segunda-feira, 24 de julho de 2017

Concursos públicos oferecem 15.591 vagas com salários de até R$ 27,5 mil

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(Uol)
Os concursos públicos oferecem 15.591 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 27.500,17, dependendo da função desejada.
Clique aqui para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana, com todas as opções.

Principais concursos públicos

Tribunal Superior do Trabalho (todos os Estados) – Vagas: 132 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 27.500,17 / Inscrição: até 2/8 / Mais informações aqui
Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural (Pré-Sal Petróleo) – Vagas: 240 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.000 até R$ 25 mil / Inscrição: até 6/8 / Mais informações aqui
Defensoria Pública da União (todos os Estados) – Vagas: 25 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 22.197,67 / Inscrição: até 25/7 / Mais informações aqui
Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO) – Vagas: 5 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 20.812,20 / Inscrição: até 25/7 / Mais informações aqui
Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE) – Vagas: 36 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 11.606,55 a R$ 18.477,13 / Inscrição: até 31/7 / Mais informações aqui
Campo Novo do Parecis (MT) – Vagas: 26 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.658,32 a R$ 18.422,36 / Inscrição: até 23/7 / Mais informações aqui
Espigão Alto do Iguaçu (PR) – Vagas: 7 / Escolaridade: níveis fundamental e superior / Salário: R$ 1.829,84 a R$ 17.300 / Inscrição: até 1º/8 / Mais informações aqui
Praia Grande (SP) – Vagas: 57 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.271,56 a R$ 14.200 / Inscrição: até 3/8 / Mais informações aqui
Polícia Civil (AP) – Vagas: 981 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.139,53 a R$ 13.280,01 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui
Ibirama/SC – Vagas: 24 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 13.191,07 / Inscrição: até 2/8 / Mais informações aqui
Verê (PR) – Vagas: 57 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 963,60 a R$ 13.114,69 / Inscrição: até 3/8 / Mais informações aqui
Polícia Militar (SC) – Vagas: 70 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.764,24 a R$ 12.882,69 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui
Colniza (MT) – Vagas: 367 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.100 a R$ 12.500 / Inscrição: até 9/8 / Mais informações aqui
Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC) – Vagas: 3 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 6.376,41 a R$ 12.180,99 / Inscrição: até 25/7 / Mais informações aqui
Lupionópolis (PR) – Vagas: 31 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937,90 a R$ 12.030,44 / Inscrição: até 18/7 / Mais informações aqui
Serra Nova Dourada (MT) – Vagas: 34 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 968,72 a R$ 11.624,69 / Inscrição: até 6/8 / Mais informações aqui
Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) – Vagas: 41 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 7.051,99 a R$ 11.003,93 / Inscrição: até 24/7 / Mais informações aqui
Botuverá (SC) – Vagas: 23 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 548,29 a R$ 10.888,95 / Inscrição: até 30/7 / Mais informações aqui
Irani (SC) – Vagas: 63 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 958,03 a R$ 10.558,64 / Inscrição: até 31/7 / Mais informações aqui
Morro Grande (SC) – Vagas: 11 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: até R$ 10.537 / Inscrição: até 9/8 / Mais informações aqui
Peritiba (SC) – Vagas: 7 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.274,82 a R$ 10.174,15 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Vagas: 2 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.322,98 a R$ 10.043,67 / Inscrição: até 25/7 / Mais informações aqui
Universidade Federal de Rondônia (Unir) – Vagas: 26 / Escolaridade: níveis superior, pós-graduação, mestrado e doutorado / Salário: R$ 2.637,08 a R$ 10.028,41 / Inscrição: até 6/8 / Mais informações aqui
São Francisco de Assis do Piauí (PI) – Vagas: 33 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 10 mil / Inscrição: até 31/7 / Mais informações aqui
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Vagas: 11 / Escolaridade: doutorado / Salário: R$ 9.570,41 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS) – Vagas: 22 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 4.209,12 a R$ 9.570,41 / Inscrição: até 8/8 / Mais informações aqui
Fundação Universidade do Amazonas (Ufam/AM) – Vagas: 34 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 3.117,22 a R$ 9.570,41 / Inscrição: até 28/7 / Mais informações aqui
Floresta do Piauí (PI) – Vagas: 17 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 9.000 / Inscrição: até 7/8 / Mais informações aqui
Guanhães (MG) – Vagas: 301 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 9.000 / Inscrição: até 30/7 / Mais informações aqui
Secretaria Estadual de Educação, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Seduc-MT) – Vagas: 5.748 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.167,12 a R$ 8.875,13 / Inscrição: até 16/8 / Mais informações aqui
Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb-DF) – Vagas: 20 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 8.500,08 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui
Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Vagas: 181 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.945,07 a R$ 8.361,32 / Inscrição: até 10/8 / Mais informações aqui
Linhares (ES) – Vagas: 413 / Escolaridade: níveis médio técnico e superior / Salário: R$ 937 a R$ 8.290 / Inscrição: até 28/7 / Mais informações aqui
Guaramirim (SC) – Vagas: 7 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.161,65 a R$ 7.925,35 / Inscrição: até 28/7 / Mais informações aqui
Exército – Vagas: 106 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 7.796 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui
Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar-RJ) – Vagas: 132 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: 1.063 a R$ 6.800 / Inscrição: até 28/7 / Mais informações aqui
Quatro Barras (PR) – Vagas: 53 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 992,80 a R$ 6.608,61 / Inscrição: até 24/7 / Mais informações aqui
Polícia Militar do Estado da Paraíba (PM-PB) – Vagas: 30 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 6.502,52 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui
Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (RS) – Vagas: 107 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 3.243,90 até R$ 5.947,15 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui
Valinhos (SP) – Vagas: 19 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 2.113,16 a R$ 5.907,32 / Inscrição: até 15/8 / Mais informações aqui
Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ/PE) – Vagas: 109 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 4.222,45 a R$ 5.502,12 / Inscrição: até 24/8 / Mais informações aqui
Santa Rita do Pardo (MS) – Vagas: 49 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 5.312,22 / Inscrição: até 11/8 / Mais informações aqui
Estrela (RS) – Vagas: 29 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.122,47 a R$ 5.106,06 / Inscrição: até 30/7 / Mais informações aqui
Universidade do Contestado (SC) – Vagas: 21 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 1.218,10 a R$ 5.061,41 / Inscrição: até 18/8 / Mais informações aqui
Quatá (SP) – Vagas: 14 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 4.644,32 / Inscrição: até 10/8 / Mais informações aqui
E-Paraná Comunicação (PR) – Vagas: 110 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.500,00 a R$ 4.400,22 / Inscrição: até 17/8 / Mais informações aqui
Salvador (BA) – Vagas: 971 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 950 a R$ 3.950 / Inscrição: até 27/7 / Mais informações aqui
Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (AL, AM, BA, DF, ES, GO, MA, MT, MS, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, SC e SE) – Vagas: 2.295 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 3.800 / Inscrição: até 14/8 / Mais informações aqui
Polícia Militar (AP) – Vagas: 1.200 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 2.648,68 a R$ 3.759,31 / Inscrição: até 31/7 / Mais informações aqui
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJ/MG) – Vagas: 15 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 3.457,01 / Inscrição: até 28/7 / Mais informações aqui
São Geraldo do Araguaia (PA) – Vagas: 321 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.583,70 / Inscrição: até 24/7 / Mais informações aqui
Manhumirim (MG) – Vagas: 153 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.500 / Inscrição: até 7/8 / Mais informações aqui
Nilópolis (RJ) – Vagas: 161 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 2.000 a R$ 2.500 / Inscrição: até 21/8 / Mais informações aqui
Ourém (PA) – Vagas: 351 / Escolaridade: todos os níveis / Salário: R$ 937 a R$ 2.500 / Inscrição: até 5/9 / Mais informações aqui
Marinha – Vagas: 90 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 989 a R$ 2.449 / Inscrição: 1º/8 a 31/8 / Mais informações aqui
Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (RO) – Vagas: 200 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 1.000 a R$ 1.200 / Inscrição: até 26/7 / Mais informações aqui, (C.Geral).

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ALEMÃES FICAM PERPLEXOS COM PASSIVIDADE DOS BRASILEIROS COM TEMER


Jean-Philip Struck, DW Brasil - Um presidente extremamente impopular que tenta aprovar reformas rejeitadas pela maioria da população; escândalos de corrupção envolvendo diretamente o próprio ocupante do Planalto; economia que dá sinais apenas tímidos de recuperação; apoio parlamentar sendo largamente negociado com verbas e loteamento de cargos; pesquisas que apontam que a maioria da população deseja eleições diretas. 
Diante de cenários com bem menos elementos, os ex-presidentes Fernando Collor e Dilma Rousseff tiveram que enfrentar multidões que foram às ruas do Brasil para pedir suas cabeças.
Por que então Michel Temer, que foi gravado em uma conversa comprometedora com um empresário e amarga popularidade de apenas 7% (segundo último levantamento do Datafolha) não está sofrendo com grandes protestos tal como ocorreu com seus antecessores?
Temer enfrentou em seu governo algumas manifestações convocadas por centrais sindicais contra as reformas ou concentrações de apoio à Lava Jato. Mas todas as iniciativas tiveram adesão que ficou longe dos números registrados ao longo de 2015 e início de 2016. Uma greve geral organizada no final de junho acabou sendo um evento esvaziado, mesmo após a apresentação da denúncia criminal contra o presidente. Mais de 2.500 policiais foram convocados para acompanhar manifestantes em Brasília, mas pouca gente apareceu. 
O mesmo se repetiu nos dias do julgamento da Chapa Dilma-Temer pela Justiça Eleitoral, no julgamento pelo Supremo sobre a permanência de Edson Fachin como relator da delação da JBS e após a divulgação do fim da força-tarefa da Polícia Federal em Curitiba que se encarregava dos casos da Lava Jato.
Fadiga?
O silêncio das ruas tem chamado a atenção da imprensa internacional. O jornal Süddeutsche Zeitung, da Alemanha, chegou a publicar em junho que é "surpreendente que não haja milhões nas ruas para exigir a saída de Temer.” Sensação de "fadiga” e "apatia” foram algumas das palavras usadas por jornais estrangeiros para explicar a passividade das ruas diante dos escândalos e da insatisfação com o governo.
 À DW Brasil, o brasilianista Peter Hakim, presidente emérito do Inter-American Dialogue, com sede em Washington, opina que "fadiga” não é a definição mais precisa para explicar o que está acontecendo. "Não é que as pessoas não queiram protestar, mas elas estão sendo desencorajadas pela conjuntura”, afirma.
Segundo Hakim , muitos que protestaram contra Dilma desejam a saída de Temer, mas agora hesitam em sair porque isso pode beneficiar o PT e Lula – aqueles que foram originalmente alvo de protestos.
"A polarização da sociedade continua a desempenhar um papel que impede as pessoas de se unirem. Já o PT e parte da esquerda que convoca protestos transformam regularmente seus atos em um ‘volta, Lula', e não em um ‘Fora, Temer' ou algo que aponte para uma solução política eficaz que seja capaz atrair mais pessoas”, completa o brasilianista. 
Ainda de acordo com Hakim, isso cria um efeito em que "muitas pessoas acabam ficando com a sensação de que a ação política não está resolvendo a situação”. "Não há liderança, não há ninguém que seja capaz de apresentar uma direção ou novas ideias. As pesquisas mostram que a maioria das pessoas quer eleições diretas, mas fica claro elas também não sabem o que  vai acontecer na sequência. Nesse meio tempo, ninguém quer fazer algo que acabe beneficiando o outro lado.”
Agenda oculta
Entre os principais movimentos que pediram a saída de Dilma em 2015 e 2016, a mensagem adotada nas convocações dos protestos esvaziados deste ano tem, por enquanto, passado longe de um "Fora, Temer”, sendo substituída  pela defesa da Lava Jato e repúdio às medidas de anistia para políticos envolvidos com corrupção.
Já o lado que defendeu Dilma tem mostrado oficialmente repúdio às reformas de Temer e pedido eleições diretas para presidente. Mas os eventos muitas vezes se transformam em palco para comícios do ex-presidente Lula, que não esconde o desejo de voltar ao poder.
Segundo o professor de gestão de políticas públicas Pablo Ortellado, da USP, a explicação para a falta de protestos mais incisivos pode ser explicada também pelo comprometimento e agenda de interesses das lideranças que têm a influência para fazer grandes mobilizações.
"Não acho que seja fadiga, não há uma pesquisa que não demonstre insatisfação. O que parece claro é que as lideranças que tem conquistaram legitimidade para mobilizar manifestações, seja na esquerda ou na direita, não estão se empenhando na organização de novos protestos”, diz.
Segundo Ortellado, essas lideranças de ambos os lados "estão altamente comprometidas com o sistema político, que naturalmente não está interessada em manifestações”.
"É preciso muito esforço para mobilizar, são os poucos os grupos que conseguem fazer isso. Mas justamente esses atores têm feito pouco ou nenhum esforço. As lideranças dos grupos que pediram a saída de Dilma deixaram claro que defendem as reformas econômicas de Temer, então não querem que o presidente saia.”
"Já na esquerda petista e nos sindicatos ligados ao partido, a falta de empenho ficou nítida na última e esvaziada greve geral", continua o especialista. "Esses grupos adotam um discurso oficial de ‘Fora, Temer', mas é possível especular que a manutenção do presidente interessa aos políticos aos quais eles são ligados. Quanto mais impopular Temer fica, mais Lula conquista a preferência do eleitorado. Então é interessante que eles deixem Temer sangrando até 2018. O presidente atual também está empenhando em fazer reformas similares àquelas que a própria Dilma propôs no final do seu governo. Dessa forma, também é conveniente deixar outro presidente enfrentar o desgaste de aprová-las.”
Histórico
Em maio, logo depois da divulgação da delação do empresário Joesley Batista, da JBS, que acabou rendendo ao presidente uma denúncia por corrupção, os movimentos de direita Vem Pra Rua (VPR) e Movimento Brasil Livre (MBL) chegaram a convocar um ato em São Paulo contra o presidente. Mas esses movimentos que tanto se esforçaram para encher as ruas contra Dilma logo voltaram atrás e cancelaram a manifestação.
A justificativa foi que a PM não poderia garantir a segurança – a decisão contrastou com o ato que foi convocado em cima da hora em março de 2016 logo após a divulgação de um grampo de um diálogo entre o ex-presidente Lula e Dilma. Dias depois da divulgação do escândalo envolvendo Temer, o MBL recuou da sua posição de pedir a renúncia do presidente.
Oficialmente, até agora o VPR é o único que abraçou publicamente o "Fora, Temer”. O grupo chegou a anunciar um site com um mapa da intenção de voto de cada deputado em relação à denúncia criminal contra Temer. Por outro lado, uma convocação para protestos, com o slogan genérico de "contra a impunidade”, só foi marcada para o distante 27 de agosto, quando se espera que a denúncia já tenha sido votada pela Câmara.
Na quinta-feira (20/07), centrais sindicais e o PT convocaram uma série de protestos pelo país. Apesar de as demandas incluírem um "Fora, Temer”, a pauta principal foi mesmo a exaltação do ex-presidente Lula, recentemente condenado pelo juiz Sérgio Moro.(247).

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Ação solidária: Famílias de Uauá, Sobradinho e Juazeiro serão beneficiadas pela LBV com cestas de alimentos

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A ação faz parte da campanha Diga Sim, que esse ano traz o slogan “O que é urgente para você? ” e tem o objetivo de mobilizar a sociedade e auxiliar pessoas que sofrem com a seca no Sertão do São Francisco.
Além de todo o trabalho diário que realiza em suas 81 unidades de atendimento, a Legião da Boa Vontade (LBV) promove ações permanentes em apoio às populações que padecem. Umas das iniciativas é a campanha Diga Sim!, por meio da qual a LBV mobiliza a sociedade a fazer doações e, mediante os recursos, entrega, neste período do ano, cestas de alimentos para famílias que enfrentam a seca. Na Bahia serão beneficiadas as cidades de Juazeiro, Sobradinho e Uauá.
A campanha, nesta edição, tem como slogan “O que é urgente para você?” e chama a atenção da sociedade para o que é prioridade para as famílias que dependem do alimento para sobreviverem.
A LBV tem como meta entregar em todo o Brasil 11 mil cestas de alimentos, contendo itens básicos e que estejam de acordo com os costumes regionais, para famílias nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins.
As doações para a campanha podem ser feitas acessando o site www.lbv.org/digasim, pelo 0800 055 50 99 ou, ainda, diretamente em uma das unidades da Instituição (ver endereços no site www.lbv.org). Mais informações: (71) 3234-9333.
Quando a LBV chamar, atenda com o coração. DIGA SIM! Acompanhe a Legião da Boa Vontade pelas redes sociais: Facebook (LBVBrasil), YouTube (LBVBrasil) Twitter (@LBVBrasil) e Instagram (@LBVBrasil).        (Ascom), (C.Geral).

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Homem é morto a tiros dentro de caminhão em frente a Câmara de Vereadores após discussão de trânsito em Juazeiro-Ba

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Por volta das 0h15min desta segunda-feira (24) um homem foi morto a tiros dentro de um caminhão em frente a Câmara de Vereadores da cidade de Juazeiro no norte da Bahia.
Os autores do crime estavam embarcados em um veículo modelo GOLF de cor VERMELHO. A vitima foi identificada como Gerdes Jean Mourão Rocha, 45 anos, natural de São João Evangelista – MG,  foi alvejado diversas vezes dentro do veículo após uma discussão no trânsito.
A policia militar isolou a área logo em seguida, o samu foi acionado e constatou o óbito da vítima. Prepostos do IML foram até o local e recolheram a vítima para o setor de necrópsias da unidade.  (Vale em Foco).

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COM POPULARIDADE EM QUEDA, PSB ENFRENTA DIFICULDADES EM SEU PRINCIPAL RINCÃO





 Com a popularidade em baixa e tentando colar os cacos de seu governo, já que aliados como o PSDB e DEM não apenas estão se afastando como estão avançando sobre suas bases eleitorais, além de enfrentar uma ameaça de debandada da ala liderada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) e seu filho, o ministro das Minas e Energia, Fernando Filho (PSB-PE), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), terá um cenário eleitoral conturbado em sua disputa pela reeleição.
Segundo pesquisa realizada em abril pelo Instituto Uninassau, Paulo Câmara registra apenas 6% das intenções de voto dos pernambucanos. A disputa eleitoral para o Governo do Estado é liderada pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB), com 22%, seguido pelo atual ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), com 12%. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, aparece com 2% da preferência do eleitorado.
O senador Armando Monteiro, que perdeu a última eleição para o governo estadual para o socialista, vem aproveitando o baixo desempenho do rival para pavimentar sua candidatura em 2018. Nesta linha, ele não descarta abrigar possíveis dissidentes do PSDB e DEM, além de tentar firmar uma aliança com o PT, diz matéria publicada pelo jornal Valor Econômico. 
Também de olho na fragilidade eleitoral do governador, DEM e PSDB tem feito movimentos que podem rachar ainda mais a já combalida coalização que garante a sustentação do governo do PSB. O Presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), primeiro na linha de sucessão presidencial, tem se aproximado cada vez mais do clã Coelho, o que pode resultar na migração da ala comanda por eles para o Democratas.
Neste final de semana, Maia viajou à Petrolina para o casamento do prefeito Miguel Coelho (PSB), irmão do ministro Fernando Filho. O ministro da Educação, Mendonça Filho, seria um dos intermediadores do processo.
No PSDB, o ministro Bruno Araújo e o tucanato pernambucano também têm elevado o tom das críticas ao governo Paulo Câmara. Apesar disso e de estar fora da base governista, o PSDB ainda não sabe se lançará um candidato para disputar a eleição estadual ou se irá se realinhar e a apoiar a reeleição de Paulo Câmara.
Diante das dificuldades, o PSB vem tentando uma reaproximação com o ex-aliado histórico PT, o que inclui até mesmo o aval inédito da família do ex-governador Eduardo Campos. As duas legendas romperam as relações após Campos se lançar candidato à Presidência da República e apoiar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno em 2014, e apoiar o impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff. O PT, porém, não esconde estas mágoas e vem descartando uma possível reaproximação.(247).

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COM DESEMPREGO RECORDE, TEMER VAI PROPOR DEMISSÃO DE SERVIDORES FEDERAIS




Com o Brasil amargando sua pior taxa de desemprego, com 14 milhões de pessoas sem trabalho, Michel Temer planeja para os próximos dias anunciar um programa de demissão voluntária para servidores federais do Executivo.
Segundo o Ministério do Planejamento informou ao G1, a proposta inicial é de que os servidores que aderirem tenham direito a um salário e meio para cada ano trabalhado.
Oficialmente, o argumento do governo é economizar as despesas. Os gastos da União com o pagamento de servidores aumentaram nos últimos anos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). No ano passado, o governo gastou R$ 257,87 bilhões com servidores públicos, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o Ministério do Planejamento, o aumento proporcional decorre, principalmente, da recessão na economia, que gerou queda do PIB nos últimos anos e aumentou o peso dos gastos com pessoal.
No entanto, Michel Temer, acusado de corrupção do exercício do mandato, gasta desenfreadamente com emendas parlamentares para se manter no cargo. Apenas nas três primeiras semanas de julho, Temer liberou R$ 2,1 bilhões a deputados, o que equivale ao total de gastos com emendas no primeiro semestre deste ano (leia mais).
Na semana passada, a equipe econômica anunciou o aumento da tributação sobre os combustíveis. A medida visa elevar a arrecadação federal para que o governo consiga cumprir a meta fiscal de 2017, que é de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões. (247).

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Quase metade dos servidores estaduais do Rio ainda está com salário atrasado

O estado deve cerca de R$ 1,06 bilhão aos trabalhadores.
Cristo Redentor no Rio de Janeiro


A Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro informou que quase a metade dos servidores estaduais, 204.579 trabalhadores, ainda não receberam integralmente os salários de maio.

Quanto ao pagamento de junho, ainda estão sem receber 216.127 servidores  -entre ativos, inativos e pensionistas. O estado deve cerca de R$ 1,06 bilhão aos trabalhadores. 

Em nota, a pasta informou que está dependendo do ingresso de outros recursos em caixa para efetuar novos pagamentos para o funcionalismo público.

Estão com os salários de maio e junho em dia os funcionários ativos da área de educação e do Degase (Departamento de Ações Socio-Educativas).

Há ainda os servidores ativos, inativos e pensionistas da segurança -incluindo policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e demais funcionários das secretarias de Segurança e Administração Penitenciária e órgãos vinculados.

Estão também com os salários de junho em dia, os funcionários ativos da Secretaria de Fazenda e Planejamento e dos ativos, inativos e pensionistas da Procuradoria-Geral do Estado. Estes últimos estão recebendo por força de uma decisão judicial.

Os servidores da área de saúde receberam apenas R$ 550 relativos ao mês de maio.
Em meio aos atrasos, o Muspe (Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais) realiza uma campanha de arrecadação de alimentos para os trabalhadores que estão sem receber. No último sábado (21), a iniciativa distribuiu 550 cestas básicas aos funcionários públicos estaduais ativos e inativos.

Cultura
Com mais de dois meses de atraso, os servidores da Secretaria de Estado de Cultura, entre eles, os funcionários do Theatro Municipal do Rio, receberam integralmente os salários de maio. Os valores foram depositados na última sexta-feira (21). Os servidores ainda estão sem receber os vencimentos de junho e o 13º salário de 2016.

No fim de semana, o Theatro Municipal voltou a apresentar o espetáculo Carmina Burana, com coro, orquestra e balé. Os ingressos para todas as sessões foram esgotados. 

De acordo com a pasta da Cultura, o valor arrecadado na bilheteria será usado para pagar os salários dos funcionários. (Folhape).



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DILMA: O PAÍS QUE TIRAMOS DO MAPA DA FOME HOJE É DESMONTADO


A presidente eleita Dilma Rousseff voltou a defender nesta segunda-feira, 24, a realização de eleições gerais diretas como a única saída para a crise política e econômica que assola o País. 
"No Brasil, sem eleição direta, não se pode construir legitimidade para fazer as reformas reais – não essas que estão aí", afirmou Dilma em entrevista à rádio Tabajara, da Paraíba. A presidente eleita criticou o golpe parlamentar que a depôs do Palácio do Planalto.
"Eles deram o golpe porque perceberam que por quatro eleições perderam, e são nas eleições presidenciais que se discute projeto de país. Decidiram dar o golpe porque não poderiam aplicar o modelo deles por via de eleições. Agora estão acabando com o Bolsa Família, reduziram em 800 milhões, reduziram o número de famílias em 1 milhão. Em momento de crise, em que tinha que aumentar os benefícios, reduziu o número de famílias. A mágica que fizeram foi da exclusão", afirmou Dilma, arrematando: "O país que tiramos do mapa da fome hoje vemos ser desmontado".
Ao falar da reforma trabalhista, sancionada por Michel Temer, Dilma enfatizou que pela primeira vez em 70 anos se tira a proteção do lado mais fraco da relação entre patrão e empregado. "O que é a regulação do mercado de trabalho? É equilibrar essa relação. Não é pender para um lado, mas garantir que o lado mais fraco tenha a necessária proteção. Pergunto quais são os indicadores de que isso leva ao aumento do emprego, melhoria da atividade econômica, ampliação da demanda. As evidências mostram o contrário. Estudos do BC, do FMI, mostram que não há correlação, não há relação positiva entre reforma trabalhista, desregulamentação do mercado de trabalho e aumento do empregos", afirmou. 
"Acredito que a democracia é a coisa mais importante que nós temos. Sempre que o Brasil teve democracia, ele cresceu. Sempre que a democracia foi reduzida, o Brasil perdeu. Nós precisamos de processo de eleições diretas sem casuísmo, sem tirar ninguém do pleito. O Brasil precisa se reencontrar, precisa de um pacto por baixo, alguém eleito pelo povo", disse a presidente 
Lula candidato 
Durante a entrevista à rádio Tabajara, Dilma criticou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro. "O juiz foi muito pautado por aquele procurador que dizia não ter provas, mas convicções. Aí você cria situação perigosa, porque não se pode romper com o princípio básico da democracia, de que todos são iguais perante a lei. Quando você cria um único que não é igual, você entra no perigoso terreno do fascismo", afirmou.
A presidente eleita defendeu o direito de Lula disputar as eleições. "Sou a favor que agora outrem governe o país. Atualmente, tenho um candidato do meu coração e da minha razão. É o Lula, nosso querido nordestino Lula". "Lula não sofreu só com abuso de autoridade, mas acho que está em curso em relação ao Lula é o lawfare. É um paralelo com a guerra. A guerra quer destruir o inimigo fisicamente, mas no mundo democrático ocorre o uso da lei como arma para destruir do ponto de vista civil uma pessoa. Julga, condena, pune e tira as condições morais e éticas dela se construir e se colocar politicamente. Ela tem como decorrente a justiça do inimigo. Você não quer julgar, quer destruir." (247).

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TEMER DÁ R$ 2,1 BI A DEPUTADOS ENQUANTO AUMENTA A SUA GASOLINA



 Levantamento realizado pela ONG Contas Abertas mostra que em apenas três semanas do mês de julho, Michel Temer liberou um total de R$ 2,11 bilhões em emendas parlamentares. 
Para se manter no cargo e garantir a rejeição na Câmara da abertura da investigação contra ele por crime de corrupção passiva, Michel Temer liberou mais emendas em três semanas do que em seis meses. Segundo o levantamento da entidade, de janeiro a junho, o total de emendas empenhadas pelo governo foi de R$ 2,12 bilhões. 

O levantamento mostra, ainda, que, do total liberado em emendas em 2017, mais de 82% foram para deputados federais (R$ 3,5 bilhões); o restante, para senadores.
Para financiar a compra de deputados e permanecer no Palácio do Planalto, Temer promoveu num tarifaço no preço dos combustíveis, dobrando as alíquotas do PIS/Cofins, que fez com que o preço da gasolina fosse reajustado em até R$ 0,41 por litro. Governo espera arrecadar R$ 10 bilhões com a escalada tributária (leia mais). (247).
Veja abaixo a lista com os dez deputados que mais tiveram emendas parlamentares liberadas pelo governo nos 19 primeiros dias de julho:
Domingos Neto (PSD-CE): 10.722.953,00
Vitor Valim (PMDB-CE): 10.722.953,00
Aluisio Mendes (Pode-MA): 10.469.538,00
Pedro Paulo (PMDB-RJ): 10.319.538,00
Iracema Portella (PP-PI): 10.116.609,00
Arnon Bezerra (PTB-CE): 10.000.000,00
Luizianne Linspt (PT-CE): 9.922.953,00
Francisco Floriano (DEM-RJ): 9.722.953,00
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ): 9.494.800,52
Zé Geraldo (PT-PA): 8.850.000,00


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