quarta-feira, 28 de junho de 2017

Univasf abre inscrições para cursos gratuitos de Francês


A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para cursos de Francês ofertados pelo programa Idiomas sem Fronteiras (IsF), por meio do Núcleo de Línguas (NucLi) e da Assessoria de Relações Internacionais (ARI). São ofertadas 75 vagas distribuídas entre três turmas: Básico I, Básico II e Intermediário I. As inscrições podem ser realizadas até este domingo (2/07), exclusivamente pela internet. Os cursos são gratuitos e abertos a toda a comunidade.
Para participar da seleção, é necessário preencher o formulário online (veja aqui). Os candidatos às turmas Básico II ou Intermediário I que já fizeram o nível anterior no NucLi-IsF têm vaga garantida se declararem interesse através do formulário eletrônico e apresentarem, na data indicada no formulário, o certificado de conclusão do nível. Os cursos têm duração de 40 horas.
Haverá teste de nivelamento para os candidatos selecionados que não tiverem participado de cursos de Francês pelo NucLi-IsF anteriormente. O teste será realizado no dia 5 de julho, às 16h e às 18h, na sala 11, do prédio de salas de aula, Campus Juazeiro. O resultado da seleção será divulgado por e-mail, no dia 7 de julho. As aulas serão realizadas no Campus Juazeiro, de 10 de julho a 15 de setembro, nas segundas e quartas-feiras, em horários que variam de acordo com a turma, conforme consta abaixo e no formulário de inscrição.
Os cursos de Francês são ofertados por meio de acordo entre a Univasf e o Serviço de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França no Brasil para o Programa de Leitorado. As aulas serão ministradas pela professora e pesquisadora francesa Angéline Bourgoin, da Universidade Artois, na França.
As turmas são distruídas da segunte forma:
Básico 1 – Segundas e quartas-feiras, das 18h às 19h50;
Básico 2 – Segundas e quartas-feiras, das 20h às 21h50;
Intermediário 1 – Segundas e quartas-feiras, das 16h às 17h50,(Via:C.Britto).


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GLOBO: TEMER ENTRA PARA A HISTÓRIA PELA PORTA DOS FUNDOS


O jornal O Globo publica nesta quarta-feira um duro editorial contra Michel Temer. Intitulado "Temer entra na História pela porta dos fundos", o texto enumera a sucessão de tramóias praticadas pelo peemedebista.
"Temer conseguiria, de fato, lugar na História, mas como o primeiro presidente em exercício a ser denunciado por corrupção. O passado e as práticas do PMDB — em especial, do grupo do presidente na Câmara, em conexão com o encarcerado Eduardo Cunha — foram mais fortes que possíveis intenções de Temer de abrilhantar a biografia. Por isso, manteve os esquemas do fisiologismo do toma lá dá cá, e, como se vê, não obstruiu o fluxo de dinheiro de propina pelos subterrâneos do partido. Ao contrário, transferiu o propinoduto para o porão do Palácio do Jaburu, já na condição de presidente da República", diz o editorial.
Confira abaixo a íntegra do texto:
Temer entra na História pela porta dos fundos
Não que o advogado Michel Temer, vice de Dilma Rousseff — chapa nascida da aliança entre PMDB e PT, negociada em bases nada republicanas —, fosse de absoluta confiança. Mas, político rodado, presidente da Câmara dos Deputados três vezes e do próprio partido, Michel Temer assumiu no impeachment de Dilma com o trunfo de, com base em toda esta expertise de transitar com facilidade pelo Congresso, poder aprovar, em pouco menos de dois anos, as principais reformas de que o Brasil necessita para voltar a crescer. Conquistaria lugar de destaque na República.
Temer conseguiria, de fato, lugar na História, mas como o primeiro presidente em exercício a ser denunciado por corrupção. O passado e as práticas do PMDB — em especial, do grupo do presidente na Câmara, em conexão com o encarcerado Eduardo Cunha — foram mais fortes que possíveis intenções de Temer de abrilhantar a biografia. Por isso, manteve os esquemas do fisiologismo do toma lá dá cá, e, como se vê, não obstruiu o fluxo de dinheiro de propina pelos subterrâneos do partido. Ao contrário, transferiu o propinoduto para o porão do Palácio do Jaburu, já na condição de presidente da República.
Encaminhada na segunda à noite ao Supremo Tribunal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a denúncia de corrupção passiva se baseia em depoimento e gravação de conversa com o presidente feitos pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS. Mas não só. Joesley, segundo acordo de delação premiada assinado com a PGR, colaborou, ainda, em uma “operação controlada”, nos termos da legislação, em que, além de gravações, foi feito vídeo da entrega de mala com R$ 500 mil ao deputado Rodrigo Loures (PMDB-PR), indicado por Temer ao empresário para tratar de “tudo”, de qualquer assunto de interesse de Joesley.
Somadas, as provas sustentam uma denúncia sólida contra Temer: gravação do presidente indicando Loures para Joesley abordar temas subterrâneos, na falta do ex-ministro Geddel Vieira, sob investigação; Loures, também em gravação, dispondo-se a defender interesses de Joesley no Cade e na CVM; e o acerto de uma generosa mesada a Loures, em troca da ajuda na solução de uma pendência com a Petrobras sobre o preço do gás cobrado a uma termelétrica da JBS.
O quadro se fecha com um depoimento do executivo do JBS Ricardo Saud comprovando ser correta a evidência de que Loures recebia o dinheiro em nome de Temer. Os dois, como disse o executivo, teriam bela “aposentadoria” . Pois, paga ao longo de 25 a 30 anos, a propina chegaria a centenas de milhões.
O presidente decidiu rebater a acusação da PGR em pronunciamento, ontem à tarde, no Planalto, diante de uma plateia de aliados, com os quais espera contar na votação da denúncia, a ser enviada à Câmara pelo Supremo. Mas, em vez de responder a questões objetivas da acusação, partiu para o ataque a Janot. Para Temer, a PGR “reinventou o Código Penal”, ao instituir a “denúncia por ilação”. Mais: a delação de Joesley Batista foi negociada por um ex-procurador que trabalhara com o procurador-geral e, por este trabalho, teria ganhado muito dinheiro. Aproveitou para insinuar que Janot teria recebido parte do pagamento, mas disse que não faria a denúncia, porque, assim, repetiria a acusação da PGR contra ele.
É muito difícil que a aplicação do velho chavão — a melhor defesa é o ataque — funcione diante de tantos indícios e provas em sentido contrário. Para descredenciar a gravação feita por Joesley da conversa noturna no porão do Jaburu, Temer insistiu com o laudo feito por perito contratado por sua defesa, quando a Polícia Federal acabara de atestar como verdadeiro o áudio. As 294 paralisações da gravação, segundo a PF, não são intervenções fraudulentas, mas característica do gravador, que para quando ninguém está falando.
Ainda há mais acusações a caminho contra Temer. A de obstrução da Justiça foi reforçada com a elucidação, pela PF, de trechos que eram inaudíveis. A criação de obstáculos para a ação do Estado na repressão ao crime ficou configurada quando Joesley e Temer trataram da ajuda financeira a Eduardo Cunha e a Lúcio Funaro, operador financeiro de Cunha e de outros do PMDB.
Joesley fazia pagamentos periódicos a Cunha e Funaro, em troca do silêncio dos dois. Houve grande controvérsia em torno de algumas palavras, mas o trabalho feito nos laboratórios da PF reforça a acusação do procurador-geral de que Temer, naquela noite, estimulou o empresário a continuar com os pagamentos aos dois. Esta é uma passagem tóxica para Michel Temer.
Na segunda-feira, o presidente aproveitou solenidade no Planalto para dar um grito de guerra: “Nada nos destruirá, nem a mim, nem aos ministros” . Resta saber como. À noite, depois de formalizada a acusação, Temer se reuniu em Palácio com o ministro Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência; a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e advogados que o defendem no STF. As tropas de Temer, porém, são mais numerosas.
Elas já devem estar fazendo intenso trabalho junto aos membros da Comissão de Constituição e Justiça, para onde a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, enviará a denúncia. Conseguir que a CCJ rejeite o pedido — mesmo que ele siga de qualquer forma ao plenário — é importante para Temer. Deverá ser feito “o diabo”, nos termos usados por Dilma Rousseff, na obtenção de votos na comissão. Caberá vigilância estreita sobre as transações que inevitavelmente transcorrerão na Câmara.
São conhecidas as manobras para trocas de deputados com assento na CCJ, para se garantirem resultados nas votações. Nesta hora, pesam os vínculos e compadrios construídos por Temer e seu grupo durante muito tempo de convívio no Congresso. A não ser que conte a impopularidade recorde do presidente. Mas ele jogará tudo para fazer morrer na Câmara a acusação, evitando que chegue aos 11 ministros do Supremo, Corte muito diferente do TSE.
O resto é zelar pelos trâmites constitucionais, sem manobras protelatórias, para se desatar o nó político-institucional, pelas regras legais. A economia ainda emite sinais positivos decorrentes do que pôde ser feito até o porão do Jaburu ser iluminado pela delação de Joesley. Mas seria um milagre o PIB se desconectar de uma crise que tem nome: Michel Miguel Elias Temer Lulia. Porém, importa agora é que as instituições decidam, essencial para manter a segurança jurídica, independentemente de qual será o desfecho. (Via:247).

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Hospital demite funcionário que filmou Fabio Assunção em Arcoverde, PE

Unidade de saúde, por meio de nota, "condenou veementemente tal atitude, decidindo pelo afastamento do funcionário, que feriu o código de ética"

Fábio Assunção

Nota do hospital

Nota do hospitalFoto: Cortesia

Após o episódio envolvendo Fábio Assunção em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, o hospital no qual o ator foi internado demitiu o funcionário que fez imagens do artista na unidade de saúde. Quem compartilhou a posição oficial da instituição foi Pally Siqueira, namorada do ator, na última terça-feira (27).

>> Leia mais: Ator Fábio Assunção é detido no São João de Arcoverde, em Pernambuco; veja vídeos

Em nota de esclarecimento, o Hospital Memorial de Arcoverde diz que o funcionário filmou e divulgou nas redes sociais e que fez isso "sem o consentimento ou conhecimento da diretoria, que lamenta profundamente a infeliz iniciativa". Ainda na nota, o hospital diz que "condena veementemente tal atitude, decidindo de imediato pelo afastamento definitivo do funcionário, que feriu o código de ética, a imagem da instituição e do referido ator" (Via:Folhape).


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Imagem registra momento em policial civil do GOE é assassinado em Jaboatão; veja vídeo

Crime aconteceu na noite da última terça-feira (27), no bairro do Curado II. Carlos Eduardo Fernandes de Lima estava de folga quando foi morto
Imagens registraram crime
Imagens registraram crimeFoto: Divulgação
Câmeras de um estabelecimento comercial registraram o momento em que o policial civil do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil de Pernambuco, foi assassinado (Veja vídeo abaixo). O crime aconteceu na noite da última terça-feira (27), no bairro do Curado II, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.

>> Leia mais: Policial do GOE é assassinado no Curado


Carlos Eduardo Fernandes de Lima estava de folga e caminhava pela avenida Leonardo da Vinci quando homens, em um Vectra com placas clonadas do Rio Grande do Sul, atiraram. O civil foi baleado por volta das 19h30 e ainda chegou a ser socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu e morreu.



O delegado Felipe Monteiro realizou as primeiras investigações pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O corpo do policial foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), no Recife. Até o momento, ninguém foi preso. (Folhape).


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