terça-feira, 22 de maio de 2018

FORTALECIDA, MARÍLIA ARRAES DESAFIA PRAGMATISMO DO PT EM PERNAMBUCO


Pré-candidata ao governo de Pernambuco pelo PT, a vereadora do Recife Marília Arraes ganhou uma força adicional com a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mesmo estando preso em Curitiba, em fincar o pé e manter-se como pré-candidato à Presidência da República. Esta decisão breca, de certa forma, a composição de alianças estaduais que visam um plano B na disputa pelo Planalto e o reforço dos palanques estaduais. apesar de ter chances reais de disputar um eventual segundo turno com governador Paulo Câmara (PSB), Marília pode acabar fora da disputa em função da possibilidade de uma aliança entre o PSB e o PT em nível nacional.
Prima do ex-governador Eduardo Campos e neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília tem 15,5% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Múltipla, percentual semelhante ao do atual governador que deseja a reeleição, e à frente do senador Armando Monteiro Neto (PTB), que tem 14,5%. Apesar do desempenho surpreendente, a pré-candidatura de Marília, porém, vem enfrentando resistência de setores internos do próprio PT, especialmente do senador Humberto Costa (PE), que deseja uma aliança com o PSB.
Para a vereadora, o PSB, que vem tentando uma aproximação com o PT, está buscando uma aliança visando ter acesso ao tempo de televisão e a força política que Lula mantém no Estado. "Eles [o PSB] começaram a ficar desesperados para se aliar ao PT e, de quebra, retirar uma candidatura que vai para o segundo turno e ameaça o projeto de poder que eles têm no Estado", disse Marília ao jornalista Raymundo Costa, do Valor Econômico.
Apesar de se apresentar como a candidata do Lula, e da defesa da militância em torno de sua pré-candidatura, Marília é realista ao avaliar que uma aliança nacional poderá levar ao fim de sua corrida pelo Palácio do Campo das Princesas. "Creio que tem sim uma vontade de fazer uma aliança nacional com o PSB, que o PSB apoie o candidato do PT à Presidência", disse. "O que a direção nacional nos diz é que temos que agrupar na construção da candidatura própria aqui", completou.
Para ela, o "objetivo da candidatura da gente é fazer a denúncia do que está acontecendo no Brasil, todas as candidaturas do PT têm como orientação fazer essa denúncia e defender o presidente Lula. Essa será uma campanha mais política do que eleitoral. O eleitoral vai ser consequência do trabalho político que for feito".
Internamente, em nível nacional, o PT avalia como difícil um possível apoio do PSB, especialmente no primeiro turno. Desta forma, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), já sinalizou que as pendências em Pernambuco sejam resolvidas internamente pelo próprio diretório pernambucano.
O assunto deverá ser resolvido em definitivo até o próximo dia 10 de junho, quando o PT promove um encontro estadual visando bater o martelo em relação às alianças e, também, sobre ter ou não uma candidatura própria ao Governo do Estado.(247).


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Temer autoriza uso das Forças Armadas nas eleições de outubro

No entanto, o uso efetivo dependerá de solicitação do TSE

Edição: Amanda Cieglinski
O presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas para os dias de votação e apuração das eleições deste ano. Ele assinou hoje (21) um decreto que será publicado amanhã (22) no Diário Oficial. O efetivo uso das Forças Armadas, no entanto, dependerá de solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Fica autorizado o emprego das Forças Armadas para a garantia da votação e da apuração das eleições de 2018. [...] As localidades e o período de emprego das Forças Armadas serão definidos conforme os termos de requisição do Tribunal Superior Eleitoral”, diz o decreto.

Os eleitores irão às urnas no dia 7 de outubro, para votar em candidatos a deputado estadual/distrital, senador, governador e presidente da República. Em caso de candidatos a governador ou a presidente irem ao segundo turno, os eleitores votam novamente no dia 28 de outubro.


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GLOBO SUGERE GOLPE MILITAR COMO SAÍDA NA VENEZUELA


Em editorial publicado nesta terça, o jornal O Globo, que apoiou os golpes de 1964 e 2016 no Brasil, sugere um caminho para a derrubada de Nicolás Maduro, na Venezuela: a intervenção militar, tese já defendida pelos Estados Unidos. Segundo a publicação dos irmãos Marinho, para o fim do chavismo, reeleito no último domingo, "falta a explicitação de alguma grave dissensão no grupo militar que sustenta Maduro".
"A etapa final do drama ganha velocidade com o desmantelamento da estrutura de produção de petróleo, que parece entrar em colapso. Sequer divisas, com o hidrocarbureto em alta, a Venezuela consegue captar. Enquanto isso, credores externos começam a arrestar bens da estatal PDVSA em outros países. Para completar o cenário do fim, falta a explicitação de alguma grave dissensão no grupo militar que sustenta Maduro", sustenta o texto do Globo.
No entanto, como na Venezuela Maduro controla as forças armadas, uma das hipóteses, levantadas pelo professor Igor Fuser, em entrevista à TV 247, seria uma guerra por procuração na América do Sul, em que os Estados Unidos fomentariam uma guerra regional, com a participação de países como Colômbia e até mesmo Brasil.


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Fraudes põem em risco aposentadoria de servidores de 200 municípios do País

Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios

(Por: AE)
 Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. Foto: Marcello Casal Jr/ABr
Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. Foto: Marcello Casal Jr/ABr


A aposentadoria de servidores de até 200 municípios brasileiros pode estar em risco. A estimativa é do próprio Ministério da Previdência, a partir de investigações que vêm sendo realizadas pela Polícia Federal desde 2013. Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema - a Encilhamento, deflagrada no último mês de abril - identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios. Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras. 

As investigações se referem aos regimes próprios de Previdência municipais, que são chamados de RPPS. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.089 mantêm esses programas de aposentadoria. Cada cidade nomeia um administrador para buscar a melhor forma de investir o dinheiro do servidor. Nas prefeituras envolvidas em fraudes, os valores são repassados a empresas de fachada, que investem em títulos podres. O administrador, em troca de comissão, esconde a real situação do investimento (leia quadro acima).

O município mineiro de Uberlândia é o caso mais emblemático entre os apurados pela PF. Dos cerca de R$ 760 milhões do fundo da cidade, R$ 360 milhões estariam em risco, segundo o vereador Juliano Modesto, relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar o caso. "O servidor, infelizmente, vai ter de aumentar a contribuição." Mas a cidade não está sozinha: Paulínia (SP) pode ter perdido R$ 192,3 milhões e Campos de Goytacazes (RJ), R$ 118 milhões, segundo dados da PF.

O subsecretário dos Regimes Próprios de Previdência Social do Ministério da Previdência, Narlon Gutierre, disse que os RPPS concentram hoje um total R$ 254 bilhões. Deste valor, cerca de R$ 140 bilhões estão investidos em aplicações de renda fixa - o alvo das fraudes.

Fontes próximas às investigações dizem que cerca de R$ 15 bilhões das aplicações em renda fixa podem estar hoje em títulos podres. O ministério não confirma o dado, mas Gutierre estima que entre 100 e 200 municípios estão envolvidos em fraudes. A estimativa é baseada nas apurações da PF e em auditorias do próprio governo. 

Além da Encilhamento, as operações Fundo Perdido, Miqueias, Imprevidência e Naum também detectaram fraudes na Previdência de Estados e municípios. A PF não comenta.

Alerta

Alvo de investigação da Polícia Federal, as fraudes afetam municípios como Uberlândia (MG), Paulínia (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ). Gilmar Machado, ex-prefeito da cidade mineira, chegou a ser preso na esteira da operação Encilhamento, deflagrada pela PF em abril.

Pegos de surpresa, servidores afetados temem ser obrigados a ampliar contribuições para ter o acesso ao benefício que consideravam garantido. Nessa situação está José Santos, 46 anos que trabalha há 23 anos na prefeitura de Uberlândia. Ele soube pelos jornais que o fundo de pensão que contribui está envolvido em fraude. "Essa história de investimento podre me preocupou. Foi um choque", disse. Com renda mensal de R$ 8 mil, Santos espera que a situação se reverta e não tenha que aumentar a contribuição, de 11% do seu salário.

Também de Uberlândia, a educadora Cláudia Nunes, 36 anos, trabalha para evitar perdas. "Mobilizei um grupo e cobramos dos vereadores uma solução. A CPI (aberta na Câmara de Vereadores de Uberlândia) comprovou que havia irregularidades. Quero ver o que vai dar."

Esquema

Na Operação Encilhamento, a Polícia Federal identificou que fundos de investimento foram criados para desviar recursos de previdências de municípios e Estados. Foram identificados administradores, gestores e intermediadores que convenciam os institutos de Previdência a investir em empresas de fachada ou à beira da recuperação judicial - apostas com grande chance de calote.

A PF identificou oito fundos com essas características, além de listar 13 instituições que faziam a gestão e a administração das carteiras - como Gradual, Bridge e FMD. Essas empresas se revezavam nos papéis de gestor e fiscalizador do dinheiro - dessa forma, as práticas fraudulentas eram facilitadas.

Em alguns casos, os gestores dos fundos de Previdência nos municípios são suspeitos de participar do esquema. Em outros, de ter entregado os recursos por incapacidade de avaliar a qualidade das aplicações.

A Encilhamento aponta movimentação de, no mínimo, R$ 1,3 bilhão em títulos podres. Mas perdas das instituições de Previdência podem ultrapassar R$ 15 bilhões, conforme dados de outras operações realizadas desde 2013 pela PF, apurou a reportagem.

Casos

Um dos casos investigados é o da relação entre as gestoras Incentivo e Gradual. Fontes próximas às investigações disseram que a Incentivo teria denunciado à PF que, sem seu conhecimento, a Gradual teria investido R$ 10 milhões de um de seus fundos com recursos previdenciários municipais na ITS@, empresa do marido da dona da Gradual, Fernanda de Lima. 

A Incentivo teria dito que, além do conflito de interesses, a ITS@ era inativa e tinha o mesmo endereço da Gradual. A suspeita da PF é que a Gradual tenha usado o dinheiro para maquiar prejuízos de sua atividade de corretagem.

Operação semelhante envolveu a capitalização da ATG, empresa que pretendia lançar uma nova bolsa no Brasil, rival da B3, que nunca saiu do papel. A ATG foi criada por Arthur Machado, sócio da Bridge Investimentos, também apontada pela PF como parte no esquema para lesar previdências municipais.

O outro sócio da Bridge é José Carlos Oliveira, que comandou o BNY Mellon no Brasil por 15 anos, até 2013, quando foi desligado pelo banco. Machado e Oliveira já foram detidos em outras operações da PF relacionadas a fundos de pensão. 

A Gradual, segundo as investigações, também teria usado dinheiro de aposentadorias para pagar uma dívida com a Bridge. Em 2015, a Bridge anunciou a compra da Gradual, mas desistiu do negócio. A Encilhamento aponta ainda que outra empresa possivelmente ligada à Gradual, a OAK, seria o novo nome da Solo, que cuidava do FIP Viaja Brasil, do doleiro Alberto Youssef, pivô da Lava Jato.

Ao identificar uma repetição dos atores envolvidos, a PF passou a apurar uma rede de desvio de recursos. E concluiu que a figura central, que faz a ponte entre os municípios e os gestores, seria Renato DeMatteo, hoje foragido. Ele é dono da gestora FMD, que chegou a gerir R$ 590 milhões em recursos dos RPPS. As investigações apontam que ele tinha contatos para acessar os responsáveis pelas aposentadorias de municípios e convencê-los a fazer investimentos arriscados. 

Defesas

A Gradual não quis dar entrevista. Fontes próximas à empresa, porém, dizem que a Incentivo concordou com a compra das debêntures da ITS@, mas teria pedido comissão em troca, que ela teria se recusado a pagar.

Procurada, a Incentivo não quis comentar, pois as investigações sobre o pedido de inquérito feito por ela em 2016 estão em curso. A PF deve investigar todas as acusações, apurou a reportagem, embora a Encilhamento não tenha apontado irregularidades da Incentivo. A Bridge não quis se manifestar. A defesa de Machado nega as acusações. Renato de Matteo não foi encontrado. A PF não deu entrevista. 

Em nota, Gilmar Machado, ex-prefeito de Uberlândia, disse que todas as aplicações foram feitas pelo gestor da época e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).



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Mais um. Petrobras anuncia nesta terça(22) novo aumento para o diesel e a gasolina


Os preços do diesel e da gasolina voltam a subir nas refinarias a partir desta terça-feira (22). Segundo informações do site da Petrobras, a gasolina subirá 0,9% e o diesel 0,97%. Com a alta, o preço da gasolina passará a custar R$ 2,0867, enquanto o do óleo diesel sobe para R$ 2,3716.
Este é o 11º aumento do preço da gasolina nos últimos dezessete dias. A exceção ocorreu entre os dias 12 e 15 deste mês, quando a estatal interrompeu a sequência de altas ao manter o preço da gasolina em R$ 1,9330, e entre os dias 19 e 21 quando os preços passaram para R$ 2,0680. Ao longo do mês de maio, o preço da gasolina subiu 16,07%.
O produto iniciou o mês custando R$ 2,0877 na porta das refinarias, sem a incidência de impostos, e passará a valer a partir da meia-noite de hoje R$ 2,0867, contra os R$ 2,0680 que vigora desde o último aumento, no sábado passado (19).
Diesel: Já o óleo diesel, que aumentará 0,97%, acumula alta de 12,3% desde o dia 1º de maio. Com o último aumento, o preço do produto passará de R$ 2,3488 – preço que passou a valer também no último sábado – para R$ 2,3716. É o sétimo aumento consecutivo do produto.
A Petrobras rebate as criticas às altas constantes dos derivados a atribui as elevações de preços às oscilações do preço do barril do petróleo no mercado externo. Segundo a estatal, “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo”.
Segundo a companhia, a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que a empresa possa competir de forma eficiente no mercado brasileiro. (Via: Agência Brasil).

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Para protestar contra alta dos combustíveis, vereadores de Juazeiro vão a sessão da Câmara de carroça e bicicletas

  (C.Britto)
Fotos: Ascom CMJ/divulgação


Os consecutivos reajustes no preço dos combustíveis levaram os vereadores de Juazeiro (BA), Joseílson Marcelino (PTB), Aníbal (PTC), Bené Marques (PSDB) e Domingão da Aliança (PRTB), a usarem a irreverência para protestar. Eles decidiram ir à sessão plenária da Câmara Municipal, na segunda-feira (21), de forma inusitada, utilizando-se de carroça e bicicletas como meio de transporte. Isso mesmo.
Joseílson Marcelino foi o primeiro chegar. Ele veio numa carroça, acompanhado de assessores e soltando fogos de artifícios. O parlamentar não poupou críticas à nova política de reajustes de combustíveis no Brasil.
Em Lagoa Grande a gasolina é mais barata que Juazeiro e Petrolina; em Casa Nova também, em Massaroca a mesma coisa. Então, essa foi a forma que eu encontrei para sensibilizar a sociedade juazeirense, as autoridades, os vereadores para que a gente possa encabeçar um movimento que baixe o preço do combustível“, disse Joseilson.
Pelo que estou vendo até chegar ao fim do ano vamos estar pagando R$ 10,00 no litro. Vai ser o presente de Natal e Ano Novo que teremos. E não se explica também o aumento do álcool. O álcool faz parte do petróleo? Ele faz parte de outra fonte energética. É isso que se questiona“, pontuou.
Bené Marques, que foi de bicicleta, completou: “Se eu não fosse vereador, eu ia encostar meu carro. Na minha visão, o culpado maior é a presidência da república, são os deputados federais, senadores, porque eles poderiam modificar isso. Então, nós temos que chamar a atenção e fazemos esse apelo. Juazeiro tem a gasolina mais cara, não tem concorrência, praticamente é um preço só“.
Indignação
Aníbal reforçou que a Câmara está do mesmo lado do povo. “Eu me juntei aos colegas vereadores e acho importante essa manifestação. Nós nos juntamos ao povo e estamos dizendo que não concordamos com esses aumentos do combustível. Os vereadores estão de parabéns. É uma maneira da Câmara de chamar a atenção e dizer não a tanto aumento”, salientou. O vereador Domingão da Aliança acompanhou o discurso dos colegas. “Esse foi só o primeiro passo. Nós vamos convocar os demais vereadores para que entrem nessa luta e possamos reduzir esse preço absurdo dos combustíveis”, concluiu. As informações são da assessoria da CMJ.

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ACUSADO, ALCKMIN DIZ SER O POLÍTICO MAIS HONESTO DO PAÍS

  (247)
Wilson Dias/Agência Brasil

O pré-candidato à presidência Geraldo Alckmin (PSDB) chamou de absurda a acusação feita pela CCR (Companhia de Concessões Rodoviárias) de recebimento de R$ 5 milhões no caixa dois por sua campanha em 2010. O ex-governador disse que “pode haver alguém tão íntegro quanto eu, mas mais não tem”.
“Em relação à citação de seu cunhado Adhemar Cesar Ribeiro, acusado de ter intermediado supostos repasses ilícitos, o tucano disse desconhecer a delação. “Precisa verificar o que é isso. Vamos aguardar”, afirmou Alckmin. Questionado sobre se via uma perseguição nas acusações, ele disse que espera que não haja.
Adhemar Cesar Ribeiro também é citado como operador de caixa dois pela Odebrecht. Segundo Alckmin, ele “nunca participou como tesoureiro de campanha, nunca participou em absolutamente nada disso”. Ribeiro “não tem nenhum papel, a não ser o de ser amigo e procurar participar”, disse o presidenciável.”
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