domingo, 5 de novembro de 2017

Campanha ´Natal Sem Fome` é retomada após 10 anos e Petrolina inaugura sede de arrecadação neste domingo(05)

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*Por Andreza Kaline


A campanha ´Natal Sem Fome` será relançada em Petrolina neste domingo (05) 10 anos depois de sua última edição nacional. A inauguração será realizada a partir das 19hs na sede da campanha que fica na Praça Dom Malan, no térreo do Edíficio Manain , 27, no Centro de Petrolina/Pe.
A campanha foi criada em 1993 pelo sociólogo Herbert José de Souza, o Betinho, cujo ideal de vida era tornar o Brasil menos desigual e sem fome.
Durante 14 anos a campanha foi realizada pela ONG ´Ação da Cidadania` arrecadando mais de 30 mil toneladas de alimentos e beneficiando 32 milhões de brasileiros que viviam abaixo da linha da pobreza. Em 2007 a campanha foi encerrada devido à redução da pobreza no país.
A grande conquista desse movimento social foi pressionar o governo federal a assumir o combate a fome no Brasil e transformar o problema em política pública prioritária, o que começou a acontecer, principalmente, a partir de 2002 com a criação de programas como o Fome Zero e depois o Bolsa Família.
Este ano, 20 anos após a morte de Betinho, a fome e a pobreza voltaram a crescer no Brasil. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), após 10 anos em queda a fome volta a crescer e atinge 11% da população mundial, ou seja, 815 milhões de pessoas. No Brasil, cerca de 7 milhões de brasileiros não tem o que comer.
Segundo o filho de Betinho, Daniel de Souza, presidente do conselho da Ação da Cidadania, a iniciativa foi retomada para tentar evitar que o Brasil retorne ao Mapa da Fome. Segundo ele, a crise política e econômica brasileira e os cortes nos programas sociais podem são alguns dos fatores responsáveis por este retorno.
Ele ressaltou que todo mundo está sendo convocado para uma campanha que se pensava que nunca mais precisaria ser feita. “A gente se alegra com a solidariedade, com a disposição de todo mundo de participar, de arregaçar as mangas e de lutar contra a fome, mas, ao mesmo tempo, tem um gosto muito amargo porque achou que essa batalha a gente já tinha vencido”, afirmou.
A partir de toda essa premissa e de toda essa mobilização um grupo de amigos de Petrolina resolveu entrar nessa luta e chamar toda a cidade para abraçar essa campanha e poder oferecer um natal mais digno para tantas famílias necessitadas.
Segundo um dos coordenadores da campanha, Julio Lossio Filho “essa é uma causa que une a todos, independente de religião, independente de cor partidária, de crença, de credo. O objetivo é fazer uma grande rede de solidariedade, com voluntários arrecadando na sua rua, na sua empresa, no seu trabalho, que cada um possa estimular doações, possa pedir doações para fazer o natal de tantas famílias em Petrolina, um natal melhor”.
Postos de Coleta
Sede da campanha localizada na Praça Dom Malam (na frente da Catedral), no térreo do Edifício Manain, 27, centro de Petrolina/PE. O local estará aberto todos os dias recebendo doações e voluntários!(C.Geral).
Visite as redes sociais da campanha: Instagram @natalsemfomepetrolina.
Andreza Kaline é  cidadã petrolinense e arquiteta.

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Redação do Enem aborda desafio para formar surdos no Brasil

Por decisão judicial, neste ano, pela primeira vez, quem desrespeitar os direitos humanos não terá, automaticamente, a redação zerada Foto: Isabelle Barros/DP

Por decisão judicial, neste ano, pela primeira vez, quem desrespeitar os direitos humanos não terá, automaticamente, a redação zerada Foto: Isabelle Barros/DP

“Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”é o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, divulgado agora há pouco pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esta edição do exame é a primeira na qual a redação é aplicada no primeiro dia. Além da redação serão realizadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias, que somam 90 questões de múltipla escolha. Ainda segundo o Inep, a redação deve ser dissertativa argumentativa, com até 30 linhas, e ser desenvolvida a partir da situação-problema e de subsídios oferecidos pelos textos motivadores.
As provas começaram às 12h30 (13h30 nos locais em que vigora o horário de verão) e vão durar cinco horas. Estudantes com direito a tempo adicional e que solicitaram o recurso durante a inscrição terão uma hora a mais. Deficientes auditivos e surdos que optaram fazer a videoprova traduzida em libras, novidade desta edição, terão duas horas a mais de prova. O Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), acabou de divulgar, assim que teve início a prova, às 13h30, que a redação deste ano será sobre “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”.
O tema, como era esperado, envolve um debate sobre direitos humanos e inclusão social. Por decisão judicial, neste ano, pela primeira vez, quem desrespeitar os direitos humanos não terá, automaticamente, a redação zerada. A decisão foi tomada no sábado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmen Lúcia. Ela sustentou que ‘não se combate a intolerância social com maior intolerância estatal’. O imbróglio judicial, que começou no dia 26 de outubro, com a Justiça acatando pedido do grupo Escola sem Partido para que a redação não pudesse ser zerada se os direitos humanos fossem desrespeitados, causou insegurança entre os estudantes. Na dúvida, muitos deles neste domingo, antes de entrar na prova e de saber qual seria o tema da redação, diziam que continuariam seguindo a regra anterior.
No campus Paraíso da Universidade Paulista (Unip) na cidade de São Paulo, mais de 20 estudantes ouvidos pela reportagem disseram isso. “Vou fazer a prova do mesmo jeito. Acredito que a decisão não vai influenciar, no máximo vai deixar a prova mais politizada”, afirmou Rodrigo Ishida, de 18 anos, vestibulando de Engenharia Mecânica. Gabriella Bin, de 18 anos, aspirante a uma vaga em Medicina, também disse que a decisão “não influenciou”. “Eu não vou desrespeitar os direitos humanos. Até os professores no cursinho falaram para a gente seguir fazendo do mesmo gente de antes.” Interessado em uma vaga em engenharia, Rafael Uehara, de 18 anos também afirmou que prefere “não arriscar”. “Até acho que se a pessoa tiver uma argumentação muito boa, que consiga sustentar, pode ir bem, tipo um exemplo que eu vi de uma pessoa que defendia o fim de todas as religiões. Eu acho um absurdo, mas se for uma argumentação boa… Mas é osso: quem está levando a sério não vai arriscar”, defendeu.
Dentre os jovens, a maioria criticava a decisão do STF. “O meu posicionamento se mantém de qualquer forma, já seria respeitar os direitos humanos”, afirmou Pedro Salto, de 20 anos, que pretende fazer Direito. Ao lado dele, Alexandre Mendes, de 20 anos, aspirante ao curdo de Filosofia, concordou: “Não vou escrever ‘bandido bom é bandido morto na prova’. Bandido bom é bandido recuperado.” Para Fernanda Fazoni Simões de Souza, treineira de 17 anos, a mudança foi “desnecessária” do ponto de vista “social”. “A gente discutiu muito em aula. Os meus professores de português estavam indignados.” “Direitos humanos é uma questão intocável. Não concordo com a liminar, acho que a regra deveria ser mantida”, disse o vendedor Wellington Rodrigues Martins, de 26 anos, em Sorocaba. Ele presta a prova pela terceira vez, na esperança de conseguir aprovação em universidade pública para cursar Direito. Já o candidato Henrique Guimarães, de 17 anos, embora concorde que o respeito aos direitos humanos deve sempre prevalecer, defende que as pessoas tenham livre arbítrio para opinar. “Eu jamais faria algo que ofenda os direitos humanos, mas as pessoas devem ter liberdade para se expressar. Tirar esse direito é um grande retrocesso.” Mais de 6,7 milhões de brasileiros estão inscritos para participar da edição deste ano. Em 2017, a prova estreia em novo formato, com aplicação dividida em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. Ao todo, 1.725 municípios brasileiros receberão o exame. (Diário de Pernambuco),(C.Geral).

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MPPE recomenda realização de concurso público em Afrânio e Dormentes


O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou às prefeituras de Afrânio e Dormentes – ambas no Sertão do São Francisco – a realização de concurso público para preencher o quadro de servidores públicos. O último certame realizado nos municípios foi em 2010, já que o processo seletivo de 2012 foi interrompido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) devido a irregularidades encontradas que feriam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
De acordo com as recomendações, as prefeituras devem abster-se de renovar os contratos temporários, simplificados, minicontratos ou qualquer outro vínculo precário, cuja contratação não seja feita por meio de concurso público. Visto que a contratação de servidores temporários pela administração pública, sem a observância do regramento constitucional, é caracterizada como improbidade administrativa.
Cada cidade tem um prazo de 10 dias para enviar à sede do MPPE, em Afrânio, uma lista completa e detalhada, separando cada vaga por secretaria/cargo e lotação de todos os contratos temporários no ano de 2017, para quantificar as vagas necessárias para o próximo certame.
Legalidade
Ainda segundo as recomendações, as administrações públicas direta e indireta devem obedecer aos princípios de legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, nos termos do artigo 37 da Constituição Federal, sendo assim, a realização prévia de concurso para acesso aos cargos e empregos públicos, é garantia da Constituição brasileira.
Tanto Afrânio quanto Dormentes têm um prazo de 180 dias para realizarem o concurso público levando em consideração as disposições da Carta Magna. A quantidade de vagas ofertadas deve corresponder a demanda de pessoal das prefeituras.(C.Britto).

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Construção de terminal hidroviário na Orla de Juazeiro deverá acabar com transtornos enfrentados por usuários das barquinhas


Os transtornos enfrentados por quem pega as barquinhas na Orla de Juazeiro (BA) podem estar com os dias contados. É que, dentro do projeto Parque Fluvial – obra já iniciada pela prefeitura -, será construído um terminal hidroviário para o atracamento de embarcações.
Nas imagens do projeto divulgadas pela administração municipal, o píer será construído nas imediações do “M”, ao lado da segunda rampa de acesso à Orla.
Os problemas enfrentados por quem precisa ir até Petrolina de barquinha é por conta das más condições de acesso ao local onde ficam as barquinhas, entre eles areia e lama (quando chove). O prefeito Paulo Bomfim prometeu entregar a obra do Parque Fluvial em um ano e meio. É aguardar. (fotoeprodução),(C.Britto).

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Mistério continua: Filha tenta encontrar pai de 67 anos que está desaparecido há quase 5 meses em Juazeiro


Uma mulher de Juazeiro (BA) tenta há quase cinco meses localizar o pai de 65 anos que desapareceu. Antônio Siqueira da Silva, de 67 anos, sumiu no dia 18 de junho de 2017. Ele vendia manga no Mercado do Produtor.
A filha, Rosângela Siqueira da Silva, de 45 anos, tenta encontrar uma pista do idoso. Para isso, diz que sai todos os dias de casa com papeis com fotos do pai para poder espalhar pela cidade em busca de alguém que tenha o visto.
A mulher conta que costumava ir frequentemente com o pai para a feira e diz não saber o que aconteceu. Ela também costuma ir com frequência ao Complexo Policial de Juazeiro, para tentar encontrar alguma informação sobre o idoso. A Polícia Civil está investigando o caso, mas ainda não conseguiu descobrir o que aconteceu com o homem.
A polícia informou que quem tiver alguma notícia de Antônio Siqueira da Silva pode ligar para o número (74) 3613-8220, da delegacia de Juazeiro. Não é preciso se identificar. (fonte: G1-BA/foto: TV São Francisco), (C.Britto).
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Enem: alunos reclamam de questões longas e do tema da redação

Enunciados longos dificultaram a vida dos candidatos


Denis diz que foi na 'dedução' nas questões que não sabia
Denis diz que foi na 'dedução' nas questões que não sabiaDinalva Fernandes/R7 - 05.11.2017



Os primeiros estudantes que enfrentaram as provas deste domingo (5) do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e deixaram os locais de exame, por volta das 16h, reclamaram dos longos enunciados das questões e do tema inesperado da redação — Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil.
Na faculdade Uninove da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, os candidatos que conversaram com a reportagem disseram que esperavam, para a redação algo ligado à violência, como ocorreu no ano passado, quando o tema proposto foi intolerância religiosa.
Uma aluna, que não quis se identificar, afirmou que os textos de apoio não ajudaram muito na redação. João Pedro Curi, de 17 anos, que pretende cursar administração disse ao R7: "Achei o tema polêmico, mas tem relevância. Confesso: fiquei surpreso".
Barbara Petrin, de 18 anos, presta o Enem pela segunda vez e pretende cursar gastonomia, considerou a prova fácil. "Achei a prova simples, a redação foi tranquila. Gostei do tema. Agora só quero ver na semana  que vem: exatas. Vou chutar tudo!"
Quanto às questões, os estudantes disseram que textos eram extensos antes das perguntas em si. Na prova de linguagens caiu bastante sociologia, inclusive com a citação a Karl Marx.
Apesar das dificuldades, estudantes disseram que, por conta do Enem ser aplicado em dois finais de semana, melhorou um pouco porque permite um certo descanso entre as provas.
O tecnólogo em administração Denis Jarbas, de 21 anos, quer fazer faculdade de administração. Com um sorriso nervoso, ele disse ao R7 que estava não foi fácil. “Eu achei bem difícil, mas deu para fazer. Caíram muitas questões que eu não sabia, então, fui na dedução”, revela.
Campeonato Brasileiro
A partida entre Corinthians e Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro, foi motivo para a estudante Direito Gabriela frutuoso, de 19 anos, deixar o local de prova mais cedo. Cursando o 3º ano da faculdade em uma universidade privada de São Paulo, ela quer tentar o Fies para se livrar da mensalidade.
Gabriela diz ter feito a redação em uma hora e correu para terminar a prova o quanto antes só para ver o jogo do Palmeiras. Ela até usava uma camiseta do time de coração, mas não quis ser fotografada.(R7).

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LULA DISPUTARÁ A ELEIÇÃO MESMO SE FOR CONDENADO

Foto: Ricardo Stuckert

O PT está convencido de que, mesmo condenado em segunda instância, o ex-presidente Lula disputará ao menos a metade do primeiro turno da eleição de 2018.
O partido vai empunhar tese segundo a qual nem um veredito desfavorável seria impeditivo para o registro da candidatura. Se o Ministério Público quiser tirá-lo do páreo, dizem aliados, terá que fazer uma caçada pública. O foco do petista é permanecer na dianteira das pesquisas para dramatizar ainda mais o movimento.
O caminho do enfrentamento político a uma decisão judicial ganhou força e se tornou unânime após parecer do professor Luiz Fernando Casagrande Pereira, entregue ao partido em outubro.
O grande problema do PT será convencer os aliados a encarar a empreitada de alto risco. Dirigentes da sigla já têm um discurso pronto: em qualquer circunstância, Lula será um cabo eleitoral de peso, não só para quem herdar sua vaga na chapa, mas também para candidatos a deputado.(247).
As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.

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36% dos delegados de Pernambuco não investigam crimes


Dos 382 delegados que estão na ativa, 36% deles não estão investigando os crimes que são registrados em Pernambuco. Ao invés de estarem trabalhando para identificar motivações e autorias de homicídios, abusos sexuais ou assaltos, por exemplo, esses profissionais acumulam funções administrativas. A denúncia faz parte de um relatório publicado pela Adeppe (Associação de Delegados de Polícia do Estado).
“Quando é lançado edital para concurso de delegado de polícia, observa-se no documento que a atribuição do cargo é a de investigação de crimes. Entretanto, em Pernambuco, essa não é a função precípua do delegado. A criação de departamentos especializados gerou uma ampliação desmedida de funções, afastando os delegados da atividade fim. A ampliação do número de delegados seccionais é um bom exemplo. Pulou de 12 para 26”, denunciou a categoria.
Ainda segundo a Adeppe, esse não é o único entrave que provoca o aumento da violência desenfreada em Pernambuco – em apenas nove meses foram 4.145 mortes registradas. As instalações físicas precárias das delegacias, assunto denunciado com frequência pelo Ronda JC, também é alvo de críticas da associação.
“Os imóveis que sediam as unidades da Polícia Civil consomem, anualmente, quase R$ 6 milhões dos cofres públicos. Recursos valiosos que poderiam subsidiar a construção de pelo menos 10 novas delegacias todos os anos. Além dos imóveis, veículos e equipamentos de informática também são alugados, gerando gastos que dificultam a modernização da instituição”.
Enquanto delegados exercem funções administrativas, outros se desdobram acumulando a titularidade de delegacias. Em junho deste ano, um delegado assumiu quatro delegacias de municípios diferentes do Estado. (Ronda JC),(Via: Edenevaldo Alves).

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PCDOB NÃO FECHA COM LULA E LANÇA MANUELA D'ÁVILA À PRESIDÊNCIA EM 2018

Reprodução/Facebook | Ricardo Stuckert

O PCdoB, que apoiou o PT em praticamente todas as eleições presidenciais desde a redemocratização, decidiu lançar candidatura própria à presidência da República, em 2018.

O nome escolhido é o da deputada estadual Manuela D'Ávila, a mais votada do Rio Grande do Sul. "Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torna-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho", aponta a nota do PCdoB.

Em artigo publicado ontem no 247, Ricardo Cappelli, ex-presidente da União Nacional dos Estudantes, secretário do governo do Maranhão em Brasília e militante do PCdoB defendeu o apoio a uma chapa Lula-Ciro (leia aqui).

Abaixo, a nota de hoje do PCdoB:

1. O Partido Comunista do Brasil decidiu na data de hoje lançar a pré-candidatura de Manuela D’Avila à presidência da República. 

2. Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torna-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho. 

3. Manuela d’Ávila é jornalista, tem 36 anos e é deputada estadual desde 2014, a mais votada naquele pleito. Cumpriu dois mandatos como deputada federal, tendo tido, nas duas ocasiões, a mais votada do Rio do Grande do Sul. Em 2010, teve mais de 400 mil votos, o que representou 8,06% dos sufrágios. Foi líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, indicada três vezes pelo DIAP como uma das 100 “Cabeças” do Congresso e cinco vezes ao Prêmio Congresso em Foco, que premia os melhores parlamentares do Brasil. Na Câmara Federal, Manuela foi autora da Lei do Estágio e relatora do Vale-Cultura e do Estatuto da Juventude, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi coordenadora da bancada gaúcha. 

4. Será convocada, na quarta-feira, uma entrevista coletiva com a deputada Manuela D’avila e a presidenta do PCdoB, Luciana Santos na qual mais detalhes serão oferecidos à imprensa.(247).



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Mais de 6,7 milhões fazem primeira prova do Enem hoje; conheça as regras

A segunda prova será no dia 12 de novembro, com questões de matemática e ciências da natureza
Aulão Solidário no Teatro Ulysses Guimarães revisa conteúdo para estudantes que fazem provas do Enem neste fim de semana
Aulão Solidário no Teatro Ulysses Guimarães revisa conteúdo para estudantes que fazem provas do Enem neste fim de semanaFoto: Wilson Dias/Agência Brasil



Hoje (5) é o primeiro dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os 6,73 milhões de candidatos inscritos vão fazer provas de redação, linguagens (língua portuguesa e língua estrangeira) e ciências humanas (geografia, história, filosofia, sociologia e conhecimentos gerais).

O exame começa a ser aplicado às 13h30, no horário de Brasília, e os candidatos terão cinco horas e 30 minutos para concluir a prova. Além da redação, a prova terá 90 questões objetivas.

Foi resolvida neste sábado (4) a disputa jurídica em relação à redação: decisão da ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu a suspensão da regra que proibia o desrespeito aos direitos humanos na redação. Assim, ainda que o texto seja ofensivo aos direitos humanos, ele não receberá nota zero. O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) decidiram acatar a decisão do STF e não vão recorrer, em nome da segurança jurídica e da tranquilidade de quem vai fazer o exame.

Leia também:
O que você precisa saber sobre as provas do primeiro dia do Enem
Inep diz que não vai recorrer de decisão do STJ sobre redação do Enem
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A segunda prova será no dia 12 de novembro, com questões de matemática e ciências da natureza. Este é o primeiro ano que o Enem é realizado em dois domingos consecutivos. Até o ano passado, as provas eram realizadas em um único fim de semana, sábado e domingo.

Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário de Brasília. Com o horário de verão e diferenças de fusos horários, os estudantes precisam ficar atentos, pois vários estados estão com a hora local diferente da capital federal. A aplicação do exame começa 30 minutos após o fechamento dos portões.

Para fazer a prova é fundamental apresentar documento de identidade original com foto e usar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Outra cor de tinta impossibilita a leitura óptica do cartão de respostas.

É proibido o uso de celular ou qualquer aparelho eletrônico durante as provas. Os aparelhos terão de ser colocados em um porta-objetos com lacre, que deverá ficar embaixo da cadeira até o fim das provas.

O aluno poderá deixar o local após duas horas do início da prova. Só é possível sair com o caderno de questões nos últimos 30 minutos antes do fim das provas. Caso descumpra qualquer uma dessas regras, será eliminado.(Folhape).



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TEMA DA REDAÇÃO DO ENEM SURPREENDE PROFESSORES



Sabrina Craide - repórter da Agência Brasil

O tema da redação deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreendeu professores que trabalharam na preparação dos alunos. Na prova que está sendo aplicada hoje (5), os candidatos deverão falar sobre os desafios para formação e educacional de surdos no Brasil.

O professor de redação Márcio Calixto, da escola Dínamis, do Rio de Janeiro, disse que esse não era um tema esperado. "Apesar de muito ter se falado sobre inclusão, mas principalmente dos portadores de necessidades especiais de uma maneira ampla, não dos surdos de forma específica. Não é um tema tranquilo de ser escrito, o aluno vai ter que se dedicar para poder encontrar os argumentos", disse.

Calixto avaliou o tema deste ano como "extremamente humano e muito bem-vindo". "Os temas do Enem têm sido sempre muito humanos, e eles não fugiram dessa característica. São temas que pedem uma proposta de intervenção, exigem do candidato uma visão mais completa, mais humana e mais empática, de se colocar no lugar do outro que precisa de ajuda."

A coordenadora de Redação do Colégio Sigma, de Brasília, Carolina Darolt, disse que a preparação dos alunos não envolveu essa questão específica. "Ninguém foi tão a fundo assim, abordando uma questão tão específica. Nós falamos sobre questões de minorias, de educação de maneira geral, sobre as deficiências", contou.

Mesmo assim, ela avalia que o tema não é difícil, mas vai exigir que o candidato preste atenção nos textos oferecidos para subsidiar a redação. "É um tema muito tranquilo, mas vai exigir que o participante faça uma leitura atenta da coletânea. Se não ele corre o risco de abordar o tema tangencialmente, de falar sobre educação, sobre minorias, e esquecer de pontuar a questão da educação para os surdos. Essa é a única dificuldade."

Para ela, a mudança nas regras do Enem, que agora não permitem mais atribuir nota zero para quem desrespeitar os direitos humanos, não vai atrapalhar na elaboração da prova. "Ainda mais com esse tema tão específico, é muito pouco provável que alguém vá atacar os direitos humanos. Se fosse outra questão como penitenciárias, teria mais chances. Com esse tema de educação para os surdos, foge um pouco dessa polêmica dos direitos humanos."

O tema da redação deste ano segue a tendência das últimas edições do Enem, que costuma abordar temas sociais. No ano passado, o tema foi Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil. Violência contra a mulher, publicidade infantil, Lei Seca e movimento imigratório também foram abordados nos últimos anos.

Hoje (5) é o primeiro dia de prova do exame, e também terá provas de linguagens e ciências humanas. Os candidatos têm cinco horas e 30 minutos para concluir a prova. O exame começou a ser aplicado às 13h30, no horário de Brasília, para cerca de 6,7 milhões de candidatos em todo o país.(247).




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SemiáridoShow 2017. Evento apresenta Turismo Rural como opção de renda para a região


A Feira SemiáridoShow 2017 tem programado eventos que vão debater alternativas de valorização da paisagem e da cultura das áreas secas no interior do Nordeste. Um deles será o seminário ”Turismo rural: Opção de Ocupação e Renda no Semiárido”. O objetivo é fomentar a estruturação da atividade que tem potencial para promover mudanças expressivas na qualidade de vida, na conservação do meio ambiente e estimular o empreendedorismo individual ou comunitário.
Uma das organizadoras do evento, Gislane Gava, professora do Instituto Federal Sertão Pernambucano (IF-Sertão), explica que a Caatinga, bioma exclusivo do Brasil, “tem aspectos naturais, históricos e culturais muito originais que, por si sós, têm vasto apelo turístico”.
Atualmente, afirma, são vários os roteiros espalhados pelas áreas rurais da região que atraem visitantes vindos de diferentes estados do país e até do exterior em busca de bens e serviços agrícolas.
Esse é um turismo que põe as pessoas em contato direto com atividades rurais e os usos e costumes da população local, diz Nadja de Araújo Batista, que atua há mais de 20 anos como guia de turismo no Submédio do Vale do São Francisco. É um desafio que, se bem resolvido, garante o sucesso de empreendimentos nessa área, que complementam as atividades rurais tornando-as rentáveis e atrativas. É a definição de roteiros que, previamente trabalhados e organizados, favoreçam a interação do visitante com o cotidiano do sertanejo nas suas muitas atividades e dinâmicas sociais.
De maneira geral, uma forma de proporcionar esses encontros são os passeios pelas “surpreendentes” e variadas “indústrias caseiras” comandadas por hábeis cozinherias/os que, não poucas vezes, processam artesanalmente queijos frescos, doces e manteigas, com base em receitas experimentadas por gerações de uma mesma família, além da saborosa gastronomia regional. Outro diferencial é a cultura popular e suas festas tradicionais que de forma genuína podem ser vivenciadas pelos visitantes, destaca Nadja….
De acordo com professora do IF-Sertão, os negócios em torno desse comércio quase sempre informal, se estende também ao extrativismo de frutas nativas de época, ao cultivo de hortas e passeios em meio natural e representam percentual expressivo na composição de renda dos agricultores e de suas comunidades.
A programação do seminário articula segmentos importantes da área e põe em discussão o universo de possibilidades que possui para fomentar o desenvolvimento rural. Em pauta, temas como os sistemas agrícolas tradicionais, ambiente de negócios e geração de renda a partir dessa atividade, que serão abordados por especialistas da Embrapa, do IF-Sertão, da SECULTE (Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes de Petrolina-PE) e da CRIAtur.
O evento ainda terá espaço para demonstração de práticas que estimulam esse turismo no estande da Criatur instalado na área dinâmica da Feira. O público convidado é um dos aspectos relevantes para que se alcance um dos objetivos do seminário: a criação de “um grupo de trabalho representativo para pensar o turismo rural em consonância com a área urbana e definir propostas para o seu desenvolvimento com responsabilidade e sustentabilidade”, explica Gislane Gava.
Para o seminário é esperado a presença de agricultores, empresários instituições de desenvolvimento e fomento, organizações governamentais e não-governamentais – ONGs, estudantes e profissionais das áreas agrárias de administração, turismo, hotelaria, gastronomia. além de empreendedores potenciais e profissionais interessados sobre o tema.
De acordo com Gilberto Pires, técnico da Embrapa Semiárido, o tema do seminário foi escolhido inspirada na decisão da Organização das Nações Unidas (ONU) que declarou 2017 o Ano Internacional do Turismo Rural e solicitou a sua discussão em eventos de grandes proporções.
A Organização Mundial do Turismo estima que, atualmente, pelo menos 3% de todos os turistas do mundo orientam suas viagens para o turismo rural. Prevê também que o crescimento anual de aproximadamente 6% denota uma nova tendência global, onde o turista, ao viajar, deixa de ser mero expectador para vivenciar experiências que levam a ter maior inserção no meio rural, um contato mais personalizado e, sempre que possível, uma participação nas atividades desenvolvidas, nos usos e costumes de vida da população do campo, explica Gislane. (C.Geral).
Acesse aqui para conhecer a programação completa da 7ª edição do SemiáridoShow.

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FHC PEDE PSDB FORA DA PINGUELA TEMER E DIZ QUE LULA DEVE SER CANDIDATO

Beto Barata/PR | Ricardo Stuckert


Em seu artigo mensal, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, oráculo da centro-direita brasileira, pede que o PSDB desembarque do governo de Michel Temer – que ele chamava de "pinguela" e que se mostrou desastroso em todos os aspectos: tanto econômico, como moral. 
"Ou o PSDB desembarca do governo na Convenção de dezembro próximo, e reafirma que continuará votando pelas reformas, ou sua confusão com o peemedebismo dominante o tornará coadjuvante na briga sucessória", diz ele. Ressentido em relação ao ex-presidente Lula, FHC prevê sua candidatura, mas também sua derrota; "Melhor é supor que Lula dispute as próximas eleições. Suas chances de vitória não são grandes", afirma. Confira abaixo: Hora de decidir Fernando Henrique Cardoso
Depois da segunda negação pela Câmara de abertura de inquérito para investigar o presidente da República, é de se presumir que este capítulo esteja encerrado. Independentemente do juízo sobre o acerto da decisão da Câmara, a opinião pública cansou do tema.
As pesquisas parecem apontar nessa direção e indicam certo ceticismo sobre os resultados da Lava-Jato e de outras operações de investigação, que, não obstante, continuam a contar com o apoio da sociedade. O clima é de descrença e desânimo. Sendo assim, olhemos para o cotidiano e suas agruras. O governo se esforça para demonstrar que a economia está melhorando. Os dados confirmam a tendência, a mídia repercute, e o povo, como disse Aristides Lobo quando da Proclamação da República, “assiste bestificado” ao que ocorre. Não nos iludamos, porém. Nas sociedades atuais, com a mídia social em constante evolução, um fio desencapado pode reavivar velhos rancores e esperanças. Só que isso é imprevisível.
Melhor, portanto, nos concentrarmos no que é provável que aconteça: as vistas políticas se voltarão para as eleições de 2018. Até lá, por mais alguns meses pelo menos, a pauta das reformas, por desnaturadas que sejam, continuará a ser importante, ocupará os partidos, a mídia e a opinião interessada. Assim como a carruagem da economia continuará a andar e embalará as discussões dos que dela entendem ou pensam entender. O povo, olhando de soslaio, verificará se a melhora proclamada bate em seu bolso e em suas expectativas. Não nos enganemos: por mais que as estruturas de poder continuem ativas, as marcas do que aconteceu nos últimos anos serão grilhões nos pés de partidos e candidaturas. Nem o PT se livrará dos muitos malfeitos que cometeu e das ilusões que enterrou, nem o PMDB sacudirá a poeira de haver formado parte não só da onda petista como de seus descaminhos, nem o PSDB deixará de pagar por ter dado a mão ao governo Temer e de têla chamuscado por inquéritos. Falo dos principais, mas a história dos demais não é muito diferente da percorrida pelos maiores partidos.Apenas os mais radicais, posição que antes era domínio exclusivo da extrema esquerda e hoje é disputada pela extrema direita, talvez possam dizer: desta água eu não bebi!
Argumentos há para defender os que se juntaram no impeachment ao governo petista, como os há para os que apoiaram o intermezzo peemedebista. Melhor manter a coerência e sustentar as razões do apoio a ambos. Daqui por diante, contudo, o capítulo é o futuro. É diante dele que os partidos terão que se posicionar. Falemos claramente: o PT está com a sorte colada à de Lula, a qual está nas mãos da Justiça. Não torço pela desgraça alheia. Não sou juiz, não quero e não devo opinar na matéria. Melhor é supor que Lula dispute as próximas eleições. Suas chances de vitória não são grandes. Derrotei Lula duas vezes quando ele já era um líder partidário de massas. Por que ganhei? Porque Lula e seu partido se isolaram no que imaginavam ser a classe trabalhadora, com seus porta-vozes intelectuais. Quando Lula ganhou minha sucessão foi porque ele e seu partido, com a Carta aos Brasileiros e outras ações mais, se aproximaram da classe média e saíram do gueto, alargando sua base de apoio original. Desenhada a vitória e alcançado o poder, o establishment se juntou aos vitoriosos, sem temor de ser prejudicado. Hoje, Lula e seu partido voltaram para suas trincheiras originais. Incomodando sua sucessora, tentarão relembrar os dias gloriosos da bonança econômica para que o eleitorado se esqueça dos escândalos de corrupção, das desventuras a que levaram a sociedade e da recessão que produziram na economia. São competidores, portanto, derrotáveis. A depender, como sempre em eleições, de saber que partidos elíderes formarão os “outros lados”. Nestes poderão estar os que jogam “por fora” dos grandes partidos, como Marina e, em sentido menos autêntico e mais costumeiro, candidaturas “iradas”, tipo Ciro Gomes. Só que no momento desponta outra candidatura ainda mais “irada” e mais definida no espectro político, a de Bolsonaro. Dele sabemos que é “linha-dura” contra a desordem e a bandidagem, mas pouco se sabe —ao contrário de Marina — sobre o tipo de sociedade de seus sonhos (e meus pesadelos...). Pode surgir um easy rider? Pode. Mas é preciso esperar para ver. Sobra avaliar qual partido mais pode apresentar candidaturas válidas. O PMDB faz tempo que maneja o Congresso e sabe imiscuir-se na máquina pública, mas não parece ser um time pronto a disputar a pole position. O DEM, o PSB ou o PSD e os demais não têm nomes fortes para a cabeça de chapa, embora possam pesar se ingressarem em um conglomerado que seja “centrista”, mas olhe à esquerda, por mais que tal ginástica custe a alguns deles. E o PSDB? Pode apresentar algum nome competitivo. Mas precisa passar a limpo o passado recente. Deveria prosseguir no meaculpa apresentado na televisão sob os auspícios de Tasso Jereissati, sem deixar de dar a consideração a quem quase o levou à Presidência. É hora de decidir e não de se estiolar em “não decisões”. É hora também de juntar as facções internas e centrar fogo nos adversários externos. Não há como negar o apoio dado ao governo atual. A transição política exigia repor em marcha o governo federal, o que foi feito em áreas significativas. Politicamente, contudo, há um ponto crítico e alguma decisão deverá ser tomada: ou o PSDB desembarca do governo na Convenção de dezembro próximo, e reafirma que continuará votando pelas reformas, ou sua confusão com o peemedebismo dominante o tornará coadjuvante na briga sucessória. Terá cara renovada em 2018? Os cabelos não precisam ser tingidos, mas a alma deve ser nova, para que a coligação que formar ganhe credibilidade e possa virar a página dos desastres recentes.(247).


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FILHO DE BOLSONARO SUGERE QUE ESTUDANTES SE REFIRAM A DIREITOS HUMANOS COMO ESTERCO DA VAGABUNDAGEM


“DICA PARA A REDAÇÃO DO ENEM QUANDO BOLSONARO FOR ELEITO PRESIDENTE EM 2018 – direitos humanos: esterco da vagabundagem.”, tuitou o vereador Carlos Bolsonaro.
A possibilidade de afrontar os direitos humanos sob o guarda chuva da “liberdade de expressão” sem ser punido e, mais do que isso, a demonização do conceito de direitos humanos sempre associado à “vagabundagem” é uma velha pauta dessa ultradireita que encabeça projetos lunáticos e retrógados como o “escola sem partido”.
Para se ter uma ideia, a decisão da ministra Cármen Lúcia nega um pedido da PGR para suspender a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que determinou recentemente a revogação da regra prevista no edital do exame. A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por sua vez, atendeu a um pedido da Associação “Escola Sem Partido”, que alegou que a regra atentava contra a liberdade de expressão.
Bolsonaro é o mais popular defensor do “escola sem partido”, proposta que vem sendo discutida em inúmeras assembleias estaduais e que visa limitar a liberdade pedagógica dos docentes com base na falácia de que eles estariam “doutrinando” os alunos com ideologias de esquerda. A ideia já foi rechaçada e criticada pela maior parte dos conselhos e entidades educacionais mais respeitadas do país.(247).

DICA PARA A REDAÇÃO DO ENEM QUANDO BOLSONARO FOR ELEITO PRESIDENTE EM 2018 - direitos humanos: esterco da vagabundagem.

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Construção de cisternas e barreiros permitirá maior oferta de água em Campo Alegre de Lourdes (BA)


O Projeto Cisternas, executado pelo Consórcio Sustentável do Território do São Francisco (Constesf), chegou ao município de Campo Alegre de Lourdes para beneficiar as famílias atingidas pela seca. Com apoio da prefeitura municipal, o Constesf irá construir cerca de 140 tecnologias sociais que irão proporcionar acesso à água de qualidade e à segurança alimentar.
As tecnologias, destinadas à produção de alimentos e à criação de pequenos animais, serão divididas em dois tipos: cisternas de enxurrada ou produção, com capacidade para armazenar até 52 mil litros de água, e os barreiros, que garantem até 500 mil litros.
“O nosso objetivo é que, através das cisternas e dos barreiros, as famílias possam captar água durante o período de chuva para que tenham água de qualidade para manter seus animais e plantar o ano todo, o que garante mais renda aos pequenos produtores. Tecnologias como essas são fundamentais para quem vive no semiárido”, explica o presidente do Constesf, Genário Rabelo.(Via: Edenevaldo Alves).

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GOLPE CONTRA DILMA COLOCOU O BRASIL ALÉM DO RIDÍCULO, DIZ VERÍSSIMO

Divulgação | Roberto Stuckert Filho/PR

Um dos maiores nomes da cultura nacional, o escritor Luis Fernando Veríssimo avalia que o golpe contra a presidente Dilma Rousseff colocou o Brasil numa posição que vai além do ridículo.
Abaixo, um trecho de sua coluna:
O golpe contra Dilma que não ousou dizer seu nome foi “redículo”. O Supremo Federal teve suas recaídas no “redículo”. O Gilmar Mendes é “redículo”. O Congresso Nacional foi repetidamente “redículo”. O Temer é cada vez mais “redículo”.
Diante de uma eleição como promete ser a próxima, não encontraremos a palavra certa ou reduziremos tudo a um “redículo” no pior sentido. Ou então, como a menininha de Belém diante do aviário, nos maravilharemos com o espetáculo. Se houver eleição, apesar de tudo, será sinal de que nos,(247).


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