quadro da Educação Especial e 28 serão destinados à Educação Profissional. Desse total, 375 atuarão nas escolas da Região Metropolitana do Recife (RMR), 143 na Zona da Mata, 197 no Agreste e 285 no Sertão.
“Todas as regiões vão receber novos professores, e isso é fundamental para a educação de qualidade que queremos. Para que a gente possa mostrar ao Brasil que é possível fazer educação de qualidade no serviço público e que chegue a todos, como nossas escolas de tempo integral, como nossas escolas técnicas, com nossas escolas regulares e como os nossos programas inovadores, Ganhe o Mundo e Pernambuco no Campus, que fazem de Pernambuco um grande destaque”, destacou o governador Paulo Câmara.
O certame de 2016 previa inicialmente a nomeação de 3.000 novos professores, conforme edital divulgado. Nos últimos quatro anos nomeou o Estado nomeou, de uma única vez 3.670 docentes. Somadas com as convocações de hoje são 4.670 nomeações para a Rede Estadual de Ensino. “Todas essas nomeações de hoje são convocações acima das vagas oficiais, ou seja, não tínhamos mais nenhuma obrigação legal, porque todas as vagas oficiais do concurso de 2016 já haviam sido contempladas desde 2017″, explicou o secretário de Educação, Fred Amâncio.

Balanço dos últimos quatro anos

Pernambuco – 4.670 docentes nomeados

Rede de Educação Básica – 4.038 docentes nomeados
Educação Especial – 315 docentes nomeados
Educação Profissional – 317 docentes nomeados

Nomeações por região

Região Metropolitana do Recife – 1.829 docentes nomeados
Interior do Estado – 2.841 docentes nomeados
Atualmente, a Rede Estadual de Pernambuco conta com 1.060 escolas e 580 mil estudantes. (Jc Online)

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Bolsonaro pretende aumentar validade da CNH de 5 para 10 anos

No início do ano, o governo revogou uma resolução que obrigava os motoristas a fazer curso teórico de dez horas

  Via:Folhape/ab
Presidente eleito Jair Bolsonaro
Presidente eleito Jair BolsonaroFoto: Valter Campanato/Agência Brasil


O presidente eleito, Jair Bolsonaro, declarou nesta sexta-feira (28), através do Twitter, que pretende aumentar o prazo de validade da carteira nacional de habilitação no Brasil. Ele considera estender o prazo de validade dos atuais 5 para 10 anos.

“Informo que faremos gestões no sentido de passar para 10 anos a validade da carteira nacional de habilitação”, disse Bolsonaro que parabenizou o governo do Rio de Janeiro que anunciou a extinção da vistoria anual de veículos.
No início do ano, o governo revogou uma resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que obrigava os motoristas a fazer curso teórico de dez horas e uma prova para renovar a carteira de habilitação. A exigência mantida é a realização de um exame médico.

A atribuição sobre as regras de trânsito passará, a partir de janeiro de 2019, para as mãos de Gustavo Canuto, que será o titular doMinistério do Desenvolvimento Regional. A pasta incorporará as atribuições das Cidades e Integração Nacional – dois ministérios que foram suprimidos pelo presidente eleito.

A quatro dias para o novo governo assumir, Bolsonaro tem indicado prioridades das 22 pastas que integrarão sua gestão. As orientações atingem vão desde ajustes de gastos a medidas pontuais para cada área.



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Paulo Câmara preparado para enfrentar o segundo round

Reeleito, governador Paulo Câmara terá oportunidade de aprofundar experiências que deram certo e de colocar em prática o que não pôde realizar

  Por: Marcelo Montanini/folhape
Paulo Câmara (PSB) e Luciana Santos (PCdoB) tomarão posse na Alepé no dia 1º de janeiro
Paulo Câmara (PSB) e Luciana Santos (PCdoB) tomarão posse na Alepé no dia 1º de janeiroFoto: Andréa Rego Barros/Divulgação



A partir de 1º de janeiro de 2019, o governador Paulo Câmara (PSB) seguirá à frente do Palácio do Campo das Princesas por mais quatro anos com a missão de fazer um governo diferente do da primeira gestão, com o seu perfil. Em meio à crise nacional, o governador não conseguiu entregar algumas obras - como o próprio admite -, mas realizou ajustes fiscais que evitaram colapso na administração estadual, como ocorreu em outros estados brasileiros. Mas, apesar dos altos e baixos dos últimos quatro anos, a reeleição no primeiro turno foi um termômetro do governo, com as ressalvas da conjuntura, e do próximo quadriênio. 

A cientista política Priscila Lapa, da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho), destaca que, na primeira gestão, Câmara preferiu não inovar e seguiu a cartilha do ex-governador Eduardo Campos, morto em 2014, em termos de equipe e políticas públicas. “Ele (Paulo) não deu o tom de Paulo Câmara e pagou o preço de pegar um ciclo de recessão. Agora, vai tentar dar mais o tom pessoal ao governo”, avalia. 

Citando a crise, o governador ressalta que fez o dever de casa no primeiro mandato, ao realizar os ajustes necessários para se adaptar à realidade econômica e poder ter perspectivas de melhora para os próximos quatro anos. “O foco agora é melhorar os serviços, já que nos primeiros quatro anos muita obra não pudemos concluir porque a crise não deixou, muitos empregos foram perdidos, os serviços tiveram uma demanda e uma procura muito grande. Então, a gente tem que atender essa expectativa de melhorar os serviços”, avalia Câmara.

Primeira gestão
Ao assumir o mandato em 2015 - após a gestão bem avaliada do padrinho político Eduardo Campos, Câmara realizou dois planos de contingenciamentos de gastos. Com arrecadação abaixo das expectativas, o governo elaborou um plano de redução de R$ 320 milhões em fevereiro e outro de R$ 600 milhões em outubro, gerando economia de R$ 920 milhões no custeio da máquina pública. 

O líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Isaltino Nascimento (PSB), analisa que o legado da primeira gestão foi ter antevisto a crise e ter realizado um modelo de gestão austero para manter os serviços. “Modelo de gestão de austeridade que conseguiu manter secretarias e órgãos funcionando e fez algumas entregas. Isso, inclusive, balizou os quatro anos e fez com ele fosse reeleito”, destaca.

Ainda assim, em 2015, Pernambuco teve o pior Produto Interno Bruto (PIB), a soma total das riquezas produzidas no Estado, da era Câmara, com queda de 4,2% em relação ao ano anterior, segundo o Condepe/Fidem. A partir disso, houve uma trajetória de crescimento ao longo dos anos: uma queda de 2,9% em 2016 e crescimento de 1,6% em 2017 e de 2,2% no terceiro trimestre de 2018. A Agência projeta finalizar o ano com crescimento de 2,1% a 2,5%.

O economista Luiz Maia, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), avalia que a primeira gestão do governo Paulo Câmara sofreu, como ocorreu nos demais estados, com os impactos da profunda recessão nacional. “Com a queda dos investimentos, a severa restrição orçamentária e um louvável e bem sucedido esforço de ajuste fiscal, a agenda econômica do Estado teve que trabalhar com um cenário muito desfavorável. Se, por um lado, esforços pelo adensamento de novas cadeias produtivas não tenham sido abandonados, seus resultados ficaram abaixo do que se esperava há quatro anos”, analisa.

Sob a gestão Câmara, a educação pública pernambucana alcançou a melhor posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em 2016. Área que se tornou a principal bandeira do socialista. Outro campo em que o governo estadual avançou foi o de recursos hídricos, com a conclusão da barragem de Serro Azul e da Adutora de Pirangi. A de Moxotó em pré-operação e as de Alto do Capibaribe, Serro Azul e Agreste, a principal delas, ainda estão em andamento.

“(O governo) avançou na política em relação ao abastecimento de água, com adutoras e barragens”, pontua Silvio Costa Filho (PRB), líder da oposição na Assembleia Legislativa, que está se despendido com destino à Câmara dos Deputados.

segurança pública, que nos primeiros anos foi um calo, voltou a apresentar bons índices. Segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS), o Pacto Pela Vida atingiu 4.479 homicídios em 2016 e 5.426 em 2017, mas aos poucos tem apresentado melhoras. Entre janeiro e novembro deste ano, houve 3.862 homicídios, índice semelhante ao de 2015 (3.890), primeiro ano de gestão. O que antes era visto com críticas, tornou-se outra bandeira governista.

Despedindo-se da vice-governadoria de Pernambuco para assumir o mandato de deputado federal, Raul Henry (MDB) reitera que Câmara enfrentou cenário adverso por causa da crise, mas que vem conseguindo bons resultados. “Ele (Paulo Câmara) com esforço, espírito público e senso de responsabilidade conseguiu manter o Estado de pé. Conseguiu índices impressionantes, um deles e mais impressionante é o da violência, pois Pernambuco há 12 meses reduz os crimes letais e contra o patrimônio”. 

Críticas 
Apesar dos avanços e do equilíbrio nas contas, aliados criticam a falta de comunicação com a sociedade. “Acho que o governo se comunicou pouco com a população para mostrar o esforço que vinha fazendo, esforço para manter o Estado de pé e para melhorar esse conjunto de politicas públicas”, pondera Raul Henry. O líder do governo na Alepe seguiu a mesma linha. “A comunicação executada pelo (governo do) Estado não conseguiu divulgar para a sociedade as entregas de ações e as dificuldades que o Estado vivenciou pelo boicote de Temer”, concorda Nascimento.

Entre as críticas da oposição está a perda interlocução com o governo Michel Temer e a falta de ousadia de Câmara para solucionar problemas na administração. O líder da oposição na Assembleia Legislativa critica a perda de interlocução com o governo Michel Temer. “Faltou proatividade na interlocução para captação de investimentos para Pernambuco”, reclama Costa Filho. Esta, inclusive, foi uma crítica de muitos oposicionistas, que atribuíram a questões eleitorais.

A potencial líder da oposição na Alepe na próxima legislatura, deputada estadual Priscila Krause (DEM) pondera que o gestor não atendeu as expectativas dos desafios que Pernambuco precisa. A parlamentar, todavia, aguarda com atenção os resultados da reforma administrativa, enviada pelo Executivo e aprovada pela Assembleia na última quinta-feira. 

Reforma administrativa
Inspirada no modelo deixado por Eduardo Campos, Câmara manteve as 22 pastas, além de Procuradoria Geral do Estado e a Casa Militar com status de secretarias. Houve, no entanto, a fusão de algumas estruturas. Estima-se que 46 cargos comissionados e 700 funções gratificadas foram extintas. “A reforma não trouxe economia para o Estado”, destaca Priscila Krause. Questionado sobre a economia gerada pela reformulação, o Palácio do Campo das Princesas diz que não trabalha com perspectiva de valor, mas de eficiência da máquina

Com a reformulação, o governo estadual sinalizou à sociedade que poderá dar atenção especial às áreas de recursos hídricos, com a pasta de Infraestrutura e Recursos Hídricos, e ao social, com a de Política de Prevenção às Drogas. “Paulo não só tem melhorado os índices na segurança como direcionou claramente, com a reforma, que, em vez de combater a violência pelo efeito, vai combater pela causa”, defendeu a vice-governadora eleita Luciana Santos (PCdoB). Acrescentando que a questão dos recursos hídricos já é uma marca importante do governo que foi consolidada com a pasta.

Luciana Santos, inclusive, é a primeira vice-governadora mulher eleita na história de Pernambuco. Além de auxiliar Câmara no aconselhamento e na ausência dele do Estado, ela pretende dar mais transversalidade nas políticas para as mulheres. “Vamos discutir projetos e tentar alinhar nossas visões”, diz.

Desafios
Os especialistas entrevistados pela Folha de Pernambuco elegeram o desemprego e a segurança pública como os principais desafios de gestão. “O desemprego muito elevado e a violência são, provavelmente, os aspectos mais preocupantes das condições de partida da segunda gestão. Com um cenário nacional relativamente mais favorável - ainda que desafiador sob a ótica da articulação com Brasília - é provável que o governo tenha melhores condições de favorecer a aceleração da economia em 2019”, prevê o economista Luiz Maia.

A cientista política adverte que a questão da segurança vai continuar demandando nos próximos anos, assim como o desenvolvimento econômico do Estado, mas ela frisa que Câmara pode ter um grande desafio político. “Ele precisa recompor a base política”, diz Priscila Lapa, em referência às costuras para a campanha eleitoral passada que culminaram no rompimento com os irmãos Ferreira (PSC e PR), PSL e outros partidos menores. 

Sobre os desafios, o governador foi direto: melhorar os serviços públicos. “Somos sabedores que não dá pra fazer grandes obras, mas dá pra melhorar a vida do povo em todas as áreas e é isso que a gente vai focar: melhorar a vida das pessoas, seja nas cidades, seja na zona rural, nos serviços básicos. E buscar, com todas as áreas de governo, gerar empregos”, antevê Câmara.



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Escolas da rede municipal de Petrolina poderão incluir noções básicas sobre Lei Maria da Penha

  Via:Carlos Britto
(Foto: Ilustração)


As escolas da rede municipal de Petrolina poderão incluir em sua grade noções básicas sobre a Lei 11.340/2006 – mais conhecida no país como Lei Maria da Penha. O projeto de lei (112/18), aprovado na última sessão plenária do ano na Casa Plínio Amorim por 17 votos, é de autoria do líder da bancada de oposição, vereador Paulo Valgueiro (MDB).
Para que possa entrar em vigor, o projeto deverá passar agora pela sanção do prefeito Miguel Coelho (PSB).
Sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006, a lei entrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006. Desde a sua publicação, é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como  uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres.

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Decreto autoriza abate de aeronaves consideradas suspeitas na posse de Bolsonaro

Publicado nesta sexta, o decreto permite derrubar aeronaves que possam apresentar ameaça à segurança

  Por: Agência Brasil
Esquema de segurança reforçado no Congresso Nacional para a posse de Jair Bolsonaro


cerimônia de posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, na próxima terça-feira (1º), terá um esquema especial para defesa aérea e o controle de tráfego aéreo na capital federal. Um decreto assinado pelo presidente Michel Temer e o ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna publicado nesta sexta-feira (28) autoriza a interceptação e o abate de aeronaves consideradas suspeitas ou hostis pela Força Aérea Brasileira (FAB), que possam apresentar ameaça à segurança.

A medida tem validade de 24 horas e estará em vigor de a partir da zero hora do dia 1º de janeiro ao mesmo horário do dia 2 de janeiro.
O decreto estabelece que as aeronaves classificadas como suspeitas estarão sujeitas “às medidas coercitivas de averiguação, intervenção e persuasão, de forma progressiva”. O texto estabelece situações nas quais uma aeronave pode ser considerada “hostil”, como o não cumprimento de determinações das autoridades de defesa aeroespacial, o lançamento de artefatos bélicos ou de paraquedistas e o desembarque de tropas ou materiais de uso militar no território nacional sem autorização.

A medida também vai considerar suspeita a aeronave que "adentrar sem autorização em espaço aéreo segregado, áreas restritas ou proibidas estabelecidos pelos órgãos de controle de tráfego aéreo". Além de aviões, estão inseridas no decreto como aeronave, balões, dirigíveis, planadores, ultraleves, aeronaves experimentais, aeromodelos, aeronaves remotamente pilotadas e asas-deltas.

Restrição
Segundo a FAB, o planejamento de segurança aérea da posse de Jair Bolsonaro prevê a criação de áreas de exclusão, com três níveis de restrição, em que só aeronaves autorizadas poderão sobrevoar. As áreas vermelha, amarela e branca serão acionadas ao meio-dia do dia 1º.

De acordo com a FAB, a operação não terá impactos para a aviação comercial. A aviação geral, que inclui aeronaves de táxi aéreo, instrução, aviação agrícola, e outros, se submeterão às normas adotadas nas áreas vermelha, amarela e branca.



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PT, PSOL e PCdoB não participam da posse de Bolsonaro

Outros partidos informaram que alguns líderes também não devem comparecer à solenidade

  Por: Estadão Conteúdo - Estadão Conteúdo
Cerimônia será no dia 1.º de janeiro, no Congresso. Foto: Arquivo / Agência Brasil
Cerimônia será no dia 1.º de janeiro, no Congresso. Foto: Arquivo / Agência Brasil


Líderes do PT, PSOL e PCdoB anunciaram ontem que seus deputados e senadores não vão participar da cerimônia de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, no dia 1.º de janeiro no Congresso. Outros partidos que já declararam oposição ao futuro governo, como PDT e PSB, informaram que alguns líderes também não devem comparecer à solenidade em que o presidente e o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, assinam o termo de posse.

Em nota, o PT disse reconhecer o resultado da eleição, mas afirmou que a disputa foi marcada pela falta de lisura por ter sido, segundo o partido, "descaracterizada pelo golpe do impeachment, pela proibição ilegal da candidatura do ex-presidente Lula e pela manipulação criminosa das redes sociais para difundir mentiras contra o candidato Fernando Haddad", derrotado no segundo turno.

"O resultado das urnas é fato consumado, mas não representa aval a um governo autoritário, antipopular e antipatriótico, marcado por abertas posições racistas e misóginas, declaradamente vinculado a um programa de retrocessos civilizatórios", diz o texto, assinado pelos líderes do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS), e no Senado, Lindbergh Farias (RJ), e pela presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann (PR). 

As bancadas do PT no Congresso afirmaram ainda que o futuro governo pretende "destruir a ordem democrática e o Estado de Direito no Brasil", com o aprofundamento de "políticas entreguistas e ultraliberais do atual governo, o desmonte das políticas sociais e a revogação já anunciada de históricos direitos trabalhistas".

Já o PSOL diz no texto que o governo que se iniciará na próxima semana "tem como princípios o ódio, o preconceito, a intolerância e a violência". 

A deputada Jandira Feghali (PCdoB) confirmou que a bancada não participará da posse do presidente eleito, mas negou que se trate de "boicote". "Não é um boicote, até porque respeitamos o resultado das urnas. É a decisão política de não ir", disse.

Segundo ela, os parlamentares vão prestigiar governadores eleitos do partido que tomam posse no mesmo dia. A legenda reelegeu o governador do Maranhão, Flávio Dino, e os vice-governadores Luciana Santos (PE) e Antenor Roberto (RN). Na Câmara, elegeu nove deputados, um a menos que o PSOL.

O PT tem a maior bancada da Casa, com 56 eleitos, seguido do PSL, partido de Bolsonaro, com 52 deputados. 

Bancada liberada

Outras legendas que já se declararam como oposição não articularam um "boicote" à posse, mas seus líderes tampouco devem comparecer. O líder do PDT, André Figueiredo (CE), disse que não vai, mas que "não existe nenhuma deliberação para nenhum deputado da bancada ir". O presidente da sigla, Carlos Lupi, reconheceu o direito de os partidos não comparecerem, mas disse que um boicote "não tem efeito nenhum a não ser emocional e para marcar posição".

Presidente do PSB, Carlos Siqueira afirmou que a decisão será de cada correligionário. "Quem desejar participar está livre para fazê-lo. Eu, pessoalmente, não estarei lá e não faço nenhuma reclamação disso, porque acho ótimo até."

Na eleição, o partido também não teve um posicionamento definido. O PSB apoiou Haddad no segundo turno contra Bolsonaro, mas liberou governadores que disputavam eleição para se manterem neutros. 

Apesar de posicionamentos distintos na posse, o PCdoB vai formar um bloco de oposição ao governo do presidente eleito na Câmara dos Deputados com PSB e PDT. Derrotado na eleição, o PT deve ficar isolado nas duas Casas.



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Em Petrolina, casa de apoio para pessoas com câncer está precisando de doações


Criada para atender pessoas que fazem tratamento contra o câncer, a casa Cleriane Tenório, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, está precisando de doações de alimentos, produtos de limpeza e de higiene pessoal. A obra social é apoiada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia e funciona com a ajuda de voluntários.
“A prioridade nossa é material de higiene. Alimentação é bem-vindo também. O material de limpeza é nossa carência maior. Lenções também, que nós tínhamos uma quantidade boa, mas entraram aqui e levaram. Todo tipo de doação é muito bem-vinda”, diz a fundadora da instituição, Paulina Tenório.
A instituição foi criada em 2016, quando dona Paulina perdeu a filha, Cleriane Tenório, de 36 anos, vítima de câncer. A casa de apoio já chegou a hospedar cerca de 40 pessoas, entre pacientes e familiares. No local, além de ter um lugar para ficar, os hóspedes recebem alimentação. Tudo gratuito.
“Essa casa já tem mais de dois anos de funcionamento. Graças a Deus já acolhemos muita gente, muitas famílias que vieram de fora com esse problema e ficam aqui o tempo necessário para fazer seu tratamento, não só de câncer, como de outros problemas também. Se precisar, a casa está de portas abertas para receber”, diz a fundadora da instituição.
 O centro de apoio funciona no bairro Alto da Boa Vista. Para fazer a doação, basta entrar em contato através do telefone (87) 988095052.

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Ameaça de bomba na Esplanada dos Ministérios mobiliza esquadrão da PM

Polícia Militar foi acionada por seguranças do Ministério do Planejamento, após equipe achar mala abandonada nas imediações do prédio

  Por: Estado de Minas
Foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press
Foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press


O esquadrão antibombas da Polícia Militar investiga, na manhã deste sábado (29), o conteúdo de uma mala deixada dentro do elevador no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Um segurança acionou a Polícia Militar após encontrar uma maleta nos arredores do prédio. Suspeitando da possibilidade de se tratar de um artefato explosivo, a corporação acionou o esquadrão antibomba do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

A maleta foi deixada do lado de fora, ao lado de uma pilastra, próximo à saída de emergência. Militares do Bope mobilizaram todo o aparato para esse tipo de operação, incluindo um robô e um oficial com roupas de proteção contra explosivos. Um grupo de curiosos parou para observar a ação da Polícia Militar. Aparentando serem militares fora de serviço, eles não quiseram conversar com a reportagem.

O sargento da PM Ronaldo Silva patrulhava a região em um carro da corporação quando recebeu a denúncia. A equipe dele acionou o Bope. "Localizamos uma mala na lateral do Ministério do Planeamento por volta de 8h40. Quem encontrou primeiro foi um segurança. O Bope está investigando o artefato", disse.

Na madrugada de terça-feira (25), o esquadrão antibomba da PM detonou um explosivo deixado próximo a uma igreja católica em Brazlândia. Os policiais precisaram isolar ruas próximas da igreja para detonar o material. A Operação Petardo, como é batizada, começou por volta de meia-noite e foi concluída com sucesso perto das 4h com o artefato sendo desativado por um robô da PM.

As forças de segurança do DF e a Polícia Federal investigam mensagens nas redes sociais de que haverá pelo menos quatro ataques a bomba no DF na noite de 31 de dezembro. 

Um adolescente chegou a ser levado para a delegacia após os investigadores descobrirem que ele estava movimentando uma conta no Instagram com as mensagens. Porém, ele negou que estivesse envolvido no caso da mochila com explosivos deixados próximo da igreja.



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Bolsonaro diz que usará decreto para conceder posse de arma

Bolsonaro disse, via Twitter, que vai editar um decreto permitindo a posse de arma para quem não tem antecedentes criminais
  Por: Agência Brasil
Presidente eleito Jair Bolsonaro
Presidente eleito Jair BolsonaroFoto: Valter Campanato/Agência Brasil


A dois dias da posse, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, reiterou neste sábado (29) que vai editar um decreto permitindo a posse de arma para quem não tem antecedentes criminais. A medida altera o Estatuto do Desarmamento. A afirmação foi feita via Twitter. “Por decreto, pretendemos garantir a posse de arma de fogo para o cidadão sem antecedentes criminais, bem como tornar seu registro definitivo”, postou o presidente eleito.

Bolsonaro destacou na rede social a expressão “posse” diferentemente do porte, que permitiria trânsito e uso da armaem qualquer lugar. A posse contempla apenas a possibilidade de uma pessoa ter a arma dentro de casa ou em lugar específico, como o local de trabalho.

Na campanha, Bolsonaro criticou a atual situação da segurança pública no país e defende o direito do cidadão “à legítima defesa sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros”, como declarado em diversas entrevistas e já publicado em rede social por ele.


Pelas regras atuais, previstas no Estatuto do Desarmamento, uma pessoa pode comprar uma arma de fogo se apresentar uma justificativa da “efetiva necessidade” da aquisição, além de certidão de antecedentes criminais, a comprovação de residência e capacidade técnica e de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo.

Bolsonaro está hoje no Rio, onde recebeu nesta manhã seu alfaiate, Santino Gonçalves, e seu cabeleireiro há 20 anos, Maxwell Gerbatim. Os dois chegaram à residência do presidente, no condomínio Vivendas da Barra, por volta das 7h e saíram perto das 8h. O presidente deverá sair de casa às 12h, com destino a Brasília. O voo está programado para as 15h, na Base Aérea do Galeão.

Israel
Bolsonaro tem usado sua conta na rede social, nos últimos dias, para reiterar promessas de campanha. Mais cedo, divulgou uma entrevista concedida no último dia 11, em que tratou da proposta de transferir a Embaixada do Brasil em Israel, de TelAviv para Jerusalém. A iniciativa gera controvérsias.

A divulgação da entrevista ocorre no momento em que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está no Rio de Janeiro. Na sexta (28), Bolsonaro retomou o tema durante o encontro com o primeiro-ministro.

Na entrevista, o presidente eleito afirmou que há uma ameaça de boicote econômico ao país caso seu governo leve a medida adiante. Segundo ele, o assunto será discutido com o futuro ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. “Nós estamos conversando a melhor maneira de decidir essa questão”, disse Bolsonaro na entrevista.



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