segunda-feira, 20 de agosto de 2018

LULA DISPARA, VAI A 37,3% E PODE ATÉ VENCER NO PRIMEIRO TURNO

Stuckert

247

A pesquisa do instituto MDA e encomendada pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), divulgada nesta segunda-feira (20), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar na disputa presidencial, com 37,3% das intenções de voto.
Em segundo lugar aparece o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8%, seguido por Marina Silva (Rede), com 5,6%, e por Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9%.
Na sequência estão Ciro Gomes (PDT), com 4,1%, Alvaro Dias, do Podemos (2,7%), Guilherme Boulos, do PSOL (0,9%), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) com 0,8% cada.
Segundo o levantamento, Cabo Daciolo (Patriota) aparece cm 0,4%, seguido por Vera (PSTU), com 0,3%, por João Goulart Filho (PPL), com 0,1%, e José Maria Eymael (DC) – 0,0.
Brancos e nulos somam 14,3%, e indeciso, 8,8%.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas entre a última terça-feira (14) e este domingo (19), em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
Transferência de votos
A pesquisa avaliou a transferência de voto de Lula caso ele não concorra. O cenário de transferência indica que, neste momento, 17,3% dos que optam por Lula afirmam votar em Fernando Haddad se ele não puder concorrer. As opções seguintes são as seguintes: Marina (11,9%), Ciro (9,6%) e Bolsonaro (6,2% ).
Na sequência estão Geraldo Alckmin (3,7%), Boulos (0,8%), Alvaro Dias (0,7%), Meirelles (0,7%), Vera (0,5%), Cabo Daciolo (0,3%), João Amoêdo (0,3%), João Goulart Filho (0,1%), José Maria Eymael (DC) – 0%. Branco/Nulo – 31,3% Indecisos – 16,6%. 
Segundo turno 
O MDA simulou outros dez cenários para o segundo turno. Nos quatro cenários que foi testado, Lula venceria todos. Em uma disputa com Bolsonaro, o petista teria (50, 01%) dos votos válidos, contra (26,4%) do candidato do PSL. 
Enfrentando Geraldo Alkcmin, Ciro Gomes ou Marina Silva, os números são semelhantes. Lula venceria a disputa com (49,5%) , (49,4%), (49,8%) dos votos, respectivamente, apresentando uma enorme folga com os outros candidatos, que não ultrapassam a casa dos 30%. 
Quando Lula sai do cenário, a disputa aperta ou tecnicamente empata. Disputando com Marina Silva, Bolsonaro aponta (29, 3%) dos votos, enquanto, Marina, atinge (29,1%) dos votos. 
Quando Bolsonaro enfrenta Alckmin, ele aponta (29,4%) dos votos, enquanto o tucano atinge (26,4%), afirma a pesquisa. 
Ciro gomes venceria dois cenários no segundo turno, caso disputasse com Alckmin ou Marina Silva, vencendo o pleito eleitoral com (25,03%) e (26,01) dos votos. Alckmin e Marina perderiam com (22%) e (25,2%) respectivamente.


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EM ATENÇÃO AO POVO E À ONU, DEBATES DEVEM TER LULA

RICARDO STUCKERT

A memória dos lances truculentos da campanha de 2018 já está marcada por uma cena lamentável, no debate da Rede TV. Foi aquele instante no qual, referindo-se a Lula como "bandido", Jair Bolsonaro exigiu que a tribuna que fora reservada ao candidato do PT fosse retirada dos estúdios. Bolsonaro não só obteve a concordância interesseira dos demais concorrentes -- apenas Guilherme Boulos discordou -- mas garantiu uma segunda punição ao candidato que lidera as pesquisas presidenciais. Se Lula já fora impedido de comparecer ao debate,  o público ficou privado de um símbolo -- a tribuna vazia -- que serviria para recordar, a todo momento,  que o mais popular presidente do Brasil encontra-se na prisão.
Esse episódio absurdo, mancha inevitável na biografia daqueles que deram o braço a Bolsonaro, ajuda a lembrar a importância de se denunciar o veto à  participação de Lula na campanha eleitoral,  que acaba de ser condenado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU.
Não há dúvida de que a presença de Lula na campanha pela presidência da República representa a melhor alternativa para o país recuperar a democracia, assegurando às brasileiras e brasileiros o direito de decidir, livremente, quem irá governar o país entre 2019 e 2023. Não custa lembrar que foi em torno dessa garantia democrática que milhões foram às ruas, em 1984, na gigantesca mobilização popular que preparou o fim da ditadura de 64. 
Em agosto de 2018, quando falta pouco mais de um mês para o primeiro turno da campanha presidencial, a melhor forma para se ampliar a luta pela participação direta de Lula na disputa presidencial reside numa providência urgente. Enquanto os direitos de Lula como candidato não forem restaurados, discussão que será acompanhada com a aspereza de sempre pelo condomínio jurídico-midiático que tenta governar o país acima das instituições, é preciso assegurar a presença, nos próximos debates presidenciais,  de seu substituto legal, Fernando Haddad.
Toda e qualquer medida -- da Justiça Eleitoral, das emissoras de TV ou mesmo dos próprios concorrentes -- para impedir a presença de Haddad nestes encontros sem a presença de Lula deve ser repudiada como uma nova versão de um velho reflexo autoritário da elite brasileira, o golpe dentro do golpe. Este segundo veto ofende o princípio constitucional básico que protege a liberdade de formar partidos políticos e garante o direito de disputar eleições em igualdade de condições.
Qualquer que seja o pretexto empregado, uma negativa a esse direito apenas se confirmará a suspeita de que se pretende não apenas punir o maior líder politico de nossa história republicana, o que já é em si monstruoso, mas seu representante legítimo.  Seria mais um  passo autoritário, uma nova audácia sem escrúpulos, destinada a punir não mais um indivíduo -- condenado sem provas, nunca é demais lembrar -- mas arrancar uma ideia pela raiz, medida que constitui o sonho maligno das tiranias desde os tempos do absolutismo que enforcou Tiradentes.
Até o 7 de outubro, data do primeiro turno, irão ocorrer mais sete debates. O próximo, na Jovem Pan, está marcado para 27 de agosto. O penúltimo deve ocorrer na Record, em 30 de setembro, e o último, na Globo, em 4 de outubro.
Caso Lula ou Haddad continuem proibidos, os brasileiros estarão chamados a assistir a uma encenação nos limites da nova paisagem política, que vai se desenhando pelos articuladores da semi-ditadura em construção no país. Neste universo artificial, marcado pela ausência do candidato em condições de representar a maioria dos brasileiros e brasileiras, as contradições reais da herança Michel Temer & Henrique  Meirelles ficam de fora, pela exclusão das ideias e propostas que não chegam ao público pela falta de que seja seu porta-voz. Reduzindo-se o horizonte de projetos em discussão, já se condiciona os limites e fronteiras das opções oferecidas em 2018. O que se pretende é um debate entre a direita e a extrema-direita, visão que o próprio Fernando Haddad anunciou tempos atrás. (247)  
Alguma dúvida? 

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BARROSO JÁ DEFENDEU QUE DECISÃO DA ONU ESTÁ ACIMA DA LEI BRASILEIRA


 Responsável pela análise dos pedidos de impugnação da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro do STF Luís Roberto Barroso defendeu, por meio de artigo publicado em 2010 que há "um manancial de documentos internacionais" que são "indiscutivelmente vinculantes do ponto de vista jurídico". Ou seja: que com a adesão do Brasil a tratados internacionais de direitos humanos, eles são superiores à lei brasileira. É o caso agora, em que o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, emitiu decisão que obriga o Estado brasileiro a oferecer garantias integrais à candidatura Lula. 
O artigo de Barroso, intitulado  "A dignidade da pessoa humana no direito constitucional contemporâneo: natureza jurídica, conteúdos mínimos e critérios de aplicação", Barroso defende que há "um manancial de documentos internacionais" teve trechos reproduzidos pelo Diário do Centro do Mundo. Leia: 
Nas páginas 19 e 20:
(...) a dignidade deve ser delineada com o máximo de neutralidade política possível, com elementos que possam ser compartilhados por liberais, conservadores ou socialistas[1]. Por certo, é importante, em relação a múltiplas implicações da dignidade, a existência de um regime democrático. Por fim, o ideal é que esses conteúdos básicos da dignidade sejam universalizáveis, multiculturais, de modo a poderem ser compartilhados e desejados por toda a família humana. Aqui, será inevitável algum grau de ambição civilizatória, para reformar práticas e costumes de violência, opressão sexual e tirania. Conquistas a serem feitas, naturalmente, no plano das idéias e do espírito, com paciência e perseverança. Sem o envio de tropas.
Para tais propósitos – definir conteúdos laicos, politicamente neutros e universalizáveis –, há um manancial de documentos internacionais que podem servir de base, a começar pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH). Note-se o emprego do termo universal, e não internacional. Trata-se de documento aprovado pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 10.12.1948, por 48 votos a zero, com oito abstenções. Nela se condensa o que passou a ser considerado como o mínimo ético a ser assegurado para a preservação da dignidade humana[2]. Seu conteúdo foi densificado em outros atos internacionais, indiscutivelmente vinculantes do ponto de vista jurídico – ao contrario da DUDH, tradicionalmente vista como um documento meramente programático, soft Law –, como o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos[3] e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, ambos de 16.12.1966[4]. A eles se somam outros tratados e convenções internacionais da ONU[5], bem como documentos regionais relevantes, americanos[6], europeus[7] e africanos[8].
_____
[1] Sobre as complexidades envolvendo a ideia de neutralidade, seus limites e possibilidades, v. Luís Roberto Barroso, Interpretação e aplicação da Constituição, 2009, p. 288 e s.
[2] V. breve comentário à DUDH e anotações a diversos documentos internacionais em Flávia Piovesan (coord. geral), Código de Direito Internacional dos Direitos Humanos Anotado, 2008, p. 16 e s.
[3] O pacto foi ratificado pelo Brasil em 24.01.1992 e em outubro de 2010 contava com 166 ratificações. V. http://treaties.un.org/Pages/ViewDetails.aspx?src=TREATY&mtdsg_no=IV-4&chapter=4&lang=en.
[4] O pacto foi ratificado pelo Brasil em 24.01.1992 e em outubro de 2010 contava com 160 ratificações. V. http://treaties.un.org/Pages/ViewDetails.aspx?src=TREATY&mtdsg_no=IV-3&chapter=4&lang=en.
[5] Como, por exemplo, a Convenção para Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio (1948), Convenção contra a Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes (1984), Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher (1979), Convenção sobre a Eliminação de Todas as formas de Discriminação Racial (1985), Convenção sobre os Direitos das Crianças (1989), Convenção Internacional sobre a Proteção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e seus Familiares (1990).
[6] V. Convenção Americana sobre Direitos Humanos (1969) – Pacto de San Jose da Costa Rica. Ratificada pelo Brasil em 25.09.1992.
[7] V. Convenção Européia de Direitos Humanos, de 1950, revisada com o Protocolo n. 11, de 1.11.1998.
[8] V. Carta Africana de Direitos Humanos e dos Povos – Carta de Banjul, 1979, adotada em 27.07.1981.(247)

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Veja aonde o carro foi virar: no centro de Juazeiro-BA

  Por:Vinicius de Santana

Informações policiais dão conta de que um ocorreu um acidente na manhã desta segunda-feira(20) com duas vítimas,  uma mulher e um bebê,  na Avenida Flaviano Guimarães, em Juazeiro-BA.
Os mesmos foram atendidos e conduzidos para o Hospital de Trauma em Petrolina e segundo o médico do Samu todos passam bem.
Testemunhas disseram que a motorista foi olhar para filha que estava no banco de traz, quando perdeu o controle do seu veículo e bateu em outro carro, um Montana, que estava estacionado em frente à Oliveira Pesca, vindo a capotar em seguida. Tudo foi monitorado  pela Policia de Trânsito de Juazeiro e acabou bem.

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LULA TEM O VOTO MAIS CONSOLIDADO, MOSTRA PESQUISA CNT/MDA

Ricardo Stuckert

A pesquisa de intenção de voto a presidente da República divulgada nesta CNT/MDA revela que o ex-presidente Lula é o candidato com voto mais consolidado entre os presidenciáveis.
O percentual que considera a decisão de voto como definitiva no ex-presidente Lula é de 82,3%, com apenas 17,7% considerando ainda mudar de ideia. Trata-se do voto mais cristalizado entre os presidenciáveis.
O segundo candidato com voto mais definitivo é Jair Bolsonaro, com 70,7%, o terceiro Alvaro Dias, com 64,8%, seguido por Ciro Gomes (37,3%) e Geraldo Alckmin (36,7%). A candidata com voto menos consolidada é Marina Silva, 33,9%.
A pesquisa realizada com 2.002 pessoas entre a última terça-feira (14) e este domingo (19) mostra Lula com 37,3% - crescimento de 5% em relação ao último levantamento do instituto, em maio. 247


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Mais um assassinato em Nova Descoberta, Petrolina-PE

  Por:Vinicius de Santana


Por volta das 10:30 desse sábado(18) Petrolina registrou mais um homicídio, no Povoado de Nova Descoberta.
Segundo informações , Lucas Nunes, de 23 anos foi assassinado a golpes de faca na região do tórax e rosto.
Lucas é natural de Petrolina, foi encaminhado ao Hospital de Lagoa Grande-PE, chegou a dar entrada mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
A policia foi acionada e o IML recolheu o corpo e ainda não se tem informação sobre autoria ou motivação do crime, aguardem novas informações.

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Julio Lóssio atrai Marina Silva para Pernambuco

   Por:Vinicius de Santana

A candidata à Presidência da República pelo Rede Sustentabilidade, Marina Silva, estará de volta a Pernambuco, amanhã. Ela vem acompanhar a agenda do candidato ao Governo do Estado também pela Rede, Júlio Lóssio.
Marina tenta repetir os números da eleição passada, onde foi majoritária em Pernambuco. O crescimento de Julio Lóssio após a retirada da candidatura de Marília Arraes (PT) pode ajudar o projeto de ex-senadora a ter bons resultados novamente em Pernambuco.
A agenda de Lóssio e Marina começa no Porto Social, às 14h, no Recife. Às 15h30, eles concederão entrevista coletiva e, em seguida, participarão de uma live, às 17h. À noite, eles participarão de um encontro com candidatos da Rede e do PV, no Hotel Luzeiros, também no Recife(Blog de Magno Martins)

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HADDAD: FALTAM DOIS PONTOS PARA A GENTE GANHAR NO 1º TURNO


O candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, participou nesta segunda-feira, 20, do seminário "Compromissos com o povo brasileiro para soberania energética", uma articulação que reúne diversas categorias, como petroleiros, eletricitários, movimentos de camponeses e populares. 
Em sua fala, Haddad reafirmou a candidatura de Lula. "Eles estão nervosos. Hoje saiu mais uma pesquisa e o homem cresceu cinco pontos mesmo preso político. Falta 2% pra gente ganhar no primeiro turno. E eles ainda não conseguiram fazer decolar um candidato", disse ele. 
Ele se referiu à pesquisa CNT/MDA, divulgada pela manhã, que mostra Lula com 37,3%, num aumento de quase cinco pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, de maio. No início da noite, foi divulgada também a pesquisa Ibope, que mostra Lula com 37%, podendo vencer as eleições já no primeiro turno. 
Haddad disse que o país está "caminhando rumo ao abismo", que a saída deste caminho é deixar o ex-presidente Lula concorrer. "Eles estão contra uma ideia de Brasil. O país sempre foi visto como um quintal deles. Aí chega um cara de pau de arara, com até a quarta-série e começa a construir com o povo uma visão de futuro. O cara que mais investiu na educação chama Lula", disse ele.247 


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Paulo Câmara: Caso Lula não possa ser candidato, apoiaremos Haddad

  Por:Vinicius de Santana

Durante entrevista ao programa Folha Política da Rádio Folha 97,6 FM, na manhã de hoje, o governador e candidato à reeleição pela Frente Popular, Paulo Câmara, respondeu a perguntas de jornalistas da Folha de Pernambuco e de rádios do interior do Estado.
O governador garantiu que caso o ex-presidente Lula não possa ser candidato, o apoio o PSB seguirá apoiando o candidato petista. “Continuamos apoiando o Fernando Haddad, caso Lula não seja candidato”, disse.

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FILHO DE BOLSONARO AUMENTA PATRIMÔNIO EM 432% EM QUATRO ANOS

Alex Ferreira - Câmara

Candidato à reeleição, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), 34, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 205 mil em 2014, o equivalente a R$ 262 mil atualmente (em valores corrigidos pelo IPCA, índice oficial de inflação). Neste ano, o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) declarou possuir bens que totalizam R$ 1,395 milhão, o que representa uma expansão de 432% no período.
Há quatro anos, Eduardo Bolsonaro declarou ser dono de apenas dois bens, sendo um apartamento (R$ 160 mil) e um veículo (R$ 45 mil). Agora, o patrimônio do parlamentar também inclui depósitos bancários, aplicações financeiras e um apartamento de R$ 1 milhão.247

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Governo aguarda avaliação técnica para adotar mais medidas em Roraima

Assunto é prioridade para o Planalto, diz Marun

  Por: Agência Brasil
Foto: Geraldo Maia/Agência Brasil
Foto: Geraldo Maia/Agência Brasil

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse nesta segunda-feira (20) que as autoridades federais aguardam o retorno da comissão interministerial que viajou hoje a Roraima para tomar mais medidas no esforço de conter a tensão entre brasileiros e imigrantes venezuelanos na região. Após participar de reunião entre o presidente Michel Temer e representantes de diversas áreas, ele voltou a criticar a tentativa do governo de Roraima de limitar a entrada de venezuelanos em território brasileiro. 

“Vamos aguardar o retorno da comissão interministerial que foi enviada a Roraima para que o governo possa tomar novas decisões a respeito desse assunto. O governo já investiu cerca de R$ 200 milhões nessa situação. Temos pontos de acolhimento, intensificamos as ações sociais, de segurança no estado. Todavia, esse conflito nos preocupa, como não poderia deixar de ser”, disse.

Segundo Marun, o assunto é tratado como prioridade no Palácio do Planalto. De acordo com ele, novas reuniões podem ocorrer “a qualquer momento”. Não mencionou datas.

Na reunião, da tarde de hoje, no Planalto, foi anunciada a liberação da licença ambiental para o início das obras do Linhão de Tucuruí, que vai interligar o estado de Roraima com o sistema elétrico nacional. Neste fim de semana, cerca de 1,2 mil venezuelanos voltaram ao país após o ataque a abrigos dos imigrantes por brasileiros em Pacaraima, cidade fronteiriça.

Suspensão temporária
Na reunião, que contou com a presença de ministros e técnicos das áreas econômica e social, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), sugeriu ao presidente Temer como alternativa a suspensão temporária da autorização de entrada dos venezuelanos via fronteira brasileira no estado. "[O estado de Roraima está] sobrecarregado e não tem mais condições de acolher [os imigrantes]."

“Eu pedi ao presidente a suspensão provisória do ingresso de venezuelanos na fronteira de Roraima, especificamente em Pacaraima por conta dos conflitos e problemas que estão tendo, para que nem a população de Roraima seja prejudicada nem os próprios venezuelanos, cuidando da segurança de ambos”, disse. “Não estamos fechando fronteira”, disse Jucá.

De acordo com o líder, Temer solicitou um “estudo técnico operacional” para avaliar a sugestão.

Para o ministro Marun, há “grandes dificuldades” em implementar essa solução, devido aos acordos internacionais assinados pelo Brasil e à tradição brasileira de acolher os refugiados. “Não é uma situação fácil para Roraima”.

Questionado sobre o novo pedido da governadora de Roraima, Suely Campos (PP), de fechar temporariamente a fronteira para os venezuelanos, Marun disse que é preciso ter mais compreensão.

“Estamos vivendo um momento em que as questões assumem uma dramaticidade ainda maior. É um momento eleitoral, muitas vezes situações como essa são tentadoras no sentido de ter algum viés político, mas nós vamos seguir conduzindo essa questão com a atenção que ela merece em função da gravidade que tem, mas dentro da legalidade e da racionalidade”, afirmou Marun.



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“O Governo Federal nos retaliou”, reclama Paulo Câmara sobre falta de acesso a crédito a Pernambuco

   Por: Juliano Muta
governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB)
governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB)Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco



Durante entrevista ao programa Folha Política da Rádio Folha 97,6 FM, na manhã desta segunda-feira (20), o governador e candidato à reeleição pela Frente PopularPaulo Câmara (PSB), respondeu a perguntas de jornalistas da Folha de Pernambuco e de rádios do interior do Estado. O socialista continuou a atribuir a falta de investimentos no Estado à perseguição do governo do presidente Michel Temer.

Depois de questionado por jornalistas de Petrolina e Caruaru pela não entrega do Hospital da Mulher de suas cidades, que eram promessas da campanha anterior, Paulo Câmara falou em “subfinanciamento do SUS". “Todos nós sabemos que a questão da saúde é um dos grandes desafios de todo Brasil, não só de Pernambuco. O subfinanciamento do SUS é uma realidade. Hoje estamos gastando três vezes mais do que gastávamos antes”, explicou. 

“O Governo Federal nos retaliou, não dando acesso ao crédito a Pernambuco”, reclamou o governador, que também teceu críticas ao governo Dilma. “Até 2014 tínhamos acesso a crédito. O ministro Joaquim Levy fez um desserviço ao Brasil e sabemos o que isso gerou, a instabilidade que fez muito mal ao país. Mal que continuou com o Governo Temer. Estados e municípios não podem ser retaliados”, afirmou.

Sobre a “retaliação, o governador também lembrou a ausência de investimentos nos estaleiros. “Nossos estaleiros que estão ameaçados porque o Governo Federal prefere comprar navio na China e na Coreia. Um estado como Pernambuco ser tão retaliado por um Governo Federal que não olha para o nordeste”, pontuou.

Segundo ele, essa política de perseguição a adversários políticos não teve espaço na sua gestão, utilizando como exemplo o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM), que beneficiou um conjunto de municípios pernambucanos, mesmo da oposição. 





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Nova Pesquisa CNT/MDA: Lula tem 37,3% e Bolsonaro, 18,8%


UOL
Pesquisa feita pelo instituto MDA e encomendada pela CNT (Confederação Nacional de Transportes) divulgada hoje traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar na disputa presidencial, com 37,3% das intenções de voto. Esse é primeiro levantamento feito pelo instituto desde o início oficial da campanha eleitoral de 2018.
O deputado federal e candidato do PSL ao Palácio do Planalto Jair Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 18,8%. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre a última quarta-feira (15) e este sábado (18), em 137 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa não testou cenários sem Lula, que está preso desde o dia 7 de abril, inelegível pela Leia da Ficha Limpa e tem sua candidatura questionada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Foram testados na pesquisa os 13 candidatos que pediram registro ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Por ser a primeira vez em que o cenário traz apenas os 13 candidatos ao Planalto, não é possível comparar os índices desta pesquisa com os dados anteriores divulgados pelo MDA. Veja o resultado:
Intenção de voto estimulada para presidente:
  • Lula (PT) – 37,3%
  • Jair Bolsonaro (PSL) – 18,8%
  • Marina Silva (Rede) – 5,6%
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – 4,9%
  • Ciro Gomes (PDT) – 4,1%
  • Alvaro Dias (Podemos) – 2,7%
  • Guilherme Boulos (PSOL) – 0,9%
  • João Amoêdo (Novo) – 0,8%
  • Henrique Meirelles (MDB) – 0,8%
  • Cabo Daciolo (Patriota) – 0,4%
  • Vera (PSTU) – 0,3%
  • João Goulart Filho (PPL) – 0,1%
  • José Maria Eymael (DC) – 0%
  • Branco/Nulo – 14,3%
  • Indeciso – 8,8%
Transferência de votos
A pesquisa CNT/MDA não testou entre eleitores um cenário sem o ex-presidente Lula. A pesquisa avaliou, entretanto, quem eventualmente receberia os votos destinado a Lula caso o candidato, inelegível pela Lei da Ficha Limpa, não possa disputar a eleição.
A candidatura de Lula foi questionada e o TSE deve decidir se o ex-presidente, que está preso desde de abril, poderá disputar as eleições de outubro. Por ter sido condenado em segunda instância, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP), ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa e se tornou potencialmente inelegível.
Considerando apenas o universo de eleitores que inicialmente declararam voto no petista (37,3%), o ex-prefeito Fernando Haddad, vice na chapa de Lula, ficou em primeiro lugar, com 17,3% das intenções de voto, seguido de Marina Silva e Ciro Gomes, com 11,9% e 9,6%, respectivamente. Somados, votos brancos e nulos e índice de indecisos representam 47,9% do total.
Respostas espontâneas
Registrada no TSE sob o número BR-09086/2018, a pesquisa também trouxe um cenário espontâneo, no qual os entrevistados foram questionados em quem votariam sem que nenhum nome fosse apresentado previamente. Desta forma, Lula ficou em primeiro, com 20,7%. Em seguida, aparece Bolsonaro, com 15,1%.
  • Lula (PT) – 20,7%
  • Jair Bolsonaro (PSL) – 15,1%
  • Geraldo Alckmin (PSDB) – 1,7%
  • Ciro Gomes (PDT) – 1,5%
  • Alvaro Dias (Podemos) – 1,3%
  • Marina Silva (Rede) – 1,1%
  • Outros – 1,4%
  • Branco/Nulo – 18,1%
  • Indeciso – 39,0%
Cenários para segundo turno
Além desses três cenários, o MDA simulou outros dez para o segundo turno, envolvendo cinco presidenciáveis: Lula, Ciro, Alckmin, Bolsonaro e Marina. Lula vence com vantagem expressiva nos quatro cenários em que foi testado, contra Ciro, Alckmin, Bolsonaro e Marina. Nas outras seis simulações, os candidatos ficaram tecnicamente empatados, levando em conta a margem de erro, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Lula x Bolsonaro
  • Lula – 50,1%
  • Jair Bolsonaro – 26,4%
  • Branco/Nulo – 19,1%
  • Indeciso – 4,4%
Lula x Ciro
  • Lula – 49,4%
  • Ciro Gomes – 18,5%
  • Branco/Nulo – 27,2%
  • Indeciso – 4,9%
Lula x Alckmin
  • Lula – 49,5%
  • Geraldo Alckmin – 20,4%
  • Branco/Nulo – 25,2%
  • Indeciso – 4,9%
Lula x Marina
  • Lula – 49,8%
  • Marina Silva – 18,8%
  • Branco/Nulo – 26,7%
  • Indeciso – 4,7%
Bolsonaro x Ciro
  • Jair Bolsonaro – 29,4%
  • Ciro Gomes – 28,2%
  • Branco/Nulo – 32,7%
  • Indeciso – 9,7%
Bolsonaro x Alckmin
  • Jair Bolsonaro – 29,4%
  • Geraldo Alckmin – 26,4%
  • Branco/Nulo – 35,0%
  • Indeciso – 9,2%
Bolsonaro x Marina
  • Jair Bolsonaro – 29,3%
  • Marina Silva – 29,1%
  • Branco/Nulo – 33,3%
  • Indeciso – 8,3%
  • Ciro x Marina
  • Ciro Gomes – 26,1%
  • Marina Silva – 25,2%
  • Branco/Nulo – 40,0%
  • Indeciso – 8,7%
Marina x Alckmin
  • Marina Silva – 26,7%
  • Geraldo Alckmin – 23,9%
  • Branco/Nulo – 40,8%
  • Indeciso – 8,6%
Ciro x Alckmin
  • Ciro Gomes – 25,3%
  • Geraldo Alckmin – 22,0%
  • Branco/Nulo – 42,6%
  • Indeciso – 10,1%
Sem citar nominalmente nenhum dos candidatos a vice-presidente, a pesquisa ainda questionou os entrevistados sobre a importância dos companheiros da chapa presidencial. Para 48,2%, o ocupante do posto é “muito importante”. Já 23,8% dos ouvidos acham que a importância é média.
Por outro lado, 11,2% consideram pouco importante, e 14% acham que “não tem importância”. O levantamento também abordou o limite de voto dos candidatos e a avaliação do governo do presidente Michel Temer (MDB), além do interesse dos eleitores nas eleições, da expectativa para os próximos meses e das doações para as campanhas, entre outros temas.
Outras duas pesquisas nacionais devem ser divulgadas esta semana: uma realizada pelo Ibope, nesta segunda, e outra pelo Datafolha, na próxima quarta-feira (22).

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