sexta-feira, 29 de setembro de 2017

LULA E BOLSONARO POLARIZAM DISPUTA EM 2018

Ricardo Stuckert | REUTERS/Ueslei Marcelino

 Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostra o ex-presidente Lula na liderança em todos os cenários para a disputa à presidência da República em 2018.
A pesquisa será divulgada na nova edição da IstoÉ e foi adiantada pelo jornalista Sérgio Pardellas, redator-chefe da revista, em seu Twitter.
Num cenário com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como candidato do PSDB, Lula tem 26,5% das intenções de voto, à frente de Jair Bolsonaro (20%), Marina Silva (9,8%) e o tucano, que tem 8,4%.
O ex-presidente do STF Joaquim Barbosa aparece neste cenário quase empatado com Alckmin, com 8,3%. Ciro Gomes tem 4,5%, o senador Álvaro Dias, 3,9%, e o ministro da Fazenda do governo Temer, Henrique Meirelles, 1,6%.
Em um cenário com João Doria disputando pelo PSDB, Lula continua na liderança, mas o tucano revela desempenho melhor que o governador e padrinho político: 11,5%.(247).

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Prefeito Paulo Bonfim inaugura Praça da Mônica totalmente reformada



Uma das praças históricas de Juazeiro foi completamente reformada pela Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR). A Praça da Mônica foi inaugurada pelo prefeito Paulo Bomfim nesta sexta-feira (29) acompanhado do titular da SEDUR, Anderson Alves, vereadores e secretários de governo.
Antes sem mesas de jogos, parque infantil, paisagismo, a praça tinha apenas um muro alto no meio da praça e uma Mônica desgastada. Com a reforma, foi entregue a população com canteiros, bancos e piso recuperados, muro central rebaixado para proporcionar maior visibilidade de toda a área, parque infantil, mesas e bancos para jogos; revisão da iluminação, paisagismo, e restauração do monumento da Mônica. A obra teve um investimento de aproximadamente R$ 84 mil, fruto de recursos próprios do município.
A inauguração contou com diversas atividades e brincadeiras, comandadas por palhaços, pula-pula e apresentação do coral de crianças da Escola Municipal Nossa Sra. das Grotas, a  participação de vários moradores, principalmente crianças, que se divertiram com a programação preparada especialmente para a inauguração.
O prefeito Paulo Bonfim ressaltou que além da Praça da Mônica outras Praças devem ser entregues à população muito em breve a exemplo da Praça principal do bairro Alto do Cruzeiro e a Praça São João, no distrito de Pinhões.
“Trabalhar na recuperação de praças é investir na qualidade de vida, no ser humano. Cada vez mais precisamos ter espaços agradáveis para que a sociedade tenha perto de sua casa bem-estar. A Praça da Mônica está plantada no coração de um bairro central, e é uma das mais antigas e históricas de Juazeiro. Estou muito feliz em entregar esse espaço a esses moradores para diversão, convivência, saúde e educação”, evidenciou o prefeito.
Para a moradora Rosângela Nascimento, o local será muito bem utilizado pelos moradores. “A praça é o nosso maior patrimônio, um espaço voltado para o divertimento, o lazer de todas as idades. Estamos muito felizes, todos que moram aqui, agora precisam zelar bem”, declarou a moradora.
A estudante Maria Eduarda tem apenas 10 anos, mas para ela a nova Praça da Mônica vai mudar a rotina dos moradores principalmente da escola onde estuda. “Agora vamos ter um lugar perto da escola para outras atividades. Agradecemos de coração ao prefeito por nos dar essa praça de presente. Muito obrigada prefeito Paulo Bonfim”, declarou emocionada a pequena Maria Eduarda.
“Só vejo comentários positivos dos moradores do bairro. Todo mundo está adorando e voltamos a ter um ponto de encontro para conversarmos e espairecer. Acompanhei a inauguração da praça no ano de 1979 e é com muita alegria que hoje estou aqui acompanhando a inauguração da reforma que nos entrega esse espaço maravilhoso”, disse José Mendes, funcionário público e morador há mais de 40 anos do bairro Alagadiço.
De acordo com o Secretário Anderson Alves, vários outros projetos para reforma de outras praças da cidade estão em andamento. “É uma determinação da gestão do nosso prefeito Paulo Bonfim, trabalhar sempre mais para a melhoria da qualidade de vida do juazeirense, e é essa determinação que tem pautado nosso trabalho a frente da SEDUR”, finalizou Anderson Alves. (Ascom),(C.Geral).

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TEMER ZERA REPASSES A AÇÕES CONTRA HOMOFOBIA

Reuters

 O governo Michel Temer reduziu a zero os repasses para programas contra homofobia e outras demandas LGBT em 2017. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos, a verba agora está sendo usada para campanhas de conscientização, informa reportagem do portal UOL.
O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais em todo o mundo. Em seis anos, de 2008 a 2014, 604 travestis e transexuais foram assassinadas aqui.
Dados da ONG Grupo Gay da Bahia mostra aumento dos assassinatos de LGBTs. Foram contabilizadas 227 mortes até 20 de setembro de 2017, média de mais de um assassinato por dia, maior média desde o início desse levantamento, em 2008.
Levantamento feito site de checagem de dados Aos Fatos mostra que os investimentos federais para ações de combate à homofobia saíram de pouco mais de R$ 3 milhões em 2008 para R$ 519 mil em 2016.
Esse dinheiro garantia convênios com cidades, estados e ONGs para a criação de centros de defesa da comunidade LGBT. Em 2016, último ano com dotação para esse tema, foram destinados mais de R$ 512 mil para as cidades de São Paulo e Sapucaia do Sul (RS) e para o Estado da Bahia.
Segundo levantamentos apontados pelo UOL, de 2008 a 2017, o governo federal desembolsou pouco mais de R$ 15,1 milhões para a agenda da defesa da população LGBT, dos quais R$ 9,1 milhões foram pagos nos últimos três anos do governo Lula. Em 2016, o repasse ficou em R$ 518 mil. Sobre 2017, porém, não há registro de pagamentos do governo para essas ações.
Em nota, o ministério afirmou gastar R$ 225 mil em diárias e passagens para integrantes do Conselho Nacional de Combate à Discriminação contra o Público LGBT. Neste ano, o Conselho LGBT se encontrou em quatro reuniões ordinárias e três extraordinárias.
Ao assumir a Presidência, em 2016, Temer reduziu a importância da Secretaria de Direitos Humanos. Sem status de ministério, a pasta foi incorporada ao Ministério da Justiça, perdeu autonomia orçamentária e foi alvo de cortes. Neste ano, contudo, Temer recriou o ministério, que tem à frente a jurista Luislinda Valois (PSDB). (247).

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CNI/IBOPE APONTA LULA COMO O MELHOR DA HISTÓRIA

Agência Brasil

Alvo de uma caçada judicial e midiática sem precedentes no País, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é apontado pela pesquisa CNI/Ibope como o melhor presidente que o Brasil já teve. 
Segundo o levantamento do Ibope com a avaliação mensal de cada presidente desde a redemocratização, Lula terminou seu segundo mandato, em dezembro de 2010, com 80% de avaliações ótimo e bom da população. Nenhum governante foi tão aprovado pela população. 
Os dados mostram que o ex-presidente José Sarney começou seu mandato com avaliação positiva de 71%, mas foi paulatinamente caindo até chegar a novembro de 1989 bem avaliado por apenas 9% dos brasileiros. 
Seu sucessor, Fernando Collor de Mello, assumiu o governo em 1990 com 59% de bom ou ótimo, mas após as denúncias que levaram ao seu impeachment, em agosto de 1992 Collor deixou a presidência com a apenas 12%. 
O presidente Itamar Franco, cujo governo foi responsável pelo Plano Real e a estabilização da moeda, terminou bem avaliado por 46% dos brasileiros. 
Ainda segundo o levantamento do Ibope, o presidente Fernando Henrique Cardoso iniciou o primeiro governo avaliado positivamente por 41% da população. O maior percentual de popularidade que FHC chegou a ter foi uma avaliação positiva de 51%, março de 1997. Terminou o primeiro mandato com 40% de bom ou ótimo, e o seu segundo mandato com apenas 22%. 
O ex-presidente Lula iniciou o primeiro mandato, em 2003, com avaliação positiva de 51%, o teto de FHC. Lula manteve uma regularidade e disputou a reeleição com aprovação de 57%. 
No segundo mandato, conforme a pesquisa Ibope/CNI, Lula registra uma ascensão paulatina, começando com 49% em março de 2007, subindo para 73% em dezembro de 2008, 75% em junho de 2010 e, ao entregar a faixa presidencial para Dilma Rousseff, o ex-presidente havia feito um governo bom ou ótimo para 80% dos brasileiros. 
A presidente Dilma Rousseff iniciou seu primeiro governo bem avaliada por 56% da população. Chegou a 63% de bom ou ótimo em março de 2013 e foi reeleita com 40% de aprovação. Após a campanha sistemática de sabotagem de seu governo pela aliaça entre o PSDB de Aécio Neves e o então presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), Dilma iniciou o segundo mandato com 13% de avaliação positiva, chegou a ter 9% em dezembro de 2015 e quando foi retirada da Presidência sem comprovação de crime de responsabilidade, ou seja, por meio de um golpe, tinha 10%. 
Já Michel Temer conseguiu bater todos os recordes de rejeição da população. Iniciou o governo com 13% de avaliação positiva e chegou a ter 14% em setembro do ano passado. De lá para cá, vem despencando de 10% em março deste ano, 5% em julho e atualmente encontra-se aprovado como ótimo ou bom por apenas 3% da população. 
Moral da história: o brasileiro reconhece em Lula o maior presidente que o País já teve, por isso Lula lidera em todas as pesquisas de intenções de voto. Enquanto Michel Temer, que chegou ao Poder de maneira ilegítima, é rechaçado pela população. (247).

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Em Juazeiro, Secretaria de Cultura divulga as 24 músicas classificadas para o Festival Edésio Santos da Canção


No último final de semana aconteceu, em Salvador, na sala de dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, a curadoria do Festival Edésio Santos da Canção, que classificou as 24 músicas concorrentes do festival que irá acontecer desse sábado(30) de novembro a 02 de dezembro, uma realização da Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes.
As 24 músicas classificadas foram publicadas no Diário Oficial desse dia 27 de setembro, e estarão disponíveis na secretaria e no site da Prefeitura. “Agora vamos preparar o Festival e organizar os ensaios com a banda base. Algumas pessoas ainda questionam o porquê da curadoria acontecer fora de Juazeiro, mas é que já houve a experiência de ser em Juazeiro e o resultado não foi bom, havia preferências nas escolhas, resultados eram vazados. Fazendo em outro local prezamos pela isonomia, de forma idônea, inclusive com curadores que já fazem esse trabalho constantemente”, afirma o Gerente de Cultura Ramon Raniere.
A curadoria foi composta por Eduardo Sepúlveda, vocalista da banda Diamba; pelo produtor e programador musical, Nairo Elo, além do produtor musical Luciano Rocha. Durante um dia inteiro eles ouviram as músicas e deram suas notas. “Havia muita coisa boa, mas também senti falta de criatividade em arranjos, tudo muito formatado. Percebo que faltou inovação, ousadia para um Festival, arranjos muito em cima de fórmulas já existentes.”, atenta Nairo Elo.
Para o produtor musical Luciano Rocha, o fato do Festival Edésio Santos ser realizado em uma cidade que é considerada Capital da Bossa Nova causa muita expectativa. “Em uma cidade que tem filhos ilustres como João Gilberto, Ivete Sangalo e Luis Galvão, o festival acaba causando expectativa grande e deixa um legado para as pessoas que moram em Juazeiro e para as pessoas que participam do evento. A Prefeitura está de parabéns por dar continuidade ao festival”, disse.
“Para quem não foi classificado, o conselho é tentar novamente. Acredito que às vezes a gente participa de um festival achando que aquilo que a gente fez é a melhor coisa do mundo, acha que a curadoria não valorizou direito as canções, mas nós fomos bem criteriosos, a gente ouviu as canções uma a uma. Outra coisa, as pessoas mandam as músicas sem se importar em fazer um arranjo, só com a voz e o violão. Tem que tentar nos trazer a música como se ela estivesse sendo gravada já para seu disco, para chegar com mais força”, conclui o Duda da Diamba. (Ascom),(C.Geral).

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Festa dos Vaqueiros deste ano pode bater recorde de participantes e de público


Nos próximos dias 29 e 30, Juazeiro se transforma na capital do vaqueiro, com a realização da 6ª edição da Festa dos Vaqueiros. A estimativa é de que 300 vaqueiros participem da festa que é promovida pela Federação de Vaquejada e Desenvolvimento Cultural Baiano (Fevaba), com o apoio da Prefeitura Municipal de Juazeiro.
O Superintendente de Eventos da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte do Município, Josenaldo Cícero (Naldinho do Kidé), um dos responsáveis pela organização do evento, lembra que “essa confraternização faz parte da cultura de Juazeiro e é contada desde o momento em que o índio e o vaqueiro encontram a imagem de Nossa Senhora das Grotas. O vaqueiro integra a nossa paisagem e escreve a nossa história trazendo a zona rural para os limites da cidade”.
Para Adilson Nunes, presidente da Fevaca, o acontecimento também serve para fortalecer cada vez mais a classe, agora reconhecida por Lei Federal, de autoria do juazeirense Edson Duarte, e é pano de fundo para a comemoração do Dia Municipal do Vaqueiro.
De acordo com o dirigente, “mesmo em época de vacas magras como agora, é de se louvar a tenacidade e desprendimento do vaqueiro nordestino, que abdica por uns momentos seus afazeres diários na labuta para participar dos festejos de sua classe”. Adilson também ressalta o zelo que os vaqueiros têm com seus animais e indumentárias que os identificam mundialmente.
Os organizadores avaliam uma forte presença popular nos dois dias, para assistir às apresentações dos artistas no palco armado na Avenida Flaviano Guimarães, superando a última edição, quando no mesmo espaço um público entre seis e oito mil pessoas cantaram até o último acorde na madrugada.
Confira a programação de 2017:
Dia 29/09
19h00 – Matheus do Acordeon, Júlio do Acordeon e Tinho do Acordeon
Dia 30/09
07h00 – Café da manhã dos vaqueiros no Ginásio de Esporte
08h00 –  Saída do desfile cívico
11h00 –  Missa na Igreja do São Geraldo
14h00 –  Almoço dos Vaqueiros no Ginásio de esportes
15h00 –  Shows com Chico Justino, Sérgio do Forró, Esquema 2, Rasga Tanga, Acácio e André Mendes. (Ascom),(C.Geral).

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Governo de Pernambuco inicia formação de mais 1,3 mil PMs

(foto/divulgação)

Depois de colocar nas ruas 1.500 policiais militares, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), dá início à segunda turma dos aprovados no concurso da Polícia Militar de 2016. São mais 1.322 policiais para a segurança pública, entrando em operação em abril de 2018. Os novos alunos foram recepcionados pelo Governador Paulo Câmara, durante solenidade no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, na manhã de hoje (29).
A primeira semana, chamada de semana zero, é a apresentação da nova turma. Verificamos documentação, providenciamos os uniformes e materiais necessários e dividimos as turmas. A partir da aula inaugural, serão 1.044 horas-aulas, com capacitação, teórica e prática, sobre os diversos temas relacionados ao desempenho do trabalho policial, como as técnicas de policiamento ostensivo, abordagem, inteligência de segurança pública e defesa pessoal, além de temas fundamentais para o bom desempenho da profissão junto à população, como gerenciamento de crises, resolução de problemas, direitos humanos, ética e cidadania”, detalha o secretário Antônio de Pádua.
Este será o quarto curso de formação de praças e oficiais realizado durante a Gestão Paulo Câmara, onde as aulas serão iniciadas na primeira semana de outubro. O Governo já incorporou 2,8 mil profissionais à PM de janeiro de 2015 para cá. Desde o início do Pacto pela Vida, em 2007, são 11 mil militares formados e integrados à corporação.
Assim como na PM, a Polícia Civil e a Polícia Científica também estão sendo reforçadas. Na próxima segunda-feira (02), às 9h, no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções, em Olinda, 1.283 aprovados em concurso participam da aula inaugural do curso de formação para os respectivos órgãos. No total, são 850 novos policiais civis, dentre delegados, agentes e escrivães; e 433 profissionais para a Científica, dentre peritos criminais, médicos legistas, papiloscopistas e auxiliares de legista e perito.(C.Britto).

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DEGRADAR O RIO É DEGRADAR O BRASIL

Divulgação | ABr

No melhor livro que eu já li sobre o Rio ("O Rio de todos os Brasis", Editora Record), Carlos Lessa aborda o tema de como um dos esportes favoritos da elite do dinheiro no Brasil, é degradar a imagem do Rio de Janeiro, é uma outra forma de degradar o Brasil, de baixar nossa auto estima, de jogar a imagem do Brasil, aqui e la fora, pra baixo.
Por tudo o que o Rio representa para o Brasil. Não só suas belezas extraordinárias, mas também porque os brasileiros de todo o país sempre se debruçaram sobre o Rio como uma referência fundamental no Brasil. Sempre torceram para times do Rio, sempre olharam para as praias do Rio, para o carnaval, como referência fundamental para a nossa identidade como país.
É certo que, depois de deixar de ser capital, tendo sido uma cidade basicamente administrativa e não produtiva, o Rio entrou em decadência em termos econômicos, comparado com a pujança de São Paulo.
Mas, com todos os seus méritos – em termos sociais, culturais, por exemplo -, São Paulo nunca se reivindicou seu o centro de referência para o Brasil. O maldito espírito de 1932, de uma aristocracia que se considera "locomotiva da nação", arrastando a vagões preguiçosos, nunca foi superado por sua elite, que tem uma visão preconceituosa sobre o Brasil. Veja-se como, até agora, FHC, Cantanhêde, como expressões atuais desse ranço, se referem ao nordeste como "mal informado", como gente que não levaria em conta as denúncias sobre corrupção sobre o Lula, etc.
A imensa quantidade de gente que tem ido para São Paulo, especialmente desde os anos 1950, nordestinos, caipiras do interior do estado, levas de imigrantes, costumam ter uma atitude instrumental da cidade de São Paulo. Em geral não gostam da cidade, dura para viver, costumam dizer que assim que fizerem um pé de meia voltam, pro nordeste ou pro interior do estado.
Especialmente nos governos neoliberais de Collor e de FHC, a degradação da imagem do Brasil se projetou fortemente sobre o Rio. Gente da elite – como o Jabor, a Danuza – se bandearam para São Paulo, se encantaram com a grana da burguesia paulista, passaram a escrever na Folha, desancando o Rio de Janeiro.
O neoliberalismo, como o reino do dinheiro, que instalou mais de 100 agências de bancos só na Avenida Paulista, parecia ser definitivamente o reinado de São Paulo – da São Paulo da grana – sobre cidades como Rio, cheia ainda de espaços públicos, impossíveis de serem privatizados e tornados parques temáticos por grandes corporações internacionais – a começar pelas próprias praias. Enquanto ainda sobrevivem esses espaços públicos e outros, o Rio não é avassalado como São Paulo tem sido por grandes empresas privadas e seus "centros culturais" de bancos na Avenida Paulista, enquanto no Rio esses centros são do Banco do Brasil, da Caixa Econômica.
Um intelectual paulista, ultra esquerdista, me confessou que não vinha ao Rio há 15 anos, mesmo tendo parente próximo vivendo aqui. Não lhe perguntei, enquanto isso, quantas vezes tinha ido a Paris, a Nova York, mas certamente foram várias dezenas de vezes. Estão de costas pro Brasil, ao estar de costas pro Rio.
Depois de ter tido degradada sua imagem durante os governos neoliberais, quando o neoliberalismo volta, o Rio volta a ser vítima da política do dinheiro, da grana viva, que se concentra onde estão os bancos, que degrada tudo o que é público, seja empresas, serviços ou espaços. A crise atual do Rio é continuidade daquela que degrada o Rio como parte da degradação do Brasil. Que odeia o Rio como odeia o Brasil. Que se valeu do governo do Rio como forma de dilapidar o patrimônio do estado.
Que trata o Rio como uma cidade doente, terminal, que tem que ser acudida contanto que termina de dilapidar seu patrimônio público, que trata suas universidades e toda sua educação como dispêndios de recursos que desequilibram as contas públicas. Que consideram que o tráfico no Rio é um problema do Rio e não do Brasil.
São Paulo só pode se conciliar com o Brasil quando tiver governos de esquerda, que superem a identidade de São Paulo vinculada aos bandeirantes – na verdade, exterminadores de índios – e a 1932 – "a questão social é questão de polícia", segundo Washington Luis -, e resgatam as outras identidades de São Paulo, uma cidade tão plural, acolhedora para todos que chegam, uma cidade do trabalho, dos trabalhadores, dos professores da rede pública, das universidades públicas, dos sindicatos, dos centros culturais, de tanta coisa extraordinária.
Uma São Paulo que possa se sentir parte integrante do Brasil e não sua locomotiva, que tenha uma relação fraternal e não discriminatória com todo o pais. Para isso precisar de uma mídia democrática, de governos democráticos, precisa de políticas sociais durante muito tempo, que a humanizem. E que olhe para o Rio como uma irmã.(247).

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Preocupante: Vara da Infância e Juventude de Petrolina registra mais de 100 casos de automutilação


A Vara Regional da Infância e Juventude de Petrolina divulgou um número preocupante relacionado a adolescentes na cidade. O órgão acompanha atualmente 105 ocorrências de jovens que apresentam comportamento autodestrutivo nas escolas públicas da cidade. Os casos coincidem com o mês de prevenção do suicídio (Setembro Amarelo) e estão sendo monitorados pela unidade judiciária.
Em maio, a Vara da Infância e Juventude encaminhou a Orientação 001/2017 para profissionais de educação e de saúde sobre os procedimentos a serem adotados em situações que envolvam comportamentos autodestrutivos em crianças e adolescentes. A ação faz parte do Projeto Previne (Prevenção de Violência nas Escolas) e tem o objetivo de minimizar este tipo de demanda no ambiente escolar.
De acordo com a psicóloga do Núcleo Psicossocial, Andrea de Gois Alcântara, as ações contribuem para preservar a integridade física e mental dos jovens. “Eles precisam de atendimento especializado e os pais e educadores precisam de orientação para identificar os sinais e buscar ajuda profissional“, explica a psicóloga.
A Vara da Infância enviou às escolas ficha de monitoramento para identificar mais rapidamente os casos de vulnerabilidade. Nos meses de outubro e novembro serão realizadas palestras e oficinas para orientar os pais dos jovens que forem enquadrados nessa situação.(C.Britto).

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AFINAL, O PT É UM PARTIDO OU UMA SEITA?

Ricardo Stuckert

"Somos um partido político sob a liderança de pessoas de carne e osso ou somos uma seita guiada por uma pretensa divindade?", questionou o ex-ministro Antonio Palocci, hoje delator na Operação Lava Jato, na carta em que pede sua desfiliação do PT.
Palocci, todos sabem, sempre foi de carne e osso. Já era quando, ainda ministro da Fazenda, foi flagrado numa mansão de lobby em Brasília, frequentada por garotas de programa. Continuou de carne e osso quando, eleito deputado, assumiu o risco de ser também consultor de empresas durante os governos do PT – o que fatalmente levantaria suspeitas sobre eventual tráfico de influência. Afinal, por maior que fosse a experiência de Palocci na economia, os empresários que o contrataram, muitas vezes, estavam mais interessados nas suas boas relações do que nos seus conhecimentos.
Se Palocci é humano, demasiadamente humano, passemos à segunda questão. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alvo principal de Palocci em sua delação, seria então uma divindade, acima do bem e do mal? Bobagem. O argumento do ex-ministro serve apenas à construção de um mito: o de que os eleitores de Lula, líder em todas as pesquisas sobre sucessão presidencial, seriam cegos, fanáticos ou ignorantes. 
A realidade, no entanto, é outra. Não há, dentro ou fora do PT, quem considere Lula um santo. Aqueles que o apoiam simplesmente reconhecem que, apesar dos erros, seus governos promoveram crescimento, distribuição de renda, empregos e autoestima entre os brasileiros – mercadorias que desapareceram da prateleira nos últimos anos. Não é por outra razão que Lula deixou o governo com 80% de aprovação. Em contraposição, o Brasil de hoje tem um "presidente" aprovado por 3% da população.
Lula seria então uma espécie de "rouba mas faz" ou um "bandido de estimação" dos fanáticos da igrejinha petista? Outro argumento que não cola entre muitos brasileiros por uma razão simples. Basta compará-lo com a concorrência. Michel Temer, mantido no poder sob o silêncio cúmplice dos que atacam a "seita", foi apontado como chefe de uma quadrilha que desviou R$ 567 milhões nos últimos anos. Aécio Neves, responsável pelo golpe de 2016, foi flagrado num esquema de propinas de R$ 2 milhões e tem sido bajulado pelos presidenciáveis tucanos – apesar disso, ninguém questiona se o PSDB é uma seita.
Num mundo ideal, Lula talvez pudesse ser uma espécie de José Pepe Mujica. Mas o fato é que ele foi presidente de um país que caminhava para ser a quinta economia do mundo, antes de desabar e cair pelas tabelas com o golpe de 2016, inserida numa cultura em que sempre foram promíscuas as relações público-privadas. Evidente que, hoje, o próprio Lula há de questionar se não manteve relações próximas demais com determinadas empresas. Mas, novamente, a sociedade enxerga a hipocrisia quando observa a diferença de critérios que pauta o Poder Judiciário. Afinal, por que as doações da Odebrecht ao Instituto Lula são criminosas e ao Instituto Fernando Henrique Cardoso são contribuições para o debate democrático? Por que amigos não podem emprestar um sítio em Atibaia (SP) a Lula e FHC pode ter um apartamento à sua disposição em Paris?
Esses são apenas alguns exemplos do duplo padrão moral da elite brasileira, que ainda não compreendeu que uma eleição no Brasil não é uma competição entre santos – ou divindades, para usarmos a expressão de Palocci. Trata-se, tão-somente, de uma disputa entre projetos de desenvolvimento para o País. E aquilo que o eleitor maduro compara é o resultado. Quem, afinal, é capaz de promover maior bem-estar para a maioria da população? É somente isso o que explica o desempenho de Lula nas pesquisas e também o fato de Palocci ainda não ser a bala de prata contra Lula.(247).
(este artigo foi originalmente publicado na Revista Nordeste)

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Maconha transportada em van de Belém do São Francisco é apreendida pelo 5ºBPM e suspeito é detido

(Foto/divulgação)

Uma equipe do Canil e da Rondesc – ambas ligadas ao 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM) – apreendeu na manhã desta sexta-feira (29) maconha pronta para o consumo. A erva estava condicionada em sacos plásticos e pertencia a Bruno José da Silva, de 26 anos, que foi detido.
A operação policial foi realizada na Serra da Santa (BR-428). A maconha vinha sendo transportada pelo acusado numa van de lotação de passageiros de Belém do São Francisco (PE), no Sertão de Itaparica, para Petrolina.
Bruno José, que reside no Bairro Areia Branca, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil (PC). (C.Britto).
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Trio acusado de roubos a caixas eletrônicos na região, é desarticulado pelas policias de Juazeiro e Petrolina


Nessa Quinta-feira (28), após uma denúncia anônima recebidas por preposto do 5º BPM/Petrolina/PE, de que homens suspeitos de envolvimento com estelionatos em agência bancarias de Juazeiro/BA e Petrolina/PE, equipes do GATI/5.°BPM/PE, CPAC e Delegacia de Polícia Federal de Juazeiro/BA, desencadearam operação conjunta e chegaram na Rua 3, bairro Antônio Cassimiro I, na cidade de Petrolina/PE, onde prenderam as pessoas deROGÉRIO CESAR ALVES FONSECA SOBRINHOPEDRO SOUZA CAMPOS,  ROMULO AGRA DOS SANTOS.


Foram apreendidos com os mesmos 01 (um) veículo TOYOTA/HILUX, cor branca, placa PKA 4997, licenciado em Salvador/BA, que após consulta foi constatado que havia restrição de roubo e adulteração dos sinais característicos, sendo a placa verdadeira PJT 5234, roubada/furtada no dia 24/03/2017, pertencente a empresa de transporte TRANSLIDER, 01 (um) BMW/5501, cor azul, placa MZI 6665, licenciado em Irecê/BA, diversosCERTIFICADOS DE LICENCIAMENTO DE VEICULOS, um “CHUPA CABRA“, artefato de extração de envelopes de depósitos bancários, a quantia em espécie de R$ 28.000,00 (vinte e oito mil reais), 03 (três) placas de veículos,  diversos envelopes do Banco Santander, diversos talões de cheques de diferentes agência bancárias (Bradesco, Santander, Itaú e Brasil), 03 (três) celulares, SAMSUNG DUOS, LG NEXUS e ALCATEL, 01 (um) NOTEBOOK, marca HP, cor preta.
Os imputados e todo o material apreendido foram apresentados no Departamento de Policia Federal de Juazeiro/BA, ao DPF Bruno Andrade Marconi. BO. Nº 3594/17 (Vale em Foco),(C.Geral).

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O PT ACERTOU SOBRE AÉCIO

Alessandro Dantas/ PT no Senado

(O 247 considera um erro histórico do Partido dos Trabalhadores a sua nota em defesa do mandato de Aécio Neves, mas reproduz com destaque o artigo do colunista Leopoldo Vieira, em nome do debate democrático)
A decisão do Partido dos Trabalhadores de rechaçar a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o senador Aécio Neves foi correta, pelo menos para quem sabe que a história é escrita pelos vencedores.
A primeira turma da corte, racionalmente consciente ou não, usou da Teoria dos Jogos ao produzir aquele julgamento.
Em termos práticos, ele geraria duas consequências:
1) O PT se concentraria na disputa política, indo para a forra contra um dos protagonistas do Impeachment de Dilma Rousseff, deixando o sistema político governista sozinho no questionamento judicial e o desgaste resultante disto, permitindo ao Judiciário avançar sobre os políticos nos mesmos moldes desde a deflagração da operação Lava Jato, a partir de uma vantagem oferecida ao petismo após tantos revezes, lavando a alma dos indignados com a deposição da ex-presidenta.
2) Caso o partido não se oportunizasse de tal vantagem e, de alguma forma, convergisse em rejeitar o julgamento alegando questões legais, haveria uma contradição direta entre a legenda e sua base social e eleitoral ávida por uma vendetta. Esta ala do tribunal, aparentemente, apostou no sentimento imediato de que pouco importaria a forma inconstitucional - isso é para elites intelectuais - mas dar o troco num algoz.
O PT, sabiamente, inverteu os sinais e, após muitos meses caindo no jogo, denunciando politicamente a seletividade da justiça e até crendo ou fazendo crer que a Lava Jato era consigo, blocou não com seus inimigos, mas contra a possibilidade de, no dia seguinte, ser o alvo do precedente.
E, convenhamos, trata-se de um precedente do qual já fora vítima no episódio Delcidio Amaral. Já fora vítima quando a mesma instância foi conivente com o Impeachment sem sequer considerar entrar no mérito sobre o cometimento ou não de crime de responsabilidade, numa das primordiais criatividades que autorizou, tacitamente, o voto de desconfiança incompatível com odrenamento jurídico e com o presidencialismo.
O caso mais recente, diga-se, foi Rodrigo Janot, de saída, acusar a liderança do PMDB de ter conspirado contra Dilma para brecar a Lava Jato e não propor, em consequência natural, a anulação do Impeachment.
Ou seja: a vantagem ofertada é falsa. E o PT resolveu, ao que parece, apostar numa estruturante: o respeito às regras claras do jogo, que é o devido processo legal às pessoas e instituições, mesmo que isso não lhe tenha sido garantido pelo próprio STF. E justamente este déficit garantista o levou a tantos prejuízos.
A nota do partido deixa claro que não foi por Aécio. Afirmar um "acordão" é tão somente ingenuidade de quem acabou caindo no jogo da maioria da primeira turma vendo vantagens sofistas que acabariam anuladas a seguir. E sobre o que, tal ingenuidade passaria dias pensando em uma narrativa para não pagar de pato novamente.
O cerne da coisa é que a maioria da primeira turma e a minoria da segunda agem com populismo judicial, que caracteriza a Lava Jato, mas, assim como a inteligência da operação em Curitiba, não se preocuparam sequer em formular uma alternativa ao que produziram em termos de um programa político a ser escrutinado pela sociedade de forma explícita - nas urnas - ou implícita, em sondagens de opinião pública.
Parecem esperar, anarquicamente, que a sociedade simplesmente chegue a este resultado num ambiente cada vez mais polarizado, ansioso, à flor da pele e desesperado, que, a história é farta em exemplos, leva mais ao populismo extremista e ruína social do que a tempos floridos de prosperidade.
Em resumo, o PT fez sua própria oferta ao Supremo: a vantagem de restabelecer o devido processo legal, onde se instrui sob a lei e não sob idiossincrasias convertidas em jurisprudência.
Dela, pode sair um 2018 com todas as forças e lideranças políticas, sem prejuízo de um julgamento justo aos políticos e demais envolvidos na Lava Jato, e que a sociedade possa escolher como supera todo o conjunto da obra econômica, social, política e institucional criado, e mais do que isso, qual caminho quer trilhar em termos de modelo de desenvolvimento.
A questão não é "salvar Lula", e sim permitir que ele seja julgado de verdade, ou, ainda, que a sensatez coletiva possa decidir se, apesar de qualquer pesar suposto, ele não é a garantia de estabilidade para a transição de paradigmas que a sociedade clama.
Assim, a base do PT não precisa se desesperar. O partido, jogando bem em raciocínio lógico, ofertou, com a postura sobre Aécio, também uma vantagem a ela: ter a oportunidade de virar a tendência hoje favorável ao avanço do extremismo de direita e da agenda liberal rejeitada.
Enquanto, sim, os adeptos da agenda liberal e até do extremismo terão a oportunidade de serem esctutinados.
Ora veja, se ao STF for permitido moderar a democracia por critérios absolutamente subjetivos de seus integrantes, quem garante que, discricionariamente, ali adiante, não poderá, ao seu bel prazer, cassar Lula oferecendo a cabeça de Bolsonaro ou um candidato do governo como recompensa às respectivas bases que se sentiram ultrajadas?
Outras ilustrações podem ser feitas, a sociedade tem o direito à criatividade. O Supremo a defender a lei.
Esta não é uma opinião apaixonada, mas meramente um raciocínio possível no contexto brasileiro em que a política comanda todas as dimensões jogando jumanji.
Você pode escolher se quer ficar trancado na selva do jogo por anos, como o personagem de Robin Williams, pela ansiedade em sair dele, ou se o termina com a volta da normalidade de sua vida.(247).

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CORRUPÇÃO E MALAS DE DINHEIRO SÃO TEMAS MAIS LEMBRADOS DO GOVERNO TEMER

REUTERS/Adriano Machado

A marca do golpe: a corrupção no governo de Michel Temer (PMDB) foi o mais lembraso pelos entrevistados da pesquisa Confederação Nacional da Indústria (CNI)/Ibope divulgada nesta quinta-feira (28). Reportagens sobre o tema, sem especificação, foram indicadas por 23% das pessoas que responderam a pesquisa.
Em seguida vem a Operação Lava-Jato (11%) e a apreensão de R$ 51 milhões de reais que seriam do ex-ministro de Temer Geddel Vieira Lima, em um apartamento em Salvador (BA) (7%).
Completam os cinco primeiros lugares da lista a liberação para exploração da Reserva Nacional do Cobre, a Renca, com 5% e a possível anulação da delação premiada dos proprietários da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista (4%).
Tramita na Câmara dos Deputados uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer e seus principais ministros auxiliares por obstrução da Justiça e formação de organização criminosa. A primeira denúncia contra o peemedebista, por corrupção passiva, foi arquivada no início de agosto pela Câmara.(247).


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Governo Temer é aprovado por 3% e reprovado por 77%, diz Ibope


(G1 Política)
Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (28) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):
  • Ótimo/bom: 3%
  • Regular: 16%
  • Ruim/péssimo: 77%
  • Não sabe/não respondeu: 3%
Com o percentual de 77% de reprovação, o governo do presidente Michel Temer atingiu o maior patamar de avaliação “ruim/péssimo” de toda a série histórica da pesquisa CNI/Ibope, iniciada em março de 1986.
Antes desse resultado, o pior nível havia ficado em 70% nas avaliações de julho deste ano (governo Temer) e de dezembro de 2015 (governo Dilma Rousseff).
O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 15 e 20 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.
O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A Confederação Nacional da Indústria esclareceu que a soma dos percentuais de avaliação de governo totaliza 99% porque as casas decimais do resultado são arredondadas.
Esta é a terceira pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de julho, Temer aparecia com aprovação de 5% dos entrevistados, enquanto 70% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 21%, “regular”. À época, 3% não souberam opinar ou não responderam.
Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a quinta pesquisa Ibope encomendada pela CNI.
Os levantamentos anteriores foram divulgados em julho e em marçodeste ano, em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas Temer ainda era presidente em exercício.

Maneira de governar

A pesquisa também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:
  • aprovam: 7%
  • desaprovam: 89%
  • não souberam ou não responderam: 4%
No levantamento divulgado em julho, 11% aprovavam; 83% desaprovavam; e 5% não souberam ou não responderam.

Confiança

Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a confiança dos entrevistados em relação ao presidente.
De acordo com a pesquisa divulgada nesta quinta, 6% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 92% afirmaram não confiar; 2% não souberam ou não responderam.
Na pesquisa feita em julho, 10% disseram confiar em Temer, 87% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam.

Comparação com governo Dilma

A pesquisa Ibope também pediu aos entrevistados que comparassem as gestões de Temer e da antecessora, Dilma Rousseff, na Presidência da República.
Segundo o levantamento, 8% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor; 31%, igual; 59%, pior; e 2% não souberam ou não responderam.
Sobre as perspectivas em relação ao “restante do governo”, 6% responderam “ótimo/bom”; 17%, “regular”; 72%, “ruim/péssimo”; e 5% não souberam ou não responderam.

Áreas de atuação

A pesquisa também ouviu os entrevistados sobre a percepção a respeito da atuação do governo em áreas específicas.
O governo Temer foi mais bem avaliado na área educação, na qual obteve 17% de aprovação. Depois, aparecem o combate à inflação e o meio ambiente, com aprovação de 15% dos entrevistados.
As áreas mais mal avaliadas foram as de impostos, com 90% de desaprovação, taxa de juros, que teve desaprovação de 87%, e saúde, com índice de 86% de desaprovação.
Notícias mais lembradas
O Ibope questionou ainda os entrevistados sobre a percepção em relação ao noticiário sobre o governo Temer.
Para 9%, as notícias nos últimos meses foram “mais favoráveis”; para 12%, “nem favoráveis, nem desfavoráveis”; para 68%, “mais desfavoráveis”; e 11% não souberam ou não responderam.
A pesquisa traz ainda as notícias mais lembradas pelos entrevistados (veja abaixo as cinco mais citadas):
  • 23%: “Corrupção no governo (sem especificar)”
  • 11%: “Operação Lava Jato”
  • 7%: “PF apreende, em Salvador, malas e caixas com R$ 51 milhões que seriam de Geddel Vieira Lima”
  • 5%: “Liberação para exploração da Amazônia/Desmatamento da Amazônia/Governo vende recursos naturais do Brasil”
  • 4%: “Procurador-geral da República deve anular delação premiada dos irmãos Wesley e Joesley Batista por ocultação de provas”(C.Geral).


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BRASILEIRO É O QUE MENOS CONFIA NOS POLÍTICOS NO MUNDO, DIZ ESTUDO


Da Sputnik Brasil
Que a população desconfia de Brasília todos nós já sabemos. Mas um estudo publicado pelo Fórum Econômico Mundial mostrou que as suspeitas são muito mais graves do que parecem: em uma lista com 137 países, o Brasil é o que menos confia em seus políticos
O resultado foi obtido por meio de pesquisa com 14.375 executivos de diferentes nações.
Quando os empresários brasileiros foram indagados sobre padrão ético da classe política nacional, o índice de confiança foi o mais baixo registrado em todos os países pesquisados.
Para o professor de direito constitucional da Fundação Dom Cabral Cláudio Pinho, o Brasil tem uma boa legislação, mas sofre com uma "classe política permissiva" e uma aplicação da lei que, também, é permissiva.
"É um sistema viciado e corrupto, salvo raríssimas exceções de grande visibilidade com o público, como a Lei Maria da Penha e leis contra a corrupção, você não consegue aprovar uma legislação que vai fazer o bem para o país sem enfrentar o sistema."
Pinho destaca que nomes associados ao "novo" deverão ganhar mais destaque nas eleições presidenciais de 2018. Figuras como o prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) devem atrair a atenção dos eleitores.
Contudo, destaca o professor da Fundação Dom Cabral, "para se eleger, você precisa de uma base eleitoral — e nesse ponto a velha guarda domina".(247).


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