quinta-feira, 13 de julho de 2017

A HISTÓRIA VAI CONDENAR MORO, NÃO LULA



Sócrates foi condenado e assassinado, mas a história condenou quem o assassinou, seu algoz e vilão, e não a ele, porque a sua causa era justa.
E o nome do seu algoz foi apagado da memória do mundo, enquanto o seu atravessou séculos e permanece vivo, iluminando o pensamento universal.
Tiradentes foi condenado, mas a história condenou quem o condenou e não a ele, porque a sua causa era justa e os que o condenaram eram os vilões e algozes.
E seus nomes foram apagados dos livros de história do Brasil, enquanto ele continua sendo sinônimo de independência, generosidade e bravura.
Garcia Lorca foi condenado e fuzilado pelos franquistas, mas quem o condenou jaz na vala comum dos infames, enquanto suas palavras inspiram os sentimentos mais nobres através dos tempos.
Nelson Mandela foi condenado e preso, mas a história condenou quem o prendeu, quem o humilhou, quem o insultou.
Ele é um símbolo imorredouro, um patrimônio universal. 
E o nome de quem o prendeu ninguém conhece.
Lula foi condenado, mas a história vai condenar quem o condenou, não a ele.
Porque foi condenado sem provas. E as suas causas sempre foram justas. Ele tem um pouco de Sócrates, um pouco de Tiradentes, de Garcia Lora, um pouco de Mandela e será para sempre sinônimo de presidente que promoveu e estimulou a diminuição do desequilíbrio social que vigora no país desde sempre.
E o nome de quem o condenou será apagado dos livros de história.
Daqui a 50 anos ninguém vai acreditar que o melhor presidente do Brasil desde a redemocratização e líder das pesquisas da próxima eleição presidencial recebeu sentença de 9 anos de cadeia porque teria recebido um apartamento em troca de uma suposta operação ilícita com a Petrobrás, com base em suposições e delações inconclusas e nenhuma prova material, nenhum documento, nenhuma escritura, nenhuma gravação secreta, nenhuma conta no exterior.
Mas todos vão acreditar que quem o condenou é que deveria ser condenado.
E será.
A História o condenará. (247).

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DATAVEJA: PARA 86%, LULA SERÁ PRESIDENTE


A revista Veja, que publicou uma edição especial nesta quinta-feira 13 para condenar o ex-presidente Lula, fez uma enquete com seus leitores no site da publicação e o resultado foi frustrante.
Para 86% dos internautas que responderam à pesquisa, Lula será presidente da República. E para apenas 14%, ele será preso. 
Lula foi condenado ontem por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 9 anos e 6 meses de prisão pelo juiz Sergio Moro.(247).
O resultado da enquete, que já tem mais de 52 mil votos.

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Nova pesquisa analisa efeitos do suco de uva do Vale contra hipertensão, colesterol alto e obesidade

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Uma pesquisa realizada por cientistas e profissionais da área de saúde ligados à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e Embrapa Semiárido, entre abril e julho de 2017, investiga se o consumo habitual de suco integral de uvas plantadas do Vale do São Francisco pode trazer benefícios à saúde de idosos. Entre os possíveis ganhos, estão a redução da pressão arterial, dos níveis de colesterol no sangue e de gordura corporal.
Para a avaliação, foram reunidas 52 pessoas hipertensas com idade acima de 60 anos, residentes no município de Valença do Piauí (PI) – a 200 km de Teresina (PI). “Dividimos a amostra em quatro subgrupos: 16 pessoas tomaram 200 ml de suco de uva integral no lanche da tarde. Dez pessoas fizeram apenas caminhadas moderadas de 50 minutos, três vezes por semana. Outras 15 pessoas tomaram o suco e fizeram os exercícios nos moldes dos outros grupos anteriores. E, por último, 11 pessoas que não passaram por qualquer uma destas intervenções”, explicou a nutricionista Juliane Barroso Leal.
O estudo teve participação de 12 profissionais ao longo de 12 semanas e, ao todo, foram consumidos 555 litros de suco de uva integral doados pela GrandValle, com sede em Casa Nova (BA). “Outras pesquisas já indicaram altos níveis de antioxidantes nas uvas BRS Isabel Precoce e BRS Violeta – ingredientes do suco elaborado em nossa fazenda. Estamos confiantes nos resultados deste novo estudo e dispostos a colaborar cada vez mais para os avanços científicos em nossa rica região”, indicou a diretora administrativa da Fazenda, Lara Secchi.
Os estudos referenciados pela empresária são os publicados pelo professor Marcos Lima, do Instituto Federal do Sertão de Pernambuco (IF-Sertão), na revista britânica Food Chemistry, em 2014 e 2015. Foram avaliadas as composições das uvas da região em comparação com as cultivadas em outras áreas produtoras do mundo. A descoberta foi impressionante: foram encontradas 25 substâncias antioxidantes e, dentre elas, 3 em alta quantidade: procianidina b1, procianidina b2, e trans-resveratrol. A uva mais saudável foi a BRS Violeta, usada na composição do suco de uva GrandValle.
Segundo o professor doutor em Educação Física e líder da pesquisa, Ferdinando Oliveira Carvalho, a intenção é ir além de indicar o suco como aliado da saúde humana. “Vamos também divergir a composição nutricional do suco da região do Vale com o suco produzido na região sul do país, através de análise físico-químico dos compostos presentes no suco de uva da GrandValle. Temos razões para acreditar que o Vale do São Francisco produzi uma bebida única no mundo e extremamente saudável”, indicou o cientista. Os resultados estão em análise e deverão ser divulgados até outubro de 2017. (Ascom),(C.Geral).

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Governador Paulo Câmara retoma `PE em Ação´e desembarca nesta sexta-feira(14) Petrolina

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Após suspender temporariamente o Pernambuco em Ação, o governador Paulo Câmara (PSB) retoma a agenda do programa nesta  sexta-feira (14). O gestor desembarcará em Petrolina, no Sertão, onde comandará as atividades. No roteiro, resta percorrer as regiões do Sertão do São Francisco e Agreste Central.
Em Petrolina o governador vai participa de  seminário abordando ações do governo e deve reunir representantes dos municípios da região. O encontro está marcado para às 9 horas e vai  acontecer na Escola Professora Adelina Almeida,  bairro Areia Branca.(Via: C.Geral).

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Encontrados três bebês congelados e mãe confessa que os sufocou

Bebês foram sufocados após o nascimento e a os colocou 
em sacolas plásticas antes de congelar
Laureline Peyrefitte, promotora de justiça responsável pelo caso na França
Laureline Peyrefitte, promotora de justiça responsável pelo caso na FrançaFoto: FRED TANNEAU / AFP


Dois dias após encontrarem três bebês congelados em Lorient, oeste da França, uma mulher de 50 anos que reconheceu ser a mãe e que os sufocou ao nascer, há mais de uma década, foi denunciada por assassinato e detida.

Esta mulher foi "denunciada pela acusação de assassinato e colocada em detenção provisória", informou à AFP a promotora-geral de Lorient, Laureline Peyrefitte.

Ela enfrenta a possibilidade de prisão perpétua.

"As primeiras investigações forenses permitem pensar, à espera dos resultados da necropsia [...], que estes bebês nasceram vivos", explicou nesta quinta-feira a promotora Peyrefitte em coletiva.

"A esta altura da investigação, a acusada indica em suas primeiras declarações que em todas as ocasiões deu à luz em seu antigo domicílio [...] sozinha, em datas situadas em 1998, 1999 e 2003".

Depois dos nascimentos, a mãe procedeu "com o mesmo modus operandi: sufocou os recém-nascidos com uma almofada antes de colocá-los em uma sacola plástica e enfiá-los no congelador", acrescentou a promotora.

Segundo os primeiros elementos da investigação, as três crianças seriam fruto de uma relação com um homem que ela conheceu no trabalho, e que "ignorou as suas sucessivas gestações, e que tampouco foi percebida por pessoas próximas".(Folhape).


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LULA: QUEM PODE DECRETAR MEU FIM É O POVO

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Em entrevista coletiva concedida da sede do PT em São Paulo na manhã desta quinta-feira 13, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sua condenação a nove anos e meio de prisão pelo juiz Sergio Moro.
No início de sua fala, o ex-presidente afirmou que Moro tem para com ele um otimismo que nem ele tem. "Ele está permitindo que eu possa ser candidato em 2036", declarou. "O que aconteceu ontem eu já previa desde o dia 18 de outubro de 2016", acrescentou, citando um artigo dele publicado na Folha nesta data (leia abaixo a íntegra).
"Eles já estavam com o processo pronto, com a concepção da condenação pronta", afirmou Lula. "Eu sinto que há uma tentativa de me tirar do jogo político", disse ainda, acrescentando que é um homem que acredita nas instituições do País.
"A única prova que existe nesse processo, de não sei quantas mil páginas, é a prova da minha inocência. Eu queria fazer um apelo à imprensa, que se alguém tiver uma prova contra mim, por favor, mostre", discursou. "O que me deixa indignado é que você está sendo vitima de um grupo de pessoas que mentiu pela primeira vez e agora continuando mentindo para manter a primeira mentira", prosseguiu.
O ex-presidente destacou que o delator Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, mudou sua versão em depoimento aos procuradores da Lava Jato, passando a acusar o petista para conseguir benefícios, como a diminuição de sua pena.
"Se alguém pensa que com essa sentença me tiraram do jogo, pode saber que eu estou no jogo. E agora quero dizer ao meu partido, que até agora eu não tinha reivindicado, mas a partir de agora eu vou me reivindicar como postulante à candidatura", anunciou.
Depois de fazer duras críticas ao atual governo, que têm voltado atrás em diversos avanços dos governos petistas, Lula apelou: "se vocês, da Casa Grande, não sabem fazer, deixem alguém da Senzala para cuidar do povo brasileiro".
Com bom humor, ele destacou ainda que vem "tomando vitamina todo dia de manhã", para se fortalecer para as eleições de 2018. "Me esperem. Quem tem direito de decretar meu fim é só o povo brasileiro", disse.
Lula concluiu dizendo que "o ódio está disseminado nesse País", citando a Rede Globo e o Jornal Nacional.
Confira abaixo o artigo citado por Lula:
Por que querem me condenar
18/10/2016
Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada -pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.
Sei o que fiz antes, durante e depois de ter sido presidente. Nunca fiz nada ilegal, nada que pudesse manchar a minha história. Governei o Brasil com seriedade e dedicação, porque sabia que um trabalhador não podia falhar na Presidência. As falsas acusações que me lançaram não visavam exatamente a minha pessoa, mas o projeto político que sempre representei: de um Brasil mais justo, com oportunidades para todos.
Às vésperas de completar 71 anos, vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial. Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar.
Desde que essa caçada começou, na campanha presidencial de 2014, percorro os caminhos da Justiça sem abrir mão de minha agenda. Continuo viajando pelo país, ao encontro dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos, para debater e defender o projeto de transformação do Brasil. Não parei para me lamentar e nem desisti da luta por igualdade e justiça social.
Nestes encontros renovo minha fé no povo brasileiro e no futuro do país. Constato que está viva na memória de nossa gente cada conquista alcançada nos governos do PT: o Bolsa Família, o Luz Para Todos, o Minha Casa, Minha Vida, o novo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o Programa de Aquisição de Alimentos, a valorização dos salários -em conjunto, proporcionaram a maior ascensão social de todos os tempos.
Nossa gente não esquecerá dos milhões de jovens pobres e negros que tiveram acesso ao ensino superior. Vai resistir aos retrocessos porque o Brasil quer mais, e não menos direitos.
Não posso me calar, porém, diante dos abusos cometidos por agentes do Estado que usam a lei como instrumento de perseguição política. Basta observar a reta final das eleições municipais para constatar a caçada ao PT: a aceitação de uma denúncia contra mim, cinco dias depois de apresentada, e a prisão de dois ex-ministros de meu governo foram episódios espetaculosos que certamente interferiram no resultado do pleito.
Jamais pratiquei, autorizei ou me beneficiei de atos ilícitos na Petrobras ou em qualquer outro setor do governo. Desde a campanha eleitoral de 2014, trabalha-se a narrativa de ser o PT não mais partido, mas uma "organização criminosa", e eu o chefe dessa organização. Essa ideia foi martelada sem descanso por manchetes, capas de revista, rádio e televisão. Precisa ser provada à força, já que "não há fatos, mas convicções".
Não descarto que meus acusadores acreditem nessa tese maliciosa, talvez julgando os demais por seu próprio código moral. Mas salta aos olhos até mesmo a desproporção entre os bilionários desvios investigados e o que apontam como suposto butim do "chefe", evidenciando a falácia do enredo.
Percebo, também, uma perigosa ignorância de agentes da lei quanto ao funcionamento do governo e das instituições. Cheguei a essa conclusão nos depoimentos que prestei a delegados e promotores que não sabiam como funciona um governo de coalizão, como tramita uma medida provisória, como se procede numa licitação, como se dá a análise e aprovação, colegiada e técnica, de financiamentos em um banco público, como o BNDES.
De resto, nesses depoimentos, nada se perguntou de objetivo sobre as hipóteses da acusação. Tenho mesmo a impressão de que não passaram de ritos burocráticos vazios, para cumprir etapas e atender às formalidades do processo. Definitivamente, não serviram ao exercício concreto do direito de defesa.
Passados dois anos de operações, sempre vazadas com estardalhaço, não conseguiram encontrar nada capaz de vincular meu nome aos desvios investigados. Nenhum centavo não declarado em minhas contas, nenhuma empresa de fachada, nenhuma conta secreta.
Há 20 anos moro no mesmo apartamento em São Bernardo. Entre as dezenas de réus delatores, nenhum disse que tratou de algo ilegal ou desonesto comigo, a despeito da insistência dos agentes públicos para que o façam, até mesmo como condição para obter benefícios.
A leviandade, a desproporção e a falta de base legal das denúncias surpreendem e causam indignação, bem como a sofreguidão com que são processadas em juízo. Não mais se importam com fatos, provas, normas do processo. Denunciam e processam por mera convicção -é grave que as instâncias superiores e os órgãos de controle funcional não tomem providências contra os abusos.
Acusam-me, por exemplo, de ter ganho ilicitamente um apartamento que nunca me pertenceu -e não pertenceu pela simples razão de que não quis comprá-lo quando me foi oferecida a oportunidade, nem mesmo depois das reformas que, obviamente, seriam acrescentadas ao preço. Como é impossível demonstrar que a propriedade seria minha, pois nunca foi, acusam-me então de ocultá-la, num enredo surreal.
Acusam-me de corrupção por ter proferido palestras para empresas investigadas na Operação Lava Jato. Como posso ser acusado de corrupção, se não sou mais agente público desde 2011, quando comecei a dar palestras? E que relação pode haver entre os desvios da Petrobras e as apresentações, todas documentadas, que fiz para 42 empresas e organizações de diversos setores, não apenas as cinco investigadas, cobrando preço fixo e recolhendo impostos?
Meus acusadores sabem que não roubei, não fui corrompido nem tentei obstruir a Justiça, mas não podem admitir. Não podem recuar depois do massacre que promoveram na mídia. Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a condenar e devem avaliar que, se não me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública.
Tento compreender esta caçada como parte da disputa política, muito embora seja um método repugnante de luta. Não é o Lula que pretendem condenar: é o projeto político que represento junto com milhões de brasileiros. Na tentativa de destruir uma corrente de pensamento, estão destruindo os fundamentos da democracia no Brasil.
É necessário frisar que nós, do PT, sempre apoiamos a investigação, o julgamento e a punição de quem desvia dinheiro do povo. Não é uma afirmação retórica: nós combatemos a corrupção na prática.
Ninguém atuou tanto para criar mecanismos de transparência e controle de verbas públicas, para fortalecer a Polícia Federal, a Receita e o Ministério Público, para aprovar no Congresso leis mais eficazes contra a corrupção e o crime organizado. Isso é reconhecido até mesmo pelos procuradores que nos acusam.
Tenho a consciência tranquila e o reconhecimento do povo. Confio que cedo ou tarde a Justiça e a verdade prevalecerão, nem que seja nos livros de história. O que me preocupa, e a todos os democratas, são as contínuas violações ao Estado de Direito. É a sombra do estado de exceção que vem se erguendo sobre o país.Em entrevista coletiva concedida da sede do PT em São Paulo na manhã desta quinta-feira 13, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sua condenação a nove anos e meio de prisão pelo juiz Sergio Moro.
No início de sua fala, o ex-presidente afirmou que Moro tem para com ele um otimismo que nem ele tem. "Ele está permitindo que eu possa ser candidato em 2036", declarou. "O que aconteceu ontem eu já previa desde o dia 18 de outubro de 2016", acrescentou, citando um artigo dele publicado na Folha nesta data (leia abaixo a íntegra).
"Eles já estavam com o processo pronto, com a concepção da condenação pronta", afirmou Lula. "Eu sinto que há uma tentativa de me tirar do jogo político", disse ainda, acrescentando que é um homem que acredita nas instituições do País.
"A única prova que existe nesse processo, de não sei quantas mil páginas, é a prova da minha inocência. Eu queria fazer um apelo à imprensa, que se alguém tiver uma prova contra mim, por favor, mostre", discursou. "O que me deixa indignado é que você está sendo vitima de um grupo de pessoas que mentiu pela primeira vez e agora continuando mentindo para manter a primeira mentira", prosseguiu.
O ex-presidente destacou que o delator Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, mudou sua versão em depoimento aos procuradores da Lava Jato, passando a acusar o petista para conseguir benefícios, como a diminuição de sua pena.
"Se alguém pensa que com essa sentença me tiraram do jogo, pode saber que eu estou no jogo. E agora quero dizer ao meu partido, que até agora eu não tinha reivindicado, mas a partir de agora eu vou me reivindicar como postulante à candidatura", anunciou.
Depois de fazer duras críticas ao atual governo, que têm voltado atrás em diversos avanços dos governos petistas, Lula apelou: "se vocês, da Casa Grande, não sabem fazer, deixem alguém da Senzala para cuidar do povo brasileiro".
Com bom humor, ele destacou ainda que vem "tomando vitamina todo dia de manhã", para se fortalecer para as eleições de 2018. "Me esperem. Quem tem direito de decretar meu fim é só o povo brasileiro", disse.
Lula concluiu dizendo que "o ódio está disseminado nesse País", citando a Rede Globo e o Jornal Nacional.
Confira abaixo o artigo citado por Lula:
Por que querem me condenar
18/10/2016
Em mais de 40 anos de atuação pública, minha vida pessoal foi permanentemente vasculhada -pelos órgãos de segurança, pelos adversários políticos, pela imprensa. Por lutar pela liberdade de organização dos trabalhadores, cheguei a ser preso, condenado como subversivo pela infame Lei de Segurança Nacional da ditadura. Mas jamais encontraram um ato desonesto de minha parte.
Sei o que fiz antes, durante e depois de ter sido presidente. Nunca fiz nada ilegal, nada que pudesse manchar a minha história. Governei o Brasil com seriedade e dedicação, porque sabia que um trabalhador não podia falhar na Presidência. As falsas acusações que me lançaram não visavam exatamente a minha pessoa, mas o projeto político que sempre representei: de um Brasil mais justo, com oportunidades para todos.
Às vésperas de completar 71 anos, vejo meu nome no centro de uma verdadeira caçada judicial. Devassaram minhas contas pessoais, as de minha esposa e de meus filhos; grampearam meus telefonemas e divulgaram o conteúdo; invadiram minha casa e conduziram-me à força para depor, sem motivo razoável e sem base legal. Estão à procura de um crime, para me acusar, mas não encontraram e nem vão encontrar.
Desde que essa caçada começou, na campanha presidencial de 2014, percorro os caminhos da Justiça sem abrir mão de minha agenda. Continuo viajando pelo país, ao encontro dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos, para debater e defender o projeto de transformação do Brasil. Não parei para me lamentar e nem desisti da luta por igualdade e justiça social.
Nestes encontros renovo minha fé no povo brasileiro e no futuro do país. Constato que está viva na memória de nossa gente cada conquista alcançada nos governos do PT: o Bolsa Família, o Luz Para Todos, o Minha Casa, Minha Vida, o novo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o Programa de Aquisição de Alimentos, a valorização dos salários -em conjunto, proporcionaram a maior ascensão social de todos os tempos.
Nossa gente não esquecerá dos milhões de jovens pobres e negros que tiveram acesso ao ensino superior. Vai resistir aos retrocessos porque o Brasil quer mais, e não menos direitos.
Não posso me calar, porém, diante dos abusos cometidos por agentes do Estado que usam a lei como instrumento de perseguição política. Basta observar a reta final das eleições municipais para constatar a caçada ao PT: a aceitação de uma denúncia contra mim, cinco dias depois de apresentada, e a prisão de dois ex-ministros de meu governo foram episódios espetaculosos que certamente interferiram no resultado do pleito.
Jamais pratiquei, autorizei ou me beneficiei de atos ilícitos na Petrobras ou em qualquer outro setor do governo. Desde a campanha eleitoral de 2014, trabalha-se a narrativa de ser o PT não mais partido, mas uma "organização criminosa", e eu o chefe dessa organização. Essa ideia foi martelada sem descanso por manchetes, capas de revista, rádio e televisão. Precisa ser provada à força, já que "não há fatos, mas convicções".
Não descarto que meus acusadores acreditem nessa tese maliciosa, talvez julgando os demais por seu próprio código moral. Mas salta aos olhos até mesmo a desproporção entre os bilionários desvios investigados e o que apontam como suposto butim do "chefe", evidenciando a falácia do enredo.
Percebo, também, uma perigosa ignorância de agentes da lei quanto ao funcionamento do governo e das instituições. Cheguei a essa conclusão nos depoimentos que prestei a delegados e promotores que não sabiam como funciona um governo de coalizão, como tramita uma medida provisória, como se procede numa licitação, como se dá a análise e aprovação, colegiada e técnica, de financiamentos em um banco público, como o BNDES.
De resto, nesses depoimentos, nada se perguntou de objetivo sobre as hipóteses da acusação. Tenho mesmo a impressão de que não passaram de ritos burocráticos vazios, para cumprir etapas e atender às formalidades do processo. Definitivamente, não serviram ao exercício concreto do direito de defesa.
Passados dois anos de operações, sempre vazadas com estardalhaço, não conseguiram encontrar nada capaz de vincular meu nome aos desvios investigados. Nenhum centavo não declarado em minhas contas, nenhuma empresa de fachada, nenhuma conta secreta.
Há 20 anos moro no mesmo apartamento em São Bernardo. Entre as dezenas de réus delatores, nenhum disse que tratou de algo ilegal ou desonesto comigo, a despeito da insistência dos agentes públicos para que o façam, até mesmo como condição para obter benefícios.
A leviandade, a desproporção e a falta de base legal das denúncias surpreendem e causam indignação, bem como a sofreguidão com que são processadas em juízo. Não mais se importam com fatos, provas, normas do processo. Denunciam e processam por mera convicção -é grave que as instâncias superiores e os órgãos de controle funcional não tomem providências contra os abusos.
Acusam-me, por exemplo, de ter ganho ilicitamente um apartamento que nunca me pertenceu -e não pertenceu pela simples razão de que não quis comprá-lo quando me foi oferecida a oportunidade, nem mesmo depois das reformas que, obviamente, seriam acrescentadas ao preço. Como é impossível demonstrar que a propriedade seria minha, pois nunca foi, acusam-me então de ocultá-la, num enredo surreal.
Acusam-me de corrupção por ter proferido palestras para empresas investigadas na Operação Lava Jato. Como posso ser acusado de corrupção, se não sou mais agente público desde 2011, quando comecei a dar palestras? E que relação pode haver entre os desvios da Petrobras e as apresentações, todas documentadas, que fiz para 42 empresas e organizações de diversos setores, não apenas as cinco investigadas, cobrando preço fixo e recolhendo impostos?
Meus acusadores sabem que não roubei, não fui corrompido nem tentei obstruir a Justiça, mas não podem admitir. Não podem recuar depois do massacre que promoveram na mídia. Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a condenar e devem avaliar que, se não me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública.
Tento compreender esta caçada como parte da disputa política, muito embora seja um método repugnante de luta. Não é o Lula que pretendem condenar: é o projeto político que represento junto com milhões de brasileiros. Na tentativa de destruir uma corrente de pensamento, estão destruindo os fundamentos da democracia no Brasil.
É necessário frisar que nós, do PT, sempre apoiamos a investigação, o julgamento e a punição de quem desvia dinheiro do povo. Não é uma afirmação retórica: nós combatemos a corrupção na prática.
Ninguém atuou tanto para criar mecanismos de transparência e controle de verbas públicas, para fortalecer a Polícia Federal, a Receita e o Ministério Público, para aprovar no Congresso leis mais eficazes contra a corrupção e o crime organizado. Isso é reconhecido até mesmo pelos procuradores que nos acusam.
Tenho a consciência tranquila e o reconhecimento do povo. Confio que cedo ou tarde a Justiça e a verdade prevalecerão, nem que seja nos livros de história. O que me preocupa, e a todos os democratas, são as contínuas violações ao Estado de Direito. É a sombra do estado de exceção que vem se erguendo sobre o país. (247).
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA foi presidente do Brasil (2003-2010). É presidente de honra do PT (Partido dos Trabalhadores).

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DORIA INVESTE NO ÓDIO E IRRITA CÚPULA DO PSDB


O prefeito João Doria, do PSDB, aprontou mais uma das suas nesta quinta-feira. Acusado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de governar pelo Facebook e chamado de blefe por José Serra, ele decidiu surfar na estupidez humana e pendurou uma bandeira do Brasil na janela de seu gabinete em comemoração à condenação em provas do ex-presidente Lula.
“Os brasileiros de verdade devem abrir a bandeira do Brasil. Mostre que você apoia o juiz Sérgio Moro”, disse Doria.
Em seguida, o vice-presidente nacional do PSDB, Goldman disse que, no PSDB, apenas o prefeito se “regozijou” com a situação de Lula e que “há respeito” pelo ex-presidente, segundo reportagem do jornalista Pedro Venceslau.
Doria, que tenta recriar um ambiente de ódio no País, está na lista dos Panamá Papers e era cliente da Mossack Fonseca, empresa investigada na Lava Jato.
Abaixo, reportagem do Jornal do Brasil sobre o caso, publicada em 30 de abril de 2016
Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, o empresário João Doria Jr. comprou a offshore Pavilion Development Limited do escritório panamenho Mossack Fonseca e usou a empresa para adquirir um apartamento em Miami, nos Estados Unidos, em 1998, por US$ 231 mil, sem que a propriedade aparecesse em seu nome, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo deste sábado (30).
Contratos, procurações e cópia de passaportes de Doria e sua mulher, junto a mensagens de e-mail referentes à compra da offshore constam dentre os 11,5 milhões de documentos dos Panama Papers, divulgados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). A série já provocou a queda do primeiro-ministro da Islândia e revelou esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio em dezenas de países. 
A compra ou abertura de uma offshore não é ilegal, desde que a empresa seja declarada à Receita Federal no Brasil. Ao Estadão, o advogado de Doria, Nelson Wilians, mostrou a declaração de bens no Imposto de Renda de 2016 na qual a Pavilion Development aparece declarada, mas não atendeu ao pedido para mostrar as declarações de IR de 1998, quando Doria comprou a offshore, e dos anos posteriores. Pela legislação brasileira, toda remessa ao exterior a partir de US$ 100 mil deve ser registrada no Banco Central.
O advogado alega, também, que Doria não fez remessas e que pagou a entrada de US$ 30 mil com uma permuta feita no Brasil, e o restante foi financiado em 30 anos nos EUA. O advogado diz que as parcelas do financiamento, de US$ 2.056 por mês, são pagas com rendimentos da locação do imóvel. De acordo com a reportagem, a diária de um apartamento no Mutiny On The Bay custa US$ 243. Para pagar a mensalidade, Doria precisaria alugar o apartamento por 9 dias ao mês, pelo menos.
Pelos registros da Mossack Fonseca, a Pavilion Development Limited continuava ativa até o ano passado. (247).

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Pernambuco elege seis novos patrimônios vivos do Estado

Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo são os novos nomes

José Pimentel, diretor, ator e autor
José Pimentel, diretor, ator e autor

Seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco
Seis novos Patrimônios Vivos de PernambucoFoto: Divulgação








Uma eleição realizada esta quinta-feira (13), na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), elegeu seis novos Patrimônios Vivos, totalizando 51 no Estado. Maria dos Prazeres (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), Mestre Chocho (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), André Madureira (dança, teatro, música/Recife), José Pimentel (artes cênicas/Recife), Reisado Inhanhum (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho) são os novos nomes.

O prêmio é vitalício e corresponde a R$ 1,6 mil, para artista individual, e R$ 3,2 mil, para grupos. Criador do espetáculo da Paixão de Cristo do Recife, José Pimentel comemora a homenagem.

"Estou feliz e agradecido por terem me escolhido e pelas felicitações que venho recebendo. A partir de agora, pretendo conhecer à fundo o que significa ser reconhecido como um patrimônio vivo e o que isso representar para a sociedade", afirma. 

A presidente do CEPPC, Márcia Souto, explicou como chegaram ao resultado final. "Concluímos, hoje, o processo de eleição dos novos Patrimônios, que foi fruto de várias audiências públicas realizadas desde o começo do mês de julho. Uma experiência muito rica, participativa e democrática, na qual nós, membros do Conselho, pudemos conhecer de perto os candidatos que se inscreveram nessa edição. Esse resultado reflete a diversidade da cultura pernambucana, que é múltipla e pujante", disse. 

A titulação será entregue no próximo dia 17 de agosto, quando é celebrado o Dia Nacional do Patrimônio Histórico. A cerimônia será no Teatro de Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio, na área central do Recife, e marcará também a entrega do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho.

Confira um breve histórico dos eleitos:
Maria dos PrazeresResponsável por mais de cinco mil partos, Dona Prazeres, como costuma ser chamada, foi a primeira presidente da Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A entidade foi fundada em 1994. Seu trabalho à frente da organização ajudou a formar um inventário das práticas tradicionais de obstetrícia e seu reconhecimento oficial.

Mestre ChochoCom mais de 70 anos de carreira e 93 anos de idade, Otaviano do Monte ou Mestre Chocho é um dos maiores representantes do choro em Pernambuco. Violão, cavaquinho e bandolim, toca tudo com maestria e desenvoltura, além de ser um exímio compositor.

André MadureiraFundador, diretor e coreógrafo do Balé Popular do Recife, grupo que dá origem ao segmento de dança popular cênica em Pernambuco. A iniciativa de André em criar um método de dança, chamado “brasílica”, e um banco de passos permite a grande divulgação dos folguedos nordestinos na sociedade, quebrando preconceitos, e dando surgimento a diferentes escolas e grupos de dança popular. Com uma trajetória de mais de 25 anos, sob a direção de André Madureira, o Balé Popular do Recife é responsável por consolidar um cenário de atuação profissional para a dança no Estado.

José PimentelDiretor, ator e autor. Como encenador e autor, notabiliza-se pelos grandes espetáculos históricos que monta ao ar livre. Como ator, ganha notoriedade por viver o papel de Jesus, por mais de três décadas, em encenações da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém, no Agreste de Pernambuco, que ele próprio dirige.

Reisado InhanhumTradição do Sertão do São Francisco, as primeiras atividades do Reisado do Inhanhum estão associadas às festas de Santos Reis que acontecem desde o século 18 na comunidade Quilombola de Inhanhum, no município sertanejo de Santa Maria da Boa Vista. As pessoas que atualmente fazem parte do Reisado do Inhanhum procuram manter viva esta tradição secular que foi transmitida por diversas gerações. Nos últimos dez anos, participa ativamente de festivais de cultura, promoveu festas de Santos Reis entre 2011 e 2013, contribuindo para valorização e divulgação do Reisado.

Sociedade dos Bacamarteiros do CaboCom mais de 50 anos de existência, ela faz parte da Federação dos Bacamarteiros de Pernambuco. É um Ponto de Cultura conveniado à Fundarpe, que realiza oficinas de inclusão digital, canto coral e aulas de pífanos. A Sociedade dos Bacamarteiros também gere o Museu Olimpio Bonald de Bacamarte, no Cabo de Santo Agostinho, organiza a Missa dos bacamarteiros e, em 2017, organizou V Encontro de Bacamarteiros Zé da Banha.(Folhape).


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CONFIRA A ÍNTEGRA DO PRONUNCIAMENTO DE LULA APÓS SUA CONDENAÇÃO


O ex-presidente Lula fez nesta quinta-feira 13 seu primeiro pronunciamento público após a condenação em primeira instância no "caso do tríplex do Guarujá".
Na sede nacional do PT, em São Paulo, Lula criticou a atuação do juiz Sergio Moro e da imprensa comercial, e afirmou que irá se candidatar a presidente da República novamente:
"Se alguém pensa que com essa sentença me tirou do jogo [político], eu quero dizer que estou no jogo". Confira a íntegra do pronunciamento:

- Não me avisaram antes e eu perdi a fala da minha presidenta aqui, eu cheguei quando ela tava falando que eleições sem Lula não é eleição, é fraude, mas eu queria que vocês pensassem um pouco na sentença do Mouro, porque ele tem para comigo o otimismo que nem eu tenho. Porque pela peça de condenação de 19 anos sem poder exercer nenhum cargo, significa que ele esta permitindo que eu possa ser candidato em 2036. Isso significa que eu vou viver e vocês vão ter que me suportar muito.

Ô, gente, eu queria fazer essa entrevista coletiva, ontem eu não quis falar com a Imprensa, porque ontem eu tinha um assunto muito importante pra resolver que era ver o Corinthians derrotar o Palmeiras, então eu não tive nem tempo de analisar a condenação, nem conversar com advogados porque olha, primeiro vamos ver o Corinthians resolver o problema com o Palmeiras, depois a gente discute.
Mas eu queria começar aqui agradecendo alguns companheiros que tiveram um papel importante nessa primeira etapa dessa batalha jurídica e política que é meu companheiro Cristiano Zanin, o meu querido companheiro advogado, o companheiro Roberto Teixeira, a companheira Valeska, que alem de advogada e filha do Roberto Teixeira, é mulher do Cristiano, a companheira Larissa, que é filha também do Roberto Teixeira e cunhada do Cristiano, queria conhecer o companheiro Geoffrey que é um advogado que esta nos ajudando a partir de Londres e fez uma representação contra o Mouro em Bruxelas na ONU.
Queria agradecer o companheiro Batochio que faz parte do grupo de advogados que me defendem nessa ação e em outras ações, que são muitas ações que eu tenho pela frente. Agradecer o companheiro Nilo Batista que foi impedido de continuar me ajudando, mas no começo participou me ajudando nesse processo, o companheiro Joarez Cirino que é um advogado do Paraná que também me ajudou numa fase do processo. Quero agradecer o companheiro Fernando Fernandes e toda sua equipe que trabalharam tão bem nesse processo, eles eram advogados do Paulo Okamotto, e o Paulo Okamotto foi absolvido na questão do acervo.
Quero agradecer a tantos companheiros jurídicos que participaram de tantas reuniões, que escrevera tantos artigos. Agora mesmo já tem um movimento com 60 juristas pra escrever o livro sobre a sentença do Mouro, ou seja, cada jurista vai escrever 5 páginas sobre a sentença do Mouro porque segundo os advogados, é uma peça que precisa ser motivo de estudo profundo de como não fazer uma peça condenatória.
Mas de qualquer forma eu não vou entrar em detalhes porque os cara estudaram tantos anos, fizeram mestrado, doutorado pra ser advogado, não vou eu aqui com meu quarto ano primário tentar substituir a experiência desses companheiros, mas eu quero agradecer a todos, quero agradecer obviamente aos meus companheiros do PT, que tanto tem sido solidários a nossa bancada no Senado, a nossa bancada na Câmara dos Deputados que tem feito um enfrentamento não apenas nessa caso, mas em outro caso de injustiça que acabou vitimando outro companheiro do PT e outros companheiros que nem são do PT mas que são vítimas do arbítrio de um estado quase que de exceção em que o Estado de Direito Democrático esta sendo jogado na lata do lixo.
Ou seja, eu quero agradecer a companheira Jandira, que está aqui na mesa em nome do PCdoB, o companheiro Manoel Dias que está aqui em nome do PDT, quero agradecer a generosidade da Imprensa comigo que é muito importante sobre tudo o pessoal do Jornal Nacional, que me tratam com tanta diferença. Quero cumprimentar, quero aqui agradecer meu querido companheiro Raduan, que eu conheço a pouco tempo pessoalmente, mas parece que faz muito tempo que eu conheço ele, e é um companheiro que é uma das reservas morais desse país, além de uma reserva importante intelectual.
Eu até não queria falar da minha família por que quando fala de família fico emocionado e não vou falar, mas esse processo é um processo que se vocês acompanharam ele, vocês vão perceber que o que aconteceu ontem, eu já previa no dia 16 de outubro do ano passado. Se vocês leram, eu escrevi um artigo, na tendência de debate da Folha, "Por que querem me condenar", isso aqui é o dia 18 de outubro de 2016 e nesse artigo, Raduan, eu disse o seguinte:
"Meus acusadores sabem que não roubei, não fui corrompido nem tentei obstruir a justiça, mas n˜o podem admitir, não podem recuar depois de um massacre que promoveram na mídia. Tornaram-se prisioneiros das mentiras que criaram, na maioria das vezes, a partir de reportagens facciosas e mal apuradas. Estão condenados a me condenar e devem avaliar que se n˜o me prenderem, serão eles os desmoralizados perante a opinião pública.
Tento compreender essa caçada como parte da disputa política, muito embora seja um método repugnante de luta. Não é o Lula que pretendem condenar, é o projeto político que represento junto com milhões de brasileiros. na tentativa de destruir uma corrente de pensamento, estão destruindo os fundamentos da democracia no nosso país.
É necessário frisar que nós do PT, sempre apoiamos a investigação, o julgamento e a punição de quem desvia dinheiro do povo. Não é uma afirmação retórica, nós combatemos  a corrupção na prática.
Isso foi escrito em outubro, por que desde que esse processo começou, e desde que o Moro proferiu várias entrevistas sentenciando que era preciso uma forte cobertura da Imprensa, porque senão ele não conseguiria prender as pessoas, e sobretudo prender as pessoas para fazer com que as pessoas delatassem. Porque tem gente que delatou e poderia contar um caso que é o caso do Leo Pinheiro, que é um cara que ele utiliza muito na sentença. O Leo Pinheiro tá há mais de dois anos preso, o Leo Pinheiro insistentemente disse "não, não", mas o cara já tá condenado a 23 anos de cadeia com perspectiva de um pouco mais.
Ai o cara assiste na própria televisão Globo, no Fantástico, sabe que nesse país vale a pena delatar, que delatar é um prêmio, pra você conviver com a riqueza que você roubou, pra você conviver com metade ou mais do roubo e apareceria gente morando em Itapecerica aqui em condomínio de luxo, aparecia gente morando em condomínio perto da praia. O cara tá preso e o cara fala "Po, eu to condenado a 23 anos de cadeira, tem mais uns 3 processos contra mim e o que eu tenho que falar é apenas dizer que o Lula sabia?"
O Lula não faz parte da família dele, o Lula não é filho, não é genro, nã é nada dele. Por que que eu vou pegar tanto anos de cadeia por causa do Lula? Assim foi com o Leo, assim foi com outros. Durante todo esse processo a coisa que eu mais lia de informações, era as pessoas dizendo "tal pessoa foi presa e no interrogatório a primeira coisa que falaram foi que tinham que falar o nome do Lula ". E eu acreditava que esse processo ia terminar do jeito que terminou por que em nenhum momento , eu prestei vários depoimentos, e era visível que o que menos importa para as pessoas que faziam as perguntas era o que você falava. Eles já estavam com o processo pronto, eles ja estavam com a concepção da condenação pronta.
Então, a Polícia Federal pega esse processo. Esse processo começa com a mentira do jornal Globo, que o Ministério Público pega pra ela, abre um inquérito, a Policia Federal mente a respeito desse processo, o MP aceita o inquérito da PF enquanto isso a Imprensa divulgava isso fartamente. Depois vai pro MP, o MP prepara a acusação, anuncia a acusação, a imprensa divulga fartamente, ou seja, outra mentira do MP e vai pro Moro.
Eu acreditava que o Moro iria recusar, se ele tivesse recusado a aceitar a mentira contada pelo MP, baseada na teoria do PowerPoint, era o que eu esperava. Veja que eu tinha muito mais garantia de que ele iria recusar ou aceitar a denúncia, do que me absolver depois que o processo foi aceito.
Depois que o processo foi aceito eu falei "Olha, há um jogo a ser jogado nesse país. Não é possível, que aqueles que preparam a mentira do golpe contra a Dilma, aqueles que prepararam a mentira do golpe contra as forças democráticas que ganharam as eleições de 2014 iriam ficar com os braços cruzados, esperando essa gente voltar pro poder em 2018.
E eu sempre tive consciência que o golpe não fechava, se o Lula pudesse ser candidato, o golpe não fechava. Porque qual é a razão, sabe, de derrubar um governo, um partido político e dois anos depois esse governo e esse partido juntar as mesmas forças políticas e ganhar as eleições?
Não podia fechar. Então a sentença de ontem, ela tem um componente político muito forte e eu obviamente que não vou entrar nos componentes jurídicos, porque tudo que eu tenho lido até agora e tudo que eu tenho ouvido é que o juiz Moro passou praticamente escrevendo 60 páginas pra se justificar da condenação. Em que praticamente, de 900 e não sei quantos parágrafos, ele utilizou 5 da defesa e me parece que não havia nenhum interesse.
Vocês estão lembrados de que quando eu fui prestar o meu depoimento, isso tá gravado, eu tinha pedido pro Moro autorizar que a Imprensa divulgasse o meu pronunciamento ao vivo. Não foi possível, porque eu queria que o povo visse a cara dele, queria que vissem as caras dos promotores. Não apenas a minha.
Mas não foi possível, mas foi divulgado e vocês viram que eu disse o seguinte "Olha, você não pode me absolver, não tem como. Ou seja, o que vocês já falaram até agora, o que a Imprensa já me condenou até agora, só do Jornal Nacional foram 20 horas." Você veja que os tucanos não aguentaram uma capa da Veja, caiu todos. Eu tenho não sei quantas capas de revista, 50 e não sei quantas, mais a do final de semana que devem ser todas da minha cara outra vez, e mais 20 hora de Jornal Nacional.
E eu sinto que há, companheira Gleisi, uma tentativa de me tirar do jogo político. Eu sou um homem que acredito nas Instituições. Eu quero uma Polícia Federal forte, eu quero um Ministério forte e eu quero um Ministério Público forte. Porque essas Instituições forte, elas são o garante da democracia do país e são o garante para não permitir o abuso daqueles que exercem o poder. Inclusive pra evitar sabe, o surgimento de pessoas que se sintam insubstituíveis e queiram utilizar do poder pra ficar governando de forma autoritária.
Agora eu sempre disse, se vocês pegarem os discursos que eu fazia na posse do Ministério Público, eu sempre dizia: a Instituição por ser forte, as pessoas que a compõe, tem que ter mais responsabilidade. Quando eu falo da Policia Federal e falo do Ministério Público, eu não falo da Instituição, porque tenho grandes amigos e respeito profundamente algumas centenas de amigos que tenho lá. Eu falo dos procuradores que estão fazendo parte da operação, da Força tarefa da Lava-Jato. Eu falo a Policia Federal que faz parte da força tarefa da Lava Jato. Eu não falo da Instituição, porque acredito tanto na Instituição, que fiz ela ser muito mais forte do que era quando cheguei.
Pois bem, então o que acontece de fato e de direito nesse negócio. Ou seja, na medida em que nenhuma verdade era levada em conta. Na medida em que o powerpoint permeou todo o comportamento deles, e eu já cansei de falar e vocês sabem. Eles diziam que o PT era uma organização criminosa, que o PT se preparou para ganhar do governo, para ganhar do governo e roubar e o Lula era o chefe.
A partir dai eles não precisavam mais nada, era a teoria do domínio do fato. Utilizada de forma moderna com a palavra "contexto", que o juiz Moro utilizava muitas vezes a palavra contexto. Obviamente que o Moro, ele não tem que prestar contas pra mim, eu acho que ele tem que prestar contas para a História, como eu devo prestar conta pra História.
A História na verdade é quem vai dizer quem tá certo e quem tá errado. Eu continuo afirmando pra vocês que não é possível a gente ter um Estado Democrático de Direito, se a gente não acreditar na Justiça. E por essa crença que eu tenho no Estado de Direito e numa Justiça forte, é que a Justiça não pode mentir.
Ela não pode tomar decisões políticas, ela tem que tomar decisão baseada nos autos. E olha que nós trabalhamos. Porque a única prova que existe nesse processo, de não sei quantas mil páginas, é a prova da minha inocência.
Eu queria fazer um apelo a Imprensa, um apelo ao povo brasileiro, se alguém tiver uma prova contra mim por favor, diga. Mande pra Justiça, mande pra Suprema Corte, mande pra Imprensa, porque eu preciso. Eu ficaria mais feliz se eu fosse condenado com base numa prova. Que eles me desmascararem. "Tá aqui ó, você realmente cometeu um erro." O que me deixa indignado, mas sem perder a ternura, é você perceber que você tá sendo vítima de um grupo de pessoas que contaram a primeira mentira e vão passar a vida inteira mentindo pra poder justificar a primeira mentira que contaram, de que o Lula era dono e um triplex.
Não sou dono de um triplex, não tenho triplex e ainda fui multado em 700 mil reais. Porque agora o triplex é da União. Eles tomaram o triplex e eu tenho que pagar 700 mil reais pra Petrobrás. Eles poderiam me dar o triplex, eu vendia o triplex e pagava a multa. Senão, o que vai acontecer, é que nós vamos fazer que nem arrecadação de dízimo. Pra vocês inclusive, pra imprensa democrática, passar um saquinho , você depositar um dinheiro e eu pagar uma multa de um triplex que não é meu.
Então eu sinceramente, a minha cabeça de um cidadão que tem o quarto ano primário e um curso de torneiro mecânico, não consegue compreender todo esse emaranhado. Eu não sei como que alguém consegue escrever quase 300 páginas pra não dizer absolutamente nada de prova contra a pessoa que ele quer acusar.
Esse processo é como o cidadão chegar aqui, um torcedor do Corinthians , chegasse aqui pra mim e dissesse "ô Lula, o Corinthians contratou o Messi", eu ia ficar todo feliz. E não fosse verdade e eu começar a processar o Corinthians porque eu queria que o Messi jogasse. E o Barcelona falasse "mas Lula, o Messi é do Barcelona", "é do Corinthians, a Globo falou". E aí o Corinthians fosse obrigado a pagar multa. Não é possível!
E tem mais outros processos desse mesmo jeito. Vocês vão ouvir falar muito de processos iguaizinhos a esse, então eu queria dizer pra vocês que a minha indignação como cidadão brasileiro não me faz perder a crença de que nesse país ainda existe justiça.
Por isso nós vamos recorrer em todas as instâncias de todas as arbitrariedades. Eu acho que inclusive é preciso a gente processar essa sentença no Conselho Nacional de Justiça. É preciso a gente fazer processo contra quem mentir, contra quem não disser a verdade nesse país. Porque cada vez que eu vou prestar um depoimento eu digo: só eu tenho interesse na verdade aqui.
Agora mesmo eu fui prestar um depoimento e o procurador falou assim pra mim "Não, o senhor não precisa prestar como testemunha, porque como testemunha você é obrigado a falar a verdade. Você pode prestar como informante". Eu falei "Não, eu quero prestar como testemunha porque eu vim aqui pra falar a verdade. Quem queria que eu falasse como informante é porque não queria que eu dissesse a verdade."
Então, companheiros, eu queria, não to desafiando não, mas eu queria desafiar, sabe? Não desafiando, que os meus inimigos, sobretudo os donos dos meios de comunicação, fizesse um esforço incomensurável e apresentasse uma prova. Uma única prova, um único papel assinado. Porque o que eles apresentam como prova, é um papel que tava rasurado. Vocês tão lembrado que no processo me deram um papel. Eu vi que tava rasurado no número 174, que poderia até ter sido eles quem tivessem feito, e perguntaram "o senhor conhece isso aqui" e eu respondi "Não, não conheço, quem assinou?", "Ninguém", "E como é que vou reconhecer um documento que não tá assinado?"
Isso foi utilizado como prova. E depois a delação de um cidadão, sabe, que eu tenho um profundo respeito, que tive muita relação de amizade, que foi o Leo Pinheiro, que mudou de opinião de um dia pro outro. Eu lembro que no dia do depoimento dele o Cristiano perguntou "Doutor Leo, até ontem o senhor vinha falando outra coisa, por quê o senhor mudou de posição?" "Ah, porque tive nova orientação do advogado", que ele contratou o Juca pra ser o seu advogado. Então com base nisso, você fazer a condenação, eu sinceramente acho que eu me sinto aliviado porque conheço o tamanho da mentira.
E queria terminar dizendo uma coisa pra vocês. Eu quero respeitar os companheiros do PDT, os companheiros do PCdoB, os companheiros do movimento social, eu quero dizer uma coisa pra vocês. Se alguém pensa que com essa sentença em tiraram do jogo, podem saber que eu to no jogo.
E agora quero dizer ao meu partido, que eu até agora não tinha reivindicado, mas a partir de agora eu vou reivindicar do PT o direito de me colocar como postulante a candidatura a presidência da República.
Eu, na verdade, gostaria de estar aqui hoje nessa mesa, Gleisi, no auditório principal do meu partido, com tantas pessoas importantes aqui, discutindo a situação do Brasil. Discutindo a situação política do Brasil. A situação econômica do Brasil. O descrédito das Instituições desse país, a começar pelo Poder Executivo. Discutindo o golpe dentro do golpe, que até agora...você que é professor, sabe me explicar porque que a Globo quer dar um golpe dentro do golpe e pra gente deixar claro que o mesmo golpe, a gente não quer dar golpe no Temer, a gente quer eleições diretas, a gente quer votar legalmente e a gente quer que ele saia com uma votação de uma emenda constitucional dentro do Congresso. A gente não quer que ele saia porque tem quer achar um melhor do que ele, não, o melhor só a eleição pode achar.
Porque quando o povo escolher um candidato, uma candidata, o povo passa a ser o responsável pelos acertos e pelos erros. Então eu queria dizer o seguinte. Eu não sei se isso é pro bem ou pro mal, mas você vai ter um pré-candidato com um problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer duas brigas. Primeiro brigar juridicamente pra ganhar o direito de ser candidato, segundo brigar dentro do PT pra ganhar o apoio do PT, terceiro, brigar, sabe, a boa briga, a boa luta democrática nas ruas pra convencer a sociedade.
Porque se eles acabaram de destruir tudo o que foi construído de direito dos trabalhadores desde 1943, se eles estão tentando destruir a conquista dos trabalhadores mais a previdência social, se eles estão tentando destruir a indústria nacional, estão tentando destruir a coisa mais simples que nós criamos, que é o componente nacional, pra que a gente possa desenvolver uma industria nacional. Se eles estão tentando destruir a Petrobras, se eles estão tentando destruir as empresas de engenharia, porque não sabem o que fazer, eu queria dizer: Senhoras da Casa Grande, permitam que alguém da Senzala faça o que vocês não tem competência de fazer neste país.
Permita que alguém cuide desse povo, porque este povo n˜o está precisando ser governado pela elite. Esse povo tá precisando ser governado por alguém que conheça a alma dele, por alguém que saiba o que é fome, o desemprego, por alguém que saiba o que que é a vida dura que leva o povo pobre desse país. E eu quero terminar dizendo o seguinte, sabe, quando esse país não tiver mais jeito, sabe, quando os economistas de direita não tiver mais solução, por favor, permita que a gente coloque o pobre no orçamento outra vez. O pobre do orçamento, Damião, o pobre no mundo que trabalha, o pobre recebendo salário, o pobre recebendo crédito, que a gente faz esse país voltar a crescer, faz o povo voltar a sorrir e faz o povo voltar a ter o otimismo que tinha todo tempo que nós governamos esse país.
Lembrar vocês, e vou dizer pra vocês, lembrar e afirmar uma cosia, o ódio está disseminando neste país e toda vez que eu falo que a Rede Globo é a disseminadora do ódio deste país é porque é só assistir o Jornal Nacional e vocês vão perceber. Sabe, que eu espero, que aqueles que apresentam o jornal, que faz o jornal, na hora que apresentem as denúncias falsas, cheguem em casa e olhem para cara dos seus filhos, pra ver se os filhos deles, com o peso do que ele tá fazendo , por que eu não tenho dúvidas de que quando os filhos ficaram adultos, vão cobrar dos país a quantidade de mentiras que contaram a respeito de uma pessoa que não é honesto por mérito, sou honesto porque aprendi com a mulher analfabeta, a ser honesto.
E é importante saber, que eu sei o que fizeram com a dona Marisa com essas mentiras. Eu nem coloco isso na mesa pra não ficar emocionado, mas as pessoas sabem o que fizeram com a dona Marisa, portanto, companheira Gleisi, tá aqui o seu velho companheiro jovem Lula, com 71 anos e idade próximo de fazer 72, disposto a brigar do mesmo jeito que quando eu tinha 30 anos. Com mais experiência, to tomando vitamina de manhã, to fazendo ginástica todo dia, sabe, então me esperem.
Quem acha que é o fim do Lula vai quebrar a cara porque somente na política, que ter um direito de decretar o meu fim é o povo brasileiro. Muito obrigado, companheiros! (247).

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