domingo, 3 de junho de 2018

Homens mais altos do mundo se reúnem em Paris; veja fotos

Encontro em Paris, na França, reuniu os homens mais altos

  Por: AFP
Encontro de homens mais altos
Encontro de homens mais altosFoto: Gerard Julien/AFP

Um mede 2,46 m, outro calça tamanho 68: alguns dos homens mais altos do mundo se reuniram em Paris, na França, para um fim de semana de trocas pessoais e intercâmbio com as pessoas atraídas por sua altura.

O grupo não passou despercebido em seu passeio pelo Champs Elysees na tarde dessa  sexta-feira (1º), e foram muitos os pedidos de selfies com locais e turistas."Eu que tenho 1,58 m... nunca podia imaginar algo assim", brincou um francês do sudoeste do país.

Para o jogador de basquete Dalibor Micic, que, com seus 2,24 m, é o homem mais alto da Sérvio, "é agradável estar com outros homens altos". "Toda a vida você é o mais alto de sua cidade e, aqui, quando você encontra pessoas mais altas que você, é simplesmente incrível", explica, com um sorriso.

Usando sandálias imensas, o venezuelano Jeison Orlando Rodríguez (2,32 m) ostenta o recorde de pés maiores. "Atualmente ele calça 68. E continua aumentando! É incrível, é terrível", destaca Georg Wessels, um sapateiro alemão.

"Quando a pessoa se encontra assim com os mais altos do mundo é uma outra sensação. É um olhar horizontal porque, generalmente, temos um hora vertical para os que são mais baixos que a gente. Mas quando estamos juntos, nos sentimos sempre como irmãos", destaca o francês Brahim Takioullah, 2,46 m e o segundo homem mais alto do mundo.



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Segura o bolso porque a PETROBRAS aumentou o preço da gasolina em 2,25% nas refinarias

  (C.Geral)

A Petrobras aumentou neste sábado,  (2) em 2,25% o preço da gasolina em suas refinarias. De ontem para hoje, o litro do combustível ficou 4 centavos mais caro, ao passar de R$ 1,9671 para R$ 2,0113, de acordo com a estatal.
Em um mês, o combustível acumula alta de preço de 11,29%, ou seja, de 20 centavos por litro, já que em 1º de maio, o combustível era negociado nas refinarias a R$ 1,8072.
O preço do diesel, que recuou 30 centavos desde o dia 23 de maio, no ápice da greve dos caminhoneiros, será mantido em R$ 2,0316 por 60 dias.

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Uso de Forças Armadas nas estradas deve acabar amanhã, diz ministro

O governo também tem acompanhado as informações de uma nova paralisação nesta segunda-feira e garantiu que não há motivo para preocupação

Após duas reuniões curtas, de cerca de 40 minutos, neste sábado (2) e domingo (3), o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Sérgio Etchegoyen, disse neste domingo que o governo não está desmobilizado e continua acompanhando a retomada do abastecimento do país após a paralisação dos caminhoneiros. Segundo o ministro, o decreto que estabelece o emprego das Forças Armadas no contexto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), cujo prazo de vigência termina nesta segunda-feira (4), não deverá ser prorrogado.

"Neste momento, não há nenhum elemento que sugira a prorrogação da GLO. A decisão é encerrá-la amanhã", disse em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto. Para liberar as rodovias e reabastecer o país com os produtos retidos nas estradas durante a paralisação dos caminhoneiros, Temer autorizou o emprego das Forças Armadas. Segundo o ministro, a avaliação que se tem hoje é que o abastecimento no país está "completamente normalizado". "Nossa avaliação é que estamos em um quadro de normalidade e que não tende a ser modificado', afirmou.

Nova manifestação
Etchegoyen disse ainda que o governo acompanha notícias nas redes sociais de convocação de uma nova manifestação dos caminhoneiros para esta segunda-feira, mas que elas ainda não geram preocupações alarmantes. "Há movimento na mídia e há acompanhamento nosso. Não temos nenhuma indicação de que isso mude atitude do governo e a nossa preocupação".

O ministro disse ainda que as reuniões do Grupo de Acompanhamento de Normalização do Abastecimento, que reúne diversos ministros, entre outras autoridades, têm sido realizadas para acompanhar o andamento do acordo firmado com os caminhoneiros e o cumprimento de ambas as partes.

O acordo abrange medidas que incidem diretamente sobre o preço do diesel. Perguntado pela Agência Brasil se o governo estuda medidas para abranger também o preço da gasolina, Sérgio Etchegoyen disse que a discussão não ocorre no âmbito desse grupo e que não tem sido pauta nessas reuniões no Palácio do Planalto. Segundo ele, a questão deve estar sendo discutida em outras instâncias, como no Ministério de Minas e Energia. "Nós aqui estamos tratando do que passou. O que vem está sendo tratado pelo governo em outros fóruns", afirmou.



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Em ação conjunta, PM e PF destroem laboratório clandestino do PCC em PE

Dois homens foram presos e o líder local do PCC, José Luciano de Carvalho, mais conhecido como 'Bala', foi atingido durante uma troca de tiros com os policiais e morreu no Hospital Regional do Agreste.

Por: Mariana Mesquita, da Folha de Pernambuco 
Resultado da operação conjunta da PF e da PM
Resultado da operação conjunta da PF e da PMFoto: Divulgação



Parecia filme de ação. Com apoio operacional da Polícia Militar e cães farejadores, a Polícia Federal conseguiu desarticular uma célula do Primeiro Comando da Capital (PCC), que estava instalada no Agreste pernambucano e enviava armas e drogas para toda a região, com destaque para o estado de Alagoas. Dois homens foram presos e o líder local do PCC, José Luciano de Carvalho, mais conhecido como "Bala", foi atingido durante uma troca de tiros com os policiais e morreu no Hospital Regional do Agreste. 

No Sítio Viração, em Pesqueira, onde funcionava um laboratório clandestino de refino de drogas, foram encontrados 20kg de entorpecentes (pasta-base, barrilha, crack e cocaína, além de um fardo de maconha). O local era utilizado como ponto de estocagem e distribuição para criminosos que atuam na modalidade de assalto a bancos e carros fortes, cada vez mais frequentes no interior

De acordo com o chefe de Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco, Giovani Santoro, a ação integrou equipes de Alagoas e de Pernambuco, dentro da "Operação Culatra", que teve suas investigações iniciadas após a prisão de um traficante no mês de abril, em Maceió. O homem foi preso numa barreira policial na BR-104, em União dos Palmares (AL), possivelmente a caminho de Caruaru, e os dados obtidos levaram a "Bala", "bandido de alta periculosidade que tinha se estabelecido em Maceió para servir de ponte com o PCC de São Paulo". 

"Bala" era foragido da Justiça alagoana. Por já ter sido preso e estar se sentindo pressionado, ele mudou-se para Caruaru, onde passou a residir, e instalou o laboratório num sítio em Pesqueira. Do Agreste pernambucano, "Bala" continuou comandando o esquema de distribuição de armas e drogas em Alagoas. "Apesar de estar em Pernambuco, o foco principal dele era lá", explicou Santoro. 

Duas equipes com cerca de vinte policiais militares e federais realizaram uma ação concomitante em Caruaru e em Pesqueira. Dentro do sítio foi encontrado um túnel subterrâneo, camuflado sob cerâmica, onde havia estocado material para fabricação de drogas, inclusive carimbos utilizados para marcar os invólucros que seriam comercializados. As plaquetas traziam a inscrição "K9", indicando a facção criminosa responsável pelo processo. Os homens que trabalhavam para "Bala" eram pai e filho, José Nilton e José Daniel da Silva, e foram encaminhados à penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, acusados de tráfico de entorpecentes e associação criminosa. Ambos estão à disposição da Justiça de Alagoas, que foi a responsável pelo mandado de prisão da quadrilha. Já a segunda equipe realizou a ação no bairro de Divinópolis, onde "Bala" residia em Caruaru. Ela acabou resultando na morte do bandido, que reagiu a tiros quando percebeu a presença dos policiais e terminou sendo alvejado.

Resultado da operação conjunta da PF e da PM
Resultado da operação conjunta da PF e da PMFoto: Divulgação


Resultado da operação conjunta da PF e da PM
Resultado da operação conjunta da PF e da PMFoto: Divulgação


Resultado da operação conjunta da PF e da PM
Resultado da operação conjunta da PF e da PMFoto: Divulgação





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Guarda Civil Municipal de Juazeiro completa 16 anos e inspetora-chefe presta homenagem


  (C.Geral)
Guarda Civil Municipal de Juazeiro-BA. (Foto: Reprodução YouTube)

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Juazeiro está completando 16 anos neste domingo (3). Para prestar uma homenagem, a inspetora-chefe da corporação, Josilene Lins, enviou nota falando sobre o trabalho desenvolvido diariamente na cidade.
Acompanhem:
No começo eram incertezas, mas dia-a-dia vencemos os obstáculos. Não podemos nos esquecer dos conhecimentos adquiridos, que são alicerces desta instituição. Hoje estamos irmanados nesta conquista. Vale frisar que o trabalho da Guarda Civil Municipal é de grande importância para nossa cidade, pois apoiam e atuam em praticamente todas as atividades realizadas pela Prefeitura Municipal. A Guarda Municipal tem como lema “patrulheiro protetor e amigo”, e desempenha seu papel de proteção ao público e no apoio as outras forças de segurança pública. Não medindo esforços para defender o interesse público.
Todos nós, guardas municipais, lutamos por um ideal que é a proteção da sociedade. Somos dedicados a prestar segurança e amparar pessoas que necessitam de nosso apoio.
Meus irmãos de farda, hoje é o nosso dia! Um dia de extrema importância para a nossa instituição e quero parabenizar a todos, que diuturnamente saem às ruas para servir a sociedade juazeirense. Parabéns pelos nossos 16 anos!
“A honra do Guarda Municipal não pode dormir, pois ela repousa na consciência de seu postulante e na certeza daqueles que dormem enquanto ele vigia”. (Dalboni – Pensador)
Josilene Lins/Inspetora-chefe da Guarda Municipal de Juazeiro


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FHC ADMITE GOLPE CONTRA DILMA E APONTA QUE TEMER CHEGOU AO FIM


(247)

Responsável por indicar Pedro Parente para executar o desmonte da Petrobras, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que o governo de Michel Temer acabou.
"Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais", diz FHC em artigo neste domingo, 3, no jornal O Estado de S. Paulo. 
Traduzindo, o tucano reconhece que Temer é ilegítimo e resultado de um golpe. Ou como diz ele, de um "impeachment baseado em arranhões de normas constitucionais".
Leia, abaixo o artigo na íntegra:
Decifra-me ou te devoro
A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo
A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo. As incongruências da política econômica dos governos de Lula e Dilma, em sua fase final, já haviam levado a economia à paralisação e o sistema político a deixar de processar decisões. Daí o impeachment do último governo, ainda que baseado em arranhões de normas constitucionais.
Todo impeachment é traumático. Fui ministro de um governo que resultou de um impeachment, o do presidente Itamar Franco. Este, com sabedoria, percebeu logo que precisaria de um Ministério representativo do conjunto das forças políticas. Como o PT, que apoiara o impeachment do presidente Collor, se recusava a assumir responsabilidades de governo (com olho eleitoral), Itamar conseguiu a aceitação de uma pasta por Luiza Erundina, então no PT. Mesmo eu, eleito presidente por maioria absoluta no primeiro turno sem precisar buscar o apoio do PT, tive como um de meus ministros um ex-secretário-geral do PT.
De lá para cá os tempos mudaram. A possibilidade de algum tipo de convivência democrática, facilitada pela estabilização econômica graças ao Plano Real, que tornou a população menos antigoverno quando viu em marcha uma política econômica que beneficiaria a todos, foi substituída por um estilo de política baseado no "nós", os supostamente bons, e "eles", os maus. Isso somado ao descalabro das contas públicas herdado pelo governo atual, mais o desemprego facilitado pela desordem financeira governamental, levou a uma exacerbação das demandas e à desmoralização dos partidos. A Lava Jato, ao desnudar as bases apodrecidas do financiamento partidário pelo uso da máquina estatal em conivência com empresas para extrair dinheiro público em obras sobrefaturadas (além do enriquecimento pessoal), desconectou a sociedade das instituições políticas e desnudou a degenerescência em que o País vivia.
A dita "greve" dos caminhoneiros veio servir uma vez mais para ignição de algo que estava já com gasolina derramada: produziu um contágio com a sociedade, que, sem saber bem das causas e da razoabilidade ou não do protesto, aderiu, caladamente, à paralisação ocorrida. Só quando seus efeitos no abastecimento de combustíveis e de bens essenciais ao consumo e mesmo à vida, no caso dos hospitais, se tornaram patentes houve a aceitação, também tácita, da necessidade de uma ação mais enérgica para retomar a normalidade.
Mas que ninguém se engane: é uma normalidade aparente. As causas da insatisfação continuam, tanto as econômicas como as políticas, que levam na melhor das hipóteses à abstenção eleitoral e ao repúdio de "tudo o que aí está". Portanto, o governo e as elites políticas, de esquerda, do centro ou da direita, que se cuidem, a crise é profunda. Assim como o governo Itamar buscou sinais de coesão política e deu resposta aos desafios econômicos do período, urge agora algo semelhante.
Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais. Não há milagres, o sistema democrático-representativo não se baseia na "união política", senão que na divergência dirimida pelas urnas. Só sairemos da enrascada se a nova liderança for capaz de apelar para o que possa unir a Nação: finanças públicas saudáveis e políticas adequadas, taxas razoáveis de crescimento que gerem emprego, confiança e decência na vida pública.
É por isso que há algum tempo venho pregando a união entre os setores progressistas (que entendam o mundo e a sociedade contemporâneos), que tenham uma inclinação popular (que saibam que, além do emprego, é preciso reduzir as desigualdades), que se deem conta de que o mundo não mais funciona top/down, mas que "os de baixo" são parte do conjunto que forma a Nação, e que, em vez de se proporem a "salvar a pátria", devem conduzi-la no rumo que atenda, democraticamente, com liberdade, aos interesses do povo e do País.
Não se trata de formar uma aliança eleitoral apenas, muito menos de fortalecer o dito "centrão", um conjunto de siglas que mais querem o poder para se assenhorearem de vantagens do que se unir por um programa para o País. Nas democracias é natural que os partidos divirjam quando as eleições majoritárias se dão em dois turnos, quando os "blocos sociais e políticos" podem ter mais de uma expressão partidária. Mas é preciso criar um clima que permita convergência. E, uma vez no caminho e no exercício do poder, quem represente esse "bloco" precisará ter a sensibilidade necessária para unir os que dele se aproximam e afastar o risco maior: o do populismo, principalmente quando já vem abertamente revestido de um formato autoritário.
Na quadra atual, entre o desemprego e a violência cada vez mais assustadora do crime organizado, a perda de confiança nas instituições é um incentivo ao autoritarismo. O bloco proposto deve se opor abertamente a isso. Não basta defender a democracia e as instituições, é preciso torná-las facilitadoras da obtenção das demandas do povo, saber governar, não ser leniente com a corrupção e entender que sem as novas tecnologias não há como atender às demandas populares crescentes. E, principalmente, criar um clima de confiança que permita investimento e difundir a noção de que num mundo globalizado de pouco vale dar as costas a ele.
Tudo isso requer liderança e "fulanização". Quem, sem ser caudilho, será capaz de iluminar um caminho comum para os brasileiros? "Decifra-me ou te devoro", como nos mitos antigos.
*SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA


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JORGE VIANA: ELEIÇÃO DEVE SER ANTECIPADA E LULA PODE VOLTAR COMO MANDELA

Moreira Mariz/Agência Senado | Ricardo Stuckert

 O senador Jorge Viana (PT-AC) concedeu entrevista à TV 247 nesta quarta-feira (30) defendendo uma saída da crise que passe pela antecipação das eleições e a liberdade do ex-presidente Lula. "O povo brasileiro não aguenta mais, greves paralisam o Brasil, até quando o governo Temer irá se sustentar?", questiona o parlamentar.
O senador considera a situação do Brasil dramática. "O impeachment foi parte de uma farsa e o governo Temer afundou-se na sua frágil política econômica, além da ilegitimidade. Estamos aprofundando o País numa crise, talvez antecipar as eleições seja o caminho para redemocratizar o país, mas como parte de um acordo nacional, revendo o sistema político vicioso que temos", avalia.
Ao defender a antecipação das eleições, Jorge Viana perpassa pela durabilidade de Temer frente à presidência. "Será que o governo aguenta mais um dia, uma semana? Até a imprensa anda questionando se Temer consegue terminar seu mandato. Ainda existe uma terceira denuncia contra o presidente ilegítimo. Se a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciá-lo, ele cai no dia seguinte", projeta.
Questionado sobre como a antecipação das eleições seria viabilizada, o senador enumera elementos que proporcionam o adiantamento. "O povo está na rua e o país paralisado, a greve dos caminhoneiros tem 80% de apoio popular, além do governo não ter mais o apoio das elites como tinha antes. O ex-ministro da fazenda Henrique Meirelles percebeu há tempo a gravidade e pulou fora do barco, o congresso aponta duras críticas ao governo. Temer está recuado", observa.
Jorge Viana ressalta que a candidatura de Lula está ativa e que o ex-presidente é o único líder capaz de tirar o Brasil da recessão e divisionismo. "Registraremos a candidatura de Lula no próximo dia 15 de junho e Lula voltará com o espírito de Mandela, ele é o personagem que pacificará o País. O gesto de Lula se apresentar à Polícia Federal sem culpa alguma entrará para história", elucida.
Ao citar Lula, o senador condena o estado de exceção enfrentado no País que, segundo ele, prendem inocentes e liberta corruptos. "Infelizmente a constituição de 1988 deu super-poderes ao judiciário e hoje as consequências são prisões arbitrárias e sem legitimidade alguma", afirma o senador.
Greve e Pedro Parente
Jorge Viana defende a greve dos caminhoneiros. "A categoria vive à margem da sociedade e foi colocada nas costas dessa gente para pagar a fatura da Petrobras, que está entregue aos acionistas". relata.
O senador Jorge Viana conclui a entrevista condenando a política de Pedro Parente. "O PSDB é dono da Petrobras, precisamos de uma CPI para investigar o que estão fazendo com a empresa. Se roubavam a Petrobras nos governos anteriores, os criminosos deveriam ser punidos, mas nada justifica o desmonte da estatal", denuncia.(247).


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