domingo, 25 de março de 2018

FASCISTAS ATACAM CARAVANA DE LULA SOB RISOS DA POLÍCIA CATARINENSE


A caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi atacada, nesta tarde, na região de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina. "Agora fomos atacados em São Miguel do Oeste", escreveu o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), às 15h24. "Polícia assistiu. Poderia ter ocorrido uma tragédia. Pedras. Ovos. Pau. Polícia ria. E olhava. Gravíssimo. Criminoso o que está acontecendo", disse o parlamentar.
Condenado sem provas no processo sobre o triplex do Guarujá (SP), que pertence à OAS e foi penhorado a credores da empreiteira, o ex-presidente Lula vem percorrendo o país em sua caravana e lidera todas as pesquisas presidenciais. Com a decisão do Supremo Tribunal Federal, que impede sua prisão, ele ou será eleito em primeiro turno ou poderá influir diretamente na sucessão presidencial, apontando próximo presidente – o que exaspera a direita brasileira, que já parte para atos fascistas e atentados.
Segundo o deputado Paulo Pimenta, todos os integrantes da caravana de Lula estão bem.(247).


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LULA: NÃO SEREI PRESO E HAVERÁ JUSTIÇA NESTE PAÍS

 Rafael Ribeiro

Da Rede Brasil Atual – A edição da Caravana Lula pelo Brasil entra hoje, em seu sexto dia, na etapa catarinense. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado de Dilma Rousseff, parlamentares e integrantes de movimentos sociais, participa de ato público em defesa da educação em Florianópolis, depois de a comitiva realizar reunião com reitores e diretores universitários do estado.
À noite, está programado ato público em Chapecó, a 550 quilômetros da capital, localidade que amanheceu contaminada pelo clima de tensão que marcou a passagem por Passo Fundo, na tarde desta sexta-feira (23). Um grupo de fascistas se aproximou da Praça Coronel Bertaso, onde haverá a manifestação com tratores, relhos e fogos de alto impacto, e chegou a dirigir ameaças de agressão aos organizadores do ato.
A tensão foi debelada, após ação determinada autoridades acionadas pelos apoiadores da caravana. O local combinado para o ato ficou reservado para o público apoiador da caravana. Os opositores terão de se reunir em outro ponto. Ontem, a polícia não impediu o bloqueio da caravana.
A atividade de encerramento, por sua vez, em São Leopoldo, teve grande participação popular e devolveu o clima de festa cívica habitual das passagens da caravana. E Lula discursou para milhares de pessoas com a energia peculiar.
“Não fiquem nervosos porque aconteceu a manifestação (contrária à caravana) em Passo Fundo. Aconteceu também em Bagé. No dia 27 de junho de 2005, quando anunciei a criação da Unipampa tinha 40 mil pessoas para bater palma para mim. Agora tinha meia dúzia de tratores que cercaram a Universidade para a gente não ir. E o que é mais grave, o Ministério Público, exortando das suas funções, mandou uma carta ao reitor dizendo que me receber era fazer política. Nós chegamos lá e não tinha quem recebesse a gente, mas estava cheio de aluno”, lembrou, citando ainda os atos “extraordinários” em São Borja e em Livramento, com Pepe Mujica.
E voltou a falar de projetos de retomada. “Eles sabem que nós sabemos como consertar esse país. Agora estou mais esperto, mais calejado. E quero voltar para que o mundo aprenda a respeitar esse país. Não podemos permitir que eles desmontem o Brasil, o BNDES, destruindo a Caixa Econômica, a indústria naval que em Rio Grande chegou a ter 24 mil trabalhadores. Agora compram na Ásia, a gente gerando emprego na Coreia, na China”, listou, para em seguida provocar: “Eu que já tô velhinho, podia estar em casa descansado, quero dizer para eles que tenho 72 anos de idade, energia de 30 e tesão de 20”.
Lula estava acompanhado de Dilma, do ex-ministro Miguel Rossetto, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, do ex-governador Olívio Dutra, do prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), e da deputada estadual (PCdoB-RS) Manuela D’Ávila, também pré-candidata à Presidência da República.
“A gente não pode fazer o jogo rasteiro que eles estão fazendo. Não podemos utilizar as mesmas armas. Não vamos dar a outra face, mas não vamos ser ignorantes, não vamos cercar ninguém. Vamos ensinar para eles, que são cabos eleitorais de um candidato e muita gente aposentada da polícia, e ficaram nervosos porque eu disse que muitos estavam com as máquinas que nem pagaram aos governo. Tem duas alegrias para alguns fazendeiros: uma é quando conseguem os créditos do Banco do Brasil e a outra é quando não pagam”, criticou Lula.
O ex-presidente voltou a questionar a perseguição judicial e afirmou ser vitima de uma mentira do jornal O Globo que desencadeou uma sucessão de mentiras: o “inquérito mentiroso” da Lava Jato, a “acusação mentirosa” do Ministério Público, a “decisão mentirosa” do juiz Sérgio Moro. “Se eu tivesse o rabo preso eu não estaria gritando contra eles. Não vou ser preso porque não cometi nenhum crime e tenho certeza que nesse pais haverá justiça”.(247).


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STF MUDA DECISÃO DE FACHIN E DÁ A LULA ACESSO A PROCESSO NEGADO POR MORO

Ricardo Stuckert

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele tenha acesso a provas de um processo sob responsabilidade do juiz Sergio Moro que trata de supostas irregularidades na campanha do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, morto em 2013.

O marqueteiro João Santana afirmou que teria trabalhado para ele após um pedido de Lula. Com isso, foi revertida decisão do relator, ministro Edson Fachin, que havia negado a solicitação da defesa.
O julgamento foi virtual, ou seja, os ministros não chegaram a se reunir, inserindo seus votos no sistema informatizado do STF. Apenas o ministro Gilmar Mendes acompanhou Fachin. Os outros três integrantes da Segunda Turma deram razão à defesa do ex-presidente, "ressalvadas apenas e tão somente as diligências em curso", conforme sugestão do ministro Dias Toffoli. Concordaram com ele Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
Em novembro do ano passado, Fachin, relator dos processos da Lava-Jato no STF, negou o pedido de Lula. A defesa reclamava que Moro, responsável pela operação na primeira instância, não tinha permitido acesso ao processo. Em 6 de fevereiro houve recurso contra a decisão de Fachin. No começo deste mês, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra o pedido dos advogados do ex-presidente.
As informações são de reportagem de André de Souza em O Globo.


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Encontrada na Austrália garrafa lançada ao mar há 132 anos

Trata-se da mais antiga mensagem já descoberta em uma garrafa ao mar
Foto: AFP PHOTO /COURTESY OF KYM ILLMAN
Foto: AFP PHOTO /COURTESY OF KYM ILLMAN


Uma garrafa com uma mensagem, lançada ao mar há 132 anos por um navio alemão, foi encontrada por um grupo de amigos em uma praia australiana, em janeiro passado. De formato retangular, o objeto estava semi-interrado na areia de uma praia de Wedge Island, 160 quilômetros ao norte de Perth, indicou o Western Australia Museum (WAM), o organismo público que administra os museus do estado da Austrália Ocidental.

Trata-se da mais antiga mensagem já descoberta em uma garrafa ao mar, o que o grupo de amigos - entre eles a mão do piloto de Fórmula 1 Daniel Ricciardo - estava longe de imaginar. Após seis semanas de investigação, determinou-se que a garrafa foi lançada em 12 de junho de 1886 no oceano Índico do navio alemão "Paula", no âmbito de uma experiência científica para estudar as correntes marítimas e melhorar as rotas nos mares e oceanos.

"Era uma linda garrafa antiga. Eu a peguei pensando que seria um lindo enfeite para minha biblioteca", declarou Tonya Illman, a pessoa que a encontrou, citada no comunicado do Western Australia Museum (WAM).

"A namorada do meu filho descobriu a mensagem quando tirava a areia da guarrafa. A mensagem estava úmida, enrolada de um jeito bem apertado", descreveu Tonya, ainda segundo a nota. Os amigos tiraram a mensagem, abriram-na e descobriram um texto impresso em alemão, com uma frase manuscrita, quase apagada.

Kym Illman, o marido de Tonya, fez uma busca na Internet que lhe permitiu determinar que a mensagem fazia parte de uma campanha do Deutsche Seewarte, o Observatório Naval Alemão. Entre 1864 e 1933, o órgão lançou milhares de garrafas ao mar com a mesma mensagem, indicou o WAM. A mensagem pedia à pessoa que encontrasse o objeto que o levasse ao consulado alemão, ou o enviasse para o Observatório com sede em Hamburgo.

Depois de receber a informação dos Illman, o WAM encontrou em contato com pesquisadores holandeses e alemães. "Incrivelmente, a busca em arquivos na Alemanha permitiu encontrar o diário de bordo do navio 'Paula', no qual constava uma nota manuscrita do capitão dizendo que, em 12 de junho de 1886, havia lançado uma garrafa ao mar", relatou o arqueólogo Ross Anderson no comunicado do WAM. "A data e as coordenadas correspondem exatamente às da mensagem", garantiu Anderson, acrescentando que perícias grafológicas confirmaram que a escrita da mensagem e a do caderno eram as mesmas.

A Agência Federal Marítima e Hidrográfica da Alemanha autenticou a descoberta, indicou o WAM, informando que a garrafa será exibida no Museu Marítimo de Freemantle. Os pesquisadores acreditam que a garrafa tenha chegado ao litoral australiano alguns anos depois de ter sido lançada ao mar, ficando enterrada sob uma camada de areia molhada. Isso explicaria seu estado de conservação.

Provavelmente, uma tempestade, ou outro fenômeno meteorológico, fizeram-na voltar à superfície, sugeriram. Das milhares de garrafas lançadas ao mar pelos navios alemães em 69 anos, apenas 662 foram recuperadas. Esta última garrafa encontrada na Austrália em janeiro foi registrada como a de número 663. A anterior havia sido descoberta em 7 de janeiro de 1934, na Dinamarca.

Trata-se da mais antiga mensagem dentro de uma garrafa ao mar já encontrada. Até hoje, essa honra cabia a uma lançada no mar do Norte, em 1906, por um biólogo marinho. Sua garrafa foi descoberta na Alemanha 108 anos e 138 dias depois.(DP).




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'Hora do planeta' começa em Sydney

Manifestação acontece desde 2007 com a finalidade de mobilização contra a mudança climática e para a proteção da natureza
Ópera e a ponte da Baía de Sydney ficaram apagadas durante 60 minutos. Foto: Peter Parks / AFP
Ópera e a ponte da Baía de Sydney ficaram apagadas durante 60 minutos. Foto: Peter Parks / AFP


A Ópera e a Ponte da Baía de Sydney apagaram sua iluminação durante 60 minutos neste sábado (24) pelo início da "hora do planeta", uma campanha organizada a cada ano em todo mundo para mobilizar contra a mudança climática e para a proteção da natureza.

Esta "hora do planeta", cuja primeira edição começou na Austrália em 2007, será acompanhada por milhões de pessoas em 187 países, que apagarão suas luzes às 20h30 locais.

Os organizadores apresentam esta manifestação como "o maior movimento que vem da base" pela luta contra a mudança climática.

"Seu objetivo é despertar a consciência pela proteção do meio ambiente e da fauna selvagem", explicou à AFP Dermot O'Gorman, responsável para a Austrália da organização de proteção da natureza WWF, que coordena o evento ao redor do mundo.

Austrália foi o primeiro país a participar da Hora do Planeta, desde 2007. Foto: Peter Parks / AFP
Austrália foi o primeiro país a participar da Hora do Planeta, desde 2007. Foto: Peter Parks / AFP


Às 20h30 locais, muitos monumentos e edifícios ficarão às escuras durante uma hora, como a Torre Eiffel, o Cristo Redentor, o Big Ben, o Kremlin, a Acrópole, os arranha-céus de Hong Kong e Dubai, a Basílica de São Pedro e as Cataratas do Niágara.

As primeiras imagens da Ásia mostram as Torres Petronas de Kuala Lumpur apagadas, assim como as avenidas de Hong Kong e Singapura.

O estádio olímpico de Pequim e as pirâmides do Egito se juntarão à campanha.

Neste ano, a mobilização se concentra nos efeitos da mudança climática sobre a biodiversidade e as espécies animais e vegetais.

Por mais simbólica que seja, esta campanha anual permitiu no passado alguns êxitos, como a proibição do uso de plástico nas ilhas Galápagos e a plantação de 17 milhões de árvores no Cazaquistão. (DP).



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Jardineiro confessa que matou a fundadora do ‘Eu Acho É Pouco’

Renato José da Silva confessou ter realizado o crime e foi conduzido ao Cotel
Renato José da Silva confessou o crime
Renato José da Silva confessou o crimeFoto: Cortesia/FolhaPE
   (Folhape)
Polícia Civil prendeu Renato José da Silva, de 28 anos, suspeito de ter assassinado a arquiteta e fundadora do bloco carnavalesco ‘Eu Acho É Pouco’, Maria Alice dos Anjos. Ele, que era o jardineiro da vítima, foi detido com mandado de prisão temporária, pela equipe da Divisão de Homicídios Norte, na noite de sábado (24), no município de Paulista.
Ele confessou ter realizado o crime e foi conduzido ao Cotel. A polícia promete apresentar maiores detalhes sobre o caso, na manhã da segunda-feira (26). A vítima foi encontrada morta na noite do dia 13 de março em sua residência, no Sítio Histórico de Olinda. Ela apresentava uma lesão na cabeça. A tese de latrocínio, roubo seguido de morte, foi confirmada durante as investigações. 
A Polícia Civil também atuou em flagrante Adriano Henrique da Silva, também de 28, por receptação. Ele que adquiriu o celular da vítima, furtado durante o crime.
Adriano Henrique da Silva, que adquiriu o celular da vítima, também foi atuado em flagrante
Adriano Henrique da Silva, que adquiriu o celular da vítima, também foi atuado em flagranteFoto: FolhaPE/Cortesia

Arquiteta Maria Alice de Souza
Arquiteta Maria Alice de SouzaFoto: Divulgação / Facebook


Homenagem à artista plástica Maria Alice na Cidade Alta de Olinda
Homenagem à artista plástica Maria Alice na Cidade Alta de OlindaFoto: Brenda Alcântara / Folha de Pernambuco
Homenagem à artista plástica Maria Alice na Cidade Alta de Olinda
Homenagem à artista plástica Maria Alice na Cidade Alta de OlindaFoto: Brenda Alcântara / Folha de Pernambuco






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Jogador de 25 anos morre durante partida na Croácia

Bruno Boban defendia o Marsonia, da terceira divisão croata, quando caiu no gramado inconsiente

Momento do atendimento a Bruno Boban no gramado
Momento do atendimento a Bruno Boban no gramadoFoto: Reprodução
    (Folhape)

Bruno Boban, atacante de 25 anos do Marsonia, morreu pouco depois de cair desacordado durante a partida contra o Pozaga Slavonija, no último sábado (24), pela terceira divisão da Croácia.
De acordo com informações da imprensa local, o atleta levou uma bolada na altura do peito e continuou caminhando normalmente pouco antes de ir ao chão inconsciente. Ainda não está claro se o lance teve relação com a morte, o que será determinado pela autópsia.
Boban recebeu atendimento médico por cerca de 45 minutos, primeiro de médicos e membros das duas equipes e logo depois de uma ambulância. Imagens mostram o momento em que o jogador cai, o início do atendimento e o desespero dos outros jogadores ao verem a cena.
"Não perdi apenas um jogador. Perdi um filho. Houve tentativas com massagem cardíaca e respiração artificial. Ele chegou a voltar em um momento, mas não pudemos salvá-lo. Todos no clube estão tristes e chorando", relatou Robert Spehar, técnico do Marsonia, segundo sites locais.
A morte repentina de Boban gerou comoção na Croácia. Ele era irmão de Gabrijel Boban, que defende o Osijek, da primeira divisão, e abandonou imediatamente o time para se juntar aos familiares após a tragédia. Ambos são "primos distantes" de Zvonimir Boban, ex-jogador que brilhou no Milan nos anos 90.
Via redes sociais, clubes de todas as divisões do país europeu e jogadores manifestaram pesar pelo falecimento do atleta. "Bruno descansou em paz. Meus sentimentos aos familiares, amigos e colegas de equipe", escreveu Mario Mandzukic, da Juventus e da seleção croata.


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A democracia asfixia a direita

 Rafael Ribeiro

Desde que assumiu o modelo neoliberal, a direita teve um momento de apoio popular, quando convenceu a maioria dos brasileiros de que o problemas central da crise do pais eram os gastos do Estado. Durante uma década – nos governos Collor e FHC -, os governos colocavam em pratica ajustes fiscais para o controle da inflação, prometendo que a retomada do desenvolvimento, a geração de empregos, viriam como consequência dos ajustes.
Quando essa promessa não se cumpriu, a direita ficou desarmada como propostas, perdeu quatro eleições seguidas enfrentada a um projeto de desenvolvimento econômico com distribuição de renda, perdendo popularidade. Foi essa situação que promoveu o desencontro entre a direita brasileira e a democracia, marco em que a participação popular levou à suas derrotas.
O golpe foi a confissão explicita de que a direita não teria condições de recuperar o governo através da democracia. A retomada dos desgastados programas de ajuste fiscal confirmaram que a direita não tinha nada a propor que pudesse conquistas apoio popular e, assim, voltar a ganhar as eleições.
Quando se aproximam as novas eleições, esse dilema se torna agudo para a direita. Submeter-se ao voto popular com o ônus dos desgastes do governo atual e com a reiteração da promessa de continuidade do modelo neoliberal, e' caminho seguro de derrota Um candidato como Alckmin, com o ônus do governo federal e do seu próprio governo, munido das mesmas propostas neoliberais que caracterizaram os tucanos, faz dele um candidato pouco competitivo – que, no máximo, poderia chegar ao segundo turno – diante das propostas de retomada do projeto de sucesso ao longo de três mandatos, que representa o PT.
Então, por um lado, se desenvolvem correntes claramente antidemocráticas, como as representadas por Bolsonaro, com suas milícias e a ação dos ruralistas. Sua nova ofensiva violenta marca uma aliança explicita entre milícias fascistas como as do MBL, com os ruralistas, como expressão da elite que mais diretamente se identifica com as propostas de Bolsonaro para tentar brecar a esquerda. Nem sequer se pode dizer que tenham propostas. Se concentram em tentar impedir o retorno da esquerda, para dar continuidade ao modelo neoliberal.
Por outro, se desenvolve o desdobramento do golpe, com a ação judicial, policial, midiática, tentando desqualificar ao Lula – como expressão mais clara do modelo vitorioso – e os outros eventuais candidatos do PT. A Lava Jato, a PF e o Ministério Publico são os agentes dessa vertente de ação da direita, sempre apoiados na ação de propaganda e de denuncias da mídia.
Nesse cenário, a esquerda tem, mais do que nunca, que lutar pelo resgate dos espaços democráticos, mesmo nas difíceis condições atuais, como forma de abrir espaço de novo para a ampla expressão da vontade do povo. E a direita, busca fecha-los, seja pela perseguição a candidatos do PT, seja por casuísmos que pudessem descaracterizar a vontade do povo – com formas de parlamentarismo, com o fim do voto obrigatório, entre outros.
O certo é que a democracia é o ar que oxigena a vontade popular e o projeto de esquerda, enquanto a direita se asfixia com a democracia. Quando mais democracia, quanto mais ampla e legitima a participação popular, mais possibilidades de vitória da esquerda e de derrota da direita. A eventual quebra do consenso de Curitiba, com as novas decisões do STF, podem ser uma via, se acompanhadas da intensificação das mobilizações populares – de que as Caravanas do Lula são um eixo central, porque articulam mobilização do povo, com avanço da sua consciência políticas e elaboração de projeto alternativo para o pais.
O vetor fundamental da estratégia democrática gira em torno do Lula e do seu direito de ser candidato à presidência. A direita sabe disso e concentra sobre ele seu ódio e sua violência. A esquerda deve ter também essa consciência e defender o direito do Lula ser candidato como o vetor fundamental do resgate da democracia e da retomada do projeto nacional, democrático e popular para o Brasil. (247).


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FURIOSOS COM SÉRIE DE FAKE NEWS, BRASILEIROS BOICOTAM ASSINATURA DA NETFLIX


(247)

O lançamento da série O Mecanismo, na Netflix, revoltou muitos dos assinantes do serviço, que já entram em contato com a empresa americana exigindo um pedido de desculpas ao Brasil. Nas redes sociais, várias pessoas já anunciam que estão cancelando a assinatura da Netflix por conta da produção. Pablo Villaça, um dos mais importantes críticos de cinema do Brasil, é um dos que suspendeu sua conta. 
Dirigida por José Padilha, famoso pelo filme Tropa de Elite, a série deliberadamente tenta prejudicar a esquerda brasileira. Lançada no que seria a antevéspera da prisão do ex-presidente Lula, a produção diz ser "ser baseada em fatos reais", mas é uma coleção de preconceitos e "fake news".
Entre as cenas mais grotescas, o doleiro Alberto Youssef frequenta o comitê da campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff grava um pronunciamento eleitoral sobre como "estocar vento" e o ex-presidente Lula diz a Michel Temer para não se preocupar com os "açougueiros" da JBS.
Confira abaixo algumas das manifestações do assinantes da Netflix enviadas ao 247:
- Valmir Lauda:
Hoje eu desisti definitivamente em assinar a Netflix ao qual estava estudando em fazê-lo, justamente pois assisti o primeiro capitulo dO Mecanismo. Vocês deveriam pedir é DESCULPAS AO POVO BRASILEIRO já que dizem que a série é baseado em fatos reais, mas pelo que vejo é uma bela propaganda contra o PT, mostrando mentiras em seus textos. LAMENTÁVEL A POSIÇÃO DESTA EMPRESA EM PLENO ANO ELEITORAL. Em minha opinião deveriam retirar de vez do âmbito desta empresa esta série PROPAGANDA.
- Luciana Escobar:
Fiquei horrorizada com essa série monstruosa e mentirosa lançada pelo asqueroso Padilha, pela Netflix. Minha assinatura está cancelada. Amo meu país. Não posso concordar com uma aberração dessas. Consciência, coerência e princípios democráticos são fundamentais. Lula tem o respeito de todo mundo civilizado e não merece isso.
- Alexandre Rangel:
A série O Mecanismo é um crime contra o Brasil e seu povo! Selton Melo perdeu a credibilidade que ele tinha comigo!!
FORA NETFLIX!!
- Maria das Graças Pereira:
FORAAAAAA NETFLIX.RESPEITO AO NOSSO PAÍS! FORA NETFLIX, FORA NETFLIX! RESPEITO AO BRASIL. NOS ERRA,VAZA!
- Cordélia Costa:
Estou furiosa com a Netflix, com o diretor, produtores e atores, mas qual seria a alternativa fora a Netflix? Temos que buscar e divulgar.
- Marlene Oliveira:
Estou indignada em ver a participação da Netflix nesta manipulação terrível que vivemos nestes últimos anos, não assisto desde 2016 nenhuma emissora de tv no Brasil, cortei Sky porque também continha essas emissoras na grade de programação, então assinei a Netflix e neste momento estou me sentindo totalmente desrespeitada vendo está empresa se rendendo as mesmas mentiras e ódio, irei suspender minha conta caso está série ou outras no mesmo sentido sejam veiculadas através da mesma. 
- Alexandre Rangel:
A série O Mecanismo é um crime contra o Brasil e seu povo! Selton Melo perdeu a credibilidade que ele tinha comigo!!
FORA NETFLIX!!
- Antonio Lopes:
Sobre a série O MECANISMO é falsa só com mentiras , Netflix sua conduta é deplorável.
- Maria Fernanda Lima Costa:
Reforço iniciativa do Brasil 247 em protesto à escabrosa série do José Padilha na Netflix. 
- Bia Domingues:
Por favor, incluam meu nome entre aqueles que se juntam ao Protesto contra a Netflix pela exibição da série Mecanismo.
Fora Temer!
Lula 2018!

- Marcos Biscaia:
Eu não tenho assinatura no Netflix mas um parente que compartilha comigo a licença, de forma que é permitida, como ainda não se convenceu de cancelar minha saída foi dar dislike.
- Sergio Paiva Ribeiro:
Quero aqui registrar a minha revolta com a Netflix pela apresentação dessa série "O Mecanismo" e a propaganda feita para vendê-la. Estou com vocês. Contem comigo.


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GLOBO DIZ QUE LULA FICARÁ LIVRE E “INCENDIARÁ” A ELEIÇÃO


Mais um grande veículo de mídia que antes jurava de pés juntos que o STF nem sequer analisaria o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula agora diz que ele, além de conseguir o habeas corpus, ainda será candidato e “incendiará” a campanha eleitoral. Ainda bem que “eles” sabem. E isso é só o começo…
Leia abaixo trechos do editorial de O Globo de 24 de março de 2018:
"O STF emitiu um cheque jurídico em branco para o ex-presidente. Vai-se formando a percepção de que a maioria do Supremo passa a tratar Lula como se ele não fosse um “homem qualquer”. Termo usado pelo ainda presidente da República ao defender que o ex José Sarney não fosse investigado e punido por nepotismo e edição de atos administrativos secretos, quando presidia o Senado.
Vencida a etapa do habeas corpus, as pressões recairão sobre o agendamento de duas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs), a fim de mudarem a jurisprudência do cumprimento de pena a partir da segunda instância. Para que volte a ser o que era apenas entre 2009 e 2016: permitir que o condenado recorra a todas as instâncias. Significa reinstaurar a impunidade, pela quase certa prescrição dos crimes.
Tudo se encaminha para que Lula, com o habeas corpus no bolso, possa fazer uma incendiária campanha eleitoral, para pressionar o TSE a rasgar a Lei da Ficha Limpa e registrar sua candidatura ilegal."(247).


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Multidões tomam as ruas dos EUA contra o livre acesso às armas de fogo

Marchas foram convocadas e organizadas por jovens estudantes

Jovens se mobilizam em diversas partes dos Estados Unidos contra as armas. Foto: Andrew Caballero-Reynolds / AFP
Jovens se mobilizam em diversas partes dos Estados Unidos contra as armas. Foto: Andrew Caballero-Reynolds / AFP


Uma impressionante multidão de milhares de jovens e adultos se aglomerava nesta sábado (24) no centro de Washington, assim como em outras cidades dos Estados Unidos, pedindo medidas para controlar o acesso às armas de fogo.

As marchas foram convocadas e organizadas por jovens estudantes, cansados dos constantes ataques a tiros e massacres em escolas com armas de fogo, que deixam cerca de 30 mil mortos a cada ano no país.

Multidões de adultos se somaram às manifestações, no que já se considera um dos maiores protestos em pelo menos uma geração.

Os oradores mais ovacionados em Washington foram vários dos sobreviventes do massacre do mês passado em uma escola de Parkland, na Flórida, onde 14 estudantes e três adultos foram mortos a tiros.

"Se juntem a nós e se preocupem, porque os eleitores vão falar", disse Cameron Kasky, sobrevivente desse ataque.

David Hogg, outro sobrevivente, falou à multidão que "podemos e vamos mudar este mundo".

"Quantos mais têm que morrer?", perguntavam na fria manhã deste sábado incontáveis cartazes em referência ao último massacre de Parkland. "Eu serei a próxima?", dizia um carta levado por uma jovem em meio à multidão.

"Livros, não armas", "Protejam a vida dos jovens, não as armas", "Chega de armas!", eram algumas das frases repetidas milhares de vezes pela multidão que se mobilizava pela Avenida Pensilvânia, que liga a Casa Branca ao Capitólio, sede do Congresso.

Ataques a tiros e massacres em escolas com armas de fogo deixam cerca de 30 mil mortos a cada ano no país. Foto: Andrew Caballero-Reynolds / AFP
Ataques a tiros e massacres em escolas com armas de fogo deixam cerca de 30 mil mortos a cada ano no país. Foto: Andrew Caballero-Reynolds / AFP


Formalmente, a "Marcha pelas nossas vidas" pede a proibição da comercialização de fuzis de assalto, da venda livre de carregadores para armas semiautomáticas e o reforço dos controles de antecedentes das pessoas interessadas em comprar armas.

Classe política na mira -

Entretanto, a ira dos manifestantes tem foco fundamentalmente na classe política, que tem sido incapaz de articular uma resposta efetiva à generalizada violência com armas de fogo.

"Estou cansada! Não quero mais que os políticos dediquem seus 'pensamentos e orações' a esta tragédia. Queremos ações! Queremos que façam algo! Já chega!", disse à AFP a estudante Rose Gomez, de 17 anos, que se somou à marcha acompanhada de toda a sua família.

Outros manifestantes pediam a reforma da Segunda Emenda à Constituição, que consagra o direito aos cidadãos de possuírem armas de fogo. Muitos outros reclamavam o fim da influente Associação Nacional do Rifle (NRA), poderoso lobby que defende a posse de armas e contribui para campanhas políticas.

"Não deveríamos ter armas em nossa sociedade. Esses meninos têm toda razão", disse Jeff Turchin, de 68 anos, que foi ao protesto.

O senador democrata Chris Murphy, que representa o estado do Tennessee, onde 20 crianças foram mortas a tiros em uma escola em 2012, disse neste sábado que o movimento lançado pelos estudantes "deve se tornar uma força eleitoral".

As marchas deste sábado têm o apoio de personalidades públicas americanas.

O ator George Clooney e sua esposa, a advogada de direitos humanos Amal, doaram meio milhão de dólares ao movimento. Oprah Winfrey e Steven Spielberg também somaram seu apoio, e o ator Bill Murray comparou as manifestações deste sábado com os protestos contra a Guerra do Vietnã na década de 1960.

Para a marcha em Washington figuras conhecidas já confirmaram sua presença, como Ariana Grande, Jennifer Hudson, Demi Lovato, Justin Timberlake e Miley Cyrus.

Alcance nacional -

Enquanto o centro da capital americana era tomado por jovens, crianças e adultos, o mesmo acontecia em quase 100 cidades de todo o país.

Um dos protestos acontecia em Parkland, na Flórida, onde, no mês passado, ocorreu o massacre em uma escola.

Em Nova York, a marcha contou com a presença do músico Paul McCartney, que caminhava junto com a multidão.

"Um dos meus melhores amigos foi vítima da violência com arma de fogo perto daqui", declarou McCartney, em referência ao assassinato a tiros de John Lennon, em 1980.

Também foram realizadas manifestações em Atlanta, Boston, Chicago, Cincinnati, Dallas, Houston, Miami, Minneapolis, Nashville e Seattle, entre muitas outras.(DP).



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